| Competitive Intelligence & Perceptions Management num Blog-Notas, para tornar o obscuro bastante mais... CLARO |
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VALORIZAÇÃO DO TERRITÓRIO Miguel Sousa Tavares, no Expresso: " (…) De entre as vaguíssimas e piedosas intenções do Governo na aplicação dos 21,5 mil milhões de euros do terceiro e último Quadro Comunitário de Apoio, houve uma que me chamou a atenção, pela sua requintada hipocrisia: a 'valorização do território'. Mas, qual território? O pouco que restar, depois de toda a Reserva Agrícola, Reserva Ecológica e Rede Natura terem sido sacrificadas aos projectos PIN - que, agora, já não abrangem apenas urbanizações turísticas mas também pisciculturas e fábricas de móveis? Ora, deixem-se de hipocrisias e concentrem-se, ao menos, em alguma coisa de concreto: querem valorizar o território que resta, depois de terem vendido tudo o que interessava preservar? Então, devolvam-nos o Terreiro do Paço. Corram com os tapumes dali, desistam daquela impossível via subaquática e voltem lá a pôr o Cais das Colunas. Dez anos depois, é o mínimo exigível.» in Expresso Miguel S. Tavares não percebeu e outros também ainda não… Mas isso não impede: a "valorização do território" é um conceito chave para o desenvolvimento. Um conceito-chave que tem sido soberbamente ignorado por presumidos governantes e líderes de opinião. A 'valorização do território' é o conceito a montante de "ordenamento" (o que lhe dá racionalidade, o que responde à questão "ordenar para quê, como e com objectivos?"). Sem “valorização do território” todo o “ordenamento” se reduz a uma casca vazia, a uma forma estúpida (porque evacuou a inteligência que, justamente, lhe deveria ter dado a forma para os definidos objectivos) de ocupar e dar dinheiro a burocratas e “vendedores” de “estudos e projectos” e infernalizar a vida das populações, provocando o caos. É, de resto, o que tem há décadas acontecido neste sítio mal frequentado. É, portanto, de imprescindível necessidade e até hoje todo o "ordenamento" a ignorou… e, talvez, por isso deu nesta "ordenação" à vista de todos, incluindo Miguel S. Tavares. Para analisar há que ver mais que o que está à vista (esta "ordenação"), há que ver o que atrás ou ainda o que falta (a "valorização", por exemplo). Só pela introdução deste conceito o QREN já valeu a pena e José Sócrates está de parabéns. Daqui a pouco, ainda o vamos ouvir falar de… Inteligência Económica” ! José Mateus Cavaco Silva at January 31, 2007 22:44 |
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Tags: inteligência económica, perceptions management, portugal, josé sócrates |
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