| Competitive Intelligence & Perceptions Management num Blog-Notas, para tornar o obscuro bastante mais... CLARO |
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Competitive Intelligence O SIS DESCOBRE A ECONOMIA Parabéns ao "Diário de Notícias" e ao SIS que descobriram a competitive intelligence, mesmo se ainda com um enquadramento conceptual deficiente, sobretudo no caso do "DN", e ainda muito elementar. A descoberta é, porém, o importante... De resto, a sociedade civil, com algum apoio do gabinete do primeiro-ministro ou da instância em que ele delegar, tem aqui o papel fundamental. Empresários, decisores, especialistas e universidades (note-se que não há um único doutorado em competitive intelligence e só agora está em vias de conclusão a apresentação do primeiro doutoramento, na UBI) têm de criar uma cultura (bem como os instrumentos dessa cultura e é aqui que o apoio do primeiro-ministro será decisivo...) de competitive intelligence, sem a qual não haverá qualquer modernização da economia nem choque tecnológico algum. Segundo o "DN", de hoje, "as empresas portuguesas não têm uma cultura de protecção da sua informação interna e estão vulneráveis à espionagem económica. O alerta é do Seviço de Informações e Segurança (SIS), que considera haver motivos para que as empresas redobrem os cuidados nesta área. Segundo o SIS, "a par da persistência da recolha de informações nas tradicionais áreas política e militar, verificou-se um aumento de interesse e das actividades da generalidade dos serviços de informações nas áreas económica e da ciência e tecnologia". Em Portugal, as empresas de software, moldes, e os sectores da banca, energia e águas são apontados como os mais vulneráveis. Este alerta consta da renovada página do SIS na Internet (www. sis.pt) e fonte da "secreta civil" disse ao DN que se foi tomada a opção para difundir a mensagem é porque foram detectadas movimentações nesta área. Aliás, o SIS adianta que, "se esta realidade [espionagem económica] é mais visível nos países com economias de maior dimensão e mais competitivas, também o nosso país é alvo de espionagem económica". Como já há muito explicava um professor de estratégia, na Universidade Técnica de Lisboa, "mais do que saber quantas espingardas os espanhóis possuem, o primeiro-ministro precisa de ter prospectivas sobre o a curva do barril e os projectos de expansão das multinacionais do têxtil ou da química"... Quanto às empresas, sem competitive intelligence, podem desde já preparar a entrega das chaves, pois (tal como a Barroso só lhe faltava saber a data em que seria primeiro-ministro) só lhes falta saber a data em que as irão entregar! |
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