L'AEGE, qui compte 600 anciens et fête ses onze ans d'existence, a convié l'ensemble des grands acteurs de l'intelligence économique dans cet endroit prestigieux pour fédérer et animer une communauté en plein développement.
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| Competitive Intelligence & Perceptions Management num Blog-Notas, para tornar o obscuro bastante mais... CLARO |
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VER CLARO a coluna dos sábados no "Correio da Manhã" · Empurrada pela alta do petróleo e do sector alimentar, a inflação geral bate todos os recordes dos últimos vinte anos. A inflação subjacente não está, porém, a acelerar. Mas o BCE procede como se estivesse...
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POIS, MUDAMOS MESMO DE ERA! Vejam bem as palavras usadas: "speed", "a lot of people", "low cost" e "don't need a memo from HQ"... Pois, isto já não é, mesmo nada, o 'simpático mundo' do século XX com "a lot of people" ou mesmo todo o "people" reduzido a uma posição passiva da qual só saía para meter... o voto na urna. Neste século XXI, já não é bem assim. "A lot of people" aproveita a Web 2.0 e intervém na campanha e até a "perturba"... A campanha de Obama descobre-o neste momento, e em Portugal talvez se descubra a coisa já em 2009. Veja-se o NYTimes.com de hoje e atente-se bem nas palavras: "It’s negative politics at the speed of Internet. There’s just a lot of people who at a very low cost can do this stuff and don’t need a memo from H.Q." DAN CAROL, an Obama strategist, on attack videos. José Mateus Cavaco Silva at June 30, 2008 19:36 |
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Tags: usa, perceptions management MAS PARA ONDE FOI O PS...?
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35 heures, télé publique, Europe?: les socialistes, accaparés par leur congrès, laissent le champ libre à Sarkozy et à Besancenot.
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MEDIA: PARABÉNS AO “CM” E AO “OJE” que souberam mostrar que os jornais têm futuro... desde que sejam bons produtos e bem feitos O “Correio da Manhã”, líder da imprensa quotidiana, subiu ainda mais as vendas em banca, entre Janeiro e Abril deste ano, destacando-se na liderança e vende agora, cada dia, mais uns milhares de jornais do que as vendas somadas dos três outros generalistas de Lisboa, que em conjunto vendem 111.703 contra os 115.154 do Correio da Manhã. “Segundo os dados divulgados ontem pela Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação (APCT), o “Correio da Manhã” vendeu mais 6069 exemplares entre Janeiro e Abril de 2008, quando comparado com o período homólogo do ano anterior, em que vendeu 109 085. Nos primeiros quatro meses do corrente ano foram comprados uma média de 115154 exemplares do Correio da Manhã por dia. No que respeita às vendas em banca, referentes aos primeiros quatro meses do ano, o ‘Jornal de Notícias’ vendeu 97 705 (85 637 em 2007), o ‘Diário de Notícias’ 40 389 ( 29 578 em 2007), o ‘24 Horas’ 35 709 ( 33 626 em 2007). O ‘Público’ foi o único generalista que registou uma quebra nas vendas em banca, com 35 605 exemplares vendidos em 2008 face aos 36 016 de 2007. “ Parabéns, portanto, ao Director do “Correio da Manhã” e à sua equipa. Parabéns, Octávio Ribeiro! Quanto aos diários económicos, o OJE - O Jornal de Economia, título diário com assinatura anual simbólica, sobe 13,73% relativamente ao período homólogo para uma média de 23.486 exemplares. Deste valor, 22.016 exemplares do título da Megafin surgem no item vendas
SOBRE A RECESSÃO E O DESEMPREGO NOS USA There is no question that the metropolitan areas of the United States are the driving forces of the U.S. economy, responsible for more than 85% of jobs, 90% of wage income and production, and 92% of the country's real GDP growth in 2007. MUDANÇAS CLIMÁTICAS Relatório da Inteligência Americana sobre as Ameaças para a Segurança Um relatório das agências americanas de inteligência avalia as consequências (as ameaças decorrentes) das mudanças climáticas para a segurança dos Estados-Unidos. O relatório foi apresentado a uma comissão especializada da Câmara dos representantes, no dia 25 de Junho, e está disponível aqui . A Euractiv deu hoje conta do assunto: Changement climatique - Un rapport des Etats-Unis évalue les menaces du changement climatique sur la sécurité 27 juin 2008 Alors que les Etats-Unis seront moins touchés par le changement climatique en tant que tels, la hausse du niveau de la mer et la pénurie des ressources devraient entraîner toute une série de complications dans d'autres pays qui pourraient affecter sérieusement la sécurité nationale américaine, comme le déclare un nouveau rapport du service des renseignements américains. Selon l’évaluation des implications du changement climatique mondial sur la sécurité nationale d’ici 2030, publiée le 25 juin par les services de renseignements américains, le changement climatique mondial aura de vastes répercussions sur les intérêts de la sécurité nationale des Etats-Unis au cours des 20 prochaines années. A l’instar des Etats-Unis, le rapport indique que l’Europe sera gravement affectée par les conséquences du changement climatique. Mais le climat changeant, les mauvaises récoltes, les inondations et les sécheresses augmenteront les problèmes actuels comme la pauvreté, les tensions sociales, la dégradation de l’environnement, le leadership inefficace et la faiblesse des institutions politiques dans les pays tiers. Cela, à son tour, pourrait également avoir un effet domino, entraînant des implications à grande échelle pour l’économie américaine et mondiale, affirme le rapport, élaboré conjointement par l’armée et les agences de sécurité américaines. L’Afrique subsaharienne, le Moyen-Orient et certaines parties de l’Asie, pourraient être les plus touchés, laissant entrevoir la perspective d’une augmentation des flux migratoires vers le nord, étant donné que les réfugiés fuient les climats plus rigoureux. Cette approche est citée comme une préoccupation particulière dans la mesure où les pays d’accueil n’auront ni les ressources, ni l’intérêt de recevoir ces immigrants du climat. Le rapport est le troisième du genre à être publié aux Etats-Unis en un an. Parallèlement, le responsable de la politique étrangère de l’UE, Javier Solana, a publié différents avertissements en Europe. Le continent doit se préparer à faire face à la concurrence croissante concernant la diminution des ressources, les vagues de réfugiés fuyant le changement climatique et les guerres sur l’énergie, selon un rapport présenté aux dirigeants européens lors du Conseil européen de printemps de mars 2008 (EurActiv 11/03/08). Gouvernement: · US Congress (House Permanent Select Committee on Intelligence, House Select Committee on Energy Independence and Global Warming): National Intelligence Assessment on the National Security Implications of Global Climate Change to 2030 A lire aussi: José Mateus Cavaco Silva at June 27, 2008 17:10 |
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Tags: usa, homeland security, inteligência estratégica, mudança do modelo global, climate change AS GRANDES OBRAS PÚBLICAS uma carta aberta do Prof. António Brotas À especial atenção do Ministro Mário Lino e da Dra. Manuela Ferreira Leite Presidente do PSD As grandes obras públicas dos próximos anos serão provavelmente decididas pelo PS, ou pelo PS em conjunto com o PSD. Os outros partidos PCP, Bloco, CDS e “Verdes” poderão ter um papel muito importante se, com antecedência, forem capazes de apresentar propostas que a comunidade considere serem as melhores e, consequentemente, os dois referidos partidos aceitem. E, ainda, se com algumas críticas contundentes e precisas contribuirem para por rapidamente de lado algumas propostas descabidas que vemos anunciadas. As dificuldades financeiras em que o país se encontra vão obrigar-nos a ponderar muito seriamente as decisões a tomar. Com este texto, em que vou referir 7 problemas que temos na frente, pretendo mostrar que, com um debate amplo e aberto, podemos ainda chegar a soluções consensuais que sejam as melhores para o país. . 1-O novo aeroporto. O NAL – Novo Aeroporto de Lisboa, deve ser encarado como uma futura fonte de riqueza. Poucos paises terão o privilégio de estar na intercepção de grandes rotas aéreas internacionais e ter, simultaneamente, uma área plana disponivel e tão propícia como a de Alcochete para fazer um grande aeroporto ( e, adicionalmente, propriedade do Estado) . Temos, desde o início, de ter uma visão do futuro impacto e um plano de conjunto do NAL, incluindo dos seus acessos, mas a sua construção deve ser faseada. Devemos começar por fazer uma torre de controle muito bem dimensionada e uma só pista com a largura de 2-A linha de Caia (Badajoz) ao Poceirão. Esta linha, cuja construção foi agora decidida, é fundamentalíssima para a nossa economia porque vai ligar a plataforma logística do Poceirão à rede europeia de bitola “standard”, permitindo assim o transporte internacional por ferrovia das nossas mercadorias. Mas ela tem outras duas funções. Com um acrescento de cerca de 3-A travessia ferroviária do Tejo. Não temos que tomar uma decisão urgente sobre este assunto. A nova travessia só começará a ser verdadeiramente necessária quando o novo aeroporto estiver em pleno funcionamento. Temos tempo para estudar seriamente o problema. 4-A linha de bitola europeia (vulgo TGV) para o Porto. A construção desta linha pode (e deve) ser remetida para bastante mais tarde. Quando estiver pronta permitirá o trânsito de comboios TGV entre as duas cidades, mas deverá também servir para o trânsito de mercadorias e para o trânsito local. Para isso deve ter desvios onde sejam possiveis paragens intermédias. É um assunto que deve interessar aos autarcas. Esta linha virá a ser a mais importante linha ferroviária portuguesa. O que temos, agora, é de pensar muito bem o seu trajecto. 5-O fecho da golada. Há quem se recorde de na maré baixa ir a pé pelo areal até ao farol do Bugio.Mas, depois, tivemos pouco cuidado. Retirou-se areia e deixou-se que passassem correntes entre o farol e a terra. Estas correntes estão a fazer recuar a linha da costa na Costa da Caparica. Os esforços para travar este recuo, com espigões e transporte de pedras e de areia, são simples paleativos. Para proteger a Caparica é necessário fechar a golada, isto é, estabelecer uma contínuidade entre a terra e o farol. Consolidada por um paredão, esta linha pode proteger em definitivo a Caparica e ganhar terrenos ao mar. Numa altura em que estão são pensadas grandes obras de construção civil, esta obra não pode ser esquecida. 6 – Outra obras em Lisboa e no estuário do Tejo. A Câmara Municipal de Lisboa têm-se referido a algumas obras importantes mas, dum modo geral, não particularmente urgentes, e algumas, talvez, nem sequer benéficas. Assim, por exemplo, a linha de Cascais enterrada em Belém permite a quem visite os Jerónimos ter uma melhor vista sobre o Tejo, mas obriga todos os utentes da linha de Cascais (em muito maior número) a viajarem por um tunel e a perderem as maravilhosas vistas para os Jerónimos, e para o Tejo. É conveniente que os municipes e os autarcas de Lisboa discutam estes e outros problemas, mas sem perder de vista os problemas globais do estuário. Há um problema que pela que pela sua complexidade será sempre da responsabilidade do poder central: o de uma nova ligação rodoviária entre as duas margens do Tejo. A ponte 25 de Abril aproxima-se da saturação. Daqui a alguns anos, quando for necessário reparar o seu pavimento, teremos um problema muito dificil se não tivermos uma alternativa. Esta alternativa poderá, eventualmente, ser a de um tunel rodoviário da Trafaria a Algés. No IST já houve um primeiro seminário técnico com peritos internacionais para estudar esta solução que terá, naturalmente, que ser comparada com outras. No caso da solução adoptada vir a ser a do tunel Trafaria Algés, ela obriga, conjugada com o fecho da golada, a um estudo urbanistíco do lado Oeste do Concelho de Almada. 7- A linha de bitola europeia de Aveiro a Vilar Formoso. Temo-nos atrasado no estudo da linha acordada com os espanhois na Cimeira Ibérica de 2003. O problema dos camionistas recentemente impedidos de entrar em Espanha Há actualmente um polo capaz de pensar os problemas ferroviários do Norte centrado na Escola de Engenharia do Porto, que retoma uma antiga tradição, e que estudará estes problemas. Com um olhar de longe, permito-me dizer que, na sequência da linha de Vilar Formoso a Aveiro, convirá construir um troço de bitola europeia de Aveiro a Gaia, mais tarde integrável na futura linha para Lisboa, mas, desde logo, utilíssimo para o transito suburbano, e que permita reintroduzir o hábito de viajar de comboio do Porto para a Beira Alta. E quando olho o mapa da Península Ibérica, penso que deviamos propor uma espécie de “Estrada de Santiago ferroviária”, que ligasse a Corunha, Santiago de Compostela, Vigo, Braga, Porto, Aveiro, Viseu, Guarda, Salamanca, Valladolid, Burgos, San Sebastián. Seria uma linha util para as curtas, médias e longas distâncias. Uma condição fundamental para ser rentavel e se inserir na Geografia e neste caso também na História. António Brotas Professor Jubilado do IST José Mateus Cavaco Silva at June 26, 2008 19:42 |
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Tags: inteligência económica, portugal, visto de lisboa, ota OBAMA... OBAMAMOBILE! As campanhas eleitorais nos Estados Unidos pouco têm a ver com as europeias e muito menos com as portuguesas. os candidatos são examinados à lupa pela opinião pública e todo o seu passado (e presente9 é esquadrinhado e avaliado. Torna-se, assim, muito difícil ao candidato ocultar ou não assumir certos actos, ligações ou relações... E se é apanhado a mentir ou a dissimular está feito! Já aconteceu a vários e vai continuar a acontecer. Que o diga Obama... Depois de ver as suas ligações perigosas à indústria do etanol (e aos largos subsídios estatais que recebe...) postas à vista de todos, Obama vê-se a apresentar o automóvel do futuro... o "Obamamobile"!
Obama Camp Closely Linked With Ethanol
E vê outras velhas relações pouco recomendáveis (nascidas e forjadas no seu escritório de advogado e que de "profissionais" passaram rapidamente a "políticas") estampadas nos jornais, sites e blogs... Obama appears to have blatantly lied about RezkoThe Chicago Sun-Times (via Reliapundit):
Earlier, author John K. Wilson and other sources quoted Obama as denying any assistance to Rezko's corrupt operation.
I guess assistance that netted Rezko nearly a million dollars of skim doesn't qualify as a "favor" in Chicago.
Hope! Change!* *Hope and Change now available in convenient 8-oz., Chicago-style packaging. Labels: Crime, Democrats, Obama Digg This! (8 Diggs) • Add to del.icio.us // posted by directorblue @ 6:06 AM Permalink | Comment (1) | Trackback The case of the missing birth certificateIsraeli Insider magazine (via American Thinker and Larwyn) reports that Barack Obama's "Certificate of Live Birth" is phony.
Be that as may, there's something I'm still wondering about.
It's the "June 6, 2007" date that bled through the back of the document.Lucy, you got some 'splainin' to do! p.s., If you've missed the back-story, read "Polarik asks whether Obama's birth certificate was forged." Labels: Democrats, Obama Digg This! • Add to del.icio.us // posted by directorblue @ 7:56 PM Permalink | Comment (1) | Trackback José Mateus Cavaco Silva at June 26, 2008 14:45 |
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Tags: usa, mudança do modelo energético, obama
Islão: A Verdade Inconveniente mis à jour le 12/06/2008 17:59:00 - publié le 12/06/2008 16:14:00 Le Coran leur donne des droits, mais l'homme reste le maître du foyer. Ce qui était précurseur au viie siècle est devenu archaïque. La foi passe avant tout lien familial. Les textes y veillent : aimer sa descendance ne doit pas détourner de Dieu. Ancien chercheur au CNRS, Jean-Paul Charnay est l'auteur d'Esprit du droit musulman (Dalloz). Il explique comment, dans l'islam, chacun est soumis à la loi divine. En Arabie, le Prophète créa une théocratie, même si le Coran reste presque muet sur la politique. Ce sujet divise le monde musulman. La guerre sainte occupe une place de choix dans le Coran. Une lecture belliqueuse dont s'est emparé l'extrémisme islamiste. Le poids de la tradition et du Coran freine les sociétés musulmanes. Comment trouver un autre chemin vers le progrès ? Aujourd'hui encore persiste dans certains pays musulmans une culture de l'asservissement. Morose, l'islam ? L'anthropologue Malek Chebel - auteur du Kama-sutra arabe - rappelle que la terre d'Allah a donné naissance à une civilisation où religiosité rime aussi avec sensualité. Pressions, condamnations... Le durcissement récent crée un climat d'intolérance contre ceux qui pratiquent une autre religion que l'islam.
COMO RAJOY RECENTRA O PP ESPANHOL e mete 2 mulheres atrás do presidente...
POLUIÇÃO DE PEQUIM:
Rising pollution levels threaten Olympics
José Mateus Cavaco Silva at June 24, 2008 19:47 |
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Tags: china, climate change, tibete CHINA: O SAQUE DOS MARES
"A China, com a sua imensa população e um crescente poder de compra, consome hoje já um 1/3 de todo o pescado mundial. A Greenpeace tem alertado em particular para a falta de escrúpulos das empresas de pesca chinesas, que estão a devastar impunemente as reservas de peixe de muitos pequenos países do Pacífico, valendo-se de "acordos comerciais" negociados em posição vantajosa e incapacidade destas nações do Pacífico se defenderem militarmente contra as intrusões da numerosa frota de pesca chinesa."
in "Quintus"
José Mateus Cavaco Silva at June 24, 2008 19:42 |
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Tags: china, mudança do modelo global, blogs & sites FERREIRA LEITE COMO WOODY ALLEN “(...) Ferreira Leite demonstrou em Guimarães não perceber que o País tem de avançar em múltiplas frentes ao mesmo tempo, e não numa só vertente. Leite, ao defender o que defendeu em matéria de investimentos públicos - disse ao País que não se pode fazer muita coisa bem ao mesmo tempo e, portanto, agora é o momento de o País congelar todos os investimentos em infra-estruturas e investir em programas de apoio aos desempregados e no combate à pobreza. Mal comparado, isto mais parece uma tirada à Woody Allen... Em que a parceira que com ele contracena espera alguma coisa..., e ele põe-se a filosofar sobre as causas da ejaculação precoce.(...)” RPM, in “Macro” José Mateus Cavaco Silva at June 24, 2008 15:22 |
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Tags: complexo salazarento e neo-corpo, psd, blogs & sites Mais uma ‘Nova Economia Colectiva’ ‘A excessiva concentração de activos empresariais e de talentos nas grandes metrópoles suscitam muitas questões quanto à verdadeira dimensão estruturante de muitas das apostas feitas em matéria de investimentos destinados a corrigir esta “dualidade” de desenvolvimento do país ao longo dos últimos anos.’ A convicção ideológica salazarenta, mas também de católicos e de comunistas é autora de um discurso contra uma “dualidade” (que, de facto, nunca existiu, há sim, apenas, diferenças, divisões de trabalho e complementaridade) que nos levou a queimar montanhas de dinheiro para impedir o aumento dessa imaginária “dualidade” e impedir realmente o crescimento e a inovação… ‘Apesar da relativa reduzida dimensão do país, não restam dúvidas de que a aposta numa política integrada e sistemática de cidades médias, tendo por base o paradigma da inovação e do conhecimento, com conciliação operativa entre a fixação de estruturas empresariais criadoras de riqueza e talentos humanos indutores de criatividade, é o único caminho possível para controlar este fenómeno da metropolização da capital que parece não ter fim.’ E a coisa continua. Basta ver como neste texto do Expresso (sem link), que tenho vindo a citar, se elege a luta contra essa imaginária “dualidade” como objectivo central para a aplicação dos escassos recursos que ainda nos restam! E continua o fartote… Agora, queimaríamos os recursos a impedir o possível desenvolvimento (a “metropolização”) e a incentivar o impossível (as tais “cidades médias”, quando a única “cidade média” existente (vejam-se os números europeus) em Portugal é… Lisboa e que por ser já uma cidade média responde um pouco aos estímulos para o desenvolvimento que se pretende!). E dizer que os mesmos adoram apontar alegremente o que parecem não conhecer: a Irlanda! José Mateus Cavaco Silva at June 23, 2008 22:00 |
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Tags: inteligência económica, portugal, curvas da economia, complexo salazarento e neo-corpo, visto de esquerda, visto de lisboa, mudança do modelo global Quando a 'Inteligência' Dança e Valsa |
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"People are beginning to understand that homeownership can be a very risky venture." of the
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Carta do Prof. Brotas sobre
OS CAMINHOS DE FERRO NO ALENTEJO
Caro Nicolau Santos,
Leio na página 4 do “Expresso-Economia” de hoje o seu rasgado elogio à Secretária de Estado Ana Paula Vitorino pelo “anúncio do investimento de 1,8 mil milhões de euros em doze novos troços ferroviários da rede convencional de passageiros e mercadorias, entre os quais a urgentíssima ligação Porto de Sines-Elvas”.
O seu texto não é muito claro e reúne coisas diferentes. A linha de Caia ao Poceirão, com características semelhantes às da linha de Badajoz a Madrid, recentemente posta a concurso (e que conviria prolongar até ao Pinhal Novo) é, certamente, uma urgente, acertada e benéfica obra. A ligação directa do Porto de Sines a Évora, continuada depois até Elvas e Badajoz por um troço sobreposto à linha anterior, é um disparate total (que não está felizmente consumado) que só pode ser apresentado enquanto a nossa Imprensa não debater minimamente e esclarecer os cidadãos sobre os problemas do Caminho de Ferro no Alentejo.
Deixe que lhe explique:
É absolutamente necessário ligar o Porto de Sines ao Poceirão onde converge a actual rede de bitola ibérica e está prevista uma plataforma logística que ficará ligada à rede ferroviária europeia pela linha para Caia. Esta linha do Porto de Sines ao Poceirão, de bitola europeia, essencialmente destinada a mercadorias (e onde poderão eventualmente circular algumas automotoras) é uma linha de baixo custo, que poderá, talvez, ser feita por reconversão da linha actual, e que só terá de estar pronta quando estiver pronta a linha de Caia ao Poceirão.
Fazer, entretanto, uma linha directa de Sines a Évora, é fazer uma linha que, inevitavelmente, ficará depois “às moscas”, que não servirá nem para passageiros nem para mercadorias, porque a ligação de Sines ao Poceirão não se fará, certamente, por Évora. O projecto desta linha resulta, talvez, da ideia arrevesada de se pensar que é mais importante a ligação de Sines à plataforma logística que os espanhóis prevêem em Badajoz, do que ao Poceirão.
Enfim! Estes assuntos que deviam estar agora a ser amplamente debatidos na Imprensa nacional e regional. Em vez disso, leio o seu texto.
Permita-me que o classifique com uma expressão que ele me fez surgir. Trata-se de “jornalismo de bancada”. Isto é, de um jornalismo que não se sente obrigado a abordar e estudar seriamente nenhum problema, nem os que mais interessam ao país, e considera que o seu papel é o de estar numa bancada e, a partir das impressões mais superficiais, aplaudir ou a censurar os actos do governo.
É uma expressão dura, mas creia que a sinto como verdadeira.
Com as minhas melhores saudações,
António Brotas
EURODEPUTADOS DOIDOS!
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Esta inquietante estória, divulgada pelo francês « Courrier », está já a ser apontada – e com razão! – como “encore une preuve du manque de culture démocratique en Europe”... É uma inacreditável e perigosa patetice de eurodeputados, autistas e cortados da realidade das pessoas e da cidadania! E ainda esta gente quer alargar os poderes do Parlamento Europeu... Vade retro! |
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UNION EUROPÉENNE • Quand les blogs inquiètent les eurodéputés |
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Un rapport d'une élue estonienne invite l'Assemblée de Strasbourg à encadrer plus strictement la blogosphère. L'hebdomadaire bulgare Kapital y voit une menace pour la liberté d'expression sur la Toile. |
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Irina Novakova |
CARLA BRUNI-SARKOZY
Carla à «Libé», c'est du sérieux!
(...) "Quand vous avez dit à votre mari que vous veniez à Libération…
- Il a dit : «J’ai confiance en toi, vas-y.»
Il y a quand même des gens dans son entourage qui vous conseillent… Je demande conseil à certaines personnes, mais personne ne me conseille.
- Pierre Charon, un de ses fidèles s’occupe de votre communication.
- Il y a un monde qui m’était complètement étranger, le monde des gens conservateurs, c’est-à-dire qui ont été profondément choqués par l’arrivée dans le paysage d’une fille qui n’est pas française, pas mariée, libre d’avoir été qui elle a été, qui a un enfant… J’ai donc demandé à monsieur Charon comment désinquiéter ces personnes. Par exemple, je n’avais pas compris la prépondérance du fait d’être mariés. Même si je viens d’une famille bourgeoise, elle n’est pas du tout conservatrice. Les miens ont été choqués par son arrivée [celle de Nicolas Sarkozy, ndlr] dans notre paysage !
Mais mon mari ne correspond pas à l’idée que je me faisais des conservateurs. Il n’est pas du tout conservateur. Il ne correspond pas non plus à toute une partie des personnes qui composent son parti.
- Revenons au disque..." continua Aqui
Dès maintenant, en vidéo, un extrait de l'entretien en cliquant ici
Newsmagazines: Diferenciação no Mercado Nada me garante que tenha sido feito voluntariamente e com objectivos definidos, mas aconteceu uma diferenciação interessante no mercado dos newsmagazines. A Visão está cada vez mais feminina e a Sábado cada vez mais uma visão masculina. Os publicitários é que parece não se enganarem… Esta semana, a Visão oferece uma amostra de tratamento anti-rugas (o que já diz muito sobre a tificação da leitora...) e a Sábado uma coisa para caras de homem!
NEGÓCIOS E... FURACÃO
Grupo Amorim investigado
pela “Operação Furacão”
O Grupo Amorim está a ser alvo de buscas no âmbito da Operação Furacão, soube o Jornal de Negócios Online. O grupo liderado por Américo Amorim é investigado por utilização de facturação falsa, tanto em sociedades ligadas à área comercial e produtiva, como também no sector imobiliário, actualmente incorporado na empresa espanhola Chamartin.
Celso Filipe
O Grupo Amorim está a ser alvo de buscas no âmbito da Operação Furacão, soube o Jornal de Negócios Online. O grupo liderado por Américo Amorim é investigado por utilização de facturação falsa, tanto em sociedades ligadas à área comercial e produtiva, como também no sector imobiliário, actualmente incorporado na empresa espanhola Chamartin.
A “Operação Furacão” é uma investigação a cargo da inspecção tributária, e dirigida por Rosário Teixeira, do Departamento Central de Investigação e Acção Penal.
O Jornal de Negócios Online tentou contactar o Grupo Amorim mas até ao momento não obteve qualquer resposta.
Américo Amorim refuta que as buscas às instalações da Amorim Investimentos tenham sido por facturação falsa e diz que lhe foi "comunicado que, na sequência dos contactos de muitos anos com o BES e outra empresa do grupo, a ERGER, pretendiam apurar a profundidade da relação no âmbito da 'Operação Furacão'".A 'Operação Furacão' chegou a Américo Amorim. As instalações do grupo liderado pelo homem mais rico de Portugal, com um fortuna avaliada em sete mil milhões de dólares (4,5 mil milhões de euros) pela revista Forbes, foram ontem visitadas por uma equipa de inspectores da Direcção-Geral dos Impostos e da Brigada Fiscal da GNR, liderada pelo procurador titular do processo, Rosário Teixeira. O empresário, contudo, refuta o envolvimento das suas empresas neste processo, tendo afirmado ao Jornal de Negócios que as investigações só se efectuaram por ter havido um relacionamento entre a Amorim Investimentos e Participações e o BES e a ERGER, uma empresa do Grupo Espírito Santo. |
« MAITRISER L’INFORMATION »
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Christian Harbulot, directeur de l'École de Guerre Économique
Se o Christian Harbulot diz isto da França, que não poderíamos dizer de Portugal...? Onde ainda nem se percebeu que a informação é a principal matéria-prima destas nossas sociedades pós-industriais e mediáticas e não há qualquer know-how para tratar tal matéria-prima... Tal como, de resto, desde a revolução industrial, nunca dominamos, em tempo, o know-how de tratamento das principais matérias-primas de cada conjuntura. Acresce que as (muito fracas) elites portuguesas nunca souberam, em todo o século XX, relacionar-se com a informação, não têm qualquer tradição nessa matéria e têm dificuldade em aprender...
Caso exemplar desta falha: como traduzir para português “la maitrise de l’information”... Sabem?
OBAMA: O PREÇO DO SEU LADO OBSCURO A existência de zonas obscuras é fatal para qualquer candidato e Obama irá rapidamente perceber isso e, se não souber lidar e esclarecer as coisas, passará a campanha a defender-se e a justificar-se. Ou seja, a campanha não será um passeio mas uma via sacra... Com ou sem fundamento, as acusações já começaram a chover: .
Obama Has Made America Less Secure Des musulmanes portant le hidjab écartées d'un podium avec Obama (mas pelo telefone e, portanto, sem fotos nem imagens...!) Barack Obama, candidat démocrate à la Maison Blanche, a présenté personnellement ses excuses jeudi à deux femmes musulmanes portant le foulard islamique empêchées par les militants démocrates de figurer sur une photo à ses côtés. Barack Obama a téléphoné à Shimaa Abdelfaadel et a laissé un message à Hebba Aref à la suite d'une protestation qui lui a été adressée par des représentants de la communauté musulmane américaine lui demandant de présenter ses excuses aux deux femmes. Les responsables de la campagne du candidat démocrate ont fait porter la responsabilité de l'incident à des militants volontaires qui assuraient le service d'ordre lors d'un rassemblement à Detroit (Michigan) lundi. Les volontaires ont dit aux deux femmes qu'elles ne pouvaient pas figurer sur la photo à cause du "hijab" (foulard islamique couvrant les cheveux) qu'elles portaient. "L'action de ces militants est inacceptable et ne reflète en aucune façon les orientations de ma politique pendant ma campagne électorale" a souligné dans un communiqué Barack Obama. "Notre campagne vise à rassembler les gens et je suis reconnaissant à Mme Abdelfaadel d'avoir accepté mes excuses et j'espère que Mme Aref, de même que toute autre personne qui se serait sentie offensée à la suite de cet incident, les acceptera également" a-t-il ajouté. Les responsables de la campagne ont déjà présenté des excuses à la suite de l'incident, mais le Conseil des relations islamo-américaines (CAIR) avait exigé des excuses personnelles de la part d'Obama pour réparer l'offense et lutter contre la montée des sentiments anti-musulmans aux Etats-Unis.
Obama não vei ter a vida fácil nos próximos tempos. Zonas obscuras no seu atribulado passado, como a sua passagem pelas escolas indonésias e a sua educação islâmica pelo segundo marido da mãe, um wahabita extremista, mas também factos mais recentes como a ligação ao radical islâmico Odinga, que quer impôr a sharia no Quénia, começam a saltar-lhe ao caminho e ele vai ter, por mais doloroso que isso possa ser, de os esclarecer. 2008-06-19 19:48:12
WASHINGTON (AFP)

Deux partisanes du candidat démocrate à la présidentielle américaine Barack Obama, qui portaient le hidjab islamique, ont été empêchées lundi d'apparaître à ses côtés lors de rassemblements électoraux, suscitant jeudi une demande d'excuses d'un groupe musulman.
Les responsables de la campagne de M. Obama ont déjà présenté des excuses pour ces incidents, survenus lors de deux meetings différents à Detroit (Michigan, nord), l'une des villes américaines comptant la plus forte communauté musulmane.
Mais un groupe musulman de défense des droits civils, le Council on American Islamic Relations (CAIR) a estimé que des excuses personnelles de la part du candidat seraient les bienvenues, non seulement pour laver l'affront mais aussi pour combattre les sentiments anti-musulmans aux Etats-Unis.
La controverse, rapportée par le site en ligne Politico.com, est née après que les deux femmes ont été empêchées par des volontaires de campagne de figurer parmi les spectateurs formant l'arrière-plan visuel du candidat lors des meetings.
"J'étais venue pour le soutenir, et je me suis sentie discriminée par la personne même qui était censée apporter le changement", a témoigné l'une d'elles, Hebba Aref, une avocate de 25 ans, citée par Politico.com.
Selon une personne qui accompagnait la jeune femme, un volontaire de la campagne a explicitement invoqué "le climat politique" pour justifier cette mise à l'écart.
L'autre femme, Shimaa Abdelfaadel, a indiqué qu'on lui avait expliqué qu'aucune personne ayant la tête couverte, y compris celles portant casquette ou foulard, n'était autorisée à s'asseoir à l'arrière-plan du candidat.
L'équipe de campagne de M. Obama a expliqué que les volontaires avaient agi de leur propre initiative et n'avaient reçu aucune instruction en ce sens, et a distribué à l'appui des photographies prises à d'autres moments de la campagnes, montrant des personnes voilées entourant le candidat.
"Même si nous saluons les excuses de la campagne de M. Obama, nous sommes extrêmement inquiets concernant le niveau d'islamophobie dans notre société, qui pourrait encourager d'autres minorités à considérer des partisans musulmans comme étant des handicaps potentiels", écrit dans un communiqué un responsable de CAIR, Corey Saylor.
Le porte-parole de M. Obama, Bill Burton, a publié un communiqué qualifiant ce double incident de "choquant et contraire à l'engagement d'Obama d'unir les Américains". Ce n'est "tout simplement pas la campagne que nous faisons", a-t-il assuré.
M. Obama, qui est chrétien, fait régulièrement face à des rumeurs sur internet affirmant qu'il est musulman.
© AFP.
Obama présente ses excuses à des musulmanes empêchées de figurer à ses côtés
2008-06-20 14:28:35
WASHINGTON (AFP)

© AFP.
TECNOLOGIAS 'DUAL-USE'
E UMA CERTA INOCÊNCIA
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A 'dual-use technology' nem sempre é o que se pensa... às vezes e na prática, a teoria é outra, como no caso deste vídeo.
O ERRO DE ANTÓNIO COSTA
Cada dia ficará mais claro que o avanço de António Costa para a Câmara Municipal de Lisboa foi um erro. Em vários planos. Mas sobretudo um erro de timing. O que para um António Costa “cerebral” é, como diria um clássico francês, “pior que um crime”. Penso que António Costa já o percebeu e, dentro de pouco tempo, mesmo os que só percebem demasiado tarde (e até os que raramente percebem) vão perceber… mesmo que seja necessário disfarçá-lo.
Sarkozy : "La menace immédiate
est celle d'une attaque terroriste"
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Depois de sérios estudos prévios, o 'livro branco da defesa' de França foi hoje apresentado pelo presidente Sarkozy. Logo à primeira vista, saltam dois objectivos e uma inovação. Os dois objectivos são aparentemente contraditórios mas realmente significam a optimização do dispositivo francês de defesa: diminuir os efectivos e aumentar o orçamento. A inovação é de monta e está bem em linha com os novos tempos: prioridade absoluta à informação. O L'Express deu hoje conta da matéria:
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Nicolas Sarkozy a présenté mardi 17 juin devant un parterre de militaires, réunis à la porte de Versailles, à Paris, le Livre blanc de
Après dix mois de gestation, le Livre blanc sur la défense et la sécurité nationale détaillé mardi par Nicolas Sarkozy, fixe de nouvelles priorités stratégiques pour
"Je sais que c'est une baisse substantielle des effectifs. Je l'assume", a-t-il ajouté, en précisant qu'elle "portera avant tout sur les soutiens et l'administration".
"Des mesures d'accompagnement seront mises en oeuvres", a-t-il promis. "Nous allons être inventifs pour compenser la fermeture ou le transfert des implantations militaires". "Les territoires les plus fragiles seront accompagnés", a-t-il ajouté. "Dans mon esprit l'armée, ça assure la sécurité de la nation, pas l'aménagement du territoire", a-t-il justifié."Je sais parfaitement qu'avec le Premier ministre et le ministre de
"La menace immédiate est celle d'une attaque terroriste", "avec des moyens radiologiques, chimiques et biologiques", avait déclaré le chef de l'Etat, en commencant son discours devant plus de 3000 militaires, gendarmes, policiers et responsables de la sécurité civile réunis Porte de Versailles à Paris."Nous ne pouvons exclure la réapparition d'une menace majeure, de quelque nature qu'elle soit, qui mettrait en péril la survie même de la nation", a déclaré Nicolas Sarkozy.
"Mais aujourd'hui, la menace immédiate est celle d'une attaque terroriste", a-t-il ajouté. "Grâce à l'efficacité de l'ensemble de nos forces de sécurité,
Le président Nicolas Sarkozy a confirmé mardi que
Nicolas Sarkozy a assuré que le budget de
"Les réformes que j'ai confiées à Hervé Morin, c'est 3 milliards d'euros de plus par an pour l'équipement des forces. C'est quelque chose, quand même, 3 milliards d'euros par an, c'est une hausse de près de 20% des crédits d'équipement (...) ce n'est pas du luxe", a-t-il ajouté. "C'est pour cela que ces réformes, il faut les faire : parce qu'on va réinvestir dans la défense tout ce que l'on aura économisé. Dans les matériels, mais aussi dans l'entraînement et dans la condition militaire. Le Premier ministre et moi, allons inscrire ce principe dans la loi de programmation militaire", a promis Nicolas Sarkozy.
Le président français Nicolas Sarkozy a également souligné sa volonté de "rénover" les accords de défense avec l'Afrique, sans "abandonner" ce continent, dans un discours présentant la nouvelle politique de défense de
Museu do Vinho
O ALGARVE JÁ MERECIA
UM RESTAURANTE ASSIM

O Algarve merecia e... precisava. Inaugurado há escassos meses, o "Museu do Vinho", no centro histórico de Tavira, na rua almirante Cândido dos Reis, 63, é das melhores e mais genuínas cozinhas algarvias e uma das maiores (senão mesmo a maior) garrafeira do País. Visitei-o, fiquei fascinado e conquistado. Por isso, digo, este é um museu a que vou voltar. E rápido... e sempre que me dê a saudade do bom peixe, do bom porco preto, do bom marisco, do bom vinho e até de um soberbo 'manchego'.
O "Museu do Vinho" é uma iniciativa do 'patrão' Jorge Bartolomeu que já comandava esse outro oásis da restauração no Algarve que é o "Veleiro", em Monte Gordo. Parabéns, ao 'patrão' que ao veleiro juntou o museu! É de empreendedores deste calibre que o Algarve e o seu turismo precisam!
NOVA ORDEM ENERGÉTICA GLOBAL Why are oil prices soaring so high, and will they ever return to Earth? Fatih Birol, chief economist at the International Energy Agency in Paris, explains why peak oil is real, why biofuels are indispensable, and how Sure, it’s wrecking the global economy and making everyone miserable. But the oil crunch has an underappreciated upside, too. Pickets’ charge: Demonstrators protest in downtown Kuala Lumpur on June 5 after the price of gasoline in Malaysia jumped 41 percent overnight, while diesel prices rose an astronomical 63 percent. The government initiated these price increases to end heavy and increasingly costly fuel subsidies, but critics argue that Malaysia’s poor will suffer as a result. Kryptonite: A demonstrator in Los Angeles, California, finds a creative way to call for less pain at the pump. The state has the highest average gasoline price in the United States at $4.49 per gallon. Gloomy predictions of $200 a barrel for crude oil have the world’s drivers praying for a superhero to come to the rescue.
A era do petróleo parece ter chegado ao fim e um novo modelo energético emerge no horizonte. O fim do petróleo, porém, anuncia-se lento e doloroso. E também lento e, por enquanto, nebuloso é, na sua emergência, o novo modelo energético. Convém, aliás, relembrar que as mudanças de modelo energético se acompanham sempre de radicais mudanças nas tecnologias dominantes, nas indústrias motoras e no próprio modelo social... A última Foreign Policy aborda o assunto:
FERREIRA LEITE... SILENCIOSA!
"É muito silenciosa esta Ferreira Leite, um dia destes alguma associação de cegos ainda a vai considerar um perigo para a circulação, faz menos barulho que os híbridos quando trabalham a electricidade."
in Jumento
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Porta-voz dos camionistas é militante activo do PSD...
revela o “Diário Económico”
VIVA A MISSA DAS SETE... VIVA!
BISPO ITALIANO PERDOA A CASAL QUE TEVE RELAÇÕES NO CONFESSIONÁRIO
«O bispo de Cesena, na Itália, perdoou um casal que foi flagrado fazendo sexo oral no confessionário da catedral da cidade. O casal, que não teve a identidade revelada, havia sido descoberto no ato durante a missa das 7h do dia primeiro de junho, domingo. “
in BBC Brasil
ACTUALIZAÇÃO DE TOM BARNETT
Depois dos recentes acontecimentos na África do Sul e da narco-desgraça em que o México mergulha, palpita-me que Tom Barnett vai ter de, brevemente, rever e actualizar o seu mapa... E quanto à China, também breve, veremos... A "EUROPA" MAIS UMA VEZ REJEITADA
O ‘Dr. Não’ da Irlanda ou quem é o homem que empancou a Europa:
Declan Ganley, le "Dr No" du référendum irlandais qui veut guérir l'Europe
A Vitória do Não passo a passo:
Les Irlandais ont rejeté le traité de Lisbonne, selon des projections
Les Irlandais ont rejeté le traité de Lisbonne, selon des projections
Référendum irlandais: le "non" en passe de l'emporter, selon la RTE
Traité: Londres veut maintenir la ratification indépendamment de l'Irlande
Europe: les Irlandais décident du sort du traité de Lisbonne
L' Irlande, le "Tigre celtique"
Les pêcheurs irlandais menacent de faire chavirer le traité de Lisbonne
L'essoufflement du "Tigre celtique" fait douter des bienfaits de l'UE
Des leaders de l'UE s'autorisent -tardivement- à défendre le "oui"
Les épouvantails des "nonistes"
Le nouveau Premier ministre Brian Cowen joue gros
Cenários pós-Não :
Les scénarios après un "non" en Irlande
L'Europe replonge dans une grave crise institutionnelle
Antecedentes :
La construction européenne, une longue série de crises
Référendums européens: un parcours semé d'embûches
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E AGORA A INGLATERRA...
Des députés britanniques eurosceptiques réclament un référendum sur le traité de Lisbonne. Le rejet du traité de Lisbonne qui se confirme en Irlande s'ajoute à une longue liste de crises depuis les origines de l'Europe, mais elle intervient dans un contexte de désamour croissant des citoyens avec le projet européen. © AFP, le 13-06-2008
A AGENDA EUROPEIA TODA ALTERADA
La crise provoquée par le rejet du traité européen de Lisbonne en Irlande frappe de plein fouet la présidence française de l'Union européenne, remisant au second plan les ambitieux projets que le président Nicolas Sarkozy entendait lancer à partir du 1er juillet. © AFP, le 13-06-2008
MEDO DO "NÃO" IRLANDÊS
Daqui a pouco se saberá o que o "tigre celta" decidiu sobre o futuro do "tratado de Lisboa". Mas... como diz o Liberation, "En offrant un billet d’avion aux leaders du oui pour qu’ils aillent renégocier, dès demain à Bruxelles, le Traité de Lisbonne si le non l’emporte, Declan Ganley s’est fait une jolie pub.
L’entrepreneur irlandais, qui a fait irruption sur la scène politique il y a huit mois, a de nouveau démontré qu’une bonne part de la campagne référendaire s’organisait autour de son nom et de sa fortune. Au point d’éclipser le débat européen.
L’homme d’affaires âgé de 39 ans est aussi riche que méconnu. Etabli dans le comté de Galway (ouest), ce père de quatre enfants se passionne pour les belles voitures, les cigares et les costumes élégants. Mais son passé d’entrepreneur tous azimuts (bijouterie, aluminium, télécoms) dans l’ex-bloc de l’Est comporte plus d’une zone d’ombre. Tout comme le financement de sa campagne. «Comme l’autorise la loi, j’ai versé 6300 euros à Libertas, [son organisation], le reste provient des donations de particuliers», affirme-t-il. Il dément disposer de 1,3 million d’euros, mais table sur «300 000 euros déjà dépensés.»
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Tracts. Difficile à croire. Ses affiches squattent les rues, le tramway, le train. Un bus à ses couleurs, blanc et bleu, sillonne le pays. De jeunes militants tractent à tout-va. Et vantent la littérature anti-Bruxelles: contre la nomination d’un président non élu par les citoyens, contre l’abolition du droit de veto protégeant l’agriculture, contre le renforcement des pouvoirs de Bruxelles, contre la suppression du Commissaire irlandais et l’harmonisation fiscale qui priverait le pays d’une taxation avantageuse pour les sociétés. «Je suis un pro-européen enthousiaste», décoche Ganley, sûr de son fait et de sa personne. Il dit avoir voté oui à tous les référendums jusqu’à présent, mais affirme : «Je juge choquant que l’on ne prenne pas lesoinde consulter les citoyens européens pour leur demander leur avis.»
A GENTE BEM DESTE PAÍS ESTÁ A PORTAR-SE MUITO MAL diz-me um amigo, numa bela síntese do habitual claudicar das nossas pobres élites (muito trampolineiras) face à menor dificuldade. Nos bons momentos, refastelam-se numa espécie de orgia à mesa do orçamento e com váriados ballets rose ou blue. Quando chega uma crise, por pequena que seja (e não é o caso da actual... que é estrutural e global) colocam-se à margem, não é nada com eles e esperam que passe para voltarem aos negócios dos dinheiros públicos e dos v Nesta crise, portanto, volta a repetir-se o habitual, desde há muitas décadas, que Émile Boutroux, ensaísta francês do século XIX, bem notou: "este é um país curiosamente diferente, o oposto da França, país onde as élites são estupendas e o povo não presta. Aqui, o que presta é o povo, as élites não valem nada!" José Sócrates já teve ocasião e tempo para ver com quem pode contar... nos próximos meses.
June 11, 2008
By George Friedman
U.S. Secretary of Defense Robert Gates has fired the secretary of the Air Force and the Air Force chief of staff. The official reason given for the firings was the mishandling of nuclear weapons and equipment related to nuclear weapons, which included allowing an aircraft to fly within the United States with six armed nuclear weapons on board and accidentally shipping nuclear triggers to Taiwan. An investigation conducted by a Navy admiral concluded that Air Force expertise in handling nuclear weapons had declined.
While Gates insisted that this was the immediate reason for the firings, he has sharply criticized the Air Force for failing to reorient itself to the types of conflict in which the
These are not trivial issues, but they are the tip of the iceberg in a much more fundamental strategic debate going on in the
Naturally, as soon as the firings were announced, there were people who assumed they occurred because these two were unwilling to go along with plans to bomb
There is a neat alignment of the issues involved in the firings. Nuclear arms were the quintessential weapons of the Cold War, the last generation. Predators and similar unmanned aircraft are part of this generation’s warfare. The Air Force sees F-22s and other conventional technology as the key weapons of the next generation. The Air Force leadership, facing decades-long timelines in fielding new weapons systems, feels it must focus on the next war now. Gates, responsible for fighting this generation’s war, sees the Air Force as neglecting current requirements. He also views it as essentially having lost interest and expertise in the last generation’s weapons, which are still important — not to mention extremely dangerous.
The classic charge against generals is that they always want to fight the last war again. In charging the Air Force with wanting to fight the next war now, Gates is saying the Air Force has replaced the old problem with a new one. The Air Force’s view of the situation is that if all resources are poured into fighting this war, the
There is a school of thought in the military that argues that we have now entered the fourth generation of warfare. The first generation of war, according to this theory, involved columns and lines of troops firing muzzle-loaded weapons in volleys. The second generation consisted of warfare involving indirect fire (artillery) and massed movement, as seen in World War I. Third-generation warfare comprised mobile warfare, focused on outmaneuvering the enemy, penetrating enemy lines and encircling them, as was done with armor during World War II. The first three generations of warfare involved large numbers of troops, equipment and logistics. Large territorial organizations — namely, nation-states — were required to carry them out.
Fourth-generation warfare is warfare carried out by nonstate actors using small, decentralized units and individuals to strike at enemy forces and, more important, create political support among the population. The classic example of fourth-generation warfare would be the intifadas carried out by Palestinians against
Fourth-generation warfare has always existed. Imperial
Implicit in this argument is the view that the nation-state, which has dominated warfare since the invention of firearms, is no longer the primary agent of wars. Each of the previous three generations of warfare required manpower and resources on a very large scale that only a nation-state could provide. Fidel Castro in the Cuban mountains, for example, could not field an armored division, an infantry brigade or a rifle regiment; it took a nation to fight the first three generations of warfare.
The argument now is that nations are not the agents of wars but its victims. Wars will not be fought between nations, but between nations and subnational groups that are decentralized, sparse, dispersed and primarily conducting war to attack their target’s morale. The very size of the forces dispersed by a nation-state makes them vulnerable to subnational groups by providing a target-rich environment. Being sparse and politically capable, the insurgent groups blend into the population and are difficult to ferret out and defeat.
In such a war, the nation-state’s primary mission is to identify the enemy, separate him from the population and destroy him. It is critical to be surgical in attacking the enemy, since the enemy wins whenever an attack by the nation-state hits the noncombatant population, even if its own forces are destroyed — this is political warfare. Therefore, the key to success — if success is possible — is intelligence. It is necessary to know the enemy’s whereabouts, and strike him when he is not near the noncombatant population.
In fourth-generation warfare, therefore, unmanned aerial vehicles (UAVs) are one of the keys to defeating the substate actor. They gather intelligence, wait until the target is not surrounded by noncombatants and strike suddenly and without warning. It is the quintessential warfare for a technologically advanced nation fighting a subnational insurgent group embedded in the population. It is not surprising that Gates, charged with prosecuting a fourth-generation war, is furious at the Air Force for focusing on fighter planes when what it needs are more and better UAVs.
The Air Force, which was built around the concept of air superiority and strategic bombing, has a visceral objection to unmanned aircraft. From its inception, the Air Force (and the Army Air Corps before it) argued that modern warfare would be fought between nation-states, and that the defining weapon in this kind of war would be the manned bomber attacking targets with precision. When it became apparent that the manned bomber was highly vulnerable to enemy fighters and anti-aircraft systems, the doctrine was modified with the argument that the Air Force’s task was to establish air superiority using fighter aircraft to sweep the skies of the enemy and strike aircraft to take out anti-aircraft systems — clearing the way for bombers or, later, the attack aircraft.
The response to the Air Force position is that the
This should be the key point of contention for the Air Force, which should argue that there is no such thing as fourth-generation warfare. There have always been guerrillas, assassins and other forms of politico-military operatives. With the invention of explosives, they have been able to kill more people than before, but there is nothing new in this. What is called fourth-generation warfare is simply a type of war faced by everyone from Alexander to Hitler. It is just resistance. This has not superseded third-generation warfare; it merely happens to be the type of warfare the
Wars between nation-states, such as World War I and World War II, are rare in the sense that the
The response to Gates, therefore, is that the Air Force is not preparing for the next war. It is preparing for the war that really matters rather than focusing on an insurgency that ultimately cannot threaten fundamental
But the argument is not quite over at this point. The Air Force’s point about preparing for the decisive wars is, in our mind, well-taken. It is hard for us to accept the idea that the nation-state is helpless in front of determined subnational groups. More important, it is hard for us to accept the idea that international warfare is at an end. There have been long periods in the past of relative tranquility between nation-states — such as, for example, the period between the fall of Napoleon and World War I. Wars between nations were sparse, and the European powers focused on fourth-generational resistance in their colonies. But when war came in 1914, it came with a vengeance.
Our question regards the weapons the Air Force wants to procure. It wants to build the F-22 fighter at enormous cost, which is designed to penetrate enemy airspace, defeat enemy fighter aircraft and deliver ordnance with precision to a particular point on the map. Why would one use a manned aircraft for that mission? The evolution of cruise missiles with greater range and speed permits the delivery of the same ordnance to the same target without having a pilot in the cockpit. Indeed, cruise missiles can engage in evasive maneuvers at g-forces that would kill a pilot. And cruise missiles exist that could serve as unmanned aircraft, flying to the target, releasing submunitions and returning home. The combination of space-based reconnaissance and the unmanned cruise missile — in particular, next-generation systems able to move at hypersonic speeds (in excess of five times the speed of sound) — would appear a much more efficient and effective solution to the problem of the next generation of warfare.
We could argue that both Gates and the Air Force are missing the point. Gates is right that the Air Force should focus on unmanned aircraft; technology has simply moved beyond the piloted aircraft as a model. But this does not mean the Air Force should not be preparing for the next war. Just as the military should have been preparing for the U.S.-jihadist war while also waging the Cold War, so too, the military should be preparing for the next conflict while fighting this war. For a country that spends as much time in wars as the United States (about 17 percent of the 20th century in major wars, almost all of the 21st century), Gates’ wish to focus so narrowly on this war seems reckless.
At the same time, building a new and fiendishly expensive version of the last generation’s weapons does not necessarily constitute preparing for the next war. The Air Force was built around the piloted combat aircraft. The Navy was built around sailing ships. Those who flew and those who sailed were necessary and courageous. But sailing ships don’t fit into the modern fleet, and it is not clear to us that manned aircraft will fit into high-intensity peer conflict in the future.
We do not agree that preparing for the next war is pathological. We should always be fighting this war and preparing for the next. But we don’t believe the Air Force is preparing for the next war. There will be wars between nations, fought with all the chips on the table. Gates is right that the Air Force should focus on unmanned aircraft. But not because of this war alone.
CHILE 1972, PORTUGAL 2008...
A tentativa dos camionistas de "secar" o país e conduzir à sua paralização e isolamento (com as bombas secas nem haveria aviões...) lembra-me qualquer coisa de há muitos anos. De 1972, mais precisamente. Creio que nenhum destes pobres camionistas sabe ou se lembrará da "greve dos camionistas" que durou meses e pôs o Chile de Salvador Allende de pantanas... Claro, depois levaram com o porrete do "chapelinho vermelho" (nome de código de Pinochet).
Estes nossos pobres camionistas devem estar a ver Portugal como os outros viam o Chile e a querer colocar Sócrates na posição que os outros colocaram Allende... Mas é intolerável!
Por isso, me parece que RPM no Macro acerta em cheio quando diz: ‘A situação da alta do petróleo já é, por si só, grave, se os camionistas bloqueiam o País o caos instala-se e depois ninguém consegue circular e paralisa-se Portugal inteiro. Ora, esta situação de criação do caos por parte dos camionistas para meter o Governo de joelhos e negociar nessa base, é intolerável.’
China aos ocidentais, que começou nos anos trinta do século XX e se reforçou depois com a tomada do poder em 1949 por Mao, limitou muito os estudos mas, além do sempre imprescindível e incontornável Lucien Bodard, recomenda-se um trabalho de 1936 de um médico francês de Pequim, o dr. J.-J. Matignon, agora disponível em edição electrónica disponibilizada on-line pela Université du Québec. Ou a descoberta de que a China não é bem o que o regime comunista apregoa nem o que vê quem a olha da janela de um recente hotel de 5 estrelas:Voir la sous-collection CHINE ANCIENNE réalisée par Pierre Palpant, bénévole, Paris.
Extraits;
PORTUGAL PRESO NO PASSADO
O passado irrompe, por vezes, nos espaços do presente. Nestes dias iniciais de Junho, estamos confrontados com uma série de irrupções dessas em alguns jornais, em pequenas salas de teatro e nas ruas de Lisboa.
Vale a pena analisar sem concessões a semântica política dos discursos, o posicionamento dos protagonistas e a tipologia dos manifestantes. E procurar depois perceber onde é que tudo isso se cruza. Neste exercício, o resultado a que cheguei é, no mínimo, curioso: um Portugal do fim dos anos quarenta do século passado, ainda não-urbano e bastante rural, muito pobre de conhecimento e de qualificações e, portanto, também materialmente pobre.
Mas o Portugal deste século XXI pode ser reduzido ou aprisionado por isto, por estes resquícios, em fim de ciclo, dos malditos e pobres anos quarenta...? Essa é a questão. E questão tanto mais real quanto esse aprisionamento pode estar à beira de acontecer...
Pode o nosso futuro ser aprisionado por este miserável passado? Pode a sua irrupção no presente ameaçar a nossa vida? Nunca mais nos libertamos disso? Deste somatório de défices e de derrotas?
É urgente, face a isto, afirmar outro Portugal. Mais deste século XXI, mais virado para o exterior, mais urbano, mais tecnológico e mais qualificado. Ou seja, o nosso presente apresenta-nos uma terrível “luta de classes” entre o passado e o futuro. A esquerda e a direita, os progressistas e os conservadores raramente ou mesmo nunca são o que as sempre desactualizadas cartilhas ideológicas dizem...
As forças da inércia e do passado (o complexo neo-corporativo e salazarento) têm sido, nas últimas décadas, bastante mais pesadas que as forças da mudança e daí que Portugal continue tão pobre e tão desigual, tão favorável aos vários interesses rentistas e tão penalizador da inovação, da dinâmica e da competência. Nos últimos tempos, alguns sinais pareciam indicar a afirmação de uma dinâmica de mudança. A irrupção do passado ameaça, porém, prender-nos por mais uns anos largos no passado...
PS FRANCÊS REABILITA O LIBERALISMO
As declarações de Ségolène Royal e, mais recentemente, de Bertrand Delanoe (ver aqui ) sobre “ser liberal e socialista” e a necessidade da esquerda saber conjugar a dimensão liberal, inclusive no plano económico, e a dimensão social parecem indicar que os socialistas franceses se estão a libertar das peias ideológicas do velho leninismo asiático e despótico e pronto a reconciliar-se com esta doutrina filosófica que limitou o arbitrário do princípe, conduziu à abolição da escravatura, à supressão da pena de morte e conduziu à Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão...
Socialisme, libéralisme et égalité
Entrevista de Christian Harbulot ao ‘le Monde’
sobre as especificidades da EGE e o domínio das armas da informação
21/05/2008 : A lire dans les "Les Cahiers de la compétitivité" du Monde (21 mai 2008), l'interview de Christian Harbulot sous le titre "S'initier aux armes de l'informations".
Télécharger l'interview au format .pdf
A INFORMAÇÃO É... A GUERRA
A Infoguerre aponta esta reportagem como exemplar para demonstrar a justeza do postulado ”a informação é a guerra”. Em questão está o afrontamento pela conquista da legitimidade (portanto, um caso de gestão da percepção...) entre a Boeing e a Airbus, a propósito da venda de “abastecedores” à US Air Force...
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| L'information, c'est la guerre ! l'EGE sur France24 |
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REGRESSO AO PASSADO Os senhores do PS que, nas décadas de 40, 50 e 60 do século passado, entraram na vida pela porta do comunismo de Álvaro Cunhal têm e apresentam algumas dificuldades em perceber que mudámos de século, mudámos de mundo, mudámos de direita, mudámos de esquerda e estamos a mudar ainda mais e em modo acelerado. Eles não o entendem e mostram, querem mostrar todos os dias, que eles não mudaram, nem mudam. Resultado disto: coisas tristes, espectáculos lamentáveis, prosas enviesadas e uma espécie de triste poesia pífia. Nada de grave nisto. O que será grave é que isto venha a funcionar como grão de areia na engrenagem e lixe ainda um pouco mais o já lixado país que é este. E, confesso, que não gostava de pensar que é isso que Soares, Alegre e alguns soldados perdidos do PS procuram... com o seu ar e o seu discurso de gente perdida em meados do século passado e a sua vontade de fazer Portugal regressar a esses tempos miseráveis, tanto em termos materiais como, sobretudo, intelectuais.
Scientists sign petition denying
By Graham Tibbetts
Last Updated: 5:31PM BST 30/05/2008
More than 31,000 scientists have signed a petition denying that man is responsible for global warming.
Continua Aqui
Les métiers de l'intelligence économique se développent-ils en France ? Face à une image sulfureuse qui perdure - officines aux activités douteuses qui s'estampillent "cabinet d'intelligence économique" -, les professionnels doivent sans cesse reprendre leur bâton de pèlerin pour promouvoir ce concept né il y a une quinzaine d'années : "il s'agit de rechercher et d'analyser les informations indispensables pour permettre aux entreprises d'anticiper et d'agir sur leur marché", rappelle Patricia Auroy, présidente du Groupement des compétences pour l'information et la compétitivité (GCIC).
Et ce, bien sûr, par des moyens légaux, ce qui exclut l'espionnage. "Cela n'a rien à voir non plus avec le travail de détective privé, précise André Added, président de l'Institut français d'intelligence économique (IFIE). Les données recherchées sont d'ordre financier, technique, juridique, et les destinataires sont les responsables d'entreprise. Pas question de filature ou d'enquête pour rassembler des preuves à destination de personnes privées."
Chez Schneider Electric, une cellule d'intelligence économique, qui compte cinq analystes, existe depuis trois ans au sein de la direction de la stratégie : "Nous faisons de la veille, c'est-à-dire le suivi de sites Web, la surveillance des entreprises du secteur, pour être les premiers informés sur notre environnement concurrentiel, explique Romuald Messina, directeur de l'intelligence économique. Nous produisons aussi des études ad hoc (organisation commerciale d'un concurrent, benchmark de performance financière par segment de marché, etc.). Enfin, nous animons un réseau de correspondants "veille" dans les pays et les centres de profit."
Si ce type de cellule s'est développé dans les grands groupes, il est néanmoins difficile d'évaluer le marché de l'intelligence économique en termes d'emplois. Notamment parce que les frontières de ses métiers sont un peu floues. En septembre 2006, le groupe Métiers et compétences rattaché au haut responsable en charge de l'intelligence économique (HRIE) - actuellement Alain Juillet - a livré une première cartographie, identifiant une dizaine de fonctions, allant du chargé de veille à l'analyste, en passant par le directeur de l'intelligence économique, mais aussi les éditeurs de logiciels, les formateurs et les lobbyistes. Le rattachement de ces derniers aux métiers de l'intelligence économique fait néanmoins débat. Et que dire des documentalistes, dont le travail, avec le développement des nouvelles technologies de la communication, se rapproche de celui des "veilleurs" ?
Selon une estimation de
Pour Jean-Bernard Pinatel, président de
Au-delà de ces gages de qualité et de bonne conduite, la reconnaissance des métiers via des appellations identifiées par les acteurs du marché de l'emploi devrait contribuer à une meilleure visibilité. Aujourd'hui, sur les sites Internet de recrutement, les offres d'emploi en intelligence économique - à part quelques rares postes de chargés de veille - sont inexistantes.
Mais, selon Bertrand Deroubaix, directeur de l'intelligence économique chez Total, cela restera un marché de niche, même si l'activité est d'importance pour les entreprises : "C'est un travail lié à des sujets sensibles, où il faut veiller à ne pas franchir la ligne jaune. Cette recherche d'information reste donc dans des proportions limitées et réalisée par de petites équipes."
Nathalie Quéruel
Article paru dans l'édition du 03.06.08
GEOPOLÍTICA, O QUE É?
Dois livros para o Verão, uma proposta do autor de "Brave New War - The Next Stage of Terrorism and the End of Globalization ", John Robb: REINVENTING COLLAPSE, de Dmitry Orlov, e McMAFIA , de Misha Glenny.While the rest of the world wastes precious mindshare on the latest 'kiss and tell', self-help, and 'Asian Century' books, those of us in contact with the real world can enjoy some excellent summer reading with two new entrants in the Global Guerrillas genre. Both are must reads.
REINVENTING COLLAPSE by Dmitry Orlov
NOTE: Dmitry graciously sent me a PDF of his book's early manuscript so I was able to provide some feedback. Thanks!
Reinventing Collapse makes three points:
McMAFIA by Misha Glenny
Glenny dutifully documents, in exquisite detail, the rise of transnational criminal organizations in every global region. Simple formula: morally neutral global economic platform + economic/social distress = the rapid proliferation and unabated growth of transnational criminal organizations. The book is an excellent read and a natural compliment/backgrounder to Brave New War's analysis. Without a fundamental revision of global governance (not very likely), we will soon become very familiar with local variants of the stories he documents.