| Competitive Intelligence & Perceptions Management num Blog-Notas, para tornar o obscuro bastante mais... CLARO |
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TIGRESA VERSUS DRAGÃO
José Mateus Cavaco Silva at January 31, 2007 22:52 |
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Tags: humor, perceptions management VALORIZAÇÃO DO TERRITÓRIO Miguel Sousa Tavares, no Expresso: " (…) De entre as vaguíssimas e piedosas intenções do Governo na aplicação dos 21,5 mil milhões de euros do terceiro e último Quadro Comunitário de Apoio, houve uma que me chamou a atenção, pela sua requintada hipocrisia: a 'valorização do território'. Mas, qual território? O pouco que restar, depois de toda a Reserva Agrícola, Reserva Ecológica e Rede Natura terem sido sacrificadas aos projectos PIN - que, agora, já não abrangem apenas urbanizações turísticas mas também pisciculturas e fábricas de móveis? Ora, deixem-se de hipocrisias e concentrem-se, ao menos, em alguma coisa de concreto: querem valorizar o território que resta, depois de terem vendido tudo o que interessava preservar? Então, devolvam-nos o Terreiro do Paço. Corram com os tapumes dali, desistam daquela impossível via subaquática e voltem lá a pôr o Cais das Colunas. Dez anos depois, é o mínimo exigível.» in Expresso Miguel S. Tavares não percebeu e outros também ainda não… Mas isso não impede: a "valorização do território" é um conceito chave para o desenvolvimento. Um conceito-chave que tem sido soberbamente ignorado por presumidos governantes e líderes de opinião. A 'valorização do território' é o conceito a montante de "ordenamento" (o que lhe dá racionalidade, o que responde à questão "ordenar para quê, como e com objectivos?"). Sem “valorização do território” todo o “ordenamento” se reduz a uma casca vazia, a uma forma estúpida (porque evacuou a inteligência que, justamente, lhe deveria ter dado a forma para os definidos objectivos) de ocupar e dar dinheiro a burocratas e “vendedores” de “estudos e projectos” e infernalizar a vida das populações, provocando o caos. É, de resto, o que tem há décadas acontecido neste sítio mal frequentado. É, portanto, de imprescindível necessidade e até hoje todo o "ordenamento" a ignorou… e, talvez, por isso deu nesta "ordenação" à vista de todos, incluindo Miguel S. Tavares. Para analisar há que ver mais que o que está à vista (esta "ordenação"), há que ver o que atrás ou ainda o que falta (a "valorização", por exemplo). Só pela introdução deste conceito o QREN já valeu a pena e José Sócrates está de parabéns. Daqui a pouco, ainda o vamos ouvir falar de… Inteligência Económica” ! José Mateus Cavaco Silva at January 31, 2007 22:44 |
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Tags: inteligência económica, perceptions management, portugal, josé sócrates CHINA "ATACA" EM ÁFRICA pilhagem ou desenvolvimento pergunta a "Diplomatie"...
Chineses: Primeiros Problemas Graves em África " Nigerian Gunmen Kidnap Chinese Oil Workers Suspected armed militants attacked a Chinese oil company in the Southern Nigeria state, Bayelsa, Thursday, kidnapping at least two Chinese workers.Bayelsa State Police Commissioner Hafiz Ringim confirmed the attack. He says one of the assailants died, following a shoot-out with security forces. Gunmen also broke into the finance offices of the China Petroleum Company and stole some money. Some 100 hostages--mainly workers in the oil industry--have been kidnapped in the Niger Delta, in the past year. Thursday's abduction was the second involving Chinese this month in the restive oil-rich region. Five Chinese telecom workers seized by unidentified gunmen on January 5 were released last week. Until recently, China felt immune from attack, because of secret protection payments to the main separatist group fighting for a greater share of Nigeria's oil wealth. But rival groups have stepped up their campaign to cripple the multibillion-dollar oil industry--and profit from the kidnappings. The Niger Delta violence has cut Nigerian oil output by more than 25 percent. In line with the Chinese experience, hostages are often released after a few days or weeks in captivity, with the payment of ransom. A group of 24 Filipinos, abducted last week, is still being held. José Mateus Cavaco Silva at January 31, 2007 21:51 |
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Tags: china, mudança do modelo global QUANDO A REALIDADE MAIS
QUE ULTRAPASSA A FICÇÃO!
" Masturbação masculina e masturbação feminina
no observatório da jiahad
A anedota diz que a primeira é antiga e a segunda é moderna, porque uma é manual e a outra é digital. Mas a realidade supera a ficção. posted by Sliver @ 9:38 PM 0 comments " A propósito Helena Matosin Blasfémias
«Governo israelita aprova nomeação de ministro árabe. O Knesset vai hoje pronunciar-se sobre a histórica escolha de Raleb Majadele. O Conselho de Ministros, reunido em Jerusalém, aprovou ontem por larga maioria a nomeação histórica do deputado trabalhista Raleb Majadele como o primeiro árabe a ser ministro desde que em 1948 foi criado o Estado de Israel.»Em que país muçulmano seria possível nomear um ministro judeu? A propósito as pessoas que ficam feridas ou são mortas durante os actuais conflitos na faixa de Gaza serão orfãs? Nenhum desses mortos ou feridos tem mãe, irmãs, mulheres... que os chore? Desta vez não se vêem os feridos nas ambulâncias? Nem há roupa ensanguentada no chão? Ou será que a fábrica de imagens só funciona quando Israel dispara?
Bernard Lewis, um reputado especialista em questões do Médio Oriente, afirma que o Velho Continente está prestes a ser tomada pelos muçulmanos porque «os europeus perderam o respeito pela sua própria cultura»A declaração foi feita num encontro com jornalistas do Jerusalem Post, em Israel. O Professor Bernard Lewis declarou que «em breve», o Islão tomará conta de toda a Europa devido à promoção do «multi-culturalismo» e do «politicamente correcto» entre os povos do Velho Continente. «Os Europeus estão a perder a lealdade a si mesmos, a sua auto-confiança. Não têm respeito pela própria cultura», declara Lewis, para quem a questão é agora «se teremos uma Europa islamizada ou um Islão europeu». O académico frisa o «crescente apoio aos grupos extremistas por parte de membros das comunidades muçulmanas» da Europa. Contra a onda islâmica e contra regimes como o de Mahmoud Ahmadinejad, no Irão, Bernard Lewis defende uma resposta comunicacional. «Uma campanha agressiva de televisão e rádio dirigida aos sectores muçulmanos moderados» é parte da receita do estudioso para um bom relacionamento entre o Ocidente e o Islão, exemplificando com a influência crescente dos media israelitas na Jordânia e mesmo no Irão. Bernard Lewis, judeu de nacionalidade americana nascido em Londres, é considerado pelos seus pares o mais influente historiador do Islão e Médio Oriente do pós-guerra. O professor da Universidade de Princeton é autor de obras como A Crise do Islão e O Que Correu Mal?, popularizadas após os atentados do 11 de Setembro. in SOL (pedro.guerreiro@sol.pt) .
" Passo a passo
Posso pedir uma sande de presunto? A pergunta não é parva. Porque, se posso, só significa que AINDA posso. Não vai durar. Para o mês que vem, a China vai celebrar o início do Ano do Porco, uma tradição milenar. E, no entanto, vai ser uma celebração muito prudente (assim como eu a perguntar: posso pedir febras?). A Nestlé ia fazer uma campanha intitulada ‘Feliz Novo Ano do Porco’, com um recozinho a sorrir. Ia, já não vai: a televisão oficial chinesa proibiu a campanha, para não ofender os muçulmanos chineses. Outro lugar, a mesma história: taxistas de Mineápolis, EUA, que são na maioria muçulmanos, recusam-se a transportar quem chega ao aeroporto com uísque comprado nas lojas francas. Estas notícias fazem-me mal à diabetes: desato a comer toucinhos-do-céu. posted by Sliver @ 3:40 PM 0 comments " Londres: Cada vez mais jovens muçulmanos defendem charia José Mateus Cavaco Silva at January 31, 2007 21:35 |
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Tags: perceptions management, terrorismo TERRORISMO: UM SACO DE GATOS FURIOSOS... Desde o "09.11" que parece ter-se desatado um saco de gatos furiosos. Mais furiosos a cada dia que passa... Exacerbação dos tradicionais conflitos entre estados da zona islâmica, de Marrocos até ao Bangla-Desh e de que a corrida ao nuclear é só um dos aspectos, ódios crescentes entre comunidades xiitas e sunitas numa vasta área geográfica em que as fronteiras de sangue e de fé não coincidem com as dos estados, reaparecimento em força do velho KGB a pretexto do terrorismo islâmico no interior da URSS, perdão da Russia, e mesmo entre velhos aliados ocidentais o acentuar de fissuras entre europeus (sobretudo os da "Europa francesa") e americanos e ainda o uso da guerra como arma de arremesso de democratas contra republicanos nos USA... É muita coisa para ser resolvida em pouco tempo! Daí que se possa perspectivar a "guerra do terrorismo" como um ou o aspecto principal da mudança de modelo global, tanto geopolitico como geoeconómico. Ou seja, esta "guerra do terrorismo" é o processo de aceder a um mundo que será totalmente novo e bastante diferente. Veja-se a evolução recente: | |||||||||||||||||||||||
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George Perkovich, Proliferation Papers, n°14, Paris, Ifri |
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Cinq scénarios pour la crise nucléaire iranienne
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UM VESTIDO À SÉGOLÈNE OU
UMA MODA MUITO... ROYALE !
"UM NOVO MAPA DO MUNDO ?"
O novo Médio Oriente parece já aí estar...
Nunca acreditei na simplista, redutora e mecânica explicação que os "politicamente (ou será patetas…?) correctos" sacam cada vez que ouvem "Iraque". As guerras do Golfo nunca se poderiam justificar nem explicar pela questão do controlo de um petróleo barato… Para isso, bastaria contratar Saddam, indicar-lhe o objectivo e dar-lhe carta branca.
Tão pouco nunca acreditei na ingenuidade norte-americana. Há nos USA demasiados think-tanks, demasidada experiência acumulada, demasiada informação (desconhecida de quase todos os outros) em cima dos acontecimentos, para que alguém de bom senso acredite no carácter ingénuo das decisões importantes americanas.
Também nunca acreditei que os americanos não saibam que após o início de uma guerra as coisas nunca correm como estava planeado.
Por tudo isto, tenho procurado acompanhar tão perto quanto me é possível o desenrolar dos acontecimentos, neste pós-remoção de Saddam. Para tentar perceber, já que estou convicto que ali se está a jogar muito da construção do que vai ser o mundo do século XXI, que pouco terá a ver com o do século XX.
A "Diplomatie" francesa de Janeiro traz um dossier sobre "um novo mapa para o Médio Oriente" e pergunta-se, sem dar uma resposta clara, se "faut-il ouvrir le débat d'une nouvelle carte du monde?"
Ah, entretanto, pelo meio de tudo isto, o Presidente Bush já avisou os americanos que têm de resolver o seu problema de "adição" ao petróleo e incita a tecnologia a ajudar a resolver este problema.
O mundo, decididamente, é complexo e surpreendente… E avesso a simplismos redutores e mecanistas de gente que ainda vive numas sebentas do século XIX.
CHINA: Leituras aconselháveis
à comitiva do P-M nesta viagem
21/12/2006 - Minxin Pei, Proliferation Papers, n°15, Paris, Ifri, automne 2006
Lire le texte intégral (pdf-399k) version originale anglaise... En savoir plus "
China just reported another year of over 10 percent growth in its GDP. Nobel laureate, Michael Spence, writing in the Wall Street Journal, discusses factors that drive high growth rates [" What Drives High Growth Rates?" 24 January 2007]. He focuses on three of them: demand, technology, and investment.
"With China and India growing at high rates, there has been a dramatic increase in the fraction of the world's population experiencing the benefits and challenges of rapid growth. There are a number of common ingredients in the cases of sustained high growth that have been observed: a functioning market system, high levels of saving, public and private sector investment, resource mobility and the capacity to accomodate rapid change at the microeconomic level without leaving people excessively exposed to the risks inherent in creative destruction."
Those who would like to see the U.S. sustain higher economic growth should note what Spence has to say about the personal savings rate -- especially since it is at an all time low in the U.S. Our economy is being sustained on consumer credit at the moment -- not a good long-term recipe for resilience. I also found it interesting that Spence noted (if only by implication) the fact that creative destruction is important for high growth rates. What exactly does that mean? As I understand it, creative destruction recognizes that Clayton Christensen's "innovator's dilemma" is quite real. That dilemma involves the fact that companies seldom appreciate the impact of disruptive technologies until it is too late. Disruptive technologies (like the PC or iPod) change people's purchasing habits and even lifestyles. Old behavior patterns and products caught in this creative process often end up in the dustbin and people associated with them find themselves out of work. Spence says that a resilient system must accomodate this creative destruction and keep its workforce gainfully employed even through transition periods. Spence continues:
"It is the resources of the global economy that stand out as driving forces in sustaining high growth. These come in three parts.
Demand: In a relatively poor economy, demand is limited and its composition does not necessarily correspond to sectors of comparative advantage. The global economy is huge, in comparison; and at the right prices and costs, demand is, for practical purposes, unlimited. ... Technology: A second resource the global economy provides is know-how. This ranges from engineering and production technology to managerial expertise and knowledge of global markets -- and it does not have to be redeveloped domestically from scratch. ... Investment: A third area in which the global economy supports higher than otherwise attainable growth is investment, or more precisely through investment beyond the capacity of the domestic economy to save. One component is FDI, typically not a large fraction of total investment (20% of overall investment would be typical). But its magnitude understates its importance, because of its role in bringing technology, know-how and access to external markets. ...As the high-growth economies become richer, the relative importance of the domestic economy as a driver of growth increases."
Spence's observations fit neatly with our Development-in-a-Box approach whose foundation is the belief that you don't have to build know-how from scratch. Peter Schwartz of Global Network Solutions points out to audiences that Singapore went from a third-world to first-world country in a single generation by concentrating on education, attracting development funds, and generating a prosperous middle class. Such success can be repeatable. Spence argues:
"People do question the future applicability to developing economies that are 'starting late.' The argument is that for those countries that are not resource-rich, the principal resource that they have is abundant labor, inexpensive relative to its productive value, and that the natural territory for comparative advantage is in labor-intensive manufacturing or services. For these countries, the argument goes, it is impossible to compete with China and prospectively India. One reason is that the size of China and India, and a variety of advantages that go with scale, are insurmountable. Another is that the infrastructure investments make China hypercompetitive and difficult to match. The conclusion is that one needs to wait for China and India to grow, and that at some point their incomes will rise to the point that they are no longer in labor-intensive sectors. This argument is unlikely to be right. While China and India are formidable competitors, exchange rates can adjust to increase the competitiveness of export sectors of new entrants. In addition, while we sometimes talk about labor intensive industry as if it were one big lump, in reality there are hundreds of niches. Further, multinationals are risk-averse and unlikely to source in their supply chains in just one or two countries. Finally, China and India together now account for close to one-fifth of the U.S. economy, and they are becoming an important source of demand for exports of developing countries -- so that newcomers have expanding markets in these two rapidly growing economies. In short, the global economy remains a resource for generating and sustaining high growth in developing countries. China and India, accounting for 40% of the world's population, are in high-growth mode and are pulling much of Asia with them. There have also been recent increases in export and overall growth in Africa, though some of that is attributable to an upsurge in commodity prices. Latin America, with the notable exception of Chile, has been stalled at lower middle-income levels, but has the human resources and other assets to shift back onto high-growth trajectories. The prospects for developing countries are, in fact, probably more favorable now than they have been since World War II. International trade is growing faster than global GDP. The benefits of decades of learning with respect to operating global supply chains are accessible. Information and technology continues to lower transactions costs and to be a powerful integrating force. But perhaps even more important, the key players in all this -- the leaders in emerging economies who have the responsibility for building policies that support private sector entrepreneurship and that lead to sustained inclusive growth -- have a wealth of experience to rely on. No one is in the dark."
Spence's arguments dovetail nicely both with our fundamental assessment of the value of Development-in-a-Box and with Tom Barnett's grand vision that claims connectivity provides much of the answer for bringing countries out of poverty and making the world both safer and more prosperous.
top Taiwan Defense Ministry official has warned that
Speaking at a press conference Tuesday, Major General Wang Cheng-hsiao said
Major General Wang said
But
# posted by Confidential Reporter @ 3:43 AM Wednesday, January 24, 2007
.
Hu First?
Like Joe One, the American code-name (for Soviet dictator Joseph Stalin) for the first Soviet atomic weapon test, which took place on August 29, 1949, the Chinese satellite strike of January 11, 2007 is both literally and figuratively an explosive event--one capable of triggering a terrifying and costly new arms race or cold war.
For the
The satellite intercept by a medium-range KT-1 ballistic missile belies
The brazen blast also mocks the absurd argument of US Treasury Secretary Henry Paulson that
The satellite strike could be the tip of the iceberg, or missile, if you will. Worse news is yet to come. The destroyed orbiter occupied a region of space only around
GPS and broadband satellites are the Achilles' heels of modern warfare. During the
Which is why
"
Ironically, in written testimony submitted to the US Senate Select Committee on Intelligence on the same day China conducted its anti-satellite test, the country was named alongside Russia as "the primary states of concern regarding military space and counter-space programs" by US Army Lt. Gen. Michael Maples, director of the Defense Intelligence Agency.
Said Maples: "Several countries continue to develop capabilities that have the potential to threaten
Notwithstanding the above, the word among
After all the surprises and disappointments in recent years, how could this happen?
# posted by Confidential Reporter @ 5:37 PM
PERCEPTIONS MANAGEMENT...
As percepções são críticas, daí a necessidade de as gerir... Mesmo (e talvez sobretudo) no que respeita às questões e percepções da guerra. O IFRI recomenda, sobre a questão, a seguinte leitura:
Les photos du « caporal stratégique ». Comment les nouveaux médias changent la guerre
16/11/2006 - Thomas Rid, novembre 2006 (version complète d'un article plus court publié, en allemand, dans le quotidien Der Tagesspiegel)
En savoir plus | Lire le texte (pdf-44ko)
EURO - EUROPEUS CONSIDERAM-NO
NEGATIVO PARA A SUA ECONOMIA
Sondagem do Finantial Times revela percepção negativa do Euro.
Dado o papel da "confiança" na dinâmica (positiva ou negativa) da economia, dado que a "percepção" e o "comportamento" dos agentes que ela motiva são factores determinantes da evolução económica, talvez valha a pena que os eurocratas e outros "euro-optimistas" olhem bem para esta sondagem, hoje publicada pelo Finantial Times e também divulgada pelo sempre europeísta L'Express:
" Les Européens boudent l'euro
Sondage édifiant publié lundi par le Financial Times : une majorité de Français, d'Allemands, d'Espagnols et d'Italiens estiment que l'euro a nui à leur économie nationale. " Ler AQUI e AQUI
moda... moda 2007


PARIS (AFP), Des mannequins présentent les créations Printemps-été de Nicholas Cauchois lors du défilé Haute Couture de Paris.
P
PARIS (AFP) - Un mannequin présente une création du couturier français Richard René, lors des défilés Haute couture Printemps-été à Paris
ENERGIA: CONTINUA A SAGA CEGA
EUROPEIA DA MUDANÇA DE MODELO
Continua a saga da mudança de modelo energético numa Europa, sem estratégia e nem ideias claras para tal, e que Putine submete a fortes constrangimentos na geopolítica da energia. Úlçtimos desenvolvimentos:
Britain and France face energy-liberalisation clash
Clear battle lines are emerging as EU member states debate whether to break up the distribution and generation arms of large integrated energy groups such as
Could corporate America take the lead on climate change?
A new alliance of NGOs and major
Putin renews energy pledges to Europe as 'meat row' cools
The Russian president has said that
European Energy policies: Ten questions, ten answers for the future
Hildegard von Liechtenstein, PhD in engineering, writing for the Thomas More Institute, poses ten questions on European energy policy and reaches the conclusion that the solution to our energy concerns lies with nuclear power.
EU gets cold feet on capping car emissions
A Commission proposal on reducing cars' carbon-dioxide releases has been delayed because commissioners are unable to agree on whether targets should be binding for manufacturers.
Commission divided over car-emissions rules
With automobile manufacturers expected to miss their 2012 voluntary target to reduce CO2 emissions, the Commission is divided on whether to introduce new binding legislation.
Entretanto, os Estados Unidos insistem na mudança de modelo energético pela via das alterações tecnológicas, como se pode ver pelo recente discurso do Presidente Bush:
Bush's State of the Union: no energy U-turn
Contrary to expectations,
TENDÊNCIAS 2007
segundo a Stratfo
" Why the U.S.-Jihadist War Is Not the Most Important Thing Going On in the World ?
"In 2006, the U.S.-jihadist war appeared to reduce itself to the scope of
·
· The
· The
moda![]()
ÍCONE - Un mannequin, telle une icône, présente une création de Franck Sorbier, lors des défilés haute couture Printemps-Eté 2007 à Paris.(AFP)
SÉGOLÈNE E SARKOZY ACUSADOS
DE TORNAR A POLÍTICA "PEOPLE"
A comunicação política moderniza-se em França e a “rede Voltaire” não entende a evolução… E queixa-se. E descobre que a modernização afasta a França da democracia…
Isto porque “La campagne électorale présidentielle française de 2007 ne ressemble pas aux précédentes. Traditionnellement, les candidats se posent en meneurs d’hommes, énoncent des objectifs politiques, déclinent éventuellement un programme pour les mettre en œuvre, et finalement en appellent au peuple. Cette fois, les deux candidats soutenus par les médias se présentent comme des individus exemplaires qui, par leur courage et leur ténacité, vont restaurer des qualités humaines déclinantes dans la société. Ils ne tracent pas de lignes politiques, mais incarnent un comportement idéal. »

Portanto, para a « rede Voltaire », temos que « La première phase de la campagne électorale présidentielle déconcerte. La politique y a cédé la place à une mise en scène de la personnalité des candidats soutenus par les médias. (…) cette dérive éloigne
Como todo o mal tem uma origem, «Nicolas Sarkozy a le premier opéré cette mutation.”
E como fez ele isso ?
“M. Sarkozy a construit cette personnalisation en s’intégrant dans le milieu du spectacle et en adoptant les procédés de communication. Il a séduit en 1989 Cécilia, l’épouse de l’animateur vedette de télévision Jacques Martin, l’a encouragée à divorcer et l’a épousée. Avec elle, pendant plus de quinze ans, il a reçu à dîner à la maison tout ce qui compte de stars du show-bizz et d’hommes d’influence dans le pays. Nicolas & Cécilia ont tissé des liens amicaux avec le plus grand nombre de personnes possible dans la classe dirigeante en utilisant la notoriété des artistes qu’ils invitaient à leur table comme des appâts. Puis, ils se sont voluptueusement glissés dans les pages des magazines people. (…) Chez Nicolas Sarkozy tout est émotion et toute émotion est spectacle»
E quanto a Ségolène Royal ?
« Arrivée beaucoup plus tardivement sur ce créneau people, Ségolène Royal est en train de faire mieux encore. Elle disposait, il est vrai, de deux atouts supplémentaires : son sexe et son patronyme. Son plan de communication a donc été inspiré par le souvenir de celle qui furent en leur temps les femmes les plus aimées au monde : Jackie Kennedy et lady Diana.
« Selon la revue professionnelle Réalités cliniques [1], Mme Royal s’est préparée en subissant une très lourde opération de chirurgie esthétique. Sa mâchoire inférieure, qui était un peu en retrait, a été consolidée. Plus classique, ses dents ont été refaites pour faire disparaître le retrait de ses incisives centrales. Son visage rectifié la rapproche physiquement de ses héroïnes.
"Une garde robe lui a été confectionnée en copiant les célèbres tailleurs de Jackie Kennedy et en déclinant l’usage du blanc. Cela marie la touche moderne de la first lady états-unienne et la symbolique de la pureté. La candidate arbore ce type de tenue en toutes circonstances à l’attention des spectateurs-électeurs français, sans
tenir compte du contexte. Elle s’est présentée en Chine en doudoune blanche, à la stupéfaction de ses hôtes pour qui le blanc est la couleur du deuil. »
Plus subtil, sa gestuelle et ses déplacements scéniques ont été copiés sur ceux de lady Diana. La candidate s’abstient des grands gestes des bras pour saluer la foule dont sont friands les hommes politiques et préfère un discret signe de la main, comme une vraie princesse. Elle s’abstient d’entrer dans les salles de meeting en fendant la cohue avec une armada de gardes du corps et préfère monter seule sur scène par les coulisses, « royale ». »
Et voilà…
Voilà como certa esquerda é realmente dinossáurica e partilha uma posição e uma atitude salazarentas. Todo este discurso é o da lamentação do tempo não estar parado, do novo ser surpreendente e não ser a continuação linear do velho. Uma lamentação feita de forma verrinosa mas impotente. E ainda bem que impotente porque senão os franceses iriam conhecer o que os portugueses conheceram com as décadas salazarentas e os russos tiveram com décadas estalinistas: um país parado, à margem do mundo e do tempo, cada dia mais pobre e cada dia mais estúpido, uma realidade cada dia mais cinzenta e chata.
Não está aqui em causa saber se as sociedades mediáticas são boas ou más, face a esta ou aquela norma ou medida. Esse comportamento normativista não interessa aqui para nada. As sociedades mediáticas, como as industriais ou as rurais que as precederam, são. Ponto. Ségo e Sarko (dois nomes bem mediáticos, reveladores de uma falsa ideia de intimidade… a “Voltaire” esqueceu-se ou não viu desta!) querem jogar e ganhar num tabuleiro de uma sociedade mediática. Estudaram as regras do jogo e… jogam-no. Que mal há nisso? Ou na “Voltaire” querem que Sarko e Ségo joguem xadrez com as regras do jogo de damas…? Esta esquerda arcaica faz-me lembrar, cada vez mais, o Salazar na sua recusa totalitária do mundo. Não são, felizmente, deste tempo, mas não o sabem, não querem saber e lamentam que o mundo não se reduza à medida deles... Portanto, o mundo é mau. Eles são bons. E ninguém os percebe!
Disto tudo, porém, há uma conclusão evidente: com esta campanha presidencial, o “perceptions management” desembarcou
Na edição on-line de hoje do L'Express:
Le dernier voyage de Jean-François Deniau en Afghanistan
+ d'informations
· Article Mort de Jean-François Deniau
· Archive Portrait et critiques de Lire
· Site Jean-François Deniau dans les archives de l'INA
· Site Fiche sur le site de l'Académie française
· Site Jean-François Deniau
QUE EUROPA SE VÊ
DESTE PORTUGAL ?
Para um pequeno estado membro da União Europeia, mas geograficamente afastado do “centro político”, constituído pelo triângulo Paris – Bruxelas – Berlim, é absolutamente decisivo o acompanhamento, inteligente e em real-time, do que se passa nesse centro. E indispensável que tal seja visto através de uma grelha própria, construída e informada por concepções e pontos de vista próprios. Sem isso, um tal estado nunca poderá ter êxito na afirmação dos seus pontos de vista próprios e dos seus interesses vitais. A opinião pública de um tal estado tem também de ser sensibilizada, de forma inteligente, para esta realidade. Infelizmente, em Portugal, a “Europa” sempre foi sinónimo de “subsídios”. Quer no discurso dos governantes, quer na percepção da opinião pública… É talvez mais que tempo das coisas mudarem.
Sécurité et Défense
Une conférence pour faire le point sur la politique européenne de sécurité et de défense
Le 29 janvier 2007, le ministère allemand des affaires étrangères accueillera à Berlin une conférence de deux jours sur la politique de sécurité et de défense européenne (PESD), s'inscrivant dans le cadre de la présidence allemande de l'UE.
Science et Recherche
Les entreprises en faveur d'une innovation 'ouverte' et de la propriété intellectuelle
Selon une étude récente, les chefs d'entreprise estiment que coopérer avec d'autres sociétés en matière de R&D est essentiel pour leur capacité d'innovation ainsi que pour la maximisation de la valeur de leur propriété intellectuelle.
This study, by Sybille Reichert of the European University Association, examines the role of universities in the emergence of "knowledge regions" and their relationship with the business sector.
Asia set to challenge EU and US on innovation
"The centre of gravity for innovation is starting to shift from West to East", challenging
Politicians 'ignore scientific results'
Politicians believe in research and trust researchers but are not making use of important scientific findings, a new study reveals.
Jean-François Deniau O mar era a sua cor preferida e por aí ele deve ter partido. Já não está connosco, Jean-François Deniau partiu. " Les hommes font l'histoire, mais ne savent pas l'histoire qu'ils font", repetia ele. Mas nunca deixou de fazer a sua, ajudando a fazer a dos outros. A primeira vez que soube da sua existência, estava eu a viver episodicamente na Alemanha e, tempo depois de na noite de fim de ano a URSS ter invadido o Afeganistão, soube de um senhor chamado Jean-François Deniau... Foi dos primeiros ocidentais a ir ao encontro dos homens do comandante Massoud, na frente do Panshir. Como foi dos primeiros a ir ao encontro dos "boat-people" do Vietnam. Como sempre foi dos primeiros a estar onde os Direitos do Homem estavam ameaçados. Militar (tinha Cruz de Guerra e a Cruz de Valor Militar), universitário, homem do mar, membro da Academia Francesa, escritor, embaixador, membro de vários governos, Jean-François Deniau criou o "Prémio Sakharov pela Liberdade de Espírito", em 1982, e foi também responsável pelo Tratado de Roma (de cujo Preâmbulo é o autor) que instituiu a Comunidade Económica Europeia. Como recorda a sua biografia oficial do site da Académie: Membre de Nommé par le général de Gaulle ambassadeur en Mauritanie la veille de ses trente-cinq ans. Ambassadeur auprès du roi d’Espagne en 1976 pour la période de la transition démocratique. Six fois ministre de 1973 à 1980, notamment à À partir de 1982, il se consacre au combat des peuples qui, du Cambodge à l’Érythrée et du Liban à l’Afghanistan, sont victimes d’une dictature ou d’une occupation étrangère, à différentes missions, dont la libération d'otages. Il mène ces activités sans jamais abandonner deux autres passions, celle d’écrire qui lui a valu en 1990 le grand prix Paul Morand de l'Académie française, et celle de la mer. Il est membre de l’Académie de marine et président fondateur du corps des Écrivains de marine. Élu à l’Académie française, le 9 avril 1992. » . Hoje, o mundo ficou mais pobre. Partiu o homem que dizia "ce que je déteste par-dessus tout : l'hypocrisie. Que signifie l'expression «maintenir la paix» dans un pays en guerre ? Rien d'autre que le mensonge et l'hypocrisie.
À vontade nos salões e nas grandes conferências internacionais, Jean-François Deniau estava igualmente em sua casa na frente de batalha, no deserto ou, sobretudo, no mar ("o Atlântico é o meu deserto", dizia ele). Nesse mar que ele amava ainda mais que o vinho a que se dedicava em terra.
Um copo para a viagem e cumprimentos ao Massoud! ![[écran précédent]](http://www.jeanfrancois-deniau.org/img/c_moudjhadins_max.jpg)
« Chargé de mission en 1955 au secrétariat général du Comité interministériel auprès du président du Conseil, il est l’un des responsables du traité de Rome fondant
extérieur. Élu député du Cher en 1978 et président du conseil général en 1980. N'a plus aucun mandat politique.
Je ne compte plus mes voyages à Sarajevo. Ni le nombre de fois où je me suis trouvé sous les bombardements, au milieu de populations en détresse. L'expérience m'a appris que l'on doit pouvoir empêcher un certain nombre de guerres si l'on se montre suffisamment décidé et si l'on s'y prend assez tôt.
Pour cela il faut oser faire confiance aux «amateurs», à ceux qui vont sur le terrain.
Dans ce monde dépourvu de tout code et de tout gendarme, où l'ONU se contente trop souvent de compter les cadavres sans oser distinguer ce qui différencie le bien du mal, les passionnés et les amateurs peuvent jouer un rôle décisif.
Si j'agis souvent ainsi, ce n'est pas par manque de professionnalisme. C'est avant tout parce que j'aime la paix et la démocratie. L'une, en effet, ne va pas sans l'autre."
Marques Mendes atacou Sócrates por ter rejeitado as propostas de Cravinho sobre corrupção. E anunciou que o PSD vai retomá-las. Extraordinário. Que falta de vergonha. Diz o roto ao nu: qual de nós não quer fazer mesmo nada sobre corrupção?
João Cravinho vai para Londres e antes da partida decidiu avançar com alguns projectos sobre a corrupção. Claro que o PS não os subscreve. E que diz Cravinho? O PS tem rabos de palha. Claro que tem. Há mais de trinta anos. O PS e os outros partidos. É o sistema. A corrupção está-lhe no sangue.
O Público informa que já estão constituídos 100 arguidos. O Expresso diz que o processo pode ruir por erros do Ministério Público. Cá para mim, que vivo neste sítio muito mal frequentado, não há furacão, nem tempestade, nem vento forte. Acaba tudo numa ligeira brisa.
"Parece que, nos últimos tempos, 70 ou 80 ou 100 mil almas desertaram do país e foram para o estrangeiro procurar melhor modo de vida. O Governo, naturalmente, achará que é uma traição por parte desses cidadãos que se recusam a testemunhar as luminosas etapas do crescimento português."
Francisco José Viegas in Jornal de Notícias, 08-01-07, via Público
Caro F. J. V.,
Não são 100 mil, nem sequer 200 mil; estima-se que só no Reino Unido vivam hoje cerca de 800 mil portugueses emigrados para ali na última década e meia. 800 000. Quase um milhão. Tantos quantos os queridos muçulmanos que tanto barulho fazem no multiculturalismo das notícias copy-paste nacionais.
Fogem aos salários baixos e à inflexibilidade laboral; correm para o operariado temporário mas cumpridor, e para a mobilidade que na pátria evitam como o diabo a cruz. Ali não lhes exigem a alfabetização que abandonaram antes do 9.º ano e não necessitam de concorrer com a exploração de imigrantes ilegais. Se tanto, alguns tornam-se no país de acolhimento eles mesmos os exploradores desses infelizes. À laia de engajador, claro está.
O Grande Porto industrial é quem contribui mais para este derrame: não foi pela beleza das Pedras Rubras que a Ryanair inaugurou essa rota a partir de Londres-Stansted; Norwich, Bolton, só para citar algumas cidades, vivem dos embaladores de carne, dos apanhadores de fruta e legumes com pronúncia do norte. Nas cafeterias do aeroporto de Gatwick não se fala outra língua, da cozinha à mesa do freguês.
Ou ainda alguém acredita que a taxa de desemprego se tem mantido quase constante este tempo todo por milagre de N.Sr.ª de Fátima?
DAVOS E MUDANÇA CLIMÁTICA
" Climate change to dominate Davos
Global business leaders are preparing to wear their brightest shades of green at the World Economic Forum summit in Davos, with 17 sessions dedicated to climate change. " Continua AQUI
CONTRA A INSEGURANÇA DE ESTADO,
UMA ADMIRÁVEL MANIFESTAÇÃO CIVIL
Impressionante esta civilizadíssima manifestação da sociedade civil portuguesa contra a insegurança que polui, corrói e canceriza este sítio e ameaça fatalmente qualquer cidadão honesto, responsável, com residência e pagador de impostos... Estas gentes, que produzem peças como esta do tribunal de Torres Novas, “deviam aprender o clássico daquele direito clássico, que põe a justiça acima do direito e o direito acima da lei”, como ensina o J. A. Maltez.
Porque enquanto tal não acontecer, são eles um factor de insegurança e, portanto, temos que o aparelho que deve assegurar a Justiça se torna um instrumento contra a primeira das liberdades - a do direito à segurança. É esta inversão inaceitável que a sociedade civil, pela primeiríssima vez em Portugal, massivamente se recusa a aceitar. Agora, os Portugueses deram ao seu Estado uma impressionante manifestação de maturidade política, cultural e até tecnológica. Esperemos que a esse "Estado" ainda lhe reste a capacidade de se impressionar.
E é também a primeiríssima vez que a net se revela um fabuloso instrumento democrático de exigência aos aparelhos do Estado de que cumpram o seu papel correctamente e se deixem de perigosos desvarios que podem mesmo pôr em causa a confiança dos cidadãos na democracia. Ou como ouvi, há pouco ali em baixo ao balcão do café do senhor José: "Se isto é que é a democracia...".
ABORTO: UM CHINFRIM PROVINCIANO
.
Neste tempo de plena crise de transformação – posto que o mundo em que vivemos nas últimas 6 décadas, de
A cultura do complexo neo-corporativo e salazarento vende cara a pele, pratica uma guerra de retaguarda e insiste em não sair de cena num mundo que já não é o dela. Coisa tanto mais ridícula quanto Badajoz está agora perto e bom caminho, como já aqui escrevi. A única racionalidade possível de encontrar nisto – se nisto racionalidade fosse real – seria a de que Badajoz está a subsidiar os senhores e senhoras do “não” e, como a vidinha está cara para todos, há que dar o corpo ao manifesto… Para explicar este desvario, o meu amigo Maltez teve de ir buscar um conceito ao século XIX – o conceito durkheimiano de anomia.
Mas porque não basta falar de moral e é necessário ter atenção aos aspectos económicos da questão e para que a sua argumentação seja total, falta aos defensores do “não” apresentarem o argumento derradeiro. O da face escondida desta moeda da hipocrisia católica-salazarenta: a despenalização do aborto é factor de diminuição da oferta de criancinhas para os “ballet rose”, “ballet blue” e outras “Catherine Deneuve”, que povoam a tristeza das casas muito pias dessa gente, entre a santa missa e o serão familiar.
CHINESES RELANÇAM A
"GUERRA DAS ESTRELAS"
Os chineses parece terem detectado o "espaço" como o ponto mais fraco da capacidade naval americana, dada a dependência dos navios do fornecimento de "informação" pelos satélites. O objectivo será tornar os navios americanos cegos, surdos e mudos. Situação que os USA não podem, obviamente, tolerar. A recente experimentação de armas anti-satélite, pelos chineses, reabre assim o adormecido dossier da "guerra das estrelas". George Friedman, da Stratfor, analisa a situação.
By George Friedman
Aviation Week & Space Technology magazine, citing
The Jan. 17 magazine report was not the first
Two things about this are noteworthy. The first is that
Geopolitics and Naval Power
Its major geopolitical problem is, instead, maritime power.
The threat to
For
Quite naturally,
They cannot launch a competitive, traditional navy in that period of time. However, the U.S. Navy has a general dependency on -- and, therefore, a vulnerability related to -- space-based systems. Within the
Take out the space-based systems and the efficiency of the Navy plummets dramatically. Imagine an American carrier strike group moving into interdiction position in the
If the Chinese were able to combine kinetic ASAT systems for low-Earth orbit, high-energy systems for communications and other systems in geostationary orbit and tools for effectively denying the electromagnetic spectrum to the
Conjecture and Core Interests
There has been some discussion -- fueled by Chinese leaks -- that the real purpose of the Chinese ASAT launch was to prompt the Americans to think about an anti-ASAT treaty. This is not a persuasive argument because such a treaty would freeze in place the current status quo, and that status quo is not in the Chinese national interest.
For one thing, a treaty banning ASAT systems would leave the Chinese without an effective means of limiting American naval power. It would mean
The idea that what
The issue for the
For
All of this is, of course, fiendishly expensive, but it is still a lot cheaper than building new naval fleets. The real problem, however, is not just money, but current military dogma. The
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ENERGIA: GUERRA INTERNA DA EUROPA
NUM SECTOR EM ACELERADA MUDANÇA
A mudança do modelo energético, como era de prever, não é nada pacífica na União Europeia. Interesses opostos, tradições de cultura económica muito diversas e conjunturas políticas nacionais desencontradas promovem um verdadeiro pugilato na arena de Bruxelas, para quem saiba ver para lá do unanimismo dos sorrisos para a fotografia. Neste caso, a "guerra" tem de um lado a França, que se assume como chefe de fila do campo continentalista, e o peso pesado Alemanha, enquanto do outro lado aparecem estados marítimos como a Holanda, a Dinamarca e a Inglaterra, com o apoio de Portugal, Espanha e Itália. Barroso é também desta opinião e da contrária (pois que é preciso ter o apoio da França e da Alemanha para assegurar a sua reeleição...), ou como ele mesmo disse há dias: ""
Publié: mardi 23 janvier 2007
Des lignes de démarcation apparaissent clairement entre les Etats membres au cours du débat sur la question du démantèlement de grands groupes de production et de distribution d'énergie intégrés, comme EDF (France) et E.ON (Allemagne).
A lire aussi:
Une enquête de
Lors d'une réunion du groupe Energie du Conseil le 18 janvier, les diplomates européens ont entamé des négociations officielles sur la poursuite de la libéralisation des marchés de l'énergie. La réponse définitive des Etats membres sur cette question devrait tomber à temps pour le sommet de printemps des 8 et 9 mars prochains.
Au coeur de ces discussions se trouve la question de la 'scission' de grands groupes intégrés en des entités distinctes pour la production et la distribution d'énergie.
Présentant les conclusions d'une enquête sur la concurrence dans le secteur énergétique le 10 janvier, la commissaire à la concurrence, Neelie Kroes, a déclaré que dissocier les activités de production et de distribution des entreprises permettrait aux concurrents de mieux accéder aux réseaux et entraînerait au final une baisse des prix (EurActiv 11/01/07).
Cependant, face à l'opposition de
Dans le cadre de la législation européenne actuelle, les groupes énergétiques doivent gérer l'infrastructure et la prestation de services sous deux noms juridiques et maintenir des comptes distincts. Toutefois, ils peuvent continuer de détenir le réseau physique et d'offrir les services qui l'utilisent.
Près d'un tiers des 27 Etats membres de l'UE ont pris position jusqu'ici, ce qui signifie que rien n'est encore décidé. Néanmoins, des lignes de démarcation claires ont commencé à apparaître.
"Le Royaume-Uni, le Danemark et les Pays-Bas font clairement partie de l'offensive" en faveur d'une scission totale, estime un diplomate français, ajoutant que
"A l'instar de
F. Loos précise notamment que "
Parmi les pays à avoir rejoint le camp de
Cependant, un diplomate britannique estime que le débat pourrait tourner en faveur de la dissociation totale de la propriété. "Cette idée a reçu plus de soutien que prévu" lors de la réunion, indique-t-il, soulignant que le vote à l'unanimité ne serait pas nécessaire au Conseil si
Avec le système de vote à la majorité qualifiée, il pense que les pays contre la dissociation pourraient se retrouver minoritaires et finirent par être mis sur la touche. Il remarque qu'il n'y a pas eu de positions tranchées contre le projet de scission, ce qui indique peut-être que le débat prend une nouvelle tournure.
Par ailleurs, l'Allemagne, au départ fermement opposée à la dissociation de la propriété, semble avoir assoupli sa position. Dans un entretien avec le Financial Times le 12 janvier 2007, le ministre à l'économie, Michael Glos, a déclaré qu'il "n'excluait aucune option" sur la libéralisation des marchés de l'énergie.
Il a toutefois insisté sur le fait que "les décisions prises jusqu'à présent, comme l'obligation juridique de séparer les activités de distribution de celles de production, sont appliquées dans tous les Etats comme 'une condition préalable' à toute nouvelle mesure." Dans un deuxième temps, selon lui, un opérateur de système indépendant se chargerait de la gestion des réseaux possédés par de grandes entreprises intégrées. Alors seulement pourrait être envisagée la scission complète des structures de participation. "Si l'opérateur de système indépendant fonctionne, nous n'aurons pas besoin de cette dernière étape," précise M. Glos.
Les déclarations de M. Glos ont rapidement été interprétées par les partisans de la libéralisation complète comme un changement radical de la position de l'Allemagne. Cependant, pour d'autres, il ne s'agit que d'un assouplissement dû avant tout au fait que l'Allemagne détenant la présidence tournante de l'UE jusqu'en juin, elle doit agir en tant que médiateur dans le débat. "Il nous semble qu'il s'agit d'une inflexion, et non d'un revirement de situation," estime une source diplomatique française, qui souligne que la position de M. Glos "ressemble beaucoup à ce que
Pour sa part, le président de
Il a également prévenu "qu'une scission moins ambitieuse nécessiterait plus de régulation," entraînant un contrôle accru des grands groupes énergétiques intégrés.
Positions des acteurs européens
Autres articles
MODA AZUL
"Variation autour du bleu pour ces deux robes dessinées par Christian Lacroix, présentées lors des défilés Printemps-Eté 2007 à Paris. © 2007 AFP"
UM APOIO DE PESO PARA SARKOZY?

"Creio que Nicolas Sarkozy é capaz de sair da lógica do slogan e trazer um choque de verdade de que o país precisa". A afirmação é de Alain Bauer, ex-grão mestre do Grande Oriente de França.
PRESIDENTE CAVACO NA ÍNDIA
UMA VISITA SEM INTELIGÊNCIA
Para quem ainda não tenha percebido pata que serve a inteligência económica, esta visita do Presidente à India é o momento de aprender. É mesmo um caso de estudo... Vejamos primeiro as notícias e depois vejamos a análise.
“ Negócios de alta tecnologia
Portugal garante gigante Infosys
“ Cavaco Silva e Manuel Pinho devem hoje anunciar os contornos do negócio que trará para Portugal uma das maiores empresas de novas tecnologias do Mundo, a Infosys. Presidente da República e ministro da Economia uniram-se para tentar convencer alguns dos empresários que viajam à Índia para a importância de estabelecerem parcerias com aquela que é melhor empresa indiana do seu sector, cotada no Nasdaq de Nova Iorque desde 1999 e que no ano passado atingiu os dois mil milhões de dólares de facturação.
“ Ontem, Cavaco Silva anunciou já o acordo feito pelo Governo, através de Manuel Pinho, que garante para os próximos anos 50 estágios anuais para estudantes portugueses licenciados em Informática, nas empresas do chamado 'Silicon Valley' indiano,
"Já viram o que significa respirar o espírito de inovação desta cidade? Temos de acreditar num novo ciclo. A globalização e estes contactos dos nossos jovens e trabalhadores com outros países, com empresas estrangeiras há-de levar a uma mudança de atitude em Portugal", afirmou Cavaco Silva. E foi nisso precisamente que o Presidente da República e o ministro da Economia trabalharam intensamente depois de cumprida a agenda
“ À descoberta da Índia
Improvisação salva despedida
“ O grande negócio com que Cavaco Silva e Manuel Pinho esperavam fechar a visita à Índia acabou por não se concretizar. Na véspera, o próprio Presidente da República tinha, sorridente, criado a expectativa falando do assunto, mas à última hora motivos ainda desconhecidos inviabilizaram a concretização de qualquer tipo de parceria com a gigante indiana das tecnologias, Infosys. “

QUANDO MALTEZ SE DEDICA
AO RETRATO À
sai um portugal assim:
" Entre sobreendividados e enfuracados, há dezenas de milhares de contas bancárias congeladas pelo fisco, neste processo de caloteiragem em curso, onde há transmissões em directo de penhora de antigos heróis mediáticos, enquanto discutimos se os embriões são pessoas humanas, como nega um bispo, com algum bom senso, contrariando a propaganda clerical que continua a insinuar que quem diz sim ao referendo é um adepto do aborto, enquanto o sargento de Torres Novas volta a colocar o problema das leis injustas e dos tribunais que, de silogismo em silogismo, não conseguem garantir aquela clássica hierarquia que põe, acima das leis positivas, tanto o direito como a justiça.
Anda tudo trocado. A Igreja e as igrejas pedem que os tribunais, os polícias e as cadeias transformem as ordens normativas da moral e da religião em zonas protegidas pela coacção estadual, assim negando a autonomia da moral, enquanto ciência dos actos dos homens como indivíduos e o transcendente da religião que não pode continuar a situar-se no chanfalho do relaxamento ao braço secular. Os caloteiros e os corruptos brincam às dilações processuais e às evasões fiscais, com muitos garantismos hipócritas e dezenas de requerimentos ao abrigo do código do procedimento administrativo, para sucesso do emprego dos licenciados em leis e cânones, sem direito nem justiça . E a secção manhosa do povinho que acreditou nas patranhas do bacalhau a pataco e do enquanto o pau vai e vem folgam as costas ainda não se consciencializou que nesta quinta dos animais falantes somos todos iguais, mas há sempre alguns mais iguais do que outros. Continua a não haver moralidade e, depois desta interrupção, nem todos os mexilhões vão comer. O programa do sistema vai seguir dentro de momentos e é melhor continuar a jogar no Euromilhões. "
GEOPOLÍTICA DA ENERGIA
numa Europa sem estratégia
Numa Europa totalmente dependente dos fornecimentos estrangeiros de energia e onde a Sonatrach e a Gazprom já se entenderam para dividir o mercado, Sócrates tentar obter alguma estabilidade para Portugal com a proposta aos argelinos de que a parceria estratégica tem de estender-se à energia. Não é fácil mas é possível e necessário. Há muito que deveria ter sido desenvolvido um trabalho de análise estratégica inteligente sobre esta matéria (o comandante Virgílio de Carvalho já o reclamava em meados dos anos oitenta...) mas como não vale a pena chorar sobre petróleo ou gás derramado, a démarche de Sócrates, não sendo suficiente, é mesmo necessária.
Vale a pena reflectir sobre as notícias que dão conta disso bem como sobre outras que põem a nú a situação de dependência de uma Europa sem estratégia para a energia, oscilando entre o "politicamente correcto" das "alternativas" (que não são alternativa algua) e a reacções irritadas e muito estéreis aos gestos "inaceitáveis" (Barroso dixit) de Moscovo, como as da última edição do Le Point.
| Portugal/Argélia: Parceria estratégica tem de estender-se à energia - Sócrates | |||
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" Poutine met l'Europe sous pression
La récente interruption de la livraison de pétrole via
Marc Nexon et étienne Gernelle avec Alain Franco à Bruxelles
Assis au bout d'une longue table en bois vernis au côté de ses ministres, Vladimir Poutine est mal à l'aise. Les yeux roulent nerveusement, la mâchoire est crispée. « Alors, qu'est-ce qu'on a comme solution ? Que faut-il faire ? » Depuis quelques heures, une partie du pétrole extrait du sous-sol russe et destiné à l'Europe ne coule plus. En cause : une guerre commerciale engagée avec
Le brut n'arrive plus et Bruxelles tempête. « Inacceptable », lâche, glacial, le très diplomatique José Manuel Barroso, président de
Sauf que, pour Moscou, c'est possible ! Et qu'importe s'il s'agit d'infliger le coup de la panne aux Européens pour la deuxième fois en un an. L'hiver dernier, c'est un différend avec l'Ukraine qui avait provoqué une rupture des approvisionnements en gaz. L'épisode avait déclenché un tollé. Et un laborieux rabibochage avec les autorités russes au cours des mois suivants. Rebelote aujourd'hui ! Certes, l'incident n'a duré que quarante-huit heures, mais c'est suffisant pour ébranler toute l'Europe. Et miner les relations avec le grand voisin dont dépend le quart des besoins énergétiques du Vieux Continent. «
D'autant que, cette fois, l'Allemagne hausse le ton. Fini l'aimable indulgence de l'ex-chancelier Gerhard Schröder. Angela Merkel, désormais aux commandes, fustige la partie russe. « Même au temps de la guerre froide, il n'y avait pas de problème, dit-elle. Le minimum aurait été d'engager des consultations. » Au Kremlin, on n'en mène pas large. « Notre réputation de fournisseur fiable est atteinte », avoue Guerman Gref, le ministre de l'Economie. L'entourage de Vladimir Poutine laisse même entendre que la décision de couper le robinet aurait été prise sans en référer au président. Et qu'elle serait l'oeuvre de Semen Weinstock, le tout-puissant patron de Transneft, la compagnie des oléoducs. Guère crédible... L'intéressé lui-même se proclame volontiers « le soldat de Poutine ».
Alors, la raison du coup de sang de Moscou ? D'abord une affaire de personnes. Poutine estime avoir été mal récompensé de son soutien apporté au dictateur Alexandre Loukachenko lors de la dernière élection présidentielle biélorusse, il y a moins d'un an. Depuis sa réélection à la soviétique, Loukachenko lui tient tête. « Il veut une fusion avec
Une affaire de personnes, donc, mais aussi une question de gros sous. Depuis cinq ans, les taxes imposées sur le pétrole russe destiné à l'Europe gonflent principalement les caisses et les poches des dirigeants biélorusses. Et atteignent 3 à 4 milliards de dollars par an. De quoi agacer les Russes, pressés de toucher leur part. D'où l'épreuve de force, vite pliée avec la capitulation de Minsk. « On tient l'économie biélorusse, six mois suffisent à détruire le régime », fanfaronne une source russe.
Il y a, enfin, le réflexe autoritaire de la nouvelle superpuissance énergétique, toujours prompte à rappeler aux Occidentaux qu'il faut désormais compter avec elle. «
Quitte à faire preuve de brutalité. Pourquoi s'en priver, puisque sa seule production d'or noir lui permet d'engranger 100 milliards de dollars par an, soit trois fois le PIB du Maroc ! Et d'afficher près de 7 % de croissance annuelle. Son bras armé ? Il tient en sept lettres : Gazprom. Un colosse industriel piloté par Alexeï Miller, proche de Poutine et jadis son adjoint à la mairie de Saint-Pétersbourg. Or la pieuvre du Grand Nord aux réserves gigantesques ne cesse de s'étendre. En Grande-Bretagne, où elle compte déjà plus d'un millier de clients industriels. En Allemagne, où elle détient 15 % du marché de la distribution. En Italie, où elle vient de signer une alliance stratégique avec l'Eni.
Mais aussi en France, où GDF lui déroule le tapis rouge : l'accès à son marché moyennant la sécurisation de ses approvisionnements jusqu'en 2030. Un accord plaqué or pour la compagnie russe. Non seulement celle-ci s'assure une manne financière auprès de l'opérateur français pendant plus de vingt ans, mais elle a désormais toute liberté de dépouiller son portefeuille de clients. Une dizaine d'entre eux ont d'ailleurs tourné casaque. Et Gazprom prévoit d'en enrôler un millier dans les cinq ans. Une offensive rendue possible par la libéralisation des marchés à partir de juillet 2007. Au point qu'une partie de l'état-major de GDF grince. « C'est Munich face aux Russes », entend-on dans les couloirs de l'entreprise française.
Du coup, l'Europe prend peur. Car d'autres mauvaises nouvelles surgissent. Comme le refus du Kremlin de signer la charte de l'énergie appelée à garantir la réciprocité en matière d'accès aux marchés. Ou comme le niet adressé aux Occidentaux désireux de participer à l'exploitation de l'énorme gisement gazier en mer de Barents. Ou encore la quasi-expropriation, il y a deux mois, de la compagnie anglo-néerlandaise Shell de l'immense projet de Sakhaline, dans l'Extrême-Orient russe. Une affaire à 16 milliards d'euros désormais gérée pour moitié par Gazprom.
Alors, face à l'intransigeance russe, l'Europe tente de faire front. Sa dernière carte ? Un plan sur quatre décennies destiné à lutter contre les émissions de gaz à effet de serre, mais aussi à diversifier ses sources d'énergie. Des recommandations ambitieuses assorties de la fin d'un tabou. « Il faut relancer le nucléaire », prône
Reste un atout dans la manche de l'Europe : les pipelines. Certes,
Grave ? Pas tant que cela. Car les escarmouches russo-bruxelloises occulteraient presque l'essentiel. « C'est d'abord le Moyen-Orient qui couvrira l'augmentation des besoins énergétiques de l'Europe au cours des vingt prochaines années », précise Nicolas Sarkis, directeur de la revue Pétrole et gaz arabe. Pour une raison simple : les deux tiers des réserves mondiales prouvées sont là-bas. Et pour longtemps. Exemples ? L'Irak, l'Iran, les Emirats arabes unis, le Koweït, chacun de ces pays regorge de deux fois plus de pétrole que
D'autant que la guéguerre Moscou-Minsk lui apporte une nouvelle extravagante. Le despote biélorusse Alexandre Loukachenko, sorti tout droit de l'ère Brejnev, se déclare prêt à se tourner vers l'Occident. Or, ça, même dans ses rêves les plus fous, Vladimir Poutine ne pouvait l'imaginer !
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DE FRANCO A ZAPATERO... LA VIDA SIGUE IGUAL !
continuam na mesma, estes espanhóis são mesmo nhurros!
EL HOMBRE
A eleição do “maior” de um Portugal praticamente milenar serve muito mais para nos informar de como vai a “cultura dominante” no momento, de como vão as cabeças das pessoas, do que para qualquer coisa. Ficamos a saber mais sobre os portugueses que respondem do que acerca da matéria sobre a qual respondem.
Dita esta elementaridade, gostei de, pelo meio da poeira que a coisa levantou, ler o Ferreira Fernandes que à sua maneira disse tudo:
“ Há que dizer que maiores de Portugal há muitos, desde que sejam D. João II ”
E explica: “ Dos finalistas quatro estão relacionados (com os Descobrimentos): o Infante, o do pontapé de saída, Vasco da Gama, o do maior feito, Camões, o que os cantou, e D. João II que os organizou.
Os Descobrimentos foram uma empresa pensada: ter os melhores pilotos, formando-os ou contratando estrangeiros, legislar para esconder o saber da concorrência, fazer e procurar as melhores cartas de marear, arranjar dinheiro, proteger os homens de ciência, saber o que se quer. A obra, a empresa, vista assim no seu conjunto, tem uma cara, a de D. João II.”
Escassas décadas depois da sua morte bizarra, a Inquisição instalava-se entre nós com suas fogueiras, seu índex e sua censura. Pouco depois, Camões falará de “uma apagada e vil tristeza”. Seguro do que escreve, Pedro Nunes escreverá já a medo. Fernão Oliveira escapa à fogueira por pressão inglesa, entre os exílios e os cárceres inquisitoriais ainda consegue tempo para escrever a primeira gramática do português, a primeira história de Portugal, uma obra sobre a construção naval, o primeiro tratado de estratégia marítima e outras obras que serão silenciadas, algumas até hoje…
Até hoje…? Assaltado o poder real por gente que odiava D. João II, o projecto estratégico posto em marcha pelo estratega maior vai ser desviado dos seus objectivos (e Albuquerque morrerá “mal com el-Rei por amor dos homens e mal com os homens por amor d’ el Rei”) e os fabulosos recursos que gera desviados para fins diversos e mesmo contrários dos que o projecto supunha e, portanto, de efeito negativo. Os resultados do projecto estratégico de D. João acabam assim usados contra o próprio projecto, a visão que o suporta e os seus agentes económicos, políticos e militares.
Durante séculos, são os recursos gerados pelo projecto joanino que irão alimentar as fogueiras, a censura e o índex, consolidar as suas posições e enriquecer “santos ofícios”, seus “familiares” e outros domini cannis. E assim Portugal entristeceu até chegar a um século XX dominado pelo triste complexo neo-corporativo e salazarento. Houve, com certeza reacções e revoluções. Intervalos e homens. Castelo-Melhor, Ericeira, Pombal, a longa guerra civil do século XIX, a República…
Castelo-Melhor, depois de ganhar a guerra com Espanha, acabou desterrado, Ericeira suicidou-se, Pombal ripostou a tudo mas acabou como Castelo-Melhor e ainda teve de ver a “Viradeira”, a guerra civil do século XIX acabou mal e a República espetou-se nas suas baionetas. Só no fim do século XX, se esgotam as fontes de recursos geradas pela estratégia de D. João II e que haviam sido desviadas para ser utilizadas “contra a lei e contra a grei”.
Se ele não tivesse sido envenado (Fernando Campos, na “Esmeralda Partida” tem óptimas páginas sobre o assassinato do Rei) e morto prematuramente (aos 40…), se o projecto estratégico não tivesse sido virado do avesso (pelos Braganças e seus aliados, com o apoio de Castela-Aragão) não seria apenas Portugal que tinha sido muito diferente, seria todo o globo a ser outro. Por isso, pelo que fez e pelo que não lhe deram o tempo de fazer, ele é o estratega maior da história e, obviamente, o Maior dos Portugueses.
“Cuida-te, Rei” tinha-lhe dito a feiticeira à beira do caminho… “Murió El Hombre” foi como Isabel a Católica comunicou à sua corte a morte de D. João II.
“El Hombre…”
O MAU EXEMPLO DE CHAVEZ
Na "18H" de hoje, uma entrevista com Carlos Quenan, investigador no Institut des Hautes Etudes de l'Amérique Latine, em França, sobre o mau exemplo que Chavez dá...
" Chavez donne un mauvais signal aux investisseurs étrangers"
« A peine réélu, le président vénézuelien se fait voter les pleins pouvoirs à l'intérieur et rêve d'étendre son influence en Amérique Latine en se servant du Mercosur. Interview de Carlos Quenan, chercheur à l'Institut des Hautes Etudes de l'Amérique Latine.
A peine réélu à la tête du Venezuela pour six ans, Hugo Chavez vient se faire attribuer les pleins pouvoirs pendant 18 mois par le Parlement. Il participe aux côtés des dirigeants de l'Argentine, du Brésil, du Paraguay, et de l'Uruguay, au Sommet du Mercosur, qui se tient jeudi et vendredi. L'adhésion du Venezuela à cette Communauté d'Etat n'a pas plus d'un an, mais déjà Hugo Chavez parle de refonder l'ensemble. Et d'essayer d'y faire entrer son plus proche allié dans la région après Fidel Castro, le président bolivien Evo Morales, qui vient de demander l'adhésion de son pays au Mercosur. Interview de Carlos Quenan, chercheur à l'Institut des Hautes Etudes de l'Amérique Latine (IHEAL)
Quelle est l'approche de Chavez par rapport au Mercosur ?
Chavez parle de « reformater le Mercosur ». En fait, il a bien compris que l'épicentre de l'intégration latino-américaine était cette communauté d'Etat. Il veut s'en servir pour développer une diplomatie d'influence en Amérique latine, grâce à une intégration économique, avec surtout la dimension énergétique, mais aussi une intégration à dimension politique. Cela passe par des grands projets d'infrastructure, comme la contruction d'un immense gazoduc, le Gazoduc du sud, vaste projet avec le Brésil qui doit permettre d'acheminer le gaz vénézuélien jusqu'au Rio de
Quelle est son influence réelle dans la région et au-delà ?
Il a une relation étroite avec l'Argentine, qu'il a beaucoup aidée à sortir de sa crise financière, en rachetant pour 3 milliards de dollars de bons de la dette argentine et en passant des accords commerciaux pour favoriser les achats de produits argentins. Il est très proche de
Doit-on s'inquiéter des projets de nationalisation annoncés par Hugo Chavez ?
Ca dépend des secteurs. Concernant les télécommunications et l'électricité, où sont surtout présents des multinationales américaines, et dans une moindre mesure espagnoles, il veut en effet renationaliser complètement. Mais il le fera sûrement dans les règles, non pas en expropriant mais en rachetant les parts des sociétés étrangères. Il en a les moyens, avec les revenus du pétrole ! Mais pour le secteur pétroliers, ce qu'il va faire n'est pas encore très clair. On ne sait pas, pour l'instant, s'il va nationaliser entièrement. Des négociations sont en cours avec les compagnies étrangères pour permettre à la compagnie vénézuelienne de prendre une part majoritaire dans le secteur. Et Chavez a, en fait, averti qu'il y aurait nationalisation totale, uniquement si les négociations échouent. C'est une voie qui ressemble à celle de
Et le vote des pleins pouvoirs jeudi par l'Assemblée ne va pas non plus dans le bon sens ?
C'est effectivement un signe fort. Et il n'avait en réalité pas besoin de ça, puisque la totalité des députés lui étaient déjà acquis (l'opposition ayant boycotté les dernières élections législatives). Cela montre un durcissement du régime et donne des arguments à ceux qui dénoncent une accélération dans le sens d'une dérive autoritaire. Chavez donne là un mauvais signal aux investisseurs étrangers. Mais on ne doit pas conclure qu'il n'y aura plus de place pour le secteur privé. C'est surtout une façon de lui permettre de continuer sur le plan national ses programmes sociaux, en direction des classes pauvres.
Propos recueillis par Céline About “
Por Luís Filipe Gouveia, da Agência Lusa Caracas, 20 Jan (Lusa) - Um grupo não quantificado de pessoas armadas i rrompeu e ocupou, sexta-feira, "em nome do povo", a sede do partido político Um Novo Tempo em Caracas, organização a que pertence o principal candidato opositor , Manuel Rosales, revelaram as rádios e televisões venezuelanas.
20-01-2007 0:39:00. Fonte LUSA. Notícia SIR-8684311
Temas: política conflitos venezuela
Venezuela: pessoas armadas ocupam sede de partido político opositor
HOMENAGEM A HRANT DINK
o jornalista turco assassinado
Manifestantes em Istambul mostram exemplares do semanário Agos, em que trabalhava Hrant Dink, e fotografias do jornalista assassinado... Foto de hoje da AFP.
A INDIA SEM SOFTWARE
E QUE CAVACO NÃO VIU
"Des Indiens participent s'apprêtent à prendre un bain lors du "Kumbh Mela", un fête religieuse qui rassemble plusieurs dizaines de milliers de personnes. © 2007 AFP"
MAIS UM ANJO...
...a fazer campanha pelo "não" !
do fotógrafo Mayor
O PAPA JACQUES SÉGUÉLA
ESTÁ CHEIO DE REMORSOS
« C'est une connerie ces 35 h. Comment ai-je pu faire de la pub pour cela ? »
" C'est, Jacques Séguéla, grand manitou des campagnes du PS durant quelques années, qui a prononcé cette phrase historique jeudi matin sur la scène du Théâtre Marigny, où il recevait un prix décerné par une école de commerce. Au public, composé d'Alain Delon, Jean-Pierre Raffarin et son épouse et Alain-Dominique Perrin, entre autres, il a également affirmé qu'il ne savait pas pour qui voter à la prochaine présidentielle. » © Le Point, 19/01/07. "
ROYAL BRONCA NA CANDIDATURA DE SÉGO
Ségo passou os últimos dois anos a tentar evitar interferências dos organismos e dos elefantes do PSF na sua candidatura. Foi bastante bem sucedida e daí o ter-se conseguido impôr como candidata. Mas isto foi enquanto a candidatura era dela e dos amigoa que a apoiavam... Agora é a candidata do PS e outro galo começa a cantar. A primeira vítima é o seu amigo da primeiro hora, Arnaud Montebourg... O PSF não podia deixar passar uma tão "royal" ocasião sem mostrar os seus velhos predicados! Sarko já deve estar a rir-se... Para ler e ouvir tudo sobre esta bela bronca, clicar no link abaixo:
Entretanto, Sarko quer:
Gagner la bataille de l'intelligence
" Pour "gagner la bataille de l'intelligence", le ministre-candidat Nicolas Sarkozy a promis d'augmenter le budget de la recherche de 25% en échange d'une réforme du système. Il a également appelé à une réforme profonde de l'université.
Le "ministre-candidat" Nicolas Sarkozy a proposé de faire de la recherche la priorité budgétaire de l'Etat et d'y injecter quatre milliards d'euros supplémentaires tout en la réformant.
"Pas de réforme, pas de moyens"
"Je crois que la recherche doit être avec l'enseignement supérieur la première priorité budgétaire de l'Etat. Je vous propose pour y parvenir un effort historique : augmenter d'un quart le financement de la recherche publique, soit quatre milliards d'euros", a déclaré le ministre de l'Intérieur et de l'Aménagement du territoire à l'Ecole supérieure d'électricité Supélec, sur le plateau de Saclay.
"Ce n'est pas une promesse, c'est une nécessité. Sinon, on perdra la bataille de l'intelligence", a-t-il lancé à des centaines de futurs ingénieurs réunis dans un amphithéâtre.
Cet apport de fonds devra selon lui s'accompagner d'un effort de rationalisation, car "déverser des moyens financiers sans réformer creuse la dette du pays en pure perte". "Une réforme, des moyens financiers, pas de réforme, pas de moyens financiers", a résumé Nicolas Sarkozy. "
À atenção de Belém, S.Bento, Necessidades,
Av. da Ilha da Madeira, Terreiro do Paço e
ainda alguns outros a quem possa interessar
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"Um quarto de hora antes de morrer, o regime ainda estava bem"
COMO SE FABRICA O DISCURSO POLÍTICO E PARA QUE ALVOS
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" SEGO/SARKO – La fabrication du discours
ou les mots de la pré-campagne
par Jean-Philippe Miginiac
Strategic-Road.com Analysis 15/01/2007
L'analyse sémantique qui suit a été réalisée à partir des discours, déclarations, débats, interview presse, dont les textes sont disponibles sur les sites internet des candidats (site de l'UMP pour Nicolas Sarkozy et site « Désirs d'avenir » pour Ségolène Royal.
La pré-campagne est arbitrairement définie comme précédant, strictement, le discours d'investiture de Nicolas Sarkozy, le 14 Janvier 2007, comme candidat de l'UMP. L'analyse n'inclut donc pas ce discours.
I - L'analyse des catégories de mots employés
IV – L'analyse des verbes (ou leurs équivalents) employés
V – L'analyse des adjectifs (ou leurs équivalents) employés "
O 43º...
Meu caro Carlos,
Será que se pode detectar nesta sua nota um certo grau de satisfação pelo nosso "43º lugar"...? E isto quando a Espanha é 27º, a Irlanda 7º, Canadá 10º, Dinamarca 13º, Finlândia 16º, Japão 18º, Alemanha 19º e só porque "bem vista a tabela, estamos à frente de países como França e Itália "?
Mas, mesmo se da barra do Tejo a coisa não é muito visível, a França e a Itália são membros muito doentes da Europa... a necessitar de urgentes intervenções estruturais (basta comparar com a situação da Alemanha...) e como está, de resto, bem subjacente em todo o discurso político da Ségo...
EUROPA: UMA COMISSÃO DESFOCADA
FACE AOS DESAFIOS DO MUNDO REAL
A presidência alemã define prioridades em I & D, enquanto a Europa começa a ver o centro de gravidade da inovação deslocar-se para a Ásia, pondo em causa o desiderato europeu de ser “a economia do conhecimento mais competitiva do mundo”. Tanto mais grave quanto - é agora demonstrado por recente estudo – os políticos não sabem tomar decisões que potenciem as grandes descobertas científicas. Outro estudo demonstra que o software livre permite às empresas e instituições europeias grandes poupanças no investimento e desenvolvimento, estimulando a economia… mas os políticos talvez não o tenham percebido. Ora isso é tanto mais importante quanto, como acaba de reconhecer o responsável europeu da energia, a
alta dos preços da energia é… inevitável! No meio deste cenário, a Comissão está preocupada com as suas deficiências em matéria de Comunicação com os cidadãos, que lhe custou duas derrotas históricas na Constituição e na directiva Bolkestein… Será possível!?
Innovation : l'Asie amenée à défier l'Europe et les Etats-Unis
Selon une nouvelle étude, "le centre de gravité de l'innovation commence à se déplacer d'Ouest en Est", mettant au défi l'Europe qui s'efforce de devenir "l'économie de la connaissance la plus compétitive au monde".
New European R&D programme launched
The German Presidency has announced that intellectual property rights and debating the long-term development of the EU's research budget will be its R&D priorities.
Les hommes politiques 'ne tiennent pas compte des résultats scientifiques'
Une nouvelle étude révèle que les hommes politiques croient en la recherche et font confiance aux chercheurs mais ne mettent pas à profit les grandes découvertes scientifiques.
Selon une étude, les logiciels libres pourraient stimuler l'économie européenne
Selon une étude financée par
Entretien avec le commissaire Piebalgs : la hausse des prix de l'énergie est 'inévitable'
Lors d'un entretien exclusif avec EurActiv, le commissaire à l'énergie, Andris Piebalgs, a estimé que les nouvelles propositions en matière d'énergie et de lutte contre le changement climatique devraient entraîner une hausse des prix pour les consommateurs. Toutefois, selon lui, payer 5% de plus maintenant évitera des pics de prix à l'avenir.
L'UE met l'accent sur la qualité du travail
Les ministres de l'emploi et des affaires sociales se réunissent lors d'un sommet informel de trois jours à Berlin pour évoquer les futurs modèles sociaux en Europe et les réformes nécessaires pour concilier flexibilité et sécurité sociale.
Communication sur l'Europe : La Commission tente de mettre fin au 'rejet mutuel de responsabilité'
Alors que l'Europe est encore ébranlée par les récents fiascos de sa communication sur
Review of European research area under way
After seven years of building the European Research Area (ERA), Research Commissioner Janez Potocnik is set to launch a review of how the EU's internal science and research market is operating
SOBRE O PRÓXIMO REFERENDO
um texto do Professor Brotas
" A televisão transmitiu a imagem de crentes que, dizendo-se a favor da vida, rezaram numa praça pública em apoio à campanha do NÃO. Havendo que respeitar as crenças e convicções profundas de cada um, há que dizer que estas orações não isentam os que nelas participam da responsabilidade do que se passa no país.
Em Portugal, 18.000 mulheres fizeram uma interrupção voluntária da gravidez o ano passado, algumas em condições deploraveis (50% tinham menos de 24 anos, 40% consideraram a decisão muitíssimo dificil e 35% dificil, a maioria dos motivos que levou ao aborto são de caracter social; são indicações de um inquérito recentemente divulgado pela APF- Associação para o Planeamento da Família). Depois do último referendo, não foi praticamente nada feito para alterar este estado de coisas. A responsabilidade é de toda a sociedade. O que está em causa, neste próximo referendo, é se vamos manter a lei actual, ou se a Assembleia da República vai fazer uma outra.
Podem os apoiantes do NÃO garantir, ou pelo menos transmitir ao País alguma esperança de que a situação será diferente a partir de agora, se a lei continuar a mesma?
Se o SIM vencer, a Assembleia da República terá de elabora uma nova lei. Considero que esta lei deve ter as seguintes três componentes.
Considero que os partidos que apoiam o SIM e têm maioria na Assembleia devem utilizar o periodo da campanha para informar os eleitores das características da lei que se dispõem a aprovar na Assembleia, no caso do SIM ganhar."
António Brotas
ACERCA DA POSIÇÃO
GEOPOLÍTICA DO IRÃO
George Friedman alerta aqui para o facto de que "the purple prose of the Iranian leadership cannot be taken at face value" e, assim sendo, "to get past the rhetoric, let's begin by considering Iran's objective geopolitical position". Na Stratfor:
By George Friedman
The Iraq war has turned into a duel between the United States and Iran. For the United States, the goal has been the creation of a generally pro-American coalition government in Baghdad -- representing Iraq's three major ethnic communities. For Iran, the goal has been the creation of either a pro-Iranian government in Baghdad or, alternatively, the division of Iraq into three regions, with Iran dominating the Shiite south.
The United States has encountered serious problems in creating the coalition government. The Iranians have been primarily responsible for that. With the death of Abu Musab al-Zarqawi in June, when it appeared that the Sunnis would enter the political process fully, the Iranians used their influence with various Iraqi Shiite factions to disrupt that process by launching attacks on Sunnis and generally destabilizing the situation. Certainly, Sunnis contributed to this, but for much of the past year, it has been the Shia, supported by Iran, that have been the primary destabilizing force.
So long as the Iranians continue to follow this policy, the U.S. strategy cannot succeed. The difficulty of the American plan is that it requires the political participation of three main ethnic groups that are themselves politically fragmented. Virtually any substantial group can block the success of the strategy by undermining the political process. The Iranians, however, appear to be in a more powerful position than the Americans. So long as they continue to support Shiite groups within Iraq, they will be able to block the U.S. plan. Over time, the theory goes, the Americans will recognize the hopelessness of the undertaking and withdraw, leaving Iran to pick up the pieces. In the meantime, the Iranians will increasingly be able to dominate the Shiite community and consolidate their hold over southern Iraq. The game appears to go to Iran.
Americans are extremely sensitive to the difficulties the United States faces in Iraq. Every nation-state has a defining characteristic, and that of the United States is manic-depression, cycling between insanely optimistic plans and total despair. This national characteristic tends to blind Americans to the situation on the other side of the hill. Certainly, the Bush administration vastly underestimated the difficulties of occupying Iraq -- that was the manic phase. But at this point, it could be argued that the administration again is not looking over the other side of the hill at the difficulties the Iranians might be having. And it is useful to consider the world from the Iranian point of view.
The Foundation of Foreign Policy
It is important to distinguish between the rhetoric and the reality of Iranian foreign policy. As a general principle, this should be done with all countries. As in business, rhetoric is used to shape perceptions and attempt to control the behavior of others. It does not necessarily reveal one's true intentions or, more important, one's capabilities. In the classic case of U.S. foreign policy, Franklin Roosevelt publicly insisted that the United States did not intend to get into World War II while U.S. and British officials were planning to do just that. On the other side of the equation, the United States, during the 1950s, kept asserting that its goal was to liberate Eastern Europe from the Soviet Union, when in fact it had no plans, capabilities or expectations of doing so. This does not mean the claims were made frivolously -- both Roosevelt and John Foster Dulles had good reasons for posturing as they did -- but it does mean that rhetoric is not a reliable indicator of actions. Thus, the purple prose of the Iranian leadership cannot be taken at face value.
To get past the rhetoric, let's begin by considering Iran's objective geopolitical position.
Historically, Iran has faced three enemies. Its oldest enemy was to the west: the Arab/Sunni threat, against which it has struggled for millennia. Russia, to the north, emerged as a threat in the late 19th century, occupying northern Iran during and after World War II. The third enemy has worn different faces but has been a recurring threat since the time of Alexander the Great: a distant power that has intruded into Persian affairs. This distant foreign power -- which has at times been embodied by both the British and the Americans -- has posed the greatest threat to Iran. And when the element of a distant power is combined with one of the other two traditional enemies, the result is a great global or regional power whose orbit or influence Iran cannot escape. To put that into real terms, Iran can manage, for example, the chaos called Afghanistan, but it cannot manage a global power that is active in Iraq and Afghanistan simultaneously.
For the moment, Russia is contained. There is a buffer zone of states between Iran and Russia that, at present, prevents Russian probes. But what Iran fears is a united Iraq under the influence or control of a global power like the United States. In 1980, the long western border of Iran was attacked by Iraq, with only marginal support from other states, and the effect on Iran was devastating. Iran harbors a rational fear of attack from that direction, which -- if coupled with American power -- could threaten Iranian survival.
Therefore, Iran sees the American plan to create a pro-U.S. government in Baghdad as a direct threat to its national interests. Now, the Iranians supported the U.S. invasion of Iraq in 2003; they wanted to see their archenemy, former President Saddam Hussein, deposed. But they did not want to see him replaced by a pro-American regime. Rather, the Iranians wanted one of two outcomes: the creation of a pro-Iranian government dominated by Iraqi Shia (under Iran's control), or the fragmentation of Iraq. A fragmented Iraq would have two virtues. It would prove no danger to Iran, and Iran likely would control or heavily influence southern Iraq, thus projecting its power from there throughout the Persian Gulf.
Viewed this way, Iran's behavior in Iraq is understandable. A stable Iraq under U.S. influence represents a direct threat to Iran, while a fragmented or pro-Iranian Iraq does not. Therefore, the Iranians will do whatever they can to undermine U.S. attempts to create a government in Baghdad. Tehran can use its influence to block a government, but it cannot -- on its own -- create a pro-Iranian one. Therefore, Iran's strategy is to play spoiler and wait for the United States to tire of the unending conflict. Once the Americans leave, the Iranians can pick up the chips on the table. Whether it takes 10 years or 30, the Iranians assume that, in the end, they will win. None of the Arab countries in the region has the power to withstand Iran, and the Turks are unlikely to get into the game.
The Unknown Variables
Logic would seem to favor the Iranians. But in the past, the Iranians have tried to be clever with great powers and, rather than trapping them, have wound up being trapped themselves. Sometimes they have simply missed other dimensions of the situation. For example, when the revolutionaries overthrew the Shah and created the Islamic Republic, the Iranians focused on the threat from the Americans, and another threat from the Soviets and their covert allies in Iran. But they took their eyes off Iraq -- and that miscalculation not only cost them huge casualties and a decade of economic decay, but broke the self-confidence of the Iranian regime.
The Iranians also have miscalculated on the United States. When the Islamic Revolution occurred, the governing assumption -- not only in Iran but also in many parts of the world, including the United States -- was that the United States was a declining power. It had, after all, been defeated in Vietnam and was experiencing declining U.S. military power and severe economic problems. But the Iranians massively miscalculated with regard to the U.S. position: In the end, the United States surged and it was the Soviets who collapsed.
The Iranians do not have a sterling record in managing great powers, and especially in predicting the behavior of the United States. In large and small ways, they have miscalculated on what the United States would do and how it would do it. Therefore, like the Americans, the Iranians are deeply divided. There are those who regard the United States as a bumbling fool, all set to fail in Iraq. There are others who remember equally confident forecasts about other American disasters, and who see the United States as ruthless, cunning and utterly dangerous.
These sentiments, then, divide into two policy factions. On the one side, there are those who see Bush's surge strategy as an empty bluff. They point out that there is no surge, only a gradual buildup of troops, and that the number of troops being added is insignificant. They point to political divisions in Washington and argue that the time is ripe for Iran to go for it all. They want to force a civil war in Iraq, to at least dominate the southern region and take advantage of American weakness to project power in the Persian Gulf.
The other side wonders whether the Americans are as weak as they appear, and also argues that exploiting a success in Iraq would be more dangerous and difficult than it appears. The United States has substantial forces in Iraq, and the response to Shiite uprisings along the western shore of the Persian Gulf would be difficult to predict. The response to any probe into Saudi Arabia certainly would be violent.
We are not referring here to ideological factions, nor to radicals and moderates. Rather, these are two competing visions of the United States. One side wants to exploit American weakness; the other side argues that experience shows that American weakness can reverse itself unexpectedly and trap Iran in a difficult and painful position. It is not a debate about ends or internal dissatisfaction with the regime. Rather, it is a contest between audacity and caution.
The Historical View
Over time -- and this is not apparent from Iranian rhetoric -- caution has tended to prevail. Except during the 1980s, when they supported an aggressive Hezbollah, the Iranians have been quite measured in their international actions. Following the war with Iraq, they avoided overt moves -- and they even were circumspect after the fall of the Soviet Union, when opportunities presented themselves to Iran's north. After 9/11, the Iranians were careful not to provoke the United States: They offered landing rights for damaged U.S. aircraft and helped recruit Shiite tribes for the American effort against the Taliban. The rhetoric alternated between intense and vitriolic; the actions were more cautious. Even with the Iranian nuclear project, the rhetoric has been far more intense than the level of development seems to warrant.
Rhetoric influences perceptions, and perceptions can drive responses. Therefore, the rhetoric should not be discounted as a driving factor in the geopolitical system. But the real debate in Iran is over what to do about Iraq. No one in Iran wants a pro-U.S. government in Baghdad, and blocking the emergence of such a government has a general consensus. But how far to go in trying to divide Iraq, creating a pro-Iranian government in Baghdad and projecting power in the region is a matter of intense debate. In fact, cautious behavior combined with extreme rhetoric still appears to be the default position in Tehran, with more adventurous arguments struggling to gain acceptance.
The United States, for its part, is divided between the desire to try one more turn at the table to win it all and the fear that it is becoming hopelessly trapped. Iran is divided between a belief that the time to strike is now and a fear that counting the United States out is always premature. This is an engine that can, in due course, drive negotiations. Iran might be "evil" and the United States might be "Satan," but at the end of the day, international affairs involving major powers are governed not by rhetoric but by national interest. The common ground between the United States and Iran is that neither is certain it can achieve its real strategic interests. The Americans doubt they can create a pro-U.S. government in Baghdad, and Iran is not certain the United States is as weak as it appears to be.
Fear and uncertainty are the foundations of international agreement, while hope and confidence fuel war. In the end, a fractured Iraq -- an entity incapable of harming Iran, but still providing an effective buffer between Iran and the Arabian Peninsula -- is emerging as the most viable available option."
MR. PINHO GOES TO INDIA...
... mas volta! Nada de entusiasmos, nem de festejos.
Antigamente, há muito tempo, quando o Gama andava pelo mar, o pinho que ia à india era de Leiria, como toda a gente sabe, e ainda, coisa menos conhecida, de Monchique... Hoje, é isto!
Mudam-se os tempos, mudam-se os pinhos!

Foto do Luís Carvalho, via Rui Perdigão
NIGÉRIA: SIGNIFICADO DO ATAQUE
ARMADO A TERMINAL PETROLÍFERO
A Lusa deu a notícia mas não perece que muita gente tenha apanhado o significado do facto.
"Nigéria: "Holandês e três nigerianos mortos no Delta do Níger
Lagos, 16 Jan (Lusa) - Um holandês e três nigerianos foram mortos, hoje à noite, no Delta do Níger, num ataque conduzido por homens armados perto do te rminal petrolífero de Bonni, revelaram fontes concordantes. "
Vale, porém, a pena pegar no facto reportado pelas agências internacionais e, entre nós, difundido pela Lusa e procurar colocá-lo num quadro que permite a leitura da sua real natureza e da sua real dimensão.
A 23 de Dezembro de 2006, John Robb, talvez como merecido presente de Natal, dava ao mundo, em Global Guerrillas, a sua análise Innovation in Nigeria's OSW... É nesse quadro, abaixo explicitado, que é conveniente e necessário colocar a notícia do ataque que matou os 4 homens no terminal petrolífero nigeriano.
Further reading:
Design Flaws, Methods of Attacking Critical Infrastructure
Scale free networks (and their vulnerabilities)
Attacking and Defending Networks
Partial vs. Complete Systems Disruption
NOTE: Nigeria is one of America's primary sources of imported oil (particularly the low-sulfer oil that limits pollution).
Atentado abortado de 21.7.05 em Londres... Julgamento
Que se Passa nas Mesquitas do Ocidente...?
Parte 1
Parte 2Parte 3
ATENÇÃO, MUITA ATENÇÃO A ESPANHA...
"Las familias y las empresas lo tienen cada vez más difícil para hacer frente a los pagos
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Las familias y las empresas españolas lo tienen cada vez más difícil para hacer frente a sus compromisos de pago, según los últimos datos publicados por Instituto Nacional de Estadística (INE). En el mes de noviembre, los impagos aumentaron un 16 por ciento, hasta sumar 835 millones de euros. En el penúltimo mes del año, 426.269 efectos del comercio (letras y pagarés) fueron devueltos por impago, una cantidad que creció el 7,9 por ciento respecto al mismo periodo de 2005, mientras que su importe medio creció el 7,5 por ciento, hasta los 1.958 euros.
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MÍSSEIS RUSSOS PARA O IRÃO
"PROTEGERÁN TRES DE SUS CENTRALES NUCLEARES
Irán recibe de Moscú veintinueve sistemas de defensa antiaérea del tipo "Tor"
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ALIANÇA PETROLERA ANTI-AMERICANA
"Ahmadinejad's Excellent Latin American Adventure
Iran's president, Mahmoud Ahmadinejad is making a swing through Latin America this week, his second tour in four months, to cultivate anti-U.S. allies, using trade and ideology as his weapons. He is visiting leaders of what he hopes will be a broad coalition against the United States: his good friend Hugo Chavez in Venezuela, along with Daniel Ortega in Nicaragua, Ecuador's new president Rafael Correa, and Evo Morales of Bolivia.
Iran's geo-strategic interests in the region are easy to see: It desperately needs political allies and new markets for its goods as it comes under increasing pressure from Europe and the United States over its nuclear program.
With some money to burn, Ahmadinejad is looking to buy some friends and support among leaders in a region that is turning increasingly hostile to the United States, free trade and drug erradication programs. Latin American nations now feel they have little to lose by turning against the United States, given the severe drop in U.S interest and attention to the area closest to its southern border.
Ahmadinejad's frequent travels to the region underscore the importance Iran places on a few countries in Latin America. Argentina, to its credit, is still seeking to prosecute senior Iranian officials for their role in directing the 1994 bombing of the Jewish center in Buenos Aires. Everyone else seems to have forgotten the attacks ever happened.
It is unlikely Ahmadinejad is touring Latin America solely for the reasons listed above, however. There is little, in real economic terms, to be gained from Iran-Latin America trade. The political support Iran gathers in Latin America is useful but again, in real terms, not much more than marginal. My full blog is here.
Em legítima defesa a iraniana Nazanin Fatehi matou o agressor que a queria violar .
O seu caso provocou escândalo, porque em qualquer situação ela vai pagar com sangue... não importa o que aconteça... violada é a lapidação, não violada é o enforcamento!
A series of photos have been released from Nazanin Fatehi's Trial:
Nazanin Afshin-Jam has sent out an appeal to Iran's Head of Judiciary Ayatollah Shahroudi, Ayatollah Khamenei and President Ahmadinejad urging them to release Nazanin Fatehi.
David Etebari, creator of www.mypace.com/savenazanin has creatively put together a compilation collage of Nazanin's case using the Persian Prince's rap song about Nazanin Fatehi. Please pass it along and share it with others.
Nazanin's mother Maryam was kind enough to share some photos with us.

Iranian authorities had sentenced her previously to death for murdering an attacker during an attempted rape.
She will still be asked to pay "blood money" for her release in the amount of 260 million Iranian riyals ($30,600) to the victim's family.
SOS Iran (Persian) and Help Nazanin report:
Nazanin Afshin-Jam and Mina Ahadi spoke with Nazanin Fatehi's lawyers today regarding her retrial that took place on January 10th 2007.
They have received verbal confirmation from the court that she will be exonerated from the charge of murder. The incident that took place in March 2005 has been recognized as an act of self-defense, however the court has ruled that disproportionate force was used by Nazanin while trying to defend herself and her 15-year old niece. Accordingly, they have asked Nazanin to pay "dieh" (blood money) to receive a pardon from the family of the deceased. Once this amount is paid, Nazanin can be released from prison.
QUANDO A COMISSÃO DESCOBRE
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO
Le pluralisme des médias, 'moteur' de la démocratie européenne
Affaires Publiques
Le 15 janvier 2007, la commissaire responsable de la société de l'information et des médias, Viviane Reding, et la vice-présidente de la Commission, Margot Wallström, ont présenté trois nouvelles étapes pour renforcer le pluralisme des médias dans l'UE.
Mozart e os Mistérios Iniciáticos
A Ésquilo lança «Mozart e os Mistérios Iniciáticos», de José Manuel Anes e outros, no Espaço D. Dinis, Av. António Augusto de Aguiar, 17 - 4.º esq., na próxima terça-feira, 23 de Janeiro, às 19h00. A publicação deste livro está integrada nas comemorações do 250º aniversário do nascimento de Wolfgang Amadeus Mozart. Para além dos ensaios dos autores sobre a relação de Mozart com os mistérios iniciáticos, esta obra inclui a edição integral e bilingue do libreto da ópera A Flauta Mágica, a partir da 1.ª edição fac-similada de 1791.
Como escreve José Manuel Anes, «de facto, há três características marcantes em Mozart que (…) são impossíveis de separar: o instrumentista virtuoso, o génio musical e o demandador da Luz. (…) Talvez possamos dizer que, dos que passaram por esses Mistérios, poucos terão sentido tão intensamente esse caminho dramático, mas optimista. E muitos menos terão dado a esse processo espiritual uma dimensão estética como esse génio musical ímpar que foi Wolfgang Amadeus Mozart!»
Ao José Manuel Anes, aqui do CLARO, um grande abraço amigo