| Competitive Intelligence & Perceptions Management num Blog-Notas, para tornar o obscuro bastante mais... CLARO |
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SARKOZY E CARLA BRUNI NA CASA DE SEGUELLA... Boy meet girl no local adequado. Jacques Seguella, o tal de "hollywood lava mais branco" e da "force tranquille" que levou Mitterrand ao poder em 1981, é um homem de recursos inesgotáveis e amigo do seu amigo. Depois da separação do casal presidencial, Seguella não perdeu tempo e foi na sua casa que, em Novembro, Sarkozy encontrou, certamente por acaso, Carla Bruni. Senhora que, também certamente por acaso, reunia todas as condições "people" necessárias a um bom "storytelling"... Esta estória lembra-me uma cançoneta de há muito. "La casa de Irene". Parafraseando a coisa, na casa de Seguella se come e se bebe... Pois! E criam-se belas histórias. O livro de Cecília Sarkozy, previsto para Janeiro, é que já perdeu a oportunidade de marcar a conjuntura. Depois da Bruni, Cecília pode dizer de Sarkozy o que quiser... Ah, grande Seguella!
"Carla Bruni la actual novia del primer ministro frances Nicolas Sarkozy aparecio en la revista Interviu en 1996, las fotos mostradas en esa edicion de la revista fueron realizadas por la prestigiosa fotógrafa Ellen von Unberth, para una campaña publicitaria del creador de calzado Cesare Pacciotti, en las fotos se puede ver a Carla Bruni desnuda en un sauna, con su ropa interior y de rodillas con la actitud de geisha japonesa, sin dudas una mujer muy bella … Entre los romances que ha tenido Carla Bruni se encuentran Laurent Fabius, Eric Clapton, Kevin Costner y Donald Trump entre otros …" José Mateus Cavaco Silva at December 29, 2007 20:02 |
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Tags: perceptions management, fotos e vídeos Baitulah Mesud, um comandante taliban, é tido como o responsável pelo assassinato de Benazir Bhutto, que se propunha pôr fim ao fundamentalismo no ... Continua Aqui As Bhutto is buried, can political chaos in MISS FRANCE: VALERIE BEGUE CONTINUA COM O TÍTULO, MAS... não pode representar França nos concursos internacionais!
Aliás, o caso da Miss France não foi o único nestas semanas recentes em França e até podemos imaginar, com um pouco de cinismo, que foi usado para encobrir um pouco o caso de uma outra senhora também muito conhecida e "popular", igualmente vítima de umas fotos na net... A salomónica sentença final não contempla a perda do título como era reclamado (ver aqui) mas a senhorita fica impedida de representar a França em concursos internacionais... A AFP anunciou, recentemente, que “Miss França mantém coroa, apesar de fotos ousadas” e desenvolvia a notícia:
"Estou feliz de manter meu título e agradeço os que me apoiaram", declarou Valérie. A presidente do Comitê Miss França, Geneviève de Fontenay, havia pedido o "afastamento imediato" da Miss França 2008, nascida na ilha de Reunião, no Oceano Índico, depois da publicação de suas fotos na revista Entrevue, em poses particularmente ousadas. Em uma delas, Valérie aparece lambendo o conteúdo de um pote de iogurte, enquanto em outra a Miss aparece de biquini simulando estar crucificada.
A ex-Miss Reunião 2007, eleita em 8 de dezembro, respondeu em declarações à Radio Free Dom (Reunión) que "não queria sair", dizendo-se "traída pela publicação de fotos pessoais tiradas há três anos". Em meio à polêmica, a ilha francesa de Reunião mobilizou-se em defesa da vencedora do concurso Miss França e representante local. Do bispo aos líderes de todos os partidos políticos, o departamento francês do Oceano Índico defendeu em uníssono a jovem Valérie Bègue.” A propagação pela net das fotos repescadas por "Entrevue" provocou um choque que abalou a reputação de Valérie Begue, reduzindo-a para parâmetros muito inferiores aos considerados necessários a uma Miss France... E se o lobby da ilha da Reunião e outros apoios em França conseguiram manter-lhe a coroa na cabeça (pois ninguém queria assumir a atitude "racista" de destituir a representante ultramarina...), a França não aceita agora que a atrevida mulatinha a represente nos concursos mundiais. Reputação...Reputação! A ameaça do passado concretizou-sebem neste caso da Valerie Begue e suas fotos "esquecidas" mas tão ressuscitadas! Veja do que se fala e perceba como a miss France foi crucicada... A net tornou mesmo o mundo mais perigoso ainda!
José Mateus Cavaco Silva at December 29, 2007 14:34 |
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CGD: VITÓRIA TOTAL DO LOBBY DO PORTO um lobby local passa a controlar as finanças nacionais Teixeira dos Santos, como ministro, Faria de Oliveira, como presidente da CGD, e Bandeira, como vice-presidente, é a vitória total do lobby do Porto que passa a controlar não só as Finanças mas também a Caixa... O lobby do Porto colocou as suas pedras em todas as casinhas necessárias para controlar o aparelho financeiro do País. Não é uma questão de partidos e nem de bloco central, é apenas um grupo do Porto, com gente colocada no PS e no PSD, com as suas cumplicidades e lógicas locais. Sócrates não viu nada... Ou foi apanhado de férias? GERTRUDE LEGENDRE DESCANSA NA LISBOA DA II GRANDE GUERRA
Uma menina da CIA (enfim, do seu antecessor OSS), evadida das jaulas da Gestapo, repousa na Lisboa salazarenta, no tempo da II Guerra, a fotografar, aparentemente, barquinhos do Tejo. A foto de Toni Frissel, encontra-se no arquivo da Biblioteca do Congresso, em Washington, e foi há dias repescada por Fernando Madail para as suas páginas no Diário de Notícias. E a menina Legendre, filha de um grande magnata americano, merece bem ser recordada. Não só pelas pernas bem torneadas, nem por ter sido a primeira agente americana que os alemães capturaram na Europa mas, sobretudo, porque resistiu aos selváticos interrogatórios da Gestapo, durante três meses, enganou os carrascos (fazendo-os crer que era uma simples dactilógrafa...) e organizou com total sucesso a sua própria evasão. "I don't contemplate life, I live it", afirmava sempre Gertrude Legendre (1902-1999)! José Mateus Cavaco Silva at December 28, 2007 16:32 |
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© AFP. |
"Desmantelo o Estado em seis meses"
Luís Filipe Menezes ao Expresso
Oh, como o acredito! Claro que o faria e, no day after, fugiria!
Ou, como disse um altíssimo responsável deste país (que não é do PS): “Isto é conversa de maluco!”. Claro.
CUNHAS PARA A CGD
Meneses meteu cunha (pública) para Miguel Cadilhe.
Cavaco meteu cunha para Eduardo Catroga.
Durão Barroso meteu cunha para Manuela Ferreira Leite.
Anda uma série de gente a meter cunhas para Manuel Pinho (e dizem que é só para o verem pelas costas).
E ainda mais umas quantas cunhas menores para alguns mal-empregados... .
Raio de mania portuguesa esta das cunhas! E o mérito...?
SARKOZY - BRUNI: ESPLENDOR EM LUXOR Cheira a Storytelling... Mas funciona! Mrs Sarkozy, aka Carla Bruni, em grande esplendor. Ah, se ela conhecesse a Câmara de Gaia... mas as suas câmaras são outras. Meneses vai ter que se inspirar de Sarkozy mas noutras matérias. Se fôr capaz... coisa que tudo indica que não. Entretanto, a AFP diz que pelo Egipto, "Le président français Nicolas Sarkozy et sa nouvelle compagne, l'ex-mannequin et chanteuse Carla Bruni, ont publiquement affiché leur idylle mardi à Louxor, dans le sud de l'Egypte, où ils ont débuté un séjour privé. Costume sombre, chemise blanche, M. Sarkozy, 52 ans, a gravi les escaliers du Old Winter Palace, un hôtel de luxe de la ville, main dans la main avec Carla Bruni, 39 ans, en pantalon et haut noirs, tous deux lunettes de soleil sur le nez. Le couple ne s'est pas caché des photographes et des caméramen postés sur le trottoir, le chef de l'Etat prenant même le temps de saluer d'un geste des touristes. Une armada de gardes du corps en civil ont tenu à l'écart les photographes et les quelques badauds égyptiens qui ne prêtaient pourtant guère attention à cette balade présidentielle. Interrogé sur ses impressions de vacances, le président de la République a préféré éluder la question, lâchant simplement: "Bonnes vacances à vous et joyeux Noël!". De retour de leur promenade nocturne d'une demi-heure environ, le chef de l'Etat a déposé un baiser sur la joue de Carla Bruni, la tenant par la hanche tandis qu'elle lui susurrait quelques mots à l'oreille au pied des marches du palace. Le couple était arrivé en milieu d'après-midi dans la ville-musée à 700 km au sud du Caire à bord d'un jet privé , propriété d'un ami de M. Sarkozy, l'homme d'affaires Vincent Bolloré. Ce dernier lui avait déjà prêté un avion et un yacht pour quelques jours sur l'île de Malte juste après son élection en mai. C'était alors avec l'ancienne Première dame, Cécilia Sarkozy. Cette escapade maltaise avait fait des vagues en France, où l'opposition avait dénoncé la proximité de M. Sarkozy avec les milieux d'affaires." O L'Express assinala, entretanto, o lado menos cómodo desta visita:
En début de soirée, Nicolas Sarkozy et Carla Bruni ont adopté une tenue plus décontractée, portant jean et tee-shirt pour elle, veste de survêtement pour lui, mais toujours mains liées, pour une promenade sur la corniche séparant le Nil de leur hôtel.
Le départ en vacances de Nicolas Sarkozy en Egypte avec sa nouvelle amie Carla Bruni, à bord d'un avion appartenant à l'homme d'affaires Vincent Bolloré, provoque une nouvelle passe d'armes avec l'opposition.
"Je regrette de devoir m'interroger sur les contreparties que M. Bolloré, homme d'affaires rusé, est en droit d'attendre de la République", a déclaré mardi soir Arnaud Montebourg sur France Inter.
Le député socialiste s'interrogeait sur les conséquences du voyage de Nicolas Sarkozy en Egypte avec sa nouvelle amie Carla Bruni, à bord d'un avion appartenant à l'homme d'affaires Vincent Bolloré.
"Dès lors que le président de la République se met en situation de dépendre des faveurs des milliardaires, il y a forcément des contreparties et nous nous interrogeons: lesquelles ?", a-t-il ajouté.(...)"
FRACTURAS NO TERRORISMO
2007 termina com o aparecimento de graves fissuras nas estruturas terroristas. A nau do Hezbollah atravessa uma grande tormenta..."
continua Aqui
JOSÉ SÓCRATES NO PAPEL
DO MARIDO ENGANADO!
Nesta novela do BCP, coube a José Sócrates o papel do marido enganado. Alguém lhe deu esse papel. O P-M foi o último a saber de uma série de coisas. Já Luís Filipe Meneses e Cunha Vaz agitavam a "opa socialista" sobre o BCP e ainda Sócrates não sabia da possível ida de Armando Vara para o BCP! Vara, de resto, já constaria de uma primeira lista cozinhada por António Mexia e Pina Moura e que seria encabeçada por Alípio Dias (isto antes da conversa de Vítor Constâncio com os administradores BCP em que lhes comunicou que não queria ver reconduzido nenhum deles).
Meneses com a acessoria de Cunha Vaz (também a acessorar na CGD...) antecipou as jogadas e a intriga da novela, enquanto a Sócrates nem os especialistas de informação da PCM e nem o SIS foram capazes de manter informado a tempo e horas do que se ia passando nesta crise do BCP e da CGD... Nem foram capazes de informar o PM, em tempo útil, de que a crise do BCP ia ser transferida para a Caixa! E no entanto já Berardo, uma semana antes do Natal, tinha passado várias horas em conferência na Caixa...
Sócrates descobre também o preço da confiança cega nos amigos... e o que significa a solidão do poder!
NOVELA BCP
Vítor Constâncio terá gravado (com aviso prévio....) as conversas com os administradores do BCP e Jardim Gonçalves irá ocupar os tempos livres a escrever um livro de memórias... Diz-se, por aí. Por mim, não tenho opinião sobre esta matéria mas que já há rabinhos a mexer-se na cadeira, isso já há... Dias difíceis para os homens de certa componente do "complexo"!
SALVAR O BCP
Três administradores da CGD são chamados por um grupo de accionistas de referência do maior banco privado para o salvar do descalabro em que mergulhou. Carlos Santos Ferreira, ligado aos negócios de Champalimaud da venda do Pinto & Sotto Mayor e da Mundial Confiança, nos tempos de António Guterres/Pina Moura, Armando Vara e Vítor Fernandes vão anunciar daqui a pouco a sua renúncia aos mandatos no CA da CGD e a sua transferência para o BCP... Mais uma vez é o maior banco público que vai de novo salvar o maior banco privado e pagar a crise! O BCP salva-se desta vez à conta e à custa do know-how e da credibilidade dos gestores da CGD! Que é desfalcada, agora, nos seus quadros de topo. Assim, a crise do BCP transformou-se, milagre de Natal, numa crise da CGD! Em linguagem psicanalítica, chama-se a isto "transfer"...
Resta uma pergunta: mas por que carga de água é que Carlos Santos Ferreira é assim tão "único"... tão o "homem" da situação? A pergunta tem, claro, uma resposta... como todas as perguntas! Qualquer bom especialista de Inteligência Económica só precisa de meia-dúzia de horas para lhe responder. .
O "complexo neo-corporativo e salazarento" comporta-se como aquela criatura da demonstração de Fred Hoyle tenta no presente garantir o passado para salvaguardar e justificar o futuro...
SÓCRATES ESTÁ EM LISBOA
afinal, o PM não foi de férias...
o bilhete que os ministros lhe ofereceram espera por melhor altura!
COMO AUMENTAR AS EXPORTAÇÕES
um especialista explica o necessário
Alain Juillet, 18 anos à frente da "exportação" de uma multinacional, super-espião não se sabe durante quantos anos e actualmente patrão da Inteligência Económica francesa, na dependência do Primeiro-Ministro, explica como certas (ou mesmo todas...) curvas da economia dependem da IE. Aqui, ele fala sobretudo de exportação, de como aumentar as exportações, de como a Inteligência Económica é a chave para o sucesso no "export". E, claro, sabe muito bem do que fala:
"Intelligence économique : les quatre leçons d'Alain Juillet pour l'export
" « L'intelligence économique (IE) est la clef du développement à l'export ». Ces propos prononcés par Alain Juillet, Haut responsable en charge de l'intelligence économique lors de l'ouverture des "Rencontres export" organisées vendredi à Nanterre par Hauts-de-Seine International * sont une première. Plutôt habitué à participer à des colloques sur l'intelligence économique et la sécurité, Alain Juillet, intervenait cette fois-ci sur le thème spécifique de l'export. Un métier qui ne lui est pas inconnu puisqu'il a été comme il l'a dit « patron à l'export pendant 18 ans du groupe Pernod Ricard »."
« L'intelligence économique (IE) est la clef du développement à l'export ». Ces propos prononcés par Alain Juillet, Haut responsable en charge de l'intelligence économique lors de l'ouverture des "Rencontres export" organisées vendredi à Nanterre par Hauts-de-Seine International * sont une première. Plutôt habitué à participer à des colloques sur l'intelligence économique et la sécurité, Alain Juillet, intervenait cette fois-ci sur le thème spécifique de l'export. Un métier qui ne lui est pas inconnu puisqu'il a été comme il l'a dit « patron à l'export pendant 18 ans du groupe Pernod Ricard ».
Alain Juillet – qui est aussi un ancien de
Troisième point : l'information recueillie ne doit pas être uniquement financière. Elle est aussi culturelle : ainsi on peut louper un contrat en Chine parce qu'on arrive une minute en retard au rendez-vous, alors qu'en Espagne arriver à l'heure est une faute de goût… Mais il faut aussi se renseigner sur les sociétés partenaires (intermédiaires, grossistes, importateurs) qui peuvent avoir pignon sur rue et être néanmoins liées avec des organisations criminelles (mafia, etc.).
Enfin quatrième point plus classique, celui de la sécurisation de l'information. Aujourd'hui de plus en plus de PME ont des problèmes de protection de l'information dans leur démarche export. On ne compte plus les ordinateurs portables volés avec des données sensibles alors que des précautions minima s'imposent comme le cryptage de son ordinateur et l'utilisation d'une clé USB où toutes les informations stratégiques doivent être stockés. Sans oublier de faire attention à ce que l'on dit lors de conversations dans un avion, un train ou au bar d'un grand hôtel… Et plus encore de rester prudent sur ce que l'on montre ou pas à de futurs partenaires étrangers : à titre d'anecdote raconte Alain Juillet, « en chinois le même mot signifie créer et copier »…
* Hauts-de-Seine International est une structure qui regroupe toutes les entités d'appui à l'export dans le département des Hauts-de-Seine : Chambre de commerce et d'industrie de Paris, Conseil général, Chambre des métiers et de l'artisanat, Medef, CGPME et Conseillers du commerce extérieur de France.
A relire : Le Moci n° 1792 du 19 avril 2007 « L'IE racontée aux PME » ; Le Moci n° 1774 du 26 octobre 2006 « IE : les bons logiciels pour les PME » ; Le Moci n°1768 du 14 septembre 2006 « Guerre économique : dans les coulisses de la ripostes ».
Isabelle Verdier
Le MOCI (11/12/07)
LUÍS FILIPE MENESES E
A LÓGICA DA BATATA...
de Carla Bruni a Miguel Cadilhe !
Luís Filipe Meneses diz ao Expresso que admira Sarkozy e quer fazer como ele. Di-lo, porém, num momento em que de Sarkozy só se fala de Carla Bruni! Fica-se um pouco na dúvida sobre o que é que este invejoso quer dizer, a que se refere. Se é de trabalho ou de conhaque, perdão, de champanhe, que ele quer falar. Se é de trabalho, e apesar de tudo o que já mostrou, ainda é cedo para avaliar dos resultados de Sarkozy e para saber se ele vai mesmo conseguir chegar à fasquia que se colocou. Se é de passeatas na Disneylandia com devoradoras de homens, Meneses que se lembre como a sua história já mostrou que não tem estaleca para isso e que nem a Bruni quer um emprego de directora na Câmara de Gaia.
Mas há outra bizarria na lógica desta afirmação. Menezes admira Sarkozy, que admira José Sócrates... Então porque não admira Meneses a José Sócrates?
Os spin-doctors de Meneses devem ter um problema com a Matemática... E Meneses também!
E assim se vê como, se a lógica de certos políticos é uma batata, para Meneses é mesmo um batatal!
Meneses, aliás, cultiva esta lógica de batatal a todas as horas e declina-a sem falhas. Ou melhor as suas falhas (e dos seus spin) podem é ser de memória. Veja-se o caso Miguel Cadilhe.
Meneses avança a proposta de Miguel Cadilhe substituir Santos Ferreira na CGD. Lixa Cadilhe (pela lógica da batata) e ignora duas coisas fundamentais, decisivas e muito caras. Vejamos:
Miguel Cadilhe esteve ligado aos órgãos de gestão do BCP, no "período em causa", e pode no futuro, como tal, ter de esclarecer a quem de direito (SEC incluída) o que por lá andou a fazer... Imagine-se o presidente da CGD a esclarecer à polícia o que fez no BCP! Imagine-se a bronca... Meneses, claro, não o sabia, antes de abrir despudoradamente a boca!
Segundo, o accionista da CGD não precisa agora de nomear ninguém para a presidência da Caixa por dois motivos bem fortes: a saída de Santos Ferreira e de um ou outro administrador não leva à queda do Conselho e o mandato deste Conselho termina já em Março... Lógica da batata e falta de conhecimento juntas em alguém que pretende ser líder do País é de facto demasiado. Um Santana Lopes já chegou!
O PSD tem um problema grave e tem de o resolver... Depressa!
JULIEN GRACQ
Morreu o autor de um (em dois tomos) dos meus livros preferidos. Nao, não é o "Rivage des Syrtes", é mesmo o "Lettrines". Julien Gracq foi-se neste solstício de Inverno. Nunca tive o prazer de o conhecer pessoalmente. Apenas conheci o autor e chegou para perceber a sua estatura e o carácter imprescindível da sua obra. De Gracq se pode dizer que sem ele o século XX francês seria outro e muito mais pobre.
Dizia ontem à noite a AFP, "L'écrivain français Julien Gracq, auteur notamment du "Rivages des Syrtes", est mort samedi à l'âge de 97 ans des suites d'un malaise, a-t-on appris dimanche auprès de son entourage.
L'auteur du "Rivages des Syrtes " et des "Eaux Etroites" avait été hospitalisé en début de semaine après avoir eu un malaise à son domicile de Saint-Florent-le-Vieil (Maine-et-Loire), dans l'ouest de la France, où il vivait retiré depuis de nombreuses années, selon la même source.
Né le 27 juillet 1910 dans ce même village, Julien Gracq figurait parmi les très grands écrivains francais. Il est l'auteur de 19 ouvrages nourris de romantisme allemand, de fantastique et de surréalisme.
Julien Gracq figurait parmi les très grands écrivains francais, auteur de 19 ouvrages nourris de romantisme allemand, de fantastique et de surréalisme.
Homme secret et rétif aux honneurs, Julien Gracq avait refusé le prix Goncourt en 1951 pour son chef d'oeuvre "Le rivage des Syrtes". Mais il avait cependant accepté d'entrer en 1989 dans la prestigieuse collection de Gallimard, la Pléiade.
Jamais édité en poche, ses textes n'avaient connu que des tirages limités, ce qui ne l'avait pas empêché d'acquérir un immense prestige auprès d'un public lettré.
Julien Gracq, de son vrai nom Louis Poirier, étudie à l'Ecole normale supérieure et à Sciences-po et obtient son agrégation d'histoire et de géographie. Il écrit tout en enseignant dans des lycées de Quimper, Nantes, Amiens et Paris. Il a choisi le nom de Gracq pour de simples "raisons de rythme et de sonorité".
En 1938, il présente en vain le manuscrit de "Au château d'Argol" à la NRF (Gallimard). Il s'adresse alors à l'éditeur et libraire José Corti, à qui il restera fidèle durant toute sa vie. En 1939, après avoir rencontré André Breton, chef de file du surréalisme, il devient un compagnon de route du mouvement dont il s'éloigne cependant assez vite.
Avec une perfection de style frisant parfois la préciosité, il était pamphlétaire dans "La littérature à l'estomac" (1950), où il stigmatisait les moeurs littéraires, poète dans "Liberté grande" (1947), critique dans "Préférences" (1967), nouvelliste dans "La presqu'île" (1970) et, bien sûr, romancier dans "Un beau ténébreux" (1945) ou "Un balcon en forêt" (1958). Il était aussi l'auteur de "En lisant, en écrivant" (1981) ou "La forme d'une ville" (Nantes) (1985).
"Un balcon en forêt", "Le roi Cophetua" - une des trois nouvelles composant "La presqu'île" - et "Un beau ténébreux" ont été adaptés au cinéma respectivement par Michel Mitrani, André Delvaux et Jean-Christophe Averty.
Son dernier livre, " Entretiens ", est paru en 2002, et comme dans ses précédents livres, Julien Gracq avait choisi un travail d'édition à l'ancienne, sur des feuillets non massicotés, que le lecteur se doit d'ouvrir au coupe-papier comme un journal intime.
De très nombreux ouvrages savants sont parus sur son oeuvre, traduite en plusieurs langues.
Julien Gracq a abordé des genres différents dans ses 19 livres (poésie, théâtre, critiques, romans, essais, nouvelles, etc...):
- "Au Château d'Argol" (1938)- "Un Beau ténébreux" (1945)- "Liberté Grande" (poésie, 1947)- "André Breton" (étude, 1947)- "Le Roi pêcheur" (théâtre, 1948)- "La Littérature à l'estomac" (pamphlet, 1950)- "Le Rivage des Syrtes" (1951, prix Goncourt, refusé par l'auteur)- "Penthésilée" (adaptation du texte de Heinrich von Kleist, théâtre, 1957)- "Un Balcon en forêt" (1958)- "Préférences" (critique, 1967)- "Lettrines" (essai, 1967)- "La Presqu'île" (nouvelles, 1970)- "Lettrines II" (1974)- "Les Eaux étroites" (1976)- "En lisant, en écrivant" (1981)- "La Forme d'une ville" (1985)- "Autour des sept collines" (1988)- "Les Carnets du grand chemin" (1992)- "Entretiens" (2002)
Ses oeuvres complètes sont publiées dans la collection prestigieuse de Gallimard "La Pléiade"."
No l'Express de hoje, evocação de Julien Gracq:
A SEC DE NEW YORK FEZ
O MILAGRE DESTE NATAL
SEC MUDA TUDO NO BCP
Acabou a brincadeira no BCP, dizia há uns três dias o Claro aqui e explicava porquê, fazendo notar que mal a SEC americana entrou em cena logo "el estático" Vítor Constâncio se mexeu e com ele toda a conjuntura. E tanto e tão rápido mexeu que hoje o BCP já tem novo presidente. Bendita SEC, nem o complexo e nem a Opus Dei lhe resistem!
BCP: Carlos Santos Ferreira demite-se da CGD na quarta-feira
Global Insight's Predictions 2008
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MISS FRANCE EM GRANDE TORMENTA
valérie begue luta pode perder o título
Querem tirar o título de Miss France a este anjinho! Inadmissível e injusto! Segundo a AFP, A presidente do Comitê Miss França, Geneviève de Fontenay, pediu o "afastamento imediato" da miss França 2008, depois que uma revista publicou nesta sexta-feira fotos da vencedora do concurso em poses ousadas.
A revista Entrevue publicou nesta sexta várias fotos de Valérie Begue, nascida na ilha Reunion, em poses particularmente ousadas.
Em uma delas, Valérie aparece lambendo o conteúdo de um pote de iogurte, enquanto em outra a Miss aparece de biquini simulando estar crucificada.
A ex-Miss Reunión 2007, eleita em 8 de dezembro, respondeu em declarações à Radio Free Dom (Reunión) que "não quer sair", dizendo-se "traída pela publicação de fotos pessoais tiradas há três anos".
Claro, o anjinho tem toda a razão. Estamos contigo, oh Valérie, essa Geneviève deve mesmo ser a bruxa má!

EM 2008, O MUNDO VAI
SER AINDA MAIS ASSIM:
Um 2008 com mais inteligência económica, claro.
Claro deseja Bom Ano a todos os que contribuem para o fazer, a todos os que lêem, comentam e criticam. Happy New Year!

BCP: ACABOU A BRINCADEIRA
... A SEC JÁ ENTROU EM CENA !
Dura há anos a brincadeira de investigações ao BCP. Tão brincadeira que até se reabrem investigações fechadas e arquivadas há anos. De facto, parece, ninguém queria investigar nada. Talvez temendo encontrar o que não queria ver. Por isso, era tudo pro-forma. E nisso consistia a brincadeira. Depois do inconveniente Berardo ter metido os pés na gamela, indo à PGR e dizendo o que lá tinha ido fazer e lá tinha dito, não há ninguém que acredite que as "autoridades" encarregues dos mercados financeiros eram ou são assim tão naifs ou mesmo néscias...
Acabou, porém, a brincadeira. Jardim e seus pares cometeram em tempos um erro que lhes está já a sair caro: cotaram o BCP na Bolsa de Nova Iorque. Agora, a SEC, Securities and Exchange Comission, resolveu entrar em cena e iniciar as suas próprias investigações. Milagre! Até o estático do Vítor Constâncio se mexeu! E chamou logo ao Banco de Portugal accionistas de referência e administradores do BCP! Milagre... a SEC faz milagres!
Nota: esta guerra do BCP é a mais grave crise que o complexo neo-corporativo e salazarento alguma vez atravessou. E se não lhe é fatal, vai certamente deixá-lo muito diminuído nas suas capacidades.
Nota 2: Esta guerra do BCP é também o primeiro exercício, em grande escala e com fogo real, de "guerra da informação" ou "info-guerra", em Portugal. E vai ser durante os próximos anos um case-study (nos sítios, claro, onde se estudam estas coisas e nenhum, é em Portugal...). Para já, há uma primeiríssima conclusão a destacar: imune a tudo (sobretudo ao que se passe em circuito fechado), o "complexo" é frágil quando atacado pela "guerra da informação"... Voltaremos, em breve, a esta matéria da "info-guerra" no BCP.
KYOTO COMO FIASCO
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One would think that countries that committed to the
And one would be wrong.
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In fact, emissions from the
World and
Update: In response to a reader request, here is a link to the table showing increases in absolute numbers, not percentages.
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Al Qaeda Grows Its Web Presence Uninterrupted
análise da Stratfor
Dec 20, 2007
AGRICULTURA: "BRAVO" SR. MINISTRO
Finalmente, um Governo com um ministro da Agricultura que sabe negociar na Europa e sabe ultrapassar aquele ciclo fatal dos subsídios aos cortes, aos abates e aos arranques... Não faz discursos mas sabe trabalhar e apresenta resultados. Bons. De trabalho bem feito. Caso raro entre os políticos cá do sítio. Bravo!
REFRESCAR O GOVERNO
Obras Públicas, Economia, Saúde, Defesa e Ambiente são os casos mais evidentes de esgotamento político, quando o Governo vai a meio do mandato. Deixá-los continuar é tê-los (e vê-los) a arrastar-se por aí. E a arrastar consigo o Governo. A poluir o conjunto com uma imagem negativa. Tudo o que Sócrates não pode permitir no ano véspera do concentrado eleitoral de 2009.
Justifica isto uma “remodelação”? Do meu ponto de vista, não. Aliás, é mais que tempo de acabar com esse conceito, próprio de antigos tempos muito periclitantes e em que o primeiro-ministro “remodelava” para reagir a evoluções intempestivas da conjuntura. E não por esgotamento das políticas ou de governantes. Hoje, mexer num governo não implica já uma “remodelação”.
Este primeiro-ministro tem a compreensão e o apoio da opinião pública e as sondagens mostram que a política deste Governo tem o apoio da maioria do eleitorado. Mas sente-se, sabe-se e até se mede o “desaparecimento em combate” de certos ministros e alguns sectores governamentais.
Sem remodelação, como resolver esta contradição? Mas é óbvio: resolvendo os problemas que existem no Governo. E, ao contrário do que a análise do superficial se habituou a dizer sem pensar, isso tem outras respostas que a tradicional “remodelação”, com seus cortejos de entradas e saídas, conversas
Vendo bem, basta um “refresh” da estrutura do governo. Metodologia: salta quem está esgotado. Não há grandes entradas mas sim ajustamentos da estrutura. E está a limpeza feita, sem alaridos. Resultado: governo pronto para enfrentar 2009 e sua maratona eleitoral. Compacto, ágil e pró-activo… Coisa à imagem deste Primeiro-Ministro.
BASTONÁRIO INSULTA OS MÉDICOS
Derrotado por Miguel Leão, na primeira volta das eleições para a Ordem dos Médicos, o actual bastonário, Pedro Nunes, suspendeu as suas funções (no momento em que o PGR ameaça a Ordem por causa da eventual inconstitucionalidade do "código de ética", dado que Pedro Nunes não soube tratar o problema) e declara que a votação em Miguel Leão é "uma vitória do ministro da Saúde"... Como foram os médicos que votaram em Miguel Leão, o sr. Pedro Nunes, obviamente, está a dizer que os médicos são, no mínimo, estúpidos! É uma forma muito singular de representar os médicos: fugir às responsabilidades e declarar os médicos uns cretinos!
Pedro Nunes, há muitos, muitos anos a funcionar no aparelho da OM, teve em tempos alguém a abrir-lhe uma vaga de oftalmologista num hospital público. Mas, agora, o homem parece é estar cego. Ceguetas, mesmo!
A segunda volta é a 16 de Janeiro. Vamos ver que lhe dizem então os médicos.
Se não fosse trágico, para os médicos, estas reacções eram pelo menos cómicas...
Os Melhores Blogs de 2007 O CLARO, o pioneiro da "competitive intelligence" em Portugal, e o Inteligência Competitiva, já histórico na tribo entretanto surgida nesta área, associaram-se para nomear, na sua perspectiva, os melhores blogs deste 2007. Foi uma excelente iniciativa pois, se outro interesse não tiver, proporcionou um tempito de boa, agradável e profícua conversa sobre a blogos dos portugueses. Aqui vai então a lista das conclusões a que chegámos, nos campos que definimos, fazendo notar a inclusão de um de New York e de um outro de Paris, ou seja, o Portugal dos Portugueses sempre foi global, a concepção que o Estado tem do País é que, em certas épocas, não alcança nem acompanha a realidade: Inovação: Reflexivo: Design: Inteligência Competitiva: Viajante: Diáspora: Académico Arejado: De Debate:
Literário: .
Também se considerou a necessidade de assinalar alguns "missing in action" que representam perdas notáveis em 2008. Assim, lamenta-se o desaparecimento da saudável loucura do "Je suis snob" (Ana, um beijo), a paralização do "Estado do sítio", a implosão do "Tugir"... . E, "prontes", para o ano, prometemos, há mais. Bom 2009 a todos, que do 2008 já estamos a tratar.
PCP CEDE AO CHARME DA CCP . Continua o namoro do PCP com a CCP... Os comunas devem sentir nesta sigla, apesar da falta de um "C", um charme nostálgico! Há semanas, a CCP tinha proposto à CGTP uma greve conjunta contra as políticas do Governo. Agora, resposta do pastor à pastora, chega a delicodoce reacção comunista.
Segundo a Lusa, o "PCP propõe como regra o encerramento de todo o comércio aos domingos e feriados . O grupo parlamentar do PCP entregou hoje um projecto de lei que prevê como regra o encerramento de todo o tipo de comércio aos domingos e feriados, para defender o comérc … "
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Pois, é assim. Mais dia, menos dia, conservadores e reaccionários encontram-se todos à esquina, a tocar a concertina e a bailar o solidó... A isto, costuma dizer a ironia francesa, "les beaux esprits se rencontrent"... Mas será só flirt platónico ou vão acabar mesmo na cama? O secretário-geral era um exímio e charmoso dançarino, habitué de bailes de bombeiros, mas óh Jerónimo, francamente, o camarada está mesmo muito prosmíscuo. Nunca pensei que tomasse tão a sério as leituras da Clara Zetkin!
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Pois é, assim vão as vidinhas nas capas baixas do "complexo neo-corporativo e salazarento"... Que as altas estão noutras guerras, na do BCP e na do betão (que não pode parar...). E tudo isto existe e tudo isto é triste, mas não é fado!
via Pitigrili

A foto premiada retrata o casamento entre Mohammed, homem que tem mais de 40 anos, e Ghulam, menina de 11 anos.
A fotógrafa norte-americana Stephanie Sinclair posa com um cartaz da sua imagem que foi escolhida a melhor do ano pela Unicef, Fundo das Nações Unidas para a Infância.
Quando hoje comentei o assunto com a minha neta, ela disse-me que se "trata de costumes deles". Expliquei-lhe que pedofilia é pedofilia, e que dizerem que se trata de um costume ancestral não passa de desculpa.
Podemos ver o que diz sobre o assunto o Corão:
Les rapports de Mohammed avec ses épouses - Aïcha, 9 ans
Examinons le Hadith suivant, mais est-il besoin de rappeler qu’il s'agit d'un homme de cinquante-trois ans (53 ans) qui épouse une " femme " de neuf ans (9 ans)...
Ver ainda:
Les rapports de Mohammed avec ses épouses - Aïcha, 9 ans
Selon le Coran, l'Homme a le droit de frapper sa femme !!
Briser les Chaînes de la Religion
DOMINIQUE DE ROUX
"Il faut partir", livro do ano

Dominique de Roux, como por um bizarro acaso, morreu (num dia que ia apanhar o avião de Paris para Lisboa) dias depois de publicar o "Quinto Império", para mim o melhor romance sobre o século XX português, com um olhar fulgurante e uma prosa soberba. Uma torrente avassaladora, de um apaixonado de Portugal, que sofreu um boicote de silêncio...
"Il faut partir. Correspondances inédites 1953-1977", recentemente editado pela Fayard, volta a ter Portugal como fundo e como personagem. Não se enganou o editor parisiense na foto que escolheu para a capa.
Mas a grande surpresa é a que é apontada na última edição do Le Point. Os jovens franceses fizeram de Dominique de Roux um ídolo literário e "Il faut partir" foi este ano um êxito de livraria, tornando-se um dos "livros do ano" em Paris.
"Toi seule as compris qu'en moi écrire c'est être fidèle à une certaine douleur", em carta a uma certa portuguesa.
Em New York, Pitigrili (um abraço, amigo) deve gostar de o saber...

SARKOZY: ARRANJO NO GOVERNO E
MUITA INTELIGÊNCIA ECONÓMICA
Sarkozy, apesar das modelos e cantoras que cirandam à sua volta (além de Carla Bruni e Yang Erche Namu, ele já foi visto com outra cantora, Chimène Badi), não perde o norte político. Depois de ter vendido milhares de milhões de produtos tecnológicos a Khadafi, Sarkozy põe os seus ministros sob pressão, anunciando desde já, embora discretamente, que procederá a "arranjo" do seu governo, logo a seguir às próximas autárquicas de Março. Um seu colaborador muito próximo avisa mesmo que "ninguém se deve considerar fora de alcance, nem protegido".
Uma atitude política, de gestão do pessoal político, nos antípodas da portuguesa que tem a mania de desmentir o óbvio, de manter autênticas pilecas como cavalos de alta escola e negar sempre estas "valsas", tendo havido mesmo "remodelações" anuladas só por algum media ter rompido o segredo... Temos, portanto, ainda muito a descobrir e aprender sobre gestão política em democracia. Não só de técnicas de "arranjos", mas também de técnicas de vendas.
Depois de ter vendido a Khadafi o equivalente a mais de um décimo do PIB português, Sarkozy tem já Angola na agenda, para o início de 2008, mas também Riad, em meados de Janeiro, tendo já feito os trabalhos de casa para que esta viagem de forte pendor económico seja mais um êxito. Depois será o México e, em Maio, o Perú...
Reparem: Líbia, Angola, Arábia Saudita, México... tudo lugares de petróleo e de muitos petro-dólares! É de nos perguntarmos se no Perú não terá sido descoberto gás ou petróleo. Sarkozy sabe que, apesar das mudanças tecnológicas em curso no modelo energético, o após-petróleo não é para amanhã. Numa conjuntura de alta de preços dos hidrocarbonetos, Sarkozy montou uma estratégia para tirar partido disso, garantir abastecimentos e reforçar ligações. E ainda viabiliza economicamente segmentos tecnológicos inteiros, start-ups e também a aeronáutica... A célula de inteligência económica do Eliseu está mesmo a trabalhar! E o seu protagonista político sabe mesmo jogar...
RIVAL DO BENFICA
O Benfica anda atrás de Maxi Lopez, do Dinamo de Moscovo, mas não anda sózinho... Esta piquena, Wanda Nara, também. Ela voltou há pouco de Moscovo e anunciou que o casório será para o verão, sem muitos convidados mas "apenas uns 150 amigos". Se o Benfica falhar a corrida (como começa a ser costume), a fileira portuguesa moda/têxtil não terá a oportunidade de fornecer uns trapinhos e outros acessórios a esta tão necessitada... Que nesta foto foi um pouco sombreada para não chocar alguém mais púdico, pois isto aqui não é nenhum site de gajas, embora, como dizia o velho Terêncio, "nihil humanum a me alienum puto »
MAIS UMA CANTORA PARA SARKOZY...

Carla Bruni corre o risco de ficar amarela e de olhos em bico. Outra cantora e modelo quer disputar-lhe o privilégio de se pendurar no braço de Sarkozy. Segundo o site Aujourd'hui La Chine, "Namu, mannequin et chanteuse, très célèbre en Chine, multiplie les étonnantes déclarations d'amour à Nicolas Sarkozy... Pour Aujourd'hui
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"Épouser", diz ela... Não lhe chega dar uma voltinha? Estas chinesas são loucas... Pobre Sarkozy!
Yang Erche Namu, cantora e modelo célebre na China e originária de uma tribu matriarcal próxima do Tibete, onde as mulheres escolhem os maridos, escolheu Sarkozy. Diz ela que o que quer dizer ao preisdente da França é "escolhe-me, pois eu serei uma mulher perfeita para ti e eu vou amar-te à minha maneira, meu amor..."
FOLHETINIZAÇÃO DA POLÍTICA
Sarkozy e Carla Bruni: No Promises,
ou como uma modelo substitui outra!
Capa das revistas "people" e na primeira página da imprensa séria, a saída de Sarkozy com a modelo e cantante Carla Bruni (uma modelo substitui outra...) está a meter em sistema de folhetinização a vida política francesa. Após a semana negra (mas fabulosamente proveitosa) de Khadafi, Sarkozy matou essa estória com um passeio de Carla Bruni atrelada. É, claro, uma estratégia de comunicação, medida e executada ao milímetro. Que mata
vários coelhos com uma... Carla!
Adeus, (como é que ela se chamava, a outra...?), olá, Carla...
Para o L'Express, "Le timing de cette annonce est vu comme un artifice de communication pour faire oublier la polémique sur la visite de Kadhafi à Paris."
E o articulista do L'Express cita a reacção de outros editorialistas franceses:
"Pour Jacques Camus, de
"De là à penser que Carla Bruni ne sera pas la dernière, il n'y qu'un pas, que franchit Francis Brochet, dans Le Progrès: "N'en doutons pas, connaissant notre Président, il y aura d'autres Premières dames, et elles seront également belles et célèbres", augure-t-il.
"C'est que Nicolas Sarkozy "est jeune, il est vivant, il est heureux, il peut tout se permettre: le message est-il assez clair?" lance Olivier Picard dans Les dernières Nouvelles d'Alsace."
Um combóio pode ocultar outro, avisava a velha CP,
E prossegue o L'Express: "En effet, "à la trogne d'un dictateur libyen succède comme par miracle le minois d'une belle Italienne", remarque Didier Pobel dans Le Dauphiné Libéré.
"Une coïncidence? Pas pour pour Daniel Ruiz, dans
"Michel Lepinay, dans Paris-Normandie, pense lui aussi qu'il était "urgent d'allumer un contre-feu" et ajoute: "à l'époque de Néron on offrait au peuple du pain et des jeux. Il s'agissait des jeux du cirque. Sous Sarkozy, c'est plutôt les feux de l'amour sur papier glacé".
"Dans le Midi Libre, Roger Antech remarque lui aussi que "Nicolas Sarkozy est passé de la visite controversée de Kadhafi à son idylle avec Carla Bruni, comme il avait sauté auparavant de la grogne sur la réforme des régimes spéciaux de retraite à son divorce avec Cécilia". Et conclut: "A défaut d'incarner les Pères Noël sur le pouvoir d'achat des Français, Nicolas Sarkozy leur raconte, depuis Eurodisney, des histoires de princesses charmantes."
Ok, mesmo os que não gostaram é disso que falam... Presidente Sarkozy, aumente a avença desses spin-doctors. Eles são uns mestres!
Iran Receives Nuclear Fuel in Blow to U.S.
By HELENE COOPER![]()
Ler Aqui
"Se ele é de plástico, é de um plástico duro"
.
"Portrait
Il l’a traité
José Sócrates. Blairiste et déterminé, le Premier ministre socialiste portugais, 50 ans, a été la cheville ouvrière du traité simplifié, signé jeudi à Lisbonne.
JEAN QUATREMER photo Francisco LEONG. AFP
Rendez-vous a été pris pour un dîner à Lisbonne au Palácio de São Bento, la résidence du Premier ministre portugais. Quelques jours auparavant, coup de téléphone de l’une des proches de José Sócrates : «Jean, qu’est-ce que tu veux manger ?» Passé le premier moment d’étonnement - imagine-t-on l’Elysée s’enquérir des goûts culinaires d’un journaliste ? -, il faut se rendre à l’évidence, ce n’est pas une blague. Va pour des amêijoas (palourdes) en entrée et du canard au lieu du national bacalhau (morue) suggéré… Le cadre est posé : on n’est pas reçu par un Premier ministre coincé dans l’apparat de sa fonction, mais pour une conversation à bâtons rompus, sans limite de temps imposée. Sócrates, en bon animal politique, aime charmer et se donner le temps de convaincre. La soirée va d’ailleurs durer plus longtemps qu’on ne s’y attendait, vu l’agenda bousculé de celui qui préside l’Union européenne depuis juillet.
Qu’on en juge : il vient de recevoir, jeudi dernier, ses vingt-six partenaires à Lisbonne pour signer le traité qui remplacera la défunte Constitution européenne et d’enchaîner avec le sommet de Bruxelles, vendredi. Un sommet qui marque la fin d’une présidence considérée par ses partenaires comme un succès. De fait, Sócrates s’est sorti haut la main d’un exercice à haut risque. Des succès, il en a engrangé, comme sur l’harmonisation de
Dans son pays, il a entrepris des réformes qui font apparaître celles de Nicolas Sarkozy comme de sympathiques amuse-gueules. En un an, il a dû affronter trois grèves générales, une grogne sans précédent dans un pays habitué à vivre à crédit.
Sócrates est un «homme de conviction», estime Luisa Meireles, journaliste à l’hebdomadaire Expresso. Il s’est fait tout seul, contre l’establishment. Nombre d’éditorialistes le jugent «provincial», lui qui est né dans un village pauvre du nord du Portugal. «Mon père, architecte, s’est arraché à la misère, rappelle-t-il. C’est vrai, je suis un provincial, je me suis fait sans demander la permission à personne. Je n’ai pas d’alliés parmi les maîtres à penser portugais et l’aristocratie de gauche.» Avant de prendre le contrôle du PS, en 2004, alors que le grand quotidien portugais Público milite pour son adversaire, et d’obtenir dans la foulée la majorité absolue lors des élections législatives de mars 2005, il n’était qu’un politicien mineur : ses postes de secrétaire d’Etat puis de ministre de l’Environnement sont ses seuls faits d’armes. «Il est venu de nulle part, renchérit Luisa Meireles. Il est très déterminé, travaille beaucoup. Il aime tout savoir, tout contrôler.» Ce qui ne lui vaut pas que des amis. Il a eu droit à son lot de campagnes diffamatoires. Ainsi, l’opposition a tenté de jouer sur la vie privée de ce divorcé, père de deux garçons de 14 et 12 ans issus de son mariage de sept ans, et qui vit désormais avec une journaliste du Diário de Notícias, Fernanda Câncio. Il a été «accusé» d’être homosexuel, ce qui reste difficile à porter dans ce vieux pays catholique. Contre l’avis de ses conseillers, il a refusé de s’afficher avec sa compagne pour répondre à cette campagne et a assumé. «Ma vie privée me regarde», affirme celui qui fuit les dîners en ville. Il a même dû justifier, en début d’année, des conditions d’obtention de son diplôme d’ingénieur, mises en cause par Público. Lorsqu’il en parle, il s’énerve encore : «Vous vous rendez compte que j’ai même dû me soumettre à l’enquête d’un procureur indépendant !» Sócrates a la rancune tenace : «C’est quelqu’un de très sanguin, il a un problème avec la presse. Il est difficile de le critiquer, il le vit mal», regrette le patron de Público, devenu son meilleur ennemi. Mais, à la différence de Nicolas Sarkozy, José Sócrates ne téléphone jamais aux journalistes…
Le programme de réformes douloureuses qu’il a engagé passe mal au Portugal, ce qui explique aussi l’hostilité de la presse, même si, curieusement, sa popularité n’en souffre pas : «C’est un miracle», s’étonne-t-il. En moins de deux ans, il a ramené le déficit public de 6,83 % du PIB, héritage de son prédécesseur, Barroso, à 3 %, a réformé les régimes spéciaux de retraite et la sécurité sociale et, surtout, a commencé à diminuer le nombre pléthorique de fonctionnaires : 18 000 de moins sur un effectif de 480 000 (pour 10,5 millions d’habitants). En dehors des policiers, des militaires, des juges et des diplomates, ils sont même tous passés sous régime de droit privé, et la rémunération au mérite a fait son apparition. «Tout le monde a défilé contre le gouvernement, soupire-t-il, mais pour que ces réformes passent on a commencé par réformer le régime généreux de retraite des députés et des anciens Premiers ministres et on a augmenté les impôts des plus riches.» Et, note-t-il ironiquement, il n’a pas augmenté son salaire - 5 000 euros net par mois -, et il refuse d’occuper le Palácio de São Bento.«Si la gauche considère que je mène une politique de droite, elle a tort : je remets sur pied l’Etat social. Les nations endettées ne sont pas libres. La gauche, ce n’est pas l’immobilisme, c’est le mouvement, l’évolution.»
Le social n’a pas été oublié : l’avortement et la procréation artificielle ont enfin été autorisés, et il a introduit une loi sur la parité afin de lutter contre le machisme local. Mais il n’entend pas aller jusqu’au mariage homosexuel comme en Espagne, ce qui lui vaut des engueulades avec sa compagne, beaucoup plus libérale que lui en matière de mœurs. Il se reconnaît un défaut : une certaine arrogance. «Lorsque j’ai le sentiment d’avoir raison, je ne lâche pas.» Il a une ligne, et s’y tient. Ce n’est pas l’avis du patron de Público : «C’est un homme en plastique, un pragmatique qui sait prendre le vent. Il n’a pas d’idéologie. S’il réforme l’économie, c’est parce qu’il n’avait pas le choix et que les réformes avaient été engagées par Barroso.» Mais ce pragmatique a choisi de poursuivre le mouvement alors que ses prédécesseurs socialistes ont toujours opté pour l’immobilisme et la dépense publique. S’il est en «plastique», c’est un plastique dur."
O PROBLEMA DOS RISCOS NA IMAGEM
A imagem é um dos activos mais preciosos de uma empresa ou de uma instituição, mesmo se alguns decisores ainda não o perceberam ou não sabem como tratar e resolver o assunto. A perda de imagem, o atentado à imagem (hoje tão simples de preparar e organizar, nestes tempos de guerra da informação...) é um dos riscos maiores para uma empresa. E não se fala só de empresas cotadas. A globalização, com a sua internacionalização dos mercados e aumento brutal dos fluxos de informação, veio, é claro, acentuar o problema deste "risco imagem". Quase metade das empresas europeias reconhece não estar preparada para fazer face ao risco que mais temem: a perda de imagem. Um grande mercado em perspectiva...
Um estudo mundial da AON sobre a gestão de riscos mostra que "44 % des entreprises européennes ne sont pas préparées à la gestion du risque qu’elles redoutent le plus : la perte d’image".
O estudo foi realizado "auprès de 320 entreprises multinationales dans 29 pays représentant 18 secteurs d’activité (...), leur chiffre d’affaire cumulé est de plus d’un milliard de dollars".
Segundo o estudo, "en Europe, 44 % des entreprises ne sont pas préparées à affronter le risque qu’elles craignent le plus : la perte d’image. Dans le seul secteur des banques et institutions financières ce chiffre atteint même 67 %."
"Hervé Houdard, Directeur Général Délégué d’Aon France, indique que « les directions considèrent que l’image de marque est une des richesses les plus importantes pour la compétitivité de leur entreprise. Mais, elle est également la plus intangible et donc la plus difficile à protéger. Aussi, la première étape pour l’entreprise passe par l’identification, la quantification et l’analyse préalable du risque ». Cette étape est considérée par les entreprises interrogées comme leur première priorité dans les deux ans à venir pour éviter notamment : la contre publicité, le coût accru des litiges, la baisse de la part de marché, la diminution de la valeur de l’action, le déclassement des « ratings », la difficulté à recruter et à retenir les meilleurs talents."
Étude mondiale sur la gestion des risques 2007
SALAZAR ESTAVA AVISADO
DA INVASÃO INDIANA EM 61
AMERICANOS E INGLESES ATÉ DERAM A DATA EXACTA
Os três territórios do Estado Português da India - Goa. Damão e Diu - caíam há 46 anos em poder da União Indiana, após uma forte intervenção militar indiana para os "libertar". Foi na noite de 17 para 18 de Dezembro que a invasão aconteceu. Desde então pouco se estudou o que aconteceu. Compreende-se... O regime salazarento tinha nos territórios da India uma presença militar escassa, sem uma cadeia de comunicações, comando e controlo e nem fornecia as necessárias munições aos militares que lá estavam (há aliás a famosa estória dos "chouriços"...). Salazar exigiu a estes militares que se deixassem matar em caso de invasão, para ter um tema de propaganda. Como os militares se bateram enquanto puderam e tiveram armas e munições (com alguns casos de bravura absoluta) mas não aceitaram deixar-se matar estupidamente, foram achincalhados e maltratados pelo regime que procurou colocar uma pedra no assunto, depois dos protestos formais usuais. Além dos militares, Salazar procurou outros álibis. Uma outra vítima dessa estratégia de propaganda foi a Inglaterra (e também os Estados Unidos) acusada de não ter cumprido aquilo a que estava obrigada pela velha Aliança. Ora, os ingleses, é sabido, tinham avisado com meses de antecedência que no contexto e na legalidade da época não era possível à Inglaterra fazer coisa alguma em caso de invasão e que o articulado da Aliança não se aplicava no caso. Até os jornais ingleses discutiram o assunto com meses de antecedência... Nada disto, porém, chegou à opinião pública portuguesa, submetida a uma censura asfixiante. A "surpresa" foi também um dos temas da propaganda salazarenta. Como se pode ver pelos dois documentos oficiais, reproduzidos abaixo, não havia qualquer surpresa. Havia sim total incompetência técnica, política e estratégica. E muita, muita, mentira para ajustar a estúpida da realidade ao inteligente pensamento desse provinviano pretensioso que esmagava o País com as suas botas de elástico.

Em 10 de Dezembro já o ataque era considerado "iminente" e deviam "prever o pior" e "a hipótese de ficarem prisioneiros muitos portugueses"... Mas o comando militar em Goa de que foi realmente informado? Que medidas militares se prepararam? Como se sabe nenhumas! Ter os "súbditos da UI" debaixo de olho para os poder prender e controlar os respectivos interesses era a "grande estratégia salazarenta". Incapazes de soluções políticas, foram uns incompetentes absolutos quando chegou o momento fatal a que a sua patética política levava e, forçosamente, implicava.
No segundo documento, a estupidez confirma-se.
Depois de citar as informações recebidas dos Estados Unidos, concluem que "devem ser reforçadas todas as medidas de segurança (obviamente, em Portugal e nos restantes territórios e não nos de Goa, Damão e Diu...) não se perdendo ocasião de afirmar a autoridade e a determinação de continuar na linha traçada". Ou seja, o avançado autismo do regime levava a que ele já não fosse deste mundo...

Está Tudo Doido?! Vão Dissipar o QREN... a Comprar Palácios?!
O DESAFIO DA STRATFOR
ainda acerca do relatório "National Intelligence Estimate on Iran" e das diferenças entre "news" e "intelligence", ou entre o Google e a Stratfor:
"If you want 4.08 MILLION far-left, far-right, and everything-else opinions, go to Google. If you want Intelligence - unvarnished and factual - come join Stratfor. Dr. Friedman has put together a short video on the difference between "news" and "intelligence." Take a look, and you'll understand how our intelligence team provides facts, not opinions. "
o vídeo de George Friedman, "What is Intelligence?", está Aqui
ADVOGADOS, BASTONÁRIOS, JÚDICE,
ÉTICA E O MERCADO ENCLAUSURADO
O mestre José da Grande Loja poderá não ser advogado mas que sabe de direito e que conhece todas as suas linhas tortas, bem como todo o campo da chamada "Justiça" é coisa de que ninguém pode duvidar. Daí a importância de citar a sua análise sobre as "bastonadas" que envolvem os três últimos responsáveis da Ordem dos Advogados e sobre a actuação de José Miguel Júdice. Parece-me, contudo, que mestre José se coíbe bastante de nos dizer tudo o que sabe... Mesmo assim vale a pena lê-lo e, mesmo sem estar de acordo com ele, meditar no que ele escreve:
" Bastonadas
José Miguel Júdice, o advogado ubíquo nos media, deu hoje, outra vez, um ar de sua graça, ao qualificar o bastonário que o precedeu, na Ordem, Rogério Alves e ainda o recém eleito, Marinho e Pinto. Ao Diário de Notícias de hoje, disse:
"Se o mandato de Rogério Alves foi uma tragédia, o de Marinho Pinto será uma tragédia ao quadrado."
A polémica com Rogério Alves, começou quando Júdice admitiu, ao Jornal de Negócios, que o Estado deveria consultar as três principais sociedades de advogados - entre elas a sua, PLMJ - nos grandes negócios. Rogério Alves, por causa disso, accionou o ex-bastonário e em Julho de 2006, realizou-se o julgamento na Ordem dos Advogados,
No entanto, não recorreu par os tribunais comuns. Prefere as bastonadas, na imprensa.
Publicado por josé 22:58:00 1 comentários Links para este post
" Marinho e Pinto, bastonário da ordem ética
Marinho e Pinto, novo Bastonário dos Advogados, eleito por uma maioria expressiva de votos, numa entrevista hoje ao Público, explica a razão de fundo pela qual o antigo bastonário, Júdice, já o considerou uma tragédia ao quadrado. À partida, Marinho e Pinto, não respondeu à letra, o que só o dignifica na função que exerce e augura bons motivos de esperança numa renovação e agitação da anomia vigente.
Marinho e Pinto, diz uma coisa singela que toda a gente percebe, menos certos políticos, acolitados pela inteligentsia dominante e por motivos também óbvios que ficam claríssimos. Diz que há promiscuidade entre os governantes e certos escritórios de advocacia e que isso se traduz em favorecimento monetário. Dinheiro, portanto, é a questão. Como sempre, aliás.
Como se sabe, Marinho e Pinto questionou abertamente o poder político, o Governo, melhor dizendo, para esclarecer quem são os escritórios de advogados que usufruíram de contratos com o Estado-Administração central, em negócios públicos. Quis saber quanto é que o Estado ( Governo) gastou, ou seja, o que lhes pagou concretamente em euros, em contratos de prestações de serviços avulsos, avenças e intermediação em negócios do Estado com particulares ou até com outros estados.
Esta interpelação é considerada pelos bem pensantes, alguns comentadores incluídos, tipo quadratura em círculos, uma afronta, um despautério.
No entanto, Marinho e Pinto, com este discurso aparentemente singelo e que Júdice e apaniguados, considera terrorista, põe o dedo na ferida do nosso Estado a que chegamos.
Como somos uns pelintras, uns pedintes da União Europeia , sem dignidade para podermos ter instituições com um pouco mais de projecção, além dos Diários da República, com intelectuais que nos envergonham e um primeiro-ministro que Vasco Pulido Valente, com muita benevolência, classifica hoje, no Público, como um "herói de plástico, uma invenção" , a figura real de Marinho e Pinto, como bastonário da Ordem dos Advogados e com o discurso que anda a fazer – e que não será por muito tempo, estou certo- é uma bênção nos tempos que correm.
O Bastonário da Ordem dos advogados, diz hoje no Público, coisas sobre aqueles que puseram o "herói de plástico" no lugar em que está: o do ridículo permanente, como figura pública.
"Não gosto de ver situações em que há advogados políticos que têm um pé no escritório, um pé na Assembleia e, ás vezes, têm também as mãos no Governo, com poder para condicionar até designações de membros do executivo…" "estou a referir-me a situações de promiscuidade entre o poder político e alguns escritórios. Quero mais transparência e quero concursos públicos para a contratação pelo Estado de serviços de advocacia.
À pergunta- "devia ser incompatível ser advogado e deputado?"- Marinho e Pinto larga uma bomba nuclear para o nosso sistema democrático de trinta anos:
" Claro. Quem participa na administração da justiça não pode participar na feitura das leis. É um princípio sagrado. Quem faz as leis não pode ter clientes privados, pois há houve suspeitas de que se fizeram leis para clientes ."
Não é preciso ir mais longe na entrevista. Nem sequer citar, para aplaudir, a parte em que refere que o problema da magistratura, é que há alguns magistrados que têm " a sensação de poder sem limites e que coloca em causa o Estado de Direito, a República."
É preciso, sim, perguntar a opinião, acerca disto, da tal promiscuidade de escritórios de advocacia com o Governo, a António Vitorino, Nuno Morais Sarmento, José Miguel Júdice ( precisamente), José Lamego, Ângelo Correia, Duarte Lima, José Pedro Aguiar Branco, Luís Candal ( ou ao mais velho Candal, já agora e para explicar como foi aquilo das amnistias), Jorge Neto, Luís Pais Antunes ( sócio da PLMJ de Júdice et al), Osvaldo Castro, Ricardo Rodrigues, Vitalino Canas. São todos advogados e quase todos são ou foram deputados.
Para além destes, conviria saber o que pensam os membros do Grupo de Trabalho- Registo de Interesses, na Comissão de Ética da Assembleia da República, composto por : Ana Maria Rocha, Feliciano Barreiras Duarte, João Oliveira, Pedro Mota Soares e João Fazenda.
Principalmente e por último, procurar saber o que pensam aqueles líderes de opinião que têm familiares directos nos escritórios dos maiores advogados.
Por exemplo, Vital Moreira, cujo filho é sócio do escritório de Jardim, Sampaio, Caldas & Associados. Por exemplo, também, a António Lobo Xavier, que faz parte, como sócio, da grande sociedade Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva. Também, como exemplo, António Vitorino, sócio da firma de André Gonçalves Pereira, uma das beneficiárias, em tempos, da filantropia da Galp Energia. O caso de António Vitorino e outros, assenta, porventura, no teor das considerações de Marinho e Pinto, sobre o exercício da advocacia, o cargo de deputado e o poder de influência no governo.
São estes, e outros certamente, os casos que estão no espírito de Marinho e Pinto quando diz o que disse. E muito bem dito. Marinho e Pinto, não está sozinho, nestes propósitos. Tem mais de sete mil advogados que votaram nele e milhares de pessoas que concordam com ele. Milhões, porventura, se fossem esclarecidas. Só o não são, porque os media não querem. E podemos especular porquê...
Publicado por josé 14:49:00 7 comentários Links para este post "
Nota: sobre estas matérias, suas funções e seus mercados, devo dizer que sou muito céptico, um pouco como o era, com o mundo, Montaigne, esse francês do sudoeste que era filho de uma família fugida de Portugal, como aconteceria décadas mais tarde com o holandês Spinoza. Nunca me esqueço do que aprendi em Louvaina, na "introdução ao direito": "Le droit c'est un code, la justice c'est simplement rendre à chacun ce que lui est du". Em Portugal, estamos a anos-luz disto...
Montijo não serve para aeroporto civil Uma grande entrevista, sem papas na língua, de um coronel piloto e ex-Comandante Operacional da Força Aérea ao Correio da Manhã, a ler Aqui“Marques de Almeida, coronel, piloto aviador, ex-comandante da base aérea do Montijo, chumba liminarmente a hipótese de se construir no Montijo um aeroporto civil como complemento da Portela. Diz que a pista não tem consistência por estar assente num vasto lençol de águas e que a própria ondulação do rio Tejo parte todos os pavimentos. De resto, admite tanto a Ota como Alcochete…”
LUÍS FILIPE MENEZES JÁ
PERDEU A TRAMONTANA?
Sócrates pode ser confrontado com grave crise no governo - Menezes
by Jornal de Notícias 5 hours ago
Aveiro, 09 Dez (Lusa) - O líder do PSD afirmou hoje que José Sócrates poderá ser confrontado com uma grave crise no governo ...”
Ou o spin doctor é mau ou Menezes tem um problema de ouvido. Dizer que Sócrates "pode ser confrontado com uma grave crise no governo" tem a mesma validade e amesma força que dizer que Sócrates pode ser confrontado com a situação de ganhar o Euromilhões"... sem fugir do país (pois há uma série de dirigentes políticos de topo que ganham um pequeno euromilhões a fugir de Lisboa para Bruxelas, Londres ou até com passagem pelo Darfur)!.
"Pode ser"... Terá Menezes tendências suicidárias? Só nesse caso se explica o uso do "pode ser" por um político que quer governar o país! "Pode ser"... Menezes "pode ser" um político inteligente.
RUI PEREIRA MOSTRA-SE UM MINISTRO
COM LUCIDEZ E PENSAMENTO DE ESTADO
Enquanto a esquerda totalitária usa a polícia e as "informações" como instrumento político, tal como os nazis, os fascistas e os totalitários islâmicos, a esquerda socialista e social-democrata, sobretudo em Portugal, tem uma espécie de nojo intelectual em tratar as questões de segurança e defesa, num angelismo cândido e naif que é uma das suas grandes fragilidades e vulnerabilidades. Em regra, só os dirigentes socialistas vindos da direita, como Mitterrand, ou do campo comunista conseguem lidar normalmente com estas temáticas... Por tudo isto, é assinalável a entrevista do ministro Rui Pereira ao Diário de Notícias que demonstra uma lucidez rara no PS e mostra um homem com pensamento de estado, coisa rara em Portugal.
Ler Aqui
As voltas que o discurso dá ou como "Gore criticizes Bush for ignoring Iraq's ties to terrorism"
Surpresa... uma interessantíssima descoberta do meu amigo Pitigrili, de Nova Iorque:
"O professor de George W. Bush
É sabido que George W. Bush pôs de lado muitas das políticas do pai enquanto vice-presidente e presidente. Tanto que exasperou os mais destacados membros do seu próprio partido quanto, por exemplo, a política a seguir em relação a Saddam Hussein, às sanções contra o Iraque, etc. Mas poucos se lembram com quem aprendeu a retórica que usou contra o Iraque de Saddam Hussein...
Posted by Pitigrili at 7:55 AM 0 comments "
O TESOURINHO DEPRIMENTE DOS HOSPITAIS
Estória contada por Carlos Enes, o nosso melhor jornalista de "Saúde", no seu "Fragmentos"
"Quem acha que as comissões de exame prévio foram há muito extintas talvez não tenha visto este vídeo.
As nossas administrações hospitalares não usam lápis azul, mas contratam exércitos de seguranças. O princípio é o mesmo: vem cá o senhor ministro? Filmem à vontade (e os doentes que não queiram aparecer que fujam das câmaras). O senhor ministro não vem? Então não se filma nada. Constituição da República? "Isso aqui dentro não interessa nada." Lei 1/99, Lei 64/07? "Cá dentro quem manda é a administração". Em regra, "a administração" acha que os jornalistas têm de pedir "autorização" e esclarecer previamente o "assunto" e o "ângulo" da reportagem. Deste vez, a medalha de mérito do lápis azul coube ao Dr. Manuel Delgado, do Hospital Curry Cabral, e à Dra. Teresa Sustelo, do Hosp. de S. José (CHLZC). José Miguel Boquinhas, do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, deixou a reportagem acontecer e influenciou-a com informação, em lugar de seguranças. E não consta que a reportagem lhe tenha roubado algum bocado ao hospital."
Publicada por Carlos Enes em 14:18 1 comentários
Corrupção: Barómetro e Razões da Pouca Transparency neste Pobre Aquém-Mar... A propósito da publicação barómetro da "Transparency sobre a corrupção, o Zé Adelino Maltez, no TempoQuePassa, explicou sem papas na língua o que está atrás da frieza dos números da corrupção em Portugal, suas razões, constantes e variáveis. Explica, com o brilhantismo do costume, o "complexo salazarento" e o colectivismo de seita que asfixiam e gangrenam este pobre país, o corrompem e levam a que navegar deixou de ser preciso e o viver passou a ser sobreviver. Claro, quem fala assim não é gago, nem cego, nem surdo, nem nenhum dos três macaquinhos. Claro, em Portugal, há muito que isso representa um luxo, um vício que se paga muito, mesmo muito, caro... E à cabeça. Aqui não há pagamentos a trinta dias, nem a seis meses... É mesmo à cabeça! Como o Professor Maltez bem sabe. Um grande abraço, Zé. (...) continuamos a não perceber que os países onde há menos corrupção são, precisamente, os mais liberais e os mais capitalistas do mundo. Isto é, os que melhor casam a ética social da honradez com as regras do jogo do capitalismo global, onde, ao lado dos velhos protestantes, já aparecem católicos e alguns orientais. Por outras palavras, os que deram ao individualismo e ao personalismo a autonomia das morais tradicionais e que, a partir deste humanismo, enquadraram a economia de mercado com estaduais normas, mantendo as portas e as janelas abertas, sem medo dos resfriados, porque apostaram nos anticorpos identitários. Por cá, continua o desleixo do sapateiro de Braga, onde não há moralidade nem comem todos... Ainda não actualizámos a velha tríade liberdadeira do liberalismo político, do liberalismo moral e do liberalismo económico. Se tivemos, outrora e agora, algum liberalismo democrático, bem como o lastro da evangélica democracia da sociedade civil, ainda não nos libertámos do absolutismo, ainda não admitimos que inventámos a política para deixarmos de ter um dono (de "dominus", chefe da "domus", de "despote", chefe da "oikos"). O Estado ainda são os eles, os donos do poder e os ministros que querem tê-lo sido, bem como os outros partidocratas, dos eurocratas aos autarcas. O Estado ainda não é "polis", ainda não é "respublica"... Falta também um núcleo duro de liberalismo moral, apenas resistente no arquipélago dos círculos do humanismo cristão e do humanismo laico, nomeadamente nas memórias maçónicas. Logo, a eficácia do liberalismo económico é quase mesa pé de galo, pois ele foi importado a retalho, continuando economia privada sem economia de mercado, com muito devorismo e feudais "gentlemen's agreements", para a conquista do proteccionismo do estadão, mas sem concorrência salutar e efectiva entre os agentes económicos. E o lastro de colectivismo de seita, bem demonstrado pela aliança entre os ditos progressitas cristãos e os ditos comunistas, gerou aquele vanguardismo dos que procuram monopolizar o caminho e a verdade para o além, ou assumir-se como o sol da terra deste pobre aquém-mar, onde navegar deixou de ser preciso e o viver passou a ser sobreviver. "
"Saiu mais um barómetro da ONG "Transparency International" sobre sinais da chamada compra do poder, ou corrupção. A organização em causa, bem subsidiada pelas grandes empresas transnacionais, para quem o fenómeno provoca um aumento de custos, repete, sobre Portugal o que tem emitido desde que começou a publicar os respectivos relatórios. Isto é, apesar de termos um dia de grandezas, com a cimeira UE-África, as outras misérias continuam patentes, incluindo a crítica do bancário João Cravinho ao Presidente da República, denunciando a recepção de um estudo feito por um grupo de pressão, interessado na renda fundiária.
A GUERRA DAS MISSES
ANALISADA PELA EGE…
O “Femmes d’Influence”, blog EGE, faz uma interessantíssima análise da recente eleição, na ilha chinesa de Hainan, de uma jovem secretária (23 anos, ao que parece) chinesa, Zhang Zhi Li, para Miss World…
«
Le week-end dernier, la chinoise Zhang Zhi Li, secrétaire pékinoise de 23 ans, a été élue miss monde 2007. Tant mieux pour elle, si ce n’est que la chose est quelque peu suspecte… En effet, l’élection se déroulait sur l’Ile chinoise de Hainan, le tout très synchrone avec les JO de Pékin !! Il semblerait qu’ils aient vraiment décidé d’occuper tous les terrains. Sans
exceptions, l’hégémonie programmée se confirme. Le problème est que cette jeune femme est très occidentalisée… Si cela influence entre autres les jeunes chinoises à se faire débrider les yeux c’est un peu dommage... »
.
Será interessante ver quantos centímetros quadrados de pele os censores de Pequim vão permitir que a pobre da Zhang Zhi Li mostre ao mundo...
Mas interessante mesmo é ver como, aos olhos da inteligência económica e da guerra da informação, o acontecimento ganha outros contornos, outra leitura e ficam à vista coisas que o não estavam... Ou seja, como aqui se costuma dizer, a competitive intelligence e o seu perceptions management tornam o obscuro bastante mais claro. Claro...
Tudo calado em redor do assunto. Mas o título do Diário de Notícias de hoje resume todo o programa geral: «UE 'dá' Taiwan à China e omite direitos humanos.» Não sei se entendem. [FJV]
O festim acabou sem declaração conjunta porque, naturalmente, não houve tempo; também não tinha havido tempo para falar de direitos humanos. Os direitos humanos são bons para que se exijam direitos humanos aos países que podemos dar-nos ao luxo de criticar? A esses damos lições; ou porque estão longe ou porque não nos incomodam nem podem levantar a voz. Mas à China? Com a China participamos em festins e lamentamos não haver declarações conjuntas. Com a China, respeitinho. Se a China diz para não se receber o Dalai Lama, não se recebe o homem, que diabo. Se a China acha que Taiwan é parte do território nacional e que só há uma China, que diabo, aceitemos. A China pede que nos coloquemos de cócoras? Pois que remédio. É preciso condenar Taiwan porque, lá, querem fazer um referendo? Condenemos. Entreguemos Taiwan à China. Taiwan tem eleições periódicas, mas que diabo, a democracia é um pormenor. E os direitos humanos são bons para os outros, os não-chineses. Os relatórios da Amnistia Internacional são bons para condenar uns; mas os chineses estão fora. [FJV] "
PROGRAMA NUCLEAR MILITAR IRANIANO . O New York Times avança hoje com algumas explicações para a fundamentação do relatório das 16 agências americanas de informações sobre a suspensão do programa nuclear militar iraniano em 2003, após a destruição do regime ditatorial de Sadam Hussein: . “ Details in Military Notes Led to Shift on Iran, U.S. Says American intelligence agencies obtained notes last summer from deliberations of Iranian military officials involved in the nuclear weapons program… “ Ler Aqui . Este relatório parece, porém, estar destinado a gerar grande controvérsia, não sem algumas razões, sobretudo junto de russos, chineses e de outros "serviços" de regimes totalitários e ditatoriais, como nota o China Confidential:
"One thing is certain, there will be no shortage of theories. The Chinese leadership--especially the military--will not take the report at face value. Neither will the Russians. A public backflip like this--by the secret services--is inconceivable in their societies. There must be more to it, they will surely think.
By DAVID E. SANGER and STEVEN LEE MYERS
And, for once, they could be right, because nothing like this has ever happened before in the US. "
OTAS... E NOTAS
Conhecido chefe militar português e general pil.av. dizia-me a semana passada que "a Ota é uma coisa para pagar estudos e vai ver que no dia 12 o LNEC não apresenta qualquer conclusão nem coisa nenhuma"... Hoje, leio na Lusa:
"Novo Aeroporto: LNEC adia estudo comparativo para segunda semana de Janeiro - 5 de Dezembro de 2007, 19:05
Lisboa, 05 Dez (Lusa) - O LNEC adiou para meados de Janeiro de 2008 a entrega do estudo comparativo sobre o Novo Aeroporto de Lisboa, que estava previsto para 12 de Dezembro, informou hoje aquela e …".
Senhor general, obrigado pela informação e peço desculpa por não lhe ter manifestado logo a certeza de que o senhor (como homem há décadas dos mais bem informados deste país) sabia mais (muito mais...) que o que me estava a dizer... A confirmação chegou agora!
Mas quando é que José Sócrates decide pôr ponto final neste folhetim, neste atoleiro criado por Elisa Ferreira e sustentado por interesses especuladores? E coisa em que ele, não sendo visto nem achado nem na sua criação e nem no seu desenvolvimento, corre o risco de se atolar?
A Ota é a maior prova existente da total ausência de inteligência (económica e estratégica) neste país que continua a deixar-se manipular e "gerir" em função dos interesses especuladores (e frequentemente a roçar o cleptómano...) do "complexo neo-corporativo e salazarento". Ora, além de nada ter a ver com a criação do mostrengo da Ota, Sócrates é eleito para reformar o País... É isso que os eleitores esperam dele e é aí (e não sobre qualquer outra coisa) que o vão julgar.
E reformar é libertar o País do dito complexo. Foi para isso que os eleitores o votaram, foi isso que ele prometeu e é isso que os seus eleitores esperam dele...
Imagens Chocantes de Assédio
Sexual no Local de Trabalho...
Bela estória de humor chegada ao CLARO via MACRO
SARKOZY TENTA FALAR INGLÊS
a investidores... veja o resultado!
HILLARY CLINTON
"Billary" e "new look"
Um dos blogs de estudantes da “École de Guerre Économique”, o “Femmes d’Influence”, aborda a candidatura de Hillary Clinton à Casa Branca, numa perspectiva muito específica e a propósito da bizarra capa da revista “Bazaar” e da sua manchete “Hillary's new look for the primaries” e ainda do trocadilho «Billary»...
« UNE FEMME DANS LE BUREAU OVALE…

Si ce titre digne d'une mauvaise série B vous évoque autre chose, c'est normal… Il est probable que le 4 Novembre 2008, une femme siège derrière le fameux bureau et non pas en dessous !...Grand pas pour
Hillary Clinton s'est lancée il y a quelques temps déjà dans la course à la présidentielle américaine. Pour la première fois depuis 40 ans, aucun sortant, aucun président ou vice président ne s'est engagé dans cette bataille. Seule l'ex first lady a passé 8 ans dans la résidence présidentielle. Le terrain n'est pas encore conquis mais au moins connu…
Madame Clinton est très bien placée dans la course à
L'ex first lady dispose à son avantage d'une grosse expérience parlementaire, mais elle n'est pas très appréciée au sein du parti démocrate notamment à cause de son vote en faveur de la guerre en Irak. A droite elle reste une des personnes politiques les moins aimées, ayant été une féministe engagée et une partisane de l'action publique. Cependant, les attaques significatives se situent sur le terrain de sa condition de femme.
On lui reproche d'avoir mené une ambitieuse carrière d'avocate au dépend de l'éducation de sa fille. Illustration de l'hypocrisie du puritanisme américain quand on pense au refrain sur « l'American Dream »…Doit-il seulement se conjuguer au masculin ? On lui reproche aussi la bienveillance dont elle a fait preuve au sujet de l'affaire Lewinsky quant aux frasques de son mari …Une large frange de l'opinion conservatrice s'offusque de ce genre de problématiques. Si la dignité dont elle a du faire preuve en raison de son rang doit aussi se retourner contre elle, je ne sais plus ou placer le curseur des valeurs ? D'autres la font passer pour la marionnette de son ex époux une fois installée à
Cette élection pourrait aussi être le choc des minorités au regard d'un des principaux adversaires. Je pense à Barack Obama, métis d'un père Kenyan et d'une mère issue du Kansas dont la jeunesse (46 ans) pourrait séduire les électeurs. Symbole du « melting-pot », il a aussi sa légitimité au pouvoir…
C'était juste un petit clin d'oeil à une femme qui en a !
Maintenant que le meilleur gagne…
IRÃO E O NUCLEAR
mas quais são as intenções deles?
O "China Confidential" não acredita e muito menos parece convencido do bem fundamentado do relatório das agências americanas sobre a suspensão do programa nuclear iraniano, após a invasão do Iraque. E coloca a pergunta fatal: quais são as intenções dos ayatolas?
"US Spy Agencies Say Iran Not Making Nukes
Iran's intentions--what are they?
In a written statement, National Security Advisor Stephen Hadley said the new estimate has some positive news. He said it confirms the Bush administration strategy of keeping up international diplomatic pressure on Iran. SULISTAS, ELITISTAS E LIBERAIS
Luís Filipe Menezes, congresso psd/95
CHAVEZ E O PEQUENO
LIVRO VERMELHO DO 69
Chavez já escolheu e decidiu a sua próxima campanha bolivariana e do “socialismo do século XXI”. Vai ser sobre a adopção pela Venezuela do “Livro Vermelho do
“Viva o 69 Vermelho!”, gritou Chavez às massas excitadas que aplaudiam.
SOB O VERNIZ, O “COMPLEXO”…
"(...) E, raspado o verniz, tornam-se patentes os mecanismos de subterrâneo controlo do poder infra-estrutural do situacionismo: o neocorporativismo que o não parecia; o neofeudalismo que se ocultava. A estátua da hipocrisia social parece ceder pelos respectivos pés de barro. Um quarto de hora antes de morrer o situacionismo pós-revolucionário continua a conjugar a velha esquerda politiqueira com a mais velha direita dos interesses, onde líderes socialistas, sociais-democratas e democratas-cristãos disputam o pódio dos feitores dos ricos.
Resta saber se resistem à destuição criadora desta revolução sem PREC que passa pelo mercado ibérico, pela integração europeia e pela globalização, realidades que estilhaçaram as antiquadas políticas proteccionistas do nacionalismo económico e do condicionamento industrial. Isto é, o nosso velho capitalismo pouco liberal, ao deixar de ser doméstico, não parece aguentar o anterior quadrado bancoburocrático do rotativismo.
As velhas costuras que resguardavam esta estufa das ventanias da liberdade de circulação de pessoas, bens e capitais ameçam rebentar, assim se demonstrando como a nossa economia privada, bem longe de ser uma economia de mercado, foi afinal feita sem as burguesas virtudes burguesas dos míticos cavalheiros da indústria, antes de haver financiamento partidário. Nasceram daquelas pós-revoluções situacionistas que sempre praticaram a privatização dos lucros e a nacionalização dos prejuízos." posted by JAM | 12/03/2007 08:47:00 AM
José Adelino Maltez, à sua maneira muito poética, chega a uma caracterização perfeita do que aqui no CLARO há muito que definimos como o "complexo salazarento e neo-corporativo". Esse cancro que sobreviveu ao "25 de Abril" e mina e suga Portugal...
A EUROPA DESCOBRE
A CRISE DE CONFIANÇA
Todo o discurso dos eurocratas, funcionários e outros dependentes do aparelho ou criaturas dos subsídios é um discurso interessado, apologético e justificativo. Portanto, pouco ou nada objectivo e pouco ou nada credível. Autista, mesmo, muitas vezes. Por isso, as votações negativas sobre a giscardiana "constituição europeia" foram talvez a coisa mais importante que aconteceu na "Europa" da última década. Alguns políticos menos autistas e ainda com alguma capacidade de raciocínio perceberam que o "rei ia nu", neste caso, ia nua a raínha "Europa", que se estava à beira de consumar um divórcio entre a eurocracia e os habitantes/eleitores dos vários estados da "Europa" com consequências inimagináveis para a estabilidade deste pequeno sub-continente. Começou-se, então, lentamente e baixinho a falar de "confiança", mas evitando a palavra "crise". Quando muito, falava-se (e fala-se!) de restabelecer a "confiança". Político menos autista, menos comprometido com o passado "europeu" e mais arguto, Sarkozy arrasa agora no Parlamento
Europeu com um discurso em que reconhece e aproveita uma "profunda crise de identidade" para exigir uma "Europa" mais "política" e menos "mercantilista"... Ou seja, a "Europa" que lhe interessa e interessa à França. Bem jogado, mas ainda de resultado incerto. A EuroActiv dá hoje conta disso e de outros complementos:
Sarkozy calls for political EU less bent on trade values
14 November 2007
In a landmark speech before the European Parliament, French President Nicolas Sarkozy warned that Europeans were going through a "deep identity crisis" caused by excessive 'mercantilisation' and called on the EU to open up to more political debates.
Virtual 'Agora' to bridge gap between citizens and EU
07 November 2007
The European Parliament is setting up an online public space intended to better involve EU citizens in discussions on the future of the EU. The two-day exercise spearheads an initiative to open more communication channels between European institutions and citizens.
Dialogue 'crucial' to rebuilding trust in EU
08 November 2007
Continued dialogue with member states is fundamental to achieve a sense of common ownership and rebuild trust in the European project, Meglena Kuneva, EU commissioner for consumer protection, will say today at Fondation EurActiv's annual conference in Parliament.
Stakeholders 'key' to bringing EU policy debates to national level
09 November 2007
A EurActiv conference on 8 November explored ways of reaching out to EU citizens via national stakeholders such as businesses, trade unions and NGOs. Commissioners Kuneva (consumers) and Orban (multilingualism), as well as a number of MEPs, spoke out in favour of more decentralised communication to regain citizens' trust in the EU.
New approaches to researching public opinion
13 November 2007
Public opinion research is a tool that is increasingly employed by politicians not just during election periods, but also to ensure public backing of important policy proposals. The Commission's revised strategy on communication seeks to introduce new methods of using the Eurobarometer, as public opinion research adapts to new communication technologies.
'National angle' continues to dominate EU news reporting
26 November 2007
Editors in European capitals are increasingly interested in the EU's role as a global player but still insist on giving a 'national angle' to news reporting in order to give EU affairs a 'human face', EurActiv heard at its annual conference earlier this month.
Far-right group of MEPs collapses in European Parliament
15 November 2007
The Identity, Tradition and Sovereignty (ITS) group in the European Parliament, which brought together extreme right MEPs from across the EU, has collapsed after Romanian MEPs left following insulting comments made last week by fellow group member Alessandra Mussolini, granddaughter of former fascist leader Benito Mussolini, it emerged yesterday.
Parliament adopts party funding reform
30 November 2007
MEPs have agreed on reform of European political party financing and the setting up of party-affiliated political foundations, paving the way for political campaigns designed to boost voter turnout ahead of the 2009 elections.
Analysis & Commentary
Abolish 12 unnecessary EU departments
22 November 2007
Twelve directorate generals at the European Commission should be abolished, claims Alex Singleton in a paper for the Globalisation Institute
Europe's finances: The limits of the old system
20 November 2007
The current system of EU revenues is opaque, complicated and unfair and thus needs to be changed, according to former Austrian Chancellor and leader of the Parliamentary Group of the Austrian People's Party Wolfgang Schüssel, writing for the Bertelsmann Stiftung.
Breaking out of the vicious circle of EU politics
16 November 2007
The scope of EU decision-making must be enlarged if Europe is to "break out of the vicious circle of always waiting for a miracle to fall out of the sky", writes Daniel Cohn-Bendit, co-president of the Greens group in the European Parliament, in the autumn edition of Europe's World.
IRÃO SUSPENDEU EM 2003 O SEU
PROJECTO DE ARMAS NUCLEARES
Um relatório das 16 agências americanas de informações considera que o Irão suspendeu o desenvolvimento do seu programa de armas nucleares em 2003, meses depois da invasão do Iraque. George Friedman, da Stratfor, publica hoje uma interessante análise ao documento:
By George Friedman
"The
With this announcement, the dynamics of the Middle Eastern region,
The NIE release represents a transformation of
In looking at the report, a number of obvious questions come up. First, how did the intelligence community reach the wrong conclusion in the spring of 2005, when it last released an NIE on
Let's begin with intelligence failure. Intelligence is not an easy task. Knowing what is going on inside of a building is harder than it might seem. Regardless of all the technical capabilities -- from imagery in all spectra to sensing radiation leakage at a distance -- huge uncertainties always remain. Failing to get a positive reading does not mean the facility is not up and running. It might just have been obscured, or the technical means to discover it are insufficient. The default setting in technical intelligence is that, while things can be ruled in, they cannot simply be ruled out by lack of evidence.
You need to go into the building. Indeed, you need to go into many buildings, look around, see what is happening and report back. Getting into highly secure buildings may be easy in the movies. It is not easy in real life. Getting someone into the building who knows what he is seeing is even harder. Getting him out alive to report back, and then repeating the process in other buildings, is even harder. It can be done -- though not easily or repeatedly.
Recruiting someone who works in the building is an option, but at the end of the day you have to rely on his word as to what he saw. That too, is a risk. He might well be a double agent who is inventing information to make money, or he could just be wrong. There is an endless number of ways that recruiting on-site sources can lead you to the wrong conclusion.
Source-based intelligence would appear to be the only way to go. Obviously, it is better to glean information from someone who knows what is going on, rather than to guess. But the problem with source-based intelligence is that, when all is said and done, you can still be just as confused -- or more confused -- than you were at the beginning. You could wind up with a mass of intelligence that can be read either way. It is altogether possible to have so many sources, human and technical, that you have no idea what the truth is. That is when an intelligence organization is most subject to political pressure. When the intelligence could go either way, politics can tilt the system. We do not know what caused the NIE to change its analysis. It could be the result of new, definitive intelligence, or existing intelligence could have been reread from a new political standpoint.
Consider the politics. The assumption was that
For
That is not to say
As we have argued, the central issue for
The recent
That puts the
The NIE solves a geopolitical problem for the
Perhaps there was a spectacular and definitive intelligence breakthrough that demonstrated categorically that the prior assessments were wrong. Proving a negative is tough, and getting a definitive piece of intelligence is hard. Certainly, no matter how definitive the latest intelligence might have been, a lot of people want
Perhaps the Iranians are ready to deal, and so decided to open up their facility for the Americans to see. Still, regardless of what the Iranians opened up, some would have argued that the
We are struck by the suddenness of the NIE report. Explosive new intelligence would have been more hotly contested. We suspect two things. First, the intelligence on the Iranian nuclear program consisted of a great number of pieces, many of which were inherently ambiguous and could be interpreted in multiple ways. Second, the weight of evidence for there being an Iranian nuclear program was shaded by the political proclivities of the administration, which saw the threat of a
If this thesis is correct, then we should start seeing some movement on
Intelligence is rarely as important as when it is proven wrong."
A MULHER, O ISLÃO E O VÉU
A mulher, em todo o mundo islâmico, não tem direitos humanos e é remetida para um estatuto de animal doméstico especial. A sua existência própria é-lhe negada radicalmente. "Eppur si muove", diria o Galileu, que é como quem diz mas elas existem! A imposição do véu, nos seus vários modos (burka, tchador etc.), a obrigação absoluta de se velarem, é bem o símbolo desse estatuto de
inexistência... A luta contra o véu surge, portanto, como símbolo da rejeição desse estatuto e símbolo da luta das mulheres no mundo islâmico pelo direito à existência. Um momento de afirmação que rasga aquela "sensibilidade" bárbara para a qual é inimaginável mesmo a visão de um milímetro quadrado de pele feminina... O site francês "Hérétiques, Incroyants, Rationalistes" dá a palavra às mulheres islâmicas e surge um "Manifesto contra o Véu", antecedido de análises sobre "Mulheres e Islão", sobre "A Pedofília no Corão" (Maomé "casou" com uma criança de 9 anos...) e, claro muitos milímetros de bela pele feminina...
"L'Islam ne donne pas de liberté à la femme ; les lois coraniques ne lui laissant aucune possibilité d'émancipation au sein de la société. Et si des femmes ont un rôle certain dans beaucoup de sociétés islamiques - où la religion constitue la barrière la plus redoutable à la libération de l'esprit, à la justesse du discernement et à la liberté d'expression - c'est bien malgré l'Islam qu'elles l'ont obtenu.
Saluons le courage de ces femmes qui résistent, malgré les lourdes sanctions qu'elles encourent, contre cette arme redoutable qu'est l'Islam pour réfréner les envies d'émancipation".
Les rapports de Mohammed avec ses épouses - Aïcha, 9 ans
Selon le Coran, l'Homme a le droit de frapper sa femme !!
Briser les Chaînes de la Religion

Em tolerance.over-blog.net encontramos novo manifesto contra o véu: "Femmes Dévoilées". Avisa o editor, "cet album est à caractère érotique. Son accès est totalement interdit aux mineurs de moins de 18 ans, pour les ressortissants français, et 21 ans pour tous les autres.Il contient des images de type érotique pouvant choquer certaines personnes.
En cliquant sur le lien qui vous a conduit ici, vous avez signé électroniquement et vous avez certifié être majeur selon les lois du pays à partir duquel vous vous êtes connecté sur cette album.
Vous avez également, déclaré en cliquant sur ce même lien, avoir été averti du contenu érotique de cet album.
Vous avez reconnu ne pas pouvoir poursuivre les éditeurs de ce site Internet ,ni l'auteur de cet album pour avoir été choqué par le contenu du site ou/et celui de cet album..
Vous avez certifié que les lois de votre pays vous autorise à recevoir ce genre de contenu sur votre ordinateur, et que le webmaster à le droit de vous les transmettre.
Vous avez certifié avoir lu attentivement cet avertissement et avez signé électroniquement votre accord avec celui-ci."
Quem tiver a curiosidade de ver a pele da sobrinha de Bin Laden tem neste álbum a resposta. Esperemos que aqui não se poisem os olhos do seu tio para que não seja ferida a sua "piedosa sensibilidade"...

Além da sobrinha do "piedoso tio", outras mulheres islâmicas deram a cara (e não só) nesta afirmação contra a bárbarie medieval. Haichas, argelinas, beurettes, Dalilas, Faridas, Latifas, Karimas, Lylias, Nadias, Rachidas, Safias, Salimas, Zhoras e outras anónimas ousam afirmar a individualidade que sempre lhes foi negada...
O mesmo tema, outras obras. Em inglês encontra-se, por exemplo, "The Veil: Resistance or Repression?
From the black, loose-fitting chador of Iran to the dense, gridlike facial veil on the body-enveloping burqa in Afghanistan, the veiling of Islamic women has fueled fierce debate within feminist circles about the perceived role of the hijab - roughly translated as the Islamic dress code for women - in enforcing gender exclusion and inequality.
."
Ou ainda "Rage Against the Veil : The Courageous Life and Death of an Islamic Dissident, by Parvin Darabi, Romin P. Thomson ". Também "No veil is required", de Amir Normandi, trata o tema, numa perspectiva de que é altura das mulheres islâmicas tirarem o véu e calçarem as luvas... de boxe!

e agora Chavez...
Por qué no te callas?

"Curioso número...", diria o Mota

Em resumo, este "socialista do século XXI" tem ainda muito que aprender com o "socialismo real" do século XX no que toca à arte de organizar eleições com resultado garantido... Recomenda-se um estágio em Moscovo, com outro coronel, o Putin, que soube garantir, sem imprevistos, o desfecho desejado e o resultado certo e equilibrado para as suas "eleições", mesmo se Kasparov as
denuncia como as "mais sujas" da história da Russia...
Kasparov dénonce les élections "les plus sales" de l'histoire de Russie
(AFP)