Uma medida inteligente (não só de agilização das trampas burocráticas como de apoio às empresas do mercado interno...) que esperamos não se tranforme apenas num modo de sustentar com o orçamento de Estado os gulosos incompetentes do “complexo neo-corporativo e salazarento”... Eles, é certo e sabido, vão querê-lo e tentar abocanhar tudo!