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Alma portuguesa pelo homem do “Conquilhas”
Nós – portugueses – estamos, ainda hoje, entre Eusébio Macário e A Capital ou A relíquia. Provavelmente, bebemos por esse mundo em que nos entornámos, por essas tantas paragens onde os ventos e as velas nos levaram, o pior que encontrámos. Enchemos porões de especiarias e materiais preciosos, mas esquecemo-nos de embarcar a dialéctica e a poesia, a arte e os saberes, e muitas outras coisas que por lá existiam. Ampliámos os defeitos, mas não as qualidades, como diria Almada Negreiros. É esta «alma portuguesa» que leva a que os piores de entre nós, tribunos fanáticos, anquilosados, sem respeito pela democracia e pelo Estado de Direito, se arvorem em polícias (cuja vocação não se coloca em causa), acusadores e julgadores. Tudo ao mesmo tempo, como nas ditaduras. E, sem decoro, ainda evocam em seu abono uma cruzada pela «decência». Ontem, na Quadratura do Círculo, em defesa da sua dama, Pacheco Pereira representou o papel de um destes portugueses «exemplares». Etiquetas: alma portuguesa Por Tomás Vasques às 20:44 José Mateus Cavaco Silva at January 30, 2009 22:33 |
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Tags: media, portugal, complexo salazarento e neo-corpo, visto de esquerda, blogs & sites, campanhas negras |
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