EMEL - ASSALTO
AOS LISBOETAS
no Quintus
"A EMEL… A “OCP” de Robocop em Lisboa…
28 02 2007

(http://www.autohoje.com)
A onda de revolta contra a EMEL (Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa), uma das empresas mais odiadas de Portugal tem conhecido novos extremos nos últimos dias, com uma multiplicação da onda de agressões contra os seus funcionários por parte de lisboetas e de visitantes da Capital cada vez mais irritados com o crescente poder atribuído pela fatídica gestão Carmona à empresa.
Agora, a EMEL já não se limita a caçar os veículos que não pagam parquímetro e os seus funcionários procuram também carros estacionados em segunda fila, ou estacionados em cima de passeios ou em em passadeiras, ocupando as competências que antes pertenciam exclusivamente às polícias…
Este aumento de poderes da empresa corresponde a entregar a uma entidade privada competências que nunca deviam sair da esfera do Estado e das Polícias. Uma coisa - legítima - é criar uma Empresa Municipal e fazê-la construir e gerir parques de estacionamento, outra coisa, liminarmente Justa, é entregar os lugares de estacionamento, mas outra, muito diversa e perigosa é concessionar a uma empresa privada ou municipal uma actividade que é do Estado. A aprofundar este caminho cairemos na “Utopia Liberal” de Carrapatoso e do “Blasfémias” onde a própria Polícia é entregue a concessionários privados, e numa sociedade a que “Robocop” aludia e onde a multinacional “OCP” desempenhava na cidade de Detroit as funções da extinta força policial.
É aqui que queremos chegar? Com o incremento da sanha multadora da EMEL e dos seus infatigáveis fiscais o que vamos fazer a Lisboa? Afastar de uma cidade cada vez mais habitantes e visitantes num contexto de 144 mil casas vazias na Capital? Dificultar cada vez mais, com doses crescentes e renovadas de burocracia dificultadora para o mítico e muitas vezes imaginário “Cartão de Residente” para impedir o acesso dos lisboetas ao estacionamento na sua própria rua?
Fonte: Portugal Diário
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John Robb in Global Crime
Nation-states, Market-states, and Virtual-states
" I'm in the latest issue of Global Crime with an article entitled, "Nation-states, Market-states, and Virtual-states." Here's a summary:
The advent of a global economic and physical superinfrastructure is in the process of transforming terrorism, guerrilla warfare, and the nation-state. A useful model for understanding this process of transformation is Philip Bobbitt’s work, “The Shield of Achilles.” Bobbitt’s work persuasively argues that the nation-state is in a difficult and dangerous process of transition to a new form of governance, called the market-state, that will be able to both withstand the pressures and thrive in a globalized environment. This process is complicated by the emergence of a vicious asymmetric competitor, in the form of a virtual state that leverages the huge flows of the global criminal economy, combined with the weakness of the nation-state during its phase transition to the market-state. This essay details the structure of this conflict and provides scenarios for its potential outcome.
It's actually a fun read with articles by van Creveld, Bunker, Hazim, Manwaring, and others.
Abstract:
The advent of a global economic and physical superinfrastructure is in the process of transforming terrorism, guerrilla warfare, and the nation-state. A useful model for understanding this process of transformation is Philip Bobbitt's work, "The Shield of Achilles." Bobbitt's work demonstrates that the nation-state is in a difficult and dangerous process of transition to a new form of governance, called the market-state, that is built to withstand and prosper despite the pressures of globalization. This process is complicated by the emergence of a vicious asymmetric competitor, in the form of a virtual state that leverages the huge flows of the global criminal economy, combined with the weakness of the nation-state during its phase transition to the market-state. This essay details the structure of this conflict and provides a scenario for its potential outcome.
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Keywords:
nation-states, market-states, virtual-states, legitimacy, opportunity, warfare, state transformation
A ARTE DE FURTAR
ou o manual para um certo portugal
Manual de 1652, com o sub-título “Espelho de Enganos, Teatro de Verdades, Mostrador de Horas Minguadas, Gazua Geral dos Reinos de Portugal”. Título ainda mais claro, mas publicado (pudera!) sem nome de autor: “Arte de Furtar”... Aí se pode ler:
"os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha, já com força, roubam e despojam os povos. Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos: os outros furtam debaixo do seu risco, este sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados, estes furtam e enforcam ."
Tanto tempo, já, de bragancismo, santa inquisição (de facto, desde aquele miserável D. João III, o tal que enclausurou a Ordem de Cristo e implantou o tribunal do santo ofício...), index, censuras, pidismo, "condicionamento industrial", estatutos blindados e outros espíritos santos e opus castela/banqueiros de deus... Ou de como o complexo económico neo-corporativo e salazarento e sua sub-cultura patética são hoje as formas residuais do bragancismo e sua santa inquisição!
Scarlett !
Scarlett !
Scarlett Johansson ...
COM ALMA DE
BENFIQUISTA!
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Scarlett Johansson mostra-se uma decidida adepta do Benfica e já comprou e usa o kit de sócia, como se pode constatar na foto junta... Ah, gloriosa alma benfiquista!
Como o vermelho bem te fica!
F-B Huyghe sobre
perceptions management
Comunicação de guerra e marketing da políitica nas sociedades de influência, dominadas por novos poderes e novas tecnologias... Trabalhos de F-B Huyghe indispensáveis numa boa biblioteca de perceptions management.
DOIS ANOS, JÁ...
e vamos então a esse Dão Perignão
AH, FADISTA...!

Ségolène Royal no meeting de Rennes, na passada terça-feira, 20.02.07... Se perder contra Sarkozy, Ségo tem um retiro assegurado no fado! Expressão, pelo menos, não lhe falta... Quanto à voz, veremos!
MICHEL ROCARD OU É POSSÍVEL
SER DE ESQUERDA E INTELIGENTE
Michel Rocard é hoje um senador de olhar lúcido e impiedoso. O ex-primeiro-ministro socialista e o dirigente político mais popular de França, nos finais do século XX, e actual deputado no Parlamento Europeu olha a esquerda, as soluções da esquerda, a França, a Europa e o mundo actuais do alto dos seus 77 anos. Que lhe permitem ser um observador desapaixonado e único. Com a lucidez de sempre e uma impiedade e uma liberdade novas… Uma curta mas muito pesada entrevista a ler no L’ Express :

« Quel regard portez-vous sur la situation de la France à la veille de la présidentielle?
La machine est détraquée. Indépendamment de tout programme - le bon programme serait celui sans aucune mesure financièrement coûteuse - il y aura une prime électorale pour celui qui saura le mieux expliquer aux Français pourquoi on en est là. Faire le bon diagnostic est vital. En trente ans, on est passé du plein emploi à la marginalisation - chômeurs pauvres et précaires - de 20% de la population dans tous les pays développés, France comprise. On est passé du libéralisme à l'ultralibéralisme, d'une théorie qui faisait de la liberté la clef de l'organisation sociale, mais avec des règles fixées par l'Etat, à une autre qui considère l'équilibre des marchés comme optimal. Le carburant du système, qui était le salaire, donc la consommation, est devenu le profit. Pas un pouvoir public, même celui de la France, ne peut desserrer cet étau né d'un marché mondial unique, dont le commandement appartient à un millier de chefs de très grandes entreprises et banques.
Quelles solutions peut néanmoins proposer un responsable politique français?
Pas plus que l'Allemagne ou l'Italie, ou même les Etats-Unis, la France ne peut sortir seule de cette situation et elle ne peut faire que ce qui ne heurte pas les intérêts du système mondial auquel elle appartient - sinon, cela aboutirait à nous sanctionner. Trois faits aggravent notre cas: jusqu'à présent, nos concitoyens restent habitués à l'idée qu'en France l'Etat fait tout; les deux partis dominants de l'échiquier politique sont extraordinairement faibles; l'économie n'est pas enseignée à l'école. Je vois deux axes principaux qui nous aideraient à nous en sortir. Dans ce système de sauvages, la condition de survie de chaque entreprise est une inventivité de tout instant. La France a un potentiel de chercheurs considérable, mais qui est très mal utilisé. Il faut donner l'autonomie à toutes les universités, y regrouper les laboratoires et appeler les entreprises à entrer dans les conseils d'administration des centres de recherche. Notre recherche publique est au même niveau que celle de nos voisins, notre problème vient de la relation avec les entreprises.
Quelle est l'autre piste peu coûteuse qu'il faut, selon vous, explorer?
La fiscalité. Distinguons la richesse patrimoniale, qui ne pèse pas dans le jeu économique, de la richesse qui produit. Il faut décharger fiscalement tout ce qui produit et charger, par contrepartie, ce qui ne produit pas. Autrement dit, que Johnny Hallyday s'exile le disqualifie moralement, mais c'est une affaire dont tout le monde se moque. Que des grands patrons partent à l'étranger est, en revanche, gravissime. L'idée d'un bouclier fiscal est bonne, j'ai d'ailleurs été le premier à plafonner le cumul de l'impôt sur le revenu et de l'ISF quand j'étais à Matignon. Il faut y revenir et faire une réforme bien plus ample dans le même sens. Ce serait une grosse incitation à la croissance.
L'Europe peut-elle être un recours face à la crise?
Non, car elle est agonisante. Sauf pour une chose: l'Europe est la plus énorme collectivité territoriale. Son budget, ridicule car limité à 1% du PIB, est un assassinat collectif commis par le Conseil des ministres européens. Puisque l'Union européenne ne peut pas emprunter à cause du pacte de stabilité, profitons de la Banque européenne d'investissements, qui est semi-publique: elle peut émettre des emprunts pour financer les grands travaux imaginés par Jacques Delors. A 60 ou 80 milliards d'euros, on peut lancer des programmes de travaux créant 1 ou 2 millions d'emplois.
La campagne présidentielle intéresse-t-elle les députés européens?
Au Parlement européen, elle fait rire tout le monde! Le grotesque des réunions qui tournent mal, les programmes fous des candidats, (…) »
TERRORISMO: A VERDADEIRA CARA
DOS RAPTORES DE INGRID BETANCOURT
" LE VRAI VISAGE DES FARC
Chat avec Daniel Pecaut, spécialiste de la
Colombie, aujourd'hui à partir de 15h.
Posez-lui vos questions dès maintenant! "

PERCEPTIONS MANAGEMENT
ISF, Montenourde, rumeurs... et Internet
Comme l'entreprise, la classe politique apprend à passer d'un discours euphorique à une attitude de vigilance et de réactivité contre les crises prêtes à surgir à tout moment sur la toile ....
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Un article publié dans le n° 24 de la revue AGIR ( Société de stratégie) et qu'un problème matériel avait rendu illisible sur ce site ...
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Cnn, al Jazeera, Telesur, et les autres...
1990: première guerre du Golfe. CNN, la chaîne satellitaire d'information permanente de Ted Turner couvre la guerre du Golfe
2007 : au cours des douze derniers mois sept projets de chaînes internationales d'information dont France 24
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À l'heure des blogs , du "web 2.0" et de la prolifération des nouveaux médias, la détection, l'impact, le traitement par les organisations, mais aussi la compréhension de ce qu'est une crise changent totalement. À l'occasion d'un atelier, quelques rappels ...
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La critique de l'islam et sa spécificité
Par quels mécanismes mentaux (idéologiques), mais aussi de communication et transmission (médiologiques) ont éclaté les affaires (voir 1 et
2) des caricatures danoises, des déclarations du pape, des l'article de Redeker ?
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CARNAVAL... UM BALANÇO
segundo "E Deus Criou a Mulher"

Heidi Klum


Scarlett Johansson
INGRID BETANCOURT
mistério adensa-se
O presidente da Colômbia, Alvaro Uribe, em entrevista ao L'Express de hoje sugere que Ingrid Betancourt pode ter sido levada para fora da Colômbia, para a Venezuela, por exemplo.

« Où en est le projet d'accord humanitaire, qui devait permettre d'échanger le groupe de 58 «prisonniers politiques» aux mains des Farc contre les 600 guérilleros détenus dans les prisons colombiennes?
Le premier obstacle, c'est que nos interlocuteurs sont hypocrites et pratiquent le mensonge, comme tous les terroristes. Voilà quelques jours, les Farc ont encore dupé une délégation européenne, invitée à se rendre en Colombie au motif que la guérilla était prête, soi-disant, à libérer un otage. Les émissaires sont arrivés à Bogota… pour s'entendre dire qu'il s'agissait d'un malentendu. Quand sonne l'heure de la vérité, elles se défaussent. Pour ma part, j'ai assoupli ma position initiale. Au début de mon premier mandat, en 2002, j'avais déclaré que je refuserais de discuter d'un accord humanitaire si nous n'entamions pas, parallèlement, un processus de paix avec un arrêt des hostilités. Après en avoir parlé avec Jacques Chirac, Kofi Annan, l'Eglise catholique et les familles d'otages, j'ai accepté de séparer les deux aspects de cette question. Mais la capture de guérilleros nous a coûté d'énormes sacrifices. Plus de 1 600 policiers et soldats ont été mutilés par les mines antipersonnel des Farc, par exemple. Si j'ai la garantie que les guérilleros libérés de prison ne reprendront pas aussitôt les armes mais s'en iront en France, en Espagne, avec l'accord de ces pays, ou encore qu'ils intégreront, en Colombie, un de nos programmes de réinsertion à la vie civile, alors mon gouvernement est prêt à les libérer.
Qu'attendez-vous de la France?
Qu'elle nous aide. Je ne comprends pas pourquoi un pays européen, qui soutient notre politique de paix, n'appuie pas notre politique de sécurité. Les deux choses sont indissociables: la paix naît de la sécurité. Votre pays ne doit pas seulement se préoccuper de l'accord humanitaire; il doit aussi nous aider à libérer les otages!
Des soldats français devraient-ils participer à des opérations militaires, en intervenant aux côtés des militaires colombiens?
Je n'en demande pas tant. Puisque la France dispose d'une technologie avancée dans le domaine du renseignement, qu'elle nous aide à localiser l'endroit où se trouvent les otages. Nous verrons alors comment organiser leur libération. Il est très important de savoir si Ingrid Betancourt se trouve en Colombie ou si elle a été emmenée dans un pays étranger. La France pourrait nous aider à vérifier si elle a été conduite dans un autre pays.
En Equateur? Au Venezuela?
Je ne me réfère à aucun pays en particulier.
Ingrid Betancourt est-elle vivante?
Nous ne disposons que de rumeurs, non de nouvelles vérifiées. Ces dernières semaines, nous avons reçu des informations selon lesquelles elle se trouverait à l'étranger. Il est possible que les Farc l'aient exfiltrée et qu'elle soit maintenant hors de la Colombie.
Les critiques émanant de la famille d'Ingrid Betancourt et des comités de soutien, ainsi que de certaines personnalités du show-biz français, suscitent un certain agacement en Colombie, et plus particulièrement chez vous.
Non. Premièrement, je respecte l'opinion publique; je suis un démocrate habitué aux débats contradictoires et partisan de la liberté d'expression. Mais voici ce que je veux dire aux secteurs de la société française qui me critiquent: ce n'est pas moi qui ai enlevé Ingrid Betancourt. Elle était déjà otage lorsque j'ai pris mes fonctions en 2002. Tout au long de mon premier mandat, et cela continue depuis ma réélection en 2006, nos efforts pour sauver les otages et diminuer le nombre de kidnappings ont été permanents. Il y a cinq ans, lorsque je suis devenu président de la République, il y avait plus de 3 000 prises d'otages chaque année en Colombie. L'année dernière, ce chiffre est tombé, au total, à 687. Notre objectif est de vaincre ce phénomène. En tant que chef d'Etat, je ne peux pas me permettre de prendre des décisions erronées qui nuiraient à cette mission. Je sais de quoi je parle: mon père a été assassiné par les Farc et je fais partie des 50% de familles colombiennes qui ont eu à souffrir personnellement de la violence. Pour combattre ce fléau, il ne faut pas se montrer faible avec les terroristes, mais au contraire les affronter avec toute la détermination nécessaire. C'est pourquoi nous allons continuer à chercher à obtenir, tous les jours, soit un accord humanitaire raisonnable, soit la libération par des moyens militaires. Mais, croyez-moi, négocier avec les Farc n'est pas chose aisée. Même le président Fidel Castro, qui m'aide à faire avancer le processus de paix avec l'ELN [Armée de libération nationale, l'autre guérilla colombienne, d'obédience guévariste et de taille plus réduite], m'a dit qu'il avait perdu le contact et toute influence sur les Farc depuis longtemps. Ce groupe est riche, grâce à l'argent de la coca, et il dispose de moyens militaires tels qu'il méprise le monde entier. Quand les commandants de la guérilla voient l'angoisse des Européens et regardent les manifestations en faveur d'un accord humanitaire et de la libération d'Ingrid Betancourt, ils ricanent. (…) » Toda a entrevista AQUI
Luís Amado e a Inteligência Económica

Um dos homens mais lúcidos deste Governo reconhece, na sua qualidade de ministro e de um dos mais altos dirigentes ´do Estado, o que o CLARO há anos vem a demonstrar: este Estado não tem inteligência, nem económica e nem estratégica. É um caso raro, senão único! Este "orgulhosamente sós", pateticamente salazarento, põe em grave risco a viabilidade do país e torna-o "um sítio cada vez mais mal frequentado" e entregue à voracidade dos devoristas do complexo económico neo-corporativo e salazarento.
Luís Amado, com lucidez e em linguagem soft, põe o dedo na ferida. Ele diz "atrasámo-nos muito na diplomacia económica"... Podia dizer que estamos a zero, sem gente, sem formação, sem a imprescindível prospectiva, sem inteligência. Veja-se a diferença com a França ou mesmo com a Espanha. Com a Holanda, a Alemanha ou os Estados Unidos nem me atrevo a recomendar que se vejam tais diferenças! Até com a China ou a Coreia do Sul! Em França, recentemente, Sarkozy, o ministro e não o candidato, avançava com o plano de uma "UMA GRANDE AGÊNCIA DE REFLEXÃO E PROSPECTIVA", como se pode ver aqui . Marroquinos e argelinos avançam também nesse sentido, como se pode verificar aqui e também aqui . Em Portugal, um dos homens mais lúcidos do Governo constata a catástrofe e... que vai o Governo fazer!?
Ou será que Sócrates está convencido de que realiza um Plano Tecnológico sem criar um centro de inteligência económica e estratégica!? E, já agora, também sem ferramentas de capital de risco e sem dinheiro! O que faz o banco do Estado, a CGD? Investe na especulação imobiliária no Algarve... As "tecnológicas" portuguesas, se quiserem, encontram apoio na banca privada, num Banif ou num Barclays.
A Infoguerre, recentemente, chamava a atenção para os problemas específicos da governação "em tempos difíceis" e alertava dirigentes políticos e jornalistas para as necessidades específicas que isso coloca. Vale a pena atentar nestes alertas e pistas da Infoguerre.
Dizia o outro que "estratégia sem inteligência não é estratégia, é adivinhação"... Portugal existe para demonstrar esta verdade. Os Portugueses é que não o merecem! E, está visto, Luís Amado merece que o oiçam e compreendam...
A FALÊNCIA DO MERCADO DO CO2
ler AQUI

PARLAMENTO EUROPEU
PAGA ANTI-SEMITISMO
É um escândalo. Material anti-semita primário financiado pelo Parlamento Europeu. Mais grave ainda, o presidente do Parlemento europeu, o democrata-cristão alemão, Hans-Gert Pöttering, reconhece que tal material "é contrário aos valores da Europa" mas acrescenta logo que "não é certo que o PE possa quanto a isso fazer alguma coisa". E acrescenta que "não há censura à priori das publicações editadas pelos deputados europeus". Ora, é de um deputado europeu, o polaco Maciej Giertych, líder da LPR, Liga das Famílias Polacas, que a coisa parte, como conta hoje o Libération. Continuar a ler AQUI
DEGRADA-SE A SITUAÇÃO NO MAGHREB
a fronteira sul de Portugal
" GSPC (now "Al-Qaida in Islamic Maghreb") Claims "Battle of Shaykh Abul Baraa Ahmad"
By Evan Kohlmann
Yesterday, the Algerian Salafist Group for Prayer and Combat (GSPC)--now known as "Al-Qaida's Committee in the Islamic Maghreb"--claimed responsibility for a series of six car bomb attacks targeting "apostate police stations" in Tizi Ouazu and Boumerdas , "destroying 5 fortresses for the apostates, in addition to killing and wounding more than 140 of them." The statement detailed the various attacks and targets, and boasted, "their casualties are eyewitnesses to the cruel blows dealt by the soldiers of Islam. We inform the thieves and the French who follow the Christians and the Jews that the young Muslim men of the Maghreb are determined to liberate their homeland from every crusader, apostate, and co-conspirator." Abul Baraa Ahmad ( a.k.a. Ahmad Zarabib) was reported killed by Algerian security forces on January 17, 2006 in the mountains of the Bejaia province east of the capital Algiers. According to the Salafist Group for Prayer and Combat (now known as "Al-Qaida's Committee in the Islamic Maghreb"), Abul Baraa held rank as "the Chief of the Shariah Council and the Judiciary Council [of the GSPC] for many years and he is considered to be one of the co-founders of the GSPC ."
Click to view English translation of statement c/o Globalterroralert.com
See also: (CTBLOG, Jan. 26) - "GSPC in Algeria Announces New Name: "Al-Qaida in the Land of the Islamic Maghrib"
February 14, 2007 12:03 AM Link TrackBack (0) Print
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" Tunisia, new target of GSPC
By Olivier Guitta
I just wrote a piece for the Daily Standard on the latest attacks against Tunisia. You can read it here.
Here's an excerpt:
WHILE SOMALIA HAS been grabbing all the headlines, it isn't the only area of Africa that has seen a recent surge in terror activity among al Qaeda linked groups. Jihadists have been making advances in the Maghreb--that part of North Africa composed of Morocco, Algeria, and Tunisia--as well. While Algeria and, more recently, Morocco have been pinpointed as potential terrorist hotbeds, Tunisia was, for a long time, relatively quiet. But on December 23, 2006, and then again on January 3, 2007, Salafi terrorists armed with RPGs engaged hundreds of Tunisian police, army, and secret service in battles which saw anywhere from 12 terrorists and two security forces-official tally--to at least 60 killed according to the French daily Le Parisien. And so, Tunisia has woken up to a grim new reality. Al Qaeda is infiltrating the traditionally quiet and safe European vacation spot.
The surge of activity wasn't entirely out of the blue. As early as January 2006, a loose organization called "Al Qaeda in the Maghreb" had taken shape, formed from a coalition of the Algerian GSPC, the Moroccan GICM (responsible for the Casablanca and Madrid bombings in 2003 and 2004 respectively), and other Tunisian elements.
February 14, 2007 10:31 AM Link TrackBack (0) Print
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" Recent Videos of IED Attacks by GSPC/Al-Qaida in Algeria
By Evan Kohlmann
I have posted new download links to recent videos of bombing attacks released by the Algerian Salafist Group for Prayer and Combat (GSPC)--now known as "Al-Qaida's Committee in the Islamic Maghreb." The videos include the December 10, 2006 roadside IED attack on a bus in Bouchaoui carrying U.S. contractors and a new compilation released today depicting five bomb attacks on Algerian security forces.
Video: "The Battle of Bouchaoui": Attack on bus carrying U.S. contractors (Dec. 10, 2006)
Video: "Five bombings [targeting] Algerian apostates" (February 14, 2007)
February 14, 2007 06:42 PM Link TrackBack (1) Print
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DE OUTRAS FRENTES DO TERRORISMO
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Capture of Leader of Al-Qaeda in Iraq: Wait Until the U.S. Confirms It
Terror and Stock Market: India Wakes Up To Novel Threat
A Crescente Talibanização do Paquistão
BRAVE NEW WAR
The Next Stage of Terrorism and the End of Globalization
leitura para este fim de semana prolongado
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" In Brave New War, controversial terrorism expert John Robb argues that the shift from state-against-state conflicts to wars against small, ad-hoc bands of like-minded insurgents will lead to a world with as many tiny armies as there are causes to fight for. Our new enemy will be looking for gaps in the system where a small, cheap action–on an oil pipeline or the power grid–will generate a huge return. Taking steps to combat the shutdown of the world’s oil, high-tech, and financial markets could cost us the thing we’ve come to value the most: worldwide economic and cultural integration. Brave New War makes the debate-changing argument we can’t afford to ignore.
John Robb (Boston, MA) is a former U.S. counterterrorism operation planner and commander who now advises corporations on the future of terrorism, infrastructure, and markets. His writings on war have appeared in the New York Times and Fast Company. "
John Robb tem sido desde há muito uma das referências utilizadas no CLARO sobre o terrorismo e a sua análise.
The media term "amorphous terrorist network" doesn't provide much for us to work with. That changes when you apply advanced network theory to the topic. A recent paper by the student Mitch Stripling called, " Embodying Terror Networks: How Direction Creates Structure" (PDF) is a great example of this. The paper starts with a strongly written review of how network theory has been applied to this topic. This review starts with the early work by Arquilla and Ronfeldt ( Networks and Netwars) and their simplistic chain, star, and all-channel network topographies and continues to the highly connected hubs (which embodies both the vulnerability and resilience of this type of network topology) and power-law distributions of scale-free networks (for more, read the brief: " Scale-Free (Terror) Networks" from May 2004).
Directed Scale-Free Networks
The real insight in Mitch's paper comes from the realization that terrorist networks aren't merely generic scale-free networks, but more likely an important subset: directional scale-free networks. Scale-free networks are typically depicted by a set of nodes that are symmetrically connected (I link to you, you link to me). The dynamic flows that travel through those networks, whether they be information/fluids/electricity/contagion, can travel in both directions across symmetric links. However, that doesn't actually happen in many real world networks. In these networks, links have direction (I link to a major hub, and it doesn't link back to me). Directional networks, in contrast, have links that are asymmetric and offer only unidirectional flows. A good visualization of this can be seen in Albert-Laszlo Barabasi's diagram (inset, from " Linked"). It depicts the directional flow of connections (from the left to the right):
- a central core of highly connected (via bidirectional links) nodes,
- an IN continent (links in), an OUT continent (links out),
- and various other structures (a Tube of connections between IN/OUT continents, Tendrils that feed into each continent, and islands that are clusters of affiliated but unconnected nodes).
AlQaeda.net
When you apply the directional scale-free network model to al Qaeda, you see a fairly good fit, particularly when you assume that the al Qaeda of today is more of a movement than a cohesive organization (Mitch provides some historical analysis to back this up). Here's how it works. Al Qaeda's flow starts in connections from the feeder networks within the IN continent that instill a common animating narrative (Madrasahs, etc.). This common narrative drives social clusters to seek connections with the central core (bin Laden and associates) which will eventually transition them to become operational assets (terrorist cells) in the OUT continent. Here's the likely path of al Qaeda's evolution, some of which has already been seen, given this 'movement' model:
- al Qaeda's leadership will increasingly ask groups to act on their own, without seeking direct connections to the central leadership. This will be accomplished through the production of global media messages that contain targeting recommendation (which is essentially a low bandwidth command link). If this works, recruits within the IN continent can transition (FLOW) quickly to the OUT continent without ever directly connecting to the central core.
- IF this transition can be made, al Qaeda's central leadership would become relatively immune to disruption. Nearly all of the central core could be knocked out without damaging its ability to message those groups in the operational OUT continent. In the words of Valdis Krebs, al Qaeda could look very much like a doughnut and still be able to operate.
- Finally, local groups that enjoy a level of operational success within the OUT continent can and will go international autonomously, in that they will create/distribute media messaging and operationally manage attacks on a global scale. Zarqawi's efforts and the recent plea by al Qaeda in Saudi Arabia for attacks on global oil infrastructure are good examples of this. Within the network model, these groups would be seen as clusters on the periphery that can catalyze the operation of the entire network (by acting not just as feeders and operators, but as mirrors of the central core).
PORTUGAL ENTALADO
no "Teoria da Suspiração"
" Competitivos por baixo
"Portugal está sem modelo económico e corremos risco de ficar permanentemente entalados - os sinais sugerem que a política é mantermo-nos competitivos na zona inferior da cadeia de valor", diz o Zébloguinho no "Teoria da Suspiração"
" Esmeralda colmata o défice
O antigo juiz bombista (que planeou durante a Revolução detonar o Palácio da Justiça) não perdeu o gosto pelo fabrico da bomba caseira. Ontem lançou mais uma: cada um dos dez mil assinantes do pedido de habeas corpus para o falso pai de Esmeralda, por ter sido indeferido, terá de pagar 480 euros!
Cavaco Silva deverá pensar seriamente em condecorar a jornalista Fernanda Câncio: não é todos os dias que se conseguem congregar 10 mil pessoas em volta de um movimento de solidariedade para com o Estado e contra o défice público. Post do Sniper
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" Assim se vê a força do Pê Cê...
Cá vai uma história sobre o mecanismo tipo seita com que o Partido Comunista Português oblitera a vida dos seus crentes:
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Curiosidades do PCP
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Eu presidi à mesa X da nossa Freguesia, tendo dois comunistas na mesa e dois jovens sem partido. Como é sabido, há uma pequena retribuição pelo trabalho nas mesas e numa circular da Junta, entregue com os recibos que os membros da mesa deveriam assinar, estava escrito que o Presidente da Mesa deveria ir buscar os envelopes depois das 17 horas. Bem, após essa hora entrou na sala da Assembleia de Voto um controleiro do PCP a perguntar pelos envelopes que eu ainda não tinha ido buscar. Passado algum tempo lá fui buscar os envelopes e vi o controleiro no andar de baixo; o homem reparou logo que eu vinha com os envelopes. Entrei na sala e entreguei a todos os membros da mesa um envelope e qual não é o meu espanto, logo atrás estava o controleiro do PCP a recolher os respectivos envelopes. O sapateiro e o licenciado que faziam parte da mesa nem chegaram a abrir ou a apalpar os envelopes. Fiquei com pena, principalmente do sapateiro, nosso amigo de há muitos anos, cuja esposa é militante da nossa secção e já com uma idade bastante avançada.
Isto faz-me recordar uma senhora licenciada em germânicas que foi funcionária do PCP desde antes do 25 de Abril, ou talvez com vencimento após essa data. Foi também secretária do grupo parlamentar do PCP durante alguns anos e recebeu sempre o ordenado mínimo e pouco mais, tal como Álvaro Cunhal que disse na televisão que vivia com o referido ordenado. Hoje, a senhora licenciada está reformada com cerca de 350 euros, a viver só com uma mãe com 91 anos. Ela passa fome, pois o PCP fez sempre os descontos na base do tal ordenado mínimo que serviu muito bem para Álvaro Cunhal viver num palacete com quinta no Paço do Lumiar.
O PCP foi o Partido que mais aldrabou o fisco, pois pagava salários de miséria com descontos miseráveis e sem IRS, completando esses salários com ajudas financeiras para algumas compras indispensáveis, mas sempre na forretice máxima.
Carlos Brito saiu do PCP porque o partido queria receber a reforma de deputado por inteiro e entregar-lhe um ordenado mínimo. Nunca houve em Portugal, partido mais explorador que o PCP que levou os seus funcionários e controleiros à maior das misérias.
Marcadores: comunismo, PCP, seitas Post escrito pelo Suspirador "
Na Cachemira Islâmica nem o
S. Valentim Escapa à Fogueira

TEODORA CARDOSO E A
"DESTRUIÇÃO CRIATIVA"
apesar de nunca por cá ter passado a "revolução industrial" e, portanto, a cultura ruralenta (sob as formas salazarenta ou cunhalenta) se ter mantido até hoje, Portugal vai-se civilizando. Agora, é Teodora Cardoso que nos dá conta de uma descoberta: a destruição criativa. Calma, Portugueses, ainda há esperança. Mais uns séculos e...
«As grandes transformações tecnológicas e económicas que nos habituámos a designar por "revoluções industriais" trazem consigo um enorme progresso material, mas também choques fortíssimos sobre a organização da actividade económica e da sociedade, sobre a distribuição do rendimento e mesmo sobre os aspectos mais profundos da vida das pessoas, como o aumento da esperança de vida e a redução da natalidade bem ilustram. Por isso, embora a posteriori poucos sejam os que teriam preferido prescindir dessas transformações, isso não significa que, à medida que elas ocorrem, não haja um grande número de indivíduos sobre os quais o primeiro efeito do choque seja profundamente negativo.»
A SARGENTO DEGRADADA
por mostrar rabo, mamas e o resto mas, sobretudo, a placa militar de identificação

Toda a estória da "sargenta" Michelle Manhart degradada por causa da "reportagem" na Playboy... ver AQUI


A NOVA “CIÊNCIA DOS SERVIÇOS”
InternetActu.net pergunta-se se a nova “ciência dos serviços” é mesmo uma ciência, o que se pode esperar dela e para e a quem poderá servir. Uma questão teórica candente no campo da Inteligência Economia e muito importante na definição da próxima divisão internacional de trabalho e na arquitectura do novo modelo económica global.
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« Pour les pays développés dans lesquels se développe en priorité la recherche et l’enseignement en science des services, la compréhension des interactions entre technologie, management, organisation, marketing, et la formation de jeunes capables d’associer ces différentes dimensions, paraît essentielle face à la concurrence des pays émergents et des nouveaux géants indiens, chinois, brésiliens, coréens, mexicains ou malais. Et pour les entreprises clientes de telles recherches, il s’agit d’identifier et d’exploiter les gisements d’innovation et de productivité dans les services - et de dépasser, si possible, le lieu commun selon lequel la productivité des services a peu de marges de croissance.
Alors que les services représentent entre 70% et 80% du produit national des pays développés - et de beaucoup de pays en développement, on sait encore peu de choses sur la manière dont ceux-ci se mesurent, innovent, produisent de la valeur. On sait mal mesurer la productivité de ceux qui les produisent ou des équipements qui servent à les produire. Les modèles d’optimisation sont pour la plupart issus de l’industrie et savent assez mal analyser des chaînes de valeur dans lesquelles il existe peu de mouvements physiques de matière, la frontière entre production et distribution est floue, la valeur n’est pas fixée à l’avance, les “produits” changent tout le temps, le client contribue à la production - voire à la conception, etc.
Ce constat fonde l’effort entrepris depuis 2004 par IBM, rapidement rejoint par plusieurs autres entreprises de conseil et de service informatiques (Accenture, EDS, HP) et suivi par des grandes universités (MIT, Berkeley, Ecole polytechnique fédérale de Lausanne, université de Manchester, école de management Bocconi…), pour instituer une nouvelle discipline de recherche : la “science des services“, ou plus largement “la science, la gestion et l’ingénierie des services” (Services Science, Management, and Engineering, SSME).
Au départ, il s’agit de fédérer un grand nombre de connaissances théoriques et pratiques, de méthodes scientifiques et empiriques et d’expériences de terrain, dans un double objectif : améliorer la performance des entreprises de services (transports, santé, commerce, administration…) comme des fonctions de service (marketing, design, service client…) ; augmenter leur capacité d’innovation et améliorer les chances de réussite de ces innovations. “Les fondements théoriques de la science des services viennent de l’économie, de l’informatique théorique, des sciences de l’ingénieur, du droit et de la sociologie des organisations, qui fournissent toutes des outils pour comprendre l’évolution de l’économie de l’information et des services”, expliquent les chercheurs de Berkeley. “Mais tout ceci demeurerait purement théorique sans l’apport concret de la stratégie et du management, des systèmes d’information, de la comptabilité et de la finance et du design centré sur l’utilisateur, qui influent sur le cycle de vie des services, depuis la conception jusqu’à leur mise en oeuvre et leur déploiement.”
S’il reste encore difficile de savoir si la science des services est une science à part entière ou une manière de créer un espace commun pour étudier et intervenir sur un domaine trop peu exploré, son apport consistera au moins à décloisonner des domaines de recherche tels que le management, l’informatique, le marketing ou la sociologie, et à légitimer la création de cursus universitaires qui marient étroitement la technologie et le management.» Continuar a ler AQUI
Ali Khamenei Critica Ahmadinejad
pressão abala regime iraniano
Boas notícias são más notícias, diz-se, mas há mesmo notícias que sendo boas notícias são notícias boas. É o caso desta que (passou muito desapercebida aos editores portugueses) mas que é da mais alta importância, muito significativa e bastante simpática. Ahmadinejad , o líder nuclear iraniano, é já criticado pelo seu próprio "partido" e pelo máximo líder espiritual e seu "patrão", o ayatollah Ali Khamenei, como detalhadamente se pode ler aqui.
Bush mantém, entretanto, a pressão sobre a ayatollocracia iraniana, como destaca o New York Times: Bush Declares Iran’s Arms Role in Iraq Is Certain .
AS DESGRAÇAS DE SÉGOLÈNE
desde que o velho PS tomou conta da campanha
Christophe Barbier, editorialista do L'Express, explica as "desgraças" da campanha de Ségolène Royal e as baixas na sua "guarda pessoal" desde que o velho PS tomou conta da campanha da candidata socialista às presidenciais de Abril 2007, tal como, a 18 de Janeiro, aqui no Claro , já se tinha notado e alertado... Ver o vídeo de C. Barbier aqui
Inteligência Económica
em Marrocos e na Argélia
via Vtech
« L'intelligence économique ne doit pas céder à l'effet de mode
"Les principaux résultats et conclusions d'une opération pilote menée par l'Agence nationale pour la promotion de la petite et moyenne entreprise (ANPME), dans le cadre de la mise en place de son dispositif de veille, avec l'appui de la coopération technique allemande GTZ, ont été dévoilés la semaine dernière à Casablanca. Au cours de la même rencontre, on a primé les étudiants qui ont présenté les meilleurs rapports de veille dans le cadre de cette opération.
Il est à préciser que le projet de veille (intelligence économique) de l'Agence vise à lui permettre de «développer de bonnes capacités d'anticipation et de réactivité par rapport à l'environnement et aux besoins des PME, et partant, d'améliorer de façon continue son offre de service pour celles-ci». Cette opération pilote, confiée au cabinet Europalliances Consulting, précise-t-on, porte sur la réalisation par des stagiaires veilleurs, issus d'établissements de l'enseignement supérieur, de rapports de recherche sur les thèmes de veille retenus par l'Agence, de manière à dresser un état des lieux de l'information concernant lesdits thèmes."
Lire la suite
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«Il faut s'adonner à la pratique des techniques de l'intelligence économique
"Il s'agit aujourd'hui de réhabiliter et de renforcer tous les outils de traitement de l'information permettant aux décideurs politiques d'arrêter les grandes orientations et de mener à temps les corrections des dérives fatales dans tout processus économique et social. Ces outils doivent permettre aussi aux opérateurs financiers comme aux différents entrepreneurs d'être informés en permanence sur les évolutions et les prévisions à court terme en matière de monnaie, de tendances des marchés des biens et services comme de celles de l'emploi ou de l'évolution technique et commerciale. Il est nécessaire aussi de faire appel, en complément à la réhabilitation des outils de collecte et de traitement de l'information économique et sociale nationale, aux techniques et aux modes organisationnels de l'intelligence économique. Il est utile et urgent d'apprendre à nos industriels à mieux connaître leur environnement interne et externe mais aussi à mieux maintenir et conquérir des parts de marché, y compris à l'export. Dans l'élaboration et la mise en oeuvre de leur plan stratégique sur trois à quatre exercices, les PME comme les grandes entreprises se devaient d'avoir un système d'information et de veille technologique sur leur environnement concurrentiel, sur les évolutions technologiques ainsi que sur l'évolution du mode de consommation."
La suite
Posté par jdeyaref à 09:58 - Intelligence économique - Commentaires [0] - Rétroliens [0] - Permalien [#] - Recevez Vtech par mail
« Algérie: Lorsque «l'information remplace le fusil» dans la guerre économique
"Abordée pour la première fois en conseil de gouvernement, le 20 décembre dernier, en tant que l'un des volets constituant le dossier portant Stratégie et politiques de relance et de développement industriels, la notion d'intelligence économique fera dans quelques jours et pour la première fois en Algérie l'objet d'une post-graduation spécialisée (PGS) que seule l'Université de la formation continue (UFC) assure pour le moment."
La suite “
Portugal é que continua "orgulhosamente só" a não precisar da Inteligência Económica para nada... Mas, se pensarmos bem, é normal: os Portugueses são ricos, vivem bem, muita acima da média europeia, já são muito inteligentes de nascença e têm um grande "instinto", portanto, não precisam para nada dessa coisa da IE.. Verdade?
O Douglas Bernardt, director da iMentor, é que não deve conhecer bem os Portugueses pois tem a mania de dizer que "a estratégia sem inteligência não é estratégia, é adivinhação".
GOLPE FRANCÊS NA AL-QAEDA
Uma operação anti-terrorista da polícia francesa levou hoje à prisão 11 suspeitos da Al-Qaeda, ligados às redes de recrutamento para a "jihad" no Iraque. O L'Express deu a notícia:
« Coup de filet antiterroriste
LEXPRESS.fr avec Reuters
Neuf des onze personnes arrêtées à Toulouse et en région parisienne ce mercredi sont soupçonnées d'être en liaison avec l'organisation terroriste Al-Qaeda.
nze personnes, dont quatre femmes, ont été placées en garde à vue à Paris et dans le Sud-Ouest après une opération coup de filet visant les filières de recrutement en France de combattants pour l'Irak.
Liens avec Al-Qaeda
"Ces individus originaires du sud-ouest de la France sont mis en cause dans l'organisation d'Al-Qaeda", précise le ministère de l'Intérieur dans un communiqué.
Six personnes ont été arrêtées dans les quartiers du Mirail et de la Reynerie, dans la banlieue toulousaine, peu après 7h. Deux d'entre-elles avaient été renvoyées la veille en France par les autorités syriennes.
Deux personnes ont été interpellées dans l'Ariège et trois autres en banlieue parisienne notamment en Seine-et-Marne. L'opération a été coordonnée par la section anti-terroriste (SDAT) de la police judiciaire.
Onze personnes ont été placées en garde à vue mercredi, dont neuf sont soupçonnées de liens avec Al Qaïda, après une opération coup de filet visant une filière de recrutement en France de combattants pour l'Irak, apprend-on de source policière. »
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OUTRAS NOTÍCIAS RELACIONADAS
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ARGÉLIA: AL-QAEDA ATACA NA KABÍLIA
.Ler Aqui
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" GSPC hits hard in Algeria
By Olivier Guitta
GSPC which is now named Al Qaeda in the Islamic Maghreb perpetrated today six near simultaneous attacks in Kabylia in a twenty-mile radius. According to government figures, six people died and 13 were injured. The targets were police stations. It is one of the most spectacular wave of attacks orchestrated by the GSPC. It has also the hallmarks of Al Qaeda.
Furthermore, an official statement of Al-Qaïda has just claimed responsibility for the "Raid of Abou Al Baraa" and evokes 140 victims, including dead and wounded. The official statement which circulates on islamist sites close to Al-Qaïda congratulates the "brave mujahideen" for having hit a hard blow to the Algerian "impious" and its agents. It specifies that six booby-trapped cars, remote-controlled entirely destroyed police stations while saving the Muslim population. Al Qaeda in the Maghreb confirmed it is committed continuing the jihad until "the eradication of the traitors and the allies of the Crusaders and the Jews."
For the past few days the Algerian army has used thousands of soldiers heavily armed to comb that region in search of GSPC terrorists. This is response to four attacks over the weekend. Just in January, over 30 people died in terror related attacks in Algeria.
This just confirms what I have been saying for months that the national reconciliation plan of the Algerian government was doomed to failure. Here's the beginning of an article I wrote for the Weekly Standard back in July:
On July 10, a group of terrorists entered a campground in Gouraya, a Mediterranean resort 75 miles from Algiers, and randomly massacred 5 people. The victims were among the 22 killed by terrorists in Algeria in the first half of July--putting that month on track to be a little less bloody than those preceding it. In April, the death toll was 60; in May, 54; in June, 65--this in a country with a population roughly the size of California's, and a government insistent that Islamist terrorism has been basically defeated.
Despite the official happy talk, kidnappings by Islamists to raise money for their cause are a routine occurrence in Algeria. And not a day goes by without terrorists' attacking military personnel, government employees, or ordinary civilians, whom they regard as allies of the government. Just in recent weeks, the GSPC (Algerian Salafist Group for Prayer and Combat), the al Qaeda affiliate that is now the main Algerian terrorist group, orchestrated an assault that killed 17 customs officers when their vehicles were riddled with bullets; another that killed 7 police officers when their truck was hit by an RPG; and the execution of 5 farmers who were shot, then finished off with daggers, their bodies burned. The GSPC also plants bombs in public places to create panic. Boumerdès, for example, about 25 miles from the capital, was hit twice by terror attacks near the main downtown bus station. Authorities are wondering whether Algiers will be next.
"Catalunha é a base europeia de uma filial paquistanesa da Al Qaeda
Espanha e especialmente a Catalunha converteram-se na principal base da Europa continental do Jaish e Mohamed (JEM, o Exército de Maomé), um grupo terrorista paquistanês vinculado à Al-Qaeda e implicado nos atentados de 7 de Junho de 2005, em Londres.
Continuar ler a notícia no El Periodico.
ESPECIAL ESPANHA 2020
uma visão de Espanha
pela equipa de Félix Ribeiro
ler Aqui

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O MUNDO EM 2050
visto pela mesma equipa
ler Aqui

A VIAGEM DE MIGUEL LEMOS
a caminho do horizonte

.O livro "A caminho do horizonte" é a história real de uma viagem que se incia na época em que vivemos e termina há trinta anos atrás. Trata-se do que observei e da minha participação nas guerras de 75, nomeadamente durante a invasão sul-africana de Angola, ainda sob administração portuguesa e interferência das duas superpotências de então. Considero importante a partilha deste conhecimento num momento em que África volta a estar nas prioridades estratégicas de muitos: angolanos refugiam-se na embaixada do Cairo fugidos de uma recruta da Al-Kaeda; os chineses financiam a reestruturação das telecomunicações das forças armadas angolanas; os EUA criam um comando militar único para África; os portugueses...alguns já começaram a trabalhar para empresas chinesas.
Miguel Lemos

DO XADREZ NUCLEAR
DO EXTREMO ORIENTE
no China Confidential
"Nuke Deal Fallout: Japan Feels Abandoned by US
As nuclear arming Iran plays for time to build its bombs, America's domestic and foreign critics can use the Beijing Agreement with nuclear armed North Korea as evidence that diplomacy can work ... assuming, of course, that one is satisfied with phony deals that actually reward rogue states for defiantly developing atomic arms.
Meanwhile, always polite Japan said that it would not supply energy aid to North Korea, thank you, because of past abductions of its nationals by Pyongyang's intelligence officers. Prime Minister Shinzo Abe explained his government's position Tuesday, but said Tokyo's could help in surveying Pyongyang's energy needs.
Japan clearly feels abandoned by the United States as a result of the phony fuel-for-nukes deal. America's ally based its participation in renewed six-party North Korean denuclearization talks on Pyongyang's prior commitment to disarm and argued that no energy assistance should be provided without resolution of the abductee issue. But zero-to-little progress is expected on the issue because it has been relegated to a bilateral North Korean–Japanese working group.
# posted by Confidential Reporter @ 8:11 PM "
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" US Falls for Phony Fuel-for-Nukes Deal
 Dear Leader did it.
With a little help from his Chinese friends, North Korea's lunatic-in-chief, Kim Jong-il, has outsmarted and successfully blackmailed an embattled Bush administration.
The phased denuclearization deal is a cruel joke--on the United States. In return for shutting down and sealing its main nuclear reactor and related facilities at Yongbyon, north of Pyongyang, within 60 days, the secretive Stalinist/Kimist regime will receive initial aid equal to 50,000 tons of heavy fuel oil. For permanently disabling the reactor and declaring all nuclear programs dead, the North will eventually receive another 950,000 tons in aid. The total is worth $250 million.
Not too shabby. The US gets to claim a victory for the cause of nuclear disarmament, as opposed to mere nuclear arms control; and North Korea gets desperately needed aid in order to survive--Kim's paramount goal--and time to hedge its bets. The phony-fuel-for-nukes deal lends itself to cheating as North Korea boasts a multitude of tunnels and secret facilities for hiding weapons.
At the end of the day, the agreement again proves that notwithstanding its huffing and puffing, the US can be played and tricked and eventually worn down--and beaten--at the bargaining table.
Iran must be encouraged. Its nuclear tag-team partner has shown the way--with Chinese guidance and support. (And China's ally, Iran, also has Russian backing in its nuclear standoff!)
Experts agree that North Korea has refined enough plutonium to make from four to 13 nuclear bombs. There is still no reason to believe that the regime intends to relinquish all its nuclear weapons, especially in light of its success in using them as leverage to extract aid and respect.
On the contrary, we expect that Pyongyang will exploit the agreement in order to advance toward its main, long-term foreign policy aims: ending the US military presence on the Korean peninsula and reunifying with South Korea--on North Korean terms.
The agreement is a feather in the cap for the lead US negotiator, the appeasement oriented Assistant Secretary of State Christopher Hill, who can be congratulated for never once deviating from his studied and annoying practice of always referring to the monstrous North Korean regime by its formal initials, DPRK. Not for nothing do critics call him "Kim Jong-Hill."
His nuclear deal with Pyongyang ignores its formidable biological, chemical, and missile programs, But those issues were never on the table.
They will instead be handed off to the next US administration.
And so it goes.
# posted by Confidential Reporter @ 2:26 PM
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" Six-Party Draft Ignores Key Questions
 Arms control or disarmament?
The draft agreement among the six parties to talks aimed at ending North Korea's nuclear arms program fails to address key questions, including surrender of existing weapons.
The agreement also ignores the North Korean regime's biological and chemical arms program.
# posted by Confidential Reporter @ 3:35 AM
Portugal falhará défice de 3% em 2008
Economist Intelligence Unit
A analista senior da Economist Intelligence Unit, Ania Thiemann, está em Lisboa para uma mesa redonda com o governo e empresários portugueses e, em declarações à agência Lusa, prevê que Portugal vai falhar o objectivo de reduzir o défice público para 3% do PIB em 2008.
Só em 2009, Porugal deverá conseguir reduzir o défice orçamental para um valor abaixo do limite imposto pelo Pacto de Estabilidade e Crescimento, prevê Ania Thiemann, analista sénior que segue a economia portuguesa na Economist Intelligence Unit (EIU), empresa do grupo a que pertence a revista The Economist.
O Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) português entregue em Bruxelas prevê que Portugal termine o ano de 2008 com um défice orçamental de 2,6% do PIB, menos 1,1 pontos percentuais do que em 2007.
Mas, segundo Thiemann, Portugal «não vai conseguir atingir esse objectivo. É mais provável que essa meta seja atingida em 2009».
A analista sénior da EIU considera que o factor-chave para a redução sustentada do défice orçamental é a reforma da administração pública. Ania Thiemann diz que esta reforma está a acontecer, mas «muito devagar», pelo que o Governo pode ter que adiar por um ano a sua meta de redução do défice abaixo dos 3% da riqueza criada.
O Economist Intelligence Unit prevê um crescimento de 1,4% para a economia portuguesa este ano, menos 0,4 pontos percentuais do que o governo de José Sócrates, e uma aceleração para 1,8% no próximo ano.
O consumo público deverá cair e as exportações e o consumo privado deverão ser os factores de sustentação do crescimento, segundo Ania Thiemann.
O investimento deve permanecer enfraquecido, ainda que com sinais de melhoria, caindo 1% em 2007 e subindo 1% em 2008.
Ao nível do desemprego, a economista não se mostrou muito optimista: para reduzir o desemprego, a economia portuguesa precisa de crescer entre 2,5 e 3%, pelo que «até 2008 não haverá grandes descidas» nesta área.
Na quarta e quinta-feira alguns membros do Governo e empresários vão reunir-se na Conferências do Economist, no Centro Cultural de Belém, com membros do Economist Intelligece Unit, para debater o estado da economia portuguesa e os seus principais desafios.
Esta ideia de que Portugal vai continuar a falhar a meta do défice não é nova e nem é nada que não se soubesse já. A própria Comissão Europeia, através do comissário das finanças e dos seus serviços, tem nos últimos dias dito isto mesmo, no seu linguajar "bruxelês", embora sem esta clareza bem quantificada e muito anglo-saxónica.
Quando Barroso, Guterres, Cravinho e outros já fugiram da obra que fizeram, Sampaio anda mortinho por se ir embora e Vitorino, não conseguindo ser presidente da CE e nem secretário-geral da NATO, teve de voltar, é caso para dizer "Pobres dos Zé Sócrates e Teixeira dos Santos!". E, sobretudp, pobres de nós...
A OCDE E OS "SINDICALISTAS"
o "sítio" está cada vez pior...
“ Trabalho: Debater flexibilidade interna mais importante que despedimentos - UGT
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Lisboa, 14 Fev (Lusa) - A UGT considerou hoje mais importante debater a flexibilidade interna das empresas do que a legislação laboral sobre os despedimentos, em reacção a um relatório da OCDE que aponta como "restritiva" a lei de protecção do emprego. “
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Gostava que o João Proença me explicasse quantos empregos já criou e quantos gere…
“ Trabalho: Questão da flexibilidade laboral é "disco velho" - CGTP
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Lisboa, 14 Fev (Lusa) - A CGTP definiu hoje como um "disco velho e gasto" as recomendações da OCDE para uma maior flexibilização da lei laboral em Portugal, considerando a central sindical que há demasiada facilidade na forma como se encara o despedimento. “
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Gostava que o Carvalho da Silva, que parece não ser um comuna totalmente estúpido pois até, como diria a outra, “foi aluno do ISCTE”, me demonstrasse quantos empregos pode criar a sua música tipo “coros do exército vermelho soviético”…
Em resumo, depois desta recomendação da OCDE, qualquer empresa, qualquer empresário, qualquer decisor vai pensar umas boas dez vezes antes de fazer escala em Lisboa e nem todo o charme do gentleman Basílio Horta chegará para lhe arrancar um cêntimo… Mas isso não tem importância nenhuma porque João Proença e Carvalho da Silva já têm programados e prontos os investimentos necessários para criar dois milhões de postos de trabalho qualificados, até 2008!
E se estes dois senhores, bem como toda uma cáfila de “sindicalistas” (estacionados e parqueados nos sindicatos desde o início dos anos setenta…) fossem trabalhar…? Uma coisa é o sindicalismo, outra e bem diferente são estes “sindicalistas” profissionais… Pobre sítio! Cada vez mais, mal frequentado…
CHINA:
SEDE DE PETRÓLEO E FUGA DE CÉREBROS
ARGÉLIA: AL-QAEDA ATACA NA KABÍLIA
AFP
Un bâtiment de la gendarmerie visé à Si Mustapha (Kabylie) par un des attentats simultanés perpétrés le 13 février 2007 en Algérie .
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O GSPC (Grupo Salafista para a Prédica e o Combate) que, ultimamente, integrou a nebulosa Al-Qaeda e adoptou Al-Qaeda Maghreb como nova desiganação lançou esta madrugada ataques simultâneos em vários lugares da Kabília, região berbére (não árabe) da Argélia.
Segundo a AFP, "six personnes ont été tuées et 13 blessées mardi en Kabylie (est d'Alger) dans sept attentats quasi simultanés à la bombe et à la voiture piégée qui marquent une reprise spectaculaire des actions terroristes en Algérie.
"
Selon des témoins, les bombes et les voitures piégées ont explosé quasi-simultanément rappelant ainsi les attentats qui avaient eu lieu fin octobre à Derghana et Réghaïa, près d'Alger, faisant 3 morts et une vingtaine de blessés.
Ces deux attaques avaient été suivies début décembre par un attentat contre un véhicule de transport du personnel d'une société américaine, qui a fait un mort, à Bouchaoui, dans la banlieue ouest d'Alger.
L'attentat le plus meurtrier de ce mardi a visé la gendarmerie de Si Mustapha, un bâtiment de deux niveaux abritant plusieurs dizaines de gendarmes. Il a été dévasté par l'explosion. Des portes et des fenêtres du premier étage ont été arrachées par l'intensité du souffle.
L'explosion a creusé un cratère de deux à trois mètres de diamètre dans la chaussée, endommagé la façade du bâtiment, éventré plusieurs commerces, cafés et épiceries de la rue principale de cette bourgade rurale que traversent quotidiennement des centaines de routiers se rendant en Kabylie.
Les précédents attentats d'octobre et de décembre avaient été revendiqués par le GSPC, qui s'est rallié depuis septembre à la nébuleuse d'Al Qaïda d'Oussama Ben Laden, qui l'a adoubé comme son bras armé au Maghreb et dans le Sahel.
Selon les autorités algériennes, le GSPC, fort de quelques centaines d'hommes, resterait le seul capable de mener des actions armées, après la reddition de la plupart des autres groupes islamistes qui ont choisi de bénéficier de la loi sur la réconciliation leur accordant l'amnistie en échange du dépôt de leurs armes. "
O BLOG DA JUSTIÇA
Miguel Reis
" O problema da justiça é, talvez, o mais grave que afecta Portugal.
Sintomática disso mesmo é a sugestão, dada há dias pelo presidente do Supremo Tribunal de Justiça, num discurso subversivo do estado de direito democrático. O dr. Noronha do Nascimento disse, nem mais nem menos, que a crise só se ultrapassa «limpando o lixo que entope os tribunais», lançando um apelo à coragem dos políticos para a destruição dos processos excedentários.
O que caracteriza o estado de direito – e daí a origem da expressão – é a possibilidade efectiva de tutela jurisdicional de qualquer direito, com o mais rigoroso respeito legalidade do princípio de que a todo o direito corresponde uma acção e do princípio de que todo o cidadão tem o direito de exigir que os tribunais se pronunciem com adequada celeridade sobre as questões que lhes são colocadas.
A situação de crise atingiu um estado limite em Portugal.
Um simples inventário, destinado à partilha de bens, demora anos e anos, morrendo muitas vezes os herdeiros sem aceder às heranças. Um divórcio litigioso arrasta-se, por regra, ao ponto de os cônjuges serem obrigados a entender-se e a convolá-lo em mútuo consentimento. As falências – agora denominadas insolvências – são processos intermináveis, em que normalmente acabam destruídas unidades com valor económico, que se poderiam pôr em funcionamento, apenas porque o sistema não funciona.
As cobranças de dívida por via judicial são difíceis e demoradas, o que gerou um novo mercado, assente na extorsão e na ameaça, que parece ser aplaudido como meio alternativo.
Tudo isto acontece numa sociedade de mercado, onde a justiça é cara, é paga e deveria ser lucrativa e onde não faltam meios que permitiriam, se houvesse algum bom senso, ter um sistema primoroso.
Não tenho dúvidas de que um dos maiores problemas da justiça portuguesa reside no facto de ela assentar num sistema de castas.
São os juízes, marcados por vícios acumulados durante séculos e por um sindicalismo que atravessa a magistratura, desde o CEJ até à cúpula. Operários do sistema judiciário num dia, quando querem reivindicar melhores condições de trabalho, arrogam-se membros de um órgão de soberania quando precisam de afrontar os outros poderes.
São os magistrados do Ministério Público, cuja produtividade está sempre protegida pelo segredo de justiça, que não permite questionar em tempo os processos que não andam.
São os advogados, organizados numa estrutura corporativa, que serve cada vez mais para o lobbying pessoal do que para a defesa dos princípios éticos que fazem mover a profissão em todos os países civilizados. É, entre estes, uma multidão de desempregados ou de subempregados que não vê na Ordem senão uma bandeira de esperança para as suas lástimas, por via da criação de um sistema de ocupação de tempos livres que sempre vai dando para a bucha.
Chegou-se ao ponto de alguns membros do governo se disporem a vender as suas intervenções para financiar esse «esquema» de «trabalho social» que a Ordem vem fomentando para manter uma espécie de exército industrial de reserva.
Claro que a crise favorece esse modelo de justiça economicamente aliciante que é a arbitragem, plenamente justificada pela comprovada ineficácia da justiça pública. Nos dias de hoje só um tolo deixaria àquela a possibilidade de julgar conflitos milionários, sendo certo que nem o próprio Estado acredita na justiça que tem, acordando, por regra, na solução dos seus problemas por via arbitral.
E os pobres? As pequenas e médias empresas? Os cidadãos?
Parece óbvio que, se a justiça pública funcionasse, morreriam à nascença negócios bilionários ou haveria, pelo menos, tempo para que a aquisição de serviços jurídicos pelas entidades públicas não visse a sua falta de transparências sistematicamente justificada pela urgência.
São milhões, distribuídos por meia dúzia, sem concursos públicos nem publicitação dos contratos, num cambão permanente e numa conflitualidade de interesses que nunca vem à tona, protegida pelos diversos segredos, entre os quais o profissional.
O mínimo exigível seria que o Estado e as entidades dele dependentes publicitasse os contratos que faz com advogados e que, nestes tempos de choque tecnológico, os que são por ele contratados fizessem parte de uma lista, publicada na Internet, para boa defesa dos direitos dos consumidores.
O razoável seria que as contas dos advogados que prestam serviço ao Estado ou a entidades públicas fossem obrigatoriamente auditadas, tanto no que respeita aos serviços prestados como ao destino dos fundos recebidos.
A corrupção, nos tempos de hoje, passa essencialmente pelos fornecedores de bens imateriais como são os serviços de consultoria e os fornecimentos de software. É aquela lógica do toma lá um milhão, tira o imposto, vês quanto sobre, retiras dez por cento e dá cá o resto…
Vivemos, autenticamente, numa selva e é preciso acabar com ela.
Não sei se os actuais dirigentes do Ministério da Justiça têm uma rigorosa noção do que está a acontecer e por isso lhes dou até o benefício da dúvida. Seria grave que, tendo a noção da realidade e afirmando-se todos, sem excepção, europeístas convictos, nos arrastassem conscientemente para um terceiro-mundismo ainda mais profundo do que aquele em que estamos a viver.
A patética demonstração disso mesmo está na propagandeada deslocação de Alberto Costa a Angola, onde foi «vender» a «Empresa na Hora» e «Habilus», depois de uma viagem idêntica à América Latina, onde parece que encontrou interessados apenas na Bolívia.
Não é que a «Empresa na Hora» e o «Habilus» não tenham partido de boas ideias, como acontece com quase tudo. Tiveram é péssimas execuções, que destruíram quase tudo o que as ideias tinham de bom.
Não me refiro, no que respeita à primeira, à patética lista de denominações sociais disponíveis, para cuja elaboração, provavelmente os dirigentes do ministério pediram a ajuda dos filhos mais pequenos. Refiro-me, essencialmente, ao absurdo que consiste na imposição de contratos sociais pré-elaborados em que as partes não têm nenhuma hipótese de afirmar a sua vontade.
No que se refere ao segundo – o «Habilus» – trata-se de um sistema onde não é possível consultar quase nada, com excepção das «conclusões em folha em branco» cuidadosamente digitalizadas dia a dia.
Não tenho dúvidas de que uma boa parte dos problemas da justiça se resolverá com o recurso às novas tecnologias. Mas não tenho dúvidas, também, de que esta equipa ministerial é absolutamente incompetente, atentas as provas dadas e as ideias anunciadas para levar avante uma reforma que resolva o essencial dos problemas.
O erro maior das reformas é um autêntico «ovo de Colombo» e reside, essencialmente na duplicação de sistemas.
Antigamente, eu enviava um requerimento ao tribunal e o funcionário colocava o papel no processo e concluía-o ao juiz. Hoje eu envio o mesmo requerimento por correio electrónico e o funcionário é obrigado a imprimi-lo, a lançá-lo no «Habilus» e a colocá-lo no processo.
Quando o juiz despacha, o despacho vai para o funcionário, que o lança no «Habilus» e mo envia por correio (apesar de eu comunicar com o tribunal por correio electrónico).
Isto é, logicamente, um atraso de vida. O trabalho é muito mais – podemos dizer que duplicou - quando podia ser muito menos.
Sem entrar em questões técnicas – aliás há muito inventadas e disponíveis – parece-me acessível a elementar percepção de que, se não queremos andar para trás, se torna indispensável passar, de imediato e urgentemente, para a completa desmaterialização, sob pena de estamos condenados a seguir a doutrina do Dr. Noronha, incendiando todos os tribunais para os libertar do «lixo» acumulado.
As soluções existem e são simples e económicas. Poderíamos falar das ERP’s, nas suas variadas famílias. Mas talvez seja mais facilmente perceptível – e menos exigente – imaginarmos o novo processo como uma espécie de um «blog» em que as partes interagem com o juiz, sem necessidade da maior parte dos actos dos funcionários, com transparência absoluta para os interessados.
Ou passamos para esse estádio, com a maior urgência, ou o sistema ficará completamente bloqueado a breve prazo.
Dramático – verdadeiramente dramático – é que este governo não conseguiu operacionalizar sequer a informatização dos processos de injunção, uma coisa tão simples que se resolveria com uma base de dados apta a, com um simples clique, disparar no próprio dia as notificações e, no termo do prazo, os «exequatur», estes de forma absolutamente automática, sem intervenção humana.
Os serviços jurídicos ocupam uma relevante parcela do mercado, em que não devem minorar-se os direitos dos consumidores, nomeadamente o do acesso a soluções jurídicas rápidas e perfeitas.
Enquanto os cidadãos e as empresas sofrem, estão no desemprego ou no subemprego dezenas de milhares de juristas que poderiam resolver os problemas que se enfrentam na justiça num lapso de tempo relativamente rápido.
Há o prurido de que um juiz tem que passar pelo «aviário dos juízes» - o CEJ. Mas trata-se de um falso prurido, quando o próprio Estado e os próprios magistrados advogam o recurso à arbitragem e a «meios alternativos» que até podem ser promovidos por não juristas.
Não vejo nenhuma razão – e ando nos tribunais há quase trinta anos – para que qualquer jurista não possa ser juiz, após um curto estágio, desde que não se mexa no sistema de recursos em termos de redução da possibilidade de recurso.
O que não pode continuar é a existência de juízes com doze mil processos, porque nenhum juiz consegue acompanhar, razoavelmente, mais de quinhentos. Por cada juiz com doze mil processos têm que ser admitidos, no mínimo, vinte e três, sob pena de terem que se incendiar os tribunais, para salva a reduzida honra da justiça.
Nem se diga que isso é impossível, porque importaria enormes encargos para o Estado.
Trata-se de um rotunda mentira a vários títulos.
Em primeiro lugar porque, se se aplicarem a justiça critérios de controlo da produtividade comuns na generalidade dos serviços (time-sheet por diligência, controlo automático de prazos, prémios de produtividade e sanções para a baixa produtividade) os tribunais, com os preços que praticam hoje, serão altamente lucrativos.
Em segundo lugar porque o mais elementar bom senso obriga a que se encare a justiça como um qualquer serviço e se estabeleça um sistema de contratação dos novos juízes que, sem afectar a sua independência, não os vincule senão temporariamente ao Estado.
No ponto em que as coisas estão não é claro que uma reforma como a que preconizamos venha a ter o apoio dos advogados através da organização corporativa que fala por eles e que os estrangula num colete de forças contrário às regras da União.
A advocacia é, talvez, a área dos serviços mais blindada por relação às regras da concorrência.
Uma reforma profunda do funcionamento do sistema judiciário, que o pusesse a funcionar em termos normais, seria um factor perturbador da concorrência podre em que vivemos e que assenta boa parte dos seus interesses na manutenção da ineficácia, que se faz render como valor.
Uma reforma profunda do sistema judiciário deixaria completamente a nu muitos dos que só sobrevivem com este ritmo – e que dele sabem tirar rendimento – abrindo as portas a milhares de jovens que estão sedentos por trabalho e dispostos a trabalhar as horas que forem precisas para recuperar o tempo perdido.
O maior problema do mercado jurídico nos tempos que vão correndo está em que, com a paralisação dos tribunais, os jovens advogados, como aquele taxista que em dias de chuva me leva a casa, são obrigados a constatar diariamente que, como dizia Thomas Robert Malthus, «não há mais talheres na mesa da natureza». "
Miguel Reis
Lisboa, 26 de Outubro de 2006
MAU PRESSÁGIO PARA SÉGOLÈNE
volta estória do "auricular"
A rapaziada de Kerry tinha inventado a coisa contra Bush, numa altura de desespero. Tendo já perdido os recontros com o candidato republicano (diga-se, em abono da verdade, por exclusiva responsabilidade deles mesmos...), os rapazes de Kerry tentaram justificar a derrota com a estória de que Bush teria um auricular em ligação directa com Karl Rove que lhe sopraria as respostas com que arrasou Kerry... Foi mais um disparate dos muitos da campanha Kerry e Bush ganhou à vontade. A estória renasce agora em França com Sarkozy a ser acusado de estar na televisão também com um auricular por onde receberia a "voz de deus"... Só falta Karl Rove para o remake ser total. Há, porém, um grave problema de timing. Se a turma de Kerry avançou com este alibi na parte final da campanha, Sarkozy vê a coisa saltar-lhe ao caminho logo no início da campanha... Mau presságio para Ségolène.
O Libération conta hoje a estória assim:
" Allons bon. Voilà que lors de l'émission J'ai une question à vous poser , lundi dernier sur TF1, Nicolas Sarkozy aurait été équipé d'une oreillette ! Et qu'au bout du fil, une voix amie lui soufflait les réponses. C'est la théorie née en fin de semaine passée sur Internet. Une vidéo diffusée sur le site DailyMotion montre l'entrée de Sarkozy sur le plateau de TF1 : il passe devant la caméra et, derrière sa portugaise gauche, on voit ce qui ressemble fort à une oreillette. Aussitôt, une autre vidéo dénonce une «calomnie» : ce serait un effet d'optique. Contactés par Libération, TF1 et Franck Louvrier, chargé de la communication de Sarkozy, démentent de concert. De plus, les oreillettes que portent aujourd'hui les animateurs de télé ressemblent plus à une boule Quies logée dans le conduit auditif. A noter qu'en 2004, lors d'un débat Bush-Kerry, George W. fut, lui aussi, accusé d'être équipé d'une oreillette. Un classique de présidentielle ? "
mr. albert cossery

Mais do que a literatura (soberba), o que sempre (desde que o descobri) me fascinou em Mr. Cossery é aquele banquinho do Jardim do Luxembourg, a que todos os habitués lhe reconhecem o direito...

CIVILIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO
E INTELIGÊNCIA ECONÓMICA
«Au seuil du troisième millénaire, prend son essor une forme nouvelle de guerre, cohérente avec la civilisation de l'information qui émerge. C'est l' "infowar" ou guerre de l'information.
Certes, à travers les siècles on a toujours cherché à s'informer (le plus vieux métier du monde !) mais l'irruption des Nouvelles Technologies de l'Information et de la communication ou NTIC accélère le rythme et l'ampleur du phénomène au point que la matière première de l'activité humaine, c'est aujourd'hui l'information.
Elle conditionne désormais le succès à tous les niveaux : les Etats développent leurs systèmes officiels et occultes de renseignent ; les Régions et les entreprises organisent leurs dispositifs d'intelligence économique et stratégique ou IES.
Il s'agit de « savoir avant l'autre, d'empêcher l'autre de savoir et, en tout temps, fournir obligeamment à l'adversaire un matériau informationnel pollué » afin qu'il prenne la bonne décision… bonne pour vous, évidemment!
C'est alors qu'intervient la paranoïa – justement alléguée par Franck Boulot et Didier Violle – et qui peut frapper tout chasseur d'information ne dominant pas son sujet. En ce cas, on devient facilement méfiant, prompt à porter des jugements erronés ou à se prendre pour le roi de l'univers, car on nourrit l'illusion d'appartenir au club restreint des initiés, ceux qui peuvent « passer de l'autre coté du miroir». (do prefácio a « La Guerre de l'information ou l'éloge de la paranoïa »)
Por isso mesmo é que a Inteligência Económica e/ou Estratégica é o saber específico (e, portanto, imprescindível) desta época em que a informação se tornou a principal matéria prima. Se é económica ou estratégica só depende do ponto de observação e trabalho do agente humano, determinado pelos objectivos.
Roman Abramovitch Perde
o Campeonato dos Oligarkas
Uma história de grande calibre sobre Abramovitch , no Le Point desta semana. De leitura imperdível. Fundamental para começar a vislumbrar a realidade da URSS, perdão da Rússia, de Putine...
" Abramovitch - Le secret du milliardaire russe
Roman Abramovitch n'a que 40 ans mais il possède déjà un trésor de 18 milliards de dollars. Le destin exceptionnel de cet orphelin intrigue."
(Clicar no link acima para ler toda a história do Le Point)
Como por acaso, mas como dizia a minha avó Luzia, "o acaso, filho, faz muito bem as coisas", na 18H.Com de hoje, a notícia de que Abramovitch já não é o mais rico dos oligarkas russos... Foi ultrapassado por Deripaska, o oligarka do alumínio!
| " Fortunes russes : Deripaska détrône Abramovitch |
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Roman Abramovitch n'est plus le Russe le plus riche du monde. Le propriétaire du club de Chelsea a été détrôné par un autre oligarque, Oleg Deripaska, le patron du groupe d'aluminium Rusal. Ce dernier détient environ 21,2 milliards de dollars. Soit 200 millions de plus que Roman Abramovitch, qui figurait en tête du classement ces trois dernières années. A noter que la fortune des dix premiers de la liste s'est gonflée de 53% en un an selon l'hebdomadaire Finans. " |
TEORIA DA CONSPIRAÇÃO
no "Público"
Aparecido hoje nas bancas com um belo lifting, o Público de José Manuel Fernandes traz uma estranha novidade: o segundo caderno do jornal assumiu o curioso título de P2 ... Bizarro! Só faltava agora que a "Pública" aparecesse no domingo com o nome "Gládio"... Oh, Zé Manel, francamente! E depois ainda há quem diga que se vê por todo o lado casos da teoria da conspiração!
Recomendação aos "públicos": para a próxima, antes de darem nome ao quer que seja, vão ao Google e façam uma pesquisa. Nem precisam de motores de busca muito específicos, o Google bastar-lhes-à...
"Martin Luther King Heroes Award 2007" atribuído a Ayaan Hirsi Ali
O prémio Martin Luther King Heroes Award 2007, da organização anti-racista CORE (USA), foi atribuído a Ayaan Hirsi Ali.
A ex-deputada holandesa, refugiada nos Estados Unidos, pronunciou, na altura, um discurso de aqui registamos alguns extractos:
«Se me sinto inspirada pelo sonho de Martin Luther King Jr. é porque este sonho, que também é o meu, teve a possibilidade de nascer numa cultura que soube colocar as mulheres em primeiro lugar, descartando o mito da igualdade entre culturas.
Os seres humanos são iguais, as culturas não.
* Uma cultura que celebra a feminilidade não é equivalente a uma cultura que tritura as partes genitais das raparigas.
* Uma cultura que têm a porta aberta para deixar passar as mulheres não é equivalente a uma cultura que as confina atrás de muros e véus.
* Uma cultura que gasta milhões para salvar a vida de uma miúda não é equivalente a uma cultura em que a primeira preocupação consiste em favorecer o aborto massivo quando se conhece através da ecografia que se trata de uma rapariga e que, como tal, não será bem-vinda.
*Uma cultura em que os tribunais punem um homem casado que força a mulher a ter relações sexuais não pode ser equivalente a uma cultura em que os tribunais decretam que uma jovem pode ser violada por ter dirigido a palavra a um rapaz com um estatuto social pretensamente superior.
* Uma cultura que encoraja os encontros amorosos entre jovens não é equivalente a uma cultura que apedreja uma rapariga apaixonada.
* Uma cultura para a qual a monogamia é um ideal não é igual a uma cultura que permite ao homem ter legalmente quatro mulheres à sua disposição.
* Uma cultura que protege os direitos da mulher com a lei não é equivalente a uma cultura que denega à mulher o direito de ter uma pensão alimentar e lhe concede somente a metade da sua herança.
* Uma cultura que insiste para que uma mulher tenha um lugar no seio do Supremo Tribunal não é equivalente a uma cultura que declara que o testemunho de uma mulher vale metade do testemunho de um homem.»
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Sobre a mesma problemática, vale a pena ver:
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The Organization for Emancipation of Women
POLÍTICA EXTERNA DA CHINA
algumas notícias recentes
(para ler basta clicar nos links)
Hu Cancels Mozambique Debt
Another inconvenient truth about China, whose rise, contrary to fawning Western opinion, is anything but peaceful: the country is poisoning the planet and has no intention of stopping.
China takes global warming seriously, alright--as a development issue.
Translation: it's up to the developed nations, which bear the historic responsibility for human-caused climate change, to fix the problem. Developing nations, led by booming China, can't let anything get in the way of their long awaited ascent. (...)
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China is practicing a form of low-intensity "Unrestricted Warfare" against the United States, as shown by its alarming anti-satellite test of January 11.
Unrestricted Warfare is the English title of an influential 1999 book on military strategy authored by two Colonels in the People's Liberation Army, Qiao Liang and Wang Xiangsui. The book argues that countries can defeat technologically superior foes through deployment of an unlimited array of unconventional means rather than through direct military confrontation. Methods include terrorism--the book predicted the use of hijacked airplanes as flying bombs--propaganda, international law, or "lawfare," and information warfare.
"To cripple or destroy the enemy's information system would drastically degrade the enemy's combat capabilities by making it blind, deaf or paralyzed," the authors assert.
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The Marxist Internet Archive, an onscure online community that publishes and organizes a Marxist library, suspects China of launching hundreds of "denial of service attacks" against the group's computers in order to stop if from making Chinese-language Marxist texts available to the public.
If China is in fact behind the attacks, the extreme sensitivity would seem to speak volumes about official fears and concerns.
As Marx himself might have said, a specter is haunting China. ".
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Le gouvernement américain a annoncé vendredi qu'il engageait une procédure contre la Chine devant l'Organisation mondiale du Commerce (OMC) pour l'octroi de "subventions illégales" à son industrie. la suite
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SOBRE O JOGO DUPLO DA CHINA
NO CASO DA COREIA DO NORTE
"US Analysts See Strained Chinese-NK Ties
Is China embarrassed by North Korea? Is Beijing at last ready to pressure Pyongyang to end its nuclear arms program? Is the rogue state serious about trading nuclear disarmament for mountains of economic aid and diplomatic recognition?
Amid reports and hopes of a possible breakthrough in Beijing at the beginning of a new round of six-way North Korean nuclear disarmament talks, the Voice of America has published an in-depth analysis of the Chinese position that addresses the above questions. While we remain skeptical of North Korean--and Chinese--intentions, we believe the article deserves wider distribution, especially in China, where VOA is inaccessible.
One highlight: the difference between Chinese perceptions of "pressure" and "influence."
VOA Senior Correspondent Andre de Nesnera contributed the analysis, which appears below.
The conventional wisdom is that China is North Korea's staunchest ally and its greatest source of support in the international community.
Economically, Beijing is Pyongyang's major supplier of food and energy. Roughly 80 percent of consumer goods found in North Korea are made in China. Politically, for the past several years, China has been the host of the six-party talks bringing together, in addition to Beijing, the United States, Russia, Japan, South Korea and North Korea. The aim of these negotiations is to persuade Pyongyang to eliminate its nuclear weapons capabilities.
Jim Walsh, a security studies expert at the Massachusetts Institute of Technology, says China's role is crucial.
"They are the country closest to North Korea politically and otherwise, in terms of an ally in these talks," he says, "and frankly, the North Koreans need an ally. The North Koreans aren't going to agree to opening up their country to inspections or putting themselves at risk unless they've got someone to watch their back--and that's the role of the Chinese. The Chinese are both convener of these meetings and also gentle encourager --sometimes more gentle, sometimes less gentle encourager--of North Korea to make progress."
Experts say that despite North Korea's close political, economic and historical ties with China, Pyongyang has attempted to show some independence from Beijing.
"China has been embarrassed, just in the last year, by the North Koreans," asserts Daryl Kimball, executive director of the Arms Control Association, a national US group. "North Korea conducted missile tests in July 2006 in defiance of the Chinese, just days after a high-level visit from a Chinese diplomat to North Korea. North Korea conducted this October a [nuclear] test explosion in defiance of China's publicly stated wishes for it not to do so. So, China's influence is strong, but it does appear to have its limits."
Kimball says there is a lot of debate as to how much pressure China can exert on North Korea.
Walsh agrees--and disagrees. He says Beijing has a different view of what constitutes "pressure."
"When the US talks about pressure, it talks about cutting off fuel oil or economic sanctions, that sort of thing," says the MIT researcher. "The Chinese emphasize political pressure, not economic pressure. And they don't even use the word 'pressure', they say 'influence.'"
Pyongyang's missile launches last July prompted China to vote for a United Nations resolution condemning the tests. But China agreed to the text only after an original draft was watered down.
Bruce Bennett, a senior defense analyst at the RAND Corporation, says both China and South Korea are in a difficult position, because they fear that putting too much pressure on North Korea would destabilize the region.
Says Bennett: "If the regime suddenly collapsed in North Korea, you would have a horrendous situation for both China and South Korea , and so both governments are very reluctant to put too much pressure on North Korea, fearing a mass of refugees, a collapsed economic system, a military that's out of control and so forth. So at this stage, China is doing some things in trying to put a little of pressure on, but they are afraid that if they go too far, they could wind up with an incredible mess that they don't want to have to deal with."
Analysts agree China has some leverage, especially in the economic sphere. But they also say the Chinese leadership must figure out how much pressure it can exert and how far it can go before it triggers instability in North Korea and, potentially, an even greater crisis.
# posted by Confidential Reporter @ 11:43 AM
O PACTO DE SÉGOLÈNE
ou a vitória dos elefantes
Informa a AFP que " Le "pacte présidentiel" qu'a présenté Ségolène Royal dimanche lors d'un rassemblement à Villepinte comporte "100 propositions pour que la France retrouve une ambition partagée, la fierté et la fraternité". Ségolène Royal a affirmé dimanche à Villepinte qu'elle voulait "construire une France qui se ressemble et qui se rassemble", au travers d'un "pacte d'honneur et de confiance, d'un pacte présidentiel".
(...) Le SMIC sera porté à 1.500 euros "le plus tôt possible dans la législature" en cas de victoire de la gauche à la présidentielle, selon le "pacte présidentiel" de la candidate socialiste Ségolène Royal rendu public dimanche.
Cette formulation reprend celle du projet du Parti socialiste adopté en juin dernier.
D'autre part, "afin de tirer vers le haut tous les salaires, une conférence nationale sur les salaires, les revenus et la croissance réunissant les partenaires sociaux sera organisée dès 2007", indique aussi ce pacte, qui précise que cette conférence sera annuelle. 
Le projet socialiste prévoyait d'organiser une telle conférence mais ne fixait pas de date.
"Les petites retraites" seront "augmentées de 5%", et le minimum vieillesse sera versé mensuellement, "le paiement des retraites de la Sécurité sociale sera rétabli au premier jour de chaque mois", indique encore le pacte.
Par ailleurs, Ségolène Royal propose de "réviser la carte scolaire pour supprimer les ghettos scolaires" et "assurer la mixité sociale".
Un peu plus tôt, le premier secrétaire du PS François Hollande a affirmé que la campagne présidentielle "s'engage vraiment aujourd'hui", en soulignant que le pays attend "un affrontement clair entre la gauche et la droite".
Dans un discours très offensif lors du rassemblement du PS à Villepinte avant que Ségolène Royal ne dévoile son programme, François Hollande a expliqué que le 6 mai (date du second tour de la présidentielle), la France aurait "à choisir entre la continuité et le changement".

"Le pays veut un choix et réclame une élection digne de son passé, un affrontement clair entre la gauche et la droite", a-t-il dit en affirmant que la gauche se trouvait "en face d'une droite dure qui veut en finir avec le modèle social français".
Pronostiquant une campagne "rude", il a invité ses partisans à "lutter contre toutes les peurs, l'immigration, l'étranger, le laxisme, l'insécurité" qu'utilisera la droite. La droite, a-t-il dit, "se battra pour ne rien lâcher, pour ne rien faire".
Quer dizer, Ségolène rendeu-se aos elefantes que tinha derrotado na corrida... Os temas que aqui aparecem são a velha lenga-lenga dos elefantes do velho PS. Nada do que tinha feito a felicidade da ´campanha da candidata a candidata resta. Nenhum dos temas que tinha mobilizado o eleitorado sobreviveu. Uma vitória total do velho PS que é também o canto do cisne dos elefantes pois, muito dificilmente qualquer um deles - DSK, Jospin, Emanuelli, Fabius... - poderá voltar a encarar uma candidatura presidencial. Não têm mais tempo para isso, perderam o timing, a idade não perdoa (no sistema político francês)... Lamento, sinceramente, por Ségolène e pela esquerda democrática francesa que perde mais uma oportunidade histórica de se refrescar e actualizar.
Estas eleições parecem o mundo às avessas. Chirac, a sua família e seus capos querem a qualquer preço que perca Sarkozy, esse perturbador do velho sistema chiraquiano. Mesmo que, para derrotar Sarkozy, tenham de dar uma mãozinha à vitória de Ségolène... No PS, os elefantes derrotados, não podem admitir a ideia de que Ségo ganhe. Eles precisam da sua derrota para demonstrar que ela foi um erro de casting e que um deles poderia derrotar Sarkozy... É claro que para isso precisam que Ségo perca e que, portanto, ganhe... Sarkozy! Mesmo se fôr preciso dar-lhe uma mãozinha, por exemplo, impondo a Ségo um programa eleitoral patético... como agora conseguiram!
Mais que razão tinha o velho Winston: "o adversário está à nossa frente, o inimigo senta-se connosco!"
DO TERRORISMO
notícias recentes
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Saudi "Terror Finance" Arrests: Still More Questions Than Answers (updated)
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Afghanistan: le bras de fer se poursuit à Musa Qala, désertée par ses habitants
More on Yasin al-Qadi's Connections to Turkey's Prime Minister
London warning: A new step in Jihad Terror
A New Look at Wahhabism in Saudi Arabia
Arrest in Spain of Alleged Key GSPC-Al Qaeda Terrorist
«The Covenant of the Supreme Council of Jihad Groups
Editorial: Iranian Fuhrer's Threat to Attack US Confirms Need to End Nuclear-Mad Mullahocracy
" Le président iranien Mahmoud Ahmadinejad devant un portrait de l'ayatollah Ali Khamenei, à Téhéran le 11 février 2007
© AFP, le 11-02-2007
" Le président Mahmoud Ahmadinejad a réaffirmé dimanche que l'Iran ne suspendrait pas ses activités d'enrichissement d'uranium comme exigé par les grandes puissances, tout en se disant prêt à négocier et en reportant à plus tard l'annonce de "progrès" dans son programme nucléaire."
Como nota, no "Tugir", CMC sobre o homem que nada PESCa: "O encontro entre o responsável pelo dossier nuclear iraniano, Ali Larijani, e o alto representante da União Europeia para a Política Externa, Javier Solana, sobre a questão do programa nuclear de Teerão terminou sem qualquer acordo. Solana disse que apesar da falta de um consenso, o encontro com o responsável iraniano foi "bom".
Como de costume, o senhor PESC gosta dos encontros que realiza, apesar das reuniões não apresentarem qualquer pista de saída, quanto mais uma conclusão.
A conversa só pode ter sido "boa" para ele, pois a situação de instabilidade regional e mundial com o desenvolvimento do projecto nuclear iraniano não sofreu qualquer revés.
Há meses que há reuniões e há meses que nada muda."
MONSIEUR ALBERT COSSERY
Até hoje, a Marie-Pierre e a Isabel J. tinham sido as únicas pessoas, em Lisboa, com quem havia falado de Mr. Cossery. Não conhecia eu mais ninguém que apreciasse esta imensa personagem da literatura contemporânea. E, claro, não se pode andar pela cidade a perguntar a toda a gente "conhece o senhor Cossery?"... Hoje, de repente, tropeço, no "Macroscópio", com uma citação de Cossery, acompanhada de fotografia, num post do Rui Paula de Matos. Registe-se.
" O exemplo de Albert Cossery

Nunca desejei ter um belo carro ou qualquer outra coisa a não ser eu mesmo. Posso ir para a rua com as mãos nos bolsos e sinto-me um príncipe.
Albert Cossery
AS GRANDES TRAPALHADAS
DE ANA GOMES E AMIGOS...
“ O jornalista e a Intelligence lusa: os enteados do quarteto da desgraça
Alguns jornalistas que pululam na polis são uns verdadeiros acrobatas, são piores do que zebras encavalitadas em girafas, julgando assim que alcançam o horizonte e o zenite das relações internacionais contemporâneas cavalgando ondas alheias (e até anti-patrióticas), como por vezes faz o surfista quando pretende tubar a onda, e não acabar submergido pelas circunstâncias. Creio que é o que hoje se passa com alguns desses muito pontuais jornalistas que de realpolitik sabem "zero". São esses os novos perigos das democracias que, consabidamente, têm o ventre mole e acolhem muitas salamandras. E quando estas campanhas de intoxicação são concertadas por alguma diplomacia obtusa e vingativa por motivações pessoais, políticas e partidárias, que é o que anima Ana Gomes nesta sua cruzada balofa contra o Estado português e os seus agentes no poder legitimados pelo povo, a coisa pode ainda assumir contornos mais problemáticos.
Decorre daqui que os serviços secretos portugueses são os que temos, mas não podemos contribuir para os penalizar ou amputar a sua acção de prevenção ou de repressão com campanhas sujas nos media ou mesmo junto de órgãos de fiscalização do aparelho de Estado. Eles são essenciais ao Estado, mormente hoje em que a globalização competitiva multifacetou a paleta das ameaças, dos riscos e dos perigos a que o terrorismo errático e desterritorializado veio dar corpo. É por esta razão que a Intelligence lusa deverá ser acarinhada, apoiada e melhor equipada - em meios, estratégias e numa clarificação legal que, por hora, a emperra mais do que a motoriza.
Já bem basta saber que os serviços secretos nacionais estão assombrados pelo fantasma do passado, têm hoje escassos meios e são manipulados/instrumentalizados pelos vários governos que têm estado no poder desde o 25 de Abril. Têm ainda de lidar com o desprezo e ódio dos cidadãos que os confundem com a PIDE/DGS e com a censura pidesca de meio século de ditadura salazarista, coabitam com a animosidade dos instrumentos e demais órgãos de Estado (com quem colaboram de forma problemática e conflituosa), recebem a indiferença do empresariado, assumem o fardo da pesada memória e a extrema dificuldade em coordenar informações, meios e estratégias com as demais forças de segurança do Estado - que lhes emperra as investigações e atravanca os bons resultados a que pretendem chegar.
Eis o passivo político dos serviços secretos portugueses, hoje agrilhoados por estas condições estruturais que impede o seu natural crescimento, modernização e desenvolvimento.
Como se estas dificuldades estruturais não fossem já de monta, ainda conhecemos hoje uma diplomata de carreira (amiga de Ferro Rodrigues entretanto desterrado para a OCDE pelas razões conhecidas), por sinal (paradoxal) Eurodeputada pelas listas do PS, que hoje tenta, por todos os meios ao seu alcance, descredibilizar o Estado português em matéria de informações sensíveis (que deveriam ficar nos arcana imperii e não jogados na praça pública em peixeiradas lamentáveis), porque é de terroristas que se trata e não de benfeitores, e fazer cair Luís Amado (MNE), subtrair popularidade ao PM, José Sócrates e, com isso, vulnerabilizar o território, os bens e as pessoas do nosso País.
Tudo em nome duma vendetta privada com puras motivações politico-pessoais, embora ocultadas sob o vested interest da busca da verdade, das convenções de guerra e da defesa dos direitos humanos, que a srª Ana alimenta desde que Sócrates conquistou o poder com maioria absoluta.
Veremos quem mais, além da eurodeputada do PS, a quem já deveria ter sido retirada toda a confiança política, se predispõe hoje a brincar ao lego político dos espiões e dos contra-espiões fragilizando assim a posição estratégica do Estado português e dos seus interesses vitais permanentes - que herdou um problema grave ao tempo de Durão Barroso e da Cimeira dos Azores (que mediou e legitmou a guerra ao Iraque) pelo desmiolado G.w.Bush.
Veremos de quem (mai$) se trata... Este espaço de análise e muitos outros estarão atentos aos demónios que se irão abater na cidade...
PAISAGEM...

...à moda do Rui ou coisas com vida na "Vida das Coisas"
JUST THAT...

O Presidente Cavaco e a oportunidade perdida
O Presidente Cavaco Silva, em declarações na Academia Portuguesa de Medicina, apontou e chamou a atenção do Governo para a "necessidade de legislação e procedimentos administrativos claros, não só sobre o tabagismo, mas no combate ao consumo excessivo de álcool, obesidade e estilos de vidas sedentários."
Será que o Presidente se inspira nas posições políticas de Adolf Hitler, postas em prática durante o seu III Reich, ou foi tudo mera coincidência? Não sei, porém, qual das hipóteses é a pior... Só espero que José Sócrates não viva nos anos trinta alemães e, portanto, se abstenha de dar seguimento a este absoluto disparate, tão perigoso como, aparentemente, bem intencionado.
Além de praticar tudo o que Cavaco explicitamente refere, Hitler também abominava a carne e praticava uma rigorosa alimentação vegetariana, que impunha, de resto, a quem partilhasse a sua mesa. Será que este cardápio cavaquiano também inclui uma rigorosa alimentação vegetariana...? E depois queixem-se de VPV lhes chamar malucos... "Não ocorreu com certeza a nenhum homem público do Ocidente, em nenhuma época e em nenhum sítio, uma ideia deste inexplicável teor."
Como nota o "Diplomata" "nesta frase existem duas ideias que combinadas são potencialmente perturbadoras: "Necessidade de legislar" e "estilos de vidas". "
O Presidente, garantimos nós, perdeu uma magnífica oportunidade de estar calado...
ERRO DE PERSPECTIVA...

Mas para que olha o "botas"...? Mas que lhe mostra ela...? É uma exibicionista ou trata-se de uma cena de assédio sexual, uma introdução aos ballets rose? Será esta a "modista" que arranjava as meninas para os "senhores"? Ou é apenas uma cena de contraponto, para as câmaras, aos Ballets blue do "chefe dos enrabadores"...? Provavelmente, é apenas um erro de perspectiva.. Do fotógrafo e também desse regime fedorento, hipócrita e ruralento..
O LOBBY NO CONGRESSO

" Congress Finds Ways to Avoid Lobbyist Limits
By DAVID D. KIRKPATRICK
Lawmakers continue to invite corporate lobbyists to help pay for fund-raisers that look a lot like the ones that Congress just barred lobbyists from sponsoring. " Continua AQUI
INFORMAÇÃO, COMUNICAÇÃO
E INTELIGÊNCIA ECONÓMICA
uma leitura muito interessante
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Recto Verso
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La Guerre de l'information ou l'éloge de la paranoïa
Plus de 500 faits réels pour apprendre à maîtriser l’information
par Franck Boulot & Didier Violle
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Notre avis :
Aujourd’hui, l’information est sans conteste le nerf de la guerre économique et par là même une clé du pouvoir économico-politique. A travers une réflexion sur ce qu’est le renseignement et de quelles manières il peut être obtenu, Franck Boulot et Didier Violle élaborent un ouvrage à la fois didactique et agréable à lire. Chacun trouvera là un outil de compréhension pratique, illustré d’une multitude d’exemples, qui devrait permettre de mieux gérer notre rapport à l’information et ainsi, peut-être, d’éviter des dérives.
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Résumé :
Notre époque est celle de la mondialisation, de la guerre économique à outrance, mais aussi celle de l’information : de plus en plus, les médias semblent conditionner de multiples domaines et nous assistons au développement d’une frénésie de savoir qui engendre parallèlement un phénomène de paranoïa. Or pour les auteurs de cet ouvrage, il est tout à fait certain que « trop d’information tue l’information » et ils se proposent donc, à travers cet essai, de nous amener à mieux comprendre et gérer l’information, en s’attachant notamment aux ficelles de ce fait de société, c’est-à-dire la collecte des renseignements.
[ lire les premières pages ]

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INTELIGÊNCIA ECONÓMICA
marroquinos criam associação
" Une Association marocaine d'intelligence économique
"Des acteurs appartenant aux secteurs privé et public viennent de créer l'Association marocaine d'intelligence économique (AMIE).
La nouvelle association se fixe comme objectif « d'être un cercle de réflexion et un levier d'impulsion à la disposition de toutes les organisations (entreprises, administrations et associations professionnelles...) pour les informer, les accompagner et les assister en matière d'intelligence économique ».
Parmi les noms des fondateurs de cette association figurent : Driss Alaoui Mdaghri (Président), Larbi Belarbi (secrétaire général), Driss Guerraoui, Mohamed Ourdedine, Fouad Chraibi, Mohamed Benabid, Mohamed Benjelloun, Abderrafie Hanouf, Tawfik Mouline, Karim Moustaghfir, Saad Salhi, Rachid Slimi... Et bien d'autres.
La première grande activité publique de l'association sera l'organisation d'un colloque international sur l'intelligence économique. Il est programmé pour le mois de mars prochain (à Casablanca) et portera sur le thème de « l'intelligence territoriale » qui verra la participation de décideurs et d'experts locaux et internationaux."
Source

. Chine
- La conquête africaine

LUTA DA RAZÃO CONTRA AS TREVAS
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« Du procès de «Charlie» à celui de l'intégrisme

Philippe Val, au tribunal mercredi. REUTERS
Comment les associations accusatrices se sont retrouvées, au fur et à mesure du procès, dans la positions d'«accusées». La procureure a requis la relaxe.
Par Christophe BOLTANSKI, Didier ARNAUD, Renaud LECADRE

Mercredi, 9 heures Comme dans une pièce de Shakespeare, le procès intenté à Charlie Hebdo débute par un intermède comique. Avant d'aborder le fond de l'affaire, il s'agit d'examiner la recevabilité des plaintes déposées par des «clowns», comme les appelle un avocat, de ces «habitués des tribunaux» qui engagent des procédures par jeu ou désir de publicité. Germain Gaiffe est l'un d'eux. Il s'extrait régulièrement de la maison d'arrêt où il purge une peine de trente ans de réclusion en se constituant partie civile. Presque un personnage de Charlie avec son physique à la professeur Choron. Il déclare parler au nom de ses compagnons détenus choqués par des caricatures qu'ils n'ont jamais vues, l'hebdomadaire satirique n'étant pas consultable en prison.
A 10 heures, commence l'interrogatoire de Philippe Val, directeur de Charlie Hebdo. Ses dessinateurs, Cabu, Tignous, Riss, Catherine, etc., se tiennent en embuscade avec leurs crayons. Ses avocats ont mobilisé une armée de témoins prestigieux. Bien décidé à transformer ce procès en un combat de la Raison contre les Ténèbres, le prévenu se fait accusateur. Il invoque Spinoza, Descartes. En reproduisant ces illustrations, il voulait manifester sa «solidarité» avec le directeur de France Soir, qui venait d'être limogé pour avoir commis ce même pêché, mais aussi lutter contre l'intégrisme. «L'islam politique est pour moi quelque chose qui doit être critiqué.» Si les caricatures «avaient été porteuses de la moindre idée raciste, nous ne les aurions pas publiées». Et il s'énerve contre Salah Djemai, avocat de la Ligue islamique mondiale, bras armé de l'Arabie Saoudite, qui l'accuse d'avoir soufflé sur la braise : «Le feu, il a pris depuis bien longtemps», s'exclame-t-il, citant les attentats du 11 Septembre, Bali, Madrid, Londres.
11 h 15 Lhaj Thami Breze, président de l'Union des organisations islamiques (UOIF), ne fait qu'une lecture du dessin représentant Mahomet coiffé d'une bombe : «C'est que le Prophète enseigne le terrorisme à tous les musulmans.» «Est-ce que ça vous choque lorsque Ben Laden ou Zawahiri invoquent l'action du Prophète pour justifier le terrorisme ?» lui demande Me Kiejman . Puis, Lhaj Thami Breze se tourne vers le directeur de Charlie : «Monsieur Val, vous nous avez agressés. On ne fait pas des procès tous les jours, mais vous avez agressé les musulmans. Nous ne condamnons pas la liberté d'expression, mais ses dérapages.»
11 h 30 Le philosophe et poète franco-tunisien AbdelWahab Meddeb dit avoir ri aux éclats en voyant la une de Charlie : un dessin de Cabu montrant un Prophète «débordé par les intégristes» qui se lamente : «C'est dur d'être aimé par des cons.» «Cela correspond très exactement à ma pensée», lâche ce penseur, qui s'efforce de restituer à l'islam sa «polyphonie» ancestrale. En revanche, il avoue trouver «problématique» la caricature du turban et de la bombe. «Est-elle outrageante ?» lui demande Me Kiejman. «Franchement, elle peut l'être pour certains.» Cette image renvoie, selon lui, à une vieille représentation chrétienne d'un Prophète «belliqueux et concupiscent». «C'est une histoire millénaire, rappelle-t-il. L'Europe a été construite sur un principe islamophobe. Mais est-ce que vous allez censurer la Divine Comédie de Dante où l'islamophobie est flagrante ?»
Midi Georges Kiejman, défenseur du journal, prend un malin plaisir à lire une lettre qu'il vient de recevoir : «Je tiens à apporter clairement mon soutien à votre journal, qui exprime une vieille tradition française, celle de la satire. [...]Je puis tout à fait comprendre que certains dessins incriminés aient pu heurter les convictions religieuses de certains de nos concitoyens musulmans, [...] pour autant, je préfère l'excès de caricature à l'absence de caricature.» L'avocat, ex-ministre de Mitterrand, conclut d'une voix triomphale : «C'est signé Nicolas Sarkozy.»
12 h 30 Face à la douzaine d'intellectuels, de journalistes, de politiques mobilisés par Charlie, la partie civile, en l'occurrence la Ligue islamique mondiale, ne cite qu'un témoin. Le père Michel Lelong, prêtre catholique : «Je trouve regrettable qu'un journal a cru bon de rallumer cette querelle», déclare ce vieux routier des amitiés franco-arabes. Mauvaise pioche. L'homme a soutenu par le passé Garaudy, négationniste, ainsi qu'Al-Manar, la télévision du Hezbollah interdite par le CSA à cause d'un programme antisémite.
14 h 15 Fleming Rose, le rédacteur en chef des pages culturelles du Jyllands-Posten , raconte comment toute l'affaire a débuté. C'est lui qui a commandé ces dessins de Mahomet. Il présente son quotidien comme de «centre droit» et le compare «au Figaro». Aucun illustrateur ne voulait participer à un livre sur le Prophète «par peur de connaître le sort de Theo Van Gogh», assassiné en Hollande «après avoir fait un film sur les femmes en islam». Le journaliste danois rappelle que les plaintes déposées au Danemark par onze associations musulmanes ont toutes été déboutées.
16 heures après Sarkozy, François Hollande est le deuxième homme politique à voler au secours de Charlie Hebdo . «La République indivisible n'a pas fait ce qu'elle devait faire par rapport à la pratique musulmane, reconnaît-il, mais on ne peut pas au nom d'une frustration légitime mettre en cause la liberté d'expression. Ce serait un comble que ce soit à Charlie Hebdo de réparer les défaillances de l'Etat . »
17 h 50 la féministe Elisabeth Badinter va plus loin : «Si Charlie Hebdo est condamné, c'est le silence qui s'abattra sur nous [...], parce qu'on aura peur. Si la justice ne nous aide pas à pouvoir parler, c'est très grave.»
18 heures Denis Jeambar, ex-directeur de l'Express, réserve de son côté une surprise : «J'avais pris la décision de publier ces caricatures [...]. En février 2006, un mardi soir, vers 21 h 40, j'ai été contacté par un actionnaire. Il m'a demandé : "Allez-vous publier les caricatures ?" Je lui ai répondu : "Naturellement." "Il faut arrêter tout ça", m'a-t-il dit. Je lui ai indiqué qu'il aurait à en assumer les conséquences : ma démission et les pertes entraînées par la non-parution du journal.» Un avocat lui demande l'identité de cet actionnaire. Réponse : «M. Serge Dassault.»
JEUDI 14 heures Une clameur s'élève à l'extérieur de la 17e chambre. Philippe Val fait son entrée sous les applaudissements de la foule massée dans le hall du palais de Justice. «Sarko ! Sarko !» lui lancent quelques musulmans en référence à son nouvel allié. «Je suis institutrice à Clichy-sous-Bois. Je vis au coeur des problèmes», déclare l'air entendu une femme venue «soutenir Charlie Hebdo » . «Et la liberté d'expression» , s'empresse-t-elle d'ajouter. Sa voisine, voilée et fonctionnaire, dit défendre les «valeurs républicaines, mais comment voulez-vous que j'accepte le messager de Dieu avec une bombe sur la tête !».
14 h 30 Avec l'arrivée de François Bayrou, le journal peut se prévaloir de l'appui quasi unanime de la classe politique. Le candidat de l'UDF se présente comme «un croyant» et souligne son «empathie pour les sensibilités des croyants» . Pour autant, «la liberté d'expression ne doit pas être mise en cause, même dans le domaine des religions». S'il avait été rédacteur en chef d'un journal, il n'aurait pas publié ces dessins. Mais, il n'y voit pas «une offense lourde en direction de la communauté musulmane».
14 h 50 le journaliste algérien, Mohammed Sifaoui exhibe à la barre le drapeau de l'Arabie Saoudite, qui arbore la profession de foi et le cimeterre, puis une affiche du GSPC algérien qui mêle une kalachnikov et un verset religieux. «Cette association de la violence et du texte coranique n'est pas faite par les Danois», souligne-t-il, mais par les intégristes. «Les wahabistes, salafistes ou Frères musulmans» . «L'amalgame dont on parle, et dont je souffre au quotidien, entre terrorisme et islam, a été créé par des musulmans», déclare cet homme qui vit exilé à Paris.
15 h 30 Daniel Leconte, producteur, réalisateur, revient quant à lui sur le sondage, publié il y a un an, donnant une majorité de Français hostile à la publication des caricatures. «J'y vois le score de la peur . » Et Jacques Chirac qui dénonce une «provocation» ? «C'est une façon de ne pas désespérer le 9-3, comme à une certaine époque, on ne voulait pas dire du mal de Staline pour ne pas désespérer Billancourt.»
16 h 40 Dans sa plaidoirie, maître Christophe Bigot, avocat de la mosquée de Paris et grand spécialiste du droit de la presse, souligne qu'il «ne s'agit en aucune manière d'un débat de censure, mais d'un débat de responsabilité». Il récuse l'accusation «grotesque» de vouloir «faire resurgir le délit de blasphème» . Charlie Hebdo s'est rendu coupable à ses yeux «d'un acte délibéré avec la conscience de faire du mal». Les dessins incriminés «visent à provoquer la peur des musulmans dans la société».
17 h 40 Me Francis Spziner, dans sa fronde contre Charlie Hebdo , enrôle... Libération : Dans le journal «de Joffrin et Rothschild, pas celui de Sartre et July, j'ai lu que ces dessins ne posent pas problème. Serge July, qui n'est pas un gaulliste monothéiste comme moi, avait refusé d'en publier un susceptible de criminaliser les musulmans. Il en avait parlé avant publication avec Philippe Val, qui savait donc que cela posait problème. Le crime est dans l'oeil de celui qui regarde ces caricatures, dans l'oeil de Dalil Boubaker, le mien et celui de Serge July.»
18 h 15 La procureure, Anne de Fontette, refuse de suivre la partie civile :
«Il faut rappeler que Charlie Hebdo est un journal d'une nature particulière dont la tradition anarcho-libertaire est profondément anticléricale, la religion catholique étant la première à en subir les conséquences. La caricature ne prétend pas informer ou décrire la réalité, mais donner une opinion. Une presse démocratique doit-elle s'interdire ou être interdite de critiquer une religion ? Il est temps de faire du droit. La Cour européenne des droits de l'homme a statué dans une autre affaire que "la critique certes acide n'insulte pas l'ensemble des croyants, même si ces derniers peuvent se sentir offusqués".
Conclusion : "Les éléments constitutifs des poursuites ne sont pas réunis." Applaudissements dans la salle.
Le président reprend : «Ici, ce n'est pas comme à l'église, on n'applaudit pas.»
Jugement le 15 mars.
SARKOZY SEDUTOR
GANHA VANTAGEM
" Sarkozy séduit aussi à gauche (11:35)
La prestation télévisée du candidat de l'UMP, lundi soir, semble convaincre au-delà même de son camp: 60% des sympathisants de gauche l'ont trouvé "convaincant", selon un sondage." No L' Express em linha, hoje.
ENQUANTO A ESQUERDA
PROPÕE... NOVO IMPOSTO!
" ELYSÉE 2007
DSK propose un "impôt citoyen" (12:20)
Chargé d'une mission sur la fiscalité par Ségolène Royal, le candidat malheureux à l'investiture socialiste propose notamment la création d'un impôt pour tous les Français... même ceux qui n'habitent pas en France. Le point sur l'ensemble des mesures." No L' Express em linha, hoje.
Conclusão: Com a mania dos impostos, sempre mais impostos, por parte da esquerda e com a boa gestão das percepções dos alvos (nomeadamente do centro-esquerda) que Sarkozy está a fazer, salvo milagre ou terramoto, o enfant terrible da direita desempoeirada francesa (nada a ver com os salazarentos da arcaica direita portuguesa...) é o próximo Presidente de França!
COISAS DE BLOGS
"O absurdo do absurdo: os neocensores do regime e o analfabetismo digital"
OU A REALIDADE DO CHOQUE TENOLÓGICO
VISTA AO “MACROSCÓPIO”
“Meu Deus, que pena me dão estes censores de pacotilha, estes novos bárbaros que confundem chats com blogues, blogues com cartas anónimas, qualquer dia essa gente, infelizmente alguma dela é demasiado impreparada para compreender as dinâmicas societais do nosso tempo e registar que grande parte da criminalidade e dos desvios passa pelo rizoma virtual, nem sabe o que é a @. Sublinho aqui que o PGR, o sr. Pinto Monteiro ainda no outro dia numa Comissão especializada da AR, depois de admitir que era um leigo, eu diria completamente ignorante, acerca dos equipamentos de informação e comunicação do nosso tempo, comparou os blogues às cartas anónimas, seguido da seguinte asserção: eu tenho uma Senhora que me faz o trabalho. Pergunto-me se haverá maior obscenidade do que esta em pleno III milénio?!
O Conselho Superior de Magistratura cuja média de idade desconheço, mas aposto que deve ser constituída por pessoas que além do rato e do teclado devem desconhecer tudo o mais num PC e supõem que a Net é transportada por uma cegonha, devem ser os mesmos neocensores que agora, quiça em articulação com alguma alminha vingativa e ignorante da Procuradoria que odeia blogues, mandou instaurar um processo disciplinar ao autor do Aqui e Agora.
E ainda bem que o fizeram, assim, em tese, se revela mais um caso de ignorância informática, analfabetismo digital, sobranceria, inveja, que reina nas corporações do Estado e, com o tempo, veremos o ridículo em que acabaram de se meter. Estejamos atentos porque ainda a procissão vai no adro... “
PERGUNTAS INGÉNUAS
Pergunta Ingénua 2
Também é laicismo defender a separação entre o Estado e o MilleniumBCP?
postescrito pelo Suspirador @ 14:31 ai que ninguém suspira
Pergunta Ingénua 1
Será milagre, no escândalo Bragaparques, não estar envolvido o Espírito Santo?
postescrito pelo Suspirador @ 14:29 ai que ninguém suspira

Com a habitual qualidade que a revista britânica Prospect já nos habituou, neste artigo é colocado em causa, de uma forma informada, o pensamento único de que a China será a dona e senhora do século XXI.
O debate por escrito entre Will Hutton e Meghnad Desai revela que o re-emergente Império do Meio debate-se com profundas contradições internas no seu modelo de desenvolvimento, pois a liberalização económica está a destruir o ambiente e a escavar desigualdades sociais, criando convulsões e focos de contestação que, aos poucos, estão a forçar Pequim a adoptar liberdades políticas.
postescrito pelo zebloguinho @ 19:04 ai que ninguém suspira
A ANA DESFAZ O "NOVO" RCP
Absolut Neura- Edição Limitada
Vim a ouvir o João Adelino Faria no carro e fiquei com a ideia de que o tipo é um Herman José das noticias. Se calhar pensa que está lá na terrinha dele, num chaparro a ler as noticias prós parvos e tal ...mas, sobretudo opina pra chuchu- não parou de opinar cada vez que informava- coisa inovadora, claro está- aliás, como toda a gente sabe, é mesmo a função de quem dá noticias. Opinar e dizer piadas. Se é assim que o RCP quer ganhar audiências, das duas uma: ou mete o Herman a dizer piadas e o João do Chaparro a informar, senão tá tudo perdido. Só Deus sabe as barbaridades que ouvi hoje durante os comentários da imprensa diária. Este gajo, agora deve pensar que é o Batatoon das noticias, desde que pertence aos "Osórios". Xiça! Mas eu rio-me, rio-me, muito. Para ver o resultado disto tudo no fim.
posted by Je-suis-snob @ 4:48 AM
COMUNICAÇÃO PORTUGUESA, PRECISA-SE
Notícias de hoje referem o voraz apetite de grupos de media espanhóis e italianos pelos media portugueses. E perguntam-se que peso têm os pequenos portugas face a estes tubarões internacionais. Pequenos portugas que nunca pensaram, obviamente, em passar a fronteira portuguesa. Saltar a cerca para lá da qual acabava a sua quintinha, nem pensar! É preciso ter juízinho, aqui eles eram (são) amigos do feitor... e amigos do próximo feitor que até lhes deve uns favorzinhos. Balsemão há anos que quer tudo o que haja (televisão, rádios, diários, semanários, mensários...), tudo, mas dentro da quinta...
Resultado desta sub-cultura salazarenta, nunca cresceram e muito menos ganharam dimensão. Viviam (vivem ainda mais uns dias) refastelando-se nos gozos e privilégios do complexo neo-corporativo e salazarento. Para quê chatear-se se "Portugal é pequenino mas é um torrão de açucar"...?
Ao ler estas notícias de hoje, recordei um jantar com João Cravinho, aí por 2001. Dizia-me nesse jantar esse bom conhecedor das realidades indígenas que "lá por 2006/7, vamos ficar sem a comunicação e sem as telecomunicações"...
Bom, sem as telecomunicações só ainda não ficámos, só ainda não estão nas mãos da "Telefónica", porque Belmiro de Azevedo se atravessou... Sem a comunicação, ficaremos até ao Verão. Para começar e andar, até o "Rádio Club Português" já é... espanhol!
Face à incapacidade dos balsemões e outros oliveiras, mais vale que cheguem os grupos internacionais (os grupos italianos, espanhóis ou outros que souberam crescer e ganhar essa dimensão) pois pelo menos trazem tecnologia e management.
Mas essa comunicação será "comunicação feita em Portugal", não será realmente "comunicação portuguesa". Conclusão: estamos a precisar, há uma janela de oportunidade, para o aparecimento de uma comunicação realmente portuguesa. Mas com capital, tecnologia e management... Para "balsemões" já chega!

Zé Eduardo e um espanhol... na conferência sobre estratégia da Prisa para a Media Capital.
A foto, óptima, é do "Jornal de Negócios" (grupo Cofina) de hoje.
RETRATO DOS PORTUGUESES
no "tempo que passa"
"O segundo inquérito social europeu é um bom revelador da nossa situação política. Porque
96,7% dos portugueses dizem pertencer à religião católica (Taxa na Europa: 54,4 por cento);
38,9% dos portugueses dizem não ter "nenhum interesse pela política" (Taxa na Europa: 17,9 por cento);
21,6% dos portugueses atribuem um 6 (escala de 1 a 10) "ao seu grau de satisfação com a vida em geral" (Taxa na Europa: 9,5 por cento). (...)
(...) Andamos ainda à espera de uma qualquer ministra Simone Veil e iludimo-nos com as reformas importadas aos pacotes, como a célebre bolonhesa, onde muitos já fazem cálculos de passagens administrativas, com antigos licenciados, com suficientes unidades de crédito para o segundo ciclo, tentando obter o equivalente ao segundo grau dos novos mestrados, antes que antigos mestres, fazendo contas idênticas, passem a doutorados, coisa que pode valer a muitos estabelecimentos de ensino superior, com taxas adequadas para concessão de equivalências ou fabricação de mestrados com a simples apresentação de uma tese, fora do contexto. Porque ou há moralidade, ou comem todos...
O engodo das promoções automáticas sempre foi o efeito esperado das revoluções e das reformas lusitanas e, muito especialmente, do socialismo de consumo. Para bem do défice orçamental, esperemos que floresçam estes mestrados e doutorados decretinos! Também foi assim na Primeira República, num processo de que beneficiou um tal António de Oliveira Salazar, esse magno português e ilustre lente que nunca chegou a doutorar-se, a não ser honoris causa, aliás, por Oxford.
Amen! "
GRANDE TRAPALHADA EUROPEIA
A Comissão Europeia parece perdida numa zona de forte turbulência. A Eslováquia não aceita a competência da CE para determinar quotas de CO2 e acusa-a de pôr em causa o forte crescimento económica do país. O projecto da CE de "crimes verdes" não tem aceitação pacífica e, pelo contrário, está a levantar uma enorme controvérsia... E a indecisão instalou-se na famosa "revolução industrial" energética. Pelo meio desta trapalhada, o BCE anuncia para Março um novo aumento das taxas de juro, que vai tornar ainda mais difíceis as exportações europeias e dificultar as negociações salariais em marcha na Alemanha... Tudo notícias de hoje:
“CHARLIE” SOB O FOGO ISLÂMICO
Apoiado por Sarkozy e atacado por Chirac
«Si on ne peut plus rire des terroristes...»

Philippe Val, directeur de «Charlie Hebdo». (REUTERS)
« Alors que Philippe Val, patron de «Charlie», a défendu hier le droit à la moquerie, l'ombre de l'Elysée plane sur les débats.
Maître Francis Szpiner la brandit dans la salle du tribunal, l'agite devant les témoins, puis la repose bien en évidence sur sa table. Pour l'avocat de la Mosquée de Paris, cette caricature de Mahomet coiffé d'une bombe «stigmatise toute une communauté» en confondant «islam et terrorisme». C'est sa principale munition dans le procès intenté à Charlie Hebdo pour «injure publique à l'encontre de personnes en raison de leur religion». Une preuve du «racisme» dont s'est rendu coupable à ses yeux le journal satirique en publiant le 8 février 2006 les douze dessins danois consacrés au Prophète. «A l'époque du Prophète, il n'y avait pas de bombe, lui répond Philippe Val, directeur du journal. Ce dessin dénonce l'utilisation que font les terroristes de l'islam.»
A la barre, pendant une heure, le patron de Charlie explique pourquoi il a reproduit ces illustrations qui venaient d'enflammer le monde musulman. Il voulait, dit-il, manifester sa «solidarité» avec le directeur de France Soir, qui venait d'être limogé pour avoir commis ce même péché, mais aussi lutter contre l'intégrisme. Il récuse la notion de choc des civilisations. «Il n'y a que le choc de pays convertis à la démocratie et de ceux plutôt totalitaires.» Et il s'énerve contre Salah Djemai, avocat de la Ligue islamique mondiale, bras armé de l'Arabie Saoudite, qui l'accuse d'avoir soufflé sur la braise : «Le feu, il a pris depuis bien longtemps», s'exclame-t-il, citant les attentats du 11 Septembre, Bali, Madrid, Londres. «Si on n'a plus le droit de rire des terroristes, qu'est-ce qui reste ? Il faut rire de cette horreur, sinon on est foutu !»
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Lettre de Sarkozy. Pour cette passe d'armes avec les associations musulmanes, il est venu en force. Ses dessinateurs, Cabu, Tignous, Riss, Catherine, etc., disposés en sentinelles aux quatre coins du prétoire, crayonnent presque aussi vite que la greffière tape sur sa machine. Il y a aussi toutes les personnalités qui se succèdent à la barre pour défendre Charlie Hebdo et son droit à la moquerie. Des journalistes, des intellectuels, des politiques, beaucoup de politiques en ces temps de campagne électorale. Certains s'invitent même par surprise. Me Georges Kiejman, défenseur du journal, prend un malin plaisir à lire une lettre qu'il vient de recevoir : «Je tiens à apporter clairement mon soutien à votre journal, qui exprime une vieille tradition française, celle de la satire. [...] Je puis tout à fait comprendre que certains dessins incriminés aient pu heurter les convictions religieuses de certains de nos concitoyens musulmans, [...] pour autant, je préfère l'excès de caricature à l'absence de caricature.» L'avocat, ex-ministre de Mitterrand, conclut d'une voix triomphale : «C'est signé Nicolas Sarkozy.» Il cite son slogan en riant : «Ensemble, tout devient possible». Vert, son adversaire, Me Szpiner, obtient que la pièce ne soit pas versée au dossier. «C'est quand même un comble que ce soit moi qui défende M. Sarkozy et vous qui l'attaquiez», lui lance Me Kiejman. Une allusion à son rôle d'avocat de Jacques Chirac. Un Président dont l'ombre plane sur le procès. Il s'était singularisé en attaquant à l'époque Charlie pour sa «provocation manifeste» et entretient des liens étroits avec le recteur de la Mosquée de Paris, principal plaignant.
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«Polyphonie». L'Elysée mis à part, l'hebdomadaire peut se prévaloir de l'appui de la quasi-totalité de la classe politique. Avant François Bayrou, attendu aujourd'hui, c'est François Hollande qui vient témoigner en sa faveur. «Je suis ici non pas au nom de la gauche pour défendre un journal de gauche, mais au nom de la République pour défendre une liberté», déclare le premier secrétaire du PS. A Me Szpiner, qui dénonce le lien établi par ces dessins entre islam et terrorisme : «Vous voyez l'amalgame là où il n'est pas... Que les terroristes utilisent une croyance à des fins violentes, c'est une évidence.» Pour lui, «ce procès n'aurait jamais dû avoir lieu».
Un avis partagé par le philosophe et poète franco-tunisien Abdel Wahab Meddeb. Il dit avoir ri aux éclats en voyant la une de Charlie : un dessin de Cabu, cité lui aussi dans la plainte, montrant un Prophète «débordé par les intégristes» qui se lamente : «C'est dur d'être aimé par des cons.» «Cela correspond très exactement à ma pensée», lâche ce penseur, qui s'efforce de restituer à l'islam sa «polyphonie» ancestrale. En revanche, il avoue trouver «problématique» la caricature du turban et de la bombe. «Est-elle outrageante ?» lui demande Me Kiejman. «Franchement, elle peut l'être pour certains.» Cette image renvoie, selon lui, à une vieille représentation chrétienne d'un prophète «belliqueux et concupiscent». «C'est une histoire millénaire, rappelle-t-il. L'Europe a été construite sur un principe islamophobe. Mais est-ce que vous allez censurer la Divine Comédie de Dante où l'islamophobie est flagrante ? »
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A PEQUENA REVOLUÇÃO DE SÓCRATES
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Há quem diga que “José Sócrates fez uma opção: governar a economia com a direita e governar os costumes com a esquerda”… Mas não é verdade! Não é verdade porque a direita que temos é incapaz de aceitar a economia de mercado e muito menos é capaz de viver com ela. A direita que temos é, infelizmente, mais estatista do que José Sócrates e o seu PS… Portanto, como temos uma direita de merda, uma direita iliberal, tem de ser a esquerda democrática a organizar o quadro da economia de mercado, a proceder à institucionalização do mercado e à “mise en place” dos seus mecanismos. Enquanto isso, esta direita estatista, iliberal, continentalista, católico-romana, centralista, neo-corporativista e pré-capitalista vai continuar à procura de homem!
Em todo o caso, percebe-se o sibilino da afirmação sobre Sócrates… Mas, para descanso das almas que pensem isso, fiquem a saber que grave mesmo era se Sócrates tivesse decidido governar a economia com a esquerda e os costumes com esta direita. É a isso que, desde Vasco Gonçalves, estavam habituados todos os salazarentos-cunhalentos, é isso que explica ainda a continuação do domínio na economia portuguesa do complexo neo-corporativo e salazarento. Se Sócrates inverteu a coisa, isso quer dizer que, finalmente, este país vai libertar-se das amarras salazarentas-cunhalentas e vai começar a existir realmente. Essa pequena revolução pode ser a porta de entrada no século XXI para este país. Sem ser às arrecuas. Coisa a que ainda há uns três anos parecia condenado. Não é pouca coisa! Assim sendo, parabéns para José Sócrates!
Schröder Public Relations de Putine
" G. Schröder tente de rassurer l'UE sur le projet de gazoduc sous la Baltique
L'ancien chancelier allemand Gerhard Schröder s'est rendu à Bruxelles en tant que nouveau conseiller de haut rang de l'entreprise en charge de gérer le projet controversé de gazoduc sous la mer Baltique." Continua AQUI
CHINA NO SUDÃO
O "China Confidencial" acha que há muita desinformação à volta da viagem do presidente chinês ao Sudão e que a política chinesa de apoio ao genocídio é para Pequim manter:
“ Hu Fools Media; Chinese Sudan Policy Unchanged

Don't believe the disinformation.
Contrary to manipulated media reports, China has not changed its no-strings energy diplomacy toward Sudan.
Sources say Beijing has no intention of using its powerful political and economic influence with the mass murdering, Islamist-leaning regime of President Omar Hassan al-Bashir to pressure it to stop the slaughter in Darfur.
The cleverly concocted story that Chinese President Hu Jintao told Bashir on Friday that Khartoum had to resolve the four-year-old conflict in Sudan's western region is a deliberate falsehood. Hu merely suggested that Khartoum consider accepting United Nations peacekeepers in Darfur, where government-backed Arab militias known as the Janjaweed ("devils on horseback") have been waging a genocidal campaign of rape and murder against local, land-tilling tribes.
China is a veto-holding permanent member of the UN Security Council, which is engaged in a standoff with Khartoum over the proposed UN peacekeeping mission.
Experts estimate 200,000 people have died and more than 2.5 million others have been displaced in Darfur.
Some 7,500 African Union peacekeepers have tried to maintain a shaky ceasefire in the region. A UN takeover of the force, which Sudan rejects, would probably make it more effective.
The fighting in Darfur began four years ago when rebels rose up against the government, saying Khartoum discriminated against the region's non-Arab farmers in favor of Arab tribes.
Booming, energy-starved China fuels the conflict by cynically supplying Sudan's government--and maybe also the rebels--with weapons in defiance of an international arms embargo on the region.
China's shameless thirst for Sudan's oil has made the Middle Kingdom Sudan's largest trading partner. Beijing buys more than half of Sudan's 500,000 barrel per year oil output, and has pumped billions of dollars into oil refineries, pipelines, and northern Sudan's $1.8 billion Merowe dam.
Much of the information pertaining to China's investment remains a secret; however, it is known that thousands of Chinese expatriates are living in Sudan, working on construction projects and in the oil industry.
Hu's two-day visit to Sudan began fittingly Friday with a trip to the Khartoum Oil Refinery, about 47 miles from the capital, to mark a decade of Chinese involvement in the Sudanese oil industry. The refinery processes around 100,000 barrels of crude a day.
Security was tight at the compound of sparkling new buildings, tarmac roads and rows of new cars. Hundreds of uniformed Chinese workers wearing yellow and blue hard hats lined up to greet Hu. He gave a brief speech, but declined to take questions from the media, leaving the work of disinformation--here a hint, there a wink--to his legion of fake-leak-happy, whispering aides.
In the capital, where the streets were festooned with Sudanese and Chinese flags, hundreds of people lined the streets, waving banners reading "Welcome Hu Jintao, welcome to Sudan."
# posted by Confidential Reporter @ 12:32 PM “
INTELIGÊNCIA ECONÓMICA
biblioteca proposta por Veille.Com
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Renseignement et entreprises : Intelligence économique, espionage industriel et sécurité juridique
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Intelligence stratégique sur Internet : Comment développer des activités de veille et d’intelligence économique sur le web
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UMA GRANDE AGÊNCIA DE
REFLEXÃO E PROSPECTIVA
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uma aposta de Sarkozy com o apoio de Alain Bauer
Sarkozy quer criar «uma grande agência de reflexão e de prospectiva”, a partir da fusão de organismos e institutos já existentes. Esta “criação de um grande instituto de segurança nacional” tem o apoio de Alain Bauer, presidente do Observatório Nacional da Delinquência e ex-Grão-Mestre do Grande Oriente de França.
Lieu stratégique et politiquement sensible, l'Institut national des hautes études de la sécurité (Inhes) fait l'objet, depuis quelques mois, d'une reprise en main par le ministère de l'intérieur, qui suscite des remous.
(…)
Le 27 novembre, M. Sarkozy a souhaité "la création d'un grand institut de la sécurité nationale". Cette "grande agence de réflexion et de prospective" serait issue de la fusion de l'Inhes et de l'Institut des hautes études de défense nationale (IHEDN).
(…)
Piotr Smolar
Article paru dans l'édition du Le Monde du 01.02.07 »
Alain Bauer, président du conseil d'orientation de l'Observatoire national de la délinquance (OND)
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"Il est temps de fusionner tous ces machins"
LE MONDE | 31.01.07 | 14h42 • Mis à jour le 31.01.07 | 14h42
(…)
- Alain Bauer, vous êtes président du conseil d'orientation de l'Observatoire national de la délinquance (OND), etes-vous favorable, comme l'a évoqué M. Sarkozy, à la création d'un institut commun à l'intérieur et à la défense ?
- J'irais même plus loin. Il est temps de fusionner tous ces machins qui coûtent fort cher et souvent ne produisent pas grand- chose : l'Inhes, l'Institut national des hautes études de la défense, la Fondation pour les études de défense, l'Institut français des relations internationales (IFRI), voire l'Institut de relations internationales et stratégiques (IRIS), dont le financement est majoritairement privé, etc. Il faudrait créer un grand centre de recherche français, voire européen, sur le modèle de la RAND américaine. Nous avons besoin d'un espace de recherches mutualisé, regroupant les chercheurs et faisant émerger de vrais sujets de préoccupation contemporains. Il y a de quoi être effaré quand on consulte la liste des publications de certains organismes.
Propos recueillis par Piotr Smolar
Article paru dans l'édition du 01.02.07.
Newsletter VigIE de Janeiro 2007
" Ressources Intelligence Economique - Ressources Veille
Le dernier numéro de la lettre Vigie publiée par les étudiants du Mastère Intelligence Economique et Communication Stratégique vient de paraître. Au sommaire :
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Dossier : L'intelligence économique ou l'art de la contradiction
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Interview de Jean-Michel Monin, Directeur Général Délégué de Knowings
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Billet d'humeur : De bonnes résolutions pour l'Intelligence Economique? (par votre serviteur)
-
L'IE au Maroc : une vitrine pour le monde
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Portrait d'ancien : Thierry Hubière, Secrétaire général au sein de la Direction des Opérations Bancaires de La Banque Postal
-
A lire : Le réveil du Samouraï; Pierre Fayard
-
-
Actu : 2006, l'année de tous les concours
-
Agenda des manifestations de janvier 2007
11 pages bien fournies à télécharger ici "
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Sánchez Dragó e Espanha
via "Verdade ou Consequência"
" O Bernard Pivot dos espanhóis, sem papas na língua.
Fácil de entender, mesmo sem legendas, pois a queixa é-nos familiar...
Aqui fica, à atenção dos murchos do meu país.
IRÃO NUCLEAR
cenário mais complicado
" Iranian Nuclear Physicist Dies Mysteriously
Ahead of the 28th anniversary of Iran's monstrous Islamic revolution--and an expected announcement by Iranian monster-in-chief Mahmoud Ahmadinejad that 3,000 centrifuges have been installed at Natanz, enabling Iran to move closer to industrial scale uranium enrichment--comes this story, which, if not true, should be.
Radio Farda, which is funded by the United States State Department and broadcasts to Iran, reported Friday that one of Iran's foremost nuclear physicists, Ardeshire Hassanpour, had died in mysterious circumstances. The alleged cause: "gas poisoning."
Also on Friday, Stratfor, the private US intelligence firm, reputed that there was "very strong intelligence" to suggest that the 44-year-old scientist had been assassinated by the Mossad, Israel's legendary (and feared) foreign intelligence service.
Hassanpour worked at a plant in Isfahan where uranium hexafluoride gas is produced. The gas is needed to enrich uranium in another plant at Natanz which has become the focus of concerns that Iran may be developing nuclear weapons.
# posted by Confidential Reporter @ 4:16 PM
" Iran Allies, Appeasers Warn of Terror Tsunami
Chinese, Russian, and European opponents of military action against Tehran's turbaned tyrants are intensifying efforts to isolate and weaken Washington as it struggles to deal with the nuclearzing nut-cases.
Military action against Iran would be disastrous, the line goes, because it would unleash a tsunami of terror likely to engulf the entire Middle East and nations around the world.
Which could hapen if the military action is tentative and half-baked. But chances of meaningful retaliation are de minimis if the action is swift, decisive and truly devastating, destroying all known and suspected Iranian nuclear and missile sites--while annihilating the mullahocracy's war-making capabilities for all time.
Air and naval action ... using any and all available weapons ... including tactical nuclear arms if necessary ... could and should end the Iranian regime ... before it ends Israel or an American city.
An Iranian nuclear attack against an American city? It's possible, as previously reported. Not for nothing has Iran been developing and testing so-called Scud-in-a-bucket attack scenarios that involve the firing of nuclear-tipped rockets from specially constructed launchers concealed atop civilian cargo ships (which could fly any number of non-Iranian foreign flags as they approach US coastal cities).
# posted by Confidential Reporter @ 9:28 PM
ECOLOGISTAS
o problema da ecologia
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Todos os dias, vendo bem, alguma coisa o prova: O grande problema da ecologia são os ecologistas!
OPA À PT
o terramoto económico de Belmiro
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Belmiro, com a opa à PT, está a incomodar profundamente (e como que a anunciar um requiem…) a uma “grande” burguesia tradicional, que se quer grande mas é pobre, é falha de recursos e não tem dinheiro (nem sabe transformá-lo em capital) nem know-how e nem management. E que, portanto, para sobreviver sempre o fez e faz (e só assim pode e sabe) à custa e à conta da mesa do orçamento e da protecção do Estado (o qual tem encontrado aqui a sua grande razão de ser) que assim se transforma, ele mesmo, no grande bloqueador do país… Por isso, é “condicionante” da iniciativa civil e decididamente “anti” tudo o que não seja da sua natureza salazarenta-cunhalenta, isto é: burocrático, arcaico e ruralento.
Com a opa à PT, Belmiro de Azevedo colocou-se como a maior ameaça real ao complexo económico neo-corporativo e salazarento, que tudo está a fazer e está a puxar todos os seus cordelinhos no aparelho de Estado e no Governo para impedir o êxito da iniciativa do engenheiro.
Por isso, esta opa é muito mais que uma opa… É um terramoto. Convém, portanto, monitorizar posições e alinhamentos para se perceber quem quer realmente o quê para este país. Se Belmiro ganhar, isso é um outro 1755 em Portugal. Vai ser possível edificar coisas interessantes sobre as ruínas do aparelho económico salazarento-cunhalento… Vai ser possível, mesmo, respirar melhor um ar mais vivo!
Se uma aliança salazarenta-cunhalenta conseguir mobilizar o governo de José Sócrates e derrotar a opa, há pelo menos duas coisas que Portugal fica a dever ao engenheiro: primo, ter desmantelado o polvo da PT e, secondo, ter mostrado aos portugueses que a coragem e a ousadia, apesar de tudo, compensam.
A DOENÇA PORTUGUESA
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o grande mal de que, hoje, Portugal sofre
é o de ter estado 5 décadas fora do mundo…
Durante as intermináveis décadas da ditadura, a censura salazarenta não permitia a imprensa falar senão do “conforme”, obrigando ao apagar das coisas desagradáveis e de tudo o que não constava da cartilha do regime. Os intelectuais de Salazar tinham escrito a sua partitura para a sinfonia do mundo e tudo o que lá não constasse… Não soava nem existia. Os coronéis de Salazar zelavam por isso e do grau do zelo dependia a sua ascensão na carreira. Submetidos a uma percepção do mundo muito sui-generis, os portugueses passavam a viver espartilhados e divididos entre um “mundo admitido” e um outro realmente existente que vagamente pressentiam mas não podiam admitir.
Submetidos a este tratamento específico, toda a vida, os portugueses do século XX, recuperaram velhos reflexos dos tempos inquisitoriais e desenvolveram uma esquizofrenia mansa e “rampante”, que aceitaram como preço da sobrevivência. E fecharam-se sobre si, num país fechado ao exterior. Viviam “como habitualmente” procurando os modos de evitar os choques com o “país admitido”.
Daqui nasceu, em cabeças de vento, uma realidade fantástica: "O país dos brandos costumes". Um país sempre com taxas de suicídio baixíssimas mesmo... quando era o suicídio o desporto nacional dos fins de semana. Um país em que nada de relevante acontecia mesmo se apresenta, no século XX, a maior colecção de magnicídios dos países civilizados.
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José Gil estudou bem a coisa…
DESAFIO COLOCADO AO
GOVERNO DE SÓCRATES
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Não é protegendo os “postos de trabalho”
que o Estado pode favorecer o emprego
O governo de Sócrates vive em tempo de vacas magras. Um tempo de dinheiro escasso que contrasta com os “anos dourados” de Guterres, Cavaco ou Soares. Um tempo que exige decisões inteligentes na alocação dos recursos escassos. E que, muito provavelmente, levará a alterações das políticas tradicionais. Por exemplo, ao contrário do que fizeram (mal) Guterres, Cavaco ou Soares (cuja política económica foi sempre de “conservador de museu”…) o governo de Sócrates terá, quase de certeza, que romper com o status-quo que tem consistido em atirar paletes de euros para cima dos problemas, para “proteger os empregos”. Terá de romper com o complexo económico neo-corporativo e salazarento.
Terá, portanto, de perceber e explicar que não é atirando milhares de milhões para cima destes “fogos” que se consegue algo mais do que queimar dinheiro e oportunidades. Porque estes “fogos” surgem em empresas sem capital, sem tecnologia e sem management… Onde a chuva de dinheiro não conseguirá, quando muito, mais que adiar os problemas. Até que se peça nova chuva de notas sobre esses mesmos fogos, entretanto, reacesos…
O governo de Sócrates vai ter de perceber e explicar que não é protegendo os “postos de trabalho” que se favorece o emprego… E que quanto menos o estado proteger “postos de trabalho” mais pode e deve proteger as pessoas, através de políticas sociais adequadas. O que é mais barato, exige menos recursos (os tais que hoje são escassos…) e muito mais profícuo. Tanto no campo do desenvolvimento, como no político.
As 3 condições do “choque” de Sócrates
A coerência e alcance do “choque tecnológico” proposto por Sócrates serão mesuráveis logo que se perceba o seguinte:
- Que linkage se estabelece entre essa proposta/vontade e a realidade das dinâmicas start-ups das indústrias de defesa e segurança.
- Que linkage se estabelece entre esse “choque” e o capital de risco (organismos destinados a esse fim específico…)
- Que importância é atribuída ao desenvolvimento de organismos específicos de inteligência económica (que organizem e potenciem a inteligência económica existente no país mas dispersa e, por isso, frustrada e impotente).
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Quanto ao resto, o melhor é mesmo Sócrates pôr o seu pessoal político e os altos quadros do Estado a estudar este texto da Infoguerre... sobre saber governar em situação difícil !
CHINFRIM E TRAPALHADA
À VOLTA DOS VOOS DA CIA
O inquérito-crime que o senhor procurador mandou abrir, na sequência do chinfrim à volta da "saga dos voos da CIA" montada por Ana Gomes, coelhos e coelhinhas, merece do ARF um comentário certeiro e cirúrgico:
" CIA
Pinto Monteiro pôs o dedo no ar, viu de que lado estava o vento e anunciou um inquérito-crime à saga dos voos da CIA. O homem fica bem na fotografia e continua a galgar a onda da boa imprensa. Sobre a natureza dos crimes e os resultados do inquérito vai uma aposta: acaba tudo no armário dos cadáveres da Procuradoria-Geral da República.
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VENDETTA E IRREPONSABILIDADE
DA SENHORA DOUTORA ANA GOMES
Fazer de um ressaibiamento pessoal um vendetta política que expõe Portugal a consequências incalculáveis é uma (ir)responsabilidade muito pesada... . Oxalá não venha a acontecer merda da grossa, porque aí haveria de surgir a alguém a tentação de pedir contas a quem levantou esta trapalhada toda, pensando que está a brincar aos políticos Como explica o "Macroscópio" a propósito da acção de "agitação e propaganda" de Ana Gomes, seus coelhos e coelhinhas :
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No Macroscópio
" Há assuntos que pela sua natureza e delicadeza, deveriam ficar no estrito poder dos orgãos de Estado, ou seja, isto não advoga que haverá matérias de segredo no Governo Democrático, já que todas as obras dos governantes devem ser conhecidas do Povo, avesso à diplomacia do segredo, mas também aqui há excepções para salvaguardar um bem maior: o interesse de segurança dos portugueses, intra e extra-muros.
Ora, a forma espalhafatosa como Ana Gomes tem exposto o caso é, manifestamente, piroso e lamentável. Até parece que a senhora nunca soube o que é a diplomacia, apesar de ser diplomata de carreira. Pois se o princípio fundamental do Estado de direito se apoia na regra da publicidade, o segredo - perante certas matérias - constitui a excepção. Contudo, uma excepção que não deve quebrar a validade da regra, uma vez que o segredo só se justifica, à semelhança de todas as medidas excepcionais, até o perigo passar.
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Ora, é certo e sabido que com os terroristas não se toma chá, nem se agendam reuniões na Quinta da Marinha para acertar casamentos e baptisados, hoje o mundo é uma vitrine visionada pelos terroristas de todo o mundo em tempo real, e caso se venha a apurar algum envolvimento - por acção ou por omissão - por parte das autoridades portugueses (especialmente ao tempo de durão barros) - tal representaria um perigo eminente para a nossa própria segurança em resultado duma acção jizada por uma qualquer célula que retaliasse sobre Portugal por ter realizado a Cimeira dos Azores. E, desse modo, por ter envolvido o País numa guerra ilegítima e ilegal à luz do Direito Internacional Público/DIP, o que foi o maior dos desvios no quadro das RI. Mas com este desvio do DIP a dona Ana Gomes já não se indigna, ela apenas está preocupada com uns alegados açoites que algum US Marshal tenha dado a assassinos que mataram gente inocente.
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Veremos no que irá dar esta chaxada - por entre vedetismos e protagonismos duma eurodeputada que um dia, pelo serviço prestado à independência de Timor-leste, sonhou ser ministra dos Negócios Estrangeiros e ocupar as Necessidades. Como esse sonho foi-lhe gorado pelas péssimas relações que tem com Sócrates, restou-lhe a vendetta, é disto que se trata,nada mais.
Por outro lado, a dona Ana gomes deveria saber, e já não falo aqui no PGR - o tal que compara os blogues às cartas anónimas (deverá pensar o mesmo dos blogues dos jornalistas, naturalmente..., ou será que estes são especiais de corrida!!!) - que o fenómeno do poder pode ocultar matérias consideradas de segredo de Estado, assim como há matérias tidas em segredo de justiça. E aqui, sejamos, claros, até a chamada "mentira lícita" - na linha do realismo de Maquiavel - que remonta a Platão, se pode justificar como excepção e, como referimos, até aquele perigo se manter.
E aqui o agente do Estado não reage de modo muito diverso do jornalista ou do diplomata, três players em acção: todos, por razões diversas, ocultam as respectivas fontes e a não referência à fonte, salvo quando adequado, ou a ocultação de alguns dados porque eles visam proteger pessoas e bens, traduz o recurso à nobre mentira - que se tornou communis opinio - para assim proteger os amigos internos e aplacar os inimigos externos, cuja modalidade transnacional e desterritorializada se reveste o terrorismo global, suicidário e catastrófico.
Eis as razões pelas quais esta novela sul-americana, ainda que se apure umas pauladas - se calhar devidas aos terroristas, não passa duma opera-bufa em que quer a Eurodeputada, quer o PGR não compreenderam bem o ambiente político e geoestratégico em que se movimentam. E é pena, porque esta ignorância funcional acerca dos arcana imperii do Estado só revela quão bem está Portugal servido em matéria de altos quadros que servem o País. Um país onde o PGR compara os blogues a cartas anónimas, e uma Eurodeputada que tem como única missão política da sua vida fazer xarivari político, desgastar Luís Amado e, em última instância, fazer cair a popularidade do Governo e miná-lo por dentro. É isto que quer ardentemente Ana gomes. Eis a vingança dos mesquinhos... "
Ainda no Macroscópio:
A desvalorização da intelligence
Mesmo que não o admitam, a pequena intelligence lusa, vê-se hoje na necessidade de tomar Prozac para fazer face à ausência declarada de inimigo visível. Aquilo que ao tempo da Guerra Fria funcionava como catalizador comum contra quem o bloco Ocidental se agrupava, caíu em desgraça desde a queda do Muro em 89, e o que vemos, da política aos media, é um argumentário mediático sem fundamentação teórica, epistemológica, falho de fundamentos, intelectualmente pobre, transformando desejos, preconceitos e ajustes de contas politico-partidários em realidades certas que devem ser agendadas nas revistas e jornais de papel. A dona Ana Gomes representa hoje este paradigma invertido que um dia ainda fará explodir uma bomba no CCB ou no C.C. Colombo... Ora, é óbvio que este tipo de políticos, este tipo de jornalistas, este modelo de empresários que dava cobertura abroad a agentes infiltrados é, hoje, um anacronismo. Mas infelizmente é ele, ainda que modestamente, que funciona como sucedâneo do mundo soviético concentracionário, o mundo dos planos quinquenais, da fixação dos preços por via administrativa e da governação dos assuntos de Estado através do KGB. É evidente que o mundo mudou, hoje é a superpotência norte-americana feita República Imperial - como lhe chamou Raymond Aron - que comanda atabalhoadamente os destinos do mundo, mas cá dentro, dentro do vidro das democracias, pululam pequenos mamecos que olham para história como quem vê quadros na Gulbenkian em passada de ganso. É óbvio que esta gente, que no lugar dos olhos tem vidros bassos e no lugar do cérebro tem farelos, só pode interpretar o (seu) mundinho misturando alhos com bugalhos, segurança com vedetismo, protagonismo com discrição, pressão com savoir-faire. Por vezes, os principais inimigos da democracia, que não passa dum ventre mole, estão dentro dela. É como dormir com o inimigo. O que é lamentável...
PERCEPTIONS MANAGEMENT
A internet: ritmos de mudança, padrões de relacionamento e busca de felicidade
![[internet.gif]](http://lh3.google.com/_Bjnwc8xM8eU/RchbQKUKyII/AAAAAAAABhw/dZJpfbMfUO8/s1600/internet.gif)
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Diz o Macroscópio: " É óbvio que nesta imensa Rede podemos encontrar pessoas que não interessam, muitas delas com problemas de desequilíbrio psicológico e emocional consideráveis que até se tornam obsessivos, enviando mails, contando a sua vida pessoal e familiar a terceiros - que nunca viram, e que depois pedem algo em troca: atenção, respostas, disponibilidade, conselhos, etc. Mas quando essas interacções simbólicas não se fazem de acordo com as expectativas de uma das partes geram-se malentendidos e até conflitos que devem ser evitados.
E é aqui que reside a novidade desta nossa sociedade virtual, rizomática em que as coisas só se tornam reais depois de serem virtuais, uma mudança considerável relativamente ao padrão de relação social da sociedade industrial. Aqui os níveis de comunicação eram relativamente estáticos, dado que se limitavam à satisfação das necessidades habituais. Com o "capital-linkismo", com o turbo-capitalismo a inovação torna-se constante e os meios tecnológicos de produção e de comunicção tendem a acompanhar esse processo. "
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Ora bem dizemos nós, Claro, é precisamente porque nesta sociedade mediática, nesta "nossa sociedade virtual, rizomática em que as coisas só se tornam reais depois de serem virtuais" que a nossa forma de aperceber o real se altera radicalmente e que essa saber transversal do "perceptions management" ganha uma importância estratrégica, bem superior à importância táctico-instrumental que tinha nas sociedades industriais...
SABER GOVERNAR
EM CONTEXTO DIFÍCIL
A Infoguerre, apesar de estar em Paris, onde existe realmente um estado (se os seus redactores vivessem em Lisboa, de certeza, ou emigravam ou se suicidavam ou... criavam uma associação para inocular inteligência nos “decisores" portugas) decidiu:
" rappeler aux candidats (às presidenciais)mais aussi aux journalistes indépendants ou au service des candidats que les petites phrases, les questions « piégées » ou les dossiers traités ponctuellement lorsque surgissent les crises, ne sont pas la bonne réponse aux problèmes de ce monde. Pour gouverner, il faut anticiper. Et pour anticiper, il faut des grilles de lecture et des bases de connaissance performantes et à la hauteur des enjeux. " Lire la suite...
VIROU-SE O FEITIÇO
CONTRA O FEITICEIRO
" A Bagdad, le mystérieux rapt d'un diplomate iranien
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L'Iran accuse les Etats-Unis d'avoir fomenté cette «action terroriste
« Pour la première fois à Bagdad, un diplomate iranien a été enlevé en plein centre de la capitale irakienne au cours d'une véritable opération commando menée par des inconnus portant des uniformes de l'armée irakienne. Le rapt a aussitôt envenimé un peu plus les relations entre Washington et Téhéran, déjà très tendues depuis l'arrestation en janvier de cinq «diplomates» iraniens des gardiens de la révolution en opération, selon les Américains lors d'un raid américain dans la ville kurde d'Erbil.
(…)
Le kidnapping a eu lieu dimanche soir dans le secteur chiite de Karrada. Ce quartier est sous contrôle des forces du jeune cheikh Moqtada al-Sadr, le plus radical et antiaméricain des dirigeants chiites, dont les milices, connues sous le nom de «l'Armée du Mahdi», sont quasiment en guerre ouverte avec l'armée américaine.
Le diplomate enlevé, Jalal Sharafi, second secrétaire de l'ambassade d'Iran, pouvait donc s'y sentir en sécurité, d'autant plus qu'il était protégé par ses gardes du corps. On peut donc exclure que des insurgés sunnites aient monté une telle opération dans pareil quartier. Selon le New York Times, qui a révélé l'enlèvement, plusieurs des personnes impliquées dans celui-ci ont été arrêtées. Le fait que ces suspects aient possédé des papiers d'identification du ministère de la Défense «soulève de sérieuses questions sur une possible implication de forces gouvernementales dans ce rapt», souligne le quotidien.
Lassitude
Même si les éléments manquent pour impliquer les Etats-Unis dans le kidnapping, il apparaît dès lors comme un nouveau message particulièrement dur adressé à Téhéran, soit par Washington, soit par un des cercles au pouvoir à Bagdad. Certes, l'actuel gouvernement de Nouri al-Maliki est largement issu de partis pro-iraniens et, de surcroît, infiltré par les services de Téhéran, mais on ne peut exclure une certaine lassitude de plusieurs responsables chiites devant les ingérences iraniennes de plus en plus flagrantes. «Nous aurions aimé que nos frères (les pays arabes, ndlr) et nos voisins se réjouissent de notre libération de la dictature. Malheureusement, dans la région, les dictateurs préfèrent vivre avec les dictateurs et n'épousent pas les causes des peuples», a d'ailleurs lancé hier le Premier ministre, faisant référence à la Syrie et l'Iran. Ce rapt intervient alors que les forces américaines et irakiennes se mettent en place à Bagdad pour lancer une opération destinée à éliminer les milices et les groupes terroristes engagés dans une épuration interreligieuse des plus sanglantes. »
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Esta a notícia hoje nos media europeus. Ao mesmo tempo a Stratfor emitia uma muito interessante nota.
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U.S.-Iranian Tensions and an Abduction in Baghdad
By George Friedman and Kamran Bokhari
" Iraqi officials said Tuesday that gunmen wearing Iraqi army uniforms kidnapped an Iranian Embassy official in central Baghdad on Sunday. Jalal Sharafi, a second secretary at the Iranian Embassy, was abducted from the Karrada district while on his way to a ribbon cutting at a new branch of an Iranian state-owned bank.
According to witnesses and unnamed Iraqi officials, gunmen wearing uniforms of the Iraqi army's elite 36th Commando Battalion -- part of the Iraqi Special Operations Forces Brigade, an aggressive unit that specializes in counterinsurgent operations -- were involved in the snatch. They reportedly used two of their vehicles to block Sharafi's car and then seized him. During the ambush, nearby Iraqi police -- apparently suspecting a kidnapping was taking place -- opened fire on one of the vehicles and brought it to a halt. The four gunmen inside -- all with official Iraqi military identification -- were arrested.
The story did not end there, however. On Monday, individuals showing official Iraqi government badges arrived at the police station where the gunmen were being detained and claimed to have authority to transfer them to the serious crimes police unit. It was later discovered that the suspects never arrived.
Iran has accused the United States of engineering the abduction through the Sunni-controlled Defense Ministry; the U.S. military has denied any involvement in the matter.
Given the tactical details of the operation and the geopolitical backdrop, there are two possible explanations for the incident. One is that Sunni insurgents are responsible: They have the means and motivation to pull off such an operation, and any number of Sunni factions would be interested in carrying out an abduction like this. But the United States has a motive as well.
It is important to note that Sharafi's position at the embassy is the kind of diplomatic posting that frequently would be a cover for intelligence operatives. So if he were an Iranian Ministry of Intelligence and Security operative of some importance, kidnapping him would disrupt Iranian operations as the U.S. security offensive in Baghdad gets under way. Second, the United States has been very public in saying it intends to become more aggressive toward Iranian covert operations as part of its effort to bring pressure against Tehran. U.S. intelligence has substantially ramped up the collection of information on Iran -- a move that would serve whether the goal was to actually attack Iran, plan negotiations or just try to figure out the mind of Tehran. The snatch of a second secretary would fit into this effort.
This is not the first incident of this kind. In January, U.S. forces arrested five officials from an Iranian diplomatic office in Arbil, a northern city, and have been holding them ever since -- a maneuver that fits with the Bush administration's strategy of demonstrating that Washington has the ability to weaken the Iranian position in Iraq. In an act of apparent retaliation, Shiite militants attacked the Provincial Joint Coordination Center in the southern city of Karbala on Jan. 20, and after a 20-minute gunbattle, abducted five U.S. soldiers, who later were killed. The operatives spoke English, had U.S. military uniforms and identification cards and arrived in armored white GMC suburbans. Using their English-language skills, the gunmen were able to arm themselves at a local police station and then penetrate multiple layers of security before opening fire on a U.S. civil affairs team.
At this point, this much is clear: No matter who is actually responsible for the Sharafi abduction, it will further heighten U.S.-Iranian tensions and could force Tehran to retaliate against the pressure being generated by the United States. The Iranians will blame the Americans under any circumstances. In the logic of the region, the Iranians will reason that even if the perpetrators were Sunnis, the United States somehow manipulated them into carrying out the operation. The Iranians are now as fixated on U.S. covert operations against Iran as the United States has become on Iranian covert operations in Iraq and elsewhere against U.S. interests.
Whatever the facts of this particular case might be, the United States has been transmitting numerous signals -- official and otherwise -- that Iran is vulnerable and is placing itself at risk by opposing U.S. interests in Iraq. The Sharafi abduction seems designed to enhance Tehran's sense of vulnerability, and hence to fuel disagreements among those in Iran who feel the United States is at a weak point and those who warn that the United States is most dangerous at its weakest. The debate between these camps is about how to deal with the United States: whether to retaliate against provocations, pursue negotiations or a mix of both. This is precisely the kind of re-evaluation of its stance and options that the United States wants to see from Iran. The Americans want the Iranians to view the United States as a dangerous foe, and to moderate their appetite for power in the region. Therefore, even if the United States didn't order the Sharafi operation, it still fits into a pattern of warnings that the Americans have been issuing.
There are some factors that allow us to speculate -- and this remains speculation -- that U.S. forces working with partners within the Iraqi Defense Ministry engineered the kidnapping. More specifically, the 36th Commando Battalion, whose uniforms were worn by the gunmen in the course of the kidnapping, is known to work closely with U.S. forces. Amid efforts to quell the Sunni insurgency and contain the growth of Iranian influence in Iraq, the United States in 2005 began moving to bring the Baathists back into Iraq's political system, especially the security forces. This policy has been central to the tensions between the Americans and Iraqi Shia, but it is a tool the Bush administration is using to counter Iranian moves.
Another point to consider is that Sharafi -- as an official with diplomatic immunity -- could not be held in detention for long under normal measures. The standard procedure for dealing with foreign diplomats who are deemed undesirable is to declare them persona non grata and order them out of the country within a matter of days. This is the course of action generally pursued if the goal is to rid a country of potential intelligence operatives -- and it is a sign of escalating tension between the diplomat's home state and the host country. In Sharafi's case, expulsion would have been the prerogative of the Iraqi government. But since the Shiite-dominated government has close ties to Iran, it is hardly likely that he would have been expelled.
In this case, the objective of the United States would not be simply to secure the Iranian's expulsion, but given his position, to extract intelligence about Tehran's plans and operational networks in Iraq. Arresting him and holding him for questioning would not be possible under international law, let alone in the face of the scandal that would ensue if U.S. forces had done this. Nevertheless, an opportunity to question him would be of real value to the United States. Maintaining plausible deniability would be the key. But arranging for Sharafi's abduction by a third party would be a feasible way of obtaining the intelligence sought by the United States. It is therefore quite possible that this was a U.S.-authorized operation executed by Washington's Sunni allies.
The Sunnis in Iraq -- both the nationalists and the jihadists -- have reasons of their own to abduct an Iranian official, and hence could have seized Sharafi as part of a completely independent operation. Sunni nationalists and jihadists feel that they are more threatened by Iranian influence in Iraq than by the U.S. military presence, which most believe eventually will come to an end. The Iranian-Shiite threat, however, is a permanent feature of the region and poses long-term danger.
The Sunnis also recognize that they do not have the means to deal with Iran or its Iraqi Shiite allies by themselves -- but the United States has the power to weaken the position of Iran, and by extension, its Iraqi patrons. With tensions between Washington and Tehran at their current heights, there is an opportunity to be exploited.
The Sunnis could exacerbate those tensions further by abducting an Iranian diplomat at a time when the United States already has five Iranian officials in custody. No claims of responsibility for the operation were issued, which means Tehran's suspicions of the Americans easily could be fueled.
The timing is interesting in another way as well. In efforts to maximize its position in Iraq, Tehran has been angling for negotiations with Saudi Arabia -- and this leaves Iraqi Sunnis feeling nervous. As a minority group that occupies a region without oil, the Sunnis would be at an inherent disadvantage: No matter what kind of support Riyadh might offer them, they would find it difficult or impossible to escape the pull of Iranian and Shiite power. Neither the nationalist insurgents nor the jihadists could accept such an outcome.
On the day of Sharafi's abduction, the al Qaeda-led alliance called the "Islamic State of Iraq" issued a statement saying U.S. military action against Iran would benefit Islamist militants. Therefore, it is entirely possible that the abduction was an attempt to provoke Iran -- which already is demanding the release of the officials captured in Arbil -- into retaliation against the Americans. The jihadists' hope would be that this could provoke a wider U.S.-Iranian conflict and hence torpedo any U.S.-Iranian dealings.
The Iranians seem sincere in their conviction that the abduction was the work of the United States. Their likely reaction would be to encourage their allies within the Iraqi Shiite militias to strike at both U.S. and Sunni targets -- reminding Washington that Tehran is not without options -- while at the same time pressing ahead on the diplomatic front. In other words, the likely short-term outcome of this incident will be increased violence.
At the same time, the United States is engaged in a long-term process designed to convince the Iranians that the risks incurred in destabilizing Iraq and blocking a political settlement in Baghdad are greater than they might have imagined, and that the U.S. resolve to resist Iran is sufficient to block Tehran's ambitions. From Washington's point of view, the primary hope for any satisfactory end to the Iraq war rests in a change of policy in Tehran. Regardless of whether this abduction triggers retaliation, if Iran comes to believe that Washington is dangerous, it might come to the bargaining table or -- to be more precise -- allow its Iraqi allies to come to the table.
An action like the Sharafi abduction allows the signal to be sent, while still falling short of mounting overt military strikes against Iran -- something for which the United States currently has little appetite or resources. A covert war is within the means of the United States, and the Americans might hope that their prosecution of that war will convince Iran they are serious and to back off. Therefore, even if the kidnapping had nothing to do with the United States and Iran misreads the incident, it still could serve American interests in signaling American resolve. Given the state of the U.S. position in Iraq, the strategy well might fail -- but once again, it is one of the few cards the United States has left to play."
L'Iran teste avec succès son système de défense anti-aérien russe (officiel)
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L'Iran a testé avec succès son nouveau système de défense anti-aérien russe TOR-M1 livré il y a moins d'un mois par la Russie malgré les critiques des Etats-Unis, a déclaré mercredi un haut responsable militaire iranien, cité par l'agence Isna.
Mercredi 7 février 2007 12:55
INQUISIÇÃO ISLÂMICA QUER
QUEIMAR O "CHARLIE HEBDO"
Libération Solidário com o Charlie
" Caricatures • Le procès de l'hebdomadaire satirique, poursuivi pour avoir reproduit les «caricatures de Mahomet», s'ouvre à Paris• «Libération» s'est associé à «Charlie» et publie dessins et textes de ses journalistes •
«Charlie» face à la justice des hommes
" Un prélat, un rabbin et un imam, bras dessus, bras dessous, poussent un même cri : «Il faut voiler Charlie Hebdo !» Un numéro spécial et un nouveau dessin. Telle est la réponse de l'hebdomadaire satirique à son procès, qui s'ouvre aujourd'hui devant le tribunal correctionnel de Paris. Pour avoir publié, il y a un an, les caricatures danoises de Mahomet, la Grande Mosquée de Paris et l'Union des organisations islamiques de France (UOIF) poursuivent le journal de Philippe Val pour délit d' «injure stigmatisant un groupe de personnes en raison de sa religion». Elles réclament 30 000 euros de dommages et intérêts et la publication du jugement. "
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«Numéro exemplaire»
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" Pour Charlie Hebdo, c'est la liberté d'expression qu'on assassine. Ses avocats voient dans la plainte une «action totalement politique» effectuée sous la pression de mouvements islamistes, l'UOIF en tête, avec l'assentiment des plus hautes autorités de l'Etat. Le recteur de la mosquée de Paris, Dalil Boubakeur, «est un type modéré, mais totalement débordé et se met à crier avec les loups», selon Me Georges Kiejman, avocat de l'hebdo. «On n'a pas délivré de fatwa, mais une citation à comparaître !», rétorque Me Francis Szpiner, autre défenseur de la Grande Mosquée. L'hebdomadaire est bien décidé à profiter de cette tribune pour initier un «débat de société». «Ils veulent un procès, ils vont l'avoir», prévient son avocat attitré, Me Richard Malka, qui a cité à la barre un aréopage de personnalités : François Hollande, François Bayrou, Denis Jeambar, ex-directeur de l'Express, Dominique Sopo, président de SOS racisme, Claude Lanzmann, le philosophe franco-tunisien Abdel Wahab Meddeb, qui assure : «Le numéro incriminé était exemplaire, car il y avait une critique de toutes les religions, pas seulement de l'islam.»
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CHIRAC COM OS ISLAMISTAS
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O Liberation prossegue a história: "Charlie Hebdo n'est pourtant pas le seul média français à avoir repris les caricatures du prophète. «Elles ont même été diffusées sur TF1 et France 2. Ils n'ont pas voulu se mettre à dos des institutions qu'ils considèrent importantes. Charlie Hebdo, c'est pas grave. On est des mécréants», lance Me Malka. Au nom de la liberté de la presse, le Nouvel Observateur , l'Express et le Monde décident en février 2006 de publier tout ou partie des dessins controversés. Libération choisit ainsi de ne montrer à ses lecteurs que deux des «moqueries danoises» et écarte le Mahomet coiffé d'une bombe «qui, écrit Serge July, pouvait criminaliser de fait les musulmans». Le directeur de France Soir, quant à lui, a sorti l'ensemble du lot dès le 1er février. Une décision qui lui a valu d'être limogé. C'est alors que Philippe Val décide de «réagir» par «solidarité» avec son confrère, pour protester aussi contre la «mollesse» des réactions de l'Union européenne aux incendies de plusieurs ambassades danoises.
«Patte du Président». Le pouvoir s'en mêle. Deux jours avant la parution, Matignon convoque Val. Le directeur de cabinet de Dominique de Villepin lui demande de renoncer au projet. Trop tard, le numéro est sous presse. Les associations musulmanes tentent à leur tour d'empêcher la sortie du journal. Elles saisissent, le 6 février, le juge des référés. Pour des questions de cuisine juridique, la plainte est rejetée. Le 8 février, Charlie Hebdo paraît comme prévu. Le 10, les associations du Conseil français du culte musulman (CFCM) se réunissent pour décider avec un groupe d'avocats de la «forme d'action judiciaire» à retenir. Souvent accusées d'être à la botte du pouvoir, elles sont face à un dilemme : il leur faut prendre en compte la colère de la base musulmane, sans rallumer le feu dans les banlieues ni risquer de passer pour des fondamentalistes irresponsables.
Le samedi 11 février, 7 200 personnes (selon la police) manifestent contre la publication des caricatures à l'appel de l'Union des associations musulmanes de la Seine-Saint-Denis (UAM 93), qui réclame le vote d'une loi sur le blasphème. Une proposition retenue par Eric Raoult, député-maire UMP du Raincy, mais le texte ne sera jamais examiné par les députés.
Les mois suivants, les avocats du CFCM réfléchissent à la meilleure ligne d'attaque. Ont-ils été aidés ? «De l'Elysée et l'Intérieur, on a reçu des conseils pour savoir si on devait aller devant la justice civile ou pénale», reconnaît un responsable musulman. Finalement, ils optent l'été dernier pour le tribunal correctionnel. Selon Charlie Hebdo, Dalil Boubakeur aurait pris cette décision avec l'aval d'un chef de l'Etat soucieux des répercussions de l'affaire dans le monde arabe comme en France. «Boubakeur prend assez peu d'initiative sans en référer à l'Elysée. Et coïncidence ? Il a pris comme avocat Francis Szpiner, qui conseille Jacques Chirac», remarque Me Malka. «Je connais Boubakeur depuis dix ans, réplique Me Szpiner. Si ça peut faire plaisir à Charlie Hebdo de voir la patte du président de la République, je n'y peux rien.»
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" Charlie Hebdo - segundo a Wikipedia - journal satirique de tradition libertaire, à l'esprit caustique et irrespectueux, hérité de Hara-Kiri, a gardé une réputation marquée à gauche. S'il fustige toujours aussi volontiers les idées et hommes politiques de droite, il n'est guère complaisant avec les partis de gauche, qu'ils soient de gouvernement ou non. C'est un journal avant tout républicain, attaché à la défense des libertés individuelles et collectives, qui pratique la liberté d'expression jusqu'en son propre sein : il n'est pas rare que les différents chroniqueurs soient en désaccord plus ou moins profond, par exemple lors du Référendum sur la Constitution européenne. Son directeur de rédaction est actuellement Philippe Val et son rédacteur en chef est Gérard Biard . " .
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Philippe Val, mercredi matin au tribunal/REUTERS
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N O V O
sarkozy com o charlie
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Soutien Sarkozy à Charlie Hebdo: réunion "exceptionnelle" du bureau du CFCM
Le bureau exécutif du Conseil français du Culte Musulman (CFCM) va tenir mercredi après-midi une réunion "exceptionnelle" à propos du soutien apporté à Charlie Hebdo par Nicolas Sarkozy dans l'affaire des caricatures, a-t-on appris dans l'entourage de Dalil Boubakeur, président du CFCM et recteur de la Mosquée de Paris.
Mercredi 7 février 2007 13:56
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Actualité
La gauche en ordre dispersé
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" Qu'y a-t-il de commun entre les affaires Rushdie, Redeker, et celle des caricatures ? Chacune répond à un contexte particulier, mais la nature des menaces et surtout les questions qu'elles posent en matière de liberté d'expression sont inchangées. Or, entre 1989 et 2007, la gauche ne réagit plus de la même manière à cette interpellation. Le 11 Septembre est passé par là, et chacun le lit ou l'interprète selon ses sensibilités, sa culture politique. Plutôt anticolonialiste ou plutôt antitotalitaire, plutôt nationale ou plus internationale, plutôt antiraciste ou plutôt laïque. Les uns, attachés à la libre critique des religions et à la laïcité, analysent ces attentats comme un signal : celui de la remontée de l'obscurantisme. D'où le sentiment de devoir y résister en réaffirmant le principe de laïcité et en appelant les démocrates à faire front. Problème, dans ce même camp, beaucoup sont légitimement inquiets du risque d'amalgame entre islam et terrorisme, quitte à interpréter la moindre critique de l'intégrisme musulman comme une attaque mettant de l'«huile sur le feu», voire comme un symptôme de l'«islamophobie» rampante. C'est le cas des dirigeants du Mrap et de la Ligue des droits de l'homme. Tout en affichant un soutien de principe aux victimes de menaces de mort, ils insistent sur le côté «nauséabond» de propos qu'ils jugent volontiers racistes. Au risque de mettre sur le même plan la menace représentée par les poseurs de bombes et celle incarnée par ceux qu'Olivier Roy, politologue spécialiste de l'islam, appelle les «chatouilleurs» de fatwa. En 1989, qui aurait osé appeler Rushdie un «chatouilleur» de fatwa ?
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" Fronde.
La Ligue des droits de l'homme soutenait alors l'écrivain. En 2001, elle a poursuivi Michel Houellebecq en justice parce qu'il s'était dit «effondré» par la lecture du Coran, et qu'il avait jugé l'islam comme la «religion la plus con». Le Mrap, quant à lui, a failli se joindre à la plainte des organisations musulmanes contre Charlie Hebdo. Il a fallu la fronde d'une partie des militants régionaux de l'association, emmenés notamment par certains d'origine algérienne, pour que l'organisation recule. Cette semaine, trois militants de ce «Mrap alternatif» monteront à Paris pour soutenir Charlie Hebdo. Dominique Voynet et l'architecte Roland Castro ont, eux, signé l'appel à soutien.
A la fois antiraciste et anti-intégriste, Charlie Hebdo est dans le camp de ceux pour qui la republication de ces douze dessins est une évidence. Au nom de la libre critique des religions, et par solidarité avec les dessinateurs menacés. Mais cet élan n'a pas fait l'unanimité, comme au moment de l'affaire Rushdie. (...)" Continua AQUI

" After the Danish Cartoon Controversy
By Lorenzo Vidino
My friend Pernille Ammitzbøll and I recently published a long analysis of the origins, developments and aftermath of the Danish cartoon controversy in the Middle East Quarterly . As tomorrow marks the anniversary of the peak of the crisis, it might be interesting to read it to see, a year later, what lessons we have learned from it.
On February 5, 2006, at the height of the tension following the Danish newspaper Jyllands-Posten's publication of cartoons depicting the Prophet Muhammad, Muslim protesters torched Denmark's embassies in Beirut and Damascus. While many in the West looked on with bewilderment, protests spread across the Muslim world, and stores in Muslim areas removed Danish products from their shelves. Even as the cartoon crisis captured headlines around the world, most people outside Denmark remain unfamiliar with the forces propelling it. Like the Salman Rushdie affair before it and the furor over Pope Benedict XVI's remarks at Regensburg University after it, the cartoon controversy had less to do with genuine outrage over the depiction of Islam's prophet and more to do with the ambitions, first, of a small group of radical imams and, later, of jousting Middle Eastern powers. Now that the dust has settled, what is the legacy of the crisis, not only for Denmark but also for the Western world?
The background
Beginning in the late 1960s, a small Muslim population of Turks, Lebanese, and Somalis began to settle in Gellerup, a Western suburb of Aarhus, Denmark's second largest city. Gellerup, known to most locals as "the ghetto," suffers not only lower income, poorer education rates, and a higher crime rate than the rest of the city but also physical isolation. Its high-rises, which 28,000 Gellerup residents call home, are surrounded by a thick ring of public green and large boulevards. Designed in 1968 to house blue-collar workers and students from the local university, within two decades, Gellerup had become the destination of thousands of foreign immigrants who had moved to Aarhus to work in the city's food industry. By the mid-1990s, few ethnic Danish residents remained in the development.
As immigrant isolation grew, few Danes, wrapped in the political correctness common across Scandinavia, were willing to talk publicly about the problems simmering among the population; officials and commentators labeled those who did as racists and "Islamophobes." By 2001, attitudes began to change. In November, the center-right Liberal Party ended more than seven decades of left-of-center Social Democratic rule. In order to cement a coalition, the Liberal leader Anders Fogh Rasmussen reached out to the People's Party, a nationalist party that had also made significant gains. The new conservative government introduced a series of measures affecting immigrants, ranging from cutting state benefits to raising the threshold required to obtain Danish citizenship. Such measures, especially in the wake of 9-11, triggered an intense public debate over the once taboo topics of immigration and integration.
While some politicians and commentators embraced an extreme tone, as when a People's Party spokesperson compared Muslims to cancer cells, much of the debate was constructive. For the first time, newspapers began to report crimes committed by gangs of teenage immigrants and honor killings of young Danish Muslim women. Politicians detailed overrepresentation of immigrants in benefit abuse and criminal activities. For example, in 2004, Danish authorities pressed charges against five times as many second generation immigrants than against ethnic Danes. In Copenhagen, three in four minors arrested is of immigrant background.
You can read the rest of the article here. Two interesting developments have taken place since the publication of the article, both affecting the two chief architects of the controversy. In November Raed Hlayel left Denmark to move back to his native Lebanon, from where he has sworn to continue his battle against Denmark. Ahmed Abu Laban, the country's most famous imam, died of cancer Friday in a Copenhagen hospital.
SÓCRATES E ZORRINHO: A QUESTÃO...
Será que a energia destes dois - Sócrates e Zorrinho - chega para pôr este Portugal - ainda tão salarento e tão cunhalento mas sempre lento - a par do resto do mundo desenvolvido? Chegará para pôr Portugal, finalmente, a mexer-se...?

NOTÍCIAS (INTERESSANTES) DE HOJE
BRUXELAS RENDE-SE À ALEMANHA
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" Bruxelles transige avec Berlin sur la pollution des voitures
Entre le lobby de l'industrie automobile allemande et les exigences du protocole de Kyoto, la Commission européenne s'est arrêtée sur un compromis, fixant à 130 g/km le seuil maximal de pollution autorisé pour les moteurs de véhicules neufs à compter de 2012. Lire >>
Kona Creme
chegou-me por mail e, claro, não resisto à tentação de partilhar este fragmento de humor...

PROPOSTO PRIVATIZAR A CIA
Karl Rove e Amigos Baralham
a Campanha das Presidenciais
Um génio é um génio e sobre isso não há muito a dizer nem a fazer. Karl Rove tinha de mudar um tabuleiro que não lhe está muito favorável e já começou a fazê-lo. Os mais atentos estavam, aliás, à espera de uma ou várias "invenções"... A primeira, a privatização da CIA, já aí está e não deixa nem pode deixar ninguém indiferente, fiquem, porém, atentos porque ou me engano muito ou vem aí mais... A privatição da CIA é defendida no "The Weekly Standard" por Michael Rubin, " resident scholar at the American Enterprise Institute, was a staff adviser for Iran and Iraq in the office of the secretary of defense between 2002 and 2004". O argumento: "our intelligence community could use more -competition". Como se pode ler AQUI
PROTECCIONISMO:
A TENTAÇÃO EUROPEIA...
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" Pour ou contre un protectionnisme européen ?
Lancé par le démographe Emmanuel Todd en décembre, le débat sur le protectionnisme trouve un écho dans le programme de nombreux candidats à la présidentielle. Le thème est en revanche beaucoup plus controversé chez les économistes et les intellectuels. Lire >>
A COISA SALAZARENTA
E SUA SUB-CULTURA
"O anti-liberalismo visceral do neoconservadorismo português
Ontem no Prós e Contras ficou patente um elemento dominante do conservadorismo português: a sua repugnância à qualquer tradição liberal.
Falo sobretudo de Kátia Guerreiro, que esgrimou argumentos da pior demagogia possível, característica de uma vaga jovem neo-conservadora que está a colonizar a direita. Aqui vão alguns:
- que a despenalização do aborto impediria a renovação da população
- que a despenalização do aborto criaria uma clivagem entre o interior e o meio urbano no que respeita ao acesso de serviços de saúde especializados para o efeito, devido à maior pressão social do interior
- que Portugal estará na vanguarda se votar «Não», ficando assim orgulhosamente só
Mas pior do que isso, foi o tom: agressivo, pontuado pela arrogância de uma suposta superioridade moral que deverá ser imposta aos outros.
Passados 30 anos de democracia, vimos algo que nos deve preocupar: Portugal avança pouco porque o seu conservadorismo não se modernizou, ao contrário do que aconteceu em outros países europeus.
O nosso conservadorismo ainda continua, na sua essência, salazarento, sendo um «arcaísmo pós-moderno», tomando por emprestado conceito de José Gil.
É um conservadorismo visceralmente contra qualquer laivo de tradição liberal (a menos que lhe interesse), atávico, hipócrita, defensor uma mentalidade medieval «soft».
É preciso mais esquerda liberal para Portugal.
Urge a construção de uma tradição liberal.
INVASÃO TURCA NAS ESCOLAS FRANCESAS
contra Darwin e pelo criacionismo islâmico
Os jornais franceses descobriram uma "Offensive du créationnisme islamique en France", uma intervenção islâmica em grande escala nas escolas francesas. E não gostaram do que descobriram...
" « L'Atlas de la Création » a été envoyé dans la plupart des établissements scolaires et universitaires. Le ministère de l'Éducation a demandé qu'il ne soit pas diffusé aux élèves et étudiants.
DEPUIS une semaine, la plupart des universités, lycées et collèges de France ont reçu un livre luxueux, intitulé L'Atlas de la Création, qui réfute sur 770 pages très richement illustrées le darwinisme et la théorie de l'évolution. Écrit par un certain Harun Yahya (de son vrai nom Adnan Oktar), de nationalité turque, l'ouvrage, directement expédié à plusieurs dizaines de milliers d'exemplaires depuis la Turquie et l'Allemagne, entend dénoncer « l'imposture des évolutionnistes, leurs affirmations trompeuses » et surtout « les liens occultes existant entre le darwinisme et les sanglantes idéologies telles que le fascisme et le communisme ».
Selon l'auteur, les théories de Charles Darwin (1809-1882) seraient même « la réelle source du terrorisme ». On peut lire par exemple, sous une photo représentant les attentats du 11 Septembre, cette légende stupéfiante : « Ceux qui perpétuent la terreur dans le monde sont en réalité des darwinistes. Le darwinisme est la seule philosophie qui valorise et donc encourage le conflit. »
« Bien plus insidieux »
Très vite alerté, le cabinet du ministre de l'Éducation nationale, Gilles de Robien, a discrètement demandé aux recteurs d'académie de veiller à ce que ce livre, « qui ne correspond pas au contenu des programmes établis par le ministre, ne figure pas dans les centres de documentation et d'information des établissements scolaires ».
« Il s'agit d'une nouvelle forme de créationnisme, bien plus insidieuse que celle, d'inspiration chrétienne, qui sévit en Amérique du Nord » explique au Figaro le biologiste Hervé Le Guyader, de la faculté de Jussieu à Paris, qui vient de procéder à la demande de l'Inspection générale de l'Éducation nationale à une analyse détaillée de L'Atlas de la Création.
Harun Yahya ne prétend pas, en effet, que le monde et ce qui l'habite a été créé il y a six mille ans et en sept jours, comme le dit la Genèse. L'auteur, de confession musulmane, admet au contraire que la Terre a bel et bien 4,6 milliards d'années, son âge réel. Il s'appuie d'ailleurs sur les très nombreux fossiles retrouvés depuis deux siècles dans le monde entier pour asséner que « les espèces n'ont jamais changé ».
Une série de sept ouvrages
L'auteur présente ainsi, dans le désordre le plus complet, de magnifiques photos de spécimens de poissons, de hyènes, de fourmis, d'étoiles de mer ou encore de feuilles d'arbres, vieux de plusieurs dizaines de millions d'années, qu'il compare à une photo de leur descendant actuel pour bien montrer qu'ils se ressemblent. Et que, donc, « les êtres vivants n'ont pas subi d'évolution, mais furent bien créés »...
« La méthode peut s'avérer redoutablement efficace sur un public non averti, s'inquiète Hervé Le Guyader. Car ces espèces a priori semblables sont en fait très différentes les unes des autres tant sur le plan anatomique que génomique. La plupart seraient incapables de se reproduire entre elles ! »
L'auteur, qui cite abondamment le Coran, conclut que « la création est un fait », prouve « l'existence de l'âme » et prophétise « la fin du matérialisme ». Reste à savoir qui se cache derrière Harun Yahya et surtout qui a financé l'édition et la distribution massive - et gratuite - de ce livre hors de prix ? D'autant qu'il s'agit du premier volume d'une série de sept ouvrages. Autre mystère : comment la maison d'édition s'est-elle procuré les noms des destinataires de l'ouvrage, mentionnés en toutes lettres sur les colis ? "
O VERDE PINHO DO GOVERNO
«Num país onde o discurso político perdeu qualquer credibilidade, o ministro da Economia acabou por se transformar numa espécie de anedota que contribui, com particular empenho, para o enriquecimento do humor nacional. O "Pinho", como é vulgarmente conhecido, é uma risonha promessa que raramente fica por cumprir: quando tudo corre "habitualmente", sem sobressaltos de maior, eis que surge, de repente, o ministro disposto a salvar-nos dessa cinzenta monotonia. Ingénuo, desastrado, sincero e inconveniente, este verdadeiro português, que o eng. Sócrates chegou a pôr à frente do seu Plano Tecnológico, é uma fonte permanente de sarilhos para o Governo, que ciclicamente se vê na necessidade de o "desvalorizar".»
Constança Cunha e Sá, in Público

Ora bem, José Sócrates tem uma forma eficaz e cómoda de resolver "o Pinho". O Primeiro-Ministro passa a trazer consigo um rolinho de adesivo trasparente no bolso e, antes de sair do avião, chama "o Pinho" e aplica-lhe uns centímetros quadrados por cima da boca. À vista desarmada, ninguém nota nada e a boquinha mantem-se inapelavelmente fechada... E nem uma mosquinha poderá entrar. Só vantagens! Sócrates que pense: como teria sido diferente tudo isto se um D. Afonso Henriques tivesse tido adesivo transparente! Veja-se também como o bardo do Asterix, o Assurancetourix - que ao contrário do que o nome pode sugerir não trabalhava para o BES - teria sido poupado à violência popular... Só vantagens, portanto, num simples rolinho que se mete em qualquer bolso. E já nem precisará mais de o demitir!
Quando O jumento passeia pela avenida de roma, com paisagem libertina
DOS BRANDOS COSTUMES...
no Tempo Que Passa
“A mansidão, a meiguice portuguesa só se encontram à superfície; raspai-a e logo havereis de encontrar uma violência plebeia que chegará a assustar-nos” (Miguel de Unamuno).
Que o digam D. Carlos e D. Luís Filipe (1908), Sidónio Pais (1918), António Granjo, Machado Santos, Carlos da Maia (1921), Humberto Delgado (1965) e eventualmente as vítimas de Camarate. Não arquivemos os casos no tombo da teorias das conspiração .
Porque em quase todos sabemos quem matou, continuando por saber quem mandou matar. Aliás, nem a própria morte de D. João VI está esclarecida… "
CHINA: SINDICATOS LIVRES, QUANDO?

Um sobrevivente (mas a que preço!) de Tian ’anmen falou da ausência de liberdade sindical na China, em conferência da Universidade de Montreal... As universidades do Canadá (país que tem com a China relações económicas bem desenvolvidas) não são bem como as portuguesas...
"Cette conférence est organisée conjoitement par le Cérium,
le Centre d’études de l’Asie de l’Est (CETASE) et
le Centre de recherche interuniversitaire sur la mondialisation et le travail (CRIMT).
Biographie - Han Dongfang
Le China Labour Bulletin
Avant les manifestations de la place Tian ’anmen de 1989, Han Dongfang, fils de paysan, travaillait comme assistant-libraire et ingénieur en réfrigération. Han Dongfang est principalement connu pour les activités qu’il a menées au cours de ces manifestations, à la suite desquelles il est devenu défendeur des droits de la personne.
En 1989, il a constitué la Beijing Autonomous Workers Federation, le premier syndicat indépendant en Chine continentale en 50 ans. Son objectif consistait à former une fédération de travailleurs qui pourrait surveiller les actions du parti communiste chinois, particulièrement en ce qui a trait aux traitements réservés aux travailleurs. La fédération des travailleurs a été démantelée à la suite des manifestations de la place Tian ’anmen, qui se sont terminées par une effusion de sang le 4 juin 1989.
Après ce massacre, Han Dongfang a été emprisonné sans procès pendant une période de 22 mois durant laquelle il a contracté la tuberculose. Il a été libéré à l’article de la mort et, peu après, a reçu un visa américain lui permettant de se faire soigner aux États-Unis, où il s’est rétabli non sans avoir perdu l’usage d’un poumon.
Il vit actuellement à Hong Kong, où il dirige le China Labour Bulletin, qui soutient le syndicalisme indépendant et surveille les questions liées à la main-d’oeuvre en Chine. De plus, il anime une émission hebdomadaire influente sur les ondes de Radio Free Asia, dont les cotes d’écoute sont évaluées à environ 40 millions de personnes sur le continent. Il fait également parti du comité de direction du World Movement for Democracy. Il continue à promouvoir les droits des travailleurs en Chine et entretient par téléphone et par courriel des contacts avec des travailleurs de partout sur le continent.
Han Dongfang a reçu le Democracy Award du National Endowment for Democracy des mains du président Bill Clinton en 1993, ainsi que l’International Activist Award de la Gleitsman Foundation en 2005.
Cliquez ici pour une version pdf de cette affiche :
O RAMSES CONTINUA INDISPENSÁVEL
" RAMSES 2007 est l'encyclopédie annuelle de l'actualité
internationale et présente des analyses approfondies pour comprendre "L'Europe et le monde" (édité par Dunod - 14/09/2006)

• RAMSES 2007 - L'Europe dans le monde
Lire l'interview de Thierry de Montbrial (site Dunod Éditeur)
• Articles de presse
L'Europe cherche encore sa place dans l'économie globalisée, Laurence Caramel, Le Monde , 12/09/2006 |
La crise de l'Europe passée au crible, Catherine Chatignoux, Les Échos, 21/09/2006 |
L'Europe semble en perte de vitesse, interview de Thierry de Montbrial par Eve Charrin , Challenges, 21/09/2006
Commander l'ouvrage | Contact presse : Natacha Crance
• Une appréhension globale et méthodique du monde et de ses enjeux
• Les Perspectives de Thierry de Montbrial, directeur général de l'Ifri, ouvrent le rapport par une synthèse de l'année écoulée, couvrant l'ensemble du champ des relations internationales.
• Les 13 chapitres étudient systématiquement les interactions entre l'Europe et le monde. Au moment où l'Union européenne traverse une crise majeure, il paraît essentiel de situer le plus clairement possible notre continent sur une planète en pleine révolution. Ces chapitres s'interrogent tant sur les défis de l'Europe face à tel ou tel problème mondial (sécurité, gouvernance économique, etc.) que sur les rapports de l'Europe avec telle ou telle grande région (ex-Union soviétique, Moyen-orient, etc.).
• Un instrument de travail
• Les 38 entrées du Panorama examinent de manière brève mais exhaustive soit l'évolution d'un pays au cours de l'année écoulée (Afghanistan, Algérie, etc.), soit une question importante (altermondialisme, antiterrorisme, etc.).
• Statistiques, annexes documentaires, cartes et chronologies complètent la partie Repères de ce rapport qui est clos par un index méthodologique détaillé.
Un outil complet, facile à utiliser pour l'étudiant, l'enseignant, le chef d'entreprise, le journaliste, le diplomate, ou tout simplement pour celui qui veut comprendre notre monde et ses mutations.
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RAMSES 2007 - L'Europe, pour quoi faire?
1. Un monde en mutation qui reste organisé autour d'Etats dits "souverains"
2. L'Europe, objet politique non identifié
3. Les interrogations que l'Europe ne pourra escamoter
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COISAS DA GLOBALIZAÇÃO...
... ou como foi há tanto o "Que Viva Estaline" e o "Longa Vida ao Camarada Mao", do "camarada Veiga" ! Oh tempora, oh mores...

Summer Transparency de Hu Ming

An Army Summer de Hu Ming
OPUS CUNHAL
Quem privou com o fundador da Opus Dei sabe bem como agressivo e violento era José Maria Balaguer e, acima de tudo, prepotente e autoritário. Vejamos umas breves palavras que Balaguer disse à sua secretária quando a despediu, sinalizadoras do seu carácter, por sinal palavras quase parecidas com as que Álvaro Cunhal disse a Zita seabra - hoje no psd - antes de abandonar o pcp, o partido mais estalinista e retrógrado da Europa e arredores:
"Se falares a alguém do Opus Dei, eu, Josemaría Escrivá de Balaguer, que tenho a imprensa do mundo inteiro nas mãos, vou desonrar-te perante os homens e a família. Tu és uma mulher pérfida, completamente corrupta, má, indecente... Puta, porca".
Creio que Cunhal não foi tão longe, mas asseverou a esta comunista hoje travestida de psd a assessorar MMendes, que se ela abandonasse o pcp ele - Cunhal - tudo faria para que ela nunca mais fosse ninguém fora do partido . Lembro-me de ter visto estas declarações de dona Zita a um programa de Herman José, no meio daquela gente inqualificável que ele convida para os seus programas manhosos.
PORTUGAL. VISÃO 2015
CONTRIBUTO PARA O QUADRO DE REFERÊNCIA
Um documento absolutamente notável, produzido pelo Departamento de Prospectiva e Planeamento, que exige leitura urgente. A equipa de José Manuel Félix Ribeiro fornece com este trabalho exemplar (ele mesmo um case study de inteligência económica e estratégica...) uma matriz potenciadora de um Portugal economicamente competitivo e socialmente integrado, no horizonte 2015. Assim haja quem saiba lê-lo.
Se a política não fosse a única profissão que não exige qualificações e se houvesse um exame para aceder a essa profissão, propunhamos que este trabalho sobre Portugal fosse a matéria de tal exame...
Parabéns a Félix Ribeiro e à sua equipa.
" No exercício das suas competências e na sequência dos trabalhos desenvolvidos no contexto do Plano Nacional de Desenvolvimento Económico e Social para 2000-2006, o Departamento de Prospectiva e Planeamento iniciou, em 2004, uma reflexão sobre a estratégia para o País com horizonte 2015, tendo em consideração os desenvolvimentos entretanto verificados a nível nacional e mundial, nas vertentes geoestratégica, energética, económica e social.
Esta reflexão foi, entretanto, acelerada face ao lançamento dos trabalhos de elaboração do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) para a programação dos Fundos Comunitários para 2007/2013.
No desenvolvimento dessa reflexão, que conduziu à elaboração do presente documento, o Departamento de Prospectiva e Planeamento teve o privilégio de beneficiar da opinião, conhecimentos e experiência de um vasto conjunto de técnicos e especialistas conceituados, aos quais expressa o seu reconhecimento.
A Visão 2015 − para a qual, à partida, foi definida uma opção clara no sentido de não construir um documento “completo” (exaustivo) e “redondo” (sem pontos de alavancagem) − constitui, assim, um contributo para o QREN e para a definição das prioridades e opções dos programas públicos de médio/longo prazos – de índole sectorial, horizontal ou territorial – fornecendo, simultaneamente, um enquadramento que se deseja útil para as decisões dos agentes privados.
Identificar onde queremos que Portugal esteja em 2015 é essencial para sabermos que situações e bloqueios temos que ultrapassar, para definirmos os eixos centrais de actuação e para seleccionarmos as áreas prioritárias de intervenção.
A consensualização de uma Visão Estratégica constitui uma etapa crucial no processo de decisão relativo à estruturação dos programas públicos de desenvolvimento. Permite também estabelecer coerência e sinergias entre os diferentes programas, criando, assim, condições para a aplicação mais eficientemente dos recursos disponíveis.
Com este documento, da sua inteira responsabilidade, em que, para além da construção de uma estratégia se avança para a identificação de acções prioritárias que a concretizem, o Departamento de Prospectiva e Planeamento espera dar um contributo, ainda que modesto, para a concepção de uma trajectória sustentável de prosperidade e coesão, mobilizadora da vontade de todos os Portugueses. "
A ler AQUI
POSTS REPESCADOS
Alguns posts que se tinham perdido e foram agora repescados:
Dupla Mudança
Em Portugal, o que, neste momento, está numa marcha imparável é o processo de falência do estado salazarento e das correspondentes estruturas económicas.
No mundo, o que está numa marcha imparável é “la mise en place” de um novo modelo global de organização do sistema internacional com o simultâneo afundar das instituições e outras realidades do velho “mundo” saído de 1945.
Consultoria à Portuguesa
Só em Portugal, é que os mesmos “consultores” vendem “consultas” a membros do partido do Governo e a membros dos partidos da Oposição…E, por vezes, até são membros de um dos partidos!
Não se pode falar de “agentes duplos. De facto, até são “triplos” ou são o que calhar…
Nos EUA, por exemplo, para além de possuírem know-how (de que aqui nem se suspeita), os consultores de comunicação politica “identificam-se” com a política com que trabalham e têm um máximo rigor com os “conflitos de interesses”. Veja-se, para exemplificar, o caso do Genius-Boy … Karl Rove já elegeu dezenas de congressistas, senadores e alguns presidentes, mas nunca teve um único contacto profissional com gente do Partido Democrático. É que Rove, apesar de ser possuidor de um arsenal de tácticas sinistras e fatais, respeita-se muito e respeita a ética política. Ele nunca estaria com o Presidente e com uma poderosa associação que se opusesse à política do Presidente! Esquisitices dos americanos…
A Pior das Guerras
Este terrorismo traz, de volta, práticas e uma cultura de que há muito nos tínhamos esquecido… Práticas e uma cultura que não só não se integram nos nossos conceitos de vida, convivência ou guerra como nem se quer são possíveis de compreensão. É preciso um esforço e uma abstracção dos nossos conceitos para começar a perceber o que temos pela frente. É preciso esquecermo-nos um pouco de como pensamos e tentar pensar como “eles” para começar a entender a natureza, a realidade e a dimensão do que se nos meteu e surge pela frente.
A percepção… A forma como gerirmos a percepção deste fenómeno é decisiva.
Trotsky Circus, Saramago e Este Fado
Marx tinha razão! Há repetições na história e se da primeira vez a coisa é dramática, da segunda é uma farsa de gente derrotada e perdida, um verdadeiro Trotsky Circus.
Saramago, o que o fado nos deu por Nobel, apelou agora ao voto em branco, quando é candidato numa lista às europeias. Passando por cima do que a coisa revela de desestrutural ou de mal medido, sublinhe-se apenas o atraso de quase 30 anos relativamente ao apelo da, então muito querida de Saramago, 5ª Divisão de Vasco Gonçalves e Rosa Coutinho, em 1975… Então no apelo ao voto em branco contra o PS de Mário Soares e “por um partido verdadeiramente socialista” !
A especificidade da democracia, entre todos os regimes, é que garante a liberdade a estas curiosidades e até as acarinha, mesmo quando, como refere VPV, lhes falta a instrução.
Esta Direita
Enquanto católica-romana, continentalista, centralizadora e estatista, pelo seu histórico e pela sua realidade, pela realidade dos seus agentes, presa ao complexo económico neo-corporativo salazarento e ao seu “Estado”, como pode esta direita portuguesa ter realidade e futuro no mundo de hoje, no Portugal da idade da globalização…? Claro que não tem! Esta direita é uma abjecção política, uma irracionalidade histórica, uma real esquizofrenia… A sua racionalidade não tem qualquer realidade!
Lisboa, 04 Setembro de 2006, quando Ferraz da Costa volta a querer refundar a Direita.
Descobrir a China
Fomos os primeiros europeus a chegar à China, como, de resto, ao Japão. Demos o nome a uma ilha muito Formosa que ainda hoje ainda assim se chama. Tomamos Macau, numa espécie de contrato leasing, que há pouco findou, fechando um ciclo do nosso relacionamento com o Oriente. Está na hora de iniciar novo ciclo. Está na hora de, realmente, descobrir a China.
Macau, nas últimas décadas, foi o pólo das nossas atenções. Talvez até tenha fixado demasiado as nossas atenções. Ocultou a China e a evolução acelerada da realidade chinesa.
Lisboa não soube ver as consequências que a queda do muro de Berlim e o movimento lançado por Deng iam ter em Macau… De certo modo, continua a não as aperceber! E pensa que a relação e a função de Macau são ainda as dos tempos longínquos da Guerra Fria e de Mao. Ao contrário de Hong Kong, Macau nunca apresentou uma élite – nem económica, nem cultural, nem política… - que se impusesse à China como um interlocutor respeitável e respeitado.
Sem esquecer Macau, está na hora de concentrar a nossa atenção na China.
NOTÍCIAS DESTA EUROPA QUE SE BUSCA
Selecção de notícias interessantes e importantes para o futuro da Europa. Da nova polémica sobre o regresso da famigerada “constituição”, aos problemas da economia europeia, que continua a arrastar-se atrás dos USA, às perspectivas abertas em Davos para as trocas internacionais, à vontade alemã de centralizar numa base pan-europeia os dados policiais, aos problemas da alteração do modelo energético, matéria estratégica e em que a Europa continua a andar ás voltas no escuro e às apalpadelas… Para ler, basta clicar nos links.
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The power of the oceans
This article, published by Leonardo Energy, examines the potential contribution that the power of the oceans can add to the energy mix in the next 20 years.
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EU aims at oil firms on way to low-carbon future
Proposed new fuel-quality standards have oil companies fuming as Commission seeks deeper cuts in CO2 and other noxious pollutants emitted by petrol refining and use. The new standards also encourage increased blending with biofuels.
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Wood, food or biofuels?
The debate on biofuels is heating up, with the Commission and the Greens guarding against potential negative impacts such as rainforest depletion in Brazil and increased competition with wood and food production.
COMO A CHINA CONCEBE, ORGANIZA E
PRATICA A INTELIGÊNCIA ECONÓMICA
Análise da estratégia chinesa de Inteligência Económica, seus métodos e técnicas, na "aquisição de altas tecnologias". Um trabalho de Daniel Schaeffer, apresentado em Novembro passado, em Paris, no colóquio "Intelligence Economique et Competition Internationale". No momento em que uma vasta comitiva portuguesa de decisores económicos e políticos regressa de uma viagem à China, por iniciativa do senhor Primeiro-Ministro, é altura de "ler" melhor os interlocutores chineses destes últimos dias... Talvez isso ajude muito e evite perdas de carácter vário.
" Chine et intelligence économique
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La pratique de l’intelligence économique chinoise dans l’acquisition des hautes technologies (PDF), de Daniel SCHAEFFER, au colloque IECI du 16 novembre dernier :
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“L’objectif de la communication est de présenter un tableau de bord utile à l’industriel qui va vouloir engager des relations économiques en Chine dans le domaine des hautes technologies. A cette fin, il s’agit de l’alerter sur les pratiques chinoises de l’intelligence économique afin qu’il puisse établir une relation fructueuse avec son partenaire sans pour autant se faire spolier. La présentation comporte quatre parties : les fondements de l’intelligence économique en Chine et son organisation, ses décideurs et ses agents, les modes opératoires et les mesures à prendre pour se protéger tout en réalisant d’authentiques affaires.”
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“Les opérateurs chinois de l’intelligence économique œuvrent selon une organisation pragmatique qui répond à deux principes : une forte centralisation au niveau de l’émission des directives, une très large décentralisation et une très large place à l’initiative dans l’exécution. A cette organisation correspond deux strates d’acteurs : les décideurs et les agents, sachant que les décideurs peuvent aussi, dans certains cas, être en partie agents. “
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MUDANÇA CLIMÁTICA, MUDANÇA DO MODELO ENERGÉTICO E AMBIENTE

SEGÚN EL INFORME DEL IPCC
El cambio climático traerá a España olas de calor, sequías y lluvias torrenciales
OLALLA CERNUDA (elmundo.es)
Según el informe del IPCC, seguirán subiendo las temperaturas, descenderán las precipitaciones de nieve y aumentará la salinidad en el Mediterráneo.»
§ El cambio climático tendrá efectos irreversibles
§ Ofrecen dinero a científicos por cuestionar el informe
§ Los datos del calentamiento global
MADRID.- El cambio climático es "inequívoco", y lo que han hecho los 6.000 expertos que han elaborado el informe del Grupo Intergubernamental para el Cambio Climático (IPCC en sus siglas en inglés) ha sido constatar que la realidad ya está aquí y cuáles serán sus efectos. Se sentirán en todo el planeta, y también en España, donde los científicos prevén un descenso de los días fríos, reducciones del promedio anual de lluvia y de nieve, incrementos en las lluvias torrenciales, olas de calor y aumento de la salinidad de las aguas del Mediterráneo.
Según Medio Ambiente, el informe disipa cualquier duda acerca de que se está acelerando el ritmo del calentamiento global. "El estudio no alberga lugar a dudas, y supone una llamada de atención muy poderosa a los gobiernos del mundo", destacó el secretario general para la prevención del Cambio Climático, Arturo Gonzalo Aizpiri.
En los últmos años el aumento del nivel del mar se ha intensificado, como también se ha incrementado el ritrmo de derretimiento de los glaciares y las capas de hielo. Europa se ha calentado al menos 1ºC en el último siglo, a un ritmo mucho más rápido que el promedio mundial, y la concentración de dióxido de carbono en el año 2005 excede, con mucho, el rango natural de los últimos 650.000 años.
Todos estos factores pueden suponer para España un incremento de las lluvias torrenciales y una mayor frecuencia de las olas de calor, hasta el punto de producirse una cada entre tres y cinco años, según los expertos del Instituto Nacional de Meteorología que han elaborado el informe.
Los datos específicos de la situación que se podría vivir en España, así como las medidas que el Gobierno español planea para atajar el problema -"el mayor al que se enfrenta la HumanidadŽ", según Aizpiri- se presentarán durante el Consejo Nacional del Clima, el próximo 13 de febrero.
Otro dato que los científicos de todo el mundo han constatado que los 15 años más cálidos registrados han tenido lugar en los últimos 20, y 11 de ellos fueron desde 1995, lo que demuestra que la segunda mitad del siglo XX ha sido la fase más cálida durante al menos los últimos 1.300 años en el hemisferio norte.
Además, la capa de nieve está previsto que se contraiga, y el hielo del mar disminuirá en todos los escenarios, tanto en el Ártico como en el Antártico.
SEGÚN EL INFORME DE LA ONU
El cambio climático es 'como un tren que no podrá ser detenido en siglos'

La desertización es ya evidente en zonas de África, Australia y el Mediterráneo. (Foto: Reuters)
OLALLA CERNUDA
MADRID.- La Tierra se ha calentado durante los últimos 100 años 0,74 grados centígrados, y en las próximas décadas lo seguirá haciendo, a un ritmo de 0,2 grados por década. Las temperaturas del Ártico se han incrementado el doble que la media global. Las sequías aumentan en África y el Mediterráneo. La concentración de dióxido de carbono en la atmósfera es la más alta de los últimos 650.000 años... Ya no son advertencias lanzadas de forma aislada por grupos ecologistas. Lo dice el Grupo Intergubernamental sobre Cambio Climático (IPCC en sus siglas en inglés), que ha presentado hoy su informe sobre la situación de la Tierra, y no puede ser más alarmista. Nos estamos cargando el planeta. La culpa es de los hombres, y muchas de sus consecuencias son ya irreversibles.
El IPCC, auspiciado por la Organización Meteorológica Mundial y el Programa de Naciones Unidas para el Medio Ambiente, ha involucrado durante los últimos seis años a unos 3.000 científicos de todo el mundo, cuyas conclusiones se plasman ahora en el cuarto informe que hace público este grupo.
Los expertos utilizan un lenguaje mucho más duro del usado hasta ahora para advertir que el calentamiento global es "muy probablemente" provocado por el hombre, y además el futuro del planeta no es demasiado halagüeño: "el cambio climático es como un tren que ha tomado la salida, y no podrá se podrá parar en siglos", dice el informe.
En su informe de 2001, los científicos concluyeron que era "probable" que las actividades humanas estuvieran provocando daños al planeta, con una probabilidad de entre el 66 y el 90%. Ahora, ese rango se incrementa hasta más del 90%, puesto que los expertos concluyen que las emisiones de gases de efecto invernadero tienen una consecuencia directa e irreversible sobre la superficie del paneta.
"Este informe cierra la puerta a todos los que negaban la existencia del cambio climático, y cierra la duda que teníamos de si las actividades humanas estaban relacionadas con él", señaló a la BBC Achim Steiner, director del Programa de Medio Ambiente de la ONU.
El estudio ha identificado evidencias de que el cambio climático es un hecho palpable, y afecta a los regímenes de vientos, a las precipitaciones, a la salinidad de los océanos, a las capas de hielo o a los fenómenos climáticos extremos. Los ejemplos son abundantes en todas las páginas del informe. Por citar sólo algunos: las temperaturas del Ártico se han incrementado el doble que la media global; el hielo en esa región ha decrecido un 3% cada década; el deshielo de los glaciares de Groenlandia y la Antártida han propiciado un aumento del nivel del mar de 0,41 milímetros por año entre 1993 y 2003. Y eso sólo en lo referente a los continentes helados.

Los gasdes de efecto invernadero son la mayor amenaza para el planeta. (Foto: AFP)
El aumento de temperaturas también ha propiciado graves sequías, especialmente en África, los países del Mediterráneo -España entre ellos- y el sur de Asia, aunque por el contrario han aumentado las precipitaciones en las zonas más orientales del norte y sur de América, el norte de Europa y el norte y el centro de Asia. Además, los científicos han constatado que las sequías han sido más largas e intensas desde 1970 en los trópicos, y que se han intensificado las inundaciones, las olas de calor o los ciclones tropicales.
¿Y quién es el culpable de casi todos los males que sufre el planeta? Pues la conclusión es rotunda: "muy probablemente el hombre". El informe del IPCC atribuye a la actividad humana la acumulación en la atmósfera de gases de efecto invernadero, provocados por la quema de combustibles fósiles, por la agricultura y por los cambios de uso del suelo. Según los científicos, la concentración de dióxido de carbono en la atmósfera es la más alta de los últimos 650.000 años, y un 35% más alta que antes de la revolución industrial del siglo XVIII.
También ponen de relevancia el aumento de temperatura que sufrirá la tierra en los próximos años, que calculan entre 1 y 6,3 grados este siglo, dependiendo de la cantidad de gases de efecto invernadero que se emita a la atmósfera. Los investigadores citan además las recientes investigaciones de la NASA, que señalan que aunque se pararan todas las emisiones el calentamiento -de aproximadamente 0,6 grados- sería irreversible, debido a los gases ya emitidos.
El cambio climático también deja sus devastadores efectos en la fauna y la flora del planeta. Según el informe del panel de expertos, el 30% de las especies del planeta estarán en grave riesgo de extinción si las temperaturas suben este siglo en torno a dos grados centígrados, como es muy probable. Y no sólo las especies animales estarán afectadas seriamente. Las consecuencias del cambio climático serán evidentes en la salud (aparición de enfermedades nuevas), la disponibilidad de agua dulce, la escasez en las cosechas, etc.
El incremento de la temperatura ha tenido ya un fuerte efecto en el planeta, y este invierno ha sido notable en buena parte del mundo: plantas que despiertan del invierno antes o mantienen las hojas más tiempo; especies de aves que han variado sus periodos de migración o cría; animales que alteran sus biorritmos y prescinden de la hibernación; cambios de pelaje y metabolismo en muchas especies y alteraciones de comunidades marinas debido al aumento de la temperatura del agua o cambios en la salinidad y las corrientes, entre otros.
Los científicos advierten que si este siglo el calentamiento supera dos grados centígrados la media de los años 90, el impacto será tremendamente negativo en todo el mundo, y catastrófico en zonas costeras y muchas islas. Esos dos grados se alcanzarán con una concentración de gases de efecto invernadero en la atmósfera del doble del nivel de la era preindustrial, que estaba en 280 partes por millón. El nivel actual es ya de 379 partes por millón, y crece rápidamente.
En cuanto a las regiones del planeta, resultarán especialmente afectadas con impactos negativos en los sistemas naturales y socioeconómicos -ya de por sí críticos- en gran parte de África, sur, este y sureste de Asia y grandes territorios de América del Sur. No significa esto que los impactos del cambio climático sean insignificantes, ni mucho menos, en Europa, o América del Norte, pero los países en esas regiones están mejor preparados para afrontar los problemas, recuerdan los investigadores.
GÁS CARTELIZADO...
" La création d'une « Opep du gaz » est une « idée intéressante »
Vladimir Poutine
Vladimir Poutine a déclaré jeudi que la création d'une « Opep du gaz » avec l'Iran et d'autres producteurs de gaz était « une idée intéressante ». Lire la suite >> "
CHIRAC INSISTE...

" Chirac Unfazed by Nuclear Iran, Then Backtracks
By ELAINE SCIOLINO and KATRIN BENNHOLD
France’s president said that if Iran had one or two nuclear weapons, it would not pose a big danger. A day later, he retracted many of his remarks." Toda a história AQUI
.

MUDANÇAS NA ENERGIA:
A EUROPA ANDA À NORA!
Mais um facto a juntar a vasto rol do desnorte da Europa nestes tempos de mudança do modelo energético. A fonte é o insuspeito EurActiv:
“ La recherche énergétique européenne manquerait d'objectifs précis
« En amont d'un sommet européen qui décidera de doubler ou non les fonds alloués à la recherche sur les énergies non-nucléaires, la Commission a déclaré que les liens entre la recherche, le changement climatique et les objectifs économiques devaient être renforcés. » Continua AQUI
O PRESIDENTE CAVACO SILVA
E A INTELIGÊNCIA ECONÓMICA
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A Lusa noticia hoje que o Presidente Cavaco alerta para riscos transferência de
centros decisão nacionais para estrangeiro. “O Presidente da República, Cavaco Silva, avisou hoje que é preciso "todo o cuidado" e não facilitar a eventual transferência "para mãos estrangeiras" o "comando de grandes empresas nacionais". "
Como economista de topo e politico experiente que é, Cavaco sabe bem que esta inquinada questão dos “centros de decisão nacionais” exige, para ser tomada a sério e ter resultados positivos, alguns esclarecimentos prévios. O primeiro de todos eles é, aliás, o de que estamos a falar de coisas sérias e não de manhosices, como o “choradinho” de que se não se apoiar Paulo Teixeira Pinto o BPI ainda vai para a mãos catalãs… O “andava a desgraçadinha no gamanço, a pedir pró paizinho esbreculoso” é um faduncho (não um fado!) salazarento.
Há ainda que esclarecer (tome-se o exemplo norte-americano, pois nós não estamos agora a inventar a economia de mercado… nem a roda e nem a pólvora) que esta questão é a do controlo da cadeia de valor, da lógica e dos objectivos desse controlo e do controlo dos resultados e em benefício de quem. Na coluna do lado, há dois sites, aqui e aqui , pelo menos, por onde se pode começar uma abordagem a estas matérias, e ambos norte-americanos (e não vale a pena que qualquer português mais ou menos mercadista-leninista, desde ontem, pretenda ensinar economia de mercado aos norte-americanos!).
Explicada a essência da coisa e afastada a hipótese de estarmos a falar de habituais manhosices e choradinhos, próprios do complexo neo-corporativo e salazarento, então poder-se-à iniciar um debate sério do assunto. Inevitavelmente, esse debate passará por levantar outros problemas teóricos e políticos, cuja economia não será evitável, e passará, instrumentalmente, pela inteligência económica.
Sobre esta matéria, valerá ainda a pena ver, em concreto e na prática (sabendo, de antemão, que "na prática, a teoria é sempre outra") o que é realmente isso dos "centros de decisão nacionais" e quais são, que fazem e o que querem... Voltaremos ao assunto, em breve.
Hoje, de facto, o que o Presidente Cavaco acaba de fazer (e que qualquer outro dos seus rivais na "corrida" presidencial não teria tido o discernimento de fazer) é o reconhecimento oficial da necessidade da Inteligência Económica e um solene abrir-lhe a porta… Como já sabemos que neste Portugal, que ainda cheira a bafio salazarento, os comportamentos acabam por nunca ser muito coerentes, esperemos para ver o que se segue. Sem ilusões mas preparados.
FEDORENTO... É O OUTRO!
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Um blog não é um jornal, nem é um fórum. É um local de confronto de ideias. Debate das ideias que o autor do blog submete aos leitores. Convém, por isso, que por mail ou directamente nos "comments", os leitores se exprimam. Troquem ideias. Não só com o autor do blog como também entre si. Para o debate, todos são bem vindos. Da discussão…
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