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Competitive Intelligence & Perceptions Management
num Blog-Notas, para tornar o obscuro bastante mais...

CLARO
Tuesday, 30 June 2009

“The economic model of the latter

half of the last Century is likely dead”

 

My Photo

John Robb continua pouco optimista e muito empenhado em soluções inovadoras. Face ao que define como “Networked tribes, systems disruption, and the emerging bazaar of violence”, o tech-guru avança na definição das respostas de “Resilient Communities, decentralized platforms, and self-organizing futures”, teorizando em tempo real em Global Guerrillas.

No dia em que o ministro das Finanças e outras fontes salientam o fim à vista da crise (a tal que a dra Ferreira Leite considerou, com um revirar de olhos, apenas uma espécie de pequeno  “terramotozinho”...) e no dia em que Mário Soares avisa que o País pode estar a tornar-se “ingovernável” (embora eu prefira dizer que é o sistema político-eleitoral actual que se mostra incapaz de governar e que o país está inocente...), num tal dia vale a pena ler a visão desassombrada de Robb:

Resilience Judo

There are growing signs -- from a black swan in savings/debt reduction to massive debt loads to quarterly trillion dollar losses in personal wealth to stagnant/falling consumer purchases to persistently low consumer confidence -- that the parasite ridden American "consumer" is finally dead.   If this is true, the economic model of the latter half of the last Century is likely dead too, and that will mean wrenching change.  It's my belief that the dominant solution is to prepare for a local future to ride out this storm.  Here are some of my random (more random than I would like) thoughts on what you should do to prepare:

  • Ruthlessly reduce debt. Nothing on credit. Pay off every loan. Strategically walk away from underwater assets (like homes that are worth less than the mortgage).  This will allow you to stay one step ahead of the death throes of the old economy.
  • Turn your hollow home into a productive asset.  Most homes are devoid of any productive capacity.  Adding energy, food, etc production to them turns them into real, productive assets.  Get your assets out of financial derivatives (stocks, bonds, etc.) as fast as you can and put them into productive assets (not commodities) you can touch.
  • Make everything you can yourself.  Grow your own food.  Produce your own energy.  Make/repair your own clothes.  Turn costs into savings.  Reskill to do this.  The new "fashionable trend" isn't what you can buy, it's what you can make.  Anyone that buys "designer or branded" anything is a fool.
  • Work online.  Convert your skills into something that can be sold electronically (most of my complex work is done this way).   Develop the skills necessary to work as part of a virtual team.  Telecommute whenever possible (and push to do this, even if it means less money), reduce the number of cars/dress clothes/etc you own in synch with this conversion (and move to a less expensive locale when possible!).   Always have two jobs going at the same time.
  • Build a local business.  Own assets that produce and sell that production locally.  Even if it is small, it will help down the line via contact networks/experience (a new spin on modern "networking").  Develop the niche skills that sell locally. Group/tribe up when possible to tackle larger opportunities.
  • Barter.  Cashless trades.  Convert what you have to what you need.  Skill set bartering is amazingly effective.  Become part of a local barter network (the backchannel).
  • Bring your family home.  Grow your home to accommodate more people.  Bring back parents and grown kids (with their families).  This will allow you to pool incomes and radically reduce workload/costs.  It's also beneficial for security.  NOTE:  I've found that consideration/compromise is the best way to handle an expansive family home environment.  
  • Suggestions welcome!! 

This change doesn't require cute and crunchy notions about "lifestyle" environmentalism.  It's all about mitigation of stresses in the short to medium term as living conditions deteriorate, while at the same time preparing to ride the resilient community wave to rapid and sustained long term success/wealth.

José Mateus Cavaco Silva at June 30, 2009 22:26 | link | comments
Tags: insegurança

SOARES, A EUROPA E UM SARGENTO

 

“Como os generais não querem fazer nenhum golpe de estado, um dia destes, é um sargento que toma S. Bento...”.

 

A coisa até quase que rima mas não é boa de ouvir. Eu ouvi-a há dias a um profundo conhecedor, desde há várias décadas, deste sítio estagnado e mal-cheiroso... O homem, claro, falava com ironia um pouco amarga.

 

 Hoje, leio, Mário Soares a alertar que “corre-se o risco de o País ficar ingovernável, o que aconteceria pela primeira vez, desde a Revolução dos Cravos.... numa situação de crise aguda, que está longe de ter chegado ao fim. Que lembra os anos 30 do século passado. Quando podemos não ter uma Europa que nos valha. É um aviso que vos deixa um velho político, retirado mas atento, que sempre teve fama de optimista...”

 

O que há de curioso nestas linhas de Mário Soares, publicadas hoje mesmo, é que desapareceu (melhor, ele admite pela primeira vez a possibilidade de desaparecer...) o seguro de vida do regime – a “Europa”. Há uns anos, Soares não admitia “golpes de estado” pois isso era impensável num “país europeu”; o ano passado, Soares considerava que “se não estivéssemos na Europa, já poderia ter havido um “golpe de estado”; hoje, Soares acha que “podemos não ter uma Europa que nos valha”... E, para ser mais explícito, acrescenta: “É um aviso que vos deixa um velho político, retirado mas atento, que sempre teve fama de optimista...”.

 

Para quem sempre teve fama de optimista, não está mal... Sobretudo, no dia que a Alemanha suspende o “tratado de Lisboa”. Soares comete, porém, um deslize: não é o país que está a ficar ingovernável. Nem os países são ingovernáveis. Este país até quer e deseja ser governado. Acontece que o sistema político-eleitoral (de que Soares é a alma mater) está a dar mostras de não conseguir realizar o desejo do país: governá-lo. Foi aqui que Soares deslizou... Ele deveria ter dito que “corre-se o risco de o sistema político-eleitoral não ter a capacidade de desempenhar a sua função: governar o País!”

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Ah, ainda em tempo e muito importante: Soares tem na memória o modelo de golpe de estado que ele toda a sua vida bem conheceu e de que o seu pai foi vítima, só que hoje os golpes de estado já não se fazem assim, como bem mostra o processo turco em curso e, de uma outra mas bem interessante maneira, a operação que decapitou o Parlamento e o Governo britânicos...

 

Quem é que disse que andava à procura de um sargento...?

28deMaio1926.jpg picture by claromotime
 

Trezentos gatos salvos da panela da sopa
 

 

...Os gatos, mais de 300, estavam condenados a acabar na panela da sopa quando foram libertados por defensores dos animais, em Xangai, na China. Os salvadores, que tinham sido alertados por um amante de gatos, encontraram os animais presos em 20 jaulas de bambu...

 

"Foram maltratados e atirados para pequenas jaulas, algumas com mais de 20 gatos," disse Lai Xiaogu, dos defensores dos animais.... A maior parte já foi devolvida aos seus donos, localizados através de um anúncio na Internet”. 

 

 

Foi você que falou de ir jantar a um restaurante chinês...?

 

José Mateus Cavaco Silva at June 30, 2009 17:48 | link | comments
Tags: china
Monday, 29 June 2009

FINANCEIRO RAPTADO E TORTURADO

POR CLIENTES QUE TINHA ARRUINADO

 

A coisa aconteceu agora na Alemanha, mas, se a moda pega, imaginem só o que poderá acontecer por esse e, sobretudo, aqui neste tranquilo cantinho atlântico...

 

Un conseiller financier torturé par des retraités allemands

Cinq retraités allemands, qui ont perdu de l'argent dans des placements immobiliers américains à cause de la crise des subprimes, ont enlevé et torturé pendant quatre jours leur conseiller financier, lui réclamant trois millions d'euros. Un banquier suisse l'a sauvé. [Lire]

The Huffingtonpost Post manda

Obama inspirar-se em Sócrates

NOTE TO PRESIDENT OBAMA: WANT TO FIX THE SCHOOLS? LOOK TO PORTUGAL

I suggest the president take a look at a modest country across the Atlantic that's turning into the world leader in rethinking education for the 21st century. That country is Portugal. Its economy in early 2005 was sagging, and it was running out of the usual economic fixes. It also scored some of the lowest educational achievement results in western Europe. So Prime Minister Jose Socrates took a courageous step. He decided to invest heavily in a "technological shock" to jolt his country into the 21st century. This meant, among other things, that he'd make sure everyone in the workforce could handle a computer and use the Internet effectively…”

Don Tapscott, Author, Consulting company CEO, Advisor to government and business leaders, in  The Huffingtonpost Post

«President Obama already knows that the nation's schools are failing a large number of young Americans. One-third of all students drop out before finishing high school. It's a terrible record, and it's even worse in inner city public schools, where only half of blacks and Hispanics graduate from school. This is not a legacy that would make anyone proud: More young Americans on a proportionate basis drop out of school today than at any other time in our history.

This problem is undoubtedly complicated, but one of the reasons why many American youth are unmotivated and not learning well is that they're bored in school. They're grown up in a fast paced, challenging digital world, with the Internet, mobile devices, video games and other gadgets. They watch less television than their parents did and TV is typically a background activity. They are a generation doesn't like to be broadcast to and they love to interact, multi-task and collaborate. Yet, when they get into the classroom, they're faced with stale textbooks and lectures from teachers who are still using a nineteenth century innovation, chalk and blackboard.

American classrooms need to enter the 21st century. Thousands of teachers agree. Earlier this year, several important educational groups urged the president and Congress to spend nearly $10 billion to improve technology in the classroom, and ensure teachers know how to use computers most effectively.

To show the way, I suggest the president take a look at a modest country across the Atlantic that's turning into the world leader in rethinking education for the 21st century.

That country is Portugal. Its economy in early 2005 was sagging, and it was running out of the usual economic fixes. It also scored some of the lowest educational achievement results in western Europe.

So Prime Minister Jose Socrates took a courageous step. He decided to invest heavily in a "technological shock" to jolt his country into the 21st century. This meant, among other things, that he'd make sure everyone in the workforce could handle a computer and use the Internet effectively.

This could transform Portuguese society by giving people immediate access to world. It would open up huge opportunities that could make Portugal a richer and more competitive place. But it wouldn't happen unless people had a computer in their hands.

In 2005, only 31% of the Portuguese households had access to the Internet. To improve this penetration, the logical place to start was in school, where there was only one computer for five kids. The aim was to have one computer for every two students by 2010.

So Portugal launched the biggest program in the world to equip every child in the country with a laptop and access to the web and the world of collaborative learning. To pay for it, Portugal tapped into both government funds and money from mobile operators who were granted 3G licenses. That subsidized the sale of one million ultra-cheap laptops to teachers, school children, and adult learners.

Here's how it works: If you're a teacher or a student, you can buy a laptop for 150 euros (U.S. $207). You also get a discounted rate for broadband Internet access, wired or wireless. Low income students get an even bigger discount, and connected laptops are free or virtually free for the poorest kids. For the youngest students in Grades 1 to 4, the laptop/Internet access deal is even cheaper -- 50 euros for those who can pay; free for those who can't.

That's only the start: Portugal has invested 400 million euros to makes sure each classroom has access to the Internet. Just about every classroom in the public system now has an interactive smart board, instead of the old fashioned blackboard.

This means that nearly nine out of 10 students in Grades 1 to 4 have a laptop on their desk. The impact on the classroom is tremendous, as I saw this spring when I toured a classroom of seven-year-olds in a public school in Lisbon. It was the most exciting, noisy, collaborative classroom I have seen in the world.

The teacher directed the kids to an astronomy blog with a beautiful color image of a rotating solar system on the screen. "Now," said the teacher, "Who knows what the equinox is?"
Nobody knew.

"Alright, why don't you find out?"

The chattering began, as the children clustered together to figure out what an equinox was. Then one group lept up and waved their hands. They found it! They then proceeded to explain the idea to their classmates.

This, I thought, was the exact opposite of everything that is wrong with the classroom system in the United States.

The children in this Portuguese classroom were loving learning about astronomy. They were collaborating. They were working at their own pace. They barely noticed the technology, the much-vaunted laptop. It was like air to them. But it changed the relationship they had with their teacher. Instead of fidgeting in their chairs while the teacher lectures and scrawls some notes on the blackboard, they were the explorers, the discoverers, and the teacher was their helpful guide.

Yet too often, in the U.S. school system, teachers still rely on an Industrial Model of education. They deliver a lecture, the same one to all students. It's a one-way lecture. The teacher is the expert; the students are expected to absorb what the teacher says and repeat. And students are supposed to learn alone.

Teachers often feel that this is the only way to teach a large classroom of kids, and yet the classroom in Portugal shows that giving kids laptops can free the teacher to introduce a new way of learning that's more natural for kids who have grown up digital at home.

First, it allows teachers to step off the stage and start listening and conversing instead of just lecturing. Second, the teacher can encourage students to discover for themselves, and learn a process of discovery and critical thinking instead of just memorizing the teacher's information. Third, the teacher can encourage students to collaborate among themselves and with others outside the school. Finally, the teacher can tailor the style of education to their students' individual learning styles.

It's not easy to change the model of teaching. In fact, this is the hard part. It's far easier to spend money, as Portugal did, to put Internet into the classroom and equip the kids with laptops. ( By now, half of high school students now have them, as do four in 10 middle school students.)

Yet Portugal has been careful to invest in teacher training to capitalize on the possibilities of the laptops in schools. They're also thinking of creating a new online platform to allow teachers to work together to create new lessons and course materials that take advantage of the interactive technology. Through this collaboration, the Portuguese school system will create exciting new online materials to educate children. Lots of ideas are already making their way into Portuguese classrooms, says Mario Franco, chair of the Foundation for Mobile Communication, which is managing the e-school program. There are 50 different educational programs and games inside the laptops the youngest children use. The laptops are even equipped with a control to encourage kids to finish their homework and score high marks. If they do, they get more time to play.

It's too early to assess the impact on learning in Portuguese schools. Studies of the impact of computers in schools elsewhere have been inconclusive, or mixed. One key problem is that simply providing computers in schools is not enough. Teachers facing a classroom of kids with laptops need to learn that they are no longer the expert in their domain; the Internet is.

Yet Portugal is on a campaign to reinvent learning for the 21st century. The technology is only one part of that campaign. The real work is creating a new model of learning.

I believe this could help the U.S. revive students' interest in school and perhaps keep them in school long enough to graduate, and even go to college. It would be a substantial investment. It's estimated that the total cost of giving a computer to each student, including connection to networks, training, and maintenance, is over $1,000 per year.

Yet after seeing the promise of the exciting classrooms in Portugal, I'm convinced it is worth it. Your child should be so fortunate.»

José Mateus Cavaco Silva at June 29, 2009 03:57 | link | comments
Tags: portugal, obama, governo

TERCONA ou não TERCONA, eis a questão!

na REPÚBLICA DAS OPINIÕES

No nosso dia-a-dia somos surpreendidos com coisas divertidas. Aqui deixo dois recentes exemplos ocorridos comigo.

Se ligar para o número 00 34 959 27 17 00 (Espanha) pode bem ser surprendido com uma frase como «Tercona, buenos días. En que puedo ayudarlo...». Não se admire. Está a ligar para uma importante empresa de construção civil onubense cuja página internet encontra aqui.

Ora se em Espanha, no sector da construção civil, há quem afirme com orgulho TERCONA, noutras paragens há quem com não menos orgulho afirme chamar-se ARCONA. Por exemplo, recentemente deparei com diversos artigos científicos da autoria ou co-autoria do cientista Stephen ARCONA. Um Arcona que se dedica a investigar coisas importantes como «The role of sentinel lymph node mapping in staging of colon and rectal cancer».

Até aqui, surpreende, mas não tanto como receber um e-mail vindo de foda@ms.unimelb.edu. Ai, uma pessoa pensa que é gozo ou um daqueles e-mails "marados" do tipo spam... mas na realidade não é! O autor do e-mail existe mesmo, chama-se Omar Foda, é distinto professor na Universidade de Melbourne, com página pessoal aqui e é autor de diversos artigos científicos em que surge mencionado como O Foda.

Ora como é de má educação não responder, principalmente quando se trata de um equívoco no destinatário da mensagem, fica na caricata situação de escrever-lhe algo que começa assim: Dear Profesor O Foda...

Ele há dias mesmo divertidos! Depois desta já nem me surpreende que um destes dias encontre um artigo científico intitulado «El caso de Tercona o no en la industria inmobiliaria europea» da autoria de outro O Foda.

Jose Brás dos Santos1 comments Links to this post

LOUÇÃ E LEITE À DESGARRADA!

“Louçã diz que autores do programa do PS são os culpados da crise”, isto está no “Sol” (está mesmo, juro), que acrescenta, detalhando a enormidade: “O líder do Bloco de Esquerda defendeu hoje que é preciso alertar os eleitores do PS para os nomes de quem vai escrever o programa socialista para as legislativas, nomes que, disse Louçã, são os responsáveis pela crise.”

Note-se bem: “os nomes de quem vai escrever o programa socialista” que ainda não está escrito e que não tem sequer ainda os nomes escolhidos… Mas que já são responsáveis por a crise, por este tsunami mundial que nos caiu em cima! É um espanto… Tanta má fé dá vontade de exigir a responsabilização pessoal dos políticos e esta suficiência medíocre mete nojo!

Depois da enormidade da senhora Leite, dita na televisão (perante uma jornalista que não soube ou não quis reagir), de que esta crise era “terramotozinho”, só nos faltava este artista produzir esta outra enormidade. É a competição das alarvidades!
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A irresponsabilidade e a leviandade desta gente, a facilidade com que dizem alegremente ou com ar sério os maiores disparates,  não auguram nada de bom... A sua única competência é a de dizer asneiras com a distinção que a circunstância requer! Miséria de elites!
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Esta generalização da propensão para o disparate parece indicar que estamos perante uma pandemia de um vírus da estupidez. A ser assim bastará a José Sócrates deixar esta gente a disparatar na televisão e nos jornais e ficar caladinho para ganhar as próximas legislativas...

Funding U.S. Counterinsurgency Wars

 

in Council on Foreign Relations

In the next military budget Congress must fund a shift toward counterinsurgency to win two wars. CFR's Stephen Biddle says the military may need a second transformation to anticipate future wars.

If the U.S. military does not remake itself to maximize effectiveness in counterinsurgency, it could easily lose one or both of today’s conflicts with potentially grave consequences.

DOD Budget | Defense Spending Primer

OS NOMES DA CRISE…

"La crise financière et économique mondiale"
|
Résumé 

La crise financière mondiale - analyse de l'Observatoire International des CrisesEdito .

Ne prononcez pas son nom
Edito de Didier Heiderich
Uniquement disponible sur le pdf

http://www.communication-sensible.com/download/cccnl0017.pdf

Sommaire

Interview de Denis Marquet, directeur de l’information à la direction de la communication Société Générale
Interview réalisée par Thierry Libaert
Un an après le 1er anniversaire de la fraude exceptionnelle à la Société Générale, il nous a semblé intéressant de rencontrer un des participants à la cellule de crise, directement concerné par les enjeux de communication.
Lire

« Plus qu’hier et bien moins que demain », la communication de crise dans le domaine financier
Par Éric Giuily
Hier considérées comme un fait extraordinaire, les crises font désormais partie du quotidien des entreprises comme des institutions publiques. Pour y faire face, les unes et les autres ont intégré dans leur fonctionnement des modes de gestion dont l’objet est de tenter de circonscrire la crise aux frontières de l’organisation et ainsi l’en préserver.
Lire
 

En période de crise, pensez à communiquer en interne
Par Phénélope Sémavoine
Alors que nous vivons une crise sans précédent qui touche tous les secteurs de l’économie, nulle organisation n’est à l’abri. Restructurations, fusions-acquisitions, remplacement de cadres dirigeants et plans de rigueur budgétaire sont autant de changements qui suscitent de nombreuses inquiétudes à tous les niveaux de l’entreprise.
Lire

La communication RH pour restaurer la confiance
Par Marc-Edouard Brunelet
Sans être à l’origine de la détérioration de la relation salariés/entreprise, la crise financière et ses nombreux impacts économiques et sociaux semblent avoir pour effet la cristallisation voire l’aggravation de la perte de confiance des salariés et leur démobilisation subséquente.
Lire

La crise et le luxe : quelles marges de manœuvre en matière de communication ?
Par Rita Fahd
Le luxe, à l’image de nombreux marchés est pénalisé par les difficultés conjoncturelles liées à la crise financière. Les actions des leaders mondiaux ont fortement chuté en 2008, en particulier les cours de LVMH (Louis Vuitton, Chaumet, TAG Heuer, etc.) et de Richemont (Jaeger-Lecoultre, Piaget, Cartier, Van Cleef & Arpels, etc.). L’activité est mal orientée pour nombre d’acteurs.
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La crise entre risques et opportunités dans un monde en devenir
Par Didier Heiderich
Tout semble avoir été dit sur la crise financière et économique qui ne semble être qu’à ses débuts avec un effet domino dévastateur pour l’ensemble de l’économie mondiale. Entre action et communication, nombre de médecins sont au chevet du malade. L’angoisse du lendemain se cristallise et fige les acteurs économiques sur l’ensemble de la planète.
Lire

Saturday, 27 June 2009

Na Coluna  Ver claro  no “CM” de hoje

"Buy China"

Pequim arrasou os ingénuos ocidentais, que contavam com o mercado chinês para alavancar a saída da crise, ao mandar "comprar chinês", no seu programa (...)

José Mateus Cavaco Silva at June 27, 2009 19:06 | link | comments
Tags: ver claro

ELVIS AO VIVO

Las Vegas 1970

 

Não são precisos comentários… Basta ver!


Friday, 26 June 2009

PT/Prisa: ESTÁ TUDO DOIDO!

 

Esta estória da PT/Prisa (que vai custar muito à PT...) mostra que anda tudo (ou quase) doido neste sítio cadaveroso... E, confesso, que não vejo nenhum dos senhores e senhoras que andaram aí a falar de transparência e ética como os portugueses mais indicados para o fazerem. Esta gente, com tal leviandade, ainda acaba por destruir o pouco que resta da economia portuguesa.

 

A questão política que se coloca, porém, é outra e mais grave. A instância política em Portugal não demonstrou, em 35 anos, capacidade nem competência para fazer o que lhe compete: criar um ambiente propício ao desenvolvimento da economia. Mostrou, sim, tendência pesada, que se manifesta de várias formas, para a fragilizar e subdesenvolver, comportando-se como uma verdadeira instância de bloqueio do desenvolvimento da sociedade civil e da economia.

 

Cavaco, Cravinho, Ferreira Leite e outros ao embrulharem este negócio entre empresas de capital privado em tricas políticas dão um péssimo sinal aos agentes económicos. A Zon bem lhes pode agradecer... Mas isto reforça nos agentes económicos a ideia que o Estado em Portugal não é neutro no jogo entre as empresas. E tudo isto é fatal para o investimento e para o desenvolvimento... Quem é que aceita meter dinheiro seu num sítio assim? Ninguém, claro. Só com subsídios, só aqueles a quem o Estado dê dinheiro para assumirem investimentos. Mas isso são falsos investimentos “privados”, típicos do “complexo neo-corporativo e salazarento”, que em meia-dúzia de anos vão estrangular Portugal.

 

Devo dizer, para concluir, que me espanta o facto de ninguém saber (jornalistas, incluídos) que há praticamente um ano que vários grupos económicos espreitam a compra da TVI/MediaCapital – casos da PT, da Cofina e de outros. Isto era conhecido das pessoas informadas. Tal como era conhecida a vontade da PT em resolver o seu problema de “conteúdos”, coisa que faria não com a TVI propriamente mas sim com as “fábricas” de telenovelas e outros conteúdos da Media Capital... Basta juntar dois e dois. Quem não o sabia mostra também não ter grande atenção ao que se passa à sua volta... Donde se conclui que ou estão de má fé ou são de competência muito duvidosa!

José Mateus Cavaco Silva at June 26, 2009 21:40 | link | comments
Tags: media, portugal
Thursday, 25 June 2009

John Robb: Spin Economics

When authorities resort to propaganda confidence building instead of substantive action in response to an actual crisis, you know you are in

 

It won't help.  The underlying fundamentals are toxic:  US gross debt as a percentage of GDP (currently at 375%) is still climbing, housing prices are still falling (wealth destruction as far as the eye can see), un/underemployment is still rising (an inability to service debt), the financial industry is back to its old tricks (bonuses are shooting through the roof again, etc.), China is still manipulating its currency (dashing prospects of future jobs), commodities (higher costs for daily life) are shooting up again, etc.   Worse, what action has been taken is largely short term masking of symptoms and not a cure.  Our government "brain-trust" is using all of its financial powder on deprecated 20th Century economic measures to prop up the industries that got us into this crisis: like the greasing of palms in the bloated construction industry (what relation that industry has to our future prosperity is a big mystery) and the flooding of a failing oligopoly (the financial industry) with free money.  

 

In short, the economic decline we just experienced is being primed to continue (perhaps with greater force), when the spin eventually fails to convince.  Without a means to rectify our course except for spin economics, the trend towards a post-Westphalian century replete with neo-feudalism and global guerrillas is on an inexorable march.

real trouble (Katrina, Iraq, etc.).  We are seeing this again today in regards to the global economic crisis, with media amplified whispers of green shoots and bald pronouncements of immanent recovery.

Irão: Gritos noTwitter,
o último canal aberto:

Security forces firing weapons beat protesters in Tehran; witness on CNN TV says they beat people like "animals."

They pull away the dead into trucks - like factory - no human can do this - we beg Allah for save us....

In Baharestan we saw militia with axe choping ppl like meat - blood everywhere - like butcher - Allah Akbar -

They are killing and masacaring people in Baharestan....

So many ppl arrested - young & old - they take ppl away - we lose our group....

They were waiting for us - they all have guns and riot uniforms - it was like a mouse trap - ppl being shot like animal...

Wednesday, 24 June 2009

SKYLANDER APRESENTADO

A SARKOZY NO BOURGET...

 

O Presidente Sarkozy, graças a Deus, não tem um inteligente como Basílio Horta por perto para lhe explicar que o Skylander é um “avião de papel” e que a GECI Internationale não tem capacidade para construir os aviões que concebe. Portanto, não tendo um inteligente desta natureza a aconselhá-lo, Sarkozy foi, a semana passada ao maior salão mundial de aeronáutica e do aero-espacial, o Bourget, apreciar o... Skylander, o “novo avião francês”, numa visita guiada pelo presidente da CECI Internationale, Serge Bitboul!

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Por mim, quero ressalvar aqui o nome de José Ernesto Oliveira que fez tudo o que podia para fixar o Skylander em Évora. E referir também o empenho de Carlos Zorrinho e do próprio José Sócrates. Mas a "equipa" económica de Basílio Horta, Manuel Pinho e Castro Guerra nunca percebeu sequer o projecto que lhe tinha caído no colo... E comportaram-se como verdadeiros saloios desconfiados e, enredados na sua desconfiança ignara, incapazes de ver nada.
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Já conhecem, claro, aquele velho provérbio português do “deitar pérolas a porcos”...? Não serve de nada, eles não as distinguem de uma pedra...

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PS: Mas a quem, senão a Freitas do Amaral, ocorreria colocar uma “terceira linha” do passado e do complexo neo-corporativo e salazarento a preparar o futuro de Portugal...? O resultado é claro e está vista...


AVisitadeSarkozyaoSkylandernoYoutub.jpg picture by claromotime
SarkozyapreciaoSkylandernoBourget20.jpg picture by claromotime
SarkozyeSergeBitboulnoBourget2009.jpg picture by claromotime
SergeBitboulexplicaaSarkozyonovoavi.jpg picture by claromotime
 

Ver o vídeo da ida de Sarkozy ao Bourget, visita ao pavilhão do Skylander e encontro com Serge Bitboul

CONCLUSÃO SOBRE ESTA GUERRA

DOS “ESTUDOS E COISAS ASSIM”...

 

"Estou espantado com o facto de as mesmas pessoas que estão contra o TGV e o aeroporto foram a favor da nacionalização do BPN, que é um negócio muito mais ruinoso...”

 

José Mateus às 23:59 de 23/6

Cada um produz o que é capaz. Por cá, 35 anos depois da queda da ditadura, como o engenho e a arte ainda não dão para mais, produzem-se... estudos! E quem produz, claro, quer vender. Business as usual... Só é pena que a coisa não dê para mais, porque já andamos nisto há décadas e, no fim, arriscamos ficar na mesma e tendo perdido janelas únicas de oportunidade e deitado ao lixo os milhões dos estudos!

 

Tomas Vasques às 0:13 de 24/6

José Mateus: ficar na mesma ou pior... os estudos são necessários em qualquer actividade, mas estes «estudos» têm um enquadramento político: são para serem adjudicados pelo próximo governo (caso seja do PSD) que, assim,«demonstrará» que investimentos em obras públicas serão necessários.O Governo passa a bola para os autores dos estudos, os autores dos estudos dizem o que fazer e, depois, o governo explica-nos. Ficamos todos felizes!

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José Mateus
às 0:30 de 24/6

Claro, Tomás, essa é questão nesta conjuntura "marafada". E os estudos, bem é sabido, podem ser uma espécie de "contrapartidas" de apoios, 'amizades' e outras cumplicidades... E quando há campanhas à vista, dão mais que um jeitinho, dão mesmo um jeitão. Daí a "guerra" do PSD... Uma "guerra" para distribuir "estudos e pareceres" e, depois, dizer "agora, sim" isto está como deve ser... Bolas!

 

Miguel Reis às 15:53 de 24/6

Confrangedor é pensar que pôr de lado o TGV e o aeroporto é, essencialmente, um modo de garantir que vai continuar a haver dinheiro para a especulação financeira.
Estou espantado com o facto de as mesmas pessoas que estão contra o TGV e o aeroporto foram a favor da nacionalização do BPN, que é um negócio muito mais ruinoso...
Do aeroporto e do TGV ainda podemos aproveitar alguma coisa. Das injeções de capitais em bancos falidos não aproveitaremos nada.

José Mateus às 16:37 de 24/6

"Estou espantado com o facto de as mesmas pessoas que estão contra o TGV e o aeroporto foram a favor da nacionalização do BPN, que é um negócio muito mais ruinoso... Do aeroporto e do TGV ainda podemos aproveitar alguma coisa. Das injeções de capitais em bancos falidos não aproveitaremos nada." Miguel Reis

Está tudo dito...! Oh, Miguel, meu velho e caro amigo, continuas com a visão clara e o poder de síntese que fazem um grande editorialista! Que pena é tu teres decidido abandonar a comunicação para te dedicares ao direito da comunicação... Resta a consolação de termos ganho um "craque" do direito da comunicação!

Tuesday, 23 June 2009

A INDÚSTRIA DOS ESTUDOS,

PARECERES E COISAS ASSIM...

 

Diz o Tomás Vasques que “Augusto Mateus, um dos signatários do «manifesto dos economistas», esclareceu um ponto importante que motivou os 28 economistas: «Esta tomada de posição tenta apenas "destravar" um país que queria fazer investimentos sem estudos», e foi acrescentando, para que não hajam dúvidas, que o novo aeroporto é uma prioridade. Ficámos, pois, a saber que apenas faltam «estudos» para que as grandes obras públicas avancem. Estudos económicos, obviamente! É necessário repensar o investimento público, nas circunstâncias actuais. Mas não ao sabor dos interesses do lobby dos estudos.”

 

 

Cada um produz o que é capaz. Por cá, 35 anos depois da queda da ditadura, como o engenho e a arte ainda não dão para mais, produzem-se... estudos! E quem produz, claro, quer vender. Business as usual... Só é pena que a coisa não dê para mais, porque já andamos nisto há décadas e, no fim, arriscamos ficar na mesma e tendo perdido janelas únicas de oportunidade e deitado ao lixo os milhões dos estudos!

 

Claro que não se podem fazer investimentos sem estudos... Mas o que não se pode mesmo fazer é décadas de estudos sobre estudos para não fazer nada! De resto, todos sabemos bem que a “indústria” dos pareceres e dos estudos é, frequentemente, um meio de pagar amigos e apoios com o dinheiro dos contribuintes... Estuda-se não para fazer mas para uns amigos ganharem uns milhões. E, no fim, claro, não se faz nada e nem esse era o objectivo!

 

A crise faz hoje emergir um autêntico mundo novo, onde já é possível perceber que vai ser ainda mais acentuada a diferença centro-periferias. Quem quiser integrar o "centro" e ficar bem colocado (fora das misérias e das dependências graves) no pós-crise tem de utilizar para isso todos (se chegarem...) os seus recursos. Para tanto, tem de saber o que vai ser o novo mundo de amanhã e o que pode nele fazer, com vantagens comparativas e competitivas... Penso que o Tomás estará de acordo.

COCTEAU…

 

«Ange, soldat des neuf sœurs
Tu sais quel est sur la carte
Mon mystérieux chemin
Et dès que je m’en écarte
Tu m’empoignes par la main.»

 

Jean Cocteau


Cocteaucapela.jpg picture by claromotime

Monday, 22 June 2009

A REVOLTA NO IRÃO E

A NOVA COMUNICAÇÃO 

Jusqu'aux Etats-Unis (ici à Los Angeles, dimanche), le visage en sang de Neda symbolise l'opposition iranienne au régime.
 

O L'Express traz a história e chama-lhe certeiramente "Neda, martyre 2.0". O clero negro dos ayatollahs e seus esbirros foram surpreendidos por uma nova comunicação... "Tuée par balles lors de la manifestation de samedi à Téhéran, la jeune Neda est devenue l'image de la contestation iranienne. Internet y associe son bruit.
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"Jusqu'à samedi, elle était une anonyme parmi la foule des mécontents. Visiblement abattue par un tir de bassidjis -la milice du régime- alors qu'elle défilait au sein d'un cortège dans les rues de Téhéran, Neda Soltani est devenue l'icône des anti-Ahmadinejad, incarnant désormais la crête de la vague verte.

Agée de 26 ans selon certaines sources (seulement 16 pour d'autres), la jeune fille est décédée dans les bras de son père et surtout, devant la caméra basse résolution d'un téléphone portable. Immédiatement, la vidéo de sa mort brutale a été postée sur Youtube, Facebook et Twitter. Les réseaux sociaux, déjà suspendus aux lèvres de la vox populi iranienne et de ses slogans, ont réagi de manière épidermique aux images.

Des dizaines de groupes ont fleuri sur Facebook…  Sur Twitter, une balise à son nom (#Neda) est très rapidement apparue parmi les trending topics (les sujets les plus populaires). Comme en témoigne cette courbe, les discussions autour de la jeune Iranienne ont représenté jusqu'à 1% du nombre total de tweets sur la plate-forme. Quand on sait que 6 à 10 000 micro-messages sont postés chaque minute, ce pourcentage indique l'impact de son décès sur la Toile…." 
 

GUEVARA: MANIA DAS “REVOLUÇOES”

 

A neta de Guevara vai também lançar a sua revolução (deve ser trauma de família...), uma “revolução vegetal”... Confesso que fiquei algo receoso de que, na sua santa pobreza de espírito, a moça decidisse iniciar a “revolução agrícola”, aquela que há largos milhares de anos tirou a humanidade da idade da pedra. Mas não. A “revolução” dela é apenas “vegetal” e não “agrícola... Menos mal. Tivesse o seu “glorioso” avó tido os mesmos propósitos e só teria assassinado umas quantas cenouras e algumas couves... Ah, esquecia-me, a chavala ameaça despir-se. Pela amostra junta é mesmo uma ameça. Mas tivesse o avó dela usado do mesmo tipo de ameaças e os inocentes que ele fuzilou sempre teriam tido o prazer de morrer de riso!


IRÃO: TEOCRACIA ASSASSINA

Mais um assassinato (de mais uma mulher) pelos esbirros do clero negro… Neda Soltani, chamava-se ela…

Friday, 19 June 2009

IRÃO: FISSURA NA DITADURA

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Análise, de hoje, na newsletter do Council on Foreign Relations:


CFRlogo.jpg picture by claromotimeTop of the Agenda:

Iran's Supreme

Leader Speaks Out

 

Iran's Supreme Leader, Ayatollah Ali Khamenei, backed the results of his country's disputed presidential election and demanded an end to street protests in an address to the Iranian people today. Speaking to a crowd of thousands of people at Tehran University, in his first public statement (NYT) since last Friday's vote, Khamenei praised the ballot as an "epic moment that became a historic moment." He also directly called for an end to the demonstrations that have bedeviled Iran for the past several days, saying "street challenge is not acceptable." Khamenei also expressed support (BBC) for incumbent President Mahmoud Ahmadinejad, saying his and Ahmadinejad's views on foreign affairs and social issues are closely aligned.

 

It remains to be seen what effect Khamenei's speech will have on the protestors, who had planned another rally for Saturday. Yesterday's protests, which the National says were attended by hundreds of thousands of people, already came against the orders of Iran's government. Bloomberg reports an apparent split between Khamenei and Akbar Hashemi Rafsanjani, Iran's former president and the head of the body that elects the Supreme Leader, has limited the Iranian government's ability to quell the uprising.

 

Analysis:
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The Wall Street Journal looks at possible fallout scenarios from Iran's political turmoil.

An Iran expert who was in Tehran for the election tells CFR that the Iranian government, including Khamenei, is suffering a "crisis of legitimacy."
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Iran's Internal Power Struggle

June 19, 2009

As Iran's supreme leader warns Iranian protestors to stay off the streets following disputed presidential elections, Iranian analyst Karim Sadjadpour says that he may eventually have to "sacrifice" President Mahmoud Ahmadinejad to maintain his own power.  

As Milicias de Ahmadinejad

Continuam a Matar no Irão

 

You can see the latest coverage by citizen journalists in Iran at:  http://www.demotix.com/iranelections

 

A CONSPIRAÇÃO DA MOSCA

Já ouvi dizer a alguém que havia ouvido a quem anda geralmente bem informado e tem bons contactos que, naturalmente, contactam com quem sabe (e alguns até costumam descair-se na cama com as namoradas ao adormecer…) que a mosca do Obama era, afinal, um micro-drone do KGB (perdão do FSB), muito perfeitinho mas que não resistiu à análise nos laboratórios das novas unidades do counterterrorism, e dizem-me mais, esses que ouviram a quem contacta com quem sabe, o FBI e a CIA estão lixados com F grande pois deixaram passar a mosca que tinha como missão inocular ao Obama o vírus mexicano da gripe, felizmente que ele é, pelo menos de mãos, muito rápido e está agora a ser averiguado (mas não me disseram por quem) onde é que ele andou a treinar aquela rapidez manual, fiquei foi a perceber como o KGB (perdão o FSB) tramou a CIA com uma mosca que falhou a missão… e é claro que os gajos da CIA que mandam em tudo e têm agentes por todo o lado (eu até estou a olhar por cima do ombro, disfarçadamente, enquanto escrevo isto no computador, não vá o diabo tecê-las), os gajos da CIA, dizia, vão é claro negar tudo mas isso, lógico, faz parte desta sua teoria da conspiração, para nos impedir de saber a verdade e até gozar connosco ao não deixar que a Europa ponha as pirâmides nas suas notas e nem sequer uma esfinge que representaria muito bem o euro, mas é claro que ainda há quem tope toda esta grande conspiração armada com um micro-drone, oh se há!

Thursday, 18 June 2009

Para Basílio Horta, Manuel Pinho, Castro Guerra...

A VIDA DE UM “AVIÃO DE PAPEL”

 

Un nouveau constructeur aéronautique français se lance au Bourget

Au plus grand salon aéronautique du monde, Geci International, entreprise de conseil en ingénierie de haute technologie, fait ses premiers pas en tant que constructeur. Avec le Skylander, un avion simple, peu coûteux et plus écologique, la société espère séduire les pays émergents en panne d'infrastructures. [Lire]


http://www.lexpansion.com/economie/actualite-entreprise/un-nouveau-constructeur-aeronautique-francais-se-lance-au-bourget_183548.html?XTOR=EPR-175

TORTURA E MORTE NO IRÃO

Mais Aqui

Situação Confusa no Irão…














Foto divulgada pelo Twitter que os iranianos usam para romper o bloqueio informativo imposto pela ditadura aos repórteres e câmaras dos media ocidentais...

 

Monde 17/06/2009 17:10
 

A noticia que "L'opposition iranienne continuait mercredi à défier le pouvoir, appelant à de nouvelles manifestations et à l'annulation des résultats de la présidentielle, alors que les autorités accentuaient la pression sur les médias étrangers et le camp réformateur.

Le pouvoir est confronté à sa plus importante contestation populaire en 30 ans depuis l'annonce samedi de la réélection de l'ultraconservateur Mahmoud Ahmadinejad à la présidentielle, une victoire contestée par son principal rival Mir Hossein Moussavi soutenu par les réformateurs, qui a crié à la fraude...

La presse étrangère est interdite depuis mardi de couvrir les manifestations "illégales" ou tout événement ne se trouvant pas "au programme" du ministère de la Culture.

Après l'arrestation de politiciens, conseillers, analystes et journalistes réformateurs appuyant M. Moussavi, les autorités ont arrêté l'universitaire et sociologue Hamid Reza Jalaïpour, et l'économiste et analyste Saïd Laylaz, à leurs domiciles respectifs, selon leurs proches.

Selon le quotidien Etemad Melli, un ex-porte-parole du ministère de l'Intérieur Jahanbakhsh Khanjani et trois journalistes ont aussi été interpellés.

La veille, le ministre des Renseignements Gholam Hossein Mohseni Ejeie avait annoncé l'arrestation de 26 "cerveaux" responsables des "troubles".... continua Aqui

Wednesday, 17 June 2009

DESTAQUE À PRESENÇA DE HARBULOT

NA CONFERÊNCIA DO TAGUSPARK

SOBRE “INTELIGÊNCIA COMPETITIVA”

 

A École de Guerre Économique dá grande destaque à presença de Christian Harbulot no Taguspark, em Portugal... Harbulot, director da École de Guerre Économique de Paris, esteve no Taguspark, a 4 de Junho, como orador principal, na conferência "Inteligência Competitiva: Como Defender a Economia num Mundo Hipercompetitivo", como já se tinha anotado aqui, no Claro.

Christian Harbulot dans la presse portugaise

 

03/06/2009 : A l'occasion de la conférence sur l'intelligence économique au Taguspark à Lisbonne, le 4 juin 2009, M Rodrigues, journaliste à l'expresso.pt, consacre une longue interview à Christian Harbulot. La lettre de l'intelligence économique portugaise se fait aussi l'écho de la participation de Christian Harbulot à cette conférence.

 

La newsletter de l'intelligence économique (en portugais)


Interview de Christian Harbulot

 

Tuesday, 16 June 2009

TEERÃO EM REVOLTA

Agência dá conta de tiros, mortos e feridos no centro da capital iraniana e em vários dos seus bairros… ver Aqui

Wednesday, 10 June 2009

CONFIRMA-SE...!

06 Junho 2009 - 00h30

Ver Claro
Pista terrorista

O Ministério francês da Defesa insiste em não afastar a "pista terrorista" no desaparecimento do Airbus da Air France, ocorrido na véspera da visita (...)
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Esta a informação que avançámos no "Correio da Manhã" de sábado passado, dia 06 de Junho, na coluna " Ver Claro"... Hoje, L'Express e The Sun confirmam-na...

Passageiros suspeitos no voo 447

10 Junho 2009 - 16h55
De acordo com a imprensa francesa, a bordo do airbus A 330 da Air France encontrar-se-iam dois pasageiros suspeitos de terem ligações com o terrorismo islâmico. O Estado Maior das Forças Armadas Francesas não confirmou esta informação.

A informação de que dois dos pasageiros a bordo tinham nomes coincidentes com dois suspeitos de ligações terroristas é veículada esta quarta-feira pelo jornal francês 'L'Express', entre outros órgãos, nomeadamente o diário britânico "The Sun".

Durante a semana passada, o ministro da Defesa francês, Hervé Morin não excluíiu a hipótese de terrorismo para explicar o desaparecimento do voo da Air France, afirmando que a França considerava "todas as possibilidades".

Após o desaparecimento do avião, as autoridades francesas enviaram para o Brasil agentes da Direcção Geral de Segurança Exterior e terá sido no Brasil que, ao verificarem a lista de passageiros, os agentes detectaram que dois deles coincidem com os nomes de dois radicais muçulmanos que são considerados uma ameaça para o Governo Francês.

Os agentes estarão agora a tentar estabelecer a data de nascimento destes dois passageiros e quais as suas raízes familiares. 

Entretanto mais de 25 dos 41 corpos resgatados do Atlântico deverão chegar esta quinta-feira ao arquipélago Fernando de Noronha. As buscas prosseguem com o apoio do submarino francês nuclear ‘Emeraude’ e de mais cinco navios, enviados pelo Governo Francês. Em conjunto com o apoio americano e brasileiro, a prioridade é resgatar corpos mas também as caixas negras.

As equipas de busca transportaram para terra vários pertences das vítimas, nomeadamente bolsas, malas e peças de roupa.




Tragédia da Air France

Monday, 08 June 2009

GRANDE FOTO

 

Fabulosa foto, verdadeira mise-en-abyme da consumação da campanha do PS nestas europeias, posta em linha pelo seu autor, o Luís Carvalho... Vital sai de cena, amarfanhado, e Sócrates vai ter de ocupar o palco! Um instante que revela toda uma história... Fotografo que o sabe apanhar, é um grande fotógrafo.
DoLusCarvalho.jpg picture by claromotime

Gilbert Bécaud

L’IMPORTANT C’EST

LA ROSE… CROIS MOI

DJooII.jpg picture by claromotime

DEMOCRACIA GANHA… NO LÍBANO

Um resultado bem mais importante para o mundo que o das chamadas eleições europeias. No Líbano, a coligação anti-síria e anti-iraniana ganhou e o Hezbollah, que era dado como vencedor antecipado, perdeu! Good news…

Saad Al-Hariri, o leader  da coligação vencedora disse: "Congratulations to Lebanon, congratulations to democracy, congratulations to freedom. The Lebanese have proved today their commitment to freedom and democracy. There are no winners and losers in this election, the only winner is democracy and the biggest winner is Lebanon." Do Hezbollah, não sãoconhecidas declarações semelhantes. Et pour cause...

Sunday, 07 June 2009

Eleições Europeias

VITÓRIAS ILUSÓRIAS E

SINAIS PREOCUPANTES

 

Há sinais preocupantes nestes resultados eleitorais:

 

  • O eleitorado “acarinha” um arcaísmo de “esquerda” que não augura nada de bom;

 

  • O eleitorado parece tentado a juntar à terrível crise económica global uma crise política local, numa muito especial concepção de solução “glocal”;

 

  • O eleitorado parece tentado a liquidar a capacidade de decisão da instância política através da criação de um quadro de fragmentação e equilíbrio de forças gerador de impotência permanente (e aqui seria importante que tanto o PSD como o CDS meditassem na dimensão e no significado das suas vitórias...);

 

De tudo isto, pode resultar um cenário negro:

 

  • Incapacidade do poder político para tomar quaisquer medidas de fundo contra a crise económica global;

 

  • Incapacidade do poder político para preparar e focar o País para conseguir uma saída vantajosa da crise;

 

  • Implosão do sistema político-partidário actual que há décadas demonstra uma total incapacidade para se actualizar e reformar, para fazer o seu upgrade, mantendo-se hirto e ossificado na sua esclerosada matriz que vem da primeira metade dos anos setenta, caso único na Europa.

 

Ou seja, parece que vamos ter mais uma vez Portugal na situação de “país adiado”, quando é absolutamente necessário tomar rapidamente decisões de fundo, face à pior conjuntura global que esta pequena economia aberta e indefesa alguma vez conheceu (note-se que mesmo em 1929 Portugal era uma economia bastante fechada, muito autárcita e muito menos exposta que o é hoje).

 

O preço a pagar, se este cenário se confirmar, será absolutamente incomportável. Tanto para o País, como entidade que procura sobreviver no meio do actual tsunami global, como para cada um dos seus habitantes.

 

Como o pior nunca é seguro e como os Portugueses, nos momentos fatais, costumam ter uma enorme inteligência política, há ainda, claro, uma estratégica janela de esperança de que este cenário acabe por não se concretizar, que não se caia num cenário de confusão e impotência da instância política, de implosão do sistema político-partidário e não se volte a ter um “país adiado” e perdido na crise global...

Saturday, 06 June 2009

Ver Claro

 

Na Coluna do “Correio da Manhã”, deste sábado:

Pista terrorista O Ministério francês da Defesa insiste em não afastar a "pista terrorista" no desaparecimento do Airbus da Air France, ocorrido na véspera da visita de Obama a Riade e ao Cairo e... Continua AQUI

Uma ameaça e não uma protecção é como a Europa está a ser apercebida pelos europeus, diz o conselheiro especial de Sarkozy... Continua AQUI

Pequim falha no controlo a Pyongyang… Continua AQUI

Christian Harbulot, o mestre europeu da Inteligência Económica, proferiu esta semana no Taguspark… Continua AQUI

China amordaça a web 2.0, para evitar referências ao 20.º aniversário do massacre de Tiananmen… Continua AQUI

Friday, 05 June 2009

POLICIAS CHINESES PILHAM

LAPTOPS DOS ESTRANGEIROS

Passer la douane avec un ordinateur portable

vendredi 5 juin 2009, sélectionné par Spyworld

Lors de mes voyages à l’étranger je me suis fait contrôler à plusieurs reprises mon ordinateur portable à la douane ; Hasard ? Nécessité ? Pourquoi les douaniers contrôlent-ils de plus en plus les ordinateurs qui rentrent dans leur pays et comment réagir ? « Shanghai 8h50 - poste de douane de l’aéroport de Pudong »

 Can I see your laptop sir ?
 Yes certainly
 We need to proceed to a deep investigation, this is a routine control. Can you wait in this room for 15 minutes ?
 Sure I wait (le douanier n’a pas encore tamponné le visa d’entrée) 25 minutes plus tard, le douanier revient, embarrassé :
 Can you unlock your computer Sir ?
 Sure (si vous refusez vous risquez de ne pas rentrer dans le pays, je n’ai pas essayé...)
 Je glisse le doigt sur le lecteur biométrique et le douanier repart avec mon PC satisfait... Quelques minutes plus tard il revient, radieux :
 No problem Sir you can proceed...

Démarrage du PC avec une clé USB Linux

Que s’est-il passé en coulisse ? Le douanier a démarré le portable avec une clef USB contenant une version de Linux de type Ubuntu, qui permet d’éviter le boot Windows, et donc le mot de passe qui va avec. Il visualise ensuite tous les fichiers dans « Mes documents » et les copie sur la clef USB. Il éteint ensuite le PC et vous le restitue. Variante : Il « ghoste » tout le disque dur… Continua AQUI

ESPANHA: INDÚSTRIA AFUNDA-SE...

Vendredi 05 juin 2009, 09h46

L'Espagne a enregistré en avril un nouveau recul prononcé de sa production industrielle, de -19,7% sur un an en données corrigées de variations saisonnières (CVS), a annoncé vendredi l'Institut national de la statistique (Ine).

En données brutes, la production industrielle a chuté plus lourdement en avril de 28,6% sur un an, explique l'Ine dans un communiqué.

La baisse enregistrée en avril fait suite à une chute record de 24,7% en mars (en CVS), qui était la plus forte baisse depuis le début du calcul de la série statistique en 1992… Continua AQUI

VIOLENTA ODE MARÍTIMA

À BEIRA DO LAGO LÉMAN

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Pessoa en personne, seul sur scène

Christian Harbulot em Lisboa

INTELIGÊNCIA COMPETITIVA EM CONFERÊNCIA NO TAGUSPARK

Christian HarbulotChristian Harbulot, director da École de Guerre Économique de Paris, esteve no Taguspark, a 4 de Junho, para participar, como orador principal, na conferência "Inteligência Competitiva: Como Defender a Economia num Mundo Hipercompetitivo", que reuniu perto de uma centena de pessoas no Centro de Congressos do Taguspark.

Na abertura do evento, marcaram presença o presidente da Comissão Executiva do Taguspark, Américo Thomati, o Coordenador do Plano Tecnológico e da Estratégia de Lisboa, Carlos Zorrinho, e o Presidente do Instituto Superior Técnico, Carlos Matos Ferreira.

Pela primeira vez em Portugal para desenvolver um tema determinante, tanto para o sucesso das Empresas como para a viabilidade dos Estados, Christian Harbulot defendeu que na actual economia multi-polar e hipercompetitiva, em que os mercados se globalizaram e se assiste a uma rivalidade muito forte na esfera económica entre potências, os estados e empresas precisam de saber gerir a informação.

Partindo do caso francês, onde contribuiu decisivamente para o aparecimento da Inteligência Económica, o director da EGE falou do modo como estados e empresas gerem a informação para obter vantagens competitivas, abordou o actual confronto económico entre ocidente e países asiáticos, em particular a China, e salientou as fragilidades do actual modelo económico ocidental, agora mais visíveis com a crise.

Américo Thomati, presidente da Comissão Executiva do Taguspark, que abriu a conferência, lembrou que "a inovação não pode ser reduzida a novas tecnologias... As novas tecnologias permitem e induzem inovações processuais; permitem e criam as condições para decisivos acréscimos de competitividade; e num mundo hipercompetitivo como é o do século XXI, quem não estiver aberto à inovação terá muitas dificuldades para se manter no mercado".

"Num mundo em mutação radical, o futuro é das empresas competitivas e das instituições competitivas. E é da condição prévia e imprescindível para assegurar a personalidade competitiva das nossas empresas e instituições que hoje aqui nos propomos tratar- a Inteligência Económica ou Inteligência Competitiva, um imprescindível processo de ajuda à decisão, numa situação de excesso de informação e de contracção do tempo de decisão", afirmou Américo Thomati.

Carlos Zorrinho, depois de sublinhar a importância da Inteligência Competitiva para o processo de Inovação, defendeu que esta permite que um país ou uma empresa se adaptem mais depressa a novas realidades, porque estão mais aptos a perceber os sinais de mudança e a competir com informação disponível no momento oportuno. O Coordenador do Plano Tecnológico salientou ainda necessidade de uma boa gestão da informação, hoje a principal matéria-prima da sociedade do Conhecimento e da economia.

O painel seguinte da conferência, imediatamente antes da intervenção de Christian Harbulot, focou o caso português. O tema foi introduzido pelo director-geral da XMP, José Mateus Cavaco Silva, que definiu a Inteligência Económica como, antes de mais, uma relação entre as elites e a informação, sendo que na sociedade de informação dos nossos tempos esta relação ganha o carácter inédito de ser o domínio da informação a definir as elites.

O director-geral da XMP lembrou os tempos em que a relação elites/informação teve uma época dourada em Portugal, com a introdução de inovações que ainda hoje marcam o mundo. A liderança portuguesa nesse período, baseada num domínio permanente e "inteligente" da informação, permitiu modelar o mundo e definir o seu futuro, para vários séculos.
HarbulotnoTaguspark.jpg picture by claromotime

Jorge Nascimento Rodrigues, co-autor com Tessaleno Devezas dos livros "1509" e "Portugal - O Pioneiro da Globalização", falou do modo como Portugal inovou no uso da intelligence como um dos motores do primeiro sistema global de trocas comerciais, criado na época dos Descobrimentos.

André Magrinho, da presidência da Associação Industrial Portuguesa, falou do actual "Estado da Arte" da Inteligência Competitiva em Portugal, quer nas empresas, quer nas universidades, quer nas instituições públicas. O retrato traçado pelo especialista revela que em Portugal os decisores empresarias e políticos começam agora a despertar para esta área, que tem estado a ser trabalhada e dinamizada no nosso país, mas de um modo ainda muito residual... 
Continua AQUI.

Wednesday, 03 June 2009

LEGALIZAR TODOS OS CASAMENTOS!

 

A estória do casamento gay não tem tido a atenção que merece. De facto, a estória é muito séria, cínica e decadente. Vejamos porquê.

 

Séria porque é de dinheiro que trata. Gays e lésbicas querem aumentar a sua parte nos orçamentos públicos. Querem mais dinheiro. É, portanto, de subsídios, reformas e outros benefícios do “Welfare State” que estamos a falar, bem como do “assalto” à propriedade.

 

Isto tem sido “vendido” pelo marketing gay e lésbico como uma questão de legalização de um tipo particular de “afectos”. É o seu lado cínico. Vender “afectos” é muito mais charmoso e profícuo que defender o “assalto” ao orçamento e à propriedade. Mas é também decadente porque de uma forma quase patética surge como o canto do cisne de um “Welfare State” esgotado e falido…

 

Resta a propriedade… Um “resto” que ainda é muito! Mas essa já uma problemática para o interior das famílias e que oferece boas perspectivas para… os gabinetes de advogados.

 

Como toda a gente toma posição mais ou menos emocional sobre a matéria, sinto-me à vontade para dizer o que penso: tudo bem! De resto, com o polimorfismo que caracteriza hoje as chamadas estruturas familiares, parece-me que o importante é tirar do armário os... amantes. E reconhecer-lhes também a elas e a eles o direito de passearem de mão dada com os seus amores (que se querem cada vez menos) proibidos. E, portanto, ganharem o direito de se sentar, igualmente, à mesa do orçamento e de ser incluídos na redistribuição da propriedade e dos rendimentos. Ou seja, é urgente legalizar a poligamia e a poliandria que são fenómenos mais correntes e com maior peso que gays e lésbicas...

 

Tudo legal!

i ncrível

 

“As balas de Luís Amado” é o título de uma espécie de editorial em que o director de um quotidiano diz hoje que “o ministro da Defesa deixou um recado a José Sócrates”, a propósito de uma entrevista, no mesmo jornal, do ministro (há anos!) dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado.

 

Está tudo dito...!

José Mateus Cavaco Silva at June 03, 2009 13:41 | link | comments
Tags: media

ESPANHA: DEFESA...

A representante da ministra espanhola da Defesa na cerimónia de largada da fragata “Libertad” deu mostras de uma  “libertad” que provocou bastante polémica e indignação, como se vê pelos comentários que circulam na net. Atente-se bem na cara do chefe de estado-maior da Marinha... Diz ainda mais que os comentários abaixo:

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Acompaño esta foto a la que se han agregados unos comentarios que tambien adjunto.
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SIN COMPOSTURA NI CORRECCIÓN ¿QUE NOS QUEDA YA?.--- QUE VERGUENZA SE SIENTE VIENDO A NUESTROS MARINOS. PERFECTAMENTE VESTIDOS, AGUANTANDO TANTA OFENSA---PERO HAY UNOS RESPONSABLES QUE TIENEN QUE DAR LA CARA Y SI NO ES CORRECTA LA ACTUACION SE CORRIGE PARA  QUE LO HAGAN CON CORRECCION.Y CON EL MINIMO  RESPETO QUE SE DEBE A NUESTRA BANDERA  Y A NUESTRAS FUERZAS ARMADAS. --ES  INAUDITO QUE SEA LO MISMO IR POR LA PAMPA ARGENTINA, CON LOS GAUCHOS ,QUE IR A UN ACTO OFICIAL DE MÁXIMO PROTOCOLO . 
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 LA MINISTRA DE DEFENSA, QUE EN UN ACTO DE HOMENAJE A LA BANDERA NACIONAL EN LA FIESTA DE LA HISPANIDAD SE MARCHÓ A PORTUGAL PARA NO PRESIDIR EL ACONTECIMIENTO (Y QUE FUÉ SORPRENDIDA POR UN DIARIO COMPRANDO EN UNOS ALMACENES DE ALLÍ) ANTIGUA NACIONALISTA, CATALANISTA, PACIFISTA Y AMIGA Y DEFENSORA DE LOS "OCUPAS" CUANDO ERA CONSEJERA EN BARCELONA, PUESTA EN EL MINISTERIO PARA ESCARNIO DE LOS MILITARES NOS MANDA  A SU IMPRESENTABLE REPRESENTANTE ....¡ VEAN  , VEAN LA FOTO! 
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Ya no despide al buque Escuela en su viaje de estudios el Presidente de la Nación, ni el Ministro de Defensa (o de Marina cuando lo había). Este año la Ministro de Defensa no de dignó hacerlo, y para completar el panorama, se hizo repesentar por la Sub Secretaria de Formación (Tercer nivel dentro del ministerio).
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A continuación un breve informe de la ceremonia, y como anexo  la foto oficial, que es fundamental ver. El acto, presidido por el jefe del Estado Mayor General de la Armada, almirante Jorge Omar Godoy, contó con la presencia de la Subsecretaria de Formación, doctora Sabina Frederic, en representación de la Ministra de Defensa.
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Es Licenciada en Antropología Social, en 1991 en la Universidad de Buenos Aires. Siempre anduvo metida con los villeros de F. Varela, Quilmes y Solano. Colaboró desde siempre con las Madres de Plaza de Mayo. Por medio de estas consiguió un puesto de profesora en la Universidad de Quilmes. Y una beca de un grupo de antropología de Holanda. 
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Las personas no solo se expresan con palabras. Su presentación personal... todo un mensaje. Vean la foto adjunta...
DefesaEspana.jpg picture by claromotime

Representante de la Ministra en la zarpada de la Fragata "Libertad"  

José Mateus Cavaco Silva at June 03, 2009 12:07 | link | comments
Tags: espanha, defesa

CRISE, GEOGRAFIA E RECESSÃO

Uma análise geopolítica da crise com a chancela da Stratfor, o que quer dizer um manancial de informação, uma sofisticada grelha organizadora e um rigor sem cedências.  O contrário, portanto, da banalidade das projecções lineares de “números” e ainda das tristemente famosas “ceteris paribus” (tanto mais tristes quanto tudo está a acelerar nos seus processos de mutação). Nem a Europa nem a China saem tão bem como gostariam desta análise da Stratfor... Mas há mais para ver:

The Geography of Recession

 By Peter Zeihan  June 2, 2009

Related Link

·                       Special Series: The Recession Revisited

·                       Special Series: The Financial Crisis

The global recession is the biggest development in the global system in the year to date. In the United States, it has become almost dogma that the recession is the worst since the Great Depression. But this is only one of a wealth of misperceptions about whom the downturn is hurting most, and why. Let’s begin with some simple numbers.

As one can see in the chart, the U.S. recession at this point is only the worst since 1982, not the 1930s, and it pales in comparison to what is occurring in the rest of the world. (Figures for China have not been included, in part because of the unreliability of Chinese statistics, but also because the country’s financial system is so radically different from the rest of the world as to make such comparisons misleading. For more, read the China section below.)

World GDP Change

But didn’t the recession begin in the United States? That it did, but the American system is far more stable, durable and flexible than most of the other global economies, in large part thanks to the country’s geography. To understand how place shapes economics, we need to take a giant step back from the gloom and doom of the current moment and examine the long-term picture of why different regions follow different economic paths.

The United States and the Free Market

The most important aspect of the United States is not simply its sheer size, but the size of its usable land. Russia and China may both be similar-sized in absolute terms, but the vast majority of Russian and Chinese land is useless for agriculture, habitation or development. In contrast, courtesy of the Midwest, the United States boasts the world’s largest contiguous mass of arable land — and that mass does not include the hardly inconsequential chunks of usable territory on both the West and East coasts.

Second is the American maritime transport system. The Mississippi River, linked as it is to the Red, Missouri, Ohio and Tennessee rivers, comprises the largest interconnected network of navigable rivers in the world. In the San Francisco Bay, Chesapeake Bay and Long Island Sound/New York Bay, the United States has three of the world’s largest and best natural harbors. The series of barrier islands a few miles off the shores of Texas and the East Coast form a water-based highway — an Intercoastal Waterway — that shields American coastal shipping from all but the worst that the elements can throw at ships and ports.
Map: North American agricultural regions
(click image to enlarge)

The real beauty is that the two overlap with near perfect symmetry. The Intercoastal Waterway and most of the bays link up with agricultural regions and their own local river systems (such as the series of rivers that descend from the Appalachians to the East Coast), while the Greater Mississippi river network is the circulatory system of the Midwest. Even without the addition of canals, it is possible for ships to reach nearly any part of the Midwest from nearly any part of the Gulf or East coasts. The result is not just a massive ability to grow a massive amount of crops — and not just the ability to easily and cheaply move the crops to local, regional and global markets — but also the ability to use that same transport network for any other economic purpose without having to worry about food supplies.

The implications of such a confluence are deep and sustained. Where most countries need to scrape together capital to build roads and rail to establish the very foundation of an economy, transport capability, geography granted the United States a near-perfect system at no cost. That frees up U.S. capital for other pursuits and almost condemns the United States to be capital-rich. Any additional infrastructure the United States constructs is icing on the cake. (The cake itself is free — and, incidentally, the United States had so much free capital that it was able to go on to build one of the best road-and-rail networks anyway, resulting in even greater economic advantages over competitors.)

Third, geography has also ensured that the United States has very little local competition. To the north, Canada is both much colder and much more mountainous than the United States. Canada’s only navigable maritime network — the Great Lakes-St. Lawrence Seaway —is shared with the United States, and most of its usable land is hard by the American border. Often this makes it more economically advantageous for Canadian provinces to integrate with their neighbor to the south than with their co-nationals to the east and west.

Similarly, Mexico has only small chunks of land, separated by deserts and mountains, that are useful for much more than subsistence agriculture; most of Mexican territory is either too dry, too tropical or too mountainous. And Mexico completely lacks any meaningful river system for maritime transport. Add in a largely desert border, and Mexico as a country is not a meaningful threat to American security (which hardly means that there are not serious and ongoing concerns in the American-Mexican relationship).

With geography empowering the United States and hindering Canada and Mexico, the United States does not need to maintain a large standing military force to counter either. The Canadian border is almost completely unguarded, and the Mexican border is no more than a fence in most locations — a far cry from the sort of military standoffs that have marked more adversarial borders in human history. Not only are Canada and Mexico not major threats, but the U.S. transport network allows the United States the luxury of being able to quickly move a smaller force to deal with occasional problems rather than requiring it to station large static forces on its borders.

Like the transport network, this also helps the U.S. focus its resources on other things.

Taken together, the integrated transport network, large tracts of usable land and lack of a need for a standing military have one critical implication: The U.S. government tends to take a hands-off approach to economic management, because geography has not cursed the United States with any endemic problems. This may mean that the United States — and especially its government — comes across as disorganized, but it shifts massive amounts of labor and capital to the private sector, which for the most part allows resources to flow to wherever they will achieve the most efficient and productive results.

Laissez-faire capitalism has its flaws. Inequality and social stress are just two of many less-than-desirable side effects. The side effects most relevant to the current situation are, of course, the speculative bubbles that cause recessions when they pop. But in terms of long-term economic efficiency and growth, a free capital system is unrivaled. For the United States, the end result has proved clear: The United States has exited each decade since post-Civil War Reconstruction more powerful than it was when it entered it. While there are many forces in the modern world that threaten various aspects of U.S. economic standing, there is not one that actually threatens the U.S. base geographic advantages.

Is the United States in recession? Of course. Will it be forever? Of course not. So long as U.S. geographic advantages remain intact, it takes no small amount of paranoia and pessimism to envision anything but long-term economic expansion for such a chunk of territory. In fact, there are a number of factors hinting that the United States may even be on the cusp of recovery.

Russia and the State

If in economic terms the United States has everything going for it geographically, then Russia is just the opposite. The Russian steppe lies deep in the interior of the Eurasian landmass, and as such is subject to climatic conditions much more hostile to human habitation and agriculture than is the American Midwest. Even in those blessed good years when crops are abundant in Russia, it has no river network to allow for easy transport of products.

Russia's Geographic Quandary

 

Russia has no good warm-water ports to facilitate international trade (and has spent much of its history seeking access to one). Russia does have long rivers, but they are not interconnected as the Mississippi is with its tributaries, instead flowing north to the Arctic Ocean, which can support no more than a token population. The one exception is the Volga, which is critical to Western Russian commerce but flows to the Caspian, a storm-wracked and landlocked sea whose delta freezes in the winter (along with the entire Volga itself). Developing such unforgiving lands requires a massive outlay of funds simply to build the road and rail networks necessary to achieve the most basic of economic development. The cost is so extreme that Russia’s first ever intercontinental road was not completed until the 21st century, and it is little more than a two-lane path for much of its length. Between the lack of ports and the relatively low population densities, little of Russia’s transport system beyond the St. Petersburg/Moscow corridor approaches anything that hints of economic rationality.

Russia also has no meaningful external borders. It sits on the eastern end of the North European Plain, which stretches all the way to Normandy, France, and Russia’s connections to the Asian steppe flow deep into China. Because Russia lacks a decent internal transport network that can rapidly move armies from place to place, geography forces Russia to defend itself following two strategies. First, it requires massive standing armies on all of its borders. Second, it dictates that Russia continually push its boundaries outward to buffer its core against external threats.

Both strategies compromise Russian economic development even further. The large standing armies are a continual drain on state coffers and the country’s labor pool; their cost was a critical economic factor in the Soviet fall. The expansionist strategy not only absorbs large populations that do not wish to be part of the Russian state and so must constantly be policed — the core rationale for Russia’s robust security services — but also inflates Russia’s infrastructure development costs by increasing the amount of relatively useless territory Moscow is responsible for.

Russia’s labor and capital resources are woefully inadequate to overcome the state’s needs and vulnerabilities, which are legion. These endemic problems force Russia toward central planning; the full harnessing of all economic resources available is required if Russia is to achieve even a modicum of security and stability. One of the many results of this is severe economic inefficiency and a general dearth of an internal consumer market. Because capital and other resources can be flung forcefully at problems, however, active management can achieve specific national goals more readily than a hands-off, American-style model. This often gives the impression of significant progress in areas the Kremlin chooses to highlight.

But such achievements are largely limited to wherever the state happens to be directing its attention. In all other sectors, the lack of attention results in atrophy or criminalization. This is particularly true in modern Russia, where the ruling elite comprises just a handful of people, starkly limiting the amount of planning and oversight possible. And unless management is perfect in perception and execution, any mistakes are quickly magnified into national catastrophes. It is therefore no surprise to STRATFOR that the Russian economy has now fallen the furthest of any major economy during the current recession.

China and Separatism

China also faces significant hurdles, albeit none as daunting as Russia’s challenges. China’s core is the farmland of the Yellow River basin in the north of the country, a river that is not readily navigable and is remarkably flood prone. Simply avoiding periodic starvation requires a high level of state planning and coordination. (Wrestling a large river is not the easiest thing one can do.) Additionally, the southern half of the country has a subtropical climate, riddling it with diseases that the southerners are resistant to but the northerners are not. This compromises the north’s political control of the south.

Central control is also threatened by China’s maritime geography. China boasts two other rivers, but they do not link to each other or the Yellow naturally. And China’s best ports are at the mouths of these two rivers: Shanghai at the mouth of the Yangtze and Hong Kong/Macau/Guangzhou at the mouth of the Pearl. The Yellow boasts no significant ocean port. The end result is that other regional centers can and do develop economic means independent of Beijing.



China River System

(click image to enlarge)

With geography complicating northern rule and supporting southern economic independence, Beijing’s age-old problem has been trying to keep China in one piece. Beijing has to underwrite massive (and expensive) development programs to stitch the country together with a common infrastructure, the most visible of which is the Grand Canal that links the Yellow and Yangtze rivers. The cost of such linkages instantly guarantees that while China may have a shot at being unified, it will always be capital-poor.

Beijing also has to provide its autonomy-minded regions with an economic incentive to remain part of Greater China, and “simple” infrastructure will not cut it. Modern China has turned to a state-centered finance model for this. Under the model, all of the scarce capital that is available is funneled to the state, which divvies it out via a handful of large state banks. These state banks then grant loans to various firms and local governments at below the cost of raising the capital. This provides a powerful economic stimulus that achieves maximum employment and growth — think of what you could do with a near-endless supply of loans at below 0 percent interest — but comes at the cost of encouraging projects that are loss-making, as no one is ever called to account for failures. (They can just get a new loan.) The resultant growth is rapid, but it is also unsustainable. It is no wonder, then, that the central government has chosen to keep its $2 trillion of currency reserves in dollar-based assets; the rate of return is greater, the value holds over a long period, and Beijing doesn’t have to worry about the United States seceding.

Because the domestic market is considerably limited by the poor-capital nature of the country, most producers choose to tap export markets to generate income. In times of plenty this works fairly well, but when Chinese goods are not needed, the entire Chinese system can seize up. Lack of exports reduces capital availability, which constrains loan availability. This in turn not only damages the ability of firms to employ China’s legions of citizens, but it also removes the primary reason the disparate Chinese regions pay homage to Beijing. China’s geography hardwires in a series of economic challenges that weaken the coherence of the state and make China dependent upon uninterrupted access to foreign markets to maintain state unity. As a result, China has not been a unified entity for the vast majority of its history, but instead a cauldron of competing regions that cleave along many different fault lines: coastal versus interior, Han versus minority, north versus south.

China’s survival technique for the current recession is simple. Because exports, which account for roughly half of China’s economic activity, have sunk by half, Beijing is throwing the equivalent of the financial kitchen sink at the problem. China has force-fed more loans through the banks in the first four months of 2009 than it did in the entirety of 2008. The long-term result could well bury China beneath a mountain of bad loans — a similar strategy resulted in Japan’s 1991 crash, from which Tokyo has yet to recover. But for now it is holding the country together. The bottom line remains, however: China’s recovery is completely dependent upon external demand for its production, and the most it can do on its own is tread water.

Discordant Europe

Europe faces an imbroglio somewhat similar to China’s.

Europe has a number of rivers that are easily navigable, providing a wealth of trade and development opportunities. But none of them interlinks with the others, retarding political unification. Europe has even more good harbors than the United States, but they are not evenly spread throughout the Continent, making some states capital-rich and others capital-poor. Europe boasts one huge piece of arable land on the North European Plain, but it is long and thin, and so occupied by no fewer than seven distinct ethnic groups.

These groups have constantly struggled — as have the various groups up and down Europe’s seemingly endless list of river valleys — but none has been able to emerge dominant, due to the webwork of mountains and peninsulas that make it nigh impossible to fully root out any particular group. And Europe’s wealth of islands close to the Continent, with Great Britain being only the most obvious, guarantee constant intervention to ensure that mainland Europe never unifies under a single power.

Every part of Europe has a radically different geography than the other parts, and thus the economic models the Europeans have adopted have little in common. The United Kingdom, with few immediate security threats and decent rivers and ports, has an almost American-style laissez-faire system. France, with three unconnected rivers lying wholly in its own territory, is a somewhat self-contained world, making economic nationalism its credo. Not only do the rivers in Germany not connect, but Berlin has to share them with other states. The Jutland Peninsula interrupts the coastline of Germany, which finds its sea access limited by the Danes, the Swedes and the British. Germany must plan in great detail to maximize its resource use to build an infrastructure that can compensate for its geographic deficiencies and link together its good — but disparate — geographic blessings. The result is a state that somewhat favors free enterprise, but within the limits framed by national needs.

And the list of differences goes on: Spain has long coasts and is arid; Austria is landlocked and quite wet; most of Greece is almost too mountainous to build on; it doesn’t get flatter than the Netherlands; tiny Estonia faces frozen seas in the winter; mammoth Italy has never even seen an icebreaker. Even if there were a supranational authority in Europe that could tax or regulate the banking sector or plan transnational responses, the propriety of any singular policy would be questionable at best.

Such stark regional differences give rise to such variant policies that many European states have a severe (and understandable) trust deficit when it comes to any hint of anything supranational. We are not simply taking about the European Union here, but rather a general distrust of anything cross-border in nature. One of the many outcomes of this is a preference for using local banks rather than stock exchanges for raising capital. After all, local banks tend to use local capital and are subject to local regulations, while stock exchanges tend to be internationalized in all respects. Spain, Italy, Sweden, Greece and Austria get more than 90 percent of their financing from banks, the United Kingdom 84 percent and Germany 76 percent — while for the United States it is only 40 percent.

And this has proved unfortunate in the extreme for today’s Europe. The current recession has its roots in a financial crisis that has most dramatically impacted banks, and European banks have proved far from immune. Until Europe’s banks recover, Europe will remain mired in recession. And since there cannot be a Pan-European solution, Europe’s recession could well prove to be the worst of all this time around.

Graphic for Geopolitical Intelligence Report

Monday, 01 June 2009

BALZAC ESOTÉRICO

 

Mas a que estranhas sinalefas se entregava aqui o senhor Honoré de Balzac...? Terá sido nele que se inspirou Winston Churcill, o da "Golden Chain"...?


HonoredeBalzac.jpg picture by claromotime

RADIOGRAFIA DO RUMOR...

 

« …La rumeur présente quatre caractéristiques principales selon Kapferer (1987):

 

1- La rumeur contient toujours un élément vrai, même s’il est mineur,

 

2- La source de la rumeur est toujours non officielle,

 

3- Celui qui perçoit la rumeur n’a généralement pas le réflexe ou le temps d’en vérifier la source ou la crédibilité,   

 

4- Lorsqu’elle est diffusée, une rumeur n’est ensuite plus contrôlable.

 

Notons qu’ «un bon agent d’influence doit se vêtir en arbitre. Pour cela, il lui faut donner à ses interlocuteurs l’illusion qu’il leur fournit des gages sérieux de l’impartialité de son arbitrage, et d’abord celui de sembler sans autre parti-pris que celui de défendre les valeurs supérieures… contre des adversaires retors et sans scrupules.» Guy Gweth

 

 

Agora, façam o favor de aplicar esta grelha de análise a “casos” de “actualidade” (mais ou menos recentes, tanto faz) e ver-se-à como se separam as águas... E isto é só uma ponta da vastíssima problemática da “guerra de informação”.

The Beatles - Ready Steady Go!

(1964)









Um blog não é um jornal, nem é um fórum. É um local de confronto de ideias. Debate das ideias que o autor do blog submete aos leitores. Convém, por isso, que por mail ou directamente nos "comments", os leitores se exprimam. Troquem ideias. Não só com o autor do blog como também entre si. Para o debate, todos são bem vindos. Da discussão…

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