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Competitive Intelligence & Perceptions Management
num Blog-Notas, para tornar o obscuro bastante mais...

CLARO
Friday, 30 March 2007

A MUDANÇA DO MODELO GLOBAL ESTÁ

A GANHAR CADA VEZ MAIS VELOCIDADE

A mudança do modelo económico global e as alterações no quadro de concorrência, têm exigências de dimensão (daí a corrida às fusões e aquisições…) e isso tem custos que não estão ao alcance de qualquer um… Como diria Marx, que ignorou o conceito de modelo, “o capitalismo está a entrar numa nova fase”! Nesta fase de mudanças profundas e radicais, em que vemos desenhar-se um mercado global, com um novo quadro de concorrência e um novo estatuto/dimensão da empresa e com as sociedades do “centro” do modelo organizadas pela informação/comunicação, são a informação e o conhecimento que vão definir as elites e serão a capacidade e relação destas com o domínio da informação que definirão os jogos possíveis e as respectivas chances. Um quadro, portanto, que fomenta, exige e não prescinde da inteligência económica, o saber transversal dos novos tempos das sociedades da informação e da globalização.

Recente edição da “18H” dava conta da dimensão quantitativa que o fenómeno assume:

 

“ Les fusions-acquisitions ne font pas relâche

.

Record absolu de transactions de par le monde sur le 1er trimestre avec plus de 1000 milliards de dollars. C'est 14% de plus que l'année précédente. Et le mouvement n'est pas près de s'arrêter... Lire >>  

LINGERIE "BOAS LEITURAS"

OU VESTIDA PARA BEM LER !

( um bom fim de semana com boas leituras )

BoasLeiturasLingerie.jpg

Bom fim de semana também para ti, pintor ... E, a propósito, tu estás a gostar cada vez mais da fruta e andas de maçãs para nésperas (e japonesas...) , com o velho Mário Henrique Leiria (codificado no destino que nem tanto na origem...). Bom fim de semana!

Ségolène Royal ontem em Limoges

La candidate socialiste à la présidentielle Ségolène Royal, en meeting à Limoges le 29 mars 2007 
La candidate socialiste à la présidentielle Ségolène Royal, en meeting à Limoges le 29 mars 2007

© AFP, le 29-03-2007
La candidate socialiste à la présidentielle Ségolène Royal et son compagnon, le premier secrétaire du PS, François Hollande, lors d\'un meeting à Limoges le 29 mars 2007
La candidate socialiste à la présidentielle Ségolène Royal et le chef de son parti, François Hollande, ont fait équipe publiquement pour la première fois dans la campagne, jeudi soir à Limoges, la région du député-maire de Tulle.
© AFP, le 29-03-2007
 Entretanto, nem tudo é rosa... como diz hoje o L' Express,

Le livre de Besson en tête des ventes 

Une semaine après sa sortie, le pamphlet anti-Royal d'Eric Besson est en tête des ventes de livres en France

Portugal: A Falha de Inteligência
 

no Inteligência Competitiva . Ler AQUI

"Qui sont les hommes de l'intelligence économique ?

interroga o Vtech

" Un dossier du JDN revient sur les métiers de l'intelligence économique, en mettant en avant certains noms de dirigeants et de sociétés, dans 6 "métiers de l'intelligence économique" . Il faut noter que le HRIE en a identifié 9 métiers. Sur les 6 métiers présentés par le JDN, seuls 2 font partie de la liste officielle. Alors, à qui se référer ?

in http://vtech.canalblog.com/

OTA: UMA DECISÃO POLÍTICA VELHA

E ANTERIOR A "ESTUDOS TÉCNICOS"

A revista é de Novembro de 1999... O título de capa é objectivo "Novo Aeroporto: Coelho já decidiu". Na altura, Jorge Coelho era o super-ministro de Guterres responsável pela área do "Equipamento Social". E, num governo que pouco ou nada decidia, Jorge Coelho, muito ao seu jeito, não queria perder tempo e tomava decisões... 

ota1.jpg

A notícia no interior da revista, que suportava o título de capa, dizia "Jorge Coelho prepara já o arranque da construção do aeroporto da Ota. Um projecto orçado em quase 500 milhões de contos (sim, na altura ainda não havia os euros...) que promete ultrapassar o impacto económico verificado no sector das obras públicas com a Ponte Vasco da Gama e a Expo 98. A maior parte das empresas construtoras conta já com esta obra nos seus planos de negócios. O titular do Ministério do Equipamentto Social não se fica por aqui, pretendo interligar a obra com outras apostas de vulto das quais se destaca a privatização da ANA...."

Como o tempo lentamente em Portugal! Como nessa sua lentidão, ele apaga a memória...

Ota2.jpg

José Mateus Cavaco Silva at March 30, 2007 16:26 | link | comments
Tags: ota

TERRORISMO: ESCALADA EM TEHERÃO...

Taliban-1.jpg

Enquanto o Conselho de Segurança da ONU adopta soluções de água chilra ou para dourar a pílula, muito devido à posição russa de protecção ao Irão, os talibans do costume já começaram as "manifestações espontâneas" em Teherão a "exigir" a execução dos 15 marinheiros ingleses raptados pela "guarda da revolução"... O petróleo, entretanto, já está com os preços incontrolados!

ALLGARVE - A BRONCA É GRANDE...

O João Pedro, no DN, foi-se caminho do Allgarve e...
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Allgaraviada no Apdeites2
www.Allgarve.bizcampanha Allgarve
 
(O logótipo da campanha "Allgarve" foi retirado do site [COMUM]_online, que cita o jornal barlavento.online.pt como origem da mesma.)
 
..

Grande gALLo no "Teoria da Suspiração"

 
Então não é que a marca ALLgarve já existe há 4 anos e com o mesmo sentido?
Então não é que andámos a pagar a tipos que se limitar a redescobrir a roda?

Etiquetas:

José Mateus Cavaco Silva at March 30, 2007 15:56 | link | comments
Tags: algarve

3 INTERESSANTÍSSIMOS TEXTOS DE JOHN ROBB
 

THE VIRTUAL CALIPHATE

The brief, A New History, argues that opposition to the state will emerge from networked organizations that take advantage of the leverage afforded by the emerging global platform to create alternative forms of "virtual" governance. We saw this clearly in William Langewiesche's description of how Sao Paulo's PCC transformed itself from a prison gang into a network that now controls nearly half of that huge city. The same process is at work in Iraq, with the emergence of al Qaeda's Islamic state of Iraq (the ISI).

A good source for exploring this is Brian Fishman's (from West Point) report on Furqan Media's: Informing the People About the Birth of the Islamic State of Iraq. In this document, a scholar named Uthman Bin Abd al‐Rahman al‐Tamimi combines modern theories of globalization with Jihadi theory to argue that:

...the ISI, unlike a modern Western state, is not defined by absolute geographic boundaries, a monopoly on the use of violence, or bureaucratically‐administered services. According to Tamimi, measuring the ISI against that metric misunderstands both Islam and the globalization revolution. The ISI is structured around pseudo‐ feudal allegiances from subject to Emir, shared ideological goals, and the execution of judicial proceedings.
While territory is claimed, it cannot always be held. As a result, the territory it does hold is very similar to a description of a temporary autonomous zone ( TAZ) :
For him, a state's perimeter extends only so far as men stand with guns to defend it. Tamimi's vision of statehood suggests he conceives of the ISI as a governmental amoeba, constantly shifting its zone of control across Iraq's western expanses as ISI forces redeploy. It never controls all of the territory it has claimed, but demands that all residents of that territory swear allegiance to the ISI's Emir.
The political goods this organization delivers do not include the material. It is assumed that is taken care of by the global marketplace and by the people themselves. What it desires to provide is enforcement of a code of conduct (the PCC has its own rules for this, the ISI's is Sharia):
Tamimi lists several discrete responsibilities of the ISI, most of which involve establishing judicial processes and resolving disputes among tribal groups; another is collecting Zakat (alms). The only material services the ISI owes to its citizens is to free prisoners and support the families of those considered martyrs.
In short, it could be argued that the Caliphate is already here, but in a sketchy virtual form.

A great example of new history being made is found in Brazil (a situation I have written a lot about here).

William Langewiesche, writing for Vanity Fair this month, has an excellent article on the PCC network/gang called, "The City of Fear" (no link yet from outside the subscription wall). In the meantime, here's a great audio interview with him on NPR's Talk of the Nation. He articulates many of the themes found here.

Another great article to read is by Monte Reel, "In Rio's Slums, Militias Fuel Violence They Seek to Quell " Washington Post, March 28, 2007. He examines the rise of the militias in response to the "Traffic" (aka, drug gangs) and finds them very similar in their approach (although they use different financing methods).

A NEW HISTORY

Here's some philosophy to think about. In 1989, a great year for prophetic essays, Frank Fukuyama wrote " The End of History?" (it's well worth the read if you can't wade through his book on the same subject). In this essay, he made a convincing case that we are in a post-historical epoch that is devoid of ideological struggle. Liberal capitalist democracy has won and it is only a matter of time before we all live under its roof. That claim has proven generally true since that writing: all but a few rogue states (devoid of any compelling ideological alternative) remain to challenge the liberal democratic West. Further, capitalism has swept the world and we now live within a vibrant global marketplace that has the potential to meet our every material need. However, something quite unexpected has happened.

The Fragmentation

History began again, but in a new and even messier form. The global communications and economic system we built became an open platform that superseded (but did not replace) the authority of the state. As a result of this new connectivity, increasingly outside of the control of the (or any) state, a growing number of groups have taken advantage of this new platform to challenge the state's legitimacy to exercise authority. The interesting part is that these new organizations:
  • don't represent any cohesive ideology or material solution, but rather a plethora of different solutions that appeal (by providing meaning and/or security and/or economic advancement) to specific target groups,
  • are typically networks rather than hierarchies (they are not replacements for the state),
  • aren't tied to territory (and hence aren't required to provide services to anyone other than their members),
  • often find extremely profitable ways to finance their own growth, and
  • have developed a new method of warfare to protect themselves and extend their power (open source warfare).

The Marketplace of Ideas

This chaotic state of affairs is nearly invisible to the grand strategist that can only see things in terms of state conflict and sweeping historical movements. However, for the systems thinker that can synthesis the details and is comfortable with uncertainty, the problems that are caused by an out-of-control global system moving at break neck speed could only be solved by bottoms up spiral development. The reason is that the complexity of the current problems are such that no single solution or set of solutions is either sufficient or knowable. It is only through the trial and error of many minds in competition that the specific contextual solutions can be found (and that competition is going to be hyper-local and global at the same time). Of course, as any reader of this site will know, many of these new solutions will be extremely harmful and as a result, our long term security is based on our ability to foster mutually beneficial templates for success.

" Ota: O Exemplo de Chicago
.
No último debate sobre o projecto de construção do novo aeroporto da re Um aeroporto com espaço para crescer gião de Lisboa na Ota, no programa "Prós e Contras", na RPT 1, José Manuel Viegas falou na possibilidade de se avançar primeiro com um "aeroporto inaugural", uma infra-estrutura com uma única pista e serviços mínimos, que começaria a funcionar ainda antes de todo o projecto estar concluído. Dizia Viegas que isso reduz o tempo que levaria a entrar em funcionamento o novo aeroporto, tempo esse que poderia ser utilizado agora, para estudar uma nova localização, alternativa à Ota. Esta solução, acrescentou, está a ser utilizada em Chicago.

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Fui ver de que exemplo se tratava e encontrei o projecto do South Suburban Airport de Chicago, um novo aeroporto que vai ser construído porque a principal infra-estrutura aeroportuária da Grande Chicago, o O'Hare International Airport, está a rebentar pelas costuras. Neste caso, ao contrário do que acontece em Portugal, o primeiro não vai substituir o segundo. E será o terceiro naquela área, depois de O'Hare e Midway.
Ora bem, o exemplo que as autoridades norte-americanas nos podem dar com este projecto é simples: estudaram o que tinham a estudar, com a participação das regiões interessadas na construção do aeroporto (os Estados de Illinois, Indiana e Wisconsin); escolheram a localização entre cinco possibilidades; e, em vez de construírem tudo de uma vez, vão fazer um "aeroporto inaugural", só com uma pista e serviços básicos, que crescerá, depois, à medida das necessidades. Assim, embora a área reservada para o projecto global tenha cerca de 9.300 hectares, o "aeroporto inaugural" ocupará, apenas, cerca de 1.600 hectares. E dizem as autoridades que estará operacional em 5 anos.
Este projecto é também interessante pelo seu
cronograma. Pensamos nós que os norte-americanos são expeditos e práticos e que decidiram na hora, sem prolongarem a novela mais do que o necessário. Pois bem, no caso deste novo aeroporto, constatou-se que era necessário construí-lo há 23 anos, com estudos feitos em 1984. Depois de identificada a necessidade, só em 1989 começaram a estudar 4 diferentes localizações, a que se juntou uma quinta, um ano depois. Em 1991, as autoridades declaravam que era urgente dotar a região de maior capacidade aeroportuária.
Depois de 2 anos de estudos, foi definida uma primeira localização (Lake Calumet), mas no mesmo ano foi trocada por outra (Will County). E só em 1994 se iniciaram os estudos definitivos para o aeroporto. Até agora, as obras ainda não começaram. Neste aspecto, o Illinois parece mesmo Portugal."

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tags: transportes

 

publicado por RSF às 23:52 in

 

 http://pontonanet.blogs.sapo.pt/

UM PARLAMENTO MAIS SEGURO
A reforma do Parlamento proposta por António José Seguro, já  aqui  referida, é também tratada no Diário de Notícias que destaca a recomendação aos deputados de passarem a colocar os seus registos de interesses financeiros na Internet. Com esta recomendação, em nome da "transparência", o PS quer facilitar a consulta pelos cidadãos dos interesses dos deputados, até agora  dependente da autorização do próprio, mediante um requerimento... a "Vossa Excelência". Seguro cria assim uma inconveniência ao  "complexo" , veremos como isto acaba... Por mim, confesso, não estou nada optimista.
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" Deputados obrigados a colocar registo de interesses na Net



Francisco Almeida Leite

O programa de reforma do Parlamento que o grupo parlamentar do PS encomendou a António José Seguro já está pronto e prevê, entre outras novidades, uma recomendação para os deputados passarem a colocar os seus registos de interesses financeiros na Internet. Com esta recomendação, em nome da "transparência", o PS quer facilitar a consulta pelos cidadãos dos interesses dos deputados, muitas vezes dependente da autorização do próprio, mediante um requerimento. A nova norma, caso venha a ser aprovada, iria restituir a intenção de "controlo por parte dos eleitores", para além de funcionar "como defesa para os parlamentares", relativamente "a boatos e a insinuações".

Esta é uma das 96 recomendações que o grupo de trabalho coordenado por António José Seguro elaborou e ontem entregou ao líder parlamentar, Alberto Martins. No documento, a que o DN teve acesso, fica subentendido também que a Assembleia da República deve reflectir sobre o número de deputados (actualmente são 230), embora Seguro reconheça que a matéria foge ao âmbito do seu trabalho. "Independentemente da alteração, ou não, da composição da Assembleia da República, parece-nos recomendável que o número de deputadas e de deputados seja ímpar, como forma de evitar a situação verificada na VIII Legislatura, onde o PS detinha 115 mandatos e os restantes partidos da oposição outros tantos", pode ler-se no documento de quase cem páginas. Esta proposta permitiria prevenir situações como a dos "orçamentos do queijo", em que Daniel Campelo aprovou dois OE do último Governo de António Guterres.

Outra das matérias mais relevantes que o grupo sugere é a de que todas as iniciativas legislativas têm o direito de serem agendadas, apreciadas e votadas, uma vez aceites pela mesa da AR.

Na memória recente está ainda o pacote anticorrupção da iniciativa de João Cravinho, que só depois de muita negociação com grupo parlamentar do PS conseguiu ver algumas das suas propostas eleitas para discussão em plenário. Também as propostas das deputadas independentes do PS sobre o aborto nunca conseguiram ver a luz do dia.

Agora, para além disto, Seguro recomenda que os deputados possam assinar eles mesmos os projectos de lei e serem reconhecidos por isso mesmo: "Por opção dos seus autores, os projectos de leis poderem ser tramitados (ordens de trabalho, convocatórias, audições, guiões, anúncios) e conhecidos pelo nome do primeiro parlamentar a subscrevê-lo."

O regime de requerimentos para perguntas ao Governo é também abordado, com a sugestão de que o Executivo passe a dispor de apenas 30 dias para responder aos partidos representados na AR. A aplicação desta norma seria gradual: 60 dias já em 2008 e 30 em 2009. As nomeações ou indicações para altos cargos na esfera do Estado teriam também, no entender deste estudo, de passar por uma audição prévia na AR. Os administradores das entidades reguladoras independentes também estariam entre os visados.

O PS propõe ainda reduzir a duração dos debates mensais com o primeiro-ministro, eliminando a segunda e terceira ronda, para garantir que o tempo total não ultrapassa as duas horas. António José Seguro propõe ainda um sistema de créditos para o agendamento dos partidos, o respeito obrigatório do regime das petições, a introdução do debate do Estado da região (já existe o debate do Estado da Nação, no fim de cada sessão legislativa), entre outras."

Financial Times Anuncia Crise em Espanha

FT Home

"The pain in Spain will follow years of rapid economic gain

By Martin Wolf

Published: March 28 2007 03:00 | Last updated: March 28 2007 03:00

Do current account deficits matter inside a monetary union? The answers are "no" and "yes": no, because there cannot be a currency crisis; and yes, because there cannot be a currency crisis. Where unsustainable divergences in competitiveness emerge, adjustment occurs largely through changes in relative nominal costs, particularly of labour. The bigger the required adjustment, the greater the pain.

The challenge posed by divergent competitiveness inside the eurozone has been widely discussed for the case of Italy. But Spain is even more interesting. Spain, unlike Italy, has been an enormous economic success; Spain, unlike Italy, has a huge current account deficit; Spain, unlike Italy, has enjoyed a vast construction boom. But Spain, this time like Italy, has low productivity growth and deteriorating external competitiveness.

The question, then, is not whether adjustment will happen, since it is sure to do so. It is how it will happen.

Between 2001 and 2005, the eurozone was the sick giant of the world economy. Over those five years, eurozone growth averaged a mere 1.4 per cent a year. In response, the European Central Bank adopted an expansionary monetary policy. But the impact of low interest rates was greatest not where demand was weakest, but where conditions for a property boom were best: notably, in Ireland and Spain (see chart).

Spain's overall economic performance has been of a kind certain to generate euphoria. As the latest economic survey from the Organisation for Economic Co-operation and Development notes: "The country has experienced a 13th consecutive year of strong growth. The economic vitality has had the effect of narrowing the gap in per capita gross domestic product with the euro area average from 20 per cent to under 12 per cent over the past decade".

This impressive expansion has been driven, on the supply side, by huge increases in employment, including of immigrants. Between 1998 and 2006, employment contributed 3 percentage points of the 3.5 per cent annual rise in Spain's potential GDP and productivity just 0.5 percentage points. The contribution of "factor productivity" - or the increase in the efficiency with which factors of production are used - was negative, at -0.2 percentage points a year.

Meanwhile, on the demand side, domestic consumption and investment, particularly construction, have driven the economy. Between 2002 and 2006, construction grew at an average rate of close to 6 per cent a year, in real terms. By 2004, investment in new housing alone accounted for 8 per cent of GDP, a figure surpassed among OECD members only by Ireland.

Meanwhile, the foreign balance deteriorated year by year (see chart). Last year's current account deficit of $107bn (£54bn) was the second largest in the world after the US. At just under 9 per cent of GDP, it was also the second largest in the eurozone on this measure, after Greece. Indeed, without Spain's deficits, the eurozone would have had a sizeable current account surplus, largely reflecting Germany's move into surplus, and so would have exacerbated the global "imbalances" (see chart).

"So what?" one may reasonably ask. Why should the emergence of so-called imbalances inside the eurozone be of any greater significance than the balance of payments between Scotland and England? Indeed, are the huge capital flows that are the counterpart of the current account surpluses and deficits not what the creation of a currency union is designed to achieve?

In the absence of currency and expropriation risk, investors seek the best returns where they are to be found. If that ends up generating large net borrowing by people living in a given country (or region), that is surely of no significance.

Up to a point, this argument is correct. But if investors are unaware of the interdependence of the risks they are running, they may find that their debtors are significantly less creditworthy than they had thought. More precisely, lenders into a construction boom are likely to find that a downturn in the local property market affects the solvency of many debtors. They may then decide to withdraw credit or stop providing new credit quite suddenly. If so, that will lead to a regional recession, as construction activity contracts.

Thus, inside a monetary union, currency risk turns into credit risk. Again, even widespread bankruptcy may not matter much if wages and prices are reasonably flexible in nominal and real terms, or it is easy to expand production of competitive tradeable goods and services. Adjustment then is relatively straightforward, as experience in east Asian and Nordic economies has shown in the not too distant past.

In such cases it is at least relatively easy to replace the lost domestic demand with foreign demand. But it is hard to be confident that this would be true of Spain when the property and construction booms end, for six reasons, all of which emerge from the OECD report: first, Spain has suffered a sizeable loss in competitiveness (see chart); second, the technological capacity of Spain's tradeable goods industries is weak, on many dimensions; third, much of Spain's recent investment effort has gone into the production of non-tradeables, particularly buildings; fourth, Spain's industries are relatively vulnerable to competition from cheaper wage producers in central and eastern Europe and Asia; fifth, underlying productivity growth has been low, which will make it harder to restore competitiveness; and, finally, wage bargaining is quite rigid and, above all, unresponsive to conditions in the eurozone.

Spain has enjoyed a wonderful boom at a time of weak eurozone demand and expansionary monetary policy. As the eurozone recovers, monetary policy is being tightened. While Spain will benefit from the greater demand among its principal partners, its borrowers will face a substantially greater debt-service burden. That must bring closer the point at which the remarkable property-related borrowing and construction booms will end. Then adjustment will have to begin and Spain's politicians will have to manage all the consequences.

For Spain, better times for the eurozone presage a much bigger challenge to itself. Adjustment to a different and more sustainable path will be required. A decade or so from today we should have a far better idea than today of how far one of Europe's hitherto most successful economies is able to thrive within the straitjacket of the currency union. "

29.03.2007 - 03:48h
  • Una analista cree que una próxima caída del 'boom' de la construcción provocará una recesión.
  • Y que el país no está preparado para hacerle frente.

España, igual que Italia, tiene un crecimiento bajo de la productividad y una competitividad exterior que se está deteriorando

Thursday, 29 March 2007

O PAÍS DO CIMENTO NO JUMENTO

"A importância dos ministros mede-se mais pelo cimento que gerem do que pelos dossiers dos seus ministérios, o ministro das Obras Públicas vale mais do que o da Educação, e até os autarcas são tão mais importantes quanto o dinheiro que têm para gastar em cimento.

Se em termos de desenvolvimento económico estamos a três décadas da Europa de desenvolvida, distância que ai aumentando à medida que se cimenta o nosso atraso, em termos de mentalidades estamos na década de quarenta, a prioridade ao cimento e a aplicação primária dos princípios do keynesianismo é tal que até parece que Portugal acabou de sair da Segunda Guerra Mundial mesmo sem nela ter participado.

As grandes discussões públicas são sobre o cimento, fala-se sobre ensino quinze dias, sobre saúde outros tantos e o resto do ano é para falar de cimento. Do tempo de Cavaco ficaram os debates sobre o CCB, do tempo de Guterres as discussões sobre a importância estratégica do estádio do “Allgarve” e já se percebeu que a OTA vai dar discussão até que Sócrates faça o mestrado em engenharia.

Porque será que os nossos políticos gostam tanto de cimento? Não deve ser por gostarem de acarretar baldes de massa, ou será?"

O Jumento, às 12:30 | links para este post | (9) Coices | Trackback | Permalink

Ler o Jumento Aqui

Nota CLARO: Uma Boa interrogação ao "império" e às práticas do complexo neo-coprorativo e salazarento...

AUTO-ESTRADA FERROVIÁRIA

INAUGURADA ONTEM EM FRANÇA

mais barata, mais rápida, mais amiga do ambiente

AutoestradaFerroviria.jpg

INTELIGÊNCIA ECONÓMICA PARA

EMPRESÁRIOS E OUTROS DECISORES 

Stratégies des PME et intelligence économique :

 Une méthode d'analyse du besoin

"Les PME aujourd'hui constituent à la fois la substance du système productif et son principal facteur de renouvellement. Alors que la stratégie et les résultats économiques et sociaux des grands groupes sont largement subordonnés aux impératifs financiers qui s'imposent du fait de l'ouverture de leur capital, les performances des PME sont d'abord économiques et sociales avant de se traduire sur le plan financier. Dans cette perspective, les PME restent plus proches que les grandes entreprises de la création de richesses réelles comme condition de création de valeur partagée entre les propriétaires du capital de l'entreprise, ses salariés et ses clients. Etre en mesure d'analyser les stratégies des PME est donc une tâche particulièrement importante. La particularité de ce livre est que cette analyse est menée dans une perspective originale qui est celle de l'intelligence économique, considérée ici dans sa dimension de système d'information d'aide à la décision. Comment identifier les informations dont la PME a besoin afin d'élaborer sa stratégie ou, plus largement, préparer les décisions qu'elle doit prendre afin de se situer de manière efficace dans son environnement? Tel est l'objet de cet ouvrage qui propose un outil méthodologique inédit afin d'analyser les besoins d'information des PME. Ce livre est destiné aussi bien à des consultants (en intelligence économique, mais aussi en stratégie, en organisation, en systèmes d'information, ou encore en décisionnel), qu'aux spécialistes du développement (agences de développement local, sociétés de capital risque...), aux responsables politiques et administratifs concernés par le développement des PME, ou aux enseignants et étudiants des filières spécialisées

Biographie de l'auteur
Maryse Salles est Maître de Conférences à l'Université Toulouse I. Sa thèse ainsi que ses publications et travaux de recherche portent sur les systèmes d'information d'aide à la décision, ainsi que sur l'ingénierie du besoin. La perspective de ses travaux est celle de l'intelligence économique, perspective qu'elle a pu approfondir à la fois par ses recherches et par sa connaissance du milieu des PME et celui des collectivités locales"
 
Ver também:.
.

·  Petit Manuel d'Intelligence Economique au quotidien : Comment collecter, analyser, diffuser et protéger son information de Franck Tognini

·  L'Audit d'intelligence économique : Mettre en place et optimiser un dispositif coordonné d'intelligence collective de Bernard Besson

·  L'Intelligence Economique : mode de pensée, mode d'action

   Dominique Fonvielle

"Le 11 septembre 2001, la guerre terroriste a frappé l'Amérique dans ses symboles militaires - mais surtout économiques et financiers - les plus prestigieux ; les conséquences de ces attaques seront immenses et durables. Ainsi, le terrorisme est-il la dernière dimension d'une guerre économique déclenchée à la fin de la guerre froide, guerre dont l'Internet a longtemps été le vecteur principal, et l'hégémonie américaine le responsable majeur. Dans un monde chaotique et..."

  lire la suite 

 

REFORMA FISCAL NA SUÉCIA

 

La Suède va supprimer l'impôt sur la fortune

Ler AQUI

CHINA: MAUS SINAIS...

"Le patriotisme économique chinois inquiète les industriels étrangers

LE MONDE | 27.03.07 | 14h55  •  Mis à jour le 27.03.07 | 16h03

PÉKIN CORRESPONDANT

 

 

27/03

Le patriotisme économique chinois inquiète les industriels étrangers

 

(lemonde.fr)

 

Raidissement idéologique ou simple ajustement des réglementations à un moment où la Chine exprime sa volonté de garantir une plus grande indépendance de son développement économique ? Les industriels étrangers se posent tous la question après une série de signaux laissant penser que Pékin semble décidé à les accueillir moins volontiers qu'avant..... " Continua  AQUI

INTELIGÊNCIA ECONÓMICA

Conceitos

::
 
 

:: Vigília


:: K.M.

:: Lobbying

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:: Inteligência Económica

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:: KM


:: Influência e Lobbying

:: Prospectiva

ANTÓNIO JOSÉ SEGURO QUER

(noticia o Correio da Manhã)

REVOLUCIONAR O PARLAMENTO

(que está mais que precisado!)

C.jpg

Wednesday, 28 March 2007

OTÁRIOS, OTA E BAT...OTA

O cenário OTA, à medida que vai sendo conhecido, apresenta-se cada vez mais catastrófico. Interroga-se a "coisa" de qualquer ponto de vista e a resposta é uma catástrofe. Seja de um ponto de vista de estratégia da economia portuguesa (o fundamental), ou de um ponto de vista de estratégia da logística (é natural que a ocidental praia lusitana tenha uma estratégia de logística para o Atlântico, em tempos de globalização...), ou ainda de um ponto de vista mais "contabilístico" (análise custos/benefícios), ou de um ponto de vista de valorização do território, ou de um ponto de vista ambiental (a Ota é uma gigantesca catástrofe arrasadora do ambiente em milhares e milhares de hectares!), ou seja de qualquer ponto de vista conhecido...

O ministro Mário Lino confunde determinação com casmurrice e fica cada vez mais parecido com aquele Estaline que nos anos vinte mandou os camponeses semear trigo na neve e... depois os fuzilou por o trigo não ter nascido. Foram milhões de mortos, nesse ano, uns fuzilados e a maioria de fome! "É assim porque eu quero" disse Estaline aos camponeses e, agora, diz-nos Mário Lino a nós. Obviamente, não pensa pagar a Ota com o dinheiro dele mas sim com o nosso pelo que bem pode ter, à nossa custa, caprichos destes! Mas deveria, ao menos, pensar nos custos políticos que isto vai ter para quem o nomeou e para o partido à conta de quem está no Governo...

Os otérios seremos nós, os Portugueses, que vamos pagar e que Mário Lino não quer ouvir, nem ver tidos nem achados nesta matéria que ele e só ele quer decidir. A Ota só interessa realmente ao lobby do betão e movimentações de terras, ou seja a uma componente do  complexo neo-corporativo e salazarento... Até a outra componente, a da banca, pode fazer os seus negócios com o aeroporto noutra localização!

Alguém enganou José Sócrates sobre a Ota e alguém o anda ainda a enganar! Alguém quer mesmo tramar Sócrates!

Ver também:

A Ota da nossa confusão e descontentamento

Xico-espertismo nacional

OS MALEFÍCIOS DA OTA

SOBRE A OTA

ESTRATÉGIA NACIONAL PARA A ENERGIA... SEM SEGURANÇA
[484] --
Será possível conceber uma «Estratégia Nacional para a Energia» sem fazer referência uma única vez ao conceito de segurança energética?
Em Portugal,
sim.
 
# posted by PG : 27.3.07 "
 
O espanto (mais que certo e justificado) de Paulo Gorjão, no Bloguítica, sobre a leviandade de certos governantes deste sítio indigno... Ou como comenta o Rui:
 
" O último desliga a luz, sff

Sabendo nós os efeitos, os sustos e os perigos dos apagões, faz sentido ler esta nota no Bloguitica que, não dizendo, fala sobre as armas electrónicas. Blog Bloguitica > Estratégia Nacional para a Energia  

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PRAVDA: EVOLUÇÃO NA CONTINUIDADE
Vejam-se (bem) os destaques de recente edição on-line do Pravda, em português mas sobretudo para uma opinião pública não-europeia (Brasil, Angola, etc.). O conteúdo prova uma coisa: não era por ideologia comunista que Moscovo elegeu os USA como inimigo, mas simplesmente porque isso é do interesse da Rússia. Com Putine, hoje, o "anti-imperialismo" continua alegremente...E os países Nato são "war criminals"! A novidade, em relação ao velho Pravda, reside nas cuecas, na secção de fotografias "elas andam sem calcinha"! Ou seja, O novo Pravda é o velho Pravda... sem cuecas!
Vladimir Putin e Hu Jintao lançam Ano da China na Rússia
Vladimir Putin e Hu Jintao lançam Ano da China na Rússia
 
Enviado Especial da ONU ignora séculos de história, desrespeita profundas questões de nacionalidade e insulta o psique da Nação Sérvia, declarando que a única solução para Kosovo é a independência. Depois de anos e anos de desenhar linhas em mapas, a comunidade internacional ocidental volta a práticas imperialistas, desta vez com o aval da Organização das Nações Unidas.


Kosovo: A mão do imperialismo occidental

Elas andam sem calcinha!

Foto:Terramagazine. com
Elas andam sem calcinha!

O SEXO DE DEUS...

ColunaC.jpg

ou como o fellatio conduz à descoberta de verdades teológicas! Mas, muito antes da colunista do Correio da Manhã, já isso tinha sido descoberto pelos mestres-pedreiros (muito livres...) que fizeram a Sé de Lamego !

FellatioSLamego1.jpg

José Mateus Cavaco Silva at March 28, 2007 16:05 | link | comments
Tags: humor, media, maçonaria
Tuesday, 27 March 2007

A EUROPA JÁ É UMA CINQENTONA, MAS...

QUANDO ERA NOVA, JÚPITER ENGANOU-A !

" Europe

L'Europe n'a pas de mythe fondateur mais les Grecs ont bien conté la légende de la princesse Europe
 
Gustave Moreau (1826-1898) 
aquarelle 27 x 90 cm
musée Gustave Moreau, Paris

"Zeus vit Europe alors qu'elle jouait avec ses compagnes sur la place de Sidon, ou de Tyr, dont son père était roi. Enflammé d'amour pour sa beauté, il se transforme en un taureau d'une éclatante blancheur, aux cornes semblables à un croissant de lune. Puis, il vint, sous cette forme, se coucher aux pieds de la jeune fille. Celle-ci, d'abord effrayée, s'enhardit, caresseZeus l'animal et s'assoit sur son dos. Aussitôt, le taureau se relève et s'élance vers la mer. Malgré les cris d'Europe, qui se cramponne à ses cornes, il pénètre dans les flots et s'éloigne du rivage. Tous deux parviennent ainsi jusqu'en Crète, où, auprès d'une source, à Gortyne, Zeus s'unit à la jeune fille, sous des platanes qui, en mémoire de ces amours, gardèrent le privilège de ne jamais perdre leurs feuilles. "

"Fille du roi de Tyr Agénor, Europe rencontre Jupiter alors que celui-ci s'est transformé en un magnifique taureau blanc. La jeune fille joue avec lui en le couronnant et le flattant, puis s'installe sur son dos. Le taureau l'emporte alors au large, jusqu'en Crète, pour qu'elle y mette au monde trois enfants : Minos, Sarpédon et Rhadamanthe.

Europe sur le taureau, Pompéi, Ier siècle ap. J.-C.

Europe sur le taureau, Pompéi, Ier siècle ap. J.-C.

"Dans l'art antique, bien qu'il existe de nombreuses représentation de jeune femme assise sur un taureau, peu peuvent être rattachée avec certitude au mythe de l' enlèvement d'Europe. Il est en particulier représentée au temple de Sélinonte, sur une métope du début du VIe siècle av. J.-C., et dans une peinture pompéïenne où figure la jeune fille assise sur le taureau et entourée de ses suivantes.

Cette iconographie se poursuit durant le Moyen Âge, comme allégorie du triomphe de l'amour sur la chasteté, sans doute car elle est rattachée à une constellation.

Image:Tizian 085.jpg

 
L'enlèvement d'Europe, Titien, 1562, musée de Boston

" L'art moderne développe deux iconographies distinctes de ce thème :

  • dans la première, Europe est en train de s'asseoir sur le dos du taureau, entourée de ses suivantes qui ornent les cornes de l'animal de couronnes de fleurs : c'est ainsi que l'a représenté Laurent de La Hyre en 1644 (Tableau au musée de Houston) ou encore François Boucher en 1747, cette image lui permettant de développer un parti-pris décoratif. On retrouve le même instant sur une tabatière de Klingestedt.
  • Est aussi représenté le moment de l'enlèvement, lorsque le taureau emporte au large la jeune fille. La plus célèbre représentation est sans doute celle du Titien (1562, musée de Boston), traitée avec violence, mais des peintres comme Coypel (1er tiers du XVIIIe, musée de Philadelphie) ou Jean-Baptiste Marie Pierre (1750, musée de Dallas) privilégient un parti-pris décoratif très éloigné du Titien dans le même type de représentation.

Au XIXe siècle, Gustave Moreau et Ingres reprendront le thème."

 

Grécia, aprox. entre 470 e 450  a.C .

approx. entre 140 et 160

Image:Tizian 085.jpg

L'enlèvement d'Europe, Titien, 1562

 

Rembrandt, 1632

O rapto visto por Moreau

 

E por Cezanne 

 

Charles Lameire aprox. 1880

E uma visão mais contemporânea desta Europa...

 Seixas da Costa fala dos desafios da Europa

e diz que há a tratar desafios mais urgentes que o "tratado"
Seixas da Costa espera um bom trabalho da presidência portuguesa da União Europeia. O diplomata, uma das vozes mais respeitadas no que diz respeito a Assuntos Europeus, diz que a declaração de Berlim não vai ficar para a história e alerta que há outros desafios para além de um novo tratado europeu.
Francisco Seixas da Costa acredita que Portugal vai fazer um bom trabalho na presidência da União Europeia. O actual embaixador português no Brasil avisa que são muitos os desafios que a presidência portuguesa tem pela frente, mas diz que Portugal tem todas as condições para responder da melhor forma às tarefas que se avizinham.
«Tenho esperanças que a equipa que dirige a política externa portuguesa vai fazer uma óptima presidência mas acho que vai ser uma presidência extremamente exigente», disse à TSF.
«Por um lado porque neste momento a UE vive vários impasses, como a questão das energias renováveis, por outro lado porque a agenda da União será muito exigente estando programadas cimeiras importantes como a de África» , explica o diplomata.
O antigo secretário de Estado dos Assuntos Europeus considera que o grande problema da Europa é o facto de não existir uma opinião comum a todos os 27 membros . Por isso, Seixas da Costa não acredita que a declaração de Berlim venha a ficar na história.
«A declaração de Berlim é o documento possível, mas na minha opinião não vai ficar para a história. O grande drama actual da UE é que não há uma opinião pública no espaço europeu, há 27 opiniões diferentes e quanto mais alargada for mais complicado será falar a uma só voz», defende o embaixador.
Agora que a Europa completa 50 anos, Seixas da Costa entende que há mais vida para além da necessidade de um novo tratado europeu: «Para além do tratado é importante olhar para o tecido das politicas da União Europeia e perceber se há vontade política dos Estados-membros para caminhar para níveis mais avançados de integração».
Barroso-1.jpg

PRAVDA... GRANDES LEITURAS!


 

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Diz  o Rui  que

 "O João Soares, desde que se informa através do Pravda em português, anda a navegar em terrenos menos castos, mais solto no espreitar e no anotar, como este post da "menina" a despir a calcinha na praia. Devem ser os ares da Serra de Sintra..."

 Oh, Rui, achas que vale a pena mandar esta, que não é do Pravda mas daqui, ao João...?

Monday, 26 March 2007

Salazar é o mais votado na rtp...  

Ou um Portugal que cheira mal !

 

no Macroscópio 

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António de Oliveira Salazar, o velho botas, que equilibrou as finanças públicas e guardou o império do Minho a Timor, foi o mais votado no programa de Dona Maria Elisa na rtp. Nogueira Pinto, P.Portas, Zézinha... a conclusão que tiro é que o Campo Grande deve ter ligado em peso para votar no Botas, num protesto contra o Cunhal, sendo que os votantes deste fizeram o mesmo contra o Botas. E por falar em botas, somos ainda uns grandes "botas de elástico"... Trata-se dum concurso que, no III milénio, ainda coloca o velho salazar à frente, e com Aristides de Sousa Mendes, em terceiro lugar. Para espelho, confesso que a imagem provisória que ficou foi baça em demasia...

Não sabemos em que votaria a dona Mª Elisa, mas (...) Isto não deixa de ser um certo Portugal, que cheira mal...

Friday, 23 March 2007

O GOVERNO HOLANDÊS CONTRA

UMA "CONSTITUIÇÃO" EUROPEIA

" Opposition du gouvernement néerlandais à une nouvelle constitution européenne [FR]

Le gouvernement néerlandais a révélé, dans une déclaration, qu'il s'opposait fortement à une nouvelle constitution européenne, et qu'il souhaiterait un texte minimaliste."  Continua  AQUI

LOBBY: REGISTEM-SE...!

EurActiv Logo" Les groupes de pression européens invités à s'enregistrer dès 2008

 

Publié: jeudi 22 mars 2007

Le 21 mars 2007, la Commission européenne a inauguré un système volontaire d'enregistrement des groupes de pression tant attendu. Dès le printemps prochain, les professionnels des affaires publiques devront déclarer le nom de leurs clients et les sommes perçues pour faire valoir leurs intérêts auprès des fonctionnaires de l'UE.

A lire aussi:

LinksDossier:   Comparaison des approches européenne et américaine en matière de lobbying

 

LinksDossier:   Initiative sur la transparence [FR]

Contexte:

Many thousands of people work in Brussels to influence EU legislation. Prior to 21 March 2007, they did not face any binding rules, and there is at present little information to indicate precisely how many of there are and how much money is spent.

Introducing the register, which will be available from Spring 2008, Administration, Audit and Fight against Fraud Commissioner Siim Kallas said: "I hope the lobbying profession will see as an opportunity, rather than a threat - a chance to prove that their business was clean and legitimate." 

"All these groups or bodies are invited to register publicly whom they represent and what their objectives are," Kallas added. "They are invited to declare funding sources and major clients. This ensures the Commission as well as the public can identify and assess the driving forces behind positions taken and interests presented."

While the system will be voluntary, the commissioner explained that only those lobbyists who were registered would be recognised as speaking for clients or a sector of industry when they contribute to comments on EU policy that are taken into account when new legislation is drafted.

Lobbyists who did not register would only be seen as speaking in their own name, undermining the weight of their comments. Those who gave inaccurate information would face sanctions.

The around 22,000 lobbyists working in Brussels will have to disclose information on clients and fees under new European Commission rules. The Commission's blueprint foresees a website run by two EU officials that will list all PR consultancies, in-house corporate staff and public interest NGOs as well as their clients or donors and the fees or budgets they receive to influence EU policy.

Kallas first launched plans for the new lobbyists' register in 2005 as part of a wider transparency initiative also embracing disclosure of receipients from the EU's Common Agricultural Policy. 

But the project was reportedly watered down by Commission President José Manuel Barroso, Single Market Commissioner Charlie McCreevy and Trade Commissioner Peter Mandelson when it started looking "too radical," some veteran campaigners say.

But Kallas told reporters on 21 March: "No watering down has taken place. Of course, we have had discussions, but the concept has remained the same."

Enjeux:

On the issue of perks and gifts for lobbyists, the EU has not yet suffered a scandal like that associated with Jack Abramoff  - a Washington lobbyist exposed in 2005 for cheating clients and bribing US officials to the tune of $66 million - but there have been several recent cases of shady dealings by the chemicals and energy lobbies.

The Commission has said its existing rules for EU officials were "crystal clear," forcing them to seek permission before accepting favors or gifts, and requiring them to declare any potential conflicts of interest. Former staff need to inform the Commission about their new jobs for two years after they leave, it said.

Former telecoms commissioner Martin Bangemann left EU politics in 1999 to join the board of Spain's Telefonica SA for a reported $1 million yearly salary. EU governments launched an ethics lawsuit against him.

The Commission has only recently published a list of special advisers to commissioners, after a transparency group complained that one was on the board of two power companies at the same time as he advised Energy Commissioner Andris Piebalgs. 

Positions:

Administration, Audit and Fight against Fraud Commissioner Siim Kallas told journalists: "We'll come with observations and proposals in the second half of the year and see where we need to improve the situation and where it can be left alone," concerning the professional ethics of Brussels' civil servants. 

"This is more workable...I find it prudent to act sooner rather than later," the administration commissioner said, adding that reports his original transparency plans had been weakened by Commission President José Manuel Barroso and the trade and industry wing of the Commission were not true. 

On the issue of gifts: "The discussion about gifts sometimes becomes absurd. You cannot create an automatic system that can automatically regulate all things that can be treated as gifts." 

Paul de Clerck, of Friends of the Earth Europe in Brussels, said: "Our concern remains that a voluntary registration system will not secure similar transparency
from those organisations which simply choose not to sign up. To achieve the European Transparency Initiative's (ETI) stated objective of improving public trust in the EU political process, the Commission needs to make some major improvements."

"It's a sort of breakthrough," Olivier Hoedeman of Amsterdam-based NGO Corporate Europe Observatory (CEO) told the International Herald Tribune Europe. "If a big PR firm uploads a budget that looks far too small then you will know where to start investigating. It is really no more than an appeal to people's consciences or reputations. It's strange to keep it voluntary, as there are such predictable problems: those who have an interest not to disclose information will not do it."

Développements récents et prochaines étapes:

  • Spring 2008: Launch of lobbyists' voluntary register.
  • Second half of 2008:  Commissioner Kallas to assess situation and identify areas for improvement.  

Liens

Documents officiels de l'UE

Articles de Presse

Autres articles

| Mis à jour: vendredi 23 mars 2007

Thursday, 22 March 2007

Teoria da Suspiração

" Ólgarv fica em Portshugól

"Ólgarv". É assim que se pronuncia Algarve na campanha publicitária que-custou-uns-quantos-milhões-de-euros-mas-que-foi-adjudicada-por-ajuste-directo com que o Governo pretende promover a nossa província mais a Sul.

Nessa onda, por que espera Man El Pine (lê-se «páine») para promover PortugALL? "

 

ESTÓRIA SALAZARENTA E PATÉTICA

montada à volta da licenciatura de Sócrates

A estória à volta do processo de licenciatura de José Sócrates é um processo de natureza e cultura salazarentas. Uma estória de casta, numa “cultura” que considera estarem certos lugares reservados para uso exclusivo da casta dos “doutores e engenheiros”. Uma patetice provinciana e periférica que se mantém na inércia do “mito” do “professor” salvador vindo de Coimbra ou, mais recente e mais lato senso da “universidade”. A inércia tem-se mantido porque a esmagadora maioria do eleitorado no seu analfabetismo funcional ignora a realidade da miserável universidade portuguesa e nem suspeita que ela produz, sobretudo, analfabetos sofisticados (embora a suspeita lhe possa ter aflorado o espírito ao ver certos espectáculos “tipo Santana Lopes”…).

 

Durante décadas, único local de (pretensa) formação de quadros superiores, a universidade confronta-se hoje com a concorrência de outros produtores de quadros superiores: universidades estrangeiras, partidos políticos, meios de comunicação, sindicatos e outras instituições. Esta situação de concorrência ameaça os privilégios da casta segregada pela universidade e põe em causa os mecanismos de controlo estabelecidos há muitas décadas.

Só um país separado da realidade em que se insere (mentalmente periférico) e ignorante dessa realidade (a euro-americana) é que pode inventar e valorizar estórias como a da “licenciatura de Sócrates”. Seria bom, portanto, confrontar a casta com algumas realidades...

 

No início do século XX, por exemplo, os índices de desenvolvimento de Portugal e dos países escandinavos são qualitativamente semelhantes. Durante o século XX, Portugal é “superiormente” dirigido por “professores” e outros “doutores e engenheiros”. Os estados da Escandinávia, durante, o século XX, tiveram ministros e primeiros-ministros cuja maioria não tinha tido tempo para frequentar a universidade. Alguém quer, agora, ao fim destas décadas, comparar os índices portugueses e os da Escandinávia?

 

Em França, o “licenciado” François Mitterrand, no início dos anos 80, destruiu a economia francesa e cancerizou a sua moeda, o franco. Quem fez a recuperação de uma e do outro? Um senhor. De profissão torneiro-mecânico e possuidor de um “certificado de estudos primários” – o senhor Pierre Bérégovoy. E, já agora, o presidente americano vencedor da “Guerra Fria” era licenciado em quê…?

 

A hegemonia da casta “professoral” na instância política erigiu o Estado como principal factor de bloqueamento de Portugal e conduziu-nos à miserável situação que temos vivido e ainda vivemos. Uma situação à imagem e semelhança de tal casta.

 

Um “jornal de referência” arvora-se hoje em meio de questionar a pertença de Sócrates à casta, pretendendo assim insinuar dúvidas sobre a sua legitimidade para ocupar “postos reservados”. A manobra é reveladora. Revela muito. Não de Sócrates, mas de quem a pratica e de quem lhe dá importância.

 

Se Sócrates é (ou não) licenciado é matéria que não tem o mínimo interesse político. O que é claro é que, pela cultura, Sócrates (mesmo licenciado) não pertence à tal casta. A cultura dele é outra. É a dos que têm a capacidade de saber, a capacidade de trabalhar e a capacidade de decidir. Tudo características culturais que falham (ou “falecem” como diria um grande intelectual português até de nome muito estrangeirado) à casta que no século passado privatizou o poder político, com as consequências conhecidas e ainda hoje sentidas.

 

Como costuma dizer um fundador do PS, que se bateu contra a ditatura salazarenta e em seguida contra os comunistas, “Deus nos livre daquela gente que anda pela universidade, faz doutoramentos e publica livros sem nunca ter passado pela vida…”

Wednesday, 21 March 2007

María Dolores Jiménez

HOMBRE, QUÉ DOLORES...!

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María Dolores Jiménez, autarca do PP espanhol, “la teniente de alcalde y delegada de Economía del Ayuntamiento de Lepe”, na Andaluzia (blanca, verde e muy salerosa)E não pode vir-se candidatar a Lisboa...? Ao menos não parece ser mais uma bexigosa das ideias... E até parece mesmo saber ler!

A Peixeirada do CDS

no WEHAVEKAOSINTHEGARDEN

Infelizmente não podemos transcrever aqui as falas porque o vernáculo desta gente é de fazer corar qualquer peixeira de Matosinhos e este blog gosta de manter o respeito e o decoro. A começar em dou-te uma chapada com a chaputa não houve limites para a linguagem desta gente.


Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI

PERCEPTIONS MANAGEMENT

+ Pistas de François-Bernard Huyghe

Pouvoir sur Internet, I

Bégaiements de l'extase
Abolition de la distance, du délai, de la
rareté, abolition des possibilités de contrôle pour les États et les puissants, abolition des lois du marché, abolition des monopoles du savoir… Cinquième pouvoir, pronétariat, révolution du Web 2.0. Ce discours ne vous rappelle rien ? Début d'une série


 Révolution de la communication

En quoi une technologie de communication change-t-elle nos façons de penser ? Une solution de facilité consite à décréter que les anciens rapports de pouvoir seront forcément balayés par la nouvelle technique qui rendra le savoir et la parole enfin accessibles à tous ...

 

 Cinquième pouvoir ?

Internet a-t-il bouleversé l'élection et que valent les prophéties sur fond de révolution dans la communication annonçant le triomphe du cinquième pouvoir ou des nouveaux médias? Un pouvoir à définir par rappport aux quatre autres ...

Allgarve

no WEHAVEKAOSINTHEGARDEN

Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping

Um Saber Próprio e Imprescindível

na Sociedade de Informação e do Conhecimento

 

Os dispositivos lógicos e instrumentais da sociedade industrial e mesmo dos primeiros tempos do pós-industrial (da rural e salazarenta nem falemos…) não correspondem mais às necessidades estratégicas desta nova sociedade da informação, do conhecimento e da globalização do mercado.

As necessidades estratégicas desta nova sociedade exigem novos e inovadores dispositivos lógicos e instrumentais.

Nos dispositivos que respondem e correspondem ao novo quadro de formações sociais de informação e conhecimento, num mercado global, um instrumento se destaca pelo seu carácter vital, transversal e universal – a Inteligência Económica… Um instrumento  imprescindível, mesmo, ao conhecimento na sociedade da informação e no mercado global.

Tuesday, 20 March 2007

O “16 DE MARÇO” COMO

MAIS NINGUÉM O CONTOU

 

“A 14 de Março, os ultras (Presidente da República e Silva Cunha) conseguem a destituição dos generais Costa Gomes e Spínola.

    E é organizar logo, no palácio de São Bento, uma cerimónia de beija-mão onde todos os oficiais generais das três armas – a brigada do reumático – se vêm inclinar diante do Primeiro-Ministro que, incomodado, se move como um autómato nos fumos dos juramentos de obediência.

     O general Paiva Brandão faz a corte. Duma outra têmpera, o almirante Tierno Bagulho recusa-se na conjuntura presente, a prosseguir automaticamente.

     Durante todo o dia 15, o regime conferencia sobre as medidas a tomar contra o que estes cornudos chamam “o desplante dos capitães”, mas os comandantes de unidade do Norte, regimento de cavalaria do Porto, Rangers de Lamego, demitem-se ou declaram que já não dependem do comandante da região militar.

     A maquinaria põe-se a postos. Está previsto que o povo se há-de sublevar, aproveitando o facto de que em Lisboa, nas esferas, se hesita, se louvaminha, se examina e se delibera sobre o remédio a tomar.

     Nessa mesma noite, quando a Comissão militar se reúne em casa do Monge, um oficial de Lamego avisa-os pelo telefone que o seu regimento se amotinou e pede instruções. Otelo esquiva-se. Monge, pelo contrário, decide aplicar o plano sem demora.

     Casanova parte imediatamente para Santarém, Saraiva de Carvalho em direcção a Mafra, o capitão Marques Ramos para as Caldas da rainha. Só Monge fica em Lisboa. Está previsto que tomará o comando do Regimento de Cavalaria nº 7.

      Em Santarém, a situação não é famosa. Metade dos tanques estão avariados e os que andam só têm dois tiros por canhão. Além disso, os condutores acumulam as dificuldades. Em Mafra, a EPI está em manobras e seria preciso ir procurá-la pelos campos.

     Bom pretexto, Otelo retira-se. Serviria, nessa noite, o seu mestre Antunes, ou macaqueando Bonaparte, teria o poltrão levado a palma ao seu conspirador? Não impede que já só se verão contratempos na sua conduta, ou sonos suspeitos. Em Lisboa, o regimento de Cavalaria repele Monge e ocupa o aeródromo em nome da legalidade. Por seu lado, a Guarda republicana, cerca a Academia Militar e prende o Coronel Almeida Bruno.

      No meio desta reviravolta, auto-estradas de Lisboa bloqueadas, o governo fechado em Monsanto, a base cheia de helicópteros para a sua fuga, os capitães dispersos pelos campos ou no chilindró, já não há ninguém para avisar as Caldas que o 16 de Março acaba de ser traído. A coluna põe-se em marcha, comandada por Marques Ramos, e, quando chega efectivamente à portagem, cruza o carro de Monge e Casanova que não sabem de nada, senão que as forças da capital que se deviam juntar a eles ainda não se manifestaram.

      10:30h.: o regimento barricou-se no interior do quartel das Caldas, água, gás, telefone e electricidade contados pelas unidades leais chagadas de Tomar. Contemporiza-se, ganha-se tempo. O brigadeiro Serrano ameaçando fazê-los em picadinho, os oficiais entregam-se eles mesmos sem resistência

      17 de Março de 1974: os autores do golpe das Caldas estão na cadeia. O Movimento dos Capitães viveu. O Movimento das Forças Armadas começa.

      Os jornais minimizam. Caetano repreende os “inocentes”, levianos talvez *, na televisão. Tudo volta à ordem. Esquece-se Spínola, que perdeu a ocasião e mantém um silêncio absoluto sobre o fiasco. Mas Antunes, que inventou Otelo para estrangular o putsch sem ele saber, pede-lhe que retome por conta deles o plano de Casanova.

      Se Portugal é vitima das potências realistas, em África a contagem regressiva da traição e da debandada já começou.

      O 16 de Março é revelador, no seu imbróglio – se isto vai, isto falha – do estado de espírito de um país que, à força de intrigas, de prudência, de rumores e de boatos *, se embrulha num méli-melo (1) de putschs abortados dos quais só têm um êxito. Mais uma vez o acaso!

      Os homens não são donos de nada. Os acontecimentos formam-se por si mesmos, mas depois do 16 de Março, a estrada está livre. Os capitães, ideológicos, souberam, tirar uma lição da fuga do governo para Monsanto! Vão poder pôr em execução sem falhas um plano já experimentado. Estratego modelo este Casanova, se não tivesse sido vendido. Os livros que Antunes leu, interpretados à sua maneira, conseguirão o 25 de Abril e porão Otelo em foco. Esse, tinha sido sorteado à palhinha, um bom companheiro, grato aos seus amigos, que o vestem com a pele do urso.

     O historiador americano R. Daniel afirma: “ A revolução Bolchevista do 17 de Outubro foi um lançamento de dados muito arriscado, com muito poucas probabilidades de sucesso… Um acaso levou Lenine ao poder…Concurso imprevisto de circunstâncias”.

      Do lançar dos dados em Portugal ia resultar um outro número.”

 

 Dominique de Roux

in  “O quinto império”

José Mateus Cavaco Silva at March 20, 2007 20:12 | link | comments
Tags: portugal

EVA MENDES

Eva Mendes, com este nome a mocinha engana... Não é portuguesa mas sim filha da diáspora cubana de Miami. E a sua primeira profissão, antes de ser actriz, era... empresária de marketing! E, agora que o dinossauro fantasma do Fidel Castro já não é deste mundo mas do limbo, ninguém ainda pensou em candidatar esta Eva a... Presidente de Cuba?! Ao menos, não apresentaria aquela barba meia-taliban, meia-esgroviada do fantasmático tirano-rex...

José Mateus Cavaco Silva at March 20, 2007 19:22 | link | comments
Tags: fotos e vídeos

" O QUE É A INTELIGÊNCIA COMPETITIVA OU ECONÓMICA?

no "Inteligência Competitiva"

Nesta economia global, onde a informação é a principal matéria-prima, a rapidez de aquisição e a capacidade de tratamento da informação assegura per si uma vantagem competitiva.

Como refere o relatório Martre, documento fundador da Inteligência Económica em França, a Inteligência Económica é o conjunto de acções de recolha, análise e de difusão de informação útil aos actores económicos. No entanto, estas acções não são suficientes num contexto actual de "guerra de informação". A Inteligência Económica permite que as empresas ajam sobre e modelem a sua envolvente, por via de acções de influência e de lobbying. Permite também proteger as empresas dos riscos e ameaças, sobretudo informacionais.

Mas, como refere Bulinge, permite também a obtenção de autonomia informacional, tão ou mais fundamental hoje quanto a autonomia energética, numa perspectiva que destaca a informação e produção de conhecimento como motores da economia.

Ética e deontológica, a IE compreende apenas acções legais, embora tenha de ter presente, na componente de protecção, todas as acções ilegais de acesso e recolha de informação.

A alteração do quadro geopolítico, em particular o fim do confronto frio entre os dois grandes blocos, colocou no primeiro plano de domínio geoestratégico a competição económica, hoje cada vez mais "guerra económica". A globalização dos mercados, a aceleração sem precedentes das alterações tecnológicas agitaram e continuam a agitar a envolvente económica, cada vez mais politizada (ironia da liberalização dos mercados). Neste jogo, a super-potência norte-americana leva já um avanço considerável.

O novo quadro, dinâmico e interactivo, veio tornar mais complexos os mercados e as condições de concorrência. As empresas precisam hoje de adaptar-se às novas regras do jogo, proteger-se das novas ameaças (sobretudo informacionais) e procurar antecipar ou, mais importante, construir as condições que potenciem as oportunidades.

A informação é hoje a principal matéria-prima da estratégia. Depois de um processo de recolha, validação, tratamento, e difusão orientada para os decisores a informação torna-se "intelligence" de alto valor acrescentado que permite uma tomada de decisão e de opções mais adaptadas aos desafios do meio.

Em suma a IE impõe uma nova grelha de leitura do contexto, não só para o perceber e antecipar nos "sinais fracos" as ameaças e oportunidades, mas para o podermos transformar e melhor moldar à nossa semelhança, à semelhança da estratégia de cada país (neste caso, dos outros, porque a do nosso parece inexistente ou então está escondida) ou de cada empresa. "

SOBRE O "COMPLEXO"

QUE HÁ MUITO ALIENA 

E ESMAGA PORTUGAL

Diz o Zé Adelino Maltez e eu não podia estar mais de acordo:

 

"A pátria está presa nas teias das manigâncias dos filhos, sobrinhos e primos de algo, esses vingativos e invejosos carreiristas que nos amarfanham, procurando controlar-nos de acordo com os procedimentos constantes do manual das velhacarias e vigarices dos inquisidores, moscas e bufos, mesmo quando rezam o terço todos os dias, editam santinhos e se ajoelham na dominical missinha."

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Oh, Zé, mas tudo isto é uma actualizada "Arte de Furtar", que muito dinheiro rende. Não tem nada de genético e nem é qualquer fatalidade. Decorre simplesmente do modo de funcionamento do "complexo" ... Que até é muito fácil de representar graficamente, numa espécie muito simples de vasos comunicantes.

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Tudo parte do dinheiro do Estado. Esse dinheiro serve para contratar funcionários, bens e serviços (olhe, aqui, estudos e pareceres, por exemplo...). Até aqui, tudo aparentemente normal. Formou-se, porém, há muito uma "casta" (dizer "mafia" pode ferir susceptibilidades) que açambarca esse dinheiro em "negócios" feitos à medida do desejo de quem "vende" e não do Estado que compra e ainda falseando todas as condições de concorrência (daí uma certa e justificadora "ideologia" da treta contra o mercado...). E como o conseguem? Pois simplesmente garantindo amplamente a "vidinha" a muitos (ou aos necessários...) dos agentes da instância política e também a dirigentes da máquina do Estado. Ou seja, "assinas o negócio nos termos e pelos montantes que a gente define e terás a tua recompensa e o nosso eterno agradecimento". Como o dinheiro não é de quem assina e como ficará de bolsos cheios e vidinha garantida se assinar... a assinatura aparece logo. É este, em síntese, o esquema do "complexo".

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Percebe-se assim porque já foram contratualizados pelo Estado enormes financiamentos com a banca local a 12% quando essa mesma banca foi buscar esse dinheiro a pouco mais de 3% ao mercado internacional... E ganhou quase 9% nesta intermediação!

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Os comandos portugueses sabem que a sorte protege os audazes. E têm razão, no seu caso. Mas aqui não é nada disso. O "complexo" não tem estaleca para confiar na sorte (que exige muito trabalho e dedicação, como os comandos também sabem). Aqui é outra a coisa. Na boa tradição bragancista e do santo ofício católico, o "espírito santo" protege o "complexo" ...  Assim, quanto mais os Portugueses entregarem ao Estado, maior é o montante ao dispor do "complexo" e, portanto, mais pesada é a chapa de chumbo que se abate sobre Portugal e esmaga a sua criatividade, a sua capacidade de progredir, a sua liberdade, mesmo.  Um típico caso do que a filosofia do romantismo alemão definia como "alienação"... E, portanto, mais presa a Pátria fica!

BIOTERROR - A NOVA AMEAÇA

This Month's Cover

THE EPIDEMIC HUNTERS

Viral Visions
By Anthony Kimery, Senior Correspondent/Online Editor

Sometimes nightmares don’t go away when you wake up. A look at the biological scenarios scientists are confronting.

Beating Bioterror at Lawrence Livermore

By Sara Francis Fujimura

Once renowned for its nuclear work, today this national laboratory is turning its attention to new threats.

 

New Life at the CDC

By Doug Evans

From a forgotten, outside-the-Beltway institution, the Centers for Disease Control and Prevention have emerged as a frontline fortress against bioterror.

" Gore isn't quite as green as he's led the world to believe  Home

By Peter Schweizer

Al Gore has spoken: The world must embrace a "carbon-neutral lifestyle." To do otherwise, he says, will result in a cataclysmic catastrophe. "Humanity is sitting on a ticking time bomb," warns the website for his film, An Inconvenient Truth. "We have just 10 years to avert a major catastrophe that could send our entire planet into a tailspin."

ON DEADLINE: Your thoughts?

Graciously, Gore tells consumers how to change their lives to curb their carbon-gobbling ways: Switch to compact fluorescent light bulbs, use a clothesline, drive a hybrid, use renewable energy, dramatically cut back on consumption. Better still, responsible global citizens can follow Gore's example, because, as he readily points out in his speeches, he lives a "carbon-neutral lifestyle." But if Al Gore is the world's role model for ecology, the planet is doomed.

For someone who says the sky is falling, he does very little. He says he recycles and drives a hybrid. And he claims he uses renewable energy credits to offset the pollution he produces when using a private jet to promote his film. (In reality, Paramount Classics, the film's distributor, pays this.)

Public records reveal that as Gore lectures Americans on excessive consumption, he and his wife Tipper live in two properties: a 10,000-square-foot, 20-room, eight-bathroom home in Nashville, and a 4,000-square-foot home in Arlington, Va. (He also has a third home in Carthage, Tenn.) For someone rallying the planet to pursue a path of extreme personal sacrifice, Gore requires little from himself.

Then there is the troubling matter of his energy use. In the Washington, D.C., area, utility companies offer wind energy as an alternative to traditional energy. In Nashville, similar programs exist. Utility customers must simply pay a few extra pennies per kilowatt hour, and they can continue living their carbon-neutral lifestyles knowing that they are supporting wind energy. Plenty of businesses and institutions have signed up. Even the Bush administration is using green energy for some federal office buildings, as are thousands of area residents.

But according to public records, there is no evidence that Gore has signed up to use green energy in either of his large residences. When contacted Wednesday, Gore's office confirmed as much but said the Gores were looking into making the switch at both homes. Talk about inconvenient truths.

Gore is not alone. Democratic National Committee Chairman Howard Dean has said, "Global warming is happening, and it threatens our very existence." The DNC website applauds the fact that Gore has "tried to move people to act." Yet, astoundingly, Gore's persuasive powers have failed to convince his own party: The DNC has not signed up to pay an additional two pennies a kilowatt hour to go green. For that matter, neither has the Republican National Committee.

Maybe our very existence isn't threatened.

Gore has held these apocalyptic views about the environment for some time. So why, then, didn't Gore dump his family's large stock holdings in Occidental (Oxy) Petroleum? As executor of his family's trust, over the years Gore has controlled hundreds of thousands of dollars in Oxy stock. Oxy has been mired in controversy over oil drilling in ecologically sensitive areas.

Living carbon-neutral apparently doesn't mean living oil-stock free. Nor does it necessarily mean giving up a mining royalty either.

Humanity might be "sitting on a ticking time bomb," but Gore's home in Carthage is sitting on a zinc mine. Gore receives $20,000 a year in royalties from Pasminco Zinc, which operates a zinc concession on his property. Tennessee has cited the company for adding large quantities of barium, iron and zinc to the nearby Caney Fork River.

The issue here is not simply Gore's hypocrisy; it's a question of credibility. If he genuinely believes the apocalyptic vision he has put forth and calls for radical changes in the way other people live, why hasn't he made any radical change in his life? Giving up the zinc mine or one of his homes is not asking much, given that he wants the rest of us to radically change our lives.

Peter Schweizer is a research fellow at the Hoover Institution and author of Do As I Say (Not As I Do): Profiles in Liberal Hypocrisy.

 Posted 8/9/2006 9:57 PM ET

Updated 12/7/2006 5:45 PM ET     "

Como diz o Franklim Alves: Just for info... Regards. Ou...  Barroso , afinal,  não está sózinho!

Monday, 19 March 2007

Santana Lopes

Foto de Telenovela Colombiana

Esta foto, eu não posso já precisar onde a encontrei, mas estou muito em crer que é um belo momento de uma telenovela colombiana. Não vos parece...? 

 
Canastrão - a melhor definicão do sr. Lopes
in Macroscópio
 
" Uma lástima...

António - consegue sempre ver antes dos outros aatravés das suas caricaturas. Vejo agora Santana Lopes na sic news. Ele fala dele, diz que tem 50 anos, vitimiza-se, vê cabalas, diz chega e basta, elogia aqueles que odeia (Cavaco), abandonou a CML para ser PM ilegítimo dum governo não sufragado por eleições. Enfim, Santana Lopes é o paradigma invertida daquilo que deve ser a política nobre em Portugal: um verdadeiro canastrão da política à portuguesa. Uma lástima. E o mais grave é que ele (ainda) não percebeu ou não quer ver isso...Chego a pensar que o problema de Lopes é falta de óculos, para não dizer outra coisa.

Wednesday, 14 March 2007

AS MAÇÃS DO RUI

Não te conhecia esta vocação de agricultor revelada pela tua cultura... das maçãs! Abraços, Caro Amigo

José Mateus Cavaco Silva at March 14, 2007 21:59 | link | comments
Tags: visto de lisboa

DIZ O TRIBUNAL DE CONTAS  QUE

LEASING MILITAR É MAU NEGÓCIO

A notícia é do CM, de hoje. E das duas uma: ou Guilherme de Oliveira Martins não percebe nada de finanças e não gosta da soberania portuguesa e dos seus imprescindíveis instrumentos ou tanta engenharia financeira foi mal engendrada e nesta bagunça tinha de dar... Em todo o caso, é algo que tem de ser esclarecido... E bem claro! E bem claro terá também de ficar que com a soberania (naquilo que ela hoje é) e com os seus instrumentos não se brinca!

Negócios militares prejudicam Estado

O Tribunal de Contas (TC) suspeita que a compra de equipamento para as Forças Armadas por leasing poderá sair mais caro ao Estado do que o recurso a ...

NOVO TGV REDUZ PARA METADE

A DISTÂNCIA PARIS - MUNIQUE

(Sem comentários ao que por cá se passa há uma dúzia de anos com umas raves que nem no papel se mexem...)

" Inauguration de la LGV-Est, la ligne de tous les superlatifs

.

Inauguration de la LGV-Est, la ligne de tous les superlatifs ( contient une vidéo )
L'inauguration de la Ligne à grande vitesse (LGV)-Est jeudi met un terme à cinq ans de travaux pharaoniques qui ont permis la construction de 300 nouveaux kilomètres de voies et sur lesquelles les trains rouleront à quelque 320 km/h.     la suite


La ligne du TGV-Est va s'embraser pour son inauguration
Une illumination à grand spectacle de la nouvelle ligne à grande vitesse (LGV) Est européenne sur les 300 kilomètres du parcours, ponctuée de trois spectacles pyrotechniques, marquera jeudi l'inauguration de la ligne.     la suite


Deux gares d'interconnexion concurrentes en Lorraine
Un désaccord politique persistant autour de l'emplacement de la gare "Lorraine", sur la Ligne à grande vitesse (LGV)-Est, devrait aboutir à la construction de deux gares distantes d'un peu plus de 15 kilomètres.     la suite


Le TGV Est devrait largement supplanter le trafic aérien vers Strasbourg
En mettant Strasbourg à moins de trois heures de Paris, la ligne à grande vitesse Est européenne devrait permettre au TGV de supplanter largement le trafic aérien sur cette liaison.     la suite


Le réseau TGV français, de plus en plus européen
Avec le TGV Est inauguré le 15 mars, la France comptera 1.500 km de lignes à grande vitesse avec comme objectif de mettre en service 900 km de plus dans les dix ans et de relier encore davantage le réseau français aux autres réseaux européens. Voici les lignes en service et les principaux projets:      la suite


TGV-Est : des collectivités et des usagers trouvent l'addition salée
A trois mois de la mise en service du TGV Est, les futurs usagers et les collectivités locales qui ont co-financé la ligne haussent le ton contre des tarifs jugés trop élevés, ce que conteste la SNCF.     la suite


Le TGV Est rapprochera 20 gares françaises et dix destinations étrangères
Le TGV Est Européen va offrir des liaisons directes et plus rapides entre Paris et vingt gares de centre-ville mais il reliera également la capitale française à une dizaine de destinations étrangères.     la suite

Fred Burton analisa na Stratfor

o quadro e as consequências do

CASO DO GENERAL IRANIANO DESAPARECIDO NA TURQUIA

“ The Asghari Case: Defection and Damage Control

By Fred Burton

Ali Reza Asghari, a former Iranian deputy defense minister and Pasdaran commander, went
missing from Istanbul several weeks ago. After his disappearance -- which Turkish authorities say could have been as long ago as December but was not reported to them by Iran until early February -- Arab newspapers began to insinuate that Mossad and the CIA were responsible for having had him abducted or killed. These claims were echoed by Iranian officials. Last week, however, the Saudi-owned Asharq Al-Awsat independent newspaper reported that Asghari had defected to the U.S. government while traveling in Turkey. This report was confirmed by the Washington Post, which quoted a senior U.S. intelligence official March 8 as saying Asghari was cooperating voluntarily -- and fully -- with Western intelligence agencies.

The United States and Iran have been locked in a
covert "intelligence war" that has been raging for some time now. And, as in the Cold War, this war likely will involve the use of tactics ranging from assassinations and clandestine operations to propaganda, disinformation and the use of military proxies. Defectors and agents of influence also have been a feature of such wars in the past -- which brings us back to the Asghari case.

The significance of Asghari's disappearance stems entirely from his background. Not only did he serve as Iran's deputy defense minister under former President Mohammed Khatami, but he also is a retired general who was a commander in the Islamic Revolutionary Guard Corps (IRGC) in the 1980s and 1990s. Therefore, the Iranians clearly have worried that he might be providing Western intelligence agencies with a wealth of information on the capabilities of the Iranian armed forces, and possibly helping to improve their understanding of the relationship between the IRGC (or "Pasdaran," in Farsi) and Hezbollah, Palestinian Islamic Jihad and Iraqi Shiite groups such as the Mehdi Army and the Badr Brigade. Given his background, he also would be in a position to shed light on the Pasdaran's clandestine abilities abroad and perhaps identify other Iranian intelligence officers. In other words, Asghari could prove an important (and
timely) catch for U.S. intelligence, especially if he had been working with the United States as an "agent in place" for a long period.

In an intelligence war -- or just at routine levels of good old-fashioned espionage -- the defection of a figure like Asghari can prove useful in more ways than one. To understand this case and its potential twists and turns a bit better, let's take a look at the definitions and specific stages of the intelligence process surrounding defections: vetting, extraction and debriefings.

Defectors

To begin at the beginning, a "defector" is a person who abandons allegiance to one country in order to serve another. Like other intelligence sources, there are two basic types of defectors: those who are sought, or recruited, and those who volunteer.

Sources who are recruited are approached by intelligence agencies because they are in a certain position in government or society and have access to what is deemed important information. They are people who can provide the information to satisfy key intelligence requirements. While some sources might leave their native countries soon after being recruited, there have been many cases when it was found, after defection, that the person had worked as either an agent in place or an "agent of influence" -- someone who can help to shape government policy, public opinion or even military decisions -- for the recruiting country. Such agents can stay in place for years before "coming in from the cold," or physically defecting, to the recruiting country.

Well-positioned agents in place provide unique insight into the thinking, mindset and planning of the leadership of the government on which they have been spying. They provide crucial insight that cannot be gathered through technical means. In other words, you can use technology to take a picture of a man or listen to his telephone conversations, but those things might not provide you with information or even very good clues about his thoughts and plans. That kind of information comes only from human sources with the right access.

The second type of defector, the one who volunteers, is called a "walk-in" -- because, frequently, they literally do walk into the embassy or consulate of a foreign country and volunteer their services. Walk-ins are problematic because they often appear when they are least expected; therefore, intelligence-gathering operations involving walk-ins are often hectic affairs that must be quickly conceived and implemented. Furthermore, if the person who walks in is not careful, their very presence at a foreign embassy can out them to the host country's counterintelligence forces (which can be expected to be monitoring the embassy). That makes it difficult to retain a walk-in as an agent in place, and adds to the challenges of getting him out of the country when needed for an in-depth debriefing. However, it can be done: CIA officer Aldrich Ames was a walk-in to the Soviet Embassy in Washington but the KGB (and its successor, the FSB) managed to work him as an agent in place for nearly 10 years before he was detected and arrested.

A highly placed source like Ames is a dream come true for an intelligence officer -- and the worst nightmare for a counterintelligence service.

Vetting the source -- to affirm whether he or she is genuine -- is an important part of all espionage recruitment operations, and defectors are not excepted from this rule. Many walk-ins turn out to be "fabricators," "dangles" (people sent into the embassy in an order to identify the nondeclared intelligence officers stationed there) or "double agents" (those who appear to be defectors but who actually are used to spread disinformation and to determine how the opponent's intelligence service functions). While there is not much danger of a source who is targeted for recruitment being a fabricator, there is a danger of that person being a dangle, or a double agent. Vetting of both the source and the information provided by the source is essentially a continuous process; the defector will be closely monitored (and subjected to polygraph exams) throughout his period of employment.

Extraction

Once a spy has been identified, recruited and initially vetted -- and found to be of value -- the intelligence service must determine the best way to use that person. As noted, the source might be left in place to collect additional information, or whisked out of the country for a debriefing. Either way, the source must eventually be extracted from the country in a clandestine fashion. This extraction process is sometimes called an "exfiltration" -- the opposite of an infiltration.

While some extractions can be dramatic, not all of them are Hollywood productions involving submarines and special operations forces. Because such operations are not only dangerous but also costly, they are carried out only under extreme circumstances. Most extractions are intended to be far more low-key: Quite often, the sneakiest way to commit an operational act is to do it in a mundane fashion, in plain sight. Therefore, it is far more common for defectors to leave their home countries under the ruse of taking a vacation or, as with Asghari, for business reasons. (That said, people are still occasionally smuggled out of embassy parking garages in the trunks of a cars.)

Time is an important consideration in extractions: Generally, the more time one has to plan and execute an extraction, the smoother and more low-key it will be. Location is also critical. Getting a person out of an open society is much easier than getting them out of a repressive society with strict travel regulations.

Once a defector gets to a third country for "vacation" or to "attend a conference," they can be picked up and spirited away. But again, time is a critical factor: If a person is watched closely by his government and cannot stray far from a security officer, or "minder," those planning the extraction will have significantly less time to operate than they otherwise would. Once the defector is in custody, he can be furnished with false documentation and secreted away in much the same way a subject is in an
extraordinary rendition. In fact, much of the U.S. government's expertise in handling renditions was derived from its operations to extract defectors.

It is even easier if the third country is friendly to the extracting country. For instance, in the Asghari case, Turkey is known to cooperate with U.S. intelligence and the presence of (heavily trafficked) U.S. air bases in the country would make it quite simple to get a defector from a third country out of Turkey without being detected.

Debriefing

Debriefing a defector can be a lengthy process that often involves specialists from a number of government agencies. In the case of Asghari, the team likely would include members from the Defense Intelligence Agency and Special Operations Command (given Asghari's military background), and the FBI and State Department, since he might have historical information regarding Iranian-sponsored attacks by Hezbollah and other proxies, and perhaps even information pertaining to future attacks.

During the course of a debriefing, the defector would be given a complete medical and psychological exam. The psychological team often can provide important guidance on the defector's psyche and on the best approaches to use in debriefing that person -- and, just as important, subjects to raise and pitfalls to avoid.

Vetting is as important during the debriefing as in other stages of the process. This not only helps to determine if the defector is a double agent, but also can be useful in determining when the defector has run out of useful information. (At this stage, many sources will begin to fabricate information in an effort to make themselves appear to be of lasting value.) The defector likely will endure several polygraph examinations during this phase. The host country's reaction to the defection also will be factored in to the vetting equation, and other sources will be tasked to determine whether he was a double agent.

Once the defector has been completely debriefed, he probably will be resettled and employed by the government as a consultant -- someone authorities can turn to in the future with questions about personalities and events relevant to his background. He also might lead training classes and seminars to teach U.S. and allied personnel about the organization and operations of his former agency.

Of course, given the value of an asset like Asghari, the intelligence services of numerous U.S. allies undoubtedly are clamoring for information from him, and even seeking access in order to conduct their own debriefings.

Opportunities

With the United States and Iran already engaged in an intelligence war, the defection of a figure like Asghari doubtless has provided Washington with a windfall of information regarding the Iranian defense establishment and Pasdaran. However, the Iranian reaction to the defection also could provide an opportunity to gather even more intelligence -- especially if Washington had the time to pre-position additional surveillance assets.

This, by the way, is very likely the reason Iranian authorities did not report Asghari's disappearance to the Turkish government for several weeks. Regardless of whether the defector was thought to be already in enemy hands, Tehran would have wanted to keep its reaction as low-key as possible and information about Asghari's disappearance away from a "hostile" (meaning U.S.-allied) intelligence service until Iranian officials had a handle on the situation.

From the U.S. perspective, the immediate follow-on questions and responses would have followed a set pattern. For instance, Washington would be monitoring Iranian diplomatic and intelligence traffic carefully. How was Asghari's disappearance reported internally? Who did the Iranians contact in Istanbul and Ankara? Were messages sent out to other Iranian missions in Europe or in New York? Have diplomats received any sudden recall orders?

Physically, the United States would use surveillance teams against the Iranian diplomats in Turkey to determine such things as: Who went looking for Asghari? Who in the Turkish government did the Iranians meet with? Did they mobilize any Iranian businessmen or students to assist their search? Such things could provide valuable insight into the Iranian intelligence network in Turkey.

In the wake of the defection, the United States and others doubtless have been watching for other sudden and unexpected departures of personnel from Iranian diplomatic missions worldwide. Such departures could indicate that an officer is with the Pasdaran or another intelligence agency that the leadership in Tehran believes might have been compromised by Asghari.

The Iranians will have to do a thorough damage-control investigation to determine every secret to which Asghari had access. They most assuredly will downplay the significance of Washington's intelligence score by making public claims that Asghari was of minimal importance and had no access to current information. However, in the end, the most crucial question Tehran will need to answer is, "How long has Asghari been working for the Americans?"

If the answer is "a long time," the damage to Iran's national security could be enormous.

Portugal: A Urgência da

Inteligência Económica

Por PSantos na secção Inteligência Económica, do Geoscopio

A Inteligência Económica (IE) é tão urgente para Portugal, quanto difícil é implementá-la de uma forma sistemática. Em boa verdade, a crise que o país atravessa desde 2001, a não mais se deve do que à falta desta “inteligência”. Durante os últimos 15 anos, Portugal – leia-se Estado e empresas – não previram uma série de coisas ou simplesmente não levaram a sério os diferentes sinais que indiciavam uma mutação do contexto internacional, que hoje lhe é claramente desfavorável.

Não olharam para fora, não se anteciparam, e hoje sofrem. Nomeadamente, não conseguiram prever a concorrência comercial das economias emergentes (como a China), não previram o preocupante aumento dos preços da energia, não previram que uma época de OPA’s e contra-OPA’s estava para vir, e como tal, não tiveram interesse em estar permanentemente atentas às novidades tecnológicas, afim de desenvolver a sua capacidade de inovação. Como alguém disse uma vez, “ser vencido é desculpável, ser surpreendido é imperdoável.”

Muitas vezes afirma-se que Portugal não tem uma estratégia. Concordo plenamente: não tem. E não tem porque é um país “desinteligente”. é possível elaborar qualquer tipo de estratégia sem uma gestão estratégica da informação que serve de base à decisão. Um país sem informações é um país sem estratégia. E estratégia sem inteligência não é estratégia: é adivinhação.

Para inverter este quadro, é preciso que a IE se torne prática corrente em consultoria, senão mesmo uma política pública (como em França), mas sobretudo é preciso verificar-se a em Portugal a assimilação de uma cultura de inteligência. A implementação IE implica um contexto cultural adequado. E um problema entre outros é que a inteligência – ou as informações – ficou diabolizada desde o 25 de Abril, e conotada com as acções ilícitas de uma certa polícia secreta.

Essa diabolização tem tido por efeitos, uma feudalização da inteligência, justamente numa matéria que é por natureza transdisciplinar. Até 1985, a inteligência era dos militares, hoje é claramente dos magistrados. Tem-se feito isto por estas duas classes profissionais exercerem funções de soberania, e por isso, normalemente apartidárias. Ora, o que isto faz é que se pense que para se fazer inteligência é necessário ser formado ora em em Direito ora em Ciências Militares. O que é extremamente redutor.

O desinteresse do país em relação ao que se passa no estrangeiro é, por outro lado, um outro legado do salazarismo. Portugal é talvez o único país do mundo que não traduz ainda a palavra “intelligence” com o sentido que lhe é dado nesta área que estamos a falar, tendo até hoje sempre sido preferida a palavra genérica “informações”. O Brasil, por seu lado, já o faz há décadas e sem qualquer complexo

Perante isto, é provável que as empresas mais receptivas a uma tal abordagem durante as próximas duas décadas serão aquelas com um alto nível de I&D, e aquelas cujo mercado se encontra estagnado e cuja concorrência se começa a hostilizar e a fazer pairar o fantasma das aquisições não solicitadas.

Mas não apenas o Estado tem de mudar de paradigma. Também as universidades e a media dos empresários portugueses. Para a universidade, a palavra de ordem deve ser pluridisciplinaridade. As universidades e as escolas de negócios precisariam efectuar uma certa mudança de paradigma, a fim que os gestores pudessem olhar para além do retorno sobre o investimento, e sobretudo, deixasse de ver o mercado como um postulado, uma realidade constante a partir da qual operam, mas como algo cujas regras são distorcíveis e passívels de alteração por via da acção humana. Por outras maneiras, deixar de ver a sua actividade numa perspectiva puramente financeira (explicativa e quantitativa) e passar a privilegiar uma abordagem sistémica (compreensiva e qualitativa). Os mercados são realidades sociais, com uma estrutura e uma dinâmica, e como tal, complexas. Se por um lado o mercado influencia a conduta e o desempenho das empresas, também a conduta das empresas pode influir no mercado.

E quem diz no mercado, diz na envolvente em geral. Saber lidar com os diferentes stakeholders, mais do que aos shareholders “accionistas”. É isto a hoje tão referida “governança”. Como disse um dos mais reputados novos gurus da actualidade, Richard D’Aveni, a excelência operacional já não basta para vencer. É preciso adoptar uma estratégia de poder.

Os empresários, por seu lado, deverão saber que, numa economia pequena e aberta como a portuguesa, estão sob o fogo cruzado da mais hostil guerra económica.

Três prioridades deverão estar, em minha opinião, no radar do empresariado português:

 1 - Surpreender o invasor - As economias emergentes asiáticas: Por exemplo: há que detectar a tempo quando é que a China vai produzir um novo produto de baixa tecnologia mais barato do que aquele que fazemos. E anteciparmos esta ameaça com um produto de melhor qualidade, baseado em alta tecnologia. Paralelamente, há que inteirar-se com rigor de todos os defeitos provenientes de um tal modelo económico – má qualidade dos produtos, trabalho infantil ou presidiário, negligências ambientais – e utilizá-los sistematicamente numa dinâmica ofensiva contra a reputação destes concorrentes.

 2 - Dividir para reinar - União Europeia e Espanha: na sua condição de dupla periferia (da Europa e da Península Ibérica) o empresário necessita de redobrar a sua atenção em relação a estas duas realidades. Ao nível europeu, um dispositivo em tempo real de vigilância jurídica e política da actividade em Bruxelas e nas principais capitais europeias deve ser considerado, afim de não só detectar potenciais novas oportunidades de negócio, como também para melhor exercer lobbying e influência para que as decisões de Bruxelas pendam a favor  dos seus interesses, e não do de outros no outro lado da Europa. Em Espanha, entre outros aspectos (como a detecção de oportunidades de mercado), o empresário português deverá inventariar os “descontentes” espanhóis contra o centralismo, tanto empresários e outros actores da sociedade civil e entidades locais, bem como cartografar as suas redes relacionais, afim de poder preparar uma estratégia de influência no país vizinho. A agressividade das empresas espanholas deverá ter uma resposta à altura, baseada em informação de qualidade.

 3 - Partir em Expedição Lusofonia e diáspora portuguesa: a língua portuguesa é o activo mais precioso do nosso país para uma estratégia de influência nos mercados internacionais. Os laços de co-etnicidade com 4,5 milhões de pessoas espalhadas pelos quatro cantos do globo também. Os empresários portugueses devem olhar para lá do “mercado da saudade” e não devem esperar pelo Estado para descobrir o potencial em termos de influência e informações que representam as redes de diáspora empresariais e científicas portuguesas, que já pouco têm hoje a ver com a imagem da “mala de cartão” de há 30/40 anos atrás. Negócios e conhecimento vão de braço dado com estas redes ainda quase completamente desaproveitadas.

O espaço lusófono não deve ser esquecido para todo o empresário que pense em internacionalização, sobretudo o Atlântico Sul: Brasil e Angola. Tratam-se de economias emergentes onde as consultoras ocidentais de inteligência não entram com a facilidade que estão habituadas no mundo desenvolvido, pelo que a proximidade gerada pela história e pela língua pode constituir um trunfo para fazer face à concorrência de outros investidores estrangeiros. Mas há que o fazer depressa.

Tuesday, 13 March 2007

PELO MUSEU SALAZARENTO

Não entendo a turba-multa à volta e contra o museu salazarento. Por mim, sou a favor de tal museu. Só ponho uma condição. Meter lá tudo o que resta do botas. Salazarentos todos incluídos. Nem que seja liofilizados, para não ocuparem muito espaço. À solta, a "andar por aí", é que não. Todos para o museu, já.

OPUS NA RECICLAGEM

Há dinheiro, muito dinheiro, no negócio da reciclagem e este segmento de negócio tem futuro. Se dúvidas houvesse, elas desapareciam totalmente ao verificar-se como a Opus decidiu controlar o sector, com a sua habitual táctica do  "entrismo" (copiada de uma das correntes trotsquistas). A táctica consiste em, usando das influências já existentes, colocar peões em lugares de decisão. Uma vez colocados, os peões, tão prosélitos quanto discretos, refazem a estrutura, cortam as ligações correntes da entidade  e refazem-nas muito convenientemente  e inserem rapidamente a entidade assim controlada no seu universo de influência, controlando o negócio e explorando completamente a sua cadeia de valor...

Estrategicamente colocada no centro do sector da reciclagem e gozando de excepcionais privilégios, a Sociedade Ponto Verde está mesmo na posição de fruto apetecido e é o ponto ideal de ataque para uma manobra de controlo do sector. Um pouco esquecida, no momento em que está muita gente ofuscada pelo "barulho das luzes", a SPV ficou madura... O complexo económico neo-corporativo e salazarento chega à reciclagem... para a controlar e explorar e não para ser reciclado! Abençoado lixo!

Thursday, 08 March 2007

A VITÓRIA DOS "BLINDADOS" E
DOS NEO-CORPORATIVOS NA PT
.
ou como um angélico Belmiro de Azevedo sem estratégia letal de comunicação foi desbaratado pela "brigada blindada"
.
A vitória dos "blindados" sobre Belmiro deixou impante a salazarenta direita dos negócios, que ficou com os bolsos ainda mais cheios e sem desembolsar um chavo, e deixou contentíssa a esquerda patética, que ficou com os bolsos mais ameaçados mas se "sentiu" moralmente vencedora. Reina em todo o país a harmonia corporativa. Portugal continua "blindado". Salazar e Cunhal, abençoado um pelos padres da hieraquia romana e o outro pelos "católicos progressistas", continuam a mandar nas alminhas e os negócios a fazer-se "como habitualmente".
 
O Vasco Pulido Valente disse sobre a coisa o que havia a dizer - de facto, dissecou-a a bisturi - e o ARF indignou-se. Por mim, não perdoo a Belmiro o não ter sabido escolher as armas e delinear uma estratégia vitoriosa. Conto escrever sobre isso, um destes dias. Garantir o futuro (decente) deste país, acabar com esta situação de "sítio mal frequentado" e dar-lhe horizontes de viabilidade, exigia a vitória de Belmiro sobre o complexo neo-corporativo e salazarento. E esclarecer, de vez, situação e estatuto duma PT, que tem sido tudo e mais qualquer coisa mas ainda nunca foi uma... empresa! A vitória dos "Blindados" é uma desgraça, mais uma, para o país Portugal!

Sobre esta matéria já se tinha, há largos dias, escrito em "OPA… O PÁ PT !" que "em comunicação, a estratégia não é importante, é decisiva! E a comunicação, no actual tempo e espaço que é Portugal, não é uma arma,  é a arma estratégica decisiva.  Belmiro de Azevedo arrisca-se a descobrir esta verdade da pior maneira e pelo preço mais alto. Mesmo que venha a conseguir a OPA, o preço já pago por uma comunicação sem estratégia é o mais caro que alguma vez alguém pagou, em Portugal. Se perder, então, nem se fala…Quem explica ao tio Belmiro que é com a comunicação que se ganha… dinheiro. ”

 

Perdeu… Talvez agora Belmiro de Azevedo (e muita gente com ele) perceba que não se afrontam "blindados" sem dispôr de mísseis capazes de os fazer explodir. Os "blindados" não foram atacados de forma coerente, portanto, não explodiram e desbarataram a ofensiva de Belmiro, conduzida ao modo e com as armas dos anos setenta do século passado.

As reacções de desagrado (e desânimo face a este incorrigível Portugal) foram, sobretudo, emotivas. Pouco de inteligência.

Sugestão a Belmiro de Azevedo. Antes de lançar qualquer outra ofensiva (que deve lançar...), traga à sede da Sonae, para seminários totalmente fechados com os seus quadros superiores, dois tipos de conferêncistas. Um, primeiro, para lhe falar de "inteligência económica". Alguém como  Philippe Caduc, da ADIT . E, segundo, alguém como Karl Rove  para explicar o que se faz com o "perceptions management"... E só depois preparar a ofensiva com uma bem definida "estratégia de alvos". Verá, engenheiro, que ganha!

DA OPUS À MAÇONARIA...!?

ou os insondáveis caminhos de certas "evoluções espirituais" sob a influência de públicos "metais"

 Os caminhos da espiritualidade são, de facto, insondáveis. A influência da "economia pública", submetida aos "aléas" das alterações de Governo,  na evolução espiritual de certos "administradores" revela-se também surpreendente...  

Caso de estudo: Imagine-se um dirigente (quem será...?) de uma holding pública que depois de, nos tempos de Guterres e Barroso, ter andado a ajudar à missa, ter andado pelos "cursillos" e por corredores da Opus, ousa agora, depois do PS ter regressado ao poder, conceber a esperança de entrar na Maçonaria, indo bater à porta do "Oriente" do dr. António Reis.

Temos assim um exemplar caso de estudo do modo como a alteração do poder político provoca convulsões espirituais em pessoas mais susceptíveis e sensíveis, quando elas se situam na esfera das empresas públicas. Eis também um magnífico assunto para uma tese de doutoramento "Da influência da economia pública na evolução espiritual de gente susceptível". 

O homem tem uma "esperança"... Tal como Santo Agostinho dizia dos "caminhos do Senhor", também os caminhos da evolução espiritual são insondáveis! Mas que dirá "O Porteiro do Templo" destas amálgamas dos "metais", do "profano" e do "sagrado"?

"L' Espoir"   e   "Le Portier du Temple"  são obras recomendadas pela  Detrad

Wellcome "Inteligência Competitiva"

 

É com alegria que o CLARO dá as boas-vindas ao Inteligência Competitiva, o novo blog (da escassíssima meia-dúzia...) de inteligência económica. Os melhores sucessos para esta iniciativa de um dos primeiríssimos mestrandos portugueses nesta temática imprescindível à sobrevivência e afirmação de empresas, instituições e estados em tempos de mercado global e sociedades de informação... Um grande abraço, AGN.

Ver o “I.C.” no link  abaixo:

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Inteligência Competitiva

" Blog de Inteligência Competitiva, Inteligência Económica e Guerra da Informação "

 

DEPOIS DA "BRAVITUDE", A "SORORIDADE"
 
Ségolène Royal Volta a Inovar... na Linguagem!
 
"Liberté, égalité, fraternité" mas também "sororité", diz Ségolène La candidate socialiste à la présidentielle Ségolène Royal lors d\'un débat avec des femmes à Vaulx-en-Velin, le 8 mars 2007

" Ségolène Royal, candidate socialiste à la présidentielle, a ajouté mercredi le mot sororité (équivalent féminin de fraternité) à la devise de la France "liberté, égalité, fraternité" et a mis tout en oeuvre pour galvaniser les femmes, lors d'un meeting à Dijon à la veille de la Journée des femmes. L'événement

Quelque 10.000 personnes, 7.500 dans la salle et plus de 2.000 à l'extérieur, s'étaient rassemblées pour le meeting auquel ont participé des dizaines d'élues de gauche et des invitées étrangères.

Très à l'aise et détendue, Ségolène Royal a tenu à secouer les femmes pour les faire sortir de mauvaises habitudes. "Ne laissons plus le doute s'insinuer dans nos têtes sur nos capacités, nos légitimités, nos compétences, notre carrure, notre stature", a-t-elle lancé. "C'est aussi dans nos têtes qu'il faut faire le ménage", a-t-elle ajouté. " Continua AQUI

José Mateus Cavaco Silva at March 08, 2007 15:36 | link | comments
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Wednesday, 07 March 2007

J. BARROSO APANHADO

PELO "TIMES" DE HOJE

Mas justifica-se dizendo que "nunca se viu a si mesmo como exemplo" e que "a perspectiva moralista não é a minha". De resto, a culpa é dos outros, pois "as pessoas são responsáveis...". Um José Barroso, portanto, no seu melhor...

J.jpg

Tuesday, 06 March 2007

INTELIGÊNCIA ECONÓMICA :

O CARO ATRASO PORTUGUÊS

Dois óptimos textos de Pedro Santos, no   Geoscopio,  sobre o lamentável e muito dispendioso atraso de Portugal na Inteligência Económica e sobre a absoluta imprescindibilidade da IE para a sobrevivência de empresas e países no actual mercado global

Portugal: A Urgência da Inteligência Económica (1.ª parte)

Portugal: A Urgência da Inteligência Económica (2.ª parte)

Leitura recomendada a todos os decisores económicas, políticos e, mesmo, aos da administração pública.

ALERTA PARA PERIGO IMINENTE

NA FRONTEIRA SUL PORTUGUESA

" The Maghreb, new major target for Al Qaeda

By Olivier GuittaCTB.jpg

Since the Algerian terror group GSPC officially changed its name to Al Qaeda in the Islamic Maghreb, an acceleration of attacks has occurred. For more please read  herehere.

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The latest two attacks in Algeria in two days killed 11: one attack on Saturday was targeting Russian contractors and the one on Sunday Algerian police force.
After the recent attack on US contractors, Al Qaeda in the Islamic Maghreb has clearly decided to attack foreigners as well as locals and that's a big change.

Now, Morocco is also a very potential target, as recently confirmed by Western intelligence reports which fear specific attacks on Western interests in the country.
For the first time since the attacks of May 16, 2003 lists of sought after terrorists have been widely distributed and broadcast in the media, inviting the population “to help the security services to find where two particularly dangerous members of Al-Qaeda hide”.In the last weeks multiple arrests have occurred and the tension is more than palpable. In less than one week, at least two meetings took place between all the security services with the objective to adopt a strategy which takes into account the new regional threat of Al-Qaeda.
Priority is given to the collection of information.Security agents are going to be focused on watching the new arrival in the suburbs, the new day laborers on the construction sites… Agents in plain clothes will mix with the crowd which waits in front of certain consulates.
In Casablanca, some agents have even started to account for all the hardware stores (potential buying place for getting explosives), the cybercafés and the apartments occupied by single people in various areas of the city.
The security measures were particularly reinforced in the area of Tangier and Tétouan. Two experts in explosives would be, according to several news services, infiltrated in Morocco through the Tangier harbor. Various members of sleeper cells of Al-Qaida in Europe have also moved to the Maghreb since the merger between GSPC and Al Qaeda was sealed.
For a few days, all the cars entering or leaving Tangier have been systematically searched. Parking is from now on prohibited nearby the consulates and certain significant buildings in the city.
More than ever the Maghreb is turning into a major front on the war against radical Islam.

INTELIGÊNCIA ECONÓMICA E

INTELIGÊNCIA ESTRATÉGICA

proposta de definição

A Inteligência Económica e/ou Estratégica é o saber específico do tempo em que a informação se tornou a principal matéria prima. Se é económica ou estratégica depende do ponto de observação e de trabalho.

Sobre as diferenças de discurso semântico e até, aparentemente, conceptual que surgem entre o discurso americano e certos europeus (os franceses, por exemplo) consideramos que têm sobretudo que ver com as diferenças reais de histórico, de situação, de posicionamento, de cultura e de práticas correntes, quer das empresas, quer das Administrações Públicas e dos Governos, entre as duas margens do Atlântico Norte. Dissecados os discursos e expurgados do circunstancial, percebe-se que partilham e são organizados por uma matriz comum, obviamente, meta-circunstancial.

O peso do circunstancial revela-se, por exemplo, nas diferentes importâncias e enquadramentos que os discursos americano e  europeu (para o exemplar caso francês, ver  F-B Huyghe ) concedem ao "perceptions managment". Na cultura e prática americanas, a forma de Huyghe colocar a questão não é, certamente, a mais adequada... Mas, em França, a matriz do discurso não poderia manifestar-se de modo outro.

Em Portugal, estamos no início e não existe ainda um discurso estruturado. Existem abordagens dispersas, desarticuladas e até apenas pontuais. Temos, portanto, a oportunidade - e convirá aproveitá-la - de fazer mais que "traduzir do estrangeiro para calão" (para usar uma expressão do meu amigo José Adelino Maltez) e de construir um discurso que tenha em conta a circunstância portuguesa, integre as suas especificidades e tenha rigor teórico.

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Sites e Blogs Portugueses sobre estas temáticas:

Monday, 05 March 2007

QUANDO JOSÉ  BARROSO

DECRETA REVOLUÇÕES...

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Franklin Alves no Jornal de Negócios de hoje:

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" Uma nova revolução  industrial, mas por decreto!

 

FrankA1.jpgParece que uma nova revolução industrial se avizinha!... Pelo menos a acreditar nas  palavras da Comissão Europeia que, a propósito do seu plano para a energia, afirma que a Europa vai liderar a nova revolução industrial do século XXI!

 

O curioso é que, a ser assim, esta será a primeira revolução económica na história da humanidade a ser realizada por decreto… De facto, para os burocratas de Bruxelas tudo se resolve à custa de directivas! Mas temo que, apesar do voluntarismo bem intencionado do Presidente da Comissão Europeia, esta revolução não se concretize.

 

Aliás, a Comissão Europeia – e, a bem dizer, os Estados Europeus – são especialistas em fugas para frente. E, de um modo geral, essas fugas saem caras aos cidadãos em termos da imposição de restrições adicionais à sua liberdade ou de novos ónus adicionais sobre a economia, que tendem a reduzir a sua competitividade. Veja-se a questão da constituição europeia ou, noutra dimensão, a famosa directiva REACH que irá afastar grande parte da indústria química da Europa.

 

O lamentável é que, ao mesmo tempo que se fazem estas declarações grandiloquentes e de eficácia duvidosa, para não dizer nula, a Comissão Europeia falhe em toda a linha nas suas obrigações de aumentar a liberdade económica e a competitividade da economia europeia.

 

E os exemplos desta ineficácia abundam. Ainda agora ficámos a saber que, contrariamente, aos objectivos anunciadas, as “golden shares” não irão ser abolidas, continuando a adiar-se uma reforma fundamental para o aumento da eficiência das empresas e dos mercados de capitais.

 

É mais uma reforma que fica no tinteiro, a exemplo do que sucedeu com a directiva de liberalização dos serviços que, ao ser anulada nos seus objectivos, reduziu significativamente a possibilidade de aumentar a concorrência no espaço da União Europeia.

 

Da mesma forma, o famoso projecto de MIT europeu arrisca-se a ficar no tinteiro das ideias brilhantes mas inconsequentes por falta de patrocínios. E veja-se o que se passa com o projecto AIRBUS, ex-libris da superioridade industrial europeia que ameaça soçobrar às mãos dos egoísmos nacionais dos vários Estados interessados que tendem a invocar a superioridade da União Europeia sempre e só quando o seu interesse nacional não está em jogo.

 

Seria muito mais útil que, em vez de se anunciarem revoluções, se lançasse um debate profundo sobre as verdadeiras causas do crescente atraso da Europa e se ousasse iniciar um processo de reformas estruturais que conduzisse a mais liberalização e flexibilização dos mercados europeus.

 

Como é possível fazer uma revolução mantendo os seus motores em ponto morto, agrilhoados ao estatismo e ao proteccionismo arcaico que os estados europeus teimam em manter? "

SEM ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO

ERA FATAL A DERROTA DE BELMIRO

O preço da derrota da Sonae ou como Granadeiro Enche os Bolsos a Espíritos, Berardos, Telmex, etc

"...Granadeiro lanzó la misma noche de la reunión del consejo la nueva estrategia de PT, considerada por los analistas como una especie de autoOPA alternativa, diseñada por el vicepresidente y consejero financiero, Zeinal Bava, para tratar de blindar al grupo contra la embestida de Sonae.

El plan de Bava promete que, si la OPA falla, PT pondrá en marcha un plan de remuneración y recompra de acciones propias por 6.200 millones de euros. Las previsiones contemplan comprar un 16,5% del capital de cada socio y amortizarlo. Según Bava, PT estaría dispuesta a pagar "cómodamente" 11,5 euros por acción, lo que equivale a gastar 2.100 millones. Pero la medida, dicen los analistas, no trata simplemente de meter dinero en el bolsillo de los accionistas para llevarlos a su causa; es más ambiciosa y mata varios pájaros de un tiro.

Primero, modificaría la estructura accionarial favoreciendo al más fiel aliado de Granadeiro en la oposición a Sonae, el Banco Espírito Santo (BES), que pasaría de tener un 8,08% a un 9,68% sin desembolsar un euro. Segundo, resulta muy incómoda para Telefónica, que nunca podría superar el 10% por ser competidor directo de PT y vería mermados su peso y su situación. Por último, la recompra invita a los grupos extranjeros y a los fondos a vender con una jugosa plusvalía. Entre esos inversores estarían la mexicana Telmex, que ahora tiene un 3,41%; la citada Brandes, Credit Suisse (2,34%), Paulson, Fidelity, Joe Berardo, UBS y Barclays. En total, cerca del 20% de PT. "
 
in EL PAÌS
 
http://www.elpais.com/articulo/empresas/PT-Sonae/batalla/fin/elpepueco/20070225elpnegemp_4/Tes
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Ora, aqui está uma informação que  prova como a estratégia de comunicação da Sonae foi apenas uma miséria reactiva e não houve da Sonae nenhuma... estratégia de comunicação, nenhum perceptions management. Assim, os Azevedos só podiam mesmo perder... Para a próxima, já sabem, escolham as armas capazes de fazer saltar a blindagem do adversário e montem uma estratégia de comunicação digna desse nome e adequada a este "sítio mal frequentado",  uma "estratégia de alvos"... Se Belmiro ou Paulo de Azevedo não souberem bem o que isto quer dizer, podemos indicar quem informe.

Friday, 02 March 2007

Vem aí um novo imposto...
O "Pagamento especial por cona" e
não há défice capaz de lhe resistir!
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.Exagero_fiscal.jpg
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Ao "Pagamento especial por cona"... Não há défice que resista!
Via http://cabalas.blogspot.com/ 
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Com algum humor, talvez se consiga sobreviver sem cair na amargura que este sítio mal frequentado destila. Pois é... Bom fim de semana.

PERCEPÇÃO DA CRISE

CRISE DA PERCEPÇÃO

Os novos media alteram radicalmente as nossas formas da percepção do mundo (e, portanto, o mundo...). Numa crise, a sua gestão já não pode realizar-se hoje como ainda "ontem". Francois-Bernard Huyghe trata o tema, com grande mestria, em  " Les nouveaux médias : des enjeux principalement symboliques et culturels ".


" Avec l’émergence de nouveaux médias, le monopole d’administration de la preuve n’existe plus. Le contenu ne suffit plus et la relation établie avec les interlocuteurs doit faire l’objet d’une forte attention. (...) L’on passe à un exercice de rhétorique, maîtrisé par l’entreprise, à un exercice d’éristique qu’elle ne maîtrise pas. Il faut donc savoir écouter ses interlocuteurs et faire montre d’anticipation. (...) A l’heure des nouveaux médias, les temps se raccourcissent et chacun tente d’obtenir des informations de manière de plus en plus rapide. Cette évolution a une conséquence évidente : tout discours officiel a son contre-discours, qui devient très vite disponible. (...) Mais le principal travail est d’ordre culturel, les entreprises doivent se préparer à cette nouvelle culture et ces nouvelles règles du jeu. "

Ver ainda:

IRAQUE: QUEM GANHA?

na Foreign Policy

 
Newspaper headlines consistently remind us of the failures coming out of Iraq. But, if wars always produce losers, it is also true that most wars have their fair share of winners, too. So, four years into the fighting, what institutions, countries, ideas, or individuals are better off because of the war? Who, in essence, are Iraq’s winners?
.
By Vali Nasr

By Dexter Filkins

By Daniel Byman

By David Frum

By Steve Tsang
By Marina Ottaway

By Bill Emmott

By Martin Wolf

By Gianni Riotta

By Amatzia Baram
.
Plus,  a special essay by Iraqi President Jalal Talabani  on why Iraq is everyone’s war. "

José Mateus Cavaco Silva at March 02, 2007 19:01 | link | comments
Tags: terrorismo

Ségolène Royal Lidera Movimento

de Apoio à Aeronáutica Francesa

PRESIDENTES PS DE OITO REGIÕES DE FRANÇA

QUEREM ENTRAR NO CAPITAL DA EADS/AIRBUS

 “ Huit présidents de régions à majorités socialistes, dont Ségolène Royal, ont écrit jeudi au Premier ministre pour lui demander de définir dans quelles conditions elles pourraient entrer dans le capital d'EADS. Dans une interview au Figaro, le président PS de Midi-Pyrénées, Martin Malvy, affirmait ainsi vendredi que les régions françaises pourraient prendre entre 5 et 10% du capital du groupe, maison-mère d'Airbus à 100%, qui a annoncé un plan social drastique. 

Par ailleurs, sur cette même question  du capital d'EADS, Philippe Douste-Blazy, ministre des affaires étrangères, a jugé vendredi qu'il était "prématuré" de parler d'une éventuelle entrée du Qatar, comme cela avait été évoquée en début de semaine par son homologue du commerce extérieur, Christine Lagarde. Philippe Douste-Blazy a toutefois ajouté: "il est évident que ceux qui souhaitent investir et en particulier les amis d'Airbus sont tout à fait à même de le faire, à condition qu'il y ait une entente évidemment entre tous les actionnaires".  

Pour le moment, le capital d'EADS est réparti comme suit: 29,95% pour Lagardère et l'Etat français; 22,5% pour Daimler Chrysler, 7,5% pour un consortium d'investisseurs en majorité allemands, au sein desquels on trouve les Länder; 5,5% par l'Etat espagnol via sa holding publique Sepi; le reste du capital est flottant. » 

in   L’ Express 

MAS DE QUE RI ESTA GENTE...?!

ConselhoEstado.jpg

A Lusa apanhou assim a reunião do Conselho de Estado, convocada na sequência da demissão do Presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, esta sexta-feira... Fica-se sem saber de que ri esta gente. Note-se a diferença entre o esgar de circunstância de José Sócrates e o riso aberto dos três laranjinhas. O Carlos César, pela cara, é que não achou piada nenhuma à anedota. Natural, ele é um dos mais lúcidos políticos portugueses e, portanto, sabe bem que estes não são tempos de risota, muito menos no Conselho de Estado...

Thursday, 01 March 2007

COMEÇAM AS "BERNARDAS"

 nas presidenciais francesasLiberation-Sarkozy.jpg








Um blog não é um jornal, nem é um fórum. É um local de confronto de ideias. Debate das ideias que o autor do blog submete aos leitores. Convém, por isso, que por mail ou directamente nos "comments", os leitores se exprimam. Troquem ideias. Não só com o autor do blog como também entre si. Para o debate, todos são bem vindos. Da discussão…

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