COMO OS CONSERVADORES ESTÚPIDOS
ENCRAVAM QUALQUER MUDANÇA SÉRIA
Este País será irreformável? Será um caso perdido? Definitivamente...? Fica-se com essa percepção ao ouvir, por exemplo, o senhor constitucionalista Gomes Canotilho (que sabe certamente do que fala pois como "intelectual comunista" e constitucionalista do PC será certamente um dos responsáveis desta constituição "a caminho da sociedade sem classes"...) vir agora explicar que o programa Simplex, lançado pelo Governo Sócrates, é... inconstitucional! Ou saber que o ex-UGT Nascimento Rodrigues, agora Provedor de Justiça, acha que a "mobilidade" na Administração Pública, outra iniciativa do Governo Sócrates, é... ilegal!
Porra! Mudem as leis e a constituição... E mudem esta gente tão estupidamente conservadora! Embora não deixe de ter graça, como coisa irónica, ver os salazarentos e os cunhalentos de braço dado, qual muralha de defesa do "complexo neo-corporativo e salazarento"...
A verdade, porém, é que os Portugueses começam a ficar muito fartos de empobrecerem constitucionalmente, de estarem cada vez mais pobres e sem horizontes só porque a constituição de 1975 ou a lei número não sei quantos lhes proíbem fazer hoje o que tem de ser feito... E, não esqueçam, o que tem de ser, tem muita força!
clicar na imagem para aumentar
Reunião da dissidência comunista no Fórum Picoas, em Lisboa, em 13 de Janeiro de 1990. Gomes Canotilho é o penúltimo à direita.
A EUROPA PROTEGE-SE CONTRA MANOBRAS DE ESTADOS RIVAIS
finalmente !
" L'UE envisage une protection contre les fonds d'Etat étrangers[en][de]
La Commission envisage de contrôler les achats d'entreprises européennes par des fonds d'investissement étrangers dotés de capitaux publics, craignant que l'investissement de ces fonds par des pays comme la Chine ne soit motivé par des considérations politico-stratégiques et non économiques.
.
Over the past five years, "sovereign wealth funds" have boomed in countries such as China, Russia and the Middle East and now total around $2.5 trillion.
These state-owned funds aim to channel excess foreign-currency reserves into bonds, stocks, property and commodities, in order to reduce the volatility of government revenues, build up savings for future generations or, in some cases, to finance war efforts or political campaigns.
As these foreign-government funds appear increasingly destined to buy companies in Europe, in sectors as sensitive as defence or energy, there is rising concern that they could be used for political rather than economic motives.
Enjeux:
The Commission will, this Autumn, investigate whether takeovers by publicly controlled foreign investment funds are threatening Europe's capital market, a spokesman said on 19 July.
The announcement came after German Chancellor Angela Merkel said that..."
Continua AQUI
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Villepin mis en examen dans l'affaire Clearstream

GOVERNO ALEMÃO ACUSA SARKOZY DE AGIR
"CONTRA OS INTERESSES DA ALEMANHA"...
Berlim reagiu com violência (verbal... por enquanto) à vitória da França no caso das "enfermeiras búlgaras", reféns há 8 anos na Líbia. A vitória conseguida por Sarkozy e as suas consequências comerciais foram violentamente criticadas por governantes alemães que acusam explicitamente Sarkozy de ter agido "contra os interesses da Alemanha", na Líbia. Para os alemães, as enfermeiras búlgaras nem parecem existir...
Começa assim a explicar-se o longo calvário dessas desgraçadas búlgaras e a impotência demonstrada, ao longo destes oito anos, pela Europa. Os negócios alemães de "energias renováveis" e outros passavam à frente das búlgaras e era preciso, para obter êxito nesses negócios, não importunar o senhor Kadhafi... Silêncio que estamos a negociar!
Sarkozy inverteu esta lógica toda, alterou o tabuleiro estratégico e... ganhou tudo! Berlim não gostou e fá-lo saber... sem sequer se aperceber que levantava assim a ponta do véu sobre o mistério do longo calvário das reféns búlgaras!
E assim nos é revelada e mostrada, em todo o sua esplendor, a verdadeira natureza da "Europa" !
" Berlin critique l'accord nucléaire franco-lybien
L'accord nucléaire franco-libyen signé mercredi à Tripoli est vivement critiqué par le ministre allemand aux Affaires étrangères, le social-démocrate Gernot Erler. Dans un entretien au quotidien Handelsblatt, il dénonce "le risque de prolifération" et reproche au gouvernement français d'agir contre les intérêts de l'Allemagne qui a fait des propositions à la Libye dans le domaine des énergies renouvelables.
Il souligne par aileurs que l'accord n'était pas qu'une affaire française dans la mesure où "des intérêts allemands sont directement concernés à travers Siemens, détenteur d'une participation de 34% dans le fabricant de centrales nucléaires Areva NP. Le vice-président du parti social démocrate, Gert Weisskirchen, a pour sa part estimé dans une interview au Berliner Zeitung qu'il est judicieux de traiter la Libye avec pragmatisme, mais s'est-il interrogé: "Pourquoi faut-il commencer par une centrale nucléaire?".
L'accord franco-libyen prévoit d'étudier la fourniture d'un réacteur nucléaire à la Libye pour déssaler l'eau de mer.
L'Expansion.com avec AFP "
boas vibrações e la
musa de san fermín
NA INTERVIÚ, CLARO!
A roupa interior feminina parece ter tantos (ou mais...) usos que um canivete suíço. E muito mais dados a prazeres...Porque há coisas que não podem esperar até chegar a casa! Para isso servem as cuequinhas com vibrador incorporado que a Interviú apresenta para moda de verão... Uma festa!
E, por falar de festas, a Interviú também identifica a americana que foi, há dias, a raínha, a musa mesmo, da festa de San Fermín - Jane Pierre.
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O "AQUECIMENTO GLOBAL"
NÃO É UMA LOIRA PLATINADA
O aquecimento global tornou-se ultimamente uma espécie de estrela rock, noticiada segundo as regras do star-system como se fosse uma loura platinada... E não é! A École de Guerre Économique pôs os seus estudantes a trabalhar o assunto e o resultado confirma bem o carácter complexo da coisa. Muito complexo, mesmo... "Vendê-lo" como se fosse uma loira platinada foi a grande ideia de Al Gore. Em Portugal, esta problemática, abordada via a perspectiva de Kyoto, tem sofrido de uma grande indigência mental. Não só os números apresentados para a negociação de base, por Elisa Ferreira, foram mal escolhidos e pessimamente preparados, como nenhum responsável governamental (com a honrosa e brilhante excepção de Franquelim Alves, enquanto secretário de Estado adjunto da Economia) procurou sequer perceber o quadro, a lógica, a realidade, as consequências e a viabilidade de Kyoto... Como os trabalhos dos alunos da EGE demonstram o "aquecimento global" é, sobretudo, um assunto de inteligência económica e estratégica e de perceptions management. Só em Bruxelas, "quelques 170 acteurs gravitent autour des institutions européennes pour influer sur les décisions..."
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Stratégie d'influence : Réchauffement climatique
(Introduction à l'étude)
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10/07/07 - Ce document a été préparé par des étudiants de l'EGE afin de satisfaire à des exigences pédagogiques. Il s'agit donc d'un document d'études qui s'inscrit dans un cadre de travail de type universitaire. Il ne contient que des opinions ou des faits que les auteurs considèrent comme appropriés et convenables au sujet. Ce document ne reflète pas nécessairement la politique ou l'opinion d'un organisme quelconque, y comprit celui de gouvernements, administrations ou de ministères pouvant être concernés par ces informations .Les droits intellectuels appartiennent soit à l'école soit aux organismes auxquels les sources ont pu être empruntées. Toute utilisation, diffusion, citation ou reproduction de cette présentation ne peut se faire sans la permission expresse des ayants droits.
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Stratégie d'influence : Réchauffement climatique
(Evolution des Négateurs)
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22/07/07 - Lorsqu'à la fin de la décennie 1980 l'opinion publique internationale commence à percevoir les premiers cris d'alarme sur le réchauffement climatique, de sérieuses recherches scientifiques menées depuis plus d'un siècle ont déjà conclu à la responsabilité de l'Homme*.
Or si l'émission de gaz à effet de serre est admise et incriminée, cela équivaudra pour des puissances telles que les Etats-Unis et des mastodontes industriels de type Exxon à de lourdes pertes financières.
D'où la nécessité pour ces derniers de créer un front uni pour faire face à la menace que constitue clairement la reconnaissance du dioxyde de carbone comme cause principale de la dégradation climatique: Ce sera le point de départ du mouvement négationniste, lequel va se muer en une complexe et redoutable coalition internationale ayant pour objectif stratégique de semer le doute dans l'opinion.
« Le lien entre l'activité humaine et le changement climatique ne peut être établi » confiera le CEO de Exxon au New York Time le 06 Mars 1991 en guise de lancement de l'une des plus puissantes campagnes de désinformation de niveau mondial après celle de l'industrie du tabac dans les années 1950.
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Stratégie d'influence : Réchauffement climatique
(Pratiques de Lobbying)
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25/07/07 - Beaucoup d'entreprises vivent les mesures prises au niveau international pour lutter contre le réchauffement climatique (via le Protocole de Kyoto) comme un frein à leur développement et un facteur de coûts supplémentaires : adaptation de leurs activités (R&D, production, vente, après-vente, recyclage, communication corporate,…).
Conséquence
Au niveau européen, pléthore d'acteurs s'activent pour influer sur le processus des prises de décisions à Bruxelles :
• Des acteurs institutionnels : pays membres de l'UE et autres pays, régions, villes, universités, agences dédiées à l'environnement, etc.
• Des acteurs non institutionnels : ONGs, groupes de réflexions (think-tanks), fédérations/organisations professionnelles, entreprises, cabinets de lobbying, citoyens…
Quelque 170 acteurs (voir précédemment) gravitent autour des institutions européennes pour influer sur les décisions de Bruxelles.
Lire le fichier PDF
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Alguns Estudos Estratégicos da Infoguerre: BRIC e Outros
(boas leituras para Agosto)
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INSTRUÇÕES SEXUAIS DE KHOMEINI
PARA A PEDOFILIA E A BESTIALIDADE
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" Khomeini's Teachings on sex with infants and animals
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"A man can have sexual pleasure from a child as young as a baby. However, he should not penetrate. If he penetrates and the child is harmed then he should be responsible for her subsistence all her life. This girl, however would not count as one of his four permanent wives. The man will not be eligible to marry the girl's sister."
The complete Persian text of this saying can be found in "Ayatollah Khomeini in Tahrirolvasyleh, Fourth Edition, Darol Elm, Qom"
"The meat of horses, mules, or donkeys is not recommended. It is strictly forbidden if the animal was sodomized while alive by a man. In that case, the animal must be taken outside the city and sold."
Editor's notes: I wonder if it is OK to sodomize a dead animal? What happens if the buyer brings the poor animal back into the city?
"If one commits an act of sodomy with a cow, a ewe, or a camel, their urine and their excrements become impure, and even their milk may no longer be consumed. The animal must then be killed as quickly as possible and burned, and the price of it paid to its owner by him who sodomized it."
Editor's note: The poor animal first is sodomized and then killed and burned. What an Islamic justice towards animals? Where are the animal
rights group?
"It is forbidden to consume the excrement of animals or their nasal secretions. But if such are mixed in minute proportions into other foods their consumption is not forbidden."
"If a man (God protect him from it!) fornicates with an animal and ejaculates, ablution is necessary."
Editor's note: It does not say who should have ablution: the animal or the man? "
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| Torture of women under the Islamic Republic regime |
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Help Us Stop This Brutality
This picture was sent to Dr. Homa Darabi from a woman in Iran.This picture was taken 20 days after she was lashed fifty times for being present at a family gathering where men other than her father and brother were present. |
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BLOGS: DOIS NOVOS A
SEGUIR COM ATENÇÃO
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The recent series of hostage dramas in Afghanistan poses the following question: what's the value of a hostage in 21st century warfare? Answer: an order of magnitude more than it was a decade ago (in contrast, the Iranian hostage drama and the Lebanon hostage crisis were outliers to the trend line driven by more by domestic US politics than any inherent system effects). Here's why:
- In today's supercharged media environment, hostage dramas become 24x7 news events -- replete with interviews of every crying relative or co-worker the hostage ever had.
- The value of human life (sadly, only for and between members of Westernized states) has grown substantially. This value has grown in parallel with the average level of investment made in people in the West. This valuation now even applies to the lives of soldiers (as seen in actions against Israeli, Brit, and American troops).
- The pressure to rapidly resolve the crisis, due to the first two factors, can throw the governments and/or corporations involved into convulsions. Even if the country doesn't negotiate with hostage takers, like the US, the efforts to rescue the hostages amount to the same thing.
Hostages for Disruption

In the past, hostage taking in the growing number of hollow states was typically focused on financial reward. That has changed. While the capture of domestic nationals has remained financially focused, the capture of foreign nationals -- whether they work for multi-nationals, NGOs, or foreign militaries -- is now focused primarily on political disruption.
In short, a hostage drama that involves a foreign national can now manufacture a global systempunkt (the node/connection in any network, regardless of whether it's a physical or social network, which will cause a cascade of failure if removed/attacked/damaged). In today's environment, it really doesn't matter who is grabbed, the effects will usually be the same: a disruption of globalization. Here are some specific effects for which we have a bevy of recent examples (all which are improved if the hostage crisis is extended over a long period of time or the hostages are killed, although not publicly, in the process):
- The company impacted will either withdraw from operations in the country or suspend operations. Ongoing knock on effects such as the general withdrawal or withholding of foreign direct investment (FDI) and NGO support.
- The country of the nationals involved will restrict movement to the target country after they endure weeks of crisis level operations.
- Crisis level operations initiated to resolve the crisis will distract target governments from other operations.
SEGURANÇA GLOBAL: UM CONCEITO
PARA RESPONDER À "AMEAÇA GLOBAL"
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Num tempo dominado pelo carácter global das ameaças - criminal, terrorista e concorrencial - e considerando a noção de "ameaça global", um conceito se impõe: o de "segurança global". Como se impõe definir os "sectores de actividade de importância vital"... E isto abrange a instância de decisão política e agentes estatais mas também privados. Dito isto, é talvez altura do IDN dedicar umas tardes de trabalho ao assunto, mesmo que seja só para não continuar muito mais tempo preso nos anos oitenta. O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, embora não disponha de um "instituto" para tal trabalho, não está isento de responsabilidades... A "Sentinel" analisa o estado da coisa em França:
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Quelle application du concept par la France après le décret sur les « Secteurs d'activité d'importance vitale» ?

Le décret "secteurs d'activité d'importance vitale" est une première application par le gouvernement du concept de sécurité globale. Ce terme de « sécurité globale » est souvent usité, mais son acception varie manifestement dans les discours.
Nous proposons ici une définition de ce concept adaptée à l'état actuel des menaces criminelles, terroristes et concurrentielles. Nous montrons de plus que l'Etat a pris en considération la notion de « menace globale » et applique désormais le concept de « sécurité globale ».
La définition de cette notion est d'autant plus fondamentale que ce concept de « sécurité globale » concerne de nombreux acteurs étatiques mais aussi privés.
MICHEL ROCARD NÃO CONSEGUIU
SALVAR O PSF E SÉGOLÈNE ROYAL
Michel Rocard já está totalmente recuperado do avc que o afectou no início deste mês (ver aqui) e aparece em plena forma numa entrevista à Paris Match de hoje. Rocard revela que tentou ainda em Março salvar o PS da derrota nas presidenciais, falou com Ségolène (sobre a qual só diz que "le charme et l'innovation ne jouent en rien pour aider à la paix au Moyen-Orient ou à la stabilisation du dollar et de l'euro" e ainda "compte tenu de ce que l'on a osé appeler un programme, je ne peux pas dire que la défaite ait été une surprise…. ») mas a resposta desta foi "une sottise". E conclui : le PS "a produit un discours collectif inconséquent et disparate" car "la gauche française ne s'est toujours pas défaite de son rêve d'économie administrée". "Il faudra des années pour construire une pensée critique de l'économie de marché"…
Ou seja, o problema de Rocard verificou-se mais uma vez: ele é demasiado racional para uma esquerda irracional, é demasiado inteligente para a estupidez dos aparelhos, é demasiado lúcido para os sentimentais, é demasiado democrático para os aparatchiks, é demasiado ético para a sacanagem e trafulhice das golpadas politiqueiras e está demasiado à frente para gente presa nos anos trinta… E, sobretudo, nunca quis fazer (invocando a sua ética...) um adequado perceptions management, nas suas batalhas políticas! A lucidez nunca é total...

LEXPRESS.fr
L'ancien Premier ministre, qui considérait que la candidature de Ségolène Royal était "fichue", lui avait demandé de se retirer. Il espérait la remplacer. "C'était une possibilité d'éviter la défaite. Mais il était peu probable qu'elle dise oui", explique Rocard.
Michel Rocard confirme, dans un entretien à Paris-Match à paraître jeudi, avoir demandé à Ségolène Royal de retirer sa candidature à l'élection présidentielle de 2007 pour prendre sa place.
Interrogé pour savoir si ces faits sont exacts, l'ancien Premier ministre répond: "Bien sûr! C'était à la veille du blocage des parrainages des maires pour la liste des candidats [en mars 2007], ndlr. Il n'y avait plus rien à faire, elle était fichue, c'était visible. Je savais que je restais toujours parmi les cinq ou six socialistes en tête des sondages... C'était une possibilité d'éviter la défaite. Mais il était peu probable qu'elle dise oui".
Selon le député européen, la candidate lui a répondu "que si elle se désistait, ce serait au profit du premier secrétaire" François Hollande. "Une sottise", ajoute-t-il.
L'anecdote avait été rapportée dans un livre d'entretiens, avec le journaliste Gérard Leclerc, du député PS Claude Bartolone, paru fin juin (Une élection 'imperdable', éditions de l'Archipel).
L'ex-Premier ministre de François Mitterrand dit ne pas vouloir "(s')exprimer sur Ségolène Royal". Mais il glisse que "le charme et l'innovation ne jouent en rien pour aider à la paix au Moyen-Orient ou à la stabilisation du dollar et de l'euro" et estime que si Dominique Strauss-Kahn avait été le candidat socialiste, "au moins, la défaite n'aurait pas été certaine".
Parlant de manière allusive du projet du PS pour la présidentielle et de celui de la candidate, l'eurodéputé, qui dit retrouver "une vie normale" après un accident vasculaire cérébral au début du mois, Michel Rocard déclare: "Compte tenu de ce que l'on a osé appeler un programme, je ne peux pas dire que la défaite ait été une surprise. Tout candidat appuyé sur un projet insortable aurait subi le même".
Selon lui, le PS "a produit un discours collectif inconséquent et disparate" car "la gauche française ne s'est toujours pas défaite de son rêve d'économie administrée". "Il faudra des années pour construire une pensée critique de l'économie de marché", ajoute-t-il. »

Michel Rocard: "j'avais proposé à Ségolène Royal de prendre sa place"
Dans une interview à paraitre demain dans Paris Match, Michel Rocard révèle qu'il avait proposé à Ségolène Royal de prendre sa place comme candidat du parti socialiste à l'élection présidentielle: "C'était la veille du blocage des parrainages des maires pour la liste des candidats. Il n'y avait plus rien à faire, elle était fichue, c'était visible. Je savais que je restais toujours parmi les 5 ou 6 socialistes en tête des sondages... C'était une possibilité d'éviter la défaite. Mais il était peu probable qu'elle dise oui.
- qu'a t-elle répondu?
-Que si elle se désistait, ce serait au profit du Premier secrétaire. Une sottise."
" Um blogue-notas para pôr um termo à hegemonia de um polvo verde que se crê parte da Santíssima Trindade...tudo em open-source!
Um blog novo e inovador que vale a pena espreitar e... estudar!
UNIVERSIDADE: OS FRUTOS PODRES
DO ACTUAL SISTEMA DE "REFINARIA"
ou as razões que dão mais que razão a Mariano Gago... um ministro em risco de a perder!
O editorial da newsletter do IFIE faz, em escassas linhas, a tipificação do actual sistema universitário francês e da sua lógica (o tal que Sarkozy se propõe reformar), a comparação com os sistemas nórdicos e anglo-saxónicos e uma crítica demolidora. Não entra em discussões de teoria da treta, vai direitinho ao assunto julgando-o pelos seus frutos! E se alguém começar a fazer isto em Portugal a essa fábrica de fumo e nevoeiro, sob a forma de “papers”, que tem a leviandade de querer chamar-se universidade…? Que acontece? Oh, claro, vejam como Mariano Gago já está a ficar um ministro gago…
« Il y a pourtant urgence tant il est vrai que la France n’est pas aujourd’hui en mesure de relever les défis de la société de la connaissance où l’intelligence plurielle, la créativité et sont des facteurs clés de succès. Pas étonnant donc que sa compétitivité se dégrade… lentement mais sûrement.
Une des raisons principales tient à son système d’enseignement supérieur qui, dans la lignée du secondaire, a fait le choix de raffinerie au détriment de la pépinière. Dans ce modèle franco-français qui vise l’obtention d’une
liqueur pure et parfaite quitte à produire de déchets, l’autre n’est pas une chance mais un concurrent à battre à tout prix. Cette logique d’exclusion conduit à l’arrogance et au corporatisme.
Une situation d’autant plus intenable qu’elle ne fait plus ses preuves sur le terrain de la mondialisation où c’est le modèle de la pépinière, celui des pays anglo-saxons et de l’Europe nord, qui semble le mieux à même de relever
défi de la créativité et de l’innovation. Ses maîtres mots sont pragmatisme, métissage, travail équipe, coopération et culture de la diversité quand
ceux du modèle raffinerie sont sélection, compétition et culture de la supériorité.
Le premier modèle donne naissance régulièrement à de futurs Microsoft, Apple ou Google quand le second produit des technologies de pointe dont les
débouchés commerciaux sont inversement proportionnels à la fierté nationale qui en résulte. »
continua Aqui
pelo "Pedrinho do Rio"
Raios-X contra cachaça
e vibrador
Quem entra nas instalações esportivas e na Vila Pan-Americana tem que tomar cuidado com o que leva na bolsa sob pena de passar por constrangimentos. Um jogo de facas, muita bebida alcóolica e até um vibrador estão entre os objetos encontrados pelos operadores dos aparelhos de raio x instalados em todas as entradas.
- Era uma brasileira de uns 30 anos e não era atleta. Quando vi o vibrador, me segurei. Caímos na gargalhada depois que ela passou - conta uma das operadoras, que liberou a passagem do objeto já que não o considerou ameaçador.
NOTA : INDEPENDENTEMENTE DA NECESSÁRIA SEGURANÇA SOBRE A ENTRADA DE MATERIAIS E PESSOAS NA ALDEIA DO PAN, NÃO DEIXA DE SER NOTÓRIA, A FALTA DE PREPARAÇÃO EM RELAÇÃO AO SIGILO PROFISSIONAL, DEMONSTRADO POR QUEM EXECUTA ESTAS FUNÇÕES.
FICÁMOS A SABER QUE UM VIBRADOR, NÃO É CONSIDERADO UM OBJECTO AMEAÇADOR, MAS POR OUTRO LADO, DÁ MUITA VONTADE DE RIR, E DE CONTAR A SUA DESCOBERTA . . . AS MULHERES SÃO MUITO MÁS, PRINCIPALMENTE, ENTRE ELAS . . .
SARKOZY NA LÍBIA
Sarkozy não perde tempo e continua a mostrar como se faz realmente política. Conseguida a libertação das enfermeiras búlgaras, o presidente francês antecipa-se e visita Tripoli, chegando antes da concorrência junto duma Líbia que se tornou agora um partner comercial "como os outros"... Não posso dizer porquê, mas aqui no CLARO apostamos que a próxima edição da TDS News vai noticiar o que Sarkozy vai vender a Khadafi.
Hoje, o L' Express dá conta desta guerra-relâmpago de Sarkozy:
" Sarkozy en Libye pour relancer la normalisation franco-libyenne
Agrandir l'image
mercredi 25 juillet 2007, mis à jour à 07:24
A la veille de son premier voyage en Afrique subsaharienne, le président français a décidé de se rendre en Libye, après le succès de la médiation française dans l'affaire des infirmières bulgares. Une façon de recueillir sans attendre les premiers fruits de ce coup d'éclat diplomatique. "
e dénouement heureux de l'affaire des cinq infirmières bulgares et du médecin d'origine palestinienne prisonniers de Tripoli ouvre la voie à une nouvelle phase de la normalisation des relations entre la France et la Libye, où le président Nicolas Sarkozy se rend ce mercredi.
"J'ai eu l'occasion d'indiquer (au numéro un libyen Mouammar) Kadhafi que la meilleure façon de se tourner vers l'avenir de façon apaisée, c'était de régler ce problème qui était à mes yeux un préalable", a expliqué mardi le chef de l'Etat lors d'une conférence de presse improvisée à l'Elysée.
Après une ultime nuit de tractations, son épouse Cécilia, le secrétaire général de l'Elysée, Claude Guéant, et la commissaire européenne aux Relations extérieures, Benita Ferrero-Waldner, ont ramené à Sofia, dans un avion de la République française, les cinq infirmières et le médecin accusés par la Libye d'avoir délibérément inoculé le virus du sida à des centaines d'enfants.
Nicolas Sarkozy a aussitôt annoncé qu'il effectuerait mercredi en Libye, avec le chef de la diplomatie française, Bernard Kouchner, un "déplacement politique pour aider la Libye à réintégrer le concert des nations".
Une façon également de tenter de recueillir sans attendre les premiers fruits de ce coup d'éclat diplomatique.
En aidant Mouammar Kadhafi à sortir par le haut d'une crise qui empoisonnait depuis huit ans les relations entre la Libye et les Occidentaux, Nicolas Sarkozy peut notamment espérer consolider la place de la France dans ce pays.... "
continua Aqui
“ EU struggles to define maritime policy
hoje no EurActiv, notícias da nova “guerra” do mar…
Ministers have adopted a common position on a proposed Marine Strategy Directive, opposing the Parliament on a number of important points. Meanwhile, the Commission is faced with fragmented governance structures and poor coastal surveillance, which hamper its efforts to formulate a common EU maritime policy. “ continua Aqui
ONDE ESTÁ O WALLY...?![[mimetismo.jpg]](http://bp3.blogger.com/_Ys1ESkgNDBQ/RowPRuArY1I/AAAAAAAAAq4/8GYysmV9ZMU/s1600/mimetismo.jpg)
TALIBANS: SUÍCIDIO
Desde que o presidente paquitanês Musharraf decidiu mudar de atitude face ao islamismo radical e ao terrorismo taliban, com a decisão de atacar a "mesquita vermelha", as coisas começaram a evoluir no terreno... Hoje, o L'Express dá conta dessa evolução:
Pakistan: un leader
taliban se suicide
LEXPRESS.fr mardi 24 juillet 2007, mis à jour à 09:49
L'un des chefs talibans pakistanais, Abdullah Mehsud, s'est donné la mort lundi soir alors que l'armée menait une offensive contre sa cachette, dans le sud-ouest du Pakistan.
bdullah Mehsud, l'un des leaders talibans pakistanais, a mis fin à ses jours lundi soir, faisant exploser une grenade, alors que l'armée pakistanaise lançait un assaut sur sa cachette située dans le sud-ouest du Pakistan.
Le repère d'Abdullah Mehsud se situait plus précisément dans le district de Zhob, dans la province du Baloutchistan.
L'homme était recherché notamment pour l'enlèvement de deux ingénieurs chinois en 2004,(...)" continua Aqui
+ d'informations
· Site Qui sont les taliban?
· Article Des Coréens enlevés par les taliban
· Article Otages sud-coréens: la médiation avec les taliban continue
· Article Arrestation du chef de la mosquée Rouge
· Archive A l'école des taliban
· Infographie Carte du Pakistan
· Article Le Pakistan et l'islam
"Nu toate manechinele sunt anorexice", pois não, veja-se bem a Laetitia Casta!










VÍDEO DA "ENVIADA ESPECIAL"
DO PRESIDENTE SARKOZY À LIBIA
Com a libertação das enfermeiras bulgaras sequestradas na Líbia há 8 anos, conseguida pouco mais de um mês depois de ter tomado posse, o presidente francês Nicholas Sarkozy mostra (como aqui já tinhamos referido) que há diferentes maneiras de estar e fazer política e que cada uma dessas maneiras tem diferentes resultados. Sarkozy empenhou-se, mandou a mulher visitar as enfermeiras e, depois, buscá-las e consegiu em escassas semanas os resultados que toda a Europa não tinha conseguido em longos oito anos... A combinação do charme (visível) de Cecília Sarkozy com a força (muito invisível) de Nicholas Sarkozy fez aparecer rapidamente resultados e um avião francês transportou as enfermeiras para Sofia... acompanhadas de Nicholas Sarkozy. A AFP distribui hoje um vídeo sobre a reinvenção do papel de "primeira dama" pelo casal Sarkozy:
V Í D E O
PARIS (AFP), 2007-07-24 16:06:15
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Les cinq infirmières et le médecin bulgares sont arrivés mardi 24 juillet à Sofia après leur libération intervenue quelques heures plus tôt en Libye. Les six praticiens, transportés à bord d'un avion du gouvernement français étaient notamment accompagnés de l'épouse du président français Nicolas Sarkozy. Le chef de l'Etat français a publiquement remercié sa femme pour "son courage et son brio" dans cette affaire. Cécilia Sarkozy qui avait fait savoir il y a deux ans qu'elle ne se voyait pas en "First lady" semble vouloir réinventer cette fonction. Durée: 1mn21
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Le ministre libyen des Affaires étrangères Abdelrahman Chalgame et la secrétaire d'Etat américaine Condoleezza Rice à l'ONU, le 17 septembre 2005
© AFP, le 24-07-2007 - Washington a salué la libération mardi des six Bulgares emprisonnés en Libye soulignant que cette affaire allait modifier les relations de Tripoli avec le reste du monde, après que les Européens eurent estimé que cela ouvrait la voie au renforcement des relations avec la Libye.
"Al Gore to battle global cooling
no "Misterpeace"
Global warming has been at the forefront of issues concerning the world’s scientists for decades. Environmental activists have taken a staunch anti-global warming stance as they attempt to spread the word and educate as many people as possible on the dangers of the greenhouse effect.

All that changed on July 7th, 2007 when the organization known as Save Our Selves launched Live Earth. The Live Earth event, which consisted of a series of concerts held around the world, was co-chaired by former U.S. Vice President Al Gore. Unfortunately, an unexpected problem arose from the day’s transpirings.
“Live Earth was phenomenal”, Gore reports. “My only concern is that it worked too well. According to my most recent numbers, we’re beginning to see global cooling emerge as a legitimate threat.”
The statistics back up this statement. The day after the event, millions of Americans sold off, destroyed, or publicly burned their SUV’s and other gas-guzzling cars. The United Nations Environment Programme estimates that over 1,000,000,000 trees were planted in direct response to the Red Hot Chili Peppers, potentially resulting in drastic overforestization. Governmental offices around the world were bombarded with letters, to such an extent that many elected politicians have begun enacting pro-environment legislation, such as George W. Bush’s “no more cars” proposal.
Dr. Herbert Greenthumm, head of the earth sciences department at UCLA, had this to say: “It seems to me that anyone within earshot of the Foo Fighters last week now feels the need to go green. This is wonderful, except that we’re concerned with the dangers of going too far in the other direction. If you have any doubts that inverse global warming, or ‘global cooling’ as we call it, can severely impact our planet’s ecosystem, I refer you to our statistics.”
Dr. Greenthumm then proceeded to discuss the possible expansion of polar ice caps, the dangers of perpetual chill, and the fatal problem of too much oxygen filling up the air. “Just think of what will happen if too many trees are planted. Not only will your children’s children have fresh air to breathe, they’ll have a fresh air surplus that will haunt them for decades and centuries to come. Too much oxygen is just as bad as not enough, and that’s something I think we need to really drive home with all the potential activists out there.”
“I’m so pleased with what we’ve accomplished with Live Earth. The Black Eyed Peas in particular made me shake my booty like it was 1999″, Gore stated. “However, we need to keep our goals in sight. We’re out to save the earth here… this means a balanced and healthy attitude toward climate change. I think we might have done a little too much good. I think Duran Duran might have rocked a little too hard. Do you have any idea how many carbon credits have been purchased this week alone? Approximately one billion. The seeds that were planted on Saturday are small, oxygen-producing saplings by Tuesday. I mean, I was outside all week and I needed a scarf. This could be serious.”
Many are wondering why the scheduled performers had such an impact. I spoke with renowned psychologist Dr. Michael Pillbottom, who had the following to say: “Young people identify with celebrities and rock stars because they see them as anti-authoritarian, which confirms and validates the anti-authoritarian streak many young people feel themselves. When Ludacris, AFI, and Fall Out Boy choose to rage against any particular machine, the youth of America will opt to rage against that machine as well. I recommend these totally awesome bands retract their position and begin encouraging the college crowd to change their minds, as well. Before it’s too late.”
Al Gore says that he now plans on fighting global cooling. Since the emergence of this potential catastrophe, he has already begun planning Live Heat 2008, a worldwide anti-cooling concert series that will take stage sometime next June or July. “Until then, I plan on encouraging everyone reading this to run your SUV’s, waste gas, pollute the air, dump all of your recycling into a stream, use asbestos, crank up your freon-based air conditioning, fart loudly, reject vegetarianism, and stop buying my old book An Inconvenient Truth. Instead, by my new book, Crank Up the Heat. Do it for the good of the world.”
Many conservatives and critics of anti-warming activists now feel vindicated by Gore’s revelation. That aside, they’re disappointed to see Gore take on a new environmental cause and are chomping at the bit to stop him every step of the way. Conservative radio talk show host Rush Limbaugh let his listeners know how he felt. “The earth isn’t really cooling at all, and if it was, so what? I have the right to freeze the earth if I want to. As an American who lives in a capitalist, free-market society, it’s my right to do whatever I set my mind to, without Al Snore and his elitist left-wing cabal stopping me. Maybe now that he’s been discredited, I can get back to ruining the planet. Maybe now we can get around to destroying the world, just as God intended when he created it.”
Limbaugh sets the record straight: “Conservative Christians like myself know how it is. Jesus created us, and when he created the earth, he gave it to us as a gift. Well, it’s a gift we’ve grown bored with. You know how when you’re a kid, and you get a really sweet set of G.I. Joes for Christmas? When you first open the box, you’re in love with them and you take great care of them. After a couple weeks, you’re sick of them, so you just tape a couple m-80’s to them and blow them up. Well, that’s your prerogative, because they’re YOUR toys! The way I see it, the earth is my toy. Let’s get back to blowing it up with m-80’s.”
Dr. Greenthumm continues to feel concern. “The term ‘global cooling’ is not new. The concept has existed as a hypothetical explanation for earth’s next cyclical ice age for decades. However, it’s never been a reality until now. Now, it’s really a danger”, Dr. Greenthumm implored. “Please, if there’s a message we need to pass on to future generations, it’s to heat up the earth as quickly as thoroughly as possible.”
A "SANTA CASA" DE LISBOA
E A CRISE NO IMOBILIÁRIO...
Há mesmo crise no imobiliário em Lisboa! Só assim se explica que o mercado fervilhe de boatos sobre promotores e especuladores imobiliários que querem vender (a bom preço, claro) imóveis e prédios à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa... Desde o inefável e inevitável Espirito Santo, ao senhor presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, passando por Carlos Monjardino e até ao senhor do jogo, Stanley Ho, toda a gente se andaria a fazer ao dinheiro do "euro-milhões" da "Santa Casa", segundo os boatos e rumores que por aí correm. Se assim for, o "imobiliário" do complexo neo-corporativo e salazarento anda mesmo a precisar de "misericórdia"... A Santa Casa é que parece não precisar deles para nada e desmente veementemente tais negócios (mesmo se o complexo possa lá ter um agente bem colocado...)! Definitivamente, a boataria é uma coisa terrível e bem incómoda!
CASO DAS CRIANÇAS USADAS A 30 €
EM CERIMÓNIA COM SÓCRATES...
Tudo lhe acontece... Coitado do José Sócrates. Desta vez, foi a "comunicação" do gabinete da ministra da Educação, Lurdes Rodrigues, a criar problemas onde devia apresentar soluções. A pobre da ministra e o primeiro-ministro são levadas para terrenos armadilhados pela estupidez, incompetência e soberba ignorância dos assessores da ministra. Sócrates, ao descobrir a realidade da coisa, fica gago!
Pequena questão sem importância: depois de porem o primeiro-ministro gago, ninguém é despedido...?!
CFR muito preocupado com o Mar!
Atenção:

July 21, 2007

Overfishing, competition from fish farms, pollution, and subsidies to fishermen have brought bluefin tuna stocks to the brink of collapse. Amid international fingerpointing, trepidation grows about the future of many species.
Backgrounder: The United States may be reconsidering its longtime refusal to ratify the "Law of the Sea" treaty.
Troubled Fisheries
Podcast: Ocean scientist Ellen K. Pikitch says management of international fisheries has a long way to go.
PAISAGEM DE ESCRITÓRIO
COM LISBOA, TEJO E TUDO,
NA JANELA DO FRANCISCO
" A janela
Da janela do sítio onde eu trabalho vê-se quase tudo. Vê-se uma curva de areia branca e o rio mar, nos dias ventosos, cheio de cordeirinhos. Passam barcos, paquetes e cargueiros; peixes, pescadores e, nos dias de bom tempo, biquinis a saltitar. Do lado de dentro da janela, passa gente importante e menos importante; bandejas com torradas e café, muitos memorandos e alguns sg´s. Da janela vê-se um magnífico espectáculo, com bandas de rock internacionais. E, também, corredores de fundo e de marcha, algumas árvores, mais barquinhos, pilares de betão, antenas parabólicas, dragas, ilhas e depósitos de gasolina. Quando a noite cai, ainda do raio da janela, vê-se ( que desaforo!) a assistente administrativa a fazer, no banco da frente do Toyota, um broche ao chefe de divisão.
Caso para dizer, Francisco, ele há mesmo paisagens do caralho!
UM PILOTO NO AVIÃO DA “EUROPA”
podemos não gostar dele e nem do rumo mas que a Europa tem, finalmente, com Sarkozy um piloto é uma verdade óbvia (como já aqui tínhamos referido), que já assusta os autistas de Bruxelas… Veja-se o L’Express de hoje:
Infirmières bulgares: Cécilia Sarkozy à nouveau en Libye
L'épouse du chef de l'Etat est arrivée en Libye dimanche, accompagnée de la commissaire européenne aux relations extérieures, afin d'aboutir à un accord de libération des cinq infirmières bulgares et du médecin palestinien.
La commissaire européenne aux Relations extérieures et Cécilia Sarkozy sont en Libye pour tenter de faire libérer les cinq infirmières bulgares et le médecin palestinien condamnés pour avoir inoculé le VIH à des enfants libyens, ont annoncé dimanche la Commission européenne et l'Elysée.

L'exécutif européen a indiqué que Benita Ferrero-Waldner et l'épouse de Nicolas Sarkozy se trouvaient en Libye depuis le 22 juillet "dans le cadre des efforts pour la libération des infirmières bulgares et du médecin palestinien".
Le porte-parole de la présidence de la République, David Martinon, a confirmé dans la nuit ce voyage, ajoutant que le secrétaire général de l'Elysée, Claude Guéant, en était aussi.
"Le président (Nicolas) Sarkozy a eu le président (de la Commission européenne Jose Manuel) Barroso au téléphone à plusieurs reprises cette nuit afin d'évoquer les calendriers d'un accord pour obtenir la libération des cinq infirmières bulgares et du médecin palestinien et leur rapatriement immédiat", précise-t-il dans un communiqué.
Le Haut conseil judiciaire libyen a commué la semaine dernière en prison à vie la condamnation à mort des cinq infirmières et du médecin, jugés coupables d'avoir inoculé le sida à 460 enfants à l'hôpital de Benghazi.
Cette décision doit leur permettre d'être rapatriés en vertu d'un accord de 1984 sur les échanges de prisonniers.
"TOUS LES EFFORTS SONT LES BIENVENUS"
La Bulgarie et l'UE affirment que les infirmières sont innocentes mais elles ont fourni une assistance médicale à long terme aux victimes et une aide à l'hôpital de Benghazi.
Benita Ferrero-Waldner s'est fortement impliquée dans les négociations avec Tripoli au nom de l'UE et Cécilia Sarkozy a rendu visite ce mois-ci aux six condamnés et au dirigeant libyen Mouammar Kadhafi.
"La Commission européenne espère que cette situation, qui est si douloureuse et qui dure depuis si longtemps, puisse être résolue dans une esprit humanitaire", peut-on lire dans son communiqué.
"Ce sont des discussions utiles et nous (en) espérons beaucoup", a déclaré Emmanuel Altit, l'un des trois avocats français défendant les infirmières bulgares.
"Les infirmières nous ont demandé d'être attentifs à tous les efforts qui sont faits. Tous les efforts sont les bienvenus et nous accueillons tout ce qui contribue à une solution avec intérêt", a-t-il ajouté. "Nous espérons que cela va pouvoir accélérer une solution."
Certains responsables européens ont exprimé en privé leur agacement concernant le rôle joué par le président français dans ce dossier en vue d'un dénouement heureux dont, selon eux, il semble vouloir revendiquer le mérite alors que Bruxelles négocie patiemment, depuis trois ans, avec la Libye.
Nicolas Sarkozy doit se rendre en Libye mardi.
Les familles des victimes ont reçu des indemnités s'élevant à plusieurs centaines de millions de dollars la semaine dernière, des sommes tirées d'un fonds mis en place par la Fondation Kadhafi.
Une fois qu'ils seront en Bulgarie, les six condamnés pourraient être graciés par le chef de l'Etat."
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The successful series of attacks on Mexico's energy infrastructure in early July that disrupted 1,200 business (including several very large Just-in-Time assembly facilities) and refinery infrastructure, was very sophisticated. Not only were the bombs well constructed, the selection of a the targets were excellent examples of systempunkts.
Notes on Method
Instead of attacking guarded facilities, the attacks were made against sections in the pipeline infrastructure that were not guarded (survivability). Timing devices were used to spread the attacks out over a ten day period (repetition). Multiple points of attack on the same pipeline multiplied the scale of the damage and caused fires (one forced the evacuation of parts of a nearby city) that complicated/delayed recovery efforts. Finally, by focusing the attacks on a limited geography critical to three major pipelines, the attack maximized almost all of the following dependencies while limiting the size of the team necessary for the attack:
- Input -- material delivered by one network is used by another.
- Mutual -- networks that serve as inputs for each other. Example: oil and power generation.
- Co-location -- different networks that are located in the same geography.
- Shared -- networks that share physical components, transport, or facilities.
- Exclusive -- a network that can only support one or few outputs, may be transient.
As a result, there were multiple cascades of failure that swept through large sections of Mexico.
The Dilemma
The immediate impact of this attack, beside the significant economic damage, was to force Mexico to deploy the recently created United Forces for Federal Support to guard energy infrastructure. However, with only 5,000 troops, the force is unlikely to provide any serious opposition to the attackers. The bulk of Mexico's forces are now allocated to an increasingly militarized drug war in the north with narco-guerrillas.
The dilemma is that with Mexico's future as part of the global supply chain at risk, follow-on attacks could quickly put Mexico into a position similar to Turkey in WW1 -- when Lawrence's (of Arabia) guerrilla attacks on Turkish railway infrastructure forced a massive misallocation of forces from the front facing the Brits to infrastructure protection. This dilemma will be exacerbated by the fact that amount of infrastructure that needs to be protected is several orders of magnitude larger and more complex.
Like the US, Mexico is about to find out that playing with war while embroiled in cut-throat global economic competition is increasingly difficult as offensive 4GW gains strength.
Marvão, again...
no Macro
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posted by RPM at Sábado, Julho 21, 2007
ver mais aqui
TUDO É POSSÍVEL
até o inventor do Independente queixar-se... de violação do segredo de justiça!
E um pouco de coerência não lhe ficaria bem...?!
Ota - Merchandising Aeroportuário
via "Três Liberdades "
JESUS CRISTO E O FUNCIONÁRIO
mandaram-ma por mail e não resisto a partilhá-la aqui:
Estavam um inglês, um alemão e um português num café, quando o inglês diz aos outros:
- Esse tipo que entrou agora é igualzinho ao Jesus Cristo
- Pois, pois - dizem os outros.
- Estou-vos a dizer. A barba, a túnica …
O inglês levanta-se, dirige-se ao homem e pergunta:
- Tu és Jesus Cristo, não é verdade?
- Eu? Que ideia!
- Eu acho que sim. Tu és Jesus Cristo.
- Já disse que não. Mas fala mais baixo.
- Eu sei que tu és Jesus Cristo
Tanto insiste que o homem lhe diz baixinho:
- Sou efectivamente Jesus Cristo mas fala baixo e não digas a ninguém senão isto fica aqui um pandemónio.
- Fiz uma lesão no joelho em pequeno. Cura-me.
- Milagres, não. Tu vais contar aos teus amigos e eu passo a tarde aqui a fazer milagres.
O inglês tanto insiste que Jesus Cristo põe-lhe a mão sobre o joelho e cura-o
- Obrigado. Ficarei eternamente grato -agradece emocionado, o inglês.
- Sim, sim. Não grites e vai-te embora. Não contes a ninguém.
O inglês, mal chegou à mesa, contou logo aos amigos. O alemão levantou-se logo e dirigiu-se a ele.
- O meu amigo disse-me que eras Jesus Cristo e que o curaste. Tenho um olho de vidro… Cura-me!
- Não sou nada Jesus Cristo. Fala baixo…
O alemão tanto insistiu que Jesus Cristo passou-lhe a mão pelos olhos e curou-o.
- Vai-te agora embora e não contes a ninguém.
Mas Jesus Cristo bem o viu a contar logo a história aos amigos e ficou à espera de ver o português ir ter com ele.
O tempo foi passando e nada. Mordido pela curiosidade, Cristo dirigiu-se à mesa dos três amigos e, pondo a mão sobre o ombro do português, começou a perguntar:
- E tu, não queres que …
O português levanta-se de um salto, afastando-se dele:
- Eh, tira já daí as mãozinhas que eu sou funcionário e estou de baixa!
COM OS HOMENS DE MASSUD AFASTADOS,
OS TALIBANS "BRINCAM" NO AFGANISTÃO
Os talibans afegãos intensificam as acções de rapto de civis estrangeiros e ameaçam matá-los se as suas exigências não forem atendidas... Kabul não consegue responder eficazmente e as opiniões públicas dos países dos raptados inquietam-se. Eis o resultado do afastamento das áreas da Defesa e da Informação dos homens do comandante Massud. Hoje, a AFP noticia:
"Afghanistan: le corps d'un Allemand retrouvé, 23 Sud-Coréens menacés de mort
L'armée afghane a fait monter la tension d'un cran dimanche en annonçant être prête à intervenir pour libérer les 23 otages sud-coréens à l'approche de l'expiration de l'ultimatum fixé par les talibans, alors que le corps d'un des deux otages allemands a été retrouvé.
Le corps de cet ingénieur a été découvert dimanche dans la province de Wardak, à une centaine de km au
Conférence de presse à Bundang le 22 juillet 2007 de proches des otages sud-coréens en Afghanistan
sud de la capitale, selon la police locale qui ne pouvait préciser la cause de sa mort.
Berlin et Kaboul assurent qu'il est décédé d'une crise cardiaque pendant sa détention alors que les talibans affirment, sans preuves, l'avoir exécuté samedi avec son compatriote, dont le sort restait incertain. "Nous croyons qu'il est toujours en vie et faisons tout pour le libérer", a déclaré à l'AFP Zemarai Bashary, porte-parole du ministère de l'Intérieur.
Les forces afghanes et internationales s'activaient par ailleurs pour porter secours aux 23 otages sud-coréens à l'approche de l'expiration de l'ultimatum fixé à 14h30 GMT dimanche par les talibans qui exigent la libération de 23 des leurs prisonniers des geôles afghanes.
Le district de Qarabagh, dans la province de Ghazni (140 km au sud de Kaboul), où "les otages sont apparemment détenus", a été bouclé, a précisé à l'AFP le porte-parole du ministère de la Défense, le général Zahir Azimi.
Le ministre allemand des Affaires étrangères, Franck-Walter Steinmeier, évoquant le sort des otages en Afghanistan, à Berlin le 21 juillet 2007
"Il n'y a pas encore eu d'affrontement. Nous allons avancer, après consultation avec la délégation sud-coréenne", arrivée dimanche à Kaboul, a-t-il ajouté. Les forces de l'Otan et de la coalition ont refusé de confirmer une opération militaire.
Les chrétiens évangélistes sud-coréens ont été enlevés jeudi alors que, partis de Kandahar, ils se rendaient en car à Kaboul, à 450 km plus au nord. C'est le plus important groupe d'étrangers enlevés en Afghanistan depuis la chute du régime fondamentaliste des talibans fin 2001.
Les deux ingénieurs allemands et cinq collègues afghans avaient été enlevés mercredi sur la même autoroute, et les talibans ont affirmé les avoir tous exécutés samedi en raison du refus des autorités afghanes et allemandes de négocier.
"Les talibans peuvent dire où se trouvent les corps des deux Allemands. Si le gouvernement allemand veut récupérer les corps, nous les restituerons sans condition", a insisté dimanche au téléphone Youssouf Ahmadi, porte-parole habituel des talibans.
Les talibans avaient notamment exigé un échange de prisonniers et le retrait des 3.000 soldats allemands de l'Otan déployés dans le nord de l'Afghanistan pour une mission qui est loin de faire l'unanimité en Allemagne.
Cette affaire accentue par ailleurs la pression sur Séoul qui, selon un diplomate, a établi des contacts indirects avec les ravisseurs des évangélistes sud-coréens. Ces derniers effectuaient, selon Séoul, une "mission humanitaire" dans ce pays en proie à une insurrection de combattants islamistes.
Les talibans ont enlevé de nombreuses personnes depuis le début de l'année.
En mars, le journaliste italien Daniele Mastrogiacomo avait été libéré par les talibans en échange de la libération de cinq des leurs emprisonnés, une première qui avait valu au gouvernement afghan des critiques d'autant plus vives que les deux guides afghans du journaliste avaient été exécutés.
Le président Hamid Karzai avait alors assuré qu'un tel échange ne se reproduirait plus.
La dernière exécution d'un otage étranger en Afghanistan est celle d'un ingénieur indien en avril 2006."
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Cada vez mais, como se pode ler aqui, só há mesmo uma coisa a dizer:
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Como fazem realmente muita falta
os homens do comandante Massud!
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e pode-se ainda perguntar: mas porque não os chamam...? Musharraf não o quer...? E os sauditas também não? Então o eixo Riad-Islamabad condiciona de modo radical e esteriliza todos os esforços para aniquilar os talibans e Bin Laden....
A mamoca da miss playboy,
será que é uma playmama?

[Zipi / EFE] «Las damas del Playboy, en Madrid. Miss Playboy TV Portugal 2006, Sara Santos, bromea con la ganadora de este año, Liliana Queiros, durante una fiesta celebrada la noche de este jueves en Madrid.» in 20 Minutos
"EL JUEVES" FUROU O BLOQUEIO!
apesar do sequestro da edição! e nunca foi tão conhecido nem citado como agora, graças à net!
foto de um sortudo que arranjou um "El Jueves"
A censura nunca foi completa e, hoje na era da net, torna-se ridícula...! Uma bela meditação para Augusto Santos Silva... E outros salazarentos-cunhalentos mal reciclados.
O caso da "Jueves", já antes levantado aqui, é exemplar desse ridículo. Como nota o Jumento, "depois de um juiz ter mandado retirar a revista das bancas os blogues estão a escrever ao ministério da justiça declarando-se culpados de terem publicado a capa proibida. A decisão do juiz foi brilhante, a revista e os seus cartoons estão a chegar a todo o lado e o próprio magistrado se está a tornar a vítima dos cartonistas:


COMPREENDER A RÚSSIA DE PUTINE
Uma entrevista muito esclarecedora sobre as perspectivas estratégicas da Rússia e uma razoável descriptação da personagem Putine e do seu discurso. Anne de Tinguy, professora e investigadora no CERI, no L'Express:
"La Russie pense que son avenir n'est pas en Occident"
L’affaire Litvinenko a une nouvelle fois mis en lumière le durcissement actuel de la politique étrangère russe. Quel en est le but? Que peut faire l'Europe? L’analyse d’Anne de Tinguy, professeur des universités à l'Inalco et au Ceri/Sciences Po." Continua AQUI
"Affaire Litvinenko, retrait du traité FCE, Kosovo… Comment analyser le durcissement actuel de la politique étrangère de la Russie?
Ce n’est pas la première fois, il faut le rappeler, qu’il y a des tensions entre la Russie post-soviétique et ce qu’on appelle l’Occident - Union européenne et Etats-Unis. A la fin des années 90, déjà, au moment de l’élargissement à l’Est de l’Otan, de la guerre du Kosovo, les tensions avaient été très fortes et les dirigeants russes avaient dramatisé la situation.
Mais à cette époque la Russie était affaiblie sur la scène internationale comme sur le plan interne. Il faut se souvenir de la grave crise financière d'août 1998. Aujourd’hui, le contexte a changé. La Russie se sent forte et elle adopte une nouvelle posture internationale. Elle affirme son indépendance et se positionne sur un pied d’égalité avec les grands pays industrialisés et émergents, comme l’Inde ou la Chine. Elle estime avoir un rang à tenir dans le monde.
Ce qui permet à la Russie d’adopter cette nouvelle posture, c’est le contexte à la fois politique et économique - la hausse des prix du pétrole, qui a permis le redressement financier de la Russie, a grandement aidé le président Poutine. Le Kremlin tire aussi partie de l’affaiblissement de la position des Etats-Unis dans le monde, depuis qu'ils sont empétrés en Irak. Lorsqu’il critique l’unilatéralisme américain, Poutine est entendu, voire admiré dans certaines régions du monde, comme au Moyen-Orient.
Que recherche exactement le président russe?
Poutine veut que les Occidentaux traitent la Russie comme une égale, qu’ils tiennent compte des positions qu’elle prend dans la vie internationale, que ce soit au sujet du Kosovo ou du programme américain de défense anti-missile. Il refuse que le "monde extérieur" se comporte comme il le faisait dans les années 90 lorsque la Russie était "faible". La Russie aujourd’hui se sent forte et elle proteste.
Il veut aussi qu’on "n’embête" pas la Russie dans l’espace post-soviétique, ce qui l’amène à considérer comme un danger la politique américaine dans cette zone, et dans une moindre mesure la "politique de voisinage" de l’Union européenne. Dans cette région, la Russie ne perçoit pas l’Union européenne comme un partenaire, mais comme un concurrent. Elle ne comprend pas que l’Union européenne n’a aucune ambition de type impérial et se trouve même dans un profond désarroi car, si elle soutient le processus de démocratisation dans les pays de l’ex-URSS, elle ne souhaite pas pour autant encourager ces pays à se rapprocher de l’Union. Quant aux Etats-Unis, ils sont clairement perçus comme une menace.
La Russie est-elle aussi puissante que la rhétorique de Poutine le laisse penser?
La Russie n’est pas aussi forte qu’elle le dit. Elle a d’immenses problèmes, démographiques notamment; si le prix du pétrole venait à baisser, ses positions seraient immédiatement bousculées. Mais aujourd’hui elle pense être forte. Elle pense qu’elle n’a de leçon à recevoir de personne. Elle considère en outre que les faibles, ce sont nous, pays occidentaux, que l’avenir se situe de son côté et du côté des pays émergents. Du coup, sa relation à l’Europe se modifie.
Le retrait du traité FCE est, par exemple, un signe fort. Il suggère que le président Poutine est prêt à tourner la page: ce traité était considéré comme l'une des pierres angulaires de la fin de la guerre froide. La politique poursuivie par Poutine ne va cependant pas nécessairement dans le sens des intérêts de la Russie. Elle pourrait même provoquer ce que Poutine voulait éviter: les Occidentaux, déçus, risquent, comme dans les années 90, de se "fatiguer" de cette Russie qu’ils ne comprennent plus, et de décider de "faire sans elle". Au lieu de diviser les Européens, la politique de Poutine crée parfois de nouvelles solidarités - on l’a vu au moment de l’affaire du soldat de bronze en Estonie - et pourrait isoler le pays.
L’Union européenne dispose-t-elle de leviers pour infléchir la politique russe?
L’Europe doit d’abord réussir à parler d’une seule voix, sinon elle risque d’être décrédibilisée. Avec les différences de points de vue entre anciens et nouveaux membres, ce n’est pas chose aisée. Le meilleur rempart contre une dégradation des relations avec la Russie n’est pas de lancer des mesures de représailles, économiques ou autres, mais de conforter nos liens avec la société russe. Il y a certes une grande défiance de part et d’autre, mais aussi des intérêts communs et des liens de tous ordres créés dans les années 90, dans les domaines de la culture, du tourisme ou encore de l’enseignement, qui donnent des résultats, et de l’économie. Il y a une logique de rapprochement, en dépit des divergences interétatiques.
La société russe est certes reconnaissante à Poutine d’avoir redressé la position de la Russie dans le monde. Mais je pense qu’il existe un autre mouvement au cœur de cette société. Certains peuvent apprécier la rhétorique de la grande Russie employée par Poutine, sans pour autant souhaiter une rupture avec l’Europe."
COMO O DRIVE ESTRATÉGICO
DECIDE TODA A DIFERENÇA...
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Um pouco mais abaixo neste seu muito importante texto publicado na edição de 20.07.07 do "Jornal de Negócios", Franquelim Alves sintetisa o problema tal como ele se apresenta hoje. Estou de acordo com a sua análise, embora haja um "pequeno pormenor" que me pareça merecer um melhor esclarecimento. Trata-se da aplicação de dois conceitos "concorrentes" e "ameaça", aplicados aos "países emergentes". Esta questão pode realmente parecer um "pequeno pormenor" mas faz toda a diferença. Senão vejamos:
· "A nova ameaça é que o investimento forte que esses países emergentes têm vindo a efectuar em novas tecnologias, na educação e em modernas infra-estruturas, a par com o desenvolvimento de mercados altamente liberalizados, tenderá a alargar o âmbito da capacidade competitiva da força de trabalho desses novos países. Isso quer dizer que Portugal não se pode comparar – como habitualmente se tende a fazer, por descargo de consciência e para caucionar políticas de Estado ineficientes – com a média Europeia, mas tem sim que avaliar quem são os seus verdadeiros concorrentes e como devemos responder à sua ameaça. E aí os nossos concorrentes não são de facto os países que "puxam" as médias europeias para cima em termos fiscais e de políticas de rendimentos e preços, mas são em primeira instância os novos países emergentes, a começar pelos países do alargamento da União Europeia.Para responder a desafios de natureza completamente diferente do habitual – como é o caso –, nós temos que alterar o nosso quadro conceptual de análise, o nosso "frame of mind". (...)"
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Frank, não me parece que os “emergentes” sejam a concorrência… São, sim, a ameaça, já a morder os calcanhares enquanto não devora as pernas a muito do que tem sido e, infelizmente, ainda é o tecido económico português. E isso só quer dizer que, como objectivo estratégico, Portugal tem de sair daí e saltar para outro patamar, aquele onde estão “os países que puxam as médias europeias”.
Só que para ver e resolver isto é preciso o que tu chamas “drive” estratégico. Que, como dizes, não tem havido... E nem há. E é isso, esse “drive” que temos de resolver. Para poder saltar deste patamar em que os “emergentes” já nos roem os pés para o das “médias”. Claro que, sem o drive estratégico adequado e necessário, os “emergentes” são a “concorrência que nos ameaça”. São "concorrência" a tudo o que temos de mão de obra intensiva, colocado no fundo da cadeia de valor, sem o capital adequado, sem inteligência, sem design, sem comunicação, sem... Não são ameaça alguma no patamar para que o drive estratégico nos deve conduzir!
O nosso desafio nuclear é “apenas” este de nos dotarmos de tal drive. Sem ele, os “emergentes” são concorrência (e vão devorar-nos). Com ele, os “emergentes” não são concorrência mas apenas uma ameaça temporária a sectores mais frágeis e a outros arcaicos que o nosso tecido económico ainda mantém.
E deste modo se esclarece o “pequeno pormenor” supra-referido. Estás de acordo, Frank? Diz qualquer coisa sobre o assunto...
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Caro Zé Mateus
Como de costume a tua precisão conceptual é sempre um valor acrescentado. O sentido de concorrente vem associado ao conceito de ameaça. de alguma aliás as ameaças têm a ver - mas não só - com os concorrentes. O que me parece mais importante frizar é que cada vez mais essa ameaça não se restringe à área dos sectores de baixo valor acrescentado e de mão de obra barata mas começa a alastar a sectores em que a especialização tem um papel a desempenhar.
Isto é Portugal não vai lá com remendos e pequenos saltos. Com pequenos saltos rapidamente seremos apanhados e ultrapassados por aqueles "emergentes" que, de facto nos irão devorar como bem dizes.
Um abraço,
Frank
"EL JUEVES" SEQUESTRADA
os bourbon não têm humor e não admitem tal aos seus súbditos
Sem cobertura nem intervenção dos tribunais e totalmente à sua revelia, a polícia bourbónica sequestrou a última edição do semanário satírico "El Jueves" (que se edita el miercoles!) talvez por desgosto da casa reinante com um cartoon na capa... O sequestro da edição impediu a revista de chegar normalmente ao mercado, provocando-lhe prejuízos, mas esta radical censura administrativa deu a "El Jueves" uma campanha de publicidade com que o semanário nunca ousaria sonhar, devido ao seu astronómico preço. E atiraram cada exemplar desta edição, no mercado negro, para preços astronómicos... com tendência a subir! Se conseguir arranjar um exemplar, ponha-o à venda na net e vai ver quanto ganha em poucas horas! Depois, agradeça aos Bourbons... Mas vejamos a história contada pelos próprios:

E a capa da edição histórica !

Deutschland uber alles!
ou como Berlim manda Paris à fava no que é importante, como agora no motor de busca Theseus e largam o Quaero franco-alemão aos franceses
.
Pois é, toda a gente enche a boca de "Europa" mas quando toca a decidir o que é realmente importante é o interesse da Alemanha ou da França que se impõe e já ninguém se lembra de qualquer "Europa". Aqui está mais um caso em que, embora à partida a imensa maioria dos europeus estivessem excluídos, nem o eixo franco-alemão se entendeu e a Alemanha impôs a ruptura para afirmar os interesses de estado da Alemanha. Aprendam...
AEROPORTO DENTRO DA CIDADE:
aprender com S. Paulo e evitar a Portela
O acidente terrível de S. Paulo veio chamar a atenção para o que pode acontecer a qualquer momemto no apeadeiro da Portela. (Aliás, sabe-se que já esteve à beira de acontecer, com um avião a fazer-se à pista na Av. do Brasil, e que só por milagre ainda não se verificou.) Com as imagens a meter-se pelos olhos dentro, levantam-se as primeiras questões mas o bom seria mesmo raciocinar um pouco e agir em consequência... Perceber que não foi nenhum azar o que aconteceu em S. Paulo, mas apenas a consequência do aeroporto estar dentro da cidade. Acidente semelhante verificou-se há tempos num aeroporto do Canadá e a única consequência foi o avião quebrar as asas ao ir passear na relva... O aeroporto é fora da cidade e não tem prédios à volta, apenas relva !
“Aeroportos dentro das cidades são seguros?” pergunta o “Diário Económico” que acrescenta o óbvio: “Acidente no Brasil reacende debate sobre os aeroportos nas cidades”.
“As causas estão ainda por apurar, mas o acidente com o avião da TAM em São Paulo - que provocou a morte de todos os passageiros e de muitas pessoas que se encontravam nas imediações do edifício com que o avião chocou - reacendeu o debate sobre a segurança de ter um aeroporto dentro da cidade. O assunto é central em países como a Bélgica e a Holanda, onde os Governos estão empenhados em afastar o perigo dos grandes centros urbanos. Em Portugal, o assunto é recorrente quando as alternativas são a Portela+1 ou um novo aeroporto longe do perímetro urbano.”
“A segurança é mesmo a principal desvantagem (do aeroporto dentro da cidade) apontada pelo comandante Cruz dos Santos, dirigente da Associação Portuguesa dos Pilotos de Linha Aérea (APPLA), embora o responsável defenda que "os aeroportos são pólos de atracção, e por isso mesmo deve haver um controlo do crescimento das áreas envolventes, para que não 'engulam' o aeroporto".
“ Sousa Monteiro, especialista em aviação, refere que, quando acontece um acidente de aviação, é "a cidade, e não a companhia aérea, que fica conotada com o desastre, com repercussões negativas na imagem e consequências para o turismo". O mesmo responsável acrescenta ainda que existem "óbvios problemas ambientais, desde o ruído à poluição atmosférica" - argumento utilizado também pelos dois especialistas norte-americanos contactados. Outro perito defende ainda que os custos de exploração num aeroporto dentro da cidade são "muito maiores. Embora se diluam os custos fixos, as rendas dos terrenos do aeroporto são mais elevadas quando estão dentro da cidade". Ao elevado custo de exploração acresce o facto de o crescimento da infra-estrutura estar limitado pela própria cidade.
“Um aeroporto dentro do centro urbano dá uma sensação de proximidade mas, segundo o comandante Sousa Monteiro, essa sensação pode ser ilusória. "A proximidade não se mede pelos quilómetros percorridos entre a cidade e o aeroporto, mas pelo tempo que se demora a chegar". (…)
“A proximidade de atracções turísticas é importante para o sucesso comercial", defende também fonte do Airport Council Internacional, acrescentando que "mesmo quando os aeroportos são longe da cidade, os centros de congresso e reuniões tendem a localizar-se perto do terminal". Na realidade, a aviação não vive só dos voos, mas também dos hotéis, lojas e de todas as infra-estruturas que crescem em torno do aeroporto e que representam um importante aumento nas receitas das empresas aeroportuárias. A ANA - Aeroportos de Portugal, por exemplo, está a apostar cada vez mais nas áreas de não aviação que, no exercício de 2006, contribuiu com receitas de mais de 84 milhões de euros.”
Enfim, uma típica prosa de jornal em que se ouvem vários especialistas e se evita tomar partido… Mais claro é o Jumento:
“A estupidez em Lisboa ainda não chegou ao ponto de ser construído um edifício enorme quase no enfiamento da pista, mas o acidente que ocorreu em São Paulo poderia ter ocorrido no Aeroporto da Portela, o que, aliás, não seria novidade ainda que no nosso caso no acidente que matou Sá Carneiro esteve envolvida uma pequena aeronave.
Concorde-se ou não com a manutenção do Aeroporto da Portela um acidente esta dimensão é um cenário a considerar apesar de tal hipótese pouco ter sido considerada no debate que tem havido. O único inconveniente apontado para a localização do nosso aeroporto prende-se com o ruído.”
Wedding Night - From Dusk till Dawn
John Wayne: The Quiet Man
The Courting
John Wayne's Guide
to a Healthy Marriage
TERRORISMO: QUANDO O FEITIÇO SE VIRA
CONTRA OS APRENDIZES DE FEITICEIRO…
Uma análise muito interessante das relações entre certos estados sponsors do jihadismo e os jihadistas. Uma história das desgraças dos aprendizes de feiticeiro que desenvolvem feitiços que contra eles se viram… Na Stratfor, por Kamran Bokhari:
“ State Sponsors of Jihadism:
Learning the Hard Way
By Kamran Bokhari
In the short period of time since some Muslim states began to employ jihadists to further their domestic and foreign policy objectives -- in the late 1970s and early 1980s -- none of these states has been able to quit the relationship and remain unscathed. For various reasons, the once-symbiotic relationships between the governments of Pakistan, Saudi Arabia, Yemen and their jihadist proxies have turned adversarial, while in Syria's case the storm is brewing. In essence, the jihadists have come back to bite the hand that fed them.
An examination of the development of these relationships reveals a similar path. The security and intelligence apparatuses in each of these countries played the lead role in supporting these militant Islamist entities -- in some cases even helping to create them. Over time, these intelligence agencies developed a considerable degree of influence among such groups, though the groups enjoyed significant influence within the security establishment as well.
For domestic reasons, most of these governments aligned themselves with religious extremist forces to consolidate their power and counter challenges from mainstream opposition forces. But more important, the alignment served to further the geopolitical objectives of the state in its region. In the beginning, such relationships tended to go well -- until the state ceased to have a major use for the jihadist group or the group became too powerful to manage.
Normally, despite the ups and downs in the relationship between a country and its allied terrorist entity, the state maintains the upper hand. This is because, although their ideology and interests differ from those of the state, the jihadist groups depend on the state for their survival and prosperity.
The Afghanistan Legacy
Such equilibrium, however, exists as long as the affair remains limited to a one-on-one relationship between the state and its proxy, or only one or two neighboring states get involved. Over time, however, the explosive cocktail of religion and geopolitics has allowed Islamist militant nonstate actors to seek help from other like-minded groups outside their areas of operation, which has helped them consolidate their positions at home.
It all began with the Soviet military intervention in Afghanistan in 1979, when the United States, Pakistan and Saudi Arabia supported Islamist rebels fighting the Moscow-backed Marxist stratocracy in Kabul.
For its part, Washington provided weapons and training to the insurgents it called "freedom fighters," while Riyadh funneled money to them and Islamabad provided logistical assistance. Moreover, these countries made a concerted effort to unite a broad range of Islamist groups. In the process, these groups -- which until then had limited horizons -- got their first real taste of transnationalism. Not only did the decade-long Afghan experience connect the groups, it also laid the foundation for a transnational network -- one that later emerged as a global jihadist network, with al Qaeda as its vanguard.
Although by empowering the jihadists the Afghan venture altered the nature of the relationship between Muslim states and their nonstate proxies, many states continued to do business with their proxies. Even U.S.-led international pressure on countries -- mostly Muslim ones -- to abandon their sponsorship of terrorist entities was not serious enough to force the states to shut down these operations.
The Saudis continued to bankroll Arab legions fighting in Central Asia, South Asia, the Far East, the Caucasus and the Balkans. Pakistan continued to back the Afghan and Pakistani militant Islamist groups, with an eye on securing the now-infamous objective of "strategic depth" in Afghanistan. Islamabad also aimed to counter Indian military superiority by backing Kashmiri separatist groups. Yemen sought the help of jihadist forces to defeat Marxists in the 1994 civil war.
Meanwhile, the 1991 Persian Gulf War played a key role in creating friction between many of these states and their jihadist proxies. The falling out between Osama bin Laden and the Saudi royal family is a classic case. Jihadist groups by then had gained sufficient strength to begin asserting their autonomy, especially in areas where their ideologies and objectives clashed with those of their state patrons.
The evolving relationship between Islamist groups and Muslim states also had a direct impact on the domestic sociopolitical conditions in the concerned countries, which led to the rise of religious conservatives, radical Islamists and other extremist forces. A situation developed in which the very religious ideology the ruling elites had used to consolidate their hold on power was beginning to undercut the state. Because the Islamist militants did not completely turn against the state, however, the situation remained tenable.
The Watershed
Then came 9/11.
The attacks against the United States completely altered the global geopolitical landscape and forced governments in Islamabad, Riyadh, Sanaa and elsewhere to act against their jihadist allies. In the beginning, these Muslim governments tried to make do by simply convincing the Islamist groups to lie low. Some complied, though many others did not -- because by then they had established autonomous operating environments and, more important, they had been emboldened by al Qaeda's 9/11 attacks.
The state patrons, then, were finding that many of their former proxies were going rogue, and that a realignment of the jihadist universe was taking place. Whereas many jihadist groups and factions in the past had "special" relationships with the state, they now found an ally in al Qaeda and its band of transnational jihadists. This pursuit of transnational objectives brought the jihadists in direct confrontation with states whose past relationships with the jihadists were motivated by national interest. The jihadists, in other words, represented no more than instruments through which governments could pursue their goals. Over time, especially during the period following the invasion of Iraq by the United States and its allies, these Muslim governments increased the pressure on the jihadists.
That said, the break between the jihadists and their patron governments was neither quick nor absolute, which explains why it took some time before the jihadists redirected their actions against the states that were responsible for their initial rise. Despite their growing distaste for their former patrons, the jihadists still needed to maintain operational links with their contacts inside the states' security and intelligence networks.
In many cases, intelligence operatives and security officers who had managed the jihadist groups sympathized with the newly shunned nonstate actors, giving the jihadists significant access to resources that helped them continue to operate -- even under the global counterjihadist regime being imposed by the United States. Although some of these officials were purged and others were transferred, still others managed to balance their official duties with their sympathies to the jihadists. The Pakistani intelligence directorates, particularly the Inter-Services Intelligence (ISI), continues to be plagued by this problem, which would explain the jihadists ease in staging attacks against Pakistani security forces since the Musharraf government began operations against Islamist militant interests in the country's northwest.
Even though the official policy in these states now is based on the conviction that Islamist extremists and terrorists represent a grave national security threat -- and the governments are mobilizing resources to counter the threat -- to varying degrees, the jihadists have sufficiently penetrated the state systems to the point that they still can conduct business.
The fatal mistake governments make is that they try to distinguish between "good" and "bad" jihadists. For the Pakistanis, the Taliban in Afghanistan constitute a resistance movement, though they want the Taliban operating in Pakistan wiped out. Similarly, the Yemenis hunt down some al Qaeda-linked jihadists, but not those who form a crucial support base for the government of President Ali Abdallah Saleh or those who make up an integral part of Yemen's intelligence services. In the same way, the Saudis have undertaken a massive counterjihadist effort in the kingdom, though they still support jihadists in Iraq as a means of containing the rise of the Shia there -- and, by extension, Iran.
However, maintaining an ambivalent policy toward jihadism, while tempting, can be deadly. From a policy point of view, it is easy to box jihadists into the neat categories of good and bad. In reality, however, the jihadist goal is to overthrow secular governments and establish Islamist states, which is why these states cannot hope to do business with jihadists and expect to maintain internal security and stability. Of course, different governments faced with varying domestic and foreign policy circumstances will have different levels of success.
The Unique Situations
Despite having the social, political and economic environment that is most conducive to jihadist activity, Saudi Arabia has been the most successful in combating jihadism. In an effort to undercut the Islamist militants, the kingdom's General Intelligence Directorate has skillfully made use of the same religious, tribal and financial channels that the jihadists use to stage attacks. It is not surprising, then, that the Saudis have been ahead of the curve since June 2004 and have managed to thwart attacks and launch successful pre-emptive strikes against jihadist personnel and infrastructure.
Since the beginning of the jihadist insurgency in the country, Riyadh's security forces have eliminated some half-dozen successive commanders of the kingdom's al Qaeda node. Much of the Saudi success can be attributed to the government's handle on the various cross sections of society. Moreover, the Saudis have had sufficient experience in dealing with rogue Islamist militants.
The kingdom's founder, King Abdel-Aziz bin Abdel-Rehman, successfully quashed the Ikhwan movement (not to be confused with the Muslim Brotherhood) when it began to threaten the interests of the state. The militant Wahhabi movement played a major role in King Abdel-Aziz's attempts to conquer most of modern-day Saudi Arabia in the early 1900s. But when the group wanted to expand its operations into Iraq (then under British control) -- a move that threatened the interest of the king's British allies -- and when it wanted to impose its own brand of Islamic law in the kingdom, King Abdel-Aziz had its members annihilated. Many decades later, in 1979, when the Kaba in Mecca was taken over by a militant Wahhabi group led by Juhayman al-Utaibi, the Saudis were again able to act against the group, even storming the Kaba to flush out the militants.
The situation in Yemen is not that bad either. Like Saudi Arabia, attacks still continue -- most recently against energy-related targets -- but what has helped the Yemenis is that a significant population in the country is Zaydi, an offshoot of the Shiite sect of Islam. Additionally, the Yemeni government is not supporting jihadists for foreign policy purposes, but to ensure domestic political stability. Thus, the jihadists do not engage in active combat. Nevertheless, the country sits on the crossroad of four major jihadist theaters -- Iraq, Afghanistan/Pakistan, Somalia and Saudi Arabia -- and the transnational elements from each arena could link up with the locals to create problems for Sanaa in the future.
By far, the most serious threat is that faced by Pakistan. There, the historic mullah-military alliance has fallen apart in recent months. In fact, in the wake of the operation against Islamabad's Red Mosque, the jihadists have taken off the gloves and declared war against the Pakistani state. While successive governments dating back to the country's creation in 1947 have used religious groups and the ulema class to standardize Pakistan's nationalism as one rooted in Islam, the 11-year rule (1977-88) of former military dictator President Gen. Mohammed Zia-ul-Haq played a crucial role in creating the Islamist Frankenstein. Though many governments before and after Zia flirted with Islamist actors to pursue foreign policy objectives, it was the Zia regime that empowered Islamists and mullahs at home.
In many ways, the current polarization of Pakistani society is the logical culmination of two competing views of the Pakistani state. Throughout their country's nearly 60-year history as a nation-state, Pakistanis have struggled over whether Pakistan was created to be an "Islamic" polity in which its majority Muslim population could live in accordance with its cultural norms as codified by state law, or whether its founders envisioned Pakistan as a secular state in which the Muslims of British India could safeguard their economic interests.
This situation continues to force the state's hand, and the government is attempting to gain control over the jihadists who are striking at the very security forces that nurtured them in the past. Therefore, given the magnitude of the problem, it is not surprising to see that many Pakistanis are beginning to wonder about the future survivability of their country. Pakistan is unlikely to become a failed state as a result of the social chaos and the weakening of the military-dominated establishment, but the country is headed for serious trouble. However, it is too soon to say whether Pakistan will face a situation like Algeria did in the 1990s, when some 200,000 people died before the government could contain the Islamist insurgency there, or whether it will encounter a more benign insurgency, like that in Egypt in the 1980s and 1990s.
Another state that has recently begun using jihadist elements to pursue its foreign policy objectives is Syria. The government not only has allowed jihadists to use Syrian territory as a conduit to Iraq, but also has in recent months redirected some of that traffic toward Lebanon in a bid to regain control of its smaller neighbor -- control it lost in the storm that erupted after the assassination of former Lebanese Prime Minister Rafik al-Hariri.
Syria in the 1970s became the first Arab state to face a serious challenge from homegrown jihadists, which is why former President Hafez al Assad decided to strike hard at Islamist forces in 1982 -- an act that led to the killing of tens of thousands of people. The senior al Assad was motivated by the fact that his Alawite-Baathist regime was a minority government in a country where 85 percent of the population was Sunni. His son, President Bashar al Assad, however, is ignoring that statistic and is participating in a dangerous game of backing jihadists in Iraq and Lebanon. It will not be long before these same forces begin to threaten domestic security and stability in Syria, especially with Iraq exploding.
States that have exploited jihadists to further their own interests have derived some short-term benefits, but in the long run, these groups have come back to haunt their former sponsors -- in some cases even threatening the security and stability of the state. In either creating or supporting these groups, the states tend to forget that their proxies will have their own agendas. Given their ideology and transnational links, jihadists groups have proven to be the most deadly proxies."
Quando Viviane Reding dá
“explicações” a Santos Silva
Mas que raio de coisa levará reaccionários trotsquistas-católicos a inscrever-se no PS? E a vir viver do Governo em Lisboa quando só gostam de morar no Porto? E temos ainda de lhes pagar subsídios para isso? Para eles brincarem aos governantes fazendo coisas que não só não são necessárias como são prejudiciais (ao País e ao Governo) não fazendo durante esse tempo aquilo que o País precisa… Claro, depois levam públicos e notórios puxões de orelhas de “Comissários da Europa”. Que vergonha! E José Sócrates tem de aturar tudo isto calado? Digo José Sócrates porque foi nele que votei e não num qualquer Santos Silva (que aliás nem conheço pois Santos Silva só vejo um: o Artur do BPI). Pobre Sócrates a ter que suportar números e tretas destas:
· «A comissária europeia para os media condenou ontem qualquer tipo de intervenção tanto das instâncias europeias como dos governos dos Estados-membros em matéria de regulação de conteúdos editoriais dos órgãos de comunicação social ou de códigos de conduta dos jornalistas. defende, pelo contrário, que estas matérias devem ser alvo de auto-regulação por parte da classe.» in Público
Ninguém explica ao senhor do Porto que numa capital democrática um governo, mesmo que se entrincheire e resista uns tempos, nunca consegue ser re-eleito se tiver contra ele uma frente de todos os directores e editores e mais jornalistas e proprietários dos media…? Ninguém consegue fazer entender isto ao senhor do Porto? Ninguém lhe explica pacientemente que ele criou em Portugal e ao Governo uma situação inédita, nunca vista…? E que quem pagará a factura de tal situação é não ele (que não tem estatuto para isso) mas José Sócrates? Ninguém é capaz de explicar a política ao senhor do Porto? Porque é de política (pura e dura) que se trata…
E ainda passamos esta vergonha de vir uma senhora do Luxemburgo ensinar-nos a estar sentados e a saber as maneiras de comer à mesa…?!
Outra coisa: história. O senhor do Porto é no PS um cristão-novo. Nada contra. Mas talvez certas concepções da liberdade (bem dirigida por almas iluminadas por Deus e por L. Trotsky) sejam correntes nas anteriores religiões dele, mas no PS desde antes e depois do 25 de Abril (Remember República… Salvé meu querido Raul lá no teu Oriente Eterno!) sempre nos batemos por uma coisa sagrada: a liberdade de expressão (razão que foi uma das que levou a Pide a prender-me em 1970). Por favor, nada de poluições nesta matéria sagrada! E aprendam (rápido) alguma coisinha de perceptions management...
CASO "ENFERMEIRAS BÚLGARAS"
MAIS UMA VITÓRIA DE SARKOZY
É uma vitória de Sarkozy na frente externa. Depois de ter obrigado a máquina autista de Bruxelas a tomar em conta e a integrar nos seus cálculos os interesses e pontos de vista da França, Sarkozy resolve de uma penada, como o Claro tinha previsto aqui, o caso já com barbas das enfermeiras búlgaras (coisa que espantosamente toda a UE tinha deixado arrastar indefinidamente numa manifestação permanente de impotência política) e ainda apresenta uma política para o Mediterrâneo (coisa que espantosamente toda a UE não tinha...). Dito à maneira de Frederic Dard, que o Rui gosta de citar, finalmente, parece haver um piloto no avião da Europa. Se é aquele que nos interessaria, se defende e impõe os rumos que nós queremos ou se são os que outros (os franceses) querem, isso é já outra questão...
EU relieved over Libya's decision to spare Bulgarian nurses
Top EU officials breathed a sigh of relief after the Libyan High Judicial Council decided to overturn death sentences against five Bulgarian nurses and a Palestinian doctor, accused of having deliberately infected some children with HIV/AIDS.
Sarkozy sounds out basis for Mediterranean Union
French President Nicolas Sarkozy has stepped up efforts to gain support for his idea of a 'Mediterranean Union' in a visit to Algeria and Tunisia last week. However, there are many obstacles on the way to its realisation, scheduled to take place in 2008.
" O recado de Londres
Um editorial informado, corajoso e marcante de Martim Avillez Figueiredo, no Diário Económico. Uma coisa como um editorial deve ser:
" Há um apelido que vale a pena memorizar no novo Governo britânico: Miliband.
Os irmãos David e Ed Miliband vão ser notícia muitas vezes. Para já, o mundo está atento ao que diz David, o novo secretário dos assuntos estrangeiros inglês, esse que se lançou sobre o desvario russo depois de estes negarem a extradição do assassino do espião Litvinenko. O assunto é muito relevante.
Não pelo espião, mas porque toda esta história pode ser relevante para Portugal, que agora lidera a Europa. Para perceber isso, é preciso entender a história destes dois irmãos.
Os avós Miliband fugiram do bairro judeu de Varsóvia e o pai de Miliband, Adolphe, já nasceu em Bruxelas. Daí fugiu para Inglaterra, onde se tornou num brilhante teórico do marxismo e mudou de nome - Ralph no lugar do odioso Adolphe. Os filhos, David e Edward (Ed), nasceram em Londres nesse ambiente de intenso estudo e ideologia. Isso fez deles, talvez, os mais sólidos membros do governo britânico (ao lado de Ed Balls e do próprio Gordon Brown). Ed e David não fazem apenas política. Pensam-na.
Ora, é o que David pensa (ideologicamente) sobre o seu papel nos negócios estrangeiros que torna esta história interessante para o Sócrates de esquerda e o Barroso preocupado com a energia. Num livro agora publicado em Inglaterra ("Politics for a New Generation", IPPR, 2007), David Miliband aponta o grande desafio dos estados: as alterações do clima. Mas não avisa. Explica que essa batalha verde se ganha com ideologia. Logo à cabeça, afirmando o papel do Estado - uma vez que o mercado falhou na gestão desse problema.
Esta fé no papel do Estado (bem sustentada no texto) é aqui relevante porque ajuda a perceber este ataque aos russos. Ele não se deve apenas ao problema do espião. Deve-se, sobretudo, à preocupação em resolver a dependência energética. Miliband não quer ser refém dos países produtores. Como a Rússia. O espião, portanto, é aqui a bengala para falar grosso a quem está a tomar conta da energia do planeta - a russa Gazprom.
Não é excesso de interpretação. É mesmo assim. E não perceber isso é não conhecer o pensamento de Miliband e, pior, não entender que ele está a fazer um apelo à Europa para que não alinhe com o criminoso regime russo. Nesse livro, ele pede à UE que fale a uma só voz na questão energética.
Dito de outra forma, Sócrates, que agora lidera a União e que tem tudo para se entender ideologicamente com Miliband, precisa de sentir o momento. E o momento exige uma declaração séria que aproxime a Europa da Inglaterra. Pode até ser a Europa de esquerda - a oportunidade também é ideológica. Mas seria criminoso deixar Miliband sozinho nesta guerra contra criminosos. O recado serve também para Durão Barroso. Seria excelente ver Portugal a pressionar a Europa para alinhar com os bons ."
O PAQUISTÃO ESTÁ À BEIRA DE UMA INSURREIÇÃO CONTRA MUSHARRAF?
A situação no Paquistão parece evoluir a grande velocidade e em direcções complicadas… Sobre isso, escreve John Robb, no Global Guerrillas, com a boa informação e o quadro de leitura que o caracterizam:
“The emerging open source insurgency in Pakistan may have found its plausible promise: to defeat the Pakistani military establishment. Here's how it developed.
The first incident was the assault on the Red Mosque in Islamabad (which militants claim took the lives of 1,500 people, mostly students). This incident fixed the target of the insurgency (the Pakistani military and not NATO next door in Afghanistan). It also generated sufficient motivation for violence. The second has been a series of examples of successful attacks against the Pakistani military. Specifically, suicide-bomb attacks against military targets (at a recruitment center, a convoy, a patrol, and several checkpoints -- with over 100 killed).
With a plausible promise in place, all that is needed is a pool of new groups to participate. That may already be present. The intrepid Syed Shahzad, of the Asia Times, reports that there is a host of rapidly growing networks of insurgents outside of the control of traditional groups (which makes them relatively immune to government coercion/negotiation):
...the present breed of jihadis rapidly emerging in the Swat Valley, Bajaur, North Waziristan and South Waziristan is different.
The militants this correspondent encountered could hardly be called "revolutionary" [in the sense they don't have a plan for Islamic governance], and they were not fully trained combatants. At best they could be described as disgruntled youths who have been manipulated by clerics, or simply fired up by incidents such as Lal Masjid.
They are up in arms and want to take on the government. They say they want to kill Musharraf, but they don't know how, or what they would do next. This scenario promises to generate serious violence, but not revolution. The militants are divided into small groups, united only in a desire to fight their common enemy, the Pakistani military establishment.
If true, Pakistan may devolve much faster than anticipated. Will we see it hollow out?
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A BARBARIDADE E O PERIGO
DESTES RADARES EM LISBOA
O presidente do Automóvel Clube de Portugal, Carlos Barbosa (senhor que não conheço pessoalmente), teve a hombridade de dizer à Lusa o que é óbvio mas que ninguém se atrevia a dizer (será ainda o medo da inquisição e da pide ou de perder o lugarzinho…?) : os radares que a Câmara espalhou pela cidade são uma barbaridade, um factor de insegurança, uma fonte de perigo e acidentes pelas travagens bruscas a que obrigam, uma forma de infernizar a vida aos lisboetas e só se entendem nas suas localizações numa óptica de assalto aos cidadãos, tal como ontem aqui tínhamos escrito.
“Lisboa/Radares: Carlos Barbosa (ACP) afirma que foram colocados arbitrariamente e sem critério"
Lisboa, 17 Jul (Lusa) - O presidente do Automóvel Clube de Portugal (ACP) afirmou hoje, em declarações à Lusa, não estar "surpreendido" pelas 4.090 infracções registadas num dia pelos 21 radares em Lisboa, que diz estarem "colocados arbitrariamente e sem critério".
"Quem colocou os radares, nomeadamente a ex-vereadora Marina Ferreira [actual presidente da Comissão Administrativa que gere a Cãmara de Lisboa], não quis ouvir as entidades competentes sobre a sua localização e velocidade limite, por isso não me espantam estes números", afirmou à Lusa o presidente da ACP, Carlos Barbosa.
"Nós, ACP, estamos completamente de acordo com a colocação dos radares e sobre a sua utilidade, mas estamos contra a sua localização e achamos certos limites desadequados", disse.
Segundo Carlos Barbosa, a ex-vereadora Marina Ferreira, responsável pelo pelouro da Mobilidade no anterior mandato, "foi avisada dos erros que estava a cometer e, em vez de recorrer às entidades competentes como a Direcção Geral de Viação (DGV), a Prevenção Rodoviária, a PSP e o ACP, optou por colocar os radares por auto-recriação, arbitrariamente e sem nenhum critério".
"Considerando que 30 por cento do valor das multas vão para a Câmara, não me admira que os radares estejam colocados em saídas de auto-estradas e com limites ridículos como na Radial de Benfica [80 km/h] e no Campo Pequeno [50 km/h]", afirmou à Lusa.
"Os radares, onde estão colocados e com estes limites, servem para uma autêntica caça à multa", acusou Carlos Barbosa, membro da lista de Carmona Rodrigues (independente) que concorreu às eleições intercalares para a Câmara de Lisboa.
Na opinião do presidente do ACP, as localizações e certos limites têm de ser "corrigidos", com risco de se causar um "grande engarrafamento na cidade de Lisboa".
"Não sei como será com a nova vereação, porque António Costa [vencedor das eleições e futuro presidente da autarquia] é uma pessoa que não se preocupa minimamente com a mobilidade rodoviária. Qualquer uma das entidades competentes sabe onde devem ser colocados os radares de modo a terem utilidade prática para a cidade", concluiu.”
Eva Herzigova Apanhada na Praia

Diz a imprensa inglesa: "Hello boys! Eva Herzigova gets her curves back", a propósito das fotos, feitas numa praia de Itália, da menina que há uns anos celebrizou os seus "boys" que nada têm que ver com os de António Guterres, pois como se pode ver, nas fotos abaixo, os de Eva são bonitos...
The 'Hello boys' de Eva... Ela fala-lhes (que privilégio... e que pena não ser extensivo) na foto da direita em baixo!

AL GORE - PELA BOCA MORRE O PEIXE
ler Aqui

O CLARO NA LISTA DOS 50 BLOGS
DE INTELIGÊNCIA ECONÓMICA...


A GRANDE FESTA
DE SAN FERMIN !
Já aquí se tinha assinalado este momento alto das Festas de San Fermin, mas agora, graças à Interviú, é possível ver mais e saber melhor o segredo desta grande festa, em Pamplona. E, pronto, festa a sério, já sabem, é San Fermin... Grande santo!
“ La musa de San Fermín"
na Interviú, claro
" En un balcón en Estafeta y con mucho kalimotxo en su cuerpo serrano, esta chica demostró que no todo son toros en San Fermín. No en vano Pamplona se convierte en la capital mundial del desfase por una semana.
Reportaje por: Carlos TORRES
Fotografías por:
16/07/07
San Fermín no sería lo que es sin esos turistas estadounidenses que, a veces llamados por la literatura de Ernest Hemingway, y casi siempre al olor del vino y los toros, se acercan a Pamplona para sumarse a la fiesta con su peculiar estilo. Este año, un grupo liderado por la guapa Jane Pierre, de 28 años, se empeñó desde el mismo día del chupinazo en competir con los encierros por ver quién era capaz de atraer más miradas.
Esta rubia tremenda y desinhibida se asomó al balcón de su hostal en la calle Estafeta, por donde los toros suelen perseguir a los mozos a toda velocidad, con sus amigos Sean O'Halloran, de 27 años; John Thomas, de 30, y Michael Michelsen, de 28, ávidos todos ellos por sumarse a la espectacular juerga que contemplaban en la calle.
El grupo de amigos, que se había armado con pistolas de agua para combatir el calor, pronto se inclinó por otros líquidos. Los jóvenes empezaron compartiendo unas latas de cerveza, pero enseguida pasaron a probar ese cóctel para ellos de nombre impronunciable que es el kalimotxo. Y cuando la cosa ya estaba animada, en vez de salir a la calle para mezclarse con la gente, Jane decidió regalar a todos un improvisado estriptis desde el balcón. Empezó por quitarse el sujetador y enarbolarlo como si fuese una bandera, pero no tardó en quedarse sólo con una blusa blanca tan abierta como ella a las caricias y besos de sus amigos.”
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«VÍRUS DO MACACO»
AMEAÇA POLÍTICOS
C'est donc au tour de Patrick Devedjian de se retrouver victime du "virus du Macaque" venu tout droit des Etats-Unis. Comme l'analyse très justement RTGI dans son "itinéraire d'une épidémie", la propagation virale de ces "flags" sur DailyMotion est de plus en plus rapide et foudroyante.
A noter que les médias traditionnels continuent à abaisser le niveau de leurs défenses immunitaires face aux viraux portés par le web, la preuve en est que moins de 24 heures après la mise en ligne de la vidéo, France Inter par exemple traitait déjà l'information dans son journal et offrait au viral une démultiplication de son impact en terme d'audience.
Pour filer la métaphore virale, André Gunthert préfère parler de "parasites", qui bousculent l'agenda médiatique :
Les controverses provoquées par les vidéos en ligne sont devenues familières au cours de la campagne présidentielle. On pouvait penser que les usages de ce média allaient disparaître en dehors du cadre de l'affrontement électoral. Certains minimisaient justement l'effet des vidéos sur internet en raison de ce contexte particulier. D'autres préparent déjà leurs armes pour les élections américaines ou les prochaines municipales. Pourtant, loin de s'éteindre avec la campagne, l'image parasite refait surface et semble s'installer dans le quotidien et la durée.
De fait, ces "ovnis médiatiques" forcent en quelque sorte la main des médias, que l'on pouvait croire inoculés par une certaine indifférence, à moins qu'il ne s'agisse tout bonnement de connivence comme semble le penser Jules :
le plus étonnant n'est pas que le propos ait été tenu. Ni même qu'il ait été tenu devant les caméras de télévision. Non, la surprise vient de sa diffusion.
Le seul remède efficace semble-t-il, est donc désormais de prendre ses précautions, surtout dans les coulisses de Bruxelles :
Nicolas Sarkozy a débarqué en salle de presse française vers 23H30 et a demandé à ce que les caméras et les micros soient coupés : il est venu pour informer la presse de l’état des négociations « informellement », et non pour voir des images terminer sur internet, s’est-il esclaffé en faisant référence à sa fameuse conférence de presse au G8 où il a donné l’impression d’être fin soul, ce qu’il n’était pas. ”
John Hillen, president of Global Strategies Group (USA) LLC, wrote a thoughtful op-ed piece for Defense News entitled "National Security Evolution." [18 June 2007] Hillen, a staunch conservative, brings an interesting perspective to global security issues. He is a former soldier who served in Operation Desert Storm and an academic who received his Ph.D. from the University of Oxford St. Anthony's College. He has impeccable analytic credentials having served as an analyst with the Center for Strategic and International Studies, the Council on Foreign Relations, and the Heritage Foundation. He also served as an Assistant Secretary of State for Political/Military Affairs under the current Bush administration. Hillen's premise is that those involved in national security must transform to match a very different landscape than they have traversed in the past. He writes:
"Since World War II, the U.S. military’s sustainable competitive advantages have been in mass, technology and combat training. While the United States still maintains those advantages, they will not guarantee victory in Iraq, Afghanistan, the Southern Philippines or elsewhere in the war on terror. The Pentagon has recognized that it cannot kill or capture its way to victory. Instead, it will have to deploy a creative combination of lethal force and building for good governance that will appear to be a linking of combat and development."
Hillen's formula sounds remarkably like the combination of forces recommended by Tom Barnett -- a Leviathan force (the lethal part) and a System Administrator force (the building good governance part) -- or the "hybrid force" being touted by Rudy Guiliani in presidential debates. Hillen continues:
"Today, your average battalion commander in eastern Afghanistan is as interested in micro- financing programs for village entrepreneurs as he is in counterinsurgency combat missions. The U.S. military must still rely on high technology — but many times applied to low-tech problems. It can still use mass, but in precise packages tuned to the cultural anthropology of their operations area. Combat training is critical, but now supplemented by heavy doses of 'soft' skill sets previously only associated with the unconventional wars and special operations forces."
Hillen then points out that not only does the military need to transform so does the industrial complex that supports it.
"The fundamental sources of America’s sustainable competitive military advantages are changing, but contractors need to change faster to keep up. We can no longer count on winning the next war because American ingenuity made a better towed sonar array than the next guy."
In the "Pentagon's New Map" briefing that marked Tom as one of America's top strategists, he pointed out the Pentagon's fascination with high tech weapons and sophisticated adversaries. He also noted that the Pentagon found itself trying to use all those high tech weapons in low tech situations. In Tom's words, "The Pentagon is buying one military but fighting another." Hillen sees the same thing:
"As the Cold War ended and the technologically based 'revolution in military affairs' became apparent, we sought military advantage in stealth, precision, range, lethality and information dominance through technological supremacy. Technology always got the big headlines, but those who served in combat in the past 25 years will tell you that it is the unparalleled combat training starting in the 1980s that provides the United States its sustainable advantage. Our training is as demanding and realistic as can be safely allowed, and it continues to make the difference on the ground. But today’s threat environment has broadened our understanding of what constitutes a security challenge. We recognize that the world’s poorly governed and disordered regions produce security challenges that not only threaten our interests there, but can assault us at home. We can no longer ignore poor governance, lack of economic opportunity, perpetually destabilized regions, radical movements and endemic social challenges in far-off places."
Hillen and Barnett both point out that the softer side of the force that the United States needs to develop is not primarily a military force even though it must be part of the American national security community. I see this every day in my own work. I started Enterra Solutions to help break down the walls between compliance, security, and performance challenges. As the security landscape has changed, the technologies that Enterra Solutions has developed have found comfortable homes in both the commercial and government sectors -- including the national security sector. That was one of the reasons that I was attracted to Tom's thinking and recruited him for the company. Hillen sees the security environment emerging the same way that Tom and I do and he believes that companies must transform by breaking down the silos I describe above.
"In a smaller, globalized world, these issues represent a different threat than they have in the past, and national security companies must change to better support their government clients. The Pentagon, the intelligence community, the State Department, the U.S. Agency for International Development and others are working in tandem in counterterrorism, counterinsurgency and postconflict environments. They combine skill sets, tactics and know-how to counter threats that can only be defeated with unique combinations of intelligence, law enforcement, development and lethal military force. Back home, national security companies still largely work in the silos that their institutional clients reflect, and procure through. Most of the technological innovations and technology budget goes to military or intelligence programs designed to combat a symmetrical enemy. Instead, technology needs to be applied against the asymmetrical enemies — terrorists and insurgents — as it has been with the data fusion systems that are the backbone of counterterrorism efforts and the systems to protect critical infrastructure at home and abroad. ... Our national security challenge has fundamentally changed, and in industry, so must we — not just in strengthening national defense, but stabilizing critical environments and assuring global commerce. The defense industry should work with an entire range of government clients to help the customer adjust to this new challenge in the same way industry has provided invaluable support to U.S. security in the past. Security is a broader concept than before and the national security company should be as well. "
Hillen is correct that security is much than defense. The Departments of Defense and Homeland Security would better reflect this fact if they were renamed the Department of Security and the Department of Homeland Defense. A system administrator force would then better fit into the former. The work that Enterra Solutions is looking to get involved with overseas are activities specifically aimed at "stabilizing critical environments and ensuring global commerce" as I'm sure are Hillen's company's activities. All of Enterra Solution's overseas activities use Development-in-a-Box™ as a touchstone because it reminds us of the desired endstate -- peaceful and prosperous emerging states. Hopefully, more of those involved in national security will understand the basic message Hillen is trying to convey -- America's security begins overseas by improving the lives of others and fostering the global economy.
" Un chino mata a mordiscos a un perro que atacó a su mascota "
ISTO, SIM, É UMA NOTÍCIA !
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Trató de alejar al furioso perro arrojándole sandías.
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Los dos rodaron por el suelo y pelearon durante diez minutos.
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Al final, lo mató mordiéndole en el cuello.
El hombre, un aldeano de la provincia china de Hebei, se despertó por los aullidos de su pequeño cachorro. Al salir a la calle, observó que otro perro intentaba atacarlo. Trató de alejarlo arrojándole sandías , pero no pudo.
Finalemente, el agricultor se abalanzó sobre el perro enfurecido, causándole la muerte tras clavarle los dientes en el cuello.
Los dos rodaron por el suelo y pelearon durante diez minutos.
"Los dos rodaron por el suelo y pelearon durante casi diez minutos", dijo el Yanzhao Cosmopolitan News, de la provincia de Hebei, en el norte del país.
Geng, que así se llama el aldeano, se hizo cortes profundos en los brazos y tuvo que ser trasladado al hospital. Su mascota también sobrevivió a la contienda!"
INVARIANTE COMUNISTA
" Há coisas em que um ex-militante do PCP nunca muda, uma delas é admiração ilimitada pelo líder, é o que se pode concluir desta crónica de Vital Moreira."
in Jumento
FALTA POLÍTICA À “EUROPA”
É uma evidência para qualquer observador: a “Europa” obedece a “Bruxelas”, não a qualquer política partilhada pelos seus “cidadãos”. A quem obedece Bruxelas é outra questão. Obedece muito a interesses instalados e a hegemonias de conjuntura (mesmo se os protagonistas destas hegemonias são quase sempre os mesmos…). Também se pode isolar o seu “software” e analisar a sua lógica específica. Tal como se pode analisar a sua radical lacuna política e respectivas consequências (quem é o “europeu” disposto a “morrer por Dantzig”?). Óbvio é que não há uma qualquer política partilhada pelos “europeus” e, a partir daqui, olhar a “Europa”. Olhar que pressupõe sempre um ponto de observação… Vista de Londres, a Europa não coincide com a que se vê de Roma, e vista de Berlim é muito diferente da que se vê de Varsóvia, tal como de Copenhaga não se vê o mesmo que se vê de Madrid… De Lisboa, o que se vê todos deveríamos saber. De Bruxelas, Stanley Crossick, o presidente do European Policy Centre, na ocasião do 10º aniversário deste importante think-tank independente baseado em Bruxelas, diz-nos o que vê:
"Le processus décisionnel de l'UE manque de débats politiques"
Le European Policy Centre (EPC), important think-tank indépendant basé à Bruxelles, a récemment célébré son dixième anniversaire. Le directeur et le président fondateur de l'EPC, Stanley Crossick, s'est confié à EurActiv concernant le potentiel d'exploitation des centres de recherche pour communiquer avec les citoyens européens.
Entretien : 'Les think-tanks passifs de Bruxelles manquent de débats politiques'
A l'occasion du 10ème anniversaire de l'important centre de recherche indépendant bruxellois, le European Policy Centre (EPC), le directeur et le fondateur de l'EPC, Stanley Crossick, a déclaré que Bruxelles avait encore beaucoup à apprendre du modèle américain des think-tanks.
“Pekín bombardeará las nubes para evitar que llueva el día de la inauguración de los Juegos "
estes chineses estão loucos !
«Pekín, ciudad que organizará los JJOO de 2008 lleva todo este verano envuelta en una espesa niebla, e iniciará próximamente el lanzamiento de cohetes de yoduro de plata al cielo para provocar lluvia artificial y dispersar las nubes, a modo de ensayo para el control del clima durante los Juegos. (...) Las pruebas incluirán medidas para asegurar el sol en la ruta de la antorcha olímpica, las ceremonias de apertura y clausura de los JJ.OO . y las competiciones de vela en la provincia de Shandong (este), destacó el estatal "China Daily".»
continua Aqui
TOMÁZ VASQUES ACERTA EM CHEIO!
vereadores, bicicletas, coerência, eleições e demagogia populista, vistos pelo homem do Conquilhas :
" Há vereadores eleitos para a Câmara de Lisboa que, por razões de coerência com a imagem que propagandearam durante a campanha, vão certamente recusar a mordomia de carro e motorista e solicitar bicicletas para as suas deslocações ao serviço dos lisboetas. Senão ainda lhes chamam demagogos e populistas. E faltam dois anos para as próximas eleições.
Milagres e Coisas do Espírito Santo
"Assim também eu sou «empresário»...
Via Público:
Um terço dos mais de 700 funcionários da Portugália vai ser convidado a sair. É o preço da aquisição da empresa pela TAP. Mais: é por isso que, dizem os responsáveis, o negócio fez sentido para a empresa estatal de aviação. Uma quase "nacionalização" em que o Estado livrou o Grupo Espírito Santo do fardo pesado em que a Portugália se tinha tornado.
«Hoje por mim, amanhã por ti», lá diz o povo...
post escrito pelo zebloguinho @ 15:27 ai que ninguém suspira "
Ainda no Teoria da Suspiração, um "suspiro" certeiro de o Suspirador:
"Diz-me com quem andas...
O blogue Grande Loja do Queijo Limiano prossegue a sua luta contra a maçonaria. Desta vez, juntou-se-lhe um aliado de peso e de honorabilidade a toda a prova: o advogado José Maria Martins.
Como pretendem dar caça aos maçons, aqui fica uma ajuda, com fotos de correlegionários vossos que também caçaram maçons.
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PARABÉNS !!
Ah, ainda em tempo, o Teoria da Suspiração cumpriu o seu segundo aniversário e a Suspiração continua forte. Entretanto, o Sniper já terminou o seu doutoramento numa escola francesa de elevado nível científico, o Zé Bloguinho e o Ícaro estão quase a concluir os seus Mestrados, o Jorge Nascimento Rodrigues lançou o seu livro " Portugal - O Pioneiro da Globalização", e o Suspirador está quase a ser pai. Parabéns ao blog dos cinco e aos cinco do "TdS"... Continuem com força e vigor, e a sabedoria do costume.
" Bush Aides See Failure in Fight With Al Qaeda in Pakistan
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mudanças à vista na estratégia anti-terrorista americana
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WASHINGTON, July 17 — President Bush’s top counterterrorism advisers acknowledged Tuesday that the strategy for fighting Osama bin Laden’s leadership of Al Qaeda in Pakistan had failed, as the White House released a grim new intelligence assessment that has forced the administration to consider more aggressive measures inside Pakistan.
John Moore/Getty Images . A Pakistani soldier standing guard at a base in the tribal area of North Waziristan. Since last September, a cease-fire between Pakistan and tribal groups has been in effect, and troops have kept close to their bases
The intelligence report, the most formal assessment since the Sept. 11 attacks about the terrorist threat facing the United States, concludes that the United States is losing ground on a number of fronts in the fight against Al Qaeda, and describes the terrorist organization as having significantly strengthened over the past two years.
In identifying the main reasons for Al Qaeda’s resurgence, intelligence officials and White House aides pointed the finger squarely at a hands-off approach toward the tribal areas by Pakistan’s president, Gen. Pervez Musharraf, who last year brokered a cease-fire with tribal leaders in an effort to drain support for Islamic extremism in the region.
“It hasn’t worked for Pakistan,” said Frances Fragos Townsend, who heads the Homeland Security Council at the White House. “It hasn’t worked for the United States.”
While Bush administration officials had reluctantly endorsed the cease-fire as part of their effort to prop up the Pakistani leader, they expressed relief on Tuesday that General Musharraf may have to abandon that approach, because the accord seems to have unraveled.
But American officials make little secret of their skepticism that General Musharraf has the capability to be effective in the mountainous territory along the Afghan border, where his troops have been bloodied before by a mix of Qaeda leaders and tribes that view the territory as their own, not part of Pakistan.

Banaras Khan/Agence France-Presse . Pakistan’s president, Gen. Pervez Musharraf, in Turbat recently. His strategy in tribal areas has been criticized by President Bush’s advisers.
“We’ve seen in the past that he’s sent people in and they get wiped out,” said one senior official involved in the internal debate. “You can tell from the language today that we take the threat from the tribal areas incredibly seriously. It has to be dealt with. If he can deal with it, amen. But if he can’t, he’s got to build and borrow the capability.”
The bleak intelligence assessment was made public in the middle of a bitter Congressional debate about the future of American policy in Iraq. White House officials said it bolstered the Bush administration’s argument that Iraq was the “central front” in the war on terror, because that was where Qaeda operatives were directly attacking American forces.
The report nevertheless left the White House fending off accusations that it had been distracted by the war in Iraq and that the deals it had made with President Musharraf had resulted in lost time and lost ground.
While the assessment described the Qaeda branch in Iraq as the “most visible and capable affiliate” of the terror organization, intelligence officials noted that the operatives in Iraq remained focused on attacking targets inside that country’s borders, not those on American or European soil.
In weighing how to deal with the Qaeda threat in Pakistan, American officials have been meeting in recent weeks to discuss what … ” Continua AQUI
A Ver: Intelligence Estimate on Terrorism Released
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“ Washington, Iraq and Al Qaeda
By George Friedman
Last week, the United States focused on the state of the war -- not just the one in Iraq, but the broader war against al Qaeda. A National Intelligence Estimate (NIE) was released asserting that al Qaeda has reconstituted itself in Pakistan and is either at or near its previous capabilities. Homeland Security Secretary Michael Chertoff said his gut told him there is an increased risk of an al Qaeda attack in the United States this summer. President George W. Bush said at a press conference that the July 15 status report on Iraq would show that progress is being made in the war. When the report actually was released, it revealed a somewhat more pessimistic picture in some areas. Meanwhile, the Republican Party was showing signs of internal strain over the war, while the Democrats were unable to formulate their own collective position. So, it was a week in which everyone focused on the war, but not one that made a whole lot of sense -- at least on the surface.
In some ways, the most startling assertion made was that al Qaeda has reconstituted itself in Pakistan. What is startling is that it appears to acknowledge that the primary U.S. mission in the war -- the destruction of al Qaeda -- not only has failed to achieve its goal, but also has done little more than force al Qaeda out of Afghanistan and into Pakistan. Chertoff's statement that there is a high threat of an attack this summer merely reinforces the idea that the administration is conceding the failure of its covert war against al Qaeda.
This is not an impossible idea. A recent book by Pulitzer Prize-winning author Tim Weiner, "Legacy of Ashes," provides an extraordinary chronicle of the CIA's progressive inability to carry out its mission. So the NIE claim might well have been an admission of failure. But it was an odd admission and was not couched as a failure.
What made this odd is that the administration is not known to concede failure lightly. During the same week, it continued to assert the more dubious proposition that it is making progress in Iraq. Why, therefore, was it releasing such pessimistic reports on al Qaeda, and why was Chertoff saying his gut tells him an attack this summer is possible? Why make the best-case scenario for Iraq and the worst-case scenario for al Qaeda?
There is nothing absurd about a gut call in intelligence, and much of the ridicule of Chertoff was absurd. Intelligence analysis -- particularly good intelligence analysis -- depends on gut calls. Analysts live in a world of incomplete and shifting intelligence, compelled to reach conclusions under the pressure of time and events. Intuition of experienced and gifted analysts is the bridge between leaving decision-makers without an analysis and providing the best guess available. The issue, as always, is how good the gut is.
We would assume that Chertoff was keying off of two things: the NIE's assertion that al Qaeda is back and the attacks possibly linked to al Qaeda in the United Kingdom. His gut told him that increased capabilities in Pakistan, coupled with what he saw in England and Scotland, would likely indicate a threat to the United States.
One question needs to be asked: What should be made of the NIE report and the events in the United Kingdom? It also is necessary to evaluate not only Chertoff's gut but also the gut intuitions of U.S. intelligence collectively. The NIE call is the most perplexing, partly because the day it appeared Stratfor issued a report downplaying al Qaeda's threat. But part of that could well be semantics. Precisely what do we mean when we say al Qaeda?
When U.S. forces talk about al Qaeda, they talk about large training camps that move thousands of trainees through them. Those are not the people we talk about when we discuss al Qaeda. The people who go through the camps generally are relatively uneducated young men being trained as paramilitaries. They learn to shoot. They learn to devise simple explosives. They learn infantry tactics. They are called al Qaeda but they are more like Taliban fighters. They are not trained in the covert arts of moving to the United States, surviving without detection while being trained in flying airliners, and then carrying out complex missions effectively. They are al Qaeda in name and, inside Afghanistan or Pakistan, they might be able to do well in a firefight, but they are nothing like the men who struck on 9/11, nor are they trained to be. When the U.S. government speaks about thousands of al Qaeda fighters, the vision is that the camps are filled with these thousands of men with the skill level of the 9/11 attackers. It is a scary vision, which the administration has pushed since 9/11, but it isn't true. These guys are local troops for the endless wars of the region.
When we think of al Qaeda, we think of the tiny group of skilled operatives who gathered around Osama bin Laden, Ayman al-Zawahiri and Mohammed Atef in the 1990s. That group was capable of planning attacks across continents, moving money and men around the world -- and doing so without being detected. Those people have been the target of U.S. intelligence. The goal has been to capture, kill or bottle up those men in inaccessible places in order to prevent another attack like 9/11 or worse.
If the NIE report meant to say this group has reconstituted itself, it would be startling news. One of the ways this group survived is that it did not recruit new members directly into the core organization. One of the ways Palestinian terrorist organizations have been destroyed is by allowing new personnel into the core. This allowed intelligence agencies to vector agents into the core, map them out and destroy them. Al Qaeda was not going to make the same mistake, so it was extremely reluctant to expand. This has limited its operations. It could not replace losses and therefore weakened as it was assaulted. But it did protect itself from penetration, which is why capturing surviving leaders has been so difficult.
If the NIE report is true, then the NIE is saying al Qaeda not only has been recruiting members into the core group, but also that it has been doing so for some time. If that is true then there have been excellent opportunities to penetrate and destroy what is left of it. But we don't think that is true, because al-Zawahiri and others, possibly bin Laden, are still on the loose. Therefore, we think the NIE is saying that the broad paramilitaries are active again and are now located in Pakistan.
Strange Week in Washington
Alternatively, the NIE is saying that a parallel covert group has been created in Pakistan, is using al Qaeda's name and is mounting new attacks. The attacks in the United Kingdom might have been part of its efforts, though they are an example of why we have always argued that terrorism is technically much more difficult to carry out than it might seem. Those attacks were botched from beginning to end. Unlike strikes by al Qaeda prime -- the core group -- these attacks, if they represent an effort by a new al Qaeda, should be a comfort. It was the gang that couldn't shoot straight operating globally. If Chertoff's gut is speaking about a secondary group in Pakistan carrying out attacks similar to those in the United Kingdom, then certainly there is cause for concern, but nothing like the concern that should be felt if al Qaeda prime is active again. But then we don't think it can be, unless it has recruited new members. And if it has been recruiting new members and U.S. intelligence hasn't slipped someone inside during the process, then that would be not only a shame but also the admission of a major intelligence fiasco. We don't think that is what the NIE is discussing. It is a warning that a group calling itself al Qaeda is operating in Pakistan. That can be called a revived al Qaeda, but only if one is careless with terminology.
It should also be remembered that the United States is placing heavy pressure on the Pakistanis. A report leaked early last week by the New York Times confirmed what Stratfor said as early as January 2004, that a major incursion into northwestern Pakistan had been planned by the United States but was called off at the last minute over fear of destabilizing...." Continua Aqui
Ou como fazem realmente muita falta
os homens do comandante Massoud…
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ler aqui
" ESPECTÁCULO TRISTE
no Jumento do Dia
" Espectáculo triste
Ainda bem que estava sentado quando ouvi uma velhota dizer à televisão que tinha vindo não sei donde e não sabia o que estava a fazer nos festejos da vitória de António Costa. Quem terá sido o nabo da organização da candidatura de António Costa a preparar tal recepção? "
O Jumento topou a besteira... Aqui no CLARO pergunta-se: Quem diabo é a organização que organiza estas tramóias e estes tramanços ao presidente eleito da Câmara de Lisboa? António Costa não merece isto... Mas vai ter de rever a organização!
BLEU, BLANC, ROUGE
. ou o 14 de Julho na moda
.Festa Nacional da França, este ano colocada por Sarkozy sob o signo da Europa, até com forças portuguesas a desfilar nos Campos Elíseos, mas também festa da velha trilogia sempre com força e vigor de Liberdade, Igualdade e Fraternidade, o 14 de Julho manifesta-se também (e muito bem) na moda.
Ou como os criadores e as elegantes "vestem" o "patriotisme économique"... No dizer do Le Point, "le tricolore met le feu au style"!
"Parce que la fête nationale se célèbre désormais avec style et élégance, que le vent de patriotisme qui a soufflé sur les collections de mode n'est pas belliqueux mais revendique le chic à la française. Différents créateurs ont franchit le pas. Martin Margiela n'hésite pas à détourner le code couleur pour composer des silhouettes alliant un top bleu franc, une jupe rouge et des souliers en satin blanc..."
Christian Harbulot, Didier Lucas e toda a École de Guerre Économique devem adorar esta moda!
Mudam-se os tempos, mudam-se as modas e, claro, a do Eugène Delacroix, de la Liberté guidant le Peuple, era outra... Mas a invariante necessária contida na trilogia mantém-se. E isso é o importante: la Liberté guide toujours le Peuple!

"Lisboa elige el primer alcalde
negro de una capital europea"

Espanholadas... Mas depois deste "Lisboa elige el primer alcalde negro de una capital europea" quam se atreverá a dizer que os Portugueses não estão sempre à frente (desde a inovação da miscigenação como componente da estratégia, por Afonso de Albuquerque) ou que os portugas são racistas?
Um abraço bem grande, com votos de próxima maioia absoluta, para o meu velho amigo António Costa...!
"apelo à revolta cultural e política"
José Adelino Maltez, in TQP
"... Continuarei a lutar para que não se perca a herculana vontade de sermos portugueses com independência política e não apenas cultural, para regenerarmos esta pátria que tem de continuar a ser liberdadeira.
PS: Espero que a ideia das Cortes de Almeirim que acima figurei ainda diga alguma coisa, mesmo que não esteja nos actuais programas de história. Recordo que dos 28 nobres que tinham voto, falta um deles e dos restantes, 14 votam por D. Filipe II e 13 contra. O clero também estava dividido, e Bispo de Leiria servia o emissário das cortes para o Cardeal e deste para aquelas. Volta com a resposta do Cardeal, sempre doente, fraco e hesitante, a qual corresponde a deixar o reino a Filipe II. Levanta-se indignado o procurador do Povo Febo Moniz e com ele toda a representação popular, mas não consegue nada. Febo era o procurador da cidade de Lisboa e o representante do Terceiro Estado, daquele povo que preferiu o mal menor do Prior do Crato e que acabou por inventar a guerrilha, ao apoiar o rei da Ericeira e o partido sebastianista de D. João de Castro. Sempre contra os ministros do reino por vontade estranha. Proponho que o futuro presidente do município lisbonense, que hoje vamos eleger, escolha o partido do povo, isto é, de Febo Moniz, e mande distribuir o respectivo manifesto pelas escolas. Sugiro também que no acto de posse convide o poeta Manuel Alegre para voltar a ser a voz da liberdade portuguesa, recitando o seu canto sobre o Manuelinho de Évora. Seria conveniente que Durão Barroso assistisse ao acto. Não convidem Miguel de Vasconcelos nem Cristóvão de Moura e reeditem os tratados do judeu português Francisco Velasco Gouveia e de João Pinto Ribeiro. "
posted by JAM | 7/15/2007 08:37:00 AM
" Estes radares são uma autêntica vergonha
denuncia o Macroscópio
"A CAÇA À MULTA COMEÇOU HOJE. ESPERO QUE COM ANTÓNIO COSTA NA CML NÃO SEJA ESTA A FÓRMULA ENCONTRADA PARA SANEAR AS FINANÇAS DA AUTARQUIA...
" (...) O novo sistema, inaugurado hoje de manhã pela presidente da Comissão Administrativa de Lisboa, Marina Ferreira, está instalado nas avenidas das Descobertas, da Índia, Cidade do Porto, Brasília, de Ceuta, Infante D. Henrique, Estados Unidos da América, Marechal Gomes da Costa e Gago Coutinho e nos túneis do Campo Grande, do Marquês de Pombal e da Avenida João XXI - onde o limite de velocidade é de 50 quilómetros/hora - e ainda na Radial de Benfica e na Segunda Circular, onde a velocidade máxima permitida é de 80 km/h.
“ Obs: a srª Marina Ferreira, uma discípula de MMendes que julga que percebe algo de ordenamento do tráfego e de semafrologia e velocidades no interior da cidade - deveria dedicar-se ao crochet. Se ela pensa que assim reduz a sinistralidade está enganada. Antes pelo contrário, até a pode causar - por condutores mais descuidados que, de súbito, se lembram que circulavam com uma velocidade acima da média.
“Meus amigos: isto é uma vergonha, cujo fito é sacar dinheiro aos condutores e aumentar a receitas da CML, hoje muito bem vinda. Esperemos que A.Costa supervisione este dossier e corriga os erros agora em curso. Pelo dia de hoje já caíram 2000 condutores, e ao preço a que estão as multas bem poderíamos emigrar para parte incerta..
CHAVEZ E SARAMAGO
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Hugo Chavez envia saudação especial a José Saramago, segundo a Lusa, ontem. Tudo certo.
O leitor/admirador está muito bem para o autor/admirado... Tudo coerente! Já agora o censor/fechador de televisões na Venezuela ainda poderá pedir explicações ao sub-director/censor do DN do PREC... Les beaux esprits se rencontrent, como dizem aqueles belgas e suíços que falam francês. É normal que um inimigo da Liberdade adore ler o que outro inimigo da Liberdade escreve... E isto não tem, garantidamente, nada a ver com a literatura!
Dans le cadre du chantier de réforme de l'Etat, le Gouvernement prévoit le non-remplacement d'un départ à la retraite sur deux dans la fonction publique. En supprimant "seulement" un poste sur deux, le Premier ministre n'obtiendrait sans doute pas le high score de l'impitoyable Tax Invaders.
Lancé par Contribuables Associés, connu pour son sens décomplexé de la provoc', le jeu ne fait pas dans la dentelle. Le petit jeu d'arcade mêle les codes ès geeks (trailer à la star wars) et un vieux vieux classique du jeu vidéo (Space Invaders) dans lequel les méchants aliens sont incarnés par des "bureaucrates", des "syndicalistes", des élus (forcément démagos) et l'aimable agent du fisc.
A l'heure de la wii et de la Xbox 360, il est difficile de créer des jeux viraux à la hauteur, donc autant privilégier les valeurs refuge (comme l'avait fait avec une autre optique, Presidentielles.net avec un remake de Nicolas Sarkozy en Street Fighter). L'inspiration vient peut être une nouvelle fois d'outre-Atlantique : les Républicains avait également proposé durant la campagne de 2004 leur propre version de Tax Invaders pour dénoncer les propositions fiscales de John Kerry. Là aussi, tout en finesse : les "missiles" sortaient directement de la bouche de GW Bush.
Bizarrement, le jeu n'est plus accessible sur le site du parti républicain. Quand la réalité rattrape l'humour..."
IMAGENS FATAIS
"et encore une vidéo qu'un ministre va regretter
Par Netpolitique, vendredi 6 juillet 2007 à 08:45 :: Netpolitique France :: #753 :: rss Tags :
Et c'est reparti : Blogonautes annonce la couleur d'emblée et parle de "la nouvelle vidéo qui va enflammer la blogosphère".
Il ne s'agît pas d'une vidéo volée puisque la conversation à eu lieu, à l'antenne, dans l'émission de Karl Zero. Il s'agît néanmoins d'un clip orienté (c'est à dire qu'il a été monté, titré et post-facé avec un objectif clair de propagande) reprenant un extrait des propos de Christine Boutin sur les causes du 11 septembre, sujet qui depuis Thierry Meyssan et Loose Change n'en finit pas de donner lieu à des théories de tout poil sur internet.
Il conviendra de lire l'analyse de Blogonautes et le billet de Natacha, elle-même présente le jour de cet interview, avant de se laisser embarquer.
PS : A ce jour, la vidéo n'est disponible qu'en Français, mais compte tenu des objectifs de cette campagne, elle devrait comme par hasard rapidement refaire surface en anglais sur YouTube ou ailleurs."
CHUPINAZO EM SAN FERMIN
festa é festa, san fermin ainda o é mais e não há comentários a fazer... E vivam los toros!

BIN LADEN MORTO
diz o especialista francês Gérard Chaliand, ao Figaro
" Afghanistan : "Ben Laden est probablement mort"
Pour Gérard Chaliand, expert dans l'étude des conflits armés, al-Qaida semble dirigé par Ayman al-Zawahiri et une dizaine d'adjoints cachés à la frontière pakistanaise.
En Afghanistan, la situation est contrastée et complexe. Le régime ne va pas s'effondrer, les talibans ne sont pas prêts de l'emporter et leur éradication est exclue tant que le sanctuaire pakistanais garantit la durée de l'insurrection. On est donc installé sur la durée et les Etats-Unis, depuis que le fiasco irakien est reconnu, portent un regain d'intérêt à l'Afghanistan. Quelque 11 milliards de dollars ont été affectés à ce pays au cours des six derniers mois, ce qui contraste avec la modestie de l'aide à la reconstruction des cinq dernières années.
Les régions du Sud et de l'Est, soit l'essentiel des zones pachtounes, connaissent une insurrection dont l'envergure, depuis l'année dernière, ne fait plus de doute. La province d'Helmand, malgré les efforts britanniques, n'a pas été reprise en main, celle de Kandahar, où se battent les Canadiens, est harcelée, et son gouverneur a été blessé lors d'un attentat-suicide en mai. Les Néerlandais sont en difficulté dans la province de l'Uruzgan. D'autres provinces du Sud sont disputées, souvent avec avantage aux talibans : Ghazni, Zaboul, à l'est le Paktia, où sont également actives les forces antigouvernementales de Jalaluddin Haqqani, le Kunar et le Paktika, où combattent aussi des hommes de Gulbudin Hekmatyar.
Mais le nord du pays est pratiquement à l'abri des incursions des talibans et l'Ouest relativement en sécurité. Kaboul elle-même a connu une dizaine d'attentats-suicides au cours des six premiers mois de l'année, et la vie quotidienne, à l'échelle de la population, est pour l'essentiel normale : c'est-à-dire qu'on y dispose de deux heures, en moyenne, d'électricité et qu'une masse d'urbanisés récents, installés sur l'ensemble des collines qui entourent la ville, n'a pas l'eau courante.
Sur le plan militaire, selon le Caps (Center for Conflict and Peace Studies), au cours des cinq premiers mois de l'année, on a enregistré 500 actions violentes dont près de 60 attentats-suicides. Les forces de la coalition, qui avaient perdu 191 hommes l'an dernier, ont eu 40 morts entre janvier et mai, l'armée nationale afghane seulement 26 et la police un peu plus de 300. Un fait paraît certain : ni l'armée afghane (moins de 40 000 hommes), mieux équipée cette année, ni la police (50 000 hommes), dont la corruption est notoire, ne seront en mesure, dans les prochaines années, de se passer de la présence des troupes étrangères. L'«afghanisation» de la guerre n'est pas pour demain.
L'International Security Assistance Force (Isaf) qui regroupe 37 pays sous commandement anglo-saxon, comprend 36 750 hommes, dont 25 500 appartiennent aux nations combattantes : Etats-unis (15 000), Grande-Bretagne (5 200), Canada (2 500), Pays-Bas (2 200), Australie (500), etc. Parmi les autres pays de l'Otan qui s'occupent de tâches de formation : Allemagne (3 000), Italie (1 950), France (1 000), Turquie (800), Roumanie (750), Espagne (550).
La participation française est plus que modeste. Il faudrait la renforcer. Quoique géographiquement lointain, le théâtre afghan, où nous sommes présents à divers égards depuis longtemps déjà, est important, et nous devons y participer plus activement, au minimum dans les tâches de formation, à moins de consentir à nous provincialiser par rapport aux pays participants.
Les Américains, par ailleurs, disposent d'au moins 15 000 hommes dans le cadre de l'opération «Enduring Freedom», dont les forces spéciales telles que le Frontier Corps, sans compter la présence de compagnies de sécurité s'occupant de tâches diverses, dont certaines militaires. On peut en somme, à ces 15 000 hommes, en ajouter sans doute 10 000. L'opacité des opérations de certaines unités ne facilite pas leur dénombrement.
Les troupes étrangères, surtout américaines, sont de plus en plus impopulaires. La priorité absolue étant de limiter ses propres pertes, le bombardement aérien remplace le plus souvent le combat au sol. Les victimes civiles en payent le prix, ce qui a amené le chef de l'Etat à se faire l'écho des protestations. L'Isaf elle-même s'inquiète des façons de faire des forces spéciales américaines lorsqu'elles affectent leur zone de combat. Un mouvement de bascule est largement amorcé qui amène à considérer avec hostilité des forces étrangères bien qu'elles soutiennent le régime.
Les talibans, qui ont essuyé des pertes sensibles, dont celle du mollah Dadullah, leur responsable militaire, en mai dernier, sont, paraît-il, divisés. Mais ils ont plutôt progressé depuis un an. Ils parvenaient, le 31 mai dernier, à abattre un hélicoptère CH-47 Chinook, ce qui pourrait être inquiétant, la plupart des opérations de sécurisation se faisant par hélicoptère.
Il est en revanche bien difficile d'évaluer le sentiment, en région pachtoune à leur égard. Usent-ils, comme on le répète à Kaboul, de la terreur pour s'imposer ? Ou bien, contrairement aux troupes étrangères, le fait de parler la langue du pays permet-il aux insurgés d'établir leur contrôle, d'assurer la sécurité autrement que par la coercition ? Une chose est certaine, ils usent des médias, souvent avec davantage d'habileté que l'Etat afghan.
Sur le plan interne, le chef de l'Etat est considéré comme irrésolu, et le gouvernement, faible et corrompu. Peut-être faut-il ajouter que, contrairement à la tradition des dirigeants afghans, Hamid Karzaï ne recourt pas à la «liquidation» physique des opposants mais à leur cooptation. Très peu d'Afghans pensent que le régime parviendra à améliorer leur sort. La croissance économique du pays ne profite pas aux populations, et les 11 milliards de dollars versés pour la reconstruction ne se voient pas dans la vie courante. Le chômage touche 35% de la population et les fonctionnaires sont mal payés. 70% des plus de 15 ans sont illettrés et la proportion est plus grande encore parmi les femmes, qui continuent, par ailleurs, à subir le mariage forcé et d'autres violences conformes à la tradition.
Même sans les talibans, l'Afghanistan serait le champ clos de conflits politiques âpres. Au nord s'est formé un Front national qui regroupe bien des mécontents, ethniques et politiques. A Shiberghan, en juin, des Ouzbeks liés au général Dostom, qui demandaient, au cours d'une manifestation pacifique, la démission du gouverneur (un Pachtoun), se faisaient tirer dessus par l'armée. Bilan : sept morts.
Au sud, des éléments proches de Gulbudin Hekmatyar sont très présents et disposent de relais jusque dans l'administration. La lutte politique est serrée pour la majorité présidentielle.
Le problème extérieur majeur est de toute évidence le Pakistan, plus instable que jamais, avec, de surcroît, dans les zones tribales et au-delà, une talibanisation notable. On se souvient que l'intervention américaine, à l'automne 2001, a été provoquée par les attentats d'al-Qaida et le refus du mollah Omar, autorité suprême des talibans, de livrer son hôte, Oussama Ben Laden.
l'idéologie d'Al-Qaida perdure
Aujourd'hui, malgré les affirmations officielles accusant l'insurrection d'être plus ou moins aidée par un millier de combattants d'al-Qaida - essentiellement des Ouzbeks, mais aussi une poignée de Tché-tchènes et d'Ouïghours -, le fait est que les talibans sont des Pachtouns et que les éléments étrangers, qui ont été durement frappés en mars dernier par le commandant Nasir - un Pachtoun rallié aux Pakistanais -, sont réfugiés entre le Nord-Waziristan, en zone tribale pakistanaise, et les montagnes de Tora Bora en Afghanistan. Les camps d'entraînement au terrorisme n'existent plus, les volontaires qui arrivent de l'étranger sont en très petit nombre et suivent simplement une formation spécifique de quelques jours, généralement aux explosifs, dans des madrasas radicales ou des appartements de sympathisants. Les structures originelles d'al-Qaida ont été, pour l'essentiel, liquidées (Mohammed Atef, l'ancien numéro deux a été tué en novembre 2001 lors d'un bombardement américain à Kaboul) ou capturées (Khalid Cheikh Mohammed, le chef des opérations, Ramzi Ben al-Shib, le responsable logistique et Zin Abidine Abou al-Zoubeida, le responsable du recrutement ont été arrêtés au Pakistan entre 2002 et 2003). Quant aux responsables des branches régionales du mouvement, la plupart ont été neutralisés en 2006. C'est le cas du Saoudien al-Mouqqrin en Arabie saoudite («al-Qaida au pays des lieux saints») ou du Jordanien Abou Moussab al-Zarkaoui en Irak («al-Qaida au pays des deux rivières»). Deux subsistent, l'Algérien Abdelmalek Droukdal qui a rebaptisé en janvier dernier son mouvement «al-Qaida au pays du Maghreb islamique» et le Malaisien Nourredine Top, un des derniers auteurs en fuite des attentats de Bali (octobre 2002, 202 morts), qui poursuit en Indonésie le combat internationaliste de la Jemaah Islamiyah.
Aujourd'hui, al-Qaida semble dirigé par l'Egyptien Ayman al-Zawahiri et une dizaine d'adjoints dont le Libyen Abou Leith. Ils seraient dissimulés à la frontière afghano-pakistanaise, et il est difficile d'établir quelle est leur capacité de communication avec leurs sympathisants dans le reste du monde. De toute façon, ils ont lancé une dynamique, et de nouvelles cellules djihadistes, autonomes mais moins professionnelles, se créent régulièrement par imitation comme le montrent les événements de la semaine passée à Londres et à Glasgow. La dernière apparition vidéo de Ben Laden date de décembre 2004. Depuis, deux enregistrements audio de sa voix ont été diffusés sans qu'il soit possible de dater l'époque de leur enregistrement. En juin 2006, une note de la DGSE était dévoilée dans L'Est républicain indiquant que, selon les services saoudiens, Ben Laden était décédé de maladie depuis plusieurs mois.
Aujourd'hui, les rumeurs en zone pakistano-afghane, mais aussi des indiscrétions des services chargés de la lutte contre le terrorisme permettent de penser que Ben Laden est mort. Je crois, à titre personnel, cette mort probable. A-t-on jamais eu confirmation du décès d'Abou Nidal qui défraya longtemps la chronique du terrorisme au Proche-Orient ?
L'idéologie d'al-Qaida perdure, et ce mouvement a encore un avenir, mais l'essentiel de la «guerre globale contre le terrorisme» a été créé à des fins politiques par la rhétorique de G. W. Bush. Depuis le 12 septembre 2001, les djihadistes, à l'échelle mondiale, ont réussi une quarantaine d'attentats majeurs, causant au total pas moins de 3 000 morts. Soit autant que le 11 Septembre. C'est un bilan modeste pour une organisation qui promettait l'apocalypse, mais elle n'a sans doute pas dit son dernier mot."
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Sept policiers afghans et un soldat de l'Otan ont été tués jeudi en Afghanistan, alors qu'une trentaine de rebelles présumés ont péri dans des combats dans le sud du pays, selon des bilans invérifiables des forces internationales et des autorités afghanes.
Le soldat de la Force internationale d'assistance à la sécurité (Isaf) a été tué, et deux camarades blessés, lors d'une opération dans le sud du pays, selon un communiqué de l'Isaf qui ne donne pas de précisions. Ce décès porte à 110 le nombre de militaires étrangers morts en Afghanistan depuis le début de l'année. Des soldats canadiens, néerlandais et britanniques sont notamment déployés dans cette région, foyer de l'insurrection, qui a été de nouveau le théâtre jeudi de violents combats.
La coalition sous commandement américain a affirmé avoir tué onze insurgés pendant un affrontement de cinq heures, impliquant l'aviation alliée, près du village de Sarsina dans la province d'Oruzgan. La coalition n'a rapporté aucune victime civile. Selon une ONG afghane, une soixantaine de civils avaient été tués fin juin dans d'intenses affrontements dans cette province. Dans le district de Gereshk, dans la province d'Helmand, une vingtaine de talibans ont péri dans des combats survenus dans la nuit de mercredi à jeudi, selon une estimation du commandant en chef de l'armée afghane, Mohaidun Ghori.
Toujours dans cette province, près de Sangin, un policier et cinq rebelles ont été tués dans un affrontement, selon la coalition qui appuyait les forces de police. Enfin, dans l'est du pays, dans la province de Khost, frontalière du Pakistan, six policiers ont péri dans l'explosion d'un engin piégé, a indiqué le porte-parole de la police provinciale, Wazir Badshah. Les policiers effectuaient une patrouille conjointe dans le district de Yaqobi avec des soldats de l'Isaf qui n'ont cependant pas été touchés, selon la même source. Un porte-parole des talibans a revendiqué l'attaque. (afp) "
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Os homens do comandante
Massoud fazem muita falta
Face a isto e a todas estas incertezas, só uma coisa é óbvia: Os homens do comandante Massoud fazem, realmente, muita falta... Demasiada, mesmo! Como mostrámos já aqui, aqui e aqui
Os vencedores da invasão soviética e da batalha contra os talibans em Cabul não poderiam nunca ter sido afastados da guerra ao terrorismo e aos talibans da Al-Qaeda. Quem pensou que os podia dispensar como aliados cometeu um erro, definitivamente, estratégico. E esses erros costumam pagar-se muito caro.
Vamos a ver se ainda há tempo para emendar o disparate. No Afeganistão, têm-se desenrolado os principais momentos dramáticos da guerra do terrorismo. Recorde-se apenas as várias vezes que (ainda antes do 11 de Setembro) Ahmed Sha Massoud teve Bin Laden debaixo de mira, durante horas, enquanto oficiais americanos pediam autorização para disparar à Casa Branca de Bill Clinton...
Uma autorização que nunca chegava! Uma das vezes foi mesmo negada com o curioso argumento de que poderia haver "civis" ou "mulheres e crianças" no acampamento de Bin Laden... Aé que Massoud se fartou e disse que os americanos não o convenceriam mais a expor e arriscar os seus homens para operações que depois abortavam por falta do "ok" de Clinton, tendo mesmo perguntado ao seu interlocutor americano no terreno "se já não havia homens em Washington".
Bin Laden teve o cuidado de mandar assassinar Massoud, por dois "jornalistas marroquinos" residentes em Bruxelas, horas antes de desencadear o " 09.11". Na resposta, o estado-maior da Aliança do Norte, do comandante Massoud, avança para Cabul e, contra a opinião americana, varre os talibans até ao Paquistão.
No novo governo afegão, então formado, o trio maravilha que rodeava Massoud ocupa os Negócios Estrangeiros, a Defesa e os Serviços de Segurança e aceitam, em sinal de boa vontade, ter como presidente um senhor que até aí andara dubiamente a falar com os talibans e cuja família tinha no tráfico de droga a sua grande actividade económica e política e a fonte da sua fortuna, Hamid Kharzai .
Sucessivamente, todos foram sendo afastados pelo presidente e substituídos por gente ligada aos talibans e ao tráfico de ópio. Washington não considerou estratégico ter aliados no terreno. Sem aliados no terreno e com uma opinião pública que não aceita que as suas tropas matem e morram mas apenas que façam uma espécie de "trabalho de polícia" e "operações de paz", como é que se ganha uma guerra a combatentes determinados, imaginativos e sem qualquer tabú ou limitação como são os talibans, al-qaedas e outros pasdaran...?
E pensar que bastava ter dado luz verde a Massoud para ele ter resolvido tudo... tal como resolveu os soviéticos! A estratégia americana para o combate à "guerra do terrorismo" (porque esta é não uma guerra ao terrorismo mas sim uma guerra do terrorismo, de que ele tem a iniciativa estratégica...) terá que ser radicalmente repensada, terá que integrar no seu cálculo a necessidade de aliados locais (a definir caso a caso) e das suas imprescindíveis funções. Terá que o fazer se quiser ganhar esta guerra. E esperemos que não seja tarde...
Veja-se como exemplo a séria penetração dos talibans já dentro de Cabul. E entenda-se o que isso significa sabendo que o Afeganistão é hoje um assunto chave na NATO e o tema que começa a dividir a Aliança, afastando as duas margens do Atlântico…
ADAPTAR A REPÚBLICA AO SÉC. XXI
SARKOZY AVANÇA NAS REFORMAS
José Sócrates, no próximo encontro, poderá solicitar a Nicholas Sarkozy uma troca de impressões sobre esta imprescindível reforma de fundo que o presidente francês agora lançou… E de que Portugal precisa bem mais que a França. E há muito mais tempo, sem que ninguém tenha ousado vê-lo e muito menos nomeá-lo. E já agora – e sempre aproveitando os encontros proporcionados pela “presidência europeia”, que Sócrates se informe junto de Lula (esse metalúrgico que sabe muito mais que os professores que têm governado Portugal) como ele está a resolver, com resultados assegurados e quase imediatos, o problema da falta de espessura das elites. Problema que, pasme-se, é bem mais grave em Portugal do que no “sub-desenvolvido” Brasil e que, nos últimos trinta anos, nem Mário Soares, nem Cavaco Silva, nem Guterres e nem Barroso tiveram a coragem e a lucidez de equacionar, apesar de com o problema chocarem todos os dias… Também aqui, José Sócrates tem oportunidade de se demarcar da mediocridade, de libertar-nos, pelo menos, um pouco do complexo neo-corporativo e salazarento, de mostrar inteligência política e de fazer história. Fará…?
« Réforme
Institutions: Sarkozy crée un comité de réflexion
LEXPRESS.fr avec Reuters
Le président Sarkozy a lancé la réforme des institutions françaises depuis la ville d'Epinal, dans un souci de s'inscrire dans "la tradition gaulliste". Jack Lang est confirmé comme "membre éminent" de ce comité d'étude, qui sera présidé par Edouard Balladur.
Nicolas Sarkozy a annoncé jeudi soir à Epinal la création d'un "comité" de 12 à 15 membres qui aura jusqu'au 1er novembre pour réfléchir à une réforme des institutions françaises, afin de rendre la République "irréprochable".
Le président de la République a choisi, pour lancer la réforme promise pendant sa campagne présidentielle, la ville d'Epinal où le général Charles de Gaulle, fondateur de la Ve République, avait exposé en 1946 la vision des institutions qu'il mettra en oeuvre 12 ans plus tard. "Je consulterai les partis politiques pour qu'ils puissent faire part de leur réflexion", a déclaré le chef de l'Etat devant un millier de personnes réunies dans le Palais des congrès d'Epinal. Avant d'ajouter: "Je vous annonce la création d'un comité qui associera des hommes politiques, des juristes, des intellectuels, auxquels je demanderai de réfléchir ensemble et de me faire des propositions pour que nos institutions soient adaptées aux exigences de la démocratie du XXIe siècle".
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