| Competitive Intelligence & Perceptions Management num Blog-Notas, para tornar o obscuro bastante mais... CLARO |
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Denúncia bem fundamentada deste complexo económico neo-corporativo e salazarento «Portugal vive num sistema cartelizado» Há já muito que aqui no Claro vimos tipificando o nó górdio que amarra as forças deste país e não só impede o seu desenvolvimento como o pressiona, de forma permanente e pesada, para o fundo. Temos-lhe chamado o complexo neo-corporativo e salazarento... De certo modo, poder-se-à dizer que, contra este devorismo actual, Portugal luta desesperamente para manter a boca fora de água e conseguir respirar, mesmo se nem consegue ver bem o que o pressiona para baixo... É claro que o funcionamento deste complexo durante longos anos, supõe a existência muito sustentável de uma promiscuidade política do Complexo salazarento e neo-corporativo com a instância política... Por ser este o nosso ponto, é muito interessante anotar a denúncia de uma das componentes desse complexo neo-corporativo e salazarento e dos seus modos de funcionamento e de como ele pratica a promiscuidade com dirigentes partidários e políticos. A denúncia visa o "reino do betão" mas poderia referir outros segmentos ou sub-sectores de bens e serviços "não-transacionáveis", de "direitos adquiridos" ou do que aqui chamamos o mercadismo leninismo... Na sua corajosa denúncia, Paulo Morais aponta que: "Portugal estar a viver, hoje em dia, «uma situação dramática», de «sistema cartelizado: um grupo restrito de pessoas domina o País». As «corporações que já mandavam em Portugal antes do 25 de Abril», precisa. Garantindo que para mudar o sistema «são precisos políticos com coluna vertebral» e que «em Portugal temos políticos que não são mais do marionetas ao serviço de interesses obscuros», Paulo Morais denuncia «um tráfico de influências generalizado» nas obras públicas, ao mesmo tempo que recorda que «a maioria dos partidos e da vida partidária é financiada por empreiteiros e imobiliárias». E assegura ainda que o Ministério Público tem «informação bastante para intervir»... Ler Aqui |
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