A CHINA NO CENTRO DA GUERRA
PELO CONTROLO DO NUCLEAR...
A "18H.COM" explicava recentemente " Pourquoi Areva a perdu le "contrat du siècle" de fornecimento de tecnologia nuclear (civil) à China para os americanos da Westinghouse. E como, de facto, a China se encontrou numa posição muito interessante de explorar, no centro de uma guerra entre franceses e americanos...
"La Chine a choisi de confier à l'américain Westinghouse la construction de ses quatre réacteurs de troisième génération. Un coup dur pour Areva, pourtant leader mondial du nucléaire Areva.
La déception est à la hauteur de l'enjeu. Le gouvernement chinois ne confiera pas au leader mondial du nucléaire Areva la construction de ses quatre réacteurs de troisième génération. C'est l'américain Westinghouse qui a finalement été choisi, deux ans après le lancement de l'appel d'offre. Un coup dur pour le groupe français, qui voit s'envoler un marché de près de 6 milliards d'euros. Plusieurs raisons expliquent ce revers. D'abord, le déficit commercial abyssal des Etats-Unis vis-à-vis de la Chine (145 millions d'euros), qui explique la forte pression, exercée depuis plusieurs mois par Georges Bush sur l'administration chinoise… Ensuite, les modalités du contrat. Elles sont encore mal connues. Mais Westinghouse aurait accepté de co-développer un pan entier de sa technologie AP-1000 avec les Chinois, en l'occurrence le « design » de la centrale. Une perspective qui aurait compté pour le Gouvernement chinois, toujours avide de transferts de technologies.
Enfin, il semblerait qu'un élément technique ait joué un rôle important dans ces négociations. La firme Westinghouse propose en effet un réacteur dit « passif », c'est-à-dire qu'il ne nécessite pas d'alimentation électrique extérieure en cas de problème (contrairement à l'EPR d'Areva, qui est un réacteur « actif »). Cette technologie « passive », que la profession reconnaît comme « révolutionnaire » et « différenciante », aurait pu peser dans la balance. Chez Areva, on accuse le choc, mais on estime ne pas être sorti du marché chinois pour autant. « Les besoins énergétiques nucléaires chinois sont de 36.000 mégawatts pour les 20 ans qui viennent, estime une source interne. Si l'on y ajoute le combustible qu'il faudra produire, le marché pourrait dépasser les 100 milliards d'euros de chiffre d'affaires. » D'autant que les Chinois, toujours soucieux de diversifier leurs partenaires occidentaux, pourrait très bien décider de commander deux EPR dans les prochaines semaines, comme la rumeur le laisse entendre. Peut-être cette décision sera-t-elle d'ailleurs prise jeudi, puisqu'un émissaire chinois vient en France pour rencontrer des représentants du gouvernement français et du groupe dirigé par Anne Lauvergeon.
Côté Westinghouse, on sable le champagne. Ce « contrat du siècle » pourrait accélérer le retour de l'Américain sur la scène nucléaire. Notamment aux Etats-Unis, où cette énergie pourrait revenir en force dans les prochaines années. « C'est un bon signal pour les électriciens américains, déclare une source interne chez Westinghouse. Une dizaine d'entre eux se sont déclarés prêts pour l'AP1000, ce contrat pourrait les inciter à franchir le pas. » Une vingtaine de réacteurs devrait être construits sur le sol américain. Areva pourrait y retrouver son grand concurrent. Le groupe français y est candidat pour la construction de quatre EPR.
Charles Haquet "
ESTADO ESPANHOL "EN GRAN EVOLUCION"

Por esta capa do El Mundo se percebe la gran evolucion que o estado espanhol regista actualmente... Uma evolucion que se deseja, mesmo, imparável! "La Junta oblida a los professores a presentar su plan docente en gallego"... E ainda: "Escalada de conflictos ante la aplicación del Estatut catalán"! Imparável... Por mim, sempre me senti muito bem na Corunha e em Barcelona.
PRÉMIO "COERÊNCIA 2006"
Pedro Correia, no Corta-Fitas, atribui (e nós aqui no Claro achamos que foi muito bem escolhido e decidido) à senhora euro-deputada Ana Gomes o prémio da coerência 2006... pela sua fogosidade na defesa de uma ditadura:
" Dois pesos e duas medidas
Sem desprimor para os restantes candidatos, sempre em grande número, o prémio da coerência em 2006 merece ser ganho por Ana Gomes. A fogosa eurodeputada socialista, que escreveu este texto no seu blogue quando Pinochet morreu, revela hoje em entrevista ao Sol que perante o falecimento de Fidel Castro a sua atitude será diferente: nada de garrafinhas de champanhe para celebrar.
"Não o ponho no mesmo plano que um Pinochet", esclarece a diplomata na entrevista, conduzida pela jornalista Helena Pereira. Então porquê? Por isto: "Há [em Cuba] aspectos claramente ditatoriais e abusivos dos direitos humanos e outros aspectos extremamente positivos de independência nacional, de afirmação ao nível dos serviços de saúde, educação, que eu não passo em claro."
De facto, não podia ser mais clara: tem dois pesos e duas medidas. Para a democrata Ana Gomes, existem ditaduras boas e ditaduras más. Um regime que viola os direitos humanos pode afinal ter também "aspectos extremamente positivos". Sob o sol das Caraíbas, até os tiranos ganham logo um semblante mais doce...
UMA QUESTÃO DE IMAGEM...
Já não sei onde, pela net, dei de caras com esta imagem, a nova imagem, da dona de casa (quando nova, depreende-se...). A foto, porém, não permite perceber o objecto daquele olhar... Mistérios que restam pendentes!

FRANCISCO SEIXAS DA COSTA:
RESPOSTA A UM COMPLEXADO
Políbio de Braga, um jornalista brasileiro do Rio Grande do Sul, publicou no seu site este suculento naco de prosa sobre Portugal:
«Há apenas uma semana, em apenas quatro anos, o editor desta página visitou pela quinta vez Lisboa, arrependendo-se pela quarta vez de ter feito isto. Portugal não merece ser visitada e os portugueses não merecem nosso reconhecimento. É como visitar a casa de um parente malquisto, invejoso e mal educado. Na sexta e no sábado, dias 24 e 25, Portugal submergiu diante de um dilúvio e mais uma vez mostrou suas mazelas. O País real ficou diante de todos. Portugal é bonito por fora e podre por dentro. O dinheiro que a União Européia alcançou generosamente para que os portugueses saíssem do buraco e alcançassem seus sócios, foi desperdiçado em obras desnecessárias ou suntuosas. Hoje, existe obra demais e dinheiro de menos. O pior de tudo é que foi essa gente que descobriu e colonizou o Brasil. É impossível saber se o pior para os brasileiros foi a herança maldita portuguesa ou a herança maldita católica. Talvez as duas.»
Francisco Seixas da Costa, o excelente embaixador que Portugal tem em Brasília, respondeu-lhe com esta fabulosa epístola:
Brasília, 8 de Dezembro de 2006
Senhor Políbio Braga
Um cidadão brasileiro, que faz o favor de ser meu amigo, teve a gentileza de me dar a conhecer uma nota que publicou no seu site, na qual comentava aspectos relativos à sua mais recente visita a Portugal. Trata-se de um texto muito interessante, pelo facto de nele ter a apreciável franqueza de afirmar, com todas as letras, o que pensa de Portugal e dos portugueses. O modo elegante como o faz confere-lhe, aliás, uma singular dignidade literária e até estilística. Mas porque se limita apenas a uma abordagem em linhas muito breves, embora densas e ricas de pensamento, tenho que confessar-lhe que o seu texto fica-nos a saber a pouco. Seria muito curioso se pudesse vir a aprofundar, com maior detalhe, essa sua aberta acrimónia selectiva contra nós.
Por isso lhe pergunto: não tem intenção de nos brindar com um artigo mais longo, do género de ensaio didáctico, onde possa dar-se ao cuidado de explanar, com minúcia e profundidade, sobre o que entende ser a listagem de todas as nossas perfídias históricas, das nossas invejazinhas enraizadas, dos inumeráveis defeitos que a sua considerável experiência com a triste realidade lusa lhe deu oportunidade de decantar? Seria um texto onde, por exemplo, poderia deter-se numa temática que, como sabe, é comum a uma conhecida escola de pensamento, que julgo também partilhar: a de que nos caberá, pela imensidão dos tempos, a inapelável culpa histórica no que toca aos resquícios de corrupção, aos vícios de compadrio e nepotismo (veja-se, desde logo, a última parte da Carta de Pêro Vaz de Caminha), que aqui foram instilados, qual vírus crónico, para o qual, nem os cerca de dois séculos, que se sucederam ao regresso da maléfica Corte à fonte geográfica de todos os males, conseguiram ainda erradicar por completo.
Permita-me, contudo, uma perplexidade: porquê essa sua insistência e obcecação em visitar um país que tanto lhe desagrada? Pela quinta vez, num espaço de quatro anos ? Terá que reconhecer que parece haver algo de inexoravelmente masoquista nessa sua insistente peregrinação pela terra de um "parente malquisto, invejoso e mal educado". Ainda pensei que pudesse ser a Fé em Nossa Senhora de Fátima o motivo sentimental dessa rotina, como sabe comum a muitos cidadãos brasileiros, mas o final do seu texto, ao referir-se à "herança maldita católica", afasta tal hipótese e remete-o para outras eventuais devoções alternativas.
Gostava que soubesse que reconheço e aceito, em absoluto, o seu pleníssimo direito de pensar tão mal de nós, de rejeitar a "herança maldita portuguesa" (na qual, por acaso, se inscreve a Língua que utiliza). Com isso, pode crer, ajuda muito um país, que aliás concede ser "bonito por fora" (valha-nos isso !), a ter a oportunidade de olhar severamente para dentro de si próprio, através da arguta perspectiva crítica de um visitante crónico, quiçá relutante.
E porque razão lhe reconheço esse direito ? Porque, de forma egoísta, eu também quero usufruir da possibilidade de viajar, cada vez mais, pelo maravilhoso país que é o Brasil, de admirar esta terra, as suas gentes, na sua diversidade e na riqueza da sua cultura (de múltiplas origens, eu sei). Só que, ao contrário de si, eu tenho a sorte de gostar de andar por onde ando e você tem o lamentável azar de se passear com insistência (vá-se lá saber porquê!), pela triste terra dessa "gente que descobriu e colonizou o Brasil". Em má hora, claro!
Da próxima vez que se deslocar a Portugal (porque já vi que é um vício de que não se liberta) espero que possa usufruir de um tempo melhor, sem chuvas e sem um "dilúvio" como o que agora tanto o afectou. E, se acaso se constipou ou engripou com o clima, uma coisa quero desejar-lhe, com a maior sinceridade: cure-se !
Com a retribuída cordialidade
do
Francisco Seixas da Costa
Embaixador de Portugal no Brasil
A EUROPA QUE A ALEMANHA QUER

"...Adoptons un profil bas, afin de ne pas courir le risque d'une déception. Dans un premier temps, alors, l'Allemagne tentera d'engranger quelques succès de nature à démontrer que la machine européenne tourne toujours. Plus tard, Berlin compte bien terminer sa présidence de l'Union sur une note d'espoir, en faisant adopter une série de propositions concrètes destinées à relancer le processus constitutionnel. En guise de hors-d'œuvre, Angela Merkel jouera sans doute l'une de ses premières cartes maîtresses sur le délicat dossier de l'énergie. (...) la relance du processus constitutionnel. Ce sera là le "plat de résistance" de la présidence allemande: définir une méthode qui permettrait de sortir de l'impasse née des rejets français et néerlandais du projet de Constitution européenne. " Hoje, no L' Express
La puissance économique retrouvée de l'Allemagne
no Le Monde
Duas notícias da AFP
a ler... e bem saber ler!
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Da geopolítica da energia (e da camisa de forças que encerra a Europa) e da guerra do terrorismo (agora a avançar por África)... Duas questões muito mais ligadas do que, à primeira vista, poderia parecer...
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Le Bélarus refuse le transit du gaz russe sans accord sur les prix
Le Bélarus ne permettra pas le transit du gaz naturel russe par son territoire vers l'Union européenne en l'absence d'un accord avec Moscou sur les prix du gaz livré aux Bélarusses, a déclaré jeudi le Premier ministre bélarusse Serguei Sidorski. la suite
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Somalie: des forces gouvernementales somaliennes sont entrées dans Mogadiscio
Des troupes gouvernementales somaliennes, soutenues par l'armée éthiopienne, sont entrées jeudi dans la capitale Mogadiscio, désertée par les milices islamistes qui la contrôlaient depuis juin, selon des sources concordantes. la suite
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PONTOS DA SITUAÇÃO
AO TERMINAR DE 2006
Um padre católico e muito pecador que não mostra nem conhece o arrependimento; uma leitura muito específica da terrível evolução dos gangs no Rio de Janeiro e no Brasil; um Potugal que teima em evoluir mais rápido que os seus dirigentes o podem perceber e dá ao seu território um uso e uma dinâmica que não cabem nos esquemas mentais de élites esclerosadas; uma tese sobre a revolução dos media tradicionais pela web 2.0 e a consequente e posterior convergência dos media, o que vai mudar os meios e, portanto, as formas da nossa percepção do mundo e, também, o perceptions management; uma Europa desesperadamente à procura (e com pouca lucidez...) de uma saída do beco dos hidrocarbonetos em que se tinha encerrado... Cinco notícias, aparentemente, sem ligação entre si mas que bem colocadas numa matriz complexa de leitura constroem um quadro bastante interessante e representativo (se bem que não completo...) daquilo com que estamos confrontados neste final de ano.
" América em choque
Pedófilo em filme não mostra arrependimento
O primeiro documentário sobre escândalos sexuais da Igreja Católica, ‘Deliver Us From Evil’, assinado pela realizadora Amy Berg, está a deixar a... Continuar a ler AQUI.

Na obra, o padre Oliver O’Grady não mostra qualquer arrependimento em relação às dezenas de crimes sexuais que cometeu "
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John Robb analisa terrorismo no Rio de Janeiro
"When will Brazil's Gangs Make the Jump?
Over the last 24 hours, gangs (see my earlier brief on "Transnational Gangs" for more) in Brazil's Rio de Janeiro unleashed a series of attacks that torched a police station and 3 buses (18 died). This incident is similar to the flare ups earlier this year in Sao Paulo that pitted the police against the PCC.
Stated reasons for these Rio attacks include the election of Sergio Cabral to the governorship of the state on a security platform and pressure from rival vigilante militias that are now in a contest with the drug gangs for control of the street and the economic (these militias charge residents and businesses for protection) power that confers:
"It's a fight for economic power... The militias exist, they are the fourth major gang in the state," (Asterio) Pereira (Rio state penitentiary chief) said ( Reuters).
In sum, this is a situation where rapid urbanization and enormous profits from black globalization have put the gangs in a collision course with the state. As semi-legitimate contenders with the state, they are increasingly in need of some measure of political power (which for them is to be left in control of a patchwork urban TAZ) if they are to evolve without escalating violence. Of course, that isn't likely, given the state is going to push back and "loyalist militias" have formed to vie for control of the street (many of these militias will jump into the drug game too, given time, they are part of the same beast but from a different starting point). The inevitable result is that Brazil's urban gangs will adopt the methods of 4th generation warfare to survive and continue their growth. The only question is: how fast?
So far the process of evolution has been reasonably slow and inept. That could change quickly. The process of evolution would rapidly shorten if the target cities were forced into failure through systems disruption and the gangs expanded their financial endeavors into energy smuggling, human welfare support, and "security" services (a carrot/stick combo that would contrast favorably with the government). Further, cross connections to other global open source insurgencies and stand alone 4th generation forces would rapidly provide the training, weapons, and methods necessary to reverse the outcomes of any engagement with state police/military forces. It will be interesting to see if they are smart enough to make this happen.
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PORTUGAL, TERRITÓRIO, POPULAÇÃO E EVOLUÇÃO
População - Interior perde para litoral
Subúrbios mais cheios
A coroa de Lisboa (com a Península de Setúbal), a coroa do Porto (com partes dos distritos de Braga e Aveiro) e o Algarve foram, nos últimos seis anos, as zonas do País que registaram maior crescimento demográfico. Segundo o Retrato Territorial de Portugal, do Instituto Nacional de Estatística (INE), o nosso país conta hoje com 10 569 milhões de habitantes, cerca de 200 mil mais do que em 2000.
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Este crescimento resultou sobretudo da transferência de pessoas do Interior para o Litoral e da chegada de imigrantes. Na diferença entre nascimentos e óbitos o acréscimo no último ano foi de apenas mil pessoas. Hoje, as áreas de Lisboa e do Porto contam, cada, com perto de três milhões de habitantes e o Algarve caminha para o meio milhão. Este forte crescimento demográfico é acompanhado, no entanto, por um esvaziamento dos seus principais concelhos: Lisboa e Porto. Em 2005, na contagem inter-censitária do INE, a capital terá perdido 45 mil pessoas. No Porto, a redução foi de 30 mil habitantes.
O País regista, no entanto, um decréscimo no ritmo do aumento de população, que, em 2005, foi de apenas de 0,14%.
Entre as sete regiões nacionais, Norte, Centro, Grande Lisboa, Alentejo, Açores, Madeira e Algarve, só esta última contraria a tendência de menor crescimento populacional e também a de maior envelhecimento. Assim, no último ano, o Algarve registou um crescimento populacional de 1,3%. Enquanto o Alentejo foi por contraste a única região com quebra demográfica, de 0,2%. Por distritos houve igualmente perdas de população em Vila Real, Bragança, Guarda e Castelo Branco.
O INE aponta ainda para o "acentuar do envelhecimento da população": em 2005 havia 110 idosos para cada 100 jovens, contra os 109 registados em 2004. O índice de envelhecimento só diminuiu entre 2004 e 2005 no Algarve, que, com Lisboa, foram as únicas regiões a apresentar "maior número de jovens".
O aumento populacional é acompanhado por maior pressão sobre o ambiente. Em 2005 foram produzidas 4,6 milhões de toneladas de lixo, tendo a recolha selectiva de lixos aumentado 22%.
OS QUE MAIS SUBIRAM
Os concelhos das coroas de Lisboa e Porto tiveram aumento elevado de população: Odivelas, Seixal, Sintra, Oeiras, Cascais, Maia, Valongo e Gaia. Crescimento alto verificou-se a Sul, em Lagoa, Albufeira, Setúbal, Sesimbra, Almada, Moita, Vila Franca de Xira e Mafra. A Norte ocorreu em Póvoa do Varzim, Braga, Famalicão, Trofa, Paços de Ferreira, Lousada, Gondomar, Feira e Matosinhos. Ílhavo, Câmara de Lobos e Santa Cruz também subiram.
OS QUE MAIS DESCERAM
As maiores quebras de população verificaram-se em grandes cidades: Lisboa, Porto, Coimbra e Funchal e nos concelhos do Litoral de Espinho, Amadora e Barreiro. Houve ainda quebras significativas de população em Portalegre, Mação, Abrantes, Alvaiázere, Castanheira de Pêra e Nazaré. No Vale do Douro foram atingidos por forte quebra populacional Cinfães, Baião, Lamego, Resende, Mesão Frio, Peso da Régua, Santa Marta de Penaguião e Tabuaço.
TAXA DE CRIMINALIDADE
Algarve e Lisboa lideraram, em 2005, a taxa de criminalidade: 73 e 50 crimes por mil habitantes, respectivamente. Média nacional foi de 40, num ano em que se verificou um número de crimes – 416 mil – praticamente equivalente ao registado no ano anterior. Um quinto dos municípios ultrapassou a média nacional de crimes, sobretudo nos centros urbanos.
POBREZA
Os Açores registaram a maior taxa de pessoas pobres que recorrem ao Rendimento Social de Inserção (RSI). No País, em 2005 existiam 202 mil pessoas dependentes deste apoio, das quais 20 mil nos Açores. Havia 77 açorianos por cada mil que dependem do RSI. A média nacional foi de 19. Na Grande Lisboa, apenas dez.
OBRAS
As obras licenciadas pelas autarquias decresceram 4,6%. Alentejo liderou com menos 8,1%. Só nos Açores se verificou um aumento de licenças – 1,7% –, num total nacional de 49,5 mil licenças concedidas. O número de empresas baixou de 24 mil para 22 mil.
ENSINO
Foi no Alentejo (13,9%) que mais reprovações e desistências no ensino básico regular ocorreram no ano lectivo 2004/2005: A média nacional foi de 11,5%. Neste ano, frequentaram o ensino básico 1,153 milhões em Portugal, menos 1,1% do que no ano anterior. Nos Açores a descida foi de 4%. |
Thèse sur la convergence des Médias
Où pourquoi le Web 2.0 va révolutionner les médias traditionnels très prochainement.
Je me permets de reprendre la conclusion de la thèse d'Alexandre Cabanis d'HEC Paris sur le thème : Médias traditionnels et acteurs du Web 2.0 : vers la cohabitation ou la convergence des acteurs de l'information et du divertissement ?
La thèse complète à télécharger ici.
CONCLUSION – La naissance d'une démocratie, sur et hors du Web
Le Web 2.0 n'est pas encore entré dans sa phase de maturité, mais il possède les capacités de remodeler le monde de l'information et du divertissement, en accord avec les nouvelles attentes du public. La blogosphère et les réseaux sociaux aspirent même à être reconnus en tant que sources qualifiées d'information et de divertissement. Les médias traditionnels ont les moyens de s'adapter à ces mutations, s'ils opèrent une réforme en profondeur. Les autres disparaîtront. La majorité des sites 2.0 non leaders sur leur segment disparaîtront également. La méfiance pour les médias est quand même de mise, lorsque les acteurs originellement présents sur le Web investissent les autres canaux. Aucun média de référence n'est à l'abri d'acteurs gratuits, reposant sur la force d'une communauté. La création ou le rachat de services communautaires n'est pas une obligation pour eux, même si de nombreux sites 2.0 continuent de se faire racheter par des médias réactifs, dont Google ou Yahoo! font désormais partie. Des accords bien sentis sont parfois suffisants. Ils permettent à chacun des deux types d'acteurs de trouver une légitimité nouvelle, qu'ils peinent à trouver seuls.
Médias traditionnels et acteurs issus du Web participatif sont en train de concevoir une nouvelle manière d'informer et de divertir. Les règles issues du journalisme sont compatibles avec la libre expression d'une audience informée et souhaitant partager opinions et contenus exclusifs. L'information brute n'a plus de valeur, seul l'enrichissement de celle-ci en a une. Les communautés forment une source intarissable de contenus. Lorsque les premiers portables à faible coût pour enfants de pays en voie de développement 2B1, produits à partir de 2007 grâce à l'ONG OLPC, One Laptop per Child, trouveront acquéreurs, les réseaux pourront potentiellement couvrir l'ensemble de la planète. La fracture numérique est aujourd'hui le principal frein à la constitution d'une communauté Web 2.0, jumelle de la communauté physique.
A mesure que les concepts du 2.0 sont communément adoptés, la dépendance des communautés au Web paraît moins évidente. Les communautés nées sur le Web disposent désormais de l'ensemble des canaux de communication pour pouvoir interagir. Le 2.0 se détache du seul Web et de ses fonctions principales, l'information et le divertissement. Le Web a permis aux citoyens de s'approprier des moyens d'interagir. Tous les canaux de communication sont bientôt à sa portée. De nombreuses sphères, comme l'économie et la politique, sont également concernées par ce besoin d'expression communautaire. Le Web a finalement permis la concrétisation d'un modèle en théorie appliqué depuis longtemps, mais dépourvu des moyens de s'appliquer concrètement : la démocratie.
Source TechCrunch
Rédigé par Pascal Faucompré le 20/12/2006 à 11:33 | Permalien | Commentaires (0) | Trackbacks (0)
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EUROPA À PROCURA DE SAÍDA DO BECO PETROLÍFERO
" Hydrogène et piles à combustible [FR][en][ de]
Les véhicules roulant à l'hydrogène sont censés réduire la dépendance internationale au pétrole tout en supprimant la pollution atmosphérique et les émissions de CO2 liées aux transports. Cependant, certains estiment que l'hydrogène est un carburant propre uniquement s'il est produit à partir de sources d'énergie renouvelable.
A lire aussi:
Développements récents et prochaines étapes:
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D'ici fin 2006 : La plateforme technologique sur l'hydrogène et les piles à combustible doit présenter un plan d'exécution;
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Décembre 2006 : l'UE adopte le 7ème Programme-cadre pour la recherche (7ème PC);
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Second semestre 2007 : La plateforme technologique sur l'hydrogène et les piles à combustible devrait présenter un programme européenne de recherche industrielle et développement technologique sur l'hydrogène et les piles à combustible (Initiative technologique commune)
Le transport représente environ 71% de la consommation énergétique totale de l'UE, le secteur automobile étant à lui seul dépendant au pétrole à hauteur de 98%.
Pour réduire cette dépendance, la Commission a fixé comme objectif de remplacer 20% des carburants traditionnels par des carburants alternatifs d'ici 2020 (Livre vert : Vers une stratégie européenne de sécurité d'approvisionnement énergétique , 2000).
Un an après, elle a présenté une communication sur les carburants alternatifs , identifiant trois d'entre eux comme les plus prometteurs : les biocarburants, le gaz naturel et l'hydrogène.
L'hydrogène a de nombreux avantages :
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Il s'agit de l'élément le plus abondant sur terre;
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Il s'agit d'un vecteur d'énergie versatile, qui peut être produit à partir de toutes les sources d'énergie;
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Il réduirait la dépendance au pétrole et mettrait quasiment fin à la pollution atmosphérique et aux émissions de gaz à effet de serre liées aux transports, et;
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Il peut être stocké et conservé facilement sur plusieurs années.
Tout comme les biocarburants, l'hydrogène a été identifié par la Commission comme l'un des principaux candidats pour remplacer le pétrole dans les transports et réduire la dépendance de l'Europe à l'égard de cette énergie.
Cependant, après l'enthousiasme de départ, certains ont rapidement souligné les "illusions" de l'économie de l'hydrogène :
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comme l'électricité, l'hydrogène est un vecteur d'énergie, et non une source d'énergie. En d'autres termes, le niveau de pollution de l'économie de l'hydrogène dépend de la source d'énergie primaire dont elle provient (charbon, nucléaire, gaz naturel ou énergies renouvelables);
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un système de transport reposant sur l'hydrogène nécessite un réseau de stations de ravitaillement qui sera très onéreux à mettre en place. Dans une étude publiée en décembre 2005, l'Agence internationale de l'énergie (AIE) a indiqué que des milliards de dollars seraient nécessaires pour développer l'infrastructure permettant d'utiliser l'hydrogène de façon généralisée (voir EurActiv, 2 décembre 2005);
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les batteries de piles à combustible qui convertissent l'hydrogène en électricité par une réaction chimique ont une efficacité et une capacité de stockage limitées, le procédé de conversion de l'hydrogène en électricité impliquant des pertes d'énergie, et;
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les batteries de piles à combustible sont encore très chères (environ 10 000 euros pour un véhicule de taille moyenne), en raison des matériaux utilisés dans leur fabrication, qui comprennent le platine et le Nafion, une membrane acide utilisée dans l'électrolyte des piles à combustible.
Les efforts de R&D aux niveaux public et privé ont donc comme principal objectif de réduire le coût des piles à combustible, d'augmenter leur capacité de stockage et de parvenir à construire de nouvelles infrastructures au coût le plus faible possible.
Aux Etats-Unis, l'administration Bush a alloué 1,8 milliard de dollars sur cinq ans à une "Initiative sur l'hydrogène" ainsi qu'à un projet complémentaire appelé "FreedomCAR". L'UE, les Etats-Unis et d'autres partenaires travaillent ensemble à la préparation d'un " Partenariat international pour l'économie de l'hydrogène ".
Au niveau européen, une plateforme technologie sur l'hydrogène et les piles à combustible (HFP) a été lancée en 2004 pour accélérer la recherche et le développement des technologies hydrogène. Menée par l'industrie, cette plateforme réunit des chercheurs des secteurs privé et public, les autorités publiques et la communauté financière.
En mars 2005, la plateforme a présenté un programme de recherche stratégique destiné à orienter la recherche et à encourager les investissements publics et privés dans des programmes de R&D spécifiques (voir EurActiv, 17 mars 2005). Ce programme a pour objectif de commercialiser les véhicules en 2015, mais beaucoup estiment qu'ils ne seront pas compétitifs avant 2020 au plus tôt.
Plusieurs projets pilotes financés par l'UE ont également été lancés pour démontrer la viabilité des piles à combustible dans les transports publics. Grâce au programme européen intitulé "Transports urbains propres pour l'Europe " (CUTE), 27 bus de transport en commun roulant à l'hydrogène ont circulé dans 9 villes européennes, d'Amsterdam à Barcelone. Le projet, dont les résultats ont été présentés en mai 2006 (voir EurActiv, 11 mai 2005), ont montré qu'il fallait encore faire des progrès dans les domaines suivants :
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Conception, construction et gestion des chaînes d'approvisionnement d'hydrogène et des stations de ravitaillement;
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Production et utilisation efficaces des tonnes d'hydrogène, et;
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Optimisation de l'infrastructure.
"La question n'est plus de savoir si cette technologie fonctionne, mais quand elle sera compétitive," a déclaré le commissaire à l'énergie, Andris Pielbags, lors de la présentation des résultats du projet CUTE.
En 2005, un groupe de députés européens a présenté une Charte sur l'hydrogène recommandant à l'UE de se mobiliser pour passer à une économie hydrogène d'ici 2025. Les députés européens souhaitent que les énergies renouvelables soient la principale source primaire d'une future économie de l'hydrogène (voir EurActiv, 13 sept. 2005).
Cependant, nombreux sont ceux qui critiquent encore l'hydrogène, notamment la communauté scientifique. Ulf Bossel du "Fuel Cell Forum", une organisation européenne soutenant les avancées techniques et scientifiques sur les piles à combustible, dénonce ce qu'il appelle 'l'illusion de l'hydrogène'. Ses principaux arguments sont les suivants :
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Si l'économie de l'hydrogène devient réalité, elle entraînera une forte augmentation de la demande d'énergie électrique, qui, selon lui, ne pourra être satisfaite que par les énergies renouvelables. Selon U. Bossel, pour répondre à cette demande accrue, il faudra donc utiliser les centrales nucléaires ou alimentées au charbon, avec toutes les implications qu'elles comportent pour l'environnement et la sécurité;
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Une part importante de l'énergie est perdue lorsque l'électricité est convertie en hydrogène pour être stocké dans une pile à combustible, puis reconverti en électricité. "Près des trois-quarts de l'énergie d'origine sont perdus pour l'électrolyse, la compression ou la liquéfaction, le transport, le stockage, le transfert et la reconversion en électricité avec les piles à combustible," indique le Fuel Cell Forum.
Selon la grande compagnie énergétique ExxonMobil, produire de l'hydrogène à partir d'énergies renouvelables pose d'autres problèmes. "Les énergies renouvelables étant limitées dans les dix années à venir, on peut se demander si l'utilisation des énergies renouvelables pour produire de l'hydrogène pour les transports sera la meilleure façon d'exploiter ces ressources." Selon ExxonMobil, cela est dû au fait qu'une unité d'énergie éolienne ou solaire utilisée pour remplacer le charbon dans la production d'énergie émet 2,5 fois moins de CO2 qu'utiliser la même unité pour remplacer l'essence par l'hydrogène.
D'autres critiques portent sur l'impact environnemental de l'utilisation de l'hydrogène dans le secteur des transports. Lors d'un examen des récentes études scientifiques sur l'hydrogène, des chercheurs britanniques ont constaté que contrairement à la plupart des prévisions, l'hydrogène est un gaz à effet de serre indirect ayant un effet potentiel sur le réchauffement climatique.
Selon les chercheurs, parmi lesquels Richard Derwent du Centre pour la politique environnementale de l'Imperial College de Londres, cet effet est dû aux émissions d'hydrogène, qui entraînent plus d'émissions de méthane et d'ozone et aggravent donc le phénomène de réchauffement climatique. Cependant, selon eux, les effets sur le climat sont nettement inférieurs à ceux des carburants fossiles.
Cependant, pour les défenseurs de l'hydrogène, le principal problème est d'ordre financier, et non technique. "Pour les véhicules, le plus difficile sera de financer la transition des prototypes onéreux à une production de masse abordable", estime Shell Hydrogen.
De plus, Shelle soutient que les véhicules utilisant des moteurs électriques alimentés par des piles à combustible sont bien aussi efficaces sur le plan énergétique, voire plus efficaces que les moteurs traditionnels. ""Les moteurs à combustion interne dans les voitures d'aujourd'hui convertissent moins de 30% de l'essence en énergie qui fait avancer le véhicule. "Les véhicules utilisant des moteurs électriques alimentés par des piles à combustible sont bien plus efficaces sur le plan énergétique, car ils utilisent entre 40% et 60% de l'energie du carburant," souligne Shell.
Shell estime que les véhicules à piles à combustible peuvent devenir compétitifs si la production annuelle atteint umn million au niveau mondial. "En combinant les avancées techniques et industrielles anticipées sur les cinq prochaines années et en établissant une production mondiale raisonnable au cours des cinq années suivantes, nous pensons que les véhicules à piles à combustible peuvent devenir une réalité commerciale," indique Shell.
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Industrie & Business
ONG et Centres d'études
TERRORISMO: NOTÍCIAS E ANÁLISES VÁRIAS
5 12 2006
Interview d’Abdelwahab Meddeb.
Philosophie Magazine : Après les attentats du 11 Septembre 2001 aux Etats-Unis, vous affirmiez que “si le fanatisme fut la maladie du catholicisme, si le nazisme fut la maladie de l’Allemagne, il est sûr que l’intégrisme est la maladie de l’islam”. Islam-Occident : plutôt qu’un choc des cultures, n’assiste-t-on pas au face à face de deux civilisations malades ?
Abdelwahab Meddeb : L’état de maladie n’est pas de même gravité. Le problème de l’Occident, ou plutôt de l’Europe, s’apparente à un essoufflement, non pas à un épuisement. La régénérescence est perceptible. Le phénix n’est pas totalement consumé. En Islam, la situation me semble bien plus grave. Avec Mahomet, l’islam s’est déclaré “sceau de la prophétie”, dépositaire de la Vérité ultime. Depuis cette rencontre efficiente avec le réel, l’islam s’est enfermé dans une préoccupante fixité, s’imaginant que ce dogme était valable pour l’éternité. Or le temps est cruel et le réel, en perpétuel mouvement. Peut-être faut-il d’ailleurs être musulman soufi pour le percevoir, car le soufisme [1], en cela proche des sagesses orientales comme le taoïsme, enseigne que le changement est perpétuel. L’islam à un réel qui a radicalement changé. Je ne retiendrais ici qu’un indice de cette fixité : à partir des XIè et XIIè siècles, la propension à l’encyclopédisme est forte. Les lettrés musulmans commencent à mettre en dictionnaire l’intégralité des savoirs, comme si le rôle de l’intellectuel n’était plus d’inventer mais d’archiver ce qui a été inventé.
Lire la suite »
" Que andam a tramar?
Depois do muçulmano Soli foi a vez do administrador do Fórum Islâmico ( myciw.org) Tayeb Habib ser apanhado, pelo Máquina Zero , a oferecer (unicamente aos membros do fórum, versão inglesa: myiwc.com) software para navegar na net incógnito, através de um link sua empresa de informática. Mais suspeito é o facto de, após ter sido descoberto, ter retirado o respectivo link.
Para que querem os membros do fórum navegar incógnitos? Um deles já afirmou que é para ficar «fora da alçada dos serviços de informação dos governos». Sabendo que os ataques terroristas são preparados com recurso a pesquisa informática, que este é o principal meio de comunicação entre os membros das células terroristas, que em todas as células descobertas e desactivadas é normalmente apreendida uma grande quantidade de computadores e software, percebe-se os cuidados que têm de ser tomados. Sabendo, também, que no respectivo fórum pululam islamistas com características violentas e admiradores da Irmandade Muçulmana e do presidente do Irão é bom que quem zela pela nossa segurança tome as devidas precauções.
" Why Ethiopia is Winning in Somalia
By Daveed Gartenstein-Ross
On Wednesday, I had an article at Pajamas Media that discusses the reasons for Ethiopia's surprisingly successful military campaign against the radical Islamic Courts Union (ICU) in Somalia. (The previous conventional wisdom that I received from trusted military intelligence sources was that the ICU was likely to defeat the Ethiopian military and overrun the secular transitional federal government, which was then holed up in the south-central Somali city of Baidoa.) An excerpt:
The American intelligence officer who earlier predicted the transitional government's defeat tells Pajamas Media that there are two major reasons why both he and the ICU underestimated the Ethiopian military.
First, Ethiopia's air power was decisive. Over the weekend, Ethiopian jets attacked several airports used by the ICU, and struck recruiting centers and other strategic targets in ICU-run towns. Professor [Abdiweli] Ali reports that the ICU's shoulder-fired anti-aircraft weapons are unable to hit Ethiopia's aircraft at high altitudes. While the ICU may have some surface-to-air missiles, these devices would be quite old -- and complex Soviet weaponry tends to degrade.
But even more important than the fighter jets, the intelligence officer said, is Ethiopia's use of Mi-24 Hind helicopter gun ships that can target the ICU's ground forces. While the ICU might use rocket-propelled grenades against helicopters, as we saw in the 1993 Black Hawk Down incident, thus far the ICU claims to have shot down a single Ethiopian helicopter.
Second, the military intelligence officer said that he underestimated Ethiopia's willingness to commit to the fight against the ICU. "This campaign is far more far-sighted than we expected," he said. "They didn't just do this on the fly; they had to have been planning this for several weeks. This is a major commitment."
One major development since my story was posted is that the ICU has now surrendered Mogadishu to the transitional government. For an excellent summary, see Bill Roggio's post on the ICU's fall. I spoke with a military intelligence source yesterday who emphasized the importance of not getting "too cocky" about the Ethiopians' success, because a number of things could still go wrong. The reports of ICU forces repeatedly dispersing without a fight, coupled with the rhetoric coming from ICU leadership, suggests that the group is planning on turning to insurgent fighting. My source also expressed concerns that the transitional government may not have enough forces to hold cities that it captured during this military campaign, and that he's unsure how long the Ethiopians can sustain the campaign.
There is still much work to be done to ensure that Somalia doesn't backslide and again become a haven for jihadists. But it's clear that the ICU is now giving up on the army vs. army phase of combat, an outcome that did not appear inevitable at the outset.
December 28, 2006 12:13 AM Link TrackBack (0) Print
" Additional info on Syria's nuclear program
By Olivier Guitta
I just wrote a piece for The Examiner expanding on my recent post on the state of Syria's nuclear program.
Here's an excerpt; you can read the whole article here.:
WASHINGTON - The Iraq Survey Group is calling for open negotiations with Syria, but new reports show that Damascus is up to no good. Indeed, while world attention is rightly focused on the nuclear capabilities of Iran and North Korea, Syria has been quietly — but quickly — advancing its own secret nuclear program.
The first signs appeared in 2003 when the Russian Foreign Ministry inadvertently revealed that a Russian-Syrian agreement for the delivery of a nuclear power plant in an undisclosed Syrian location had been signed.
In 2004, Syrian President Bashar Assad made a point to say that Syria would not dispose of its WMD program until Israel did the same. "Since some of my country is occupied," Assad added, "Syria can legitimately use all the necessary means to liberate its territories."
German magazine Der Spiegel revealed in March 2004 that Swedish authorities and the CIA were investigating a very likely Syrian nuclear program secretly developed in Homs in the northern part of the country. That July, investigators looking into the Pakistani nuclear network of A.Q. Khan pointed out that Syria may have procured centrifuges capable of enriching uranium to produce a bomb.
This fact was confirmed in May 2006 in a declassified report to the U.S. Congress on the acquisition of technology relating to weapons of mass destruction. Before the 2003 invasion of Iraq, Syria also got help from Saddam Hussein's regime.
December 28, 2006 10:32 AM Link TrackBack (0) Print
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" As demissões sauditas
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Turki bin Faisal al Saud, que ocupava o cargo de embaixador do reino saudita nos EUA , há apenas quinze meses, demitiu-se do cargo.
O príncipe Turki bin Faisal al Saud é filho do rei Faisal bin Abdelaziz Al Saud (1906-1975) e sobrinho do rei Fahad bin Abdul Aziz al-Saud (1923-2005) e do actual rei King Abdullah bin Abdul Aziz al-Saud (1924-?).
Turki bin Faisal tinha substituído no cargo de embaixador saudita nos EUA o príncipe Bandar bin Sultan bin Abdul Aziz Al-Saud. O príncipe Bandar - filho do príncipe herdeiro Sultan e sobrinho do actual rei Abdullah e primo de Turki - foi embaixador em Washington de 1983 a 2005 e é actualmente o secretário-geral do Conselho Nacional de Segurança do reino.
O príncipe Turki foi spymaster da Arábia Saudita de 1977 a 2001. Nesse cargo apoiou Ossama bin Laden na Jîhad do Afeganistão até à I Guerra do Iraque, momento em que o líder da Al-Qaeda se opôs ao apoio saudita aos EUA na invasão e à presença de tropas norte-americanas no reino, embora se alegue, e contra-argumente, que o relacionamento perdurou até mais tarde. Turki deixou o cargo três semanas antes do 11 de Setembro de 2001.
Estes movimentos podem ser considerados como processos de ocupação preparatória de posições no quadro de lutas de sucessão no interior da dinastia Saud. Ou não. Cuidado com as demissões dos sauditas.
Publicado por Antonio Balbino Caldeira em 12/22/2006 02:04:00 PM
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" Terrorisme et communication
Oussama, l'Oumma et le média
Le diplomate américain Richard Holbrooke se demandait: «Comment se fait-il qu'un type dans une caverne puisse gagner la bataille de la communication contre la première société de l'information au monde?». Le type en question s'est fait metteur en scène de l'événement le plus filmé de l'histoire, le 11 Septembre. Il est vedette d'un feuilleton où ses cassettes scandent ses réapparitions sporadiques. Son visage est reproduit à un nombre d'exemplaires que seules surpassent les icônes de Che Guevara. Bref, Oussama ben Laden apparaît à beaucoup comme un grand communicateur capable d'employer contre l'Occident l'instrument sur lequel celui-ci comptait pour séduire le reste du monde: ses écrans....
Ce texte a été publié dans "Al Qaeda les nouveaux réseaux de la Terreur
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Cliquer ici pour le texte complet en PDF
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la scène terroriste
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07/07/06 - Un an après les attentats de Londres
06/07/06 - Pour une histoire du terrorisme
17/06/06 - Terrorisme : frapper et faire savoir
31/01/06 - Ben Laden et Zawahiri : multiplication des déclarations
31/12/05 - Terreur, arme, image
24/10/05 - Territoire et terrorisme
02/09/05 - La cassette d'al Jazira
30/07/05 - Terroristes de Londres : filmés, tracés, traqués
22/07/05 - Londres bis : terreur et déjà vu
17/07/05 - Terrorisme : le nom de l'ennemi
10/07/05 - L'avenir du terrorisme
" Da Jihad...
A proposta dos jihadistas é simples: submete-te, paga ou morre!
O Islão pretende dominar o mundo e o terrorismo não é o único meio utilizado!
Os muçulmanos são obrigados a tentar converter os seus inimigos ao Islão antes de lutarem contra eles. Se recusarem, os muçulmanos devem tentar que paguem o tributo e se submetam às leis de Alá. Se o inimigo recusar novamente, os muçulmanos devem combatê-lo de modo que não haja continuidade e a religião deva ser unicamente a de Alá.
BELA HERANÇA...
E AZAR NO "JOGO"!
João Gomes Cravinho teve, de Briosa e Gala (que também foi secretário de Estado da Cooperação) uma bela herança... Sorte de quem?
Menos sorte tem, porém, com o IPAD onde a presidência não está para lhe aturar os "humores" e, pela segunda vez, bate com a porta.
Não se pode ter sorte a tudo... Já o povo sabe e diz (para exemplificar essa impossibilidade) que "sorte aos amores, azar ao jogo"!
Como Pinho quer
salvar Pina Moura
Pinho prepara-se para "salvar Pina Moura"... A Iberdrola - tudo o indica - vai ganhar na "secretaria" o que perdeu em campo... Com isto, Pina Moura salva, por agora, a sua cabeça na Iberdola (que tem acumulado derrotas e desaires em Portugal, sob a batuta do ex-comunista... E Pina Moura é demasiado caro para derrotas). Mas Pinho está a fazer tudo para salvar o projecto iberdrola das eólicas (já derrotado pelo mercado e pelos tribunais) a Pina Moura... Quem é amigo, quem é?
MARROCOS:
Em marcha para o Califado...
Veja também a entrevista com o autor:
Quand le Maroc sera islamiste
IDEIAS PEREGRINAS E
SABER QUEM PAGA O QUÊ...
O CLARO assina por baixo este post e esta posição do Tugir:
" Das coisas relevantes e instrutivas
" Da leitura diária e habitual do Leonel Vicente que continua a fazer no Memória Virtual a resenha da Blogos no ano de 2006, cheguei a um escrito da autoria de Pacheco Pereira que me tinha passado desapercebido, onde é referido o pagamento de "prof.s" da política no Mundo Blogos.
Não sei onde o autor do Abrupto foi buscar a ideia peregrina e ainda menos compreendo a cogitação de que há Blogs políticos feitos de forma profissional por encomenda. Percebo que um profissional do comentário político, habituado a ser pago para debitar na escrita e nas pantalhas, esteja convencido que outros, por se pronunciarem politicamente, tenham igualmente de ser remunerados, mas estou convencido que Pacheco se engana.
O Tugir em português que é considerado por muitos um Blog político (e por alguns de esquerda) e que muitas vezes é, inclusive e mal, considerado como um Blog do PS (o que é completa inverdade), nunca foi pago por ninguém (o que é pena...) a não ser pelos seus próprios autores e para mais nada serve do que para por em prática o direito de livre expressão que tanto o CMC como eu próprio entendemos exercer.
Satisfazendo Pacheco, espero que esta informação lhe seja relevante e instrutiva, ficando agora a aguardar que seja explicado quem andará a pagar o Abrupto.
Transcrevendo-o:
"No fundo, trata-se de política pura e dura e não de qualquer actividade amadora e lúdica pelo que saber quem paga é relevante ."
LNT
4:24:00 PM . - . Página inicial "
John Kerry deixado
a comer e falar sózinho
" A picture tells a 1000 words...
A friend of mine serving in Iraq sent me this photo and note. I received it before Christmas, but was out of the office. Priceless story it tells....

"This is a true story.....Check out this photo from our mess hall at the US Embassy yesterday
morning. Sen. Kerry found himself all alone while he was over here. He
cancelled his press conference because no one came, he worked out alone
in the gym w/o any soldiers even going up to say hi or ask for an
autograph (I was one of those who was in the gym at the same time), and
he found himself eating breakfast with only a couple of folks who are
obviously not troops.
What is amazing is Bill O'Reilly came to visit with us and the troops at
the CSH the same day and the line for autographs extended through the
palace and people waited for two hours to shake his hand. You decide who
is more respected and loved by us servicemen and women!"
Again I say..."GOD BLESS OUR TROOPS!!"
TERRORISMO:
"The Lessons of 2006
By Douglas Farah
The primary lesson I take away from 2006 is that we often do not believe what we see in front of us, to our own detriment and danger.
The most obvious example is the Islamist triumph in Somalia, begun in the middle of the year, yet receiving virtually no serious policy attention until very recently. It is hard to fathom why a self-proclaimed Islamist-Salafist movement, clear it is aims, could be viewed as a secondary concern. While the bedrock support for the movements is clan-based and the Islamic Courts enjoy some popular support for restoring law and order, there appears to have been little creative thinking as to how to counter-balance the more radical elements.
Now we face a series of bad options. Ethiopia may drive the Islamist groups out of Mogadishu, but Somalia is already viewed by much of the Islamist community as another attempt to establish the beginnings of the Caliphate. Foreign fighters, along with the Somalis, will likely prolong the fight through guerrilla warfare long into the future. It sets up a clear (in the _jihadi_ mind, at least) conflict between Christian/Jewish Crusaders and Islam, a huge drawing card for the Islamist movement. This means the whole Horn of Africa is now in danger of a spreading war that can, in the end, only help those who profit from chaos and unaccountability.
By failing to see what was happening in Somalia, and failing to act once it was clear even from far outside, what was happening, we allowed the Islamist project to expand it ways it predicted it would, giving not only physical sanctuary to the enemy but a huge psychological victory as well. Hard to imagine how that happened, after the lessons Afghanistan supposedly taught us. My entire blog is here.
December 27, 2006 11:29 AM Link TrackBack (0) Print
Disruption Strategy
John Robb analisa as
"inovações" na Nigéria
" Innovation in Nigeria's OSW
Nigeria's open source guerrillas made some amazing strides in method this week in their war against both oil companies and the entrenched kleptocracy in Lagos ( this is part of a-long- running-series- on-Nigeria's- global-guerrillas). It is also yet another example of how this century's Spanish civil war (in that the innovations in warfare that presaged the next global war were demonstrated/perfected there), the war in Iraq, continues to make its influence felt globally. The innovations introduced this week include:
- Car bombs. Car bombs were detonated at two oil company (Agip and Shell) compounds in Port Harcourt (a oil hub city in the Niger delta). Non-vehicular IEDs aren't far behind.
- Indirect systems disruption. Guerrillas bombed a water pipeline that fed a refinery in southern Nigeria. This method takes advantage of both mutual and input network interdependencies (it is also a variant of a technique that would work extremely well in Saudi Arabia). Read the brief, " Infrastructure Meltdowns" for more on network interdependencies that can be leveraged for systems disruption.
- Corporate targeting. By focusing on the employees of oil companies, the guerrillas have scored a win: Royal Dutch Shell has started to evacuate all dependents from Nigeria (the car bombs set this in motion). Read the brief: " Target: Corporate Psychology" for more on how to use attacks on corporate psychology to achieve goals in warfare.
Further reading:
Design Flaws, Methods of Attacking Critical Infrastructure
Scale free networks (and their vulnerabilities)
Attacking and Defending Networks
Partial vs. Complete Systems Disruption
NOTE: Nigeria is one of America's primary sources of imported oil (particularly the low-sulfer oil that limits pollution).
EPIDEMIA DE LIRISMO E UTOPIA
Pelo Natal e Ano Novo, os portugueses enviam milhões de mensagens líricas e cheias das melhores intenções do mundo (daquelas que o diabo usa para atapetar o inferno...). Não sei se tem que ver com o "mergulho" do solstício de inverno (a iniciar o ciclo para o zénite do próximo, em Junho), mas estes dias prestam-se ao lirismo. O meu amigo Zé Adelino, em "Alguns votos de boas festas... " aparece contaminado pela coisa. E gravemente, senão vejamos:
"Bem apetecia que a União Europeia caminhasse do Atlântico para os Urais e integrasse Bizâncio, para que a igrejinha de Mértola voltasse a ser templo, sinagoga, mesquita e capela do monte. Para que os socialistas fossem mais liberais por dentro, para que os comunistas se convertessem ao pluralismo e os direitistas se tornassem menos reacionários. "
Oh, Zé, francamente, é muito mais fácil acumular o "el Gordo" com o segundo prémio, como aquela felizarda da guapa sevilhana... Mais fácil, também, será conseguir de qualquer génio, libertado de uma lâmpada, a construção de uma auto-estrada para Cabo Verde!
E já agora, digo-lhe, deixe lá a igrejinha de Mértola em paz que está muito bem como está... Não sei por que carga d'água está a tornar-se moda falar das coisas da serra algarvia (eu sei, administrativamente Mértola é distito de Beja, realmente é a vertente nordeste da serra algarvia). Há tempos, o Ribeiro Ferreira, do Estado do Sítio, queria mandar para lá os ecologistas e os sindicalistas e mais uns quantos funcionários públicos e, eventualmente, algum membro do governo. Tive que lhe chamar a atenção e sugerir-lhe que os mandasse para Alvaiázere, que é terra dele. Agora, vem você querer meter a igrejinha de Mértola em trabalhos... Arranje mas é qualquer coisa lá para as bandas de Coimbra, que é sítio que há muito (digo eu) bem precisa de muitos trabalhos.
SÓCRATES
"… a mensagem de natal do primeiro-ministro (...), (para uma plateia que, religiosamente, note-se, nesta quadra natalícia gastou em prendinhas a estúpida quantia de quatro mil milhões de euros, trocou 427 milhões de mensagens escritas - certamente relativas à ocasião e, creio, a trinta cêntimos cada - teimosamente voltou a espetar-se em 1.278 acidentes de estrada - com os respectivos 18 mortos - e esgotou as viagens para os lugares distantes e exóticos, endividando-se com o pretexto de esquecer as amarguras do quotidiano aqui) foi, sem dúvida, uma meiguice em tempo de antena..."
Jerry Uelsmann. Fotografia Conceptual
TERRORISMO EM 2007:
COMO VAI SER A GUERRA
Guerra do terrorismo: Balanço de 2006 e perspectivas para 2007, um trabalho bem informado e de análise lúcida e fria, com a qualidade habitual da chancela da Stratfor:
" Al Qaeda in 2007: The Continuing Devolution
By Fred Burton
The theme of Stratfor's 2006 forecast for al Qaeda and the jihadist movement centered on the evolution -- or the devolution, really -- from al Qaeda "the group" to a broader global jihadist movement. This essentially was a shift from an al Qaeda operational model based on an "all-star team" of operatives that was selected, trained and dispatched by the central leadership to the target, to an operational model that encourages independent "grassroots" jihadists to conduct attacks, or to a model in which al Qaeda provides operational commanders who organize grassroots cells. We refer to this shift as devolution because what we are seeing now is essentially a return to the pre-9/11 model.
This shift has provided al Qaeda "the movement" broader geographic and operational reach than al Qaeda "the group." This larger, dispersed group of actors, however, lacks the operational depth and expertise of the core group and its well-trained terrorist cadre.
The metamorphosis continued in 2006, with al Qaeda announcing the merger of existing jihadist groups such as Gamaah al-Islamiyah (GAI) in Egypt and Algeria's Salafist Group for Preaching and Combat (GSPC) and others in the Maghreb into their global jihadist umbrella organization. These groups have had long-standing links to al Qaeda, and the announcement of the mergers is really a formalization of the relationship, though these new nodes joined al Qaeda's formal network of affiliate groups in Iraq, Saudi Arabia, the Sinai Peninsula and Afghanistan.
Since the announcements, these new groups have not yet demonstrated that they possess the ability to boost al Qaeda's operational effectiveness. We have seen no attacks that can be attributed to GAI, and perhaps the only attacks that can be attributed to the GSPC are the Dec. 11 attack against a bus carrying foreign oil workers and the simultaneous Oct. 30 attacks against two police stations in Algeria. Given this lack of results, the announcements ring somewhat hollow, as the mergers have not given al Qaeda the surge of momentum it might have wanted.
The major attacks in 2006 in Abqaiq, Saudi Arabia; Dahab, Egypt; Dubba and Marib, Yemen; and Damascus, Syria, were all conducted by existing regional nodes and not the main al Qaeda organization. These attacks did show a broad geographic reach stretching across the Middle East but, except for the Dahab attack, they were essentially all failures.
Overall, 2006 was not a good year for the al Qaeda nodes in Saudi Arabia and the Sinai. It also was a dismal year for the Iraq affiliate, whose charismatic leader Abu Musab al-Zarqawi was killed in June. Twelve months have made a vast difference in the fortunes of the Iraq node. Last year at this time, al-Zarqawi made the headlines almost daily and his organization was conducting frequent and spectacular attacks. Now, following the death of al-Zarqawi, al Qaeda in Iraq has been largely marginalized and eclipsed by Iraqi Sunni and Shiite insurgent groups.
Going into 2007, we anticipate a continuation of this shift toward a movement -- though it will be important to watch for any signs of operational activity by al Qaeda the group, as opposed to its prodigious public relations efforts.
The Shift to Soft Targets
As we noted in January, the shift to the broader movement model allowed for an increase in the number of attacks, although the movement's lack of expertise was forcing it to focus its attacks against soft targets such as hotels, trains and subways. This shift resulted in a larger numbers of casualties than the more spectacular attacks against hardened targets. Indeed, the casualty count from jihadist attacks in the 52 months following 9/11 was more than double that of the 52 months prior -- and those numbers would be vastly increased if the deaths in Iraq and Afghanistan were included.

However, not as many attacks occurred in 2006 as we anticipated. In fact, the number of attacks and the casualties they generated were down for 2006. In many cases, such as Damascus, Abqaiq and Yemen, the attacks resulted in the deaths of more attackers than victims, and the only attack to produce a sizable death toll was in Dahab, where 24 people died. This trend in which attacks against tourist targets in Egypt produce the deadliest jihadist attack of the year continued from 2005, when the attack in Sharm el-Sheikh, Egypt, killed 88 people. (Incidentally, that not only represents far more victims than in the Dahab attack, but also more than all of the 2006 attacks combined.) When Sharm el-Sheikh is combined with the 2005 attacks in Bali, Amman and London, jihadist militants produced far more deaths in 2005 than in 2006. (These statistics do not include attacks conducted in war zones or areas of insurgency such as Iraq, Afghanistan, Israel/Palestine, Chechnya/Russia, Sri Lanka or Kashmir/India.)
The only jihadist strike against a hardened target in 2006 was the failed attack against the U.S. Embassy in Damascus in September. A car bombing was directed against an employee of the U.S. Consulate in Karachi, Pakistan, but that attack happened a block away from the hardened facility. It was, however, the only one of the two to produce an American death.
Target Sets
As we said in January, al Qaeda the group has long been interested in striking financial targets, aircraft and chemical/petroleum plants. Because of that, and al Qaeda's demonstrated history of revisiting targets after failed or foiled attacks, it was logical to project that it would continue to attempt strikes against such targets in 2006.
The petroleum sector indeed was targeted in 2006, as the strikes against petroleum facilities in Abqaiq and Yemen, and against oil contractors in Algiers, demonstrate. Although no attack occurred against financial targets as we anticipated, we still believe that target set remains at risk for the future, along with the others.
Although authorities thwarted the plot to simultaneously destroy several airliners en route from London to the United States, it once again demonstrated that al Qaeda and the jihadist movement maintain a significant interest in airline targets. Details released in February on the Library Tower bombing plot provide another example of this fixation.
Disruption Strategy Continues
Once again in 2006 there has been no successful attack on U.S. soil -- though the thwarted airliner plot was definitely aimed at the United States. Likewise, the anticipated attacks in European locations such as the United Kingdom, Denmark, France and Italy failed to materialize -- again, not for lack of trying on the part of the jihadists.
The U.S. government and its allies have been successful over the past year in disrupting terrorist plots and plans in many locations. The strategy of disruption these countries are following is really quite simple: It is better to pick up an al Qaeda suspect on immigration fraud or another lesser offense than to investigate a smoking hole in the ground. Although there has been significant skepticism over the terrorist credentials of those responsible for some of these plots, such as the one involving the Miami Seven, the plots serve as a reminder that there are people who remain committed to striking the United States. Over the years, Islamist militants have proven to be resilient and adaptable in the face of adversity, and they will certainly continue to adapt.
It is important to remember that more than eight years elapsed between the 1993 World Trade Center bombing and the 9/11 attacks -- during which time al Qaeda and its jihadist network faced nothing approaching the level of pressure they have endured since then. There were several thwarted terrorist spectaculars between 1993 and 2001, and yet the jihadists persisted and eventually succeeded in carrying out a massive strike on U.S. soil.
Therefore, the string of law enforcement and intelligence successes since 9/11 does not rule out the possibility of another strike on U.S. soil in time. We believe the likelihood of such an attack will increase as memories of 9/11 dim and the public grows weary of the inconvenience and financial burden of increased security measures.
The Jihadist 'War College'
The forecast, which noted that the active armed struggles in Iraq, Afghanistan and the Caucasus still serve as a kind of "jihadist war college," predicted that its graduates would continue to share their training and experience upon returning to their countries of origin.
We already have seen a transfer of terrorism tactics and technology to Afghanistan, and we anticipate that this will continue in the future. In addition, the interpersonal connections that the militants make in places such as Iraq and Chechnya also will link them to the global movement in the same way the jihad in Afghanistan did for the preceding generation. "
miss Teen USA
Kari Ann Peniche
Uma descoberta graças a "Deus criou a mulher", a desta miss americana de origem portuguesa... E nós aqui que sempre fomos bombardeados com o "cardeal Medeiros"! Afinal, a comunidade portuguesa dos Estados Unidos tem muito mais que "cardeais". Tem deputados, tem xerifes, tem professores, tem empresários, tem jornalistas, tem investigadores, tem escritores, tem soldados e tem a ex-miss Teen USA, Kari Ann Peniche...

Commercial Victoria's Secret Christmas
e Kylie Minogue Agent Provocateur ou
como e onde ganhar dinheiro com trapinhos
Para os produtores portugueses de trapinhos, desse sub-sector pomposamente chamado de "moda-têxtil português", dois piquenos vídeos, com umas piquenas que, de borla, lhes dão uma grande lição de como vender neste mercado globalizado e até lhes deixam perceber onde é que se situa o ponto de ganhar dinheiro na cadeia de valor...
Sophie Marceau

O que é que acontece à história quando o capuchinho vermelho, afinal, é um capuchinho negro e calça saltos altos...?
travellin' band
credence clearvwater revival
Fim de ano, tempo de balanços e "souvenirs"... Nesta altura, a minha "travellin' band" era outra e de outra natureza. Mas ouvia muito, nos carros, esta dos CCR. Mesmo se o "Canhão" preferia, então, os Stones e já tinha escolhido as músicas que deviam ser tocadas no funeral dele... Ainda está bem vivo (como diz o "Gordo", o Canhão não morre nem que o matem) e os Stones e o Mick é que estão pela hora da morte. O "João Fuzileiro" é que não gostava destas pequeno-burguesices e preferia a "música realmente popular"... Nada que uma boa jantarada e a sabedoria do "Comandante" não possam resolver! Pois é...
"A guarda não se rende", malta, para todos vocês: Um ano em grande, por onde quer que andem. "Travellin' band" sempre!
My Way...
Frank Sinatra
Paul Anka with Frank Sinatra
RUSSIA "SATISFEITA" COM O IRÃO
A notícia passou um desapercebida, no meio do barulho das rolhas de champagne e espumantes deste Natal. Mas o "Le Monde" não a deixou escapar e ela é realmente muito interessante:
" La Russie satisfaite d'avoir préservé ses "intérêts économiques" en Iran
LE MONDE | 26.12.06 | 15h03 • Mis à jour le 26.12.06 | 15h03
Moscou s'est félicité, lundi 25 décembre, d'avoir obtenu que les sanctions adoptées contre l'Iran par le Conseil de sécurité de l'ONU soient d'une portée réduite. La résolution 1737 votée samedi permet de préserver "entièrement les intérêts économiques de la Russie et des autres partenaires de l'Iran" a commenté le ministre russe des affaires étrangères, Sergueï Lavrov, lors d'une réunion gouvernementale en présence du président Vladimir Poutine." Continua AQUI
COMUNICAÇÃO POLÍTICA
AS NOVAS TECNOLOGIAS ESTÃO A MUDAR
A PERCEPÇÃO E, LOGO, AS VELHAS REGRAS
Como as novas tecnologias (net incluída) estão a mudar a percepção e, logo, as velhas comunicação eleitoral e política. No NetPolitique:
Bienvenue...
- aux lecteurs du Figaro ("La Netpolitique en sites", 18 décembre)
- aux lecteurs de Libération ("Guide de la Netpolitique", 20 décembre)
... et même aux lecteurs de la revue Médias ("Ras-le-bol de la net politique", décembre 2006) ;-)
La netpolitique (définition), "nous n'en sommes qu'au début"...
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A l’occasion d ‘un débat sur LCI consacré à la net-campagne, Vincent Feltesse, responsable de la stratégie internet du PS a déclaré que l’internet politique était un « no man’s land juridique ».
De fait, à mesure que la net-campagne progresse et que les politiques investissent la Toile, le Code électoral semble se racornir à vue d’œil. Interdiction de publication des sondages dans les 24h précédant le scrutin, gel des sites, contrôle du temps de parole… autant de règles obsolètes, initialement destinées à encadrer l’information politique délivrée aux électeurs, devenues inapplicables sur internet...
AUTARCAS MUITO CATÓLICOS
Circula pela net. Não deve ser tomado à letra... mas que tem graça, isso tem.
" Pensamento do dia:
Os autarcas portugueses são os mais católicos do mundo.
Não assinam coisa alguma, se não levarem um terço."
"ESTÁ EM CRISE O ESTADO A QUE CHEGÁMOS"
.
José Adelino Maltez comenta o debate de ontem sobre o ensino superior e uma grande entrevista (na televisão) com um ilustre catedrático:
“ (…) os episódios são bem reveladores do processo de desertificação de ideias em vigor, onde a cobardia passou a chamar-se gestão de silêncios, quando as circunstâncias continuam propícias para a inevitável colonização cultural que se aproxima. Juntando a isto a questão dos chamados voos da CIA, apenas confirmo que, mais uma vez, a classe política no activo, incluindo a jubilada, a aposentada e a reformada, apenas quer ser emérita, dado que parece ter perdido a vontade de ser independente, tanto na autonomia pessoal e institucional, como na própria autonomia nacional.
Apenas acrescento o que há dias comentei para a revista "Visão" e que veio parcialmente transposto no número de ontem: a pós-revolução que instalou este regime, e quando digo regime não digo constituição nem programas de governos e partidos, mas a mistura dos discursos de boas intenções do Estado-aparelho de poder, com as práticas quotidianas da comunidade, daquilo que é a res publica e a que outros chamam sociedade civil, vivia num politicamente correcto que estava fora do tempo do ambiente internacional em que nos integrávamos, o da União Europeia pós-guerra fria e o da globalização. Agora, o que estamos a viver é a falta de autenticidade ao retardador, dado que é um governo socialista a ter que desmantelar o socialismo herdado, não por convicções assumidas, mas por exigências do défice orçamental, externamente policiadas, sem a possibilidade de recurso aos habituais magos da engenharia macromonetária, como foi a do cavaquismo governamental.
Julgo que estes "encerramentos" apenas reflectem que o chamado poder de governação do país é apenas uma espécie de governança sem governo, onde a maioria dos factores de poder já não são intranacionais, mas mera gestão de dependências e de interdependências, onde funciona uma espécie de piloto automático onde o "software" foi desenhado por outros, que não os cidadãos da República dos Portugueses. Julgo que outros encerramentos bem mais dramáticos se aproximarão, como o encerramento das universidades ou do próprio conceito de administração pública clássica, transformando a a constituição em mero objecto de dissertações de mestrado, doutoramento ou de reflexões públicas de constitucionalistas em telejornal, caso não voltarmos às virtudes plurisseculares da vontade de sermos independentes.
Com efeito, esta dissolução de Portugal no contexto da "balança da Europa", para utilizar o título de uma obra de Almeida Garrett, está a precisar daquilo que os homens de 1820 qualificaram como "regeneração", quando concluíram que, depois das invasões napoleónicas foi mau caminho ficarmos sob a tutela dos amigos protectores.
Apenas digo, em termos metafóricos, glosando um dito de Mounier, que os problemas económico-financeiros apenas se resolvem com medidas económico-financeiras, mas não apenas com medidas económico-financeiras. Apenas se resolvem quando as medidas económico-financeiras forem parcelas de um mais amplo conjunto de medidas políticas.
O que falta a Portugal é política que é coisa séria demais para continuar a ser monopólio dos políticos que temos, numa época em que o indiferentismo generalizado corrompeu a cidadania participativa e quando o aparelho de Estado está sitiado por esse tradicional processo de compra do poder, a que desde sempre se deu o nome de corrupção.
Logo, concluirei que estes encerramentos são apenas a parte visível de um "iceberg", os epifenómenos de um fenómeno que não tem sido pensado: está em crise "o Estado a que chegámos", para utilizar o dito de Salgueiro Maia sobre o 24 de Abril que ele derrubou. “
posted by JAM | 12/22/2006 08:24:00 AM
JORNAL SUSPENSO E JORNALISTAS NO TRIBUNAL!
não se brinca com o islão...
CENSURA EM MARROCOS:
"Jornal marroquino suspenso por publicar piadas sobre o Islão
O primeiro-ministro de Marrocos, Dris Yetú, suspendeu a distribuição e publicação do semanário árabe Nichan por este ter apresentado, no seu último número, piadas sobre a religião muçulmana.
O director do semanário, Dris Ksikes, e a jornalista Sanaa el Aayi serão julgados pelo Tribunal de Primeira Instância em Casablanca no próximo dia 8 de Janeiro, acusados de atentar contra o Islão.
Alguns meios de comunicação marroquinos já se tinham insurgido contra os artigos publicados pelo Nichan, que também foi alvo de protestos por parte dos estudantes e de outros países árabes.
22-12-2006 11:20:15 "
Por esta notícia do "Diário Digital" se vê como a censura e a perseguição se abatem, em Marrocos, sobre Dris Ksikes e outros jornalistas que se batem pela liberdade de imprensa e de expressão. Já aqui tinhamos assinalado as desgraças deste jornal desde o seu número inicial... O que os "barbudos" começaram parece agora que o governo quer terminar! Atenção, este país é o nosso vizinho do andar de baixo e tem com Portugal uma vasta fronteira marítima......
Milhões de polícias
Vasco Pulido Valente
"Na Inglaterra e na América é politicamente incorrecto, e hoje quase criminoso, festejar o Natal. Porquê? Porque, celebrado com tanta exuberância, o Natal se arrisca a ofender (ou a convencer) os crentes de religiões minoritárias, sobretudo, claro está, os muçulmanos. Mas como não se pode proibir o Natal, coisa que decerto os puristas gostariam de fazer em nome dos direitos do homem, a ortodoxia política tem por enquanto de o camuflar. Isto obriga naturalmente a algumas contorções verbais, a muita hipocrisia e a uma boa dose de intimidação. A "árvore de Natal" passou a "árvore da amizade" e o "jantar de Natal" a "jantar do solstício de Inverno". Os "cartões de Natal" são agora também "cartões da estação" e o "Bom Natal", suponho, "Boa Estação".
Nos países católicos, como Portugal, esta espécie de purga ainda não começou. Mas cá chegará, com o atraso e o zelo do costume. Entretanto, mesmo aqui, o totalitarismo (e uso a palavra deliberadamente) alastra sem sombra de protesto. O comportamento "aceitável" do cidadão comum é regulado e é imposto ao pormenor: e ninguém percebe, ou nota, o que se passa. No princípio da semana, por exemplo, um rapazinho fanático, porta-voz da Deco, exigia que o Estado obrigasse por lei qualquer restaurante (ou qualquer hotel) a admitir crianças. Segundo a lunática lógica da criatura, o princípio da igualdade, constitucionalmente consagrado, obrigava a essa medida de justiça. Não lhe ocorreu que o princípio da igualdade não se aplica, sem qualificação, a crianças. Como não lhe ocorreu que se propunha limitar a liberdade do próximo. A ideia de que há restaurantes que oferecem cerimónia e sossego e pessoas que gostam de cerimónia e sossego só lhe inspira desprezo. Se o consumidor que a Deco defende quer jantar entre correrias, choradeira e berros, o Estado não deve permitir outra maneira de viver. O resto não interessa.
Pouco a pouco, os "direitos do homem", pervertidos por pequenos grupos de pressão, que o Estado muitas vezes sustenta (para não ir mais longe, somos nós quem paga a Deco), vão servindo para criar uma sociedade minuciosamente vigiada. Não existe a menor diferença entre a actual ortodoxia "bem-pensante" e o jacobinismo ou o comunismo clássico. É a velha ambição de criar um homem racional e perfeito pela força política. Não por acaso os "marxistas" de ontem prosperam neste novo mundo. A tolerância sempre foi ou já se transformou em intolerância e há lugar para milhões de polícias."
in "Público"
Votos do CLARO para todos os que o lêem, debatem, fazem e, de algum modo, colaboram, enfim, para todos os que...
Feliz Natal, Boas Festas e um Belo Solstício de Inverno!

Face às Novas Crises e Novas Ameaças
REPENSAR AS DEFESAS
As mudanças de cenário pós-queda do muro de Berlim, o aparecimento de novos tipos de ameaça, radicalmente diferentes daqueles para que os estados do Ocidente se tinham preparado, os novos tipos de riscos que ameaçam a nossa segurança exigem um repensar das defesas das sociedades do Ocidente. Em França, a Sentinel inaugurou "une série d’éclairages sur les missions dévolues aux forces armées terrestres françaises face aux enjeux stratégiques, militaires et sécuritaires de demain.
En s’appuyant sur les réflexions prospectives des militaires français et étrangers, mais aussi de nombreux analystes civils, les auteurs de Sentinel souhaitent apporter leur contribution au nécessaire débat sur la doctrine et les moyens des forces armées dans un monde où les visages de la menace ne cessent d’évoluer." Um debate lançado oficiosamente e que aqui deveria, se eles tivessem tempo (ou será: se estivessem com o tempo...?) interessar muito ministros como Nuno Severiano Teixeira e, sobretudo, António Costa...
" Quelles forces terrestres face aux enjeux de demain ?
Ou comment se préparer à affronter les crises futures
"La menace n'obéit à aucune règle… et surtout pas aux nôtres".
Le chef d'état-major de l'Armée de terre, le général Bruno Cuche, qui débutait par ces mots son allocution lors de la récente Université d'été de la défense à Aix-en-Provence, résumait ainsi le paradoxe des armées modernes : la puissance, pour quoi faire ? Une manière, également, de souligner l'extrême difficulté de prévoir les crises futures.
De la difficulté de prévoir les menaces
Il est en effet difficile d'appréhender de manière précise les menaces pesant sur notre sécurité, en raison principalement du comportement des ennemis auxquels les forces françaises et leurs alliés se retrouvent confrontés. Exploitant les potentialités du ressentiment culturel qui traverse une grande partie du monde en développement, l'ennemi –pris au sens générique- s'affranchit des règles de la guerre classique, en s'adaptant au différentiel considérable de puissance existant entre ses propres ressources et celles des pays occidentaux. Pour ce faire, il use à l'envi de modes d'actions inédits et asymétriques, s'appuie sur une connaissance profonde des réflexes d'opinion publique en Occident, et s'attache à exploiter les ressources des champs de bataille urbains. Sans disposer d'aviation de combat capable de défier les Rafale et les F-16, certaines milices peuvent mettre en échec une armée moderne dans le lacis des rues et des bâtiments écroulés d'une localité qu'elle contrôle, même après un bombardement sérieux. À ce danger terroriste et de guérilla s'ajoute le comportement de certains acteurs étatiques et puissances régionales, dont les appétits et les ambitions se précisent, laissant planer une inconnue sur leurs intentions à long terme. En somme, la menace mondiale est entrée dans une logique brownienne, peu susceptible de se laisser enfermer dans les boules de cristal des spécialistes de la prospective.
Cette situation délicate, dont on mesure toutes les conséquences en considérant les résultats de la guerre du Liban, laisse tout de même une certitude aux décideurs opérationnels et aux spécialistes de la planification militaire : pour reprendre les propos du CEMAT, « plus que jamais, dans un environnement marqué par l'omniprésence de la menace terroriste et des mouvements de guérilla, l'espace terrestre restera le point d'application final de toute action militaire et stratégique ». Pour comprendre cette affirmation, il est nécessaire de revenir sur l'évolution des forces armées modernes depuis la fin de la guerre froide. À ce moment historique précis, une conception prévaut, celle de l'obsolescence définitive des divisions blindées et des régiments d'infanterie postés « face à l'est », équipés de matériels lourds, et fonctionnant selon des doctrines rigides. Les décideurs politiques, espérant tirer « les dividendes de la paix », observent cependant la nécessité d'intervenir pour éteindre les foyers de crise qui perdurent à travers le monde. L'accent est donc mis sur la constitution de forces de réaction rapides, prêtes à intervenir sur des théâtres de crise éloignés. La première guerre du Golfe, en 1991, illustre ce besoin. Mais la victoire-éclair de la coalition donne aux Occidentaux l'illusion d'une avance définitive sur le reste du monde. Il est vrai que dans la foulée du Kosovo en 1999, puis des opérations d'Afghanistan en 2001, l'usage de la puissance aérienne, malgré des résultats mitigés, semble s'imposer, en liaison avec des forces « légères », comme une panacée illustrant l'entrée dans une ère de transformation profonde des modes d'action militaires.
Des guerres urbaines, au contact des populations
La suite des événements a fortement corrigé cette vision partielle. La violence qui déchire aujourd'hui une partie du monde ne peut être contemplée depuis l'Occident comme un spectacle à commenter, ou une menace dont il faudrait se prémunir derrière des frontières étanches. Les conséquences de cette violence pour l'instant extérieure se font sentir dans les sociétés européennes très directement (terrorisme, vagues d'immigration clandestine de population fuyant la guerre et le sous-développement, sensibilité exacerbée de certaines franges de la population à des événements étrangers). L'ancien ministre de la Défense allemand, Peter Struck, le soulignait en justifiant l'intervention de Berlin en Afghanistan : « La sécurité de l'Allemagne se défend aujourd'hui sur l'Hindu Kush ». Il faut aller au contact des crises pour éteindre les incendies et prévenir les réactions en chaîne : on ne peut se contenter de les survoler, au propre comme au figuré… on est bien forcé de constater, à l'aune des difficultés rencontrées par la plus puissante armée du monde en Irak, et par la multiplication des crises régionales, que seule une présence effective au sol permet d'envisager une stabilisation à long terme des zones de troubles ou d'affrontements. Cette présence, les forces terrestres, un temps reléguées à l'arrière-plan des réflexions capacitaires, apparaissent seules susceptibles de la garantir. Car si une résolution de crise se pense obligatoirement en interarmées, la composante terrestre s'inscrit quant à elle en plein centre des enjeux d'efficacité opérationnelle, que ce soit dans la phase de coercition, de stabilisation, ou de reconstruction. Le Kosovo, l'Afghanistan, un temps emblèmes du traitement des crises par la troisième dimension, offrent par leur évolution un appui à cette constatation de bon sens.
À ce raisonnement qui nous amène à nous intéresser à l'état réel des possibilités françaises en matière d'action terrestre, nous trouvons plusieurs raisons objectives, qui permettent de réfléchir aux évolutions de l'environnement mondial : demain, 75 % des guerres, limitées ou pas, se dérouleront dans les villes. De Falloudja à Beit Jebil, de Bassorah à Abidjan, l'actualité des interventions militaires extérieures nous démontre l'extrême difficulté de conquérir et contrôler de telles zones. Les aires bâties entraînent l'emploi inévitable de moyens massifs et spécifiques, une probabilité de pertes humaines élevées, une difficulté de renseignement, et une limitation de la liberté d'action des éléments engagés. Les troupes employées « au contact » doivent pouvoir sans préavis passer d'un combat de haute intensité aux fondamentaux du contrôle de foule. La présence de la population, hostile ou indifférente, exige une très grande qualification des soldats agissant dans le cadre de l'action terrestre. Leur culture, leur connaissance du milieu, leur intelligence de situation et leur degré d'initiative sont des éléments essentiels à la bonne marche globale des missions qui leur sont confiées. Cette aptitude à œuvrer au contact des populations n'est pas innée, comme l'exemple de l'Irak nous le montre. Elle est fonction d'un entraînement, d'une formation à laquelle l'armée de terre française a toujours apporté une grande attention. Du point de vue du rayonnement français, ce savoir-faire opérationnel, qui tient compte de la culture propre des populations côtoyées, fait la réputation de l'armée de terre chez ses partenaires. C'est un élément de valeur ajoutée dont la France peut tirer parti dans ses engagements futurs.
Défense et sécurité, étroitement imbriquées
Mais cela pose aussi la question des ressources accordées à l'armée de terre pour instruire, former, entraîner ses hommes, alors mêmes que les sollicitations opérationnelles atteignent un niveau élevé : 14 000 hommes de l'Armée de terre sont aujourd'hui déployés en permanence en opération extérieure. Rapportée à l'effort global de projection, l'Armée de terre fournit 80 % des effectifs engagés, tout en représentant 24 % du budget de la défense. Sur une année, pour reprendre l'allocution de Bruno Cuche, « 60 000 hommes et leurs matériels sont projetés pour des périodes de 4 à 6 mois en métropole, outre-mer et à l'étranger dans toutes configurations face à une menace polymorphe ». Outre-mer, ce sont 2600 hommes qui sont disponibles pour remplir des missions de sécurité générale et de service public. 1000 soldats de l'armée de terre sont quant à eux affectés à Vigipirate et à la lutte contre les feux de forêt. Ces chiffres, que nous tenterons de développer dans les prochains numéros de notre dossier, nous semblent poser la question des effectifs de nos forces terrestres : quels sont les enjeux du futur, vers quel modèle d'armée la France doit-elle aller ?
On peut aussi souligner, lorsqu'on se penche sur les missions aujourd'hui dévolues à l'armée de terre, à quel point les domaines de la défense et de la sécurité se retrouvent imbriqués, en opérations extérieures… comme intérieures. Une imbrication qui entre en résonance avec les exigences propres aux nouveaux champs d'engagement opérationnels : partout, la stabilisation, le retour à la normale dans une zone dévastée par les combats, est tributaire d'une articulation parfaite entre impératifs de défense et défis liés à la sécurité. On constate, au regard de ses missions actuelles, à quel point les forces terrestres participent de cette logique essentielle. Cette analyse doit interpeller les entreprises civiles présentes sur le marché de la sécurité : la défense est aujourd'hui globale, et les forces terrestres deviennent un partenaire incontournable du règlement des crises. De plus, les technologies qu'elles mettent en œuvre intéressent les compagnies civiles de par leur nature duale : géolocalisation, communications cryptées… etc.
Ce retour au centre de gravité de la gestion des crises et de la conduite de l'action ne signifie pas pour autant que les forces terrestres ne se soient pas investies dans un processus de transformation de leurs propres doctrines d'engagement. Plus projetable, l'Armée de terre française semble se penser aujourd'hui comme une composante essentielle d'un ensemble interarmées. La puissance lui est nécessaire pour remporter la décision sur le terrain, mais cette exigence va de pair avec une polyvalence et une souplesse adaptées aux champs d'engagement futurs.
Bruno Lesvez
Au fil des prochains numéros de la Lettre Sentinel, nous examinerons, avec des experts civils et militaires, les principaux défis que doit relever l'Armée de terre dans le nouveau contexte stratégique de ce début de XXIe siècle.
Quelles forces terrestres face aux enjeux de demain ?
L'ARMEE DE TERRE DANS LES VILLES

A l'échelle planétaire, la progression du nombre des grands centres urbains est prodigieuse. En 1950, on dénombrait seulement 83 agglomérations de plus d'un million d'habitants. Aujourd'hui, on en recense près de 300. En 2016, les estimations les portent à plus de 500 !
Les villes, lieux de toutes les tensions
Cette évolution a une conséquence majeure : les villes s'imposent désormais comme les lieux de toutes les concentrations (celles des populations, des richesses, des moyens de production, de la vie politique, culturelle, etc.) mais aussi, de toutes les oppositions (qu'elles aient un caractère racial, religieux, économique, etc.).
Or, l'ensemble des organismes en charge de la préparation de l'avenir des armées s'accordent sur le fait que c'est justement dans ces environnements extrêmement complexes qu'opéreront le plus souvent les forces armées. Et sans atteindre demain, force est de constater que l'actualité leur donne déjà raison de Kaboul à Port au Prince (Haïti).
Historiquement, les centres urbains n'ont jamais été les lieux d'action privilégiés des forces armées qui préfèrent les espaces ouverts, davantage propices aux manœuvres. Néanmoins, la prise d'une ville n'en demeure pas moins un symbole fort. Ceci explique d'ailleurs la résistance des communistes contre les forces allemandes à Stalingrad (1942), la volonté du pouvoir russe de s'emparer de Grozny contre les milices tchétchènes (1995) et, plus près de nous, la ruée de la 3rd Infantry Divison américaine vers Bagdad (2003).
Des théâtres d'opération complexes
Pour le commandement, le morcellement des espaces urbanisés et la nécessité d'appréhender une géographie tridimensionnelle gênent la visibilité et compliquent considérablement la conduite des opérations, tout en exposant les hommes à de multiples menaces, souvent imprévisibles. A ces facteurs opérationnels s'ajoute une donnée psychologique : les limitations d'emploi de la force, imposées par les opinions publiques occidentales, influent sur la marge de manœuvre dont disposent les armées pour prendre efficacement le contrôle de zones urbanisées.
En effet, si les militaires occidentaux disposent souvent d'un avantage technologique sur leurs adversaires, ils ne peuvent pas pour autant faire l'usage, par exemple, de certains types de bombes interdit par leur propre opinion publique alors que ces charges pourraient être décisive dans les combats et contribuer à limiter les pertes dans le rang des forces engagées.
Des enjeux civils et médiatiques
Dans une certaine mesure, ces changements dans la conduite des opérations sont entraînés par la présence de plus en plus fréquente des équipes de télévision sur les champs de bataille. Aujourd'hui, en raison de l'influence des images, une guerre se doit d'être aussi remportée auprès du grand public, afin d'être gagnée militairement. Aussi, en forçant le trait, les armées doivent à présent mener des guerres « équitables » et des opérations « militairement durable ».
Le lieu privilégié des conflits asymétriques
Pour leur part, dans les zones urbanisées et densément peuplées, les adversaires de nos forces n'hésitent pas à s'appuyer sur les populations civiles pour prendre l'avantage tactique contre des troupes jugées supérieures, avec les risques que cela comporte pour les non combattants. Ainsi, de gré ou de force, les civils peuvent, en autres choses, participer à l'acquisition du renseignement au profit des adversaires, à leur protection en facilitant leurs déplacements et en les ravitaillant, etc.
À Mogadiscio, connaissant les règles d'engagements des militaires américains , les hommes du somalien Mohamed Farah Aïdid se glissèrent au milieu des civils afin de harceler les troupes américaines (1993). Ce phénomène de « bouclier humain » fut également utilisé par le chef de guerre tchétchène Chamil Basaïev qui ordonna de placer des civils russes à proximité des embrasures de fenêtres et des portes de certains bâtiments pour gêner l'offensive décidée par Moscou. Avant cela, lors de l'opération Just Cause au Panama, des snipers dissimulés dans la foule empêchèrent le poser des hélicoptères américains, incapables de répondre aux tirs des soutiens de Noriega sous peine de mettre en danger des civils.
Pour nos forces armées, les zones urbaines représentent donc des environnements particulièrement hostiles et complexes. Contrairement à elles, l'adversaire y est sans uniforme, il peut également y frapper à sa guise pour ensuite disparaître rapidement dans un espace qu'il maîtrise. Ces avantages lui permettent de corriger son infériorité numérique ou technologique en infligeant des pertes régulières aux troupes au sol. L'efficacité meurtrière des snipers en ex-Yougoslavie en témoigne tout comme les embuscades montées par des groupes hostiles à la présence des forces occidentales en Irak.
Le rôle prépondérant des armées de terre
Par nature, les armées de terre jouent un rôle prépondérant dans le combat urbain. Elles disposent des équipements et des modes opératoires les mieux adaptés afin de contraindre l'adversaire et d'éviter les dommages collatéraux.
Pour illustration, la protection et la puissance de feu des véhicules blindés offrent aux unités la capacité de pouvoir se déplacer à l'abri des attaques ennemies. Pour leur part, les hélicoptères favorisent le déplacement rapide des hommes afin de déborder l'adversaire. Ils permettent également un appui-feu rapproché apprécié des forces au sol. De plus en plus familiers des champs d'engagement, les drones permettent, quant à eux, d'acquérir du renseignement en temps réel et d'ajuster les actions des forces terrestres en intégrant les mouvements des populations civiles. Dans leur version chenillée ou à roue, les robots peuvent également permettre d'évaluer les menaces sans exposer inutilement des vies humaines.
Transmission du savoir-faire et acquisition de matériels adaptés
Sans même évoquer son passé colonial, que n'ont pas connu les cadres actuels, l'armée française dispose, grâce aux nombreuses opérations qu'elle a conduites, depuis une trentaine d'années, sur les théâtres aussi variés que l'Afrique, le Proche et le Moyen-Orient, sans oublier les Balkans, d'une expérience, de savoirs-faire et d'une culture appréciable en matière de guerre urbaine.
Elle dispose également, ou projette de faire l'acquisition, des équipements nécessaires aux opérations en milieu urbain. Citons de manière non-exhaustive le NH90 (un hélicoptère de transport de troupes), le Leclerc (un char blindé offrant une protection unique), le VBCI (un véhicule blindé de combat d'infanterie), le système Félin (fantassin à équipement et liaisons intégrés), le drone tactique Sperwer (également utilisé par les forces canadiennes en Afghanistan), etc.
Aujourd'hui, c'est l'équilibre trouvé entre d'un côté, la transmission du savoir-faire de l'armée de terre française et de l'autre, la qualité de ses équipements qui lui permet d'opérer dans ces environnements complexes. A l'avenir, cet équilibre ne saurait être rompu sous peine de contraindre les forces à ne plus pouvoir intervenir dans les zones urbaines, avec les conséquences induites sur la capacité du pouvoir politique français à faire entendre sa voix et à influencer les affaires du monde. Il est d'ailleurs significatif que nos alliés américains et britanniques portent actuellement une attention toute particulière à leurs forces terrestres.
Des capacités indispensables au rayonnement de la France
Sur les théâtres d'opérations extérieurs, le savoir-faire français, dont peu d'armées disposent en dehors des États-Unis et du Royaume-Uni, se traduit par l'aptitude de nos militaires à pouvoir adapter leur posture en fonction de l'évolution de leur environnement.
Pour l'armée de terre, il faut non seulement pouvoir convaincre les populations du bien-fondé de sa présence, mener des actions d'aide humanitaire, contribuer à la restauration de l'autorité, mais également prévenir les actions hostiles en demeurant dissuasif. Cela, en sus de la mission première des militaires qui reste la destruction des menaces.
Cette grande variété des missions à laquelle l'armée de terre fait face – parfois simultanément – lorsqu'elle est engagée dans des théâtres urbains nécessite que ses hommes soient parfaitement entraînés et qu'ils disposent d'équipements fiables.
A ce titre, et malgré les critiques d'observateurs extérieurs n'ayant parfois ni l'expérience du feu ni celle du commandement, seul le sang-froid des militaires français a permis d'éviter des bains de sang en ex-Yougoslavie et en Côte-d'Ivoire, où il a fallu soit séparer des groupes opposés résolus à en découdre, soit répondre aux provocations de manière proportionnée et progressive. Enfin, pour l'armée de terre, la préparation de l'avenir ne saurait ne se limiter à un choix entre « plus d'hommes » ou « plus d'équipements ». L'exigence des nouvelles missions, notamment en zone urbaine, réclame des moyens adaptés ainsi que des troupes formées. Or, la cohérence et la formation s'inscrivent dans le long terme et la continuité.
A l'avenir, et au regard des capacités terrestres actuelles, une rupture dans l'un de ces deux domaines, aussi minime soit-elle, risquerait de compromettre l'aptitude des forces terrestres à faire face aux combats de demain avec autant de conséquence sur la crédibilité de la France sur la scène internationale.
Retrouvez la totalité de l'article dans le numéro 41-42 de la lettre Sentinel
Bertrand Slaski
José Sócrates alvo dos cronistas comunistas
AS "KALASHS" ATIRAM AO GOVERNO
No "Água Lisa (6)", João Tunes aponta "um artigo de Miguel Urbano Rodrigues no "Avante" de hoje" que é um mimo... Percebo agora (eu que não sou leitor de tal realismo socialista) onde certo cronista se inspira para as suas crónicas no "Jornal de Negócios"... Como podem andar próximos alguns cronistas do diário do mercado e outros do semanário do proletariado... Sócrates é o alvo dos dois que disparam com o mesmo tipo de "kalash" e munições do mesmo calibre:
"...Sócrates, como símbolo e alavanca do sistema, tenta gradualmente impor ao País um regime de contornos autocráticos. O seu Governo comporta-se já como inimigo do povo.
Em Portugal os trabalhadores, recusando a sua politica, deixam transparecer uma disponibilidade crescente para a luta.
As condições objectivas são, a cada semana, mais favoráveis para a mobilização das massas. Falta estimular o desenvolvimento das subjectivas para que o povo se assuma como sujeito da História."
INTELIGÊNCIA ECONÓMICA
NOS ESTADOS DO MAGRHEB
A inteligência económica impõe-se nos estados do Maghreb. Depois de Marrocos e da Tunísia, é o governo argelino que surpreende com a abertura do dossier da inteligência económica. Talvez que nesta área, a influência francesa explique alguma coisa (noutras áreas será a influência anglo-saxónica...). Mas, em Portugal, não haverá por aí uma influenciazinha anglo-saxónica ou francesa, tanto faz...
" Conseil du gouvernement
Une politique nationale d’intelligence économique en chantier
Le Conseil du gouvernement a poursuivi, hier, l’examen du dossier portant « stratégie et politiques de relance et de développement industriels », présenté par le ministre des Participations et de la Promotion des investissements.
Le gouvernement a examiné, dans ce cadre, les volets relatifs, d’une part, à l’intelligence économique et au développement des industries créatrices de haute valeur ajoutée et, d’autre part, à l’importance qu’occupent les ressources humaines dans la stratégie de développement industriel. « L’intelligence économique est comprise au sens du recueil, de l’analyse, du traitement et de la diffusion de l’information pertinente et utile qui contribue à la production des connaissances indispensables à la prise de décision et au pilotage des entreprises constituant le tissu industriel national. Elle s’entend comme une démarche d’anticipation et de projection dans le futur, fondée sur les liens qui unissent les réseaux des entreprises et ceux des opérateurs économiques », a précisé le gouvernement dans un communiqué rendu public à l’issue de sa réunion. L’intelligence économique sous-tend ainsi, selon le gouvernement, un volet important de la stratégie nationale industrielle et vise la réalisation de quatre objectifs majeurs, dont particulièrement la diffusion d’une culture de l’intelligence économique, qui ambitionne une évolution des comportements individuels et collectifs des acteurs économiques publics et privés, dans une vision collective et pluridisciplinaire, la création d’une synergie public-privé et le développement d’une perception nouvelle de leurs relations basées sur la confiance mutuelle, indispensable à l’essor de l’industrie nationale et à la promotion du développement et la garantie de la sécurité du patrimoine technologique et industriel national par la mise en place de dispositifs de veille capables de faire face aux enjeux de l’ouverture du marché national à la concurrence et de décourager les pratiques déloyales des concurrents. Outil stratégique de maîtrise de l’information et de la connaissance de l’environnement géoéconomique, l’intelligence économique, ajoute-t-on, constitue le cadre privilégié d’observation des évolutions du marché concurrentiel et permet à l’entreprise et aux acteurs économiques de se doter de capacités de réactivité, d’adaptation et de prise de décision, face aux défis de l’environnement, en permanente mutation. Dans cette perspective, souligne-t-on, le rôle de l’Etat, dans la mise en place des dispositifs de développement industriel et d’innovation, consiste en la mise en œuvre d’une politique nationale d’intelligence économique et de veille stratégique, à même d’offrir à l’entreprise, en amont, les moyens de se doter des outils de veille informationnelle, (analyse et synthèse de l’information, études prospectives et technico-opérationnelles...), et en aval, les outils d’exploitation de l’information, la sécurisation des systèmes d’information, la mise en place de cellules de crise, de stratégies d’influence, de lobbying, entre autres. "
A. Z.
MAFIA: A AMEAÇA À EUROPA E À RÚSSIA
(na edição de Dezembro da Sentinel)

Sentinel N°41 - Numéro Double 41 - 42 (68 pages)
Dossier : Les mafias : une ombre sur l'Europe et la Russie
- Depuis le 11 septembre la menace du crime organisé est gravement négligée
- Racket en Corse: le système Charles Pieri
- Insécurité et transformation post-socialiste : Étude comparative sur le développement des mafias en Russie et en Albanie
- Les facteurs de développement des mafias
- L'impact des activités mafieuses sur le développement économique
- Les facteurs de développement des mafias
Et aussi :
- L'autonomie européenne entre rhétorique et réalités
- Prolifération : le nouvel échiquier nucléaire asiatique
- L'OCS entre de plain-pied dans la géopolitique contemporaine
- L'Armée de Terre dans les villes
- L'armée française se dote d'un Centre d'entraînement en zone urbaine
- La persistante utilité des chars
- Après Fidel Castro quelle évolution politique à Cuba ?
- Lutte contre la corruption et la criminalité financiè?re : Récents développements normatifs
- Préparer la France et ses entreprises à faire face à la menace d'une pandémie grippale
- Les entrepreneurs turcs affichent leur foi en l'Europe. Mais croient-ils encore à la Turquie ?
- "Troisième guerre mondiale" : Le best-seller turc qui décrit la guerre victorieuse des Turcs contre l'Europe !
- Actualité de la cybercriminalité
- Sécurité alimentaire : deux poids, deux mesures ?
- Quels plans Israël peut-il opposer aux menaces iraniennes ?
- Lectures stratégiques
No Observatório da Jihad
A esquizofrenia do Islão
Já anteriormente aqui falámos de Anne-Marie Delcambre, professora universitária de direito e de árabe, orientalista e profunda conhecedora do Islão, com várias obras publicadas em França.
Deixo, para reflexão, um pequeno texto publicado no seu último livro*.
«O Islão que se isola nos seus textos só pode condenar o mundo em que vivemos. Cria um desejo de destruição e de fantasmas delirantes no espírito dos mais fracos. Outros, para lutarem contra esta esquizofrenia do Islão, tentam bricolar um «Islão das Luzes» compatível com a ética ocidental, uma espécie de Islão à europeia!
Da anulação desta esquizofrenia depende o futuro do Islão sunita e, também, xiita. Isso pressupõe um novo olhar sobre o religioso e a análise dos textos fundadores.
A Arábia dos desertos deixou de ser o contexto. Mil e quatrocentos anos de história religiosa do Islão provocou um açulado de capital que os letrados do Islão não querem abandonar. Em vez de procurarem o espírito, continuam a venerar e a exaltar a letra. Jogam uma partida de póquer perigosa. Do ganho ou da perda dependem o futuro espiritual do Islão e a sua sobrevivência no mundo livre. O desafio torna-se mais difícil, uma vez que a presença no Ocidente de um número cada vez maior de muçulmanos alterou os dados. Já não se trata somente de opor o Islão das interdições ao Islão incarnado. Se actualmente cada um pode dizer as mesmas banalidades que o seu vizinho do lado sobre a natureza do Islão, é prova que as análises clássicas sobre o Islão se tornaram caducas. É de esquizofrenia que devemos falar e esta esquizofrenia agravou-se com o aparecimento da Internet. Paradoxalmente, a net conduz a uma ortodoxia segura, fechada e de retorno ao «Islão das interdições» [ alimentares, económicas e comerciais, políticas, corporais, médicas, sexuais, comportamentais…n.t.]. Interdições brutais, não moderadas pelas relações humanas reais.
Este média quebra a complexidade das relações, ignora o calor humano. Em contrapartida, serve para recrutar os convertidos. O virtual partilha com o fundamentalista o mesmo ódio à história e à cultura. A net é um instrumento de desculturação. É também a causa de agravamento da esquizofrenia porque deixa subsistir duas ordens diferentes que não cessa de opor, privilegiando uma delas: um quotidiano ocidentalizado onde o Islão não existe e um espaço virtual onde o religioso é omnipresente e se exorta o islamismo. Quando o psiquismo do internauta recusa dissociar o virtual e a realidade e passa ao acto criminoso, colocando em prática as directivas recebidas pela net, de forma brutal, directa e autista, é aí que podemos encontrar um elo entre o Islão radical e o terrorismo.
Este combate violento faz-se em nome de uma ilusão porque o passado de Medina não voltará. O Islão está condenado a esmagado entre os mitos que o fundamentam e as estruturas técnicas que o veiculam. O espírito do crente está obrigado a abandonar o seu espaço metafísico para abordar outra terra e a saber a história real, económica e social. Esta «mudança de espírito» está na origem das falhas, das fracturas, das quebras. Todas as distorções são utilizadas para proteger a fé, incluindo as ideias mais loucas, contra a modernidade. O resultado é uma esquizofrenia agravada, por vezes explosiva, onde se misturam simultaneamente a raiva de sobreviver e o desejo de destruir o mundo real que cria obstáculo ao paraíso perdido.»
* Anne-Marie Delcambre, La schizophrénie de l'Islam, Desclée de Brouwer, 2006.
JOHN ROBB SOBRE O SIGNIFICADO
DO CURSO DA GUERRA NO IRAQUE
Here's an excellent article from the James Glanz at the New York Times that recasts the battle for Baghdad within the context of systems disruption ( Iraq Insurgents Starve Capital of Electricity, December 19, 2006):
Over the past six months, Baghdad has been all but isolated electrically, Iraqi officials say, as insurgents have effectively won their battle to bring down critical high-voltage lines and cut off the capital from the major power plants to the north, south and west.
Classic global guerrilla methods were employed. Small, repetitive attacks in unguarded areas of critical infrastructure (few casualties and high returns due to indirection and swarming):
The battle has been waged in the remotest parts of the open desert, where the great towers that support thousands of miles of exposed lines are frequently felled with explosive charges in increasingly determined and sophisticated attacks, generally at night.
Attacks on repair crews (see "The Failure of Defense and Rapid Repair" for more):
Crews that arrive to repair the damage are often attacked and sometimes killed, ensuring that the government falls further and further behind as it attempts to repair the lines.
Completion of the cycle through looting/crime to fund ongoing operations (see " Guerrilla Entrepreneurs Revisited" for more):
...when the repair crews and security forces are slow to respond, skilled looters often arrive with heavy trucks that pull down more of the towers to steal as much of the valuable aluminum conducting material in the lines as possible. The aluminum is melted into ingots and sold.
And finally, the use of network analysis for a very simplistic, but effective, systempunkt selection:
The reason that the attacks on the high-voltage electrical lines, known as 400-kilovolt lines, have been especially devastating is that they serve as the arterial roads of the national grid, the gargantuan electrical circuit that was designed to carry power from the energy-rich north and south to the great population center in Baghdad. Throughout the country, there are perhaps 15 particularly critical 400-kilovolt lines, carried by their unmistakable 150-foot towers. The entire network runs for 2,500 miles, often passing through uninhabited desert, said Fouad Monsour Abbo, the assistant director for transmission in the Electricity Ministry.
The aha moment for Iraq's global guerrillas when they discovered how to accomplish an effects based operation using broad-based systems disruption:
Electricity officials say the decisive moment came July 6, when saboteurs mounted coordinated attacks across the country, gaining a lead in the battle that the government has not been able to reverse. "They targeted all the lines at the same time, and they all came down," Mr. Abbo said. Mr. Abbo said a typical strategy was to set off explosives at the four support points of a single tower, which would then pull down two or three more towers as it toppled. As repair crews moved in hours or days later, another tower farther up the line might be struck, and then another, in a race the government had little chance of winning.
NOTE: this is a great example of how ideas are driving the evolution of warfare and will ultimately decide the winners and losers in this long war. It's interesting to note that the DoD doesn't have a mechanism for purchasing ideas that would help them win. They can spend trillions on contextually useless weapons systems and personnel but can barely free up a couple of thousand dollars on the ideas necessary to win this war (let alone a couple of million on a research firm dedicated to this).
LIVROS PARA AS MINI-FÉRIAS

O ENGº BELMIRO SERÁ ESTÚPIDO...?
A presidente de uma importante comissão parlamentar fez um contrato de fornecimento de serviços de consultoria com um grande banco, na mesmíssima área de trabalho da dita cuja comissão. Assim mesmo. Nos bastidores e mentideros desta capital, diz-se que a avença mensal é de 1.800 contos. Com 14 ou 15 meses por ano.
Como há 230 deputados no Parlatório, a 1.800 contos/mês e a 15 meses/ano (a generosidade cai sempre bem...), isto quer dizer que quem disponha de uns 7 (sete) milhões de contos/ano pode comprar integralmente (em teoria, em teoria...) o dito cujo e rentabilizá-lo bem... Pensando no assunto, até é muito barato para a rentabilidade que se poderia tirar desses sete milhões... Nem percebo como é que o engenheiro Belmiro não tratou já do assunto! Não teria os problemas que tem com a OPA e não teria tido uma série de ministrozecos a roer-lhe as canelas... O engº Belmiro ou tem mesmo muita ética ou é um estúpido! Só isso explica que não tenha ainda feito uma OPA sobre S.Bento...
Fichas & Ensaios da Infoguerre
PARA LER NAS FÉRIAS DE NATAL

Le concept de puissance et l'intelligence économique
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Le concept de puissance et l'intelligence économique est le premier dossier de notre nouvelle rubrique : l'infolabo.
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L'intelligence économique ? Plus qu'un concept : une grille de lecture innovante
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L'intelligence économique suscite d'innombrables débats, essais de définition et commentaires théoriques nécessaires à la cristallisation de la discipline et à la mise en place de structures opérationnelles (publiques et privées).
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Intelligence territoriale et compétitivité nationale
Le but de l'intelligence territoriale est de contribuer à rassembler des énergies et des compétences diverses au service de la compétitivité de nos territoires, car l'évolution historique qui explique le développement de l'intelligence économique n'exige pas l'adaptation des seuls grands groupes. Les régions, elles aussi, sont impliquées dans la compétition commerciale internationale : leurs PME/PMI ne peuvent plus bénéficier, comme par le passé, d'un territoire national protégé. La concurrence est devenue leur préoccupation quotidienne. De surcroît, dans la mesure où bon nombre de ces petites et moyennes entreprises sont les sous-traitants des géants de l'économie internationale, leur destin se révèle lié à celui de ces derniers.
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Les ONG, outils d'intelligence économique ?
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L'expression d' « organisation non gouvernementale » (ONG) désigne les organismes ayant une large structure internationale. Le financement est essentiellement privé, et leur objectif est de venir en aide aux pays en voie de développement ou aux victimes de catastrophes ou de conflits.
Les premières ONG sont apparues sur la scène politique internationale au XIXème siècle, à la suite de la tenue de la Convention mondiale contre l'esclavage en 1840...
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Les systèmes informels de transfert de fonds : l'hydre des financements hawala
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Le 11 septembre 2001, les Twin Towers, fiers symboles de l'omnipotence américaine en matière financière étaient abattues en direct sur CNN par une poignée de terroristes fondamentalistes. N'en déplaise à Francis FUKUYAMA, la conjoncture actuelle semble très clairement indiquer que la fin de l'Histoire n'est pas encore pour demain… Le choc était de taille pour « l'indispensable Nation » qui avait pris l'habitude d'assister en tant que spectateur aux drames de ce monde. Le coupable de ce carnage effroyable était tout désigné par le Congrès américain : les financements hawala. Les médias d'Outre Atlantique –oubliant sans doute d'analyser les propres turpitudes américaines en la matière- incriminèrent sans procès ce mode de transfert d'argent plus que centenaire et pourtant si bien connu des banquiers new-yorkais peu regardants sur la provenance de certains fonds. Après tout, business is business…
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La Révolution des Affaires Militaires (RMA) est-elle toujours pertinente ?
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Tout regard critique sur un tel sujet est conditionné – sous peine de malhonnêteté intellectuelle – par une perspective historique. Habituellement, on situe les prémices de la RMA à la chute du mur de Berlin et au début des années 1990. En réalité, cette (r)évolution sous-tendait la réflexion stratégique américaine depuis la guerre du Vietnam. Si la période de guerre froide ne fut pas exempte de conceptualisation doctrinaire, elle fut cependant dominée par la pensée stratégique nucléaire et les analystes civils.
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Intelligence économique et matrice culturelle : le cas de l'Amérique du Sud
. Certaines rigidités intellectuelles ont la peau dure. Un certain nombre d'économistes se représentent encore leur champ de spécialité comme une sphère en apesanteur, déconnectée du substrat culturel dans lequel elle s'exerce. Puisque la production, la distribution et la consommation nécessite encore un ancrage géographique (et que l'activité financière et spéculative ne peut toujours pas s'en émanciper intégralement), l'appréhension en profondeur des matrices culturelles demeure un enjeu majeur pour la conquête de nouveaux territoires d'expansion ou, pour le dire plus techniquement, pour l'accroissement des parts de marché. Cette démarche de conquête relève de la stratégie, donc de l'anticipation, et s'appuie sur un principe précis et indépassable : la maîtrise intellectuelle d'un environnement.
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La 4ème guerre mondiale a-t-elle commencé le 11 septembre ?
. Au départ, une conception, celle de la « quatrième guerre mondiale » que devaient mener les U.S.A. après le 11 Septembre, idée délirante que professent ouvertement certains faucons : l¹Empire du Bien contre tous les ennemis de la liberté.
C'est formuler de façon caricaturale des notions qui
sous-tendent notamment la doctrine de la guerre préemptive comme guerre globale contre le terrorisme. Le démontage de cette construction théorique éclaire comment les cercles du pouvoir U.S. peuvent froidement envisager une guerre planétaire perpétuelle.
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La responsabilité sociale d'entreprise : un nouveau jeu d'influence
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01/10/05 - Actions d'influence, guerre économique, manipulation ou réelle responsabilité sociale ? C'est la question qui vient immédiatement à l'esprit en parcourant le site http://www.forumcitoyenpourlarse.org. En effet, devant des titres plus vendeurs les uns que les autres, Eric Loiselet, propriétaire du site, distribue bons et mauvais points. « Thaïlande : Décathlon doit jouer le jeu », « EDF en examen pour violation des principes directeurs de l'OCDE » et au top du hit parade « Valéo et les assassinats de ciudad Juarez : silence persistant ».
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Intelligence territoriale et compétitivité nationale
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Le but de l'intelligence territoriale est de contribuer à rassembler des énergies et des compétences diverses au service de la compétitivité de nos territoires, car l'évolution historique qui explique le développement de l'intelligence économique n'exige pas l'adaptation des seuls grands groupes. Les régions, elles aussi, sont impliquées dans la compétition commerciale internationale : leurs PME/PMI ne peuvent plus bénéficier, comme par le passé, d'un territoire national protégé. La concurrence est devenue leur préoccupation quotidienne. De surcroît, dans la mesure où bon nombre de ces petites et moyennes entreprises sont les sous-traitants des géants de l'économie internationale, leur destin se révèle lié à celui de ces derniers.
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Lutte pour les matières premières : la nouvelle Guerre Froide !
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27/10/06 - C'est sous ce titre que le magazine allemand Der Spiegel vient de démontrer une fois de plus sa sensibilité pour les enjeux (inter-)nationaux en publiant dans son édition spéciale nr. 5 / 2006 un dossier avec le titre: Lutte pour des matières premières, la nouvelle guerre froide. La rédaction du Spiegel analyse en ces termes la mondialisation des échanges :
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Réflexions autour du livre : La Quatrième Guerre Mondiale
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07/04/04 - Le livre de François-Bernard Huyghe s'enracine dans trois idées forces à méditer longuement, qu'il ramasse en autant de formules clefs : « la guerre perpétuelle », « l'intention hostile » et « l'idéologie ». Dans La Quatrième Guerre Mondiale, il est donc question de guerre de l'information, de combats d'image et de stratégies d'influence. Car au déchaînement de violence qu'induit le terrorisme répond une dynamique idéologique qui ne peut que nous enfermer dans la guerre perpétuelle.
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Gazprom, entrisme et contournement
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20/05/06 - A l'heure où le Kremlin décide l'entrée à la City de Londres de 49 % de Rosneft (un Gazprom version pétrole), où les Européens se rendent compte de leur dépendance au gaz russe et que les déclarations de Dick Cheney et de Vladimir Poutine rappellent le temps de la Guerre froide, un petit cadrage s'impose concernant la stratégie de Gazprom, bras armé du renouveau géopolitique et géoéconomique russe.
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Maîtrise du système d'information : "Rien ne sert de courir..."
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09/10/06 - Après la demande de la chine envers l'ISO (International Standards Organization) de revenir sur sa décision concernant le rejet de son système de cryptage « WAPI » (1), au profit de la norme américaine de chiffrement « 802.11i » développée par l'Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE), l'empire du Milieu développe son (l') Internet du futur.
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La bataille des normes ou la force du « soft power »
Publié le 20/10/04 | |
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Nous connaissons tous le concept du duel : deux adversaires, souvent deux ennemis (!), se font face, armés pour tuer (chacun saura ici puiser dans ses souvenirs cinématographiques pour en trouver une illustration frappante). Au signal ou à leur seule initiative, ils s'affrontent jusqu'à ce que la mort les sépare ou que le plus faible se soumette explicitement à son vainqueur. Transposé dans le monde économique, l'affrontement direct est tout aussi simple à comprendre, même si le face à face (duopole) est rarement la règle, quoique… Pepsi/Coca (duel fratricide) ou Airbus/Boeing (duel à boulets franchement écarlates)…
L'image du duel convient parfaitement à la vocation monopolistique d'une firme : à la mêlée confuse où les coups viennent de toutes parts, l'entreprise préfère l'affrontement à « un contre un », où même David peut terrasser Goliath, non par sa seule force de frappe mais grâce à l'intelligence. Rappelons-nous également, plus proche de nous, le mythique duel judiciaire qui opposa en 1547 François de Vivonne de La Châtaigneraie à Guy Chabot de Jarnac : il tourna à l'avantage de ce dernier dont « le coup fut trouvé habile et fort loyal ». Malheureusement, l'usage retint sa dimension peu chevaleresque : le Littré le définit même comme un « coup porté en traître ». Pas plus que la concurrence, le duel n'est l'opposition de deux habiletés mécaniques : il est davantage celui de deux intelligences, c'est-à-dire d'une combinaison d'informations et d'actions ; bref, c'est une « info-guerre »…
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Le parallèle avec la concurrence économique doit être devenu clair à présent et chacun sait comment au cours du temps lois et règlements sont venus encadrer ou restreindre les échanges commerciaux locaux et internationaux. Les débats et enjeux autour de l'OMC nous montrent à quel point ils peuvent être une arme puissante, proche des coups autorisés ou interdits des duels et de leur moderne avatar les sports de combats (la boucle est bouclée quand on sait l'inspiration que les entreprises japonaises ont puisée dans leur littérature martiale traditionnelle).
On comprend bien que l'intention n'est pas tant d'être le plus fort que d'empêcher les autres de le devenir, en leur imposant le carcan de normes faites contre eux. C'est comme si dans un duel on imposait à son adversaire gaucher une arme qui ne tînt que dans la main d'un droitier, ou qu'on lui fît mettre les deux pieds dans la même chaussure ou qu'on lui attachât une main dans le dos, ou un boulet au pied, ou encore un foulard sur les yeux ! Les footballeurs le savent (les bonnes équipes du moins) : on joue mieux à domicile, devant son public.
Le propos général de la bataille des normes est justement d'amener l'autre (entreprise et même pays concurrent) à lutter avec nos règles, nos armes, nos techniques, nos forces : le simple fait de s'y adapter rend déjà moins concurrentiel. Les spécialistes penseront ici au passage infructueux d'Akebono du sumo (premier Yokozuna non japonais) au K1 où il se fit corriger sévèrement ou aux combats de gladiateurs où les différences d'équipement biaisaient bien des face-à-face.
Le cadre général étant posé et situé dans son contexte polémologique, voyons à présent sur quels champs se déroule cette bataille dure malgré son nom (soft power). Toute entreprise s'inscrit dans un réseau de processus alimenté par l'argent (des clients, des actionnaires ou emprunté) qui rentre. Pour la commodité du raisonnement, je propose de disséquer l'entreprise en 5 processus :
1. Conception du produit ou service
2. Fabrication
3. Vente, mise sur le marché
4. Comptabilisation
5. Croissance (externe, licences, investissements, etc.)
Chaque étape peut faire l'objet de luttes, de coups bas, de normes, en un mot d'obstacles qui viendront diminuer la compétitivité des concurrents, dont on peut proposer quelques indications par champ :
1. conception du produit ou service (normes de fait)
 Brevets (Cf. carte à puce)
 Logiciels (Cf. Windows)
 Normes sanitaires : ex Food & Drug Administration
 Propriété intellectuelle : ex. les noms de domaine
2. fabrication
 Normes internationales : ISO, CEI, UIT, JTC1
 Normes européennes : CEN (Comité européen de normalisation), CENELEC (Comité européen de normalisation pour l'électrotechnique) et ETSI (Institut européen des normes de télécommunication)
 Normes nationales ex. AFNOR pour la France
3. vente, mise sur le marché
 OMC
 Droit des contrats
4. comptabilisation
IASB=>IFRS=>IAS=> Directive Européenne=> CRC/Code du commerce
FASB => US GAAP
5. croissance (externe, licences, investissements, etc.)
 Agences de notation : AM Best, Fitch Ibca, Moody's, S&P
 Benchmarks et indice : MSCI, FTSE, Dow (Stoxx), etc.
Or, dans tous ces domaines, les Anglo-saxons ont pris une longueur d'avance appréciable. Autant dire que si la bataille des normes a bel et bien commencé, on attend impatiemment que la France et l'Europe contre-attaquent…
XB "
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Les relations commerciales entre la France et la Chine : le dossier des industries textiles
01/12/06 - Le textile est le secteur qui a soulevé les premières controverses sur les risques que faisait courir le nouvel entrant chinois sur notre potentiel industriel. L'heure est venue de faire le point sur un sujet qui est déjà passé aux pertes et profits du monde occidental. Le document que publie Infoguerre a été réalisé par des étudiants de l'ESSEC dans le cadre d'un cours de sensibilisation à l'intelligence économique dispensé par Christian Harbulot. Bien que prévisible et annoncée depuis plusieurs années, la montée en puissance de la Chine surprend le monde entier habitué aux équilibres politiques et économiques en place. La Chine, puissance économique en devenir est perçue comme une menace, notamment à travers ses exportations massives de textiles. En 2005, ce sujet a fait l'objet d'un engouement médiatique sans précédent avec une prise de paroles de tous les acteurs concernés : industriels du textile/habillement, fédérations, pouvoirs publics et Communauté européenne. La fin des quotas textiles a fait beaucoup de bruit. Le secteur était sur le qui-vive, attentif à la prise de parts de marché de la Chine, et exploitait l'événement pour faire pression, au niveau national, européen ainsi que dans les réunions d'arbitrage de l'Organisation Mondiale du Commerce.
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Les think Tanks et l'Europe
Auteur de "Influences et innovations politiques : les thinks tanks (perspective historiques)" (1), Xavier Carpentier-Tanguy, Docteur en histoire contemporaine au Centre Marc Bloch de Berlin revient sur le rôle et l'influence de ces structures au sein de l'Union Européenne (2).
(1) http://www.cees-europe.fr/fr/etudes/revue9/r9a12.pdf
(2) Lire le fichier PDF
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Menace sur les intérêts australiens !
En Australie, les autorités en charge de la protection du patrimoine industrielle ont récemment délivré un message d'alerte : "... the threat of espionage is real and expands beyond Government to businesses linked to the national interest".
14/12/06 -
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Le Maroc à l'ère de l'Intelligence Economique
Il n'est pas toujours facile de trouver ce que l'on recherche même si cette information existe. Des questions importantes sont alors posées : il faut définir l'environnement pertinent, identifier les sources, détecter, analyser, diffuser l'information recueillie, organiser et formaliser. Ensuite quelle démarche adopter, quelles précautions prendre et quelle action entreprendre pour aboutir au résultat. C'est dans une optique de compétitivité nationale et internationale que l'intelligence économique a fait son apparition au Maroc dans les années 90. En effet les grandes entreprises telles que l'ONA (Omnium Nord Africain), l'ONE (Office Nationale d'Electricité) ou encore l'OCP (Office Chérifien de Phosphate), se sont dotées, à cette époque, de cellules de veille pour protéger leur développement et leurs investissements.
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JIEE 2006 – 7 décembre 2006 - Lyon
30/11/06 - Après Lille en 2004, c'est Lyon qui accueillera le 7 décembre prochain la 2ème Journée Nationale de l'Intelligence Economique d'Entreprise, placée sous le parrainage officiel de M. François Loos, Ministre de l'Industrie. Organisée par l'Académie de l'Intelligence Economique sur le campus de l'INSA de Lyon, cette Journée donnera la parole aux chefs d'entreprise dont les témoignages alimenteront le débat avec les meilleurs experts.
Deux axes de réflexion ont été retenus : Intelligence économique, activateur d'innovation ; Intelligence économique et management compétitif.
La conclusion de la Journée sera assurée par Alain Juillet, Haut Responsable en charge de l'intelligence économique auprès du Premier Ministre
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Partenariats public-privé : au service d'une France Puissance
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Le 9 Novembre dernier, France Télécom annonce la création d'une chaire de cryptologie aux côtés de l'Ecole Normale Supérieure (1).
Cette chaire, dont « l'objectif […] est de stimuler la recherche dans la cryptologie ou la protection des contenus », est le fruit d'un partenariat signé entre les deux organisations en Novembre 2004 (2). Celui-ci fixe deux domaines communs de recherche :
- l'informatique, et notamment l'évaluation de performances et l'analyse quantitative des réseaux de communication,
- la cryptographie ou la conception et l'analyse de moyens permettant d'assurer l'intégrité, l'authenticité et la confidentialité des données et des communications.
Une nouvelle formation : Stratégie de Conquête des Marchés Asiatiques
L'EGE lance une nouvelle formation "Stratégie de Conquête des Marchés Asiatiques" de janvier à mai 2007 avec Peer de Jong, responsable du programme. Cette promotion sera parrainée par Steve Gentili, Président de la Bred-Banque Populaire et Président du Forum Francophone des Affaires.
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Black-out en Europe : la sécurité électrique, enjeu stratégique
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Les Européens pensaient être à l'abri du black-out qui a touché la Californie ou l'Italie il y a quelques années… On redoutait plutôt, en effet, la stratégie gazière de la Russie, depuis le conflit russo-ukrainien, qui pourrait compromettre nos approvisionnements dans cette ressource stratégique… Visiblement, le 4 novembre nous a montré que nous n'étions pas non plus à l'abri d'incidents généralisés dans le domaine énergétique.
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Para Modernizar o Arquipélago e Ganhar Peso Internacional
TÓQUIO CRIA O MINISTÉRIO DA DEFESA
Criação do Ministério da Defesa no Japão, quebrando um tabú que datava de 1945. Terminou o pacifismo oficial, como nota o "Le Point". Modernizar o país e proceder a missões militares no exterior, reforçando o papel internacional de Tóquio são os objectivos do novíssimo ministério da Defesa criado por Shinzo Abe. Não deixa de ser interessante para a ilustração das élites portuguesas da área de Defesa e Segurança que Shinzo Abe determine como missão nº 1 da Defesa a modernização do arquipélago... Ou seja, a utilização das necessidades do aparelho militar e do "Segredo Defesa" como alavancas da modernização. No fundo e nos métodos, exactamente o que propus nas "Novas Fronteiras": utilizar a indústria da Defesa como defesa da Indústria, o imprescindível (para o país continuar a ter alguma capacidade negocial na cena global) reequipamento das Forças Armadas como alavanca do "Plano Tecnológico"... Aliás, basta estudar o histórico das NTIC em Portugal para saber que foi por aí que (apesar da ausência de uma estratégia inteligente e assumida) elas apareceram, "pegaram de estaca" e se têm desenvolvido e desenvolveram infra-estrtuturas do país graças ao "dual-use".
" Japon
Le retour de l'armée
Olivier Weber
C'est la fin d'un tabou. Exit le pacifisme officiel du Japon ! Désormais, le pays du Soleil-Levant compte un ministère de la Défense, ce qu'il s'était interdit depuis la fin de la Seconde Guerre mondiale et la défaite de l'empire de Hiro Hito. Un passage en force du Premier ministre, qui entend aussi réintroduire dans les écoles l'enseignement du patriotisme. Par cette spectaculaire double réforme, Shinzo Abe, un nationaliste pragmatique, veut moderniser l'archipel et surtout accroître son rôle sur la scène internationale. Quitte à autoriser des opérations de l'armée à l'étranger. Les Forces d'autodéfense - tel est leur nom officiel - pourraient ainsi être expédiées sur divers théâtres militaires, tant pour des missions de maintien de la paix que pour des opérations offensives. "
GUERRA DA INFORMAÇÃO: DEFINIÇÃO E DOUTRINAS
Sintética e muito interessante, esta ficha da "Infoguerre" sobre a "guerra da informação" e as doutrinas de vários estados sobre a matéria... No caso português, desnecessário é dizê-lo, o estado é nulo. Mas, como não é porque em Portugal a coisa seja ignorada que ela deixa de existir, convém ir tomando conhecimento...
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" Doctrines
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La guerre de l'information est un concept global qui fait désormais partie de la plupart des corps de doctrine militaire. Les composantes de la guerre de l'information sont vastes et encore mal perçue par la société civile. Pourtant elles touchent de nombreux domaines (Guerre économique, guerre électronique, piratage informatique, cyber-guerre, opérations psychologiques, guerre du renseignement …) et peuvent à terme conduire pour le pays qui les maîtrisera le mieux à une véritable domination de la sphère informationnelle. C'est ce que l'on nomme la domination informationnelle. Mais le champ d'application des composantes de la guerre de l'information ne se réduit pas à des utilisations militaires. On les retrouve désormais et de plus en plus dans des applications civiles. Les nouvelles logiques d'affrontements économiques ont fait se déplacer l'épicentre de la conflictualité moderne du champ d'application strictement militaire vers un champ d'application géo-économique. Seul l'observation de l'évolution du concept de guerre de l'information, et de ses composantes, dans les différentes armées du monde peut permettre de mieux nous armer et de mieux nous défendre contre les applications géo-économiques qui pourraient en être faite à l'encontre des intérêts de puissance de la France en particulier et de l'Europe en Général . A travers cette rubrique "Doctrines", infoguerre.com, souhaite donner à tout un chacun les moyens de mieux décrypter les menaces et les enjeux de la guerre de l'information.
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Doctrine Allemande
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Doctrine Américaine
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Doctrine Britannique
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Doctrine Chinoise
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Doctrine Française
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Doctrine Japonaise
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Doctrine OTAN
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Doctrine Russe
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" Sécurité Informatique, Nouvelles technologies, Enjeux de Puissance
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La sécurité de l'information constitue un enjeu majeur au vu du contexte de guerre économique afin de protéger la connaissance.
Face à ces conflits géoéconomiques, des mesures et moyens techniques répondent à leur besoin de perdurer et de vaincre sur le marché de la concurrence.
Cette haute sécurité informatique et technologique devient alors indispensable dans le cadre de la protection de la connaissance d'une grande puissance.
Logiciels
La veille stratégique permet la mise en place d'un système de surveillance de ses rivaux afin d'en tirer des avantages concurrentiels. Les sources d'acquisition de ces données sont aujourd'hui innombrables et Internet y joue un rôle primordial.
Internet est largement répandu aux Etats Unis et les entreprises en profitent. Près de 50 % des PME-PMI utilisent les recherches par le web.
La CIA a même développé un logiciel, utilisé par plus de 10 000 entreprises dans le monde, qui recherche automatiquement des informations sur Internet, les traite et les distribue aux départements intéressés.
Ces informations acquises peuvent être utilisées et surtout protégées par un choix minutieux d'équipements de haute sécurité des systèmes informatiques (système d'exploitation, logiciels, matériels).
Cependant, certaines entreprises restent vigilantes sur l'utilisation de tels logiciels propriétaires qui pourraient cacher des algorithmes de surveillance. L'analyse humaine reste la plus efficace pour repérer l'information susceptible de devenir stratégique.
En complémentarité des sources ouvertes, accessibles à tout individu, l'information grise reste difficile à trouver et les départements stratégiques utilisent d'autres ressources confidentielles, les stocke, les traite et en tire les meilleurs profits pour son développement.
La sécurité informatique des années quatre-vingts est dépassée et laisse place à la sécurité de l'information.
Face à cette dématérialisation des échanges et l'accès à l'information, les entreprises utilisent de nouveaux systèmes technologiques afin de trouver des logiciels libres à optimiser par leurs propres développeurs et assurer une meilleure protection de leur patrimoine.
Aspects de la sécurité
En effet, un aspect majeur de la sécurisation des données concerne non pas l'accès aux données mais la manière dont elles sont cryptées.
Un logiciel ou un système intitulé « Open Source » permet à tout utilisateur d'accéder aux sources du programme afin de comprendre le fonctionnement de l'algorithme et d'améliorer le programme pour répondre à des besoins spécifiques. Lors de l'achat d'un logiciel propriétaire l'utilisateur n'est en rien propriétaire de la technologie qu'il renferme.
Viennent alors s'ajouter plusieurs dépendances à ces techniques comme les schémas de cryptage asymétriques par des clés publiques et privées. En effet, il est impossible de savoir qui détient la clé de décryptage susceptible de décoder les données de l'utilisateur et cela pourrait s'étendre à un simple individu comme une entreprise ou encore un gouvernement.
Rapport à la Puissance
États-Unis, Japon, Royaume-Uni possèdent la plus grande culture de sécurité de l'information. La gestion des risques informatiques s'y intègre de plus en plus et ne reposent pas uniquement sur des approches techniques, mais aussi organisationnelles, réglementaires et juridiques.
Aujourd'hui, en France, se pose le problème du projet de loi DADVSI (droit d'auteur et aux droits voisins dans la société de l'information). Officiellement adopté afin d'empêcher le contournement des mesures de protection et ainsi de lutter contre le piratage.
Le DRM (Digital Right Management) est un sujet omniprésent du monde du numérique.
Il s'agit de la gestion des droits numériques par une technologie qui se répandrait dans les fichiers et dans le matériel. Le projet de loi DADVSI veut s'appuyer sur les DRM comme mesures techniques de protection et d'information dans le domaine des droits d'auteur.
Les DRM ne sont pas des formats ouverts. En effet, il est impossible de voir le contenu du programme et donc de savoir quand il est susceptible de s'exécuter sur notre système, à quel endroit, pour combien de temps et surtout pour quelles raisons.
De grands groupes informatiques internationaux équipent déjà leurs logiciels de cette technologie et des mises à jour sont constamment demandées afin d'améliorer ces programmes.
Il serait alors intéressant de s'interroger sur le développement qui pourrait, faire prendre conscience aux États et entreprises de l'importance de son indépendance sécuritaire, de l'information et de la technologie, peut être en le liant à un univers différent comme celui de l'« Open Source ».
Etats et entreprises pourraient mettre en place une infrastructure assurant cette protection et de favoriser de façon conjointe l'émergence d'un secteur dédiée à la sécurisation de l'information et celui des centres nationaux de recherche.
Ces deux acteurs sont aujourd'hui menés à entreprendre un choix technologiques régies par des enjeux économiques et informationnels dans le cadre des pôles de compétitivités associant chercheurs, écoles d'ingénieurs et entreprises afin de fédérer des organismes vers un patriotisme économique et une politique de sécurité nationale. "
Nick Vilaihongs
Hub du Libre
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MEGATRENDS E OUTRAS PÉROLAS
NA ÚLTIMA EDIÇÃO DO I. O . L.
A última edição do Intelligence Online, de 22/12/2006, tem, como é habitual, verdadeiras pérolas sobre factos "curiosos", vidé caso do vídeo esquecido, mas sobretudo revelações e abordagens aos megatrends referentes às grandes mudanças em curso e acerca das quais é fundamental e decisivo possuir toda a inteligência, sendo que as élites portuguesas (com excepções tanto mais notáveis quanto raras, caso de José Carlos Zorrinho e, a outro nível, de José Sócrates) não possuem nem a noção de que tal existe... Veja-se o caso da tendência chinesa em I & D, o do assalto americano ao mercado europeu da informação e como o Pentágono se colocou no coração da mudança do modelo energético. O acesso aos textos na sua totalidade exige uma assinatura do Intelligence on Line:
Le Pentagone au cœur de la politique pétrolière
Premier consommateur de carburant aux Etats-Unis, le département de la défense (DoD) cherche par tous les moyens à réduire sa facture énergétique et à limiter sa dépendance vis-à-vis des pays du Moyen-Orient, au premier rang desquels l'Arabie Saoudite. [...]
Pékin - Le MOST à l'avant-garde
Alors qu'un récent rapport de l' OCDE estime que le budget de recherche et développement de la Chine arrivera en 2006 en deuxième position, derrière celui des Etats-Unis mais devant celui du Japon, les spécialistes européens du contre-espionnage considèrent que cette avancée chinoise est en partie due à des opérations de siphonage technologique et d'espionnage humain à l'échelle de la planète. (...)
Moscou - Vidéo oubliée
Passé totalement inaperçu, un témoignage intéressant d' Alexander Litvinenko , l'ex-agent du FSB assassiné à Londres au polonium 210, a été enregistré en 2004 par un journaliste australien, Nick Lazarides . (...)
Londres - First Advantage s'implante en Europe
Géant américain de l'enquête de solvabilité et des background checks , First Advantage qui est coté au Nasdaq s'est diversifié, ces dernières années, dans les investigations électroniques et financières. (...)
Londres - Le renseignement, nouveau marché
Plusieurs consultants américains, sous-traitants réguliers des services de renseignement à Washington, cherchent à exporter leur modèle en Europe et tentent d'obtenir des contrats auprès des services britanniques. (...)
PORTUGAL VISTO PELA
"CONJONCTURE HEBDO"

Portugal: lent réveil de la croissance
Le Portugal sort lentement de la crise : la croissance devrait atteindre 1,4% cette année après un maigre 0,3% l'an passé. Alors que la demande interne fait du surplace, ce sont les exportations (notamment vers l'Allemagne) qui font l'essentiel de la croissance. Mais les points noirs de l'économie portugaise perdurent : les gains de productivité sont faibles et la population active est relativement peu qualifiée.
PIB, variation annuelle en % et en volume. Source : FMI
ENERGIA: ACORDO ESTRATÉGICO
DA GAZ DE FRANCE COM A GAZPROM
" GDF sécurise son approvisionnement en gaz russe jusqu'en 2030
Gaz de France a signé mardi un accord prolongeant son approvisionnement auprès de Gazprom jusqu'en 2030. En retour, le géant russe gagne un accès direct aux consommateurs finaux en France.
Gaz de France a sécurisé ses approvisionnements en gaz russe en prolongeant de 18 ans un accord qui courait jusqu'en 2012 et portait sur douze milliards de m3 par an. Outre ces 12 milliards annuels, Gaz de France recevra 2,5 mds de m3 supplémentaires de gaz russe par an à compter de 2010 lorque le gazoduc germano-russe sous la Baltique, le Nord Stream, entrera en service. "Ce sont presque 200 milliards de m3 de gaz que nous venons de signer, environ 140 de reconduction et 50 nouveaux qui transiteront par le gazoduc de la Baltique", a souligné le PDG de GDF, Jean-François Cirelli, lors de la cérémonie de signature de contrat au siège de Gazprom à Moscou. Ce contrat représente environ deux milliards de dollars par an. Le groupe russe fournit 20% du gaz de GDF.
Gazprom, qui ambitionne de développer ses activités sur l'ensemble de la filière gazière en Europe, va de son côté pouvoir vendre jusqu'à 1,5 milliards de m3 annuels de gaz en direct aux clients finaux (entreprises et particuliers) sur le marché français. Et ce à compter d'octobre 2007, ces volumes lui étant rétrocédés par GDF. "C'est un bel exemple de la réussite de la stratégie de Gazprom visant l'alimentation des clients en aval en Europe", s'est félicité le PDG de Gazprom, Alexeï Miller. Le géant russe, qui veut s'imposer comme un acteur de la distribution sur les marchés européens, a inauguré en novembre à Paris sa filiale française de vente directe de gaz. Fournisseur indispensable des Européens, auxquels il livre 26% de leur consommation de gaz, Gazprom a déjà annoncé à la mi-novembre un accord avec son homologue italien Eni, précédente étape de son offensive européenne. Gazprom va ainsi pouvoir vendre directement son gaz en Italie à partir de 2007. En contrepartie, le russe a prolongé son contrat de fourniture de gaz à Eni jusqu'à 2035.
avec AFP
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Sur le même thème
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UNIVERSIDADES: CONDIÇÕES PARA
COMPETIR NO MERCADO MUNDIAL...
O Tribunal de Contas de França avisa as universidades da necessidade se fundirem para ganhar condições para integrar a competição mundial, pois considera que actualmente não têm dimensão... Imagine-se agora o que diria se analisasse o caso português, com as suas universidades de vão de escada! Há muito que o meu amigo J.A. Maltez vem a avisar sobre o disparate da proliferação de cogumelos, perdão, das "universidades", cá no burgo. E até costuma dizer que "vão ver quantas universidades há na Irlanda..."
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"La Cour des compte s'attaque à l'éparpillement des universités en Ile-de-France
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La Cour des comptes appelle les établissements d'enseignement supérieurs à s'unir, voire à fusionner pour s'intégrer dans la compétition mondiale. L'Etat devrait être le pilote de cette stratégie, tout en leur donnant plus d'autonomie." Lire >>
The Latest from FP Passport
ExxonMobil’s view of the never-changing world
CNN Special Alert: Obama rhymes with Osama
Blogging will reach its peak next year
World’s tallest man saves two Chinese dolphins
The Egyptian Muslim Brotherhood’s karate army
President Bush backs the Darfur round
Winston Churchill explains why it’s impossible to map Afghanistan
VLADIMIR PUTIN

(esta personagem não está no último James Bond... Está no Kremlin!)
SEM COMENTÁRIOS
(mas com uma chamada de atenção para o savoir-faire da filha, Marine Le Pen)

TOP STORIES
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By THOM SHANKER and JIM RUTENBERG
President Bush said that the U.S. should expand the size of its armed forces to cope with what he suggested would be a long battle against Islamic extremism." Ler AQUI
BRUXELAS DESCOBRE O MAR
ver AQUI
Ministers make first move to keep EU seas and oceans clean
MODELO ENERGÉTICO EM MUDANÇA
Energies renouvelables : le Conseil en faveur d'investissements plus massifs dans la recherche
Plus de 50% du budget du 7ème programme-cadre de recherche sur l'énergie non nucléaire seront dédiés aux énergies renouvelables et à l'efficacité énergétique dans les utilisations finales.
Council increases renewables-research funding
More than 50% of the FP7 non-nuclear energy research budget will be dedicated to renewable energy and energy end-use efficiency.
Support for EU energy policy waning, poll shows
Most Europeans prefer decisions on energy issues taken at national or local level, according to an opinion survey published just weeks ahead of major new Commission proposals.
RÚSSIA: DO USO DA NET
Artigo bem informado do Libération sobre A explosão do blogging na Rússia, como antídoto à repressão e ao controle dos media. Ver ainda este memorandum sobre as transformações democráticas da net russa.
MUDANÇAS EM CURSO
NA ORDEM NUCLEAR...
Uma interessantíssima abordagem da Stratfor à actual questão do nuclear e da sua proliferação... "This shift in the actions of the major nuclear powers has not gone unnoticed elsewhere. Germany has effectively said it expects that the world will soon have to live with a nuclear-armed Iran, and that sanctions, while necessary, will do little to stop Iran from acquiring a nuclear capability. And Israeli Prime Minister Ehud Olmert, in his "slip" on the existence of Israeli nuclear weapons, reminded the United States, Russia and China that Israel is not willing to accept a change in Iran's nuclear status, even if these three powers are resigned to (or are tacitly encouraging) a nuclear-armed Iran. Olmert was voicing the concern in Israel -- and elsewhere -- that the prohibition on the proliferation of nuclear weapons might be weakening, and that the law of nuclear deterrence may not hold if pre-emptive measures need to be taken.
This concern was also seen in outgoing U.N. Secretary-General Kofi Annan's Dec. 18 parting comments to Japan on the 50th anniversary of Tokyo's entrance into the United Nations. Annan urged Japan to stick to its non-nuclear stance, saying a country does not need nuclear weapons to achieve greatness. That Japan, the only nation to be on the receiving end of nuclear weapons, has allowed a public debate on developing nuclear weapons is perhaps the most striking example of the changing view of nuclear weapons acquisition. Tokyo wants its own nukes, even if it continues to profess a non-nuclear stance. And Japan has the capability and resources to produce nuclear weapons in short order, and the capability to deliver such weapons in a time of conflict.
And this brings us back to that post-Cold War shift in international relations. While the initial response was a rush to prevent the further proliferation of nuclear weapons to new and "rogue" states, there was another shift taking place at the same time -- the tattering of the nuclear umbrella. Without the threat of global war from any regional conflict, the nuclear protection extended by the United States or the Soviets to their allies -- and to states within their respective spheres of influence -- was no longer a given. The major powers came to view such protection as more of a strategic cost-benefit analysis. Would Washington risk a nuclear exchange over the future of South Korea, for example, if it didn't necessarily impact the global balance with another superpower?
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" Changing Views of Nuclear Proliferation
By Rodger Baker
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The six-party talks on North Korea's nuclear program have restarted in Beijing, with Pyongyang demanding acceptance as the world's latest nuclear power. This is clearly a nonstarter, given the number of times the U.S. chief negotiator to the talks, Assistant Secretary of State Christopher Hill, has made clear that the United States will not accept North Korea as a nuclear power.
Perhaps coincidentally, on the same day the six-party talks resumed, U.S. President George W. Bush signed the Henry J. Hyde United States-India Peaceful Atomic Energy Cooperation Act, the formalization of the March 2 handshake agreement between Bush and Indian Prime Minister Manmohan Singh. With this deal, India gains access to nuclear technology from members of the Nuclear Suppliers Group despite its failure to accede to the Nuclear Nonproliferation Treaty. The special dispensation for New Delhi effectively ends U.S. punishment of India following its 1998 nuclear tests, when India unilaterally declared itself a nuclear weapons state.
While there are innumerable differences between India and North Korea, including their relations with the United States and their international positions, the dichotomy in U.S. action raises a question: Is it a viable assumption that nuclear states will refrain from the proliferation of nuclear weapons technology or act to prevent the spread of such systems? This becomes an even more critical question amid Iran's very public efforts to pursue civilian nuclear technology (and only thinly veiled efforts to seek nuclear weapons), and as Japan more openly confronts its own prohibition on the development of a nuclear weapons capability.
The 1945 use of nuclear weapons by the United States against Hiroshima and Nagasaki began a new era in warfare -- one in which an entire enemy city could be destroyed by a single strike. This triggered a nuclear race among other major nations, with Russia testing its first nuclear weapon in 1949, followed by the United Kingdom in 1952, France in 1960 and China in 1964. Israel is believed to have gone nuclear only a few years later. In these early years of nuclear weapons development, the investment necessary to join the nuclear club -- measured not only in financial terms but also in resources and brain power -- was rather substantial, thus limiting the number of countries able to develop nuclear weapons.
By the 1960s, as the Cold War settled into a routine and nuclear weapons delivery systems shifted from land- and air-based to sea-based as well, completing the nuclear triad, the concept of mutually assured destruction (MAD) became well-established, in theory if not in name. The balance of nuclear power between the United States and the Soviet Union led to the building of frameworks to avoid any "accidental discharges" of nuclear weapons and to control the proliferation of such weapons (particularly following the Cuban missile crisis). As technology and resources became more readily available, more attention was paid to preventing additional countries from joining the nuclear club.
There was another spurt of nuclear activity in the 1970s by second-tier nations, including South Korea, South Africa and Iraq, as well as India and Pakistan. Seoul's program was stopped by U.S. threats to vacate the peninsula (and leave South Korea undefended against potential North Korean aggression). Baghdad's development program was cut short by an Israeli airstrike in 1981. South Africa ultimately developed and produced a few nuclear weapons (only to later disable them after the end of the apartheid era). India's nuclear program came to fruition in the 1970s, with Pakistan developing the capability to produce a weapon in the late 1980s.
With the end of the Cold War and the collapse of the Soviet Union came a new international urgency to rein in the number of nuclear weapons on the planet and constrain the number of countries that possess such systems. The only former Soviet state "allowed" to keep nuclear weapons was Russia, which, incidentally, also retained MAD parity with the United States. As if to test this new push to reduce nuclear weapons access, North Korea accelerated its program in the late 1980s, creating at least a rudimentary device by the early 1990s. This sparked the first of a series of nuclear "crises" that served as bargaining chips for the regime on the international scene -- particularly in Pyongyang's relations with Washington.
As the first of these nuclear crises heated up, the United States, under then-President Bill Clinton, began preparing for a strike against North Korea -- potentially with nuclear weapons. Such was the intensity with which the United States opposed the proliferation of nuclear weapons and technology. While a negotiated settlement was eventually achieved (the so-called Agreed Framework), Washington made it very clear that it would never accept North Korea as a nuclear state and threatened, even if unofficially, a first-strike option to keep Pyongyang from crossing the nuclear Rubicon by testing a device.
This threat stood for more than a decade, and it served in part to constrain North Korea's actions. For Pyongyang, ambiguity in its nuclear capability meant it had room to negotiate. Confirmation of nuclear capability was a bridge too far -- something that would invite U.S. military action. North Korea wanted to be threatening enough to force negotiations, but not cross the line into being threatening enough to force military action. That line was always the testing of a weapon. In October 2006, however, that line was crossed -- and the result was a resounding nothingness, aside from sanctions on iPods and expensive liquor. Something apparently had changed.
North Korea looked to the examples of India and Pakistan when making its decision to test. When India and Pakistan carried out their nuclear tests in 1998, there was an international outcry as the two states broke into the nuclear club -- and a high level of concern that the already contentious relations between India and Pakistan could quickly degrade into a nuclear exchange. While the latter fear has not (yet) come true -- even as India and Pakistan engaged in the 1999 Kargil conflict -- what perhaps has been even more notable is the general acceptance of both India and Pakistan as nuclear states. Despite initial sanctions, strictures and demands for accession to international nuclear conventions, neither New Delhi nor Islamabad have been severely isolated or punished for breaking the taboo and testing weapons.
In part, this was because it was a known secret that India and Pakistan had developed nuclear devices and weapons even before the 1998 tests, which were more verifications than true breakthroughs in capability. But there were larger issues at play. A decade after the Cold War structures began crumbling, the United States had begun looking at India in a different light, no longer viewing it as a nonaligned nation leaning left but as a potential ally on the international arena, particularly amid growing concern over the rise of China. The United States decoupled its relations with Islamabad and New Delhi, making it clear during the Kargil crisis that there was no longer a zero-sum set of relationships.
The 9/11 attacks against the United States quickly altered Washington's slow movement away from Pakistan as well, making Islamabad's cooperation key to U.S. military operations in Afghanistan. One of the first steps in this was to ensure that Pakistan's nuclear arsenal was secure. And this the United States did, though in a relatively low-key manner. With a handle on Pakistan's nuclear program and a need for Islamabad's continued acquiescence to U.S. operations in Afghanistan, Washington was then more free to move forward with redefining its relations with India -- and accepting India's role as a nuclear-capable state. The verbal nuclear agreement between Bush and Singh in March 2006 demonstrated that a new line of thinking on U.S. nuclear policy had already taken hold.
Two key elements of U.S. nuclear policy became apparent under the post-9/11 Bush administration. First, Washington was shifting from the MAD concept to the very real possibility of using tactical nuclear weapons as practical military tools (e.g., for bunker-busting) and not just as symbols of deterrence or as weapons to destroy whole cities. The second was that Washington, while strongly opposed to proliferation, would use negotiations as a tactic to deal with existing nuclear states, and would seriously consider military operations for dealing with states attempting to develop nuclear weapons. The combination of minimal punishment for Pakistan, preferential treatment for India and the sense that proven nuclear capability would prevent pre-emptive U.S. strikes caused Pyongyang to significantly rethink its own nuclear negotiating strategy.
But Pyongyang was not alone in its decision-making process. Beijing also played a critical role, and Moscow a secondary one. Patrons from the Cold-War era, China and Russia are longtime allies of North Korea. Both states still wield a fair amount of influence on the country, and while they might not be fully able to shape North Korean behavior, they can dissuade Pyongyang from taking certain actions -- such as testing a nuclear device. North Korea's July missile tests, in the face of international warnings and U.S. threats to test anti-missile systems on any North Korean launch, were a probe by both North Korea and China to see the full extent of U.S. capability and willingness to follow through on its threats. The answer was that Washington, while willing to threaten, was apparently not willing to act.
The sanctions and strongly worded statements toward North Korea after the missile tests did little but embolden Pyongyang. And Beijing supported the course of action leading toward the nuclear test -- despite public protestations to the contrary. North Korea's entry into the nuclear club (whether officially accepted or not) has clearly become a de facto reality. China did not oppose the test in any meaningful way, and more likely gave tacit support. Surely Beijing could have put more pressure on North Korea if it had truly opposed the impending test. And the United States, by not reacting in any concrete way, has basically accepted the reality of a North Korean nuclear capability, six-party talks notwithstanding.
There has been a significant shift, then, in global nuclear posturing. North Korea has become a demonstrated nuclear state. While it might not have had the most successful of nuclear tests, there is little doubt that North Korea can explode a nuclear device -- even if delivery options remain limited. The impact of the test on North Korea has been a few condemnations, minimally enforced sanctions and the restart of a multistate dialogue on North Korean nuclear capabilities, which gives North Korea a place at the big boys' table. There is little that could encourage or force Pyongyang to give up the nuclear capability now that it has demonstrated it.
If India can be given access to nuclear technologies despite refusing to accede to international nuclear treaties, and if North Korea can carry out a nuclear test without any punitive response, what now prevents other states, such as Iran, from accelerating their nuclear programs? And has Washington in its deal with India, and Beijing and Moscow in their tacit approval of the North Korean nuclear test, shown that public opposition to the spread of nuclear weapons is more noise than substance?
This shift in the actions of the major nuclear powers has not gone unnoticed elsewhere. Germany has effectively said it expects that the world will soon have to live with a nuclear-armed Iran, and that sanctions, while necessary, will do little to stop Iran from acquiring a nuclear capability. And Israeli Prime Minister Ehud Olmert, in his "slip" on the existence of Israeli nuclear weapons, reminded the United States, Russia and China that Israel is not willing to accept a change in Iran's nuclear status, even if these three powers are resigned to (or are tacitly encouraging) a nuclear-armed Iran. Olmert was voicing the concern in Israel -- and elsewhere -- that the prohibition on the proliferation of nuclear weapons might be weakening, and that the law of nuclear deterrence may not hold if pre-emptive measures need to be taken.
This concern was also seen in outgoing U.N. Secretary-General Kofi Annan's Dec. 18 parting comments to Japan on the 50th anniversary of Tokyo's entrance into the United Nations. Annan urged Japan to stick to its non-nuclear stance, saying a country does not need nuclear weapons to achieve greatness. That Japan, the only nation to be on the receiving end of nuclear weapons, has allowed a public debate on developing nuclear weapons is perhaps the most striking example of the changing view of nuclear weapons acquisition. Tokyo wants its own nukes, even if it continues to profess a non-nuclear stance. And Japan has the capability and resources to produce nuclear weapons in short order, and the capability to deliver such weapons in a time of conflict.
And this brings us back to that post-Cold War shift in international relations. While the initial response was a rush to prevent the further proliferation of nuclear weapons to new and "rogue" states, there was another shift taking place at the same time -- the tattering of the nuclear umbrella. Without the threat of global war from any regional conflict, the nuclear protection extended by the United States or the Soviets to their allies -- and to states within their respective spheres of influence -- was no longer a given. The major powers came to view such protection as more of a strategic cost-benefit analysis. Would Washington risk a nuclear exchange over the future of South Korea, for example, if it didn't necessarily impact the global balance with another superpower?
This concern already has been seen clearly in the realm of conventional weapons, with countries like South Korea and Japan pursuing significant arms purchases, technological advancements and military restructuring to take into account the change in the U.S. strategic outlook. It is no surprise, then, that this concern moves into the nuclear realm as well. North Korea certainly considered its loss of ensured military support from China and Russia in its decision to pursue a nuclear program. Japan, South Korea and others are undoubtedly considering similar paths, if only in hushed voices in dimly lit rooms. And former Soviet states, particularly those in Central Asia, could be looking at their own future security and balancing their own interests between three nuclear powers -- Russia, China and the United States.
Nuclear proliferation has long been an international concern -- at least publicly. The transfer of technology and nuclear materials, international safeguards and inspection protocols, social and moral concerns and retaliatory fears have all played a role in keeping the number of nuclear states at a minimum. But the fear of retaliation is beginning to fade at the same time North Korea shows that even the most isolated and technologically limited of states can develop such weapons systems. And once a nation crosses the nuclear threshold, giving up nuclear weapons must be an internal choice (as seen previously in South Africa). Forcing a country to give up such weapons is only possible if one is willing to risk a nuclear exchange. "
Inteligência Chega à Imprensa Portuguesa
PARABÉNS A JOSÉ MANUEL FERNANDES
" Cem especialistas a pensar
A Public Intelligence traduz-se na participação de novos actores, públicos e privados, na geração de conhecimento de suporte à tomada de decisão. Impulsionado pelas novas tecnologias, o conceito tem tido um impacto significativo na forma de "fazer" jornalismo. No início de 2007, o PÚBLICO e a Inteli lançam o primeiro fórum on-line que permitirá criar um espaço dentro deste novo paradigma.
Por Catarina Selada e José Rui Felizardo* "
(Estupidamente sem link... Esperemos que, na remodelação de Janeiro, José Manuel Fernandes resolva também este detalhezinho que transforma o "Público" num espaço fechado)
O RISCO FINANCEIRO
nota dos RG franceses sobre
modos de ataque às empresas
" Les attaques financières, principale menace contre les entreprises, selon les RG
"L'attaque financière représente l'arme favorite d'une guerre économique toujours plus virulente. Les vols de documents ou le piratage informatique, tellement craints, figurent loin derrière dans le palmarès des attaques contre les entreprises françaises établi par la section financière de la Direction centrale des renseignements généraux (DCRG). Dans une note intitulée "Intelligence économique défensive : physionomie nationale du risque financier", consultable dans son intégralité ci-contre (1), les spécialistes des RG remettent en cause quelques idées reçues bien ancrées. " Continua AQUI
Télécharger la note (muito, mesmo, muito interessante...)
OBSERVATÓRIO DA JIHAD
"Eles estão no meio de nós
posted by Sliver @ 7:29 PM "
SALVAR AS ENFERMEIRAS BÚLGARAS
DA AMEAÇA TERRORISTA DE KHADAFI
Malgré des preuves irréfutables, la Libye confirme la condamnation à mort des infirmières bulgares et du médecin palestinien accusés d'avoir infecté des enfants avec le VIH.
mercredi 20 décembre 2006 - 06:00
Pour la peine de mort à Tripoli. TRIPOLI (AFP), La justice a condamné à mort à Tripoli les 5 infirmières bulgares et le médecin palestinien accusés d'avoir délibérément inoculé le sida à 400 enfants libyens, et détenus depuis 7 ans.
O angelismo de muitos ocidentais que vêem nas populações do "terceiro-mundo" (eu sei, a expressão está fora de moda mas ainda não foi substituída...) uns bons selvagens, desprovidos das coisas que no Ocidente se considera darem qualidade à vida, e que num ímpeto tão generoso quanto impensado decidem ir junto deles fazer a sua "boa acção" e levar-lhes conforto (pensam eles) espiritual e material, esse angelismo encontra rapidamente os seus limites. E às vezes de forma dramática.
Esse angelismo fornece ainda os "recursos humanos" necessários a uma verdadeira indústria em expansão. A indústria da "ajuda internacional", gerida por umas ONG que são já uma outra forma de verdadeiras empresas multinacionais... Mas isso são contas para outra altura.
Agora importa tirar de Tripoli as pobres enfermeiras búlgaras que uns fanáticos medievais querem sacrificar ao seu ódio. E que Khadafi está disposto (mais uma vez...) a assassinar!
Soutien aux infirmières bulgares. SOFIA (AFP), Un homme agite des drapeaux bulgares lors d'une manifestation à Sofia en soutien à cinq infirmières bulgares détenus en Libye depuis sept ans. Ces infirmières, accusées d'avoir délibérément inoculé le sida à 400 enfants, ont été condamnées à mort. © 2006 AFP
MINETES, ATESTADOS DA COISA, AMIGOS DA ONÇA E MAÇONARIA
no "je-suis-snob" da ana anes
Ana Anes, minha querida amiga, está em grande forma e bem focada... Em escassas linhas, numa prosa viva, explica a Maçonaria e certos "amigos da onça", sugere bons minetes como prenda de Natal muito querida pelas mulheres e explica a diferença entre um bom minete e ter um S. Bernardo a lamber entre as pernas e, ainda, passa atestados de competência mineteira... O melhor é mesmo lê-la no "Je suis snob" ou clicando nos links abaixo:
Os amigos do Gadu, leia-se, da Onça.
OS HOMENS E OS MINETES
Atestado de Competência mineteira
NOSTRADAMUS DE HOJE
ou do catastrofismo como arma
de estratégia indirecta e como
manobra de perceptions management
Não resisto à tentação de transcrever na íntegra um texto recente de François-Bernard Huyghe a propósito - e muito a propósito - da recente vaga catastrofista, evolução muito hegeliana do credo do progresso, com seus aprendizes de "nostradamus" de linguajar científico. A coisa não mereceria grande atenção nem discussão se, com base nessas profecias de carácter tecnolês, não se assentassem decisões políticas de estado e de compromissos inter-estados (vidé Kyoto...) com custos de dimensão incontrolável e sem quaisquer resultados positivos previsíveis. Nesta perspectiva, podemos mesmo colocar a questão de saber se tal tipo de "documentos" produzidos por tais "profetas" não configura (havendo ou não disso consciência dos seus autores e repercutores - e a Net é um campo fabuloso de repercussão!) casos de uso e abuso de manobras de perceptions management com vista a limitar estratégias de outros estados...

" Stratégie, anticipation et prédiction
Au moment où les prédictions sur le réchauffement de la planète prolifèrent et où réapparaissent des futurologues du type homo nostradamus (voir l'histoire de l'avenir de J. Attali), le rappel de quelques évidences sur les façons récurentes de prévoir l'avenir
Que toute stratégie suppose une part d’anticipation, c’est une évidence : elle requiert la capacité de prédire à la fois les conséquences de ses propres actions, celles d’un adversaire qui cherche à les prévoir et à les contrarier, et la façon dont ces deux forces rétroagissent dans un environnement lui-même changeant. Mais tout prévision de ce type s’interpréter par rapport aux croyances d’une époque relatives à l’avenir en général et à sa connaissance. C’est ce que l’on pourrait nommer la doxa ou l’idéologie du futur attendu : tout un ensemble de préconceptions relatives aux grandes tendances technologiques, culturelles, économiques… Plus la confiance qu’accorde l’esprit du temps aux diverses formes de calcul et d’évaluation du probable.
Et en ce domaine, le ciel des idées est particulièrement encombré. Car l’impératif postmoderne de l’instantanéité fait bon ménage avec le fantasme de la prédictibilité. Ni les échecs des philosophies de l’Histoire, ni ceux des prévisionnistes n’ont découragé les prophètes.
Version rose : un sens de l’histoire déterminé par la technologie. À l’extrême, les futurologues deviennent « futurocrates », et l’anticipation se conjugue à l’impératif : est juste, bon et nécessaire ce qui contribue à l’avènement du monde promis. Sous son apparent désordre, l’innovation perpétuelle suit une direction. Seuls la distinguent déjà les esprits les plus éclairés.
Version grise : les citoyens exigent de la techno-science qu’elle les garantisse des risques qu’elle provoque. Ils veulent une assurance contre l’aléa du changement, une garantie contre les conséquences de l’invention. Ils réclament du durable, du contrôlable, du traçable, du vérifiable. Ainsi, le principe de précaution entraîne une futurologie de la peur et une anticipation du remords. Écoutons les prophètes de malheur : la raison du pire est toujours la meilleure.
Cette obsession de l’avenir calculé a aussi un passé. Dans les deux cas, il faut remonter à plus de trente ans en arrière pour comprendre pourquoi la vieille plaisanterie qui veut que la prédiction soit aléatoire, surtout quand il s’agit de l’avenir, nous laisse si froids. Et pourquoi plus ça change, plus ça prédit.
Sens unique
Bien sûr, la croyance au Progrès comme direction suivie par l’humanité, est bien plus ancienne. Bien sûr, ses frères jumeaux le décadentisme, le catastrophisme et le tout-fout-le-campisme ne sont pas moins anciens. Bien sûr, dès la seconde moitié du XIX° siècle toute une littérature d’utopie ou d’anticipation décrit en ses détails le monde qui vient et ses drôles de machine. Les visions d’un Jules Verne, d’un H.G. Wells ou d’un Robida y côtoient les pronostics d’un Edward Bellamy ou d’un Giffard, moins illustres (1). Dans ce joyeux bric-à-brac le "téléphonoscope" voisine les bicyclettes volantes à hélices.
Mais il faut attendre l’après-guerre pour que la prévision se veuille scientifique et systématique... La prospective monte avec les courbes de P.N.B. des trente glorieuses. Et la futurologie devient valeur politique : elle devient la pierre de touche des décisions justes et des stratégies efficaces.
De ce point de vue, le rappel des travaux des innombrables commissions "de l’an 2000” ne le dispute en humour involontaire qu’à la relecture des Gosplans. En mettant bout à bout quelques anticipations savantes, cela donnerait : 1946 : le spectateur se lasse de la télévision. 1961 : régression du marché informatique. 1967 : un aspirateur atomique dans chaque foyer. 1969 : le bulletin météo est exact à 100% et le climat bientôt contrôlé. 1973 : alimentation synthétique, voitures non polluantes et chute du cours du pétrole. 1980 : les U.S.A. fonctionnant à 100 % à l'énergie solaire. 1990 : fin du chômage grâce à l'ordinateur. 1993 : épuisement du plomb, du fer ou de l'aluminium, du pétrole. 2000 : la Terre peut faire vivre 20 milliards d'hommes avec un revenu cinq fois supérieur à celui d'un Américain des années (2)
Dans un grand bêtisier de ce genre, tel essai sur l’effondrement du capitalisme voisinerait avec telle analyse sur l’inévitable conflit sino-soviétique ou sur la finlandisation de l’Europe. Les travaux des commissions du Plan français des années soixante qui n’ont vu venir ni Mai 68, ni la crise du pétrole ni la montée du chômage répondraient à ceux des futurologues américains qui annonçaient pour des dates aujourd’hui révolues la généralisation des machines à traduire et enseigner. On pourrait encore juxtaposer tel tableau de la maison de l’an 2000 - une ménagère entourée d’hologrammes et d’ordinateurs cuistots - et telle description d’un monde retournant aux éoliennes et à la propulsion hippomobile. En effet, les prédictions pessimistes ne seraient pas en reste : la coïncidence tragique de la surpopulation, coïncidant avec des carences d’énergie et de matières premières plus la pollution devait entraîner la fin prochaine des sociétés développées. La croissance-zéro suscita aussi son lot de fausses prophéties et ses délires chiffrés.
Il y a vingt, trente ans, quarante ans, qui eût osé affirmer : “En l’an 2000, il n’y aura pas d’État universel, nous n’aurons pas colonisé d’autres planètes, ni adopté la croissance-zéro et l’énergie solaire.. Il y aura toujours des guerres d’indépendance et des pauvres, des épidémies incontrôlables et des fanatismes religieux. Nous nous déplacerons dans des voitures à essence et les enfants apprendront encore dans des locaux dénommés écoles.” ? En ce temps-là, les plus timorés croyaient au moins au téléenseignement, aux fusées individuelles, à la mort de l’État ou à l’exploitation des fonds sous-marins. Le réel est un terrible réactionnaire.
Mais prédire, c’est souvent aussi redire : ne pas remettre en cause la permanence de certaines données ou attendre toujours des inventions sans cesse repoussées. Par exemple, imaginer que nous fabriquerions des lunes artificielles mais pas que le communisme puisse s’effondrer- comme Herman Kahn dans L’an 2000 (3).
Le futur au pouvoir
Le côté bouffon de la chose ne doit pas dissimuler l’essentiel : pareille foi en un avenir maîtrisé reflétait bien plus qu’une confiance exagérée en la science ( « en telle année, ceci sera inventé »). Elle traduisait une idéologie structurée. Ce fut d’abord celle de la société postindustrielle : le passage d’un monde où machines et les hommes travaillent à produire des biens tangibles à un monde organisé autour de la production de connaissance.
Cette utopie postindustrielle dont les tenants les plus brillant sont Daniel Bell et Kenneth Boulding, attend d’abord le règne de l’abondance généralisée (ce qui, soit dit en passant aurait réfuté le marxisme alors prédominant chez les intellectuels). En arrière-plan quelque chose qui ressemble à une fin de l’histoire ou au règne des choses attendu depuis Saint-Simon. Une société des loisirs et de la connaissance où les individus s’épanouiraient dans la recherche de modes de vie diversifiés et d’expériences variées. Telle semblait être la promesse de l’avenir. Seul le retard des mentalités pouvait y faire obstacle.
Les succès de l’ordinateur et des nouvelles technologies rencontrèrent ce courant et en provoquèrent la conversion à un autre thème, celui de la « société de l’information » .
Un Alvin Toffler, auteur de best-sellers, mais méprisé par les intellectuels français incarne parfaitement ce passage. Il prophétise une société de la communication et de l’immatériel. Individualité, obsolescence, vitesse et changement en forment les valeurs cardinales. Voici, après la révolution agricole et l’industrielle, la « troisième vague » ; elel est « hétérogénéisante ». Toffler y voit le "passage d'une économie reposant sur la satisfaction d'un petit nombre de besoins viscéraux à une économie visant à satisfaire aussi bien des exigences infiniment variées de la psyché" (4) Tout discours extatique sur la libération par les NTIC, l’immatériel, l’entreprise en réseau, la cyberdémocratie et autres coquecigrues professées par les dévots d’Internet est là en puissance, depuis plus de trente ans.
Mais pas d’angélisme : Toffler est un penseur de la chose militaire fort influent au Pentagone. Il envisage d’inévitables conflits entre les sociétés « de troisième vague » et celles qui sont encore agricoles ou industrielles. Rappelons aussi que la géostratégie américaine est dominée par trois modèles –Huntington, Fukuyama, Toffler – trois façons de figer l’Histoire, dans l’essence des civilisations, par la perfection du modèle politique qu’elle atteint, ou comme reflet du changement technique.
Le reproche du futur
Le paradoxe de la technophillie heureuse est de croire la science capable d’anticiper à la fois ce qu’elle n’a pas encore réalisé et ce qui en résultera. Mais il y a aussi un paradoxe de l’anticipation inquiète. La première nous garantissait la fin de l’Histoire, la seconde nous menace de la fin de l’Espèce. Elle s’exprime à travers la pensée du risque ou plutôt du « nouveau risque» (5). Et suscite des contradictions plus difficiles encore. Comment réduire le danger – la conséquence négative de nos choix techniques actuels–, comment mesurer notre responsabilité à l’égard du futur, sans une connaissance qui nous fait défaut ? comment développer la prescience des effets lointains, en faisant appel à la science et à la technique, source de nos maux puisque source de pouvoir ? Pourquoi la puissance, comme capacité de tout transformer, se heurte-t-elle à notre impuissance à décider ?
La première tentation, celle du Club de Rome et du MIT dans les années 70, par exemple, consiste à prolonger des courbes : PNB, épuisement des ressources, pollution, population et à modéliser leurs interactions probables. Tout d’abord, les calculs se révèlent faux : en l’an 2000, date butoir de la plupart de ces prédictions, nous aurions dû ne plus avoir de carburant, ni un certain nombre de métaux essentiels et le système aurait dû s’arrêter. Mais surtout, ce point de vue « scientiste » est mal adapté aux risques qui nous préoccupent désormais : des catastrophes, des ruptures brusques d’un ordre stable. Dès la fin des années 70, Seveso (76), l’Amoco-Cadiz (78), Three Mile Island (78) changent les mentalités. Les risques technologiques majeurs (même si, dans ces trois cas, personne n’est mort) occupent le premiers plan.
Leur première caractéristique est d’être inédits et imprévisibles. La peur de l’accident de type Bhopal, Tchernobyl, ou de l’épidémie (Sida, vache folle…) se propagent. Il y a des raisons objectives à cela. Encore faudrait-il préciser par rapport à quel point de comparaison : les pestes médiévales, les accidents industriels au XIX° ? Mais surtout notre moderne aversion au risque et notre obsession de la catastrophe ont sans doute à voir avec deux phénomènes.`
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Le premier, ce sont, bien entendu, les médias, friands d’événements, et de révélations, jouent comme amplificateurs des risques éprouvés. Le second est le retrait du politique. Faute de réaliser le Paradis sur Terre, il ne prétend plus tirer sa légitimité de sa capacité d’éviter le pire. Autrefois mû par une logique d’accroissement -plus de démocratie, plus de puissance, plus d’Histoire- le politique devient un art du moins : moins de tensions, moins d’incertitude pour l’avenir, moins d’insécurité, moins de conséquences de la mondialisation inévitable moins de perturbation. Moins à payer pour le prix de notre puissance. Les nouveaux risques qui nous préoccupent tant, à tort ou à raison, présentent des caractéristiques :
- Ils sont liés à des inventions scientifiques (OGM, énergie atomique) ou à la découverte de relations causales jusque-là inconnues (HIV et le SIDA, prion et la maladie de Creutzfeldt-Jakob). Du coup, le tribunal du risque convoque la science à plusieurs titres : parfois comme plaignante (lorsqu’elle révèle ou mesure un risque encore imperceptible au sens commun), souvent comme accusée (elle a produit des monstres ou minimisé des dangers), comme enquêtrice (on lui demande de chiffrer le risque ou au moins d’en confirmer la possibilité) et comme réparatrice (elle doit produire des solutions).
- Il ne s’agit pas de calculer une probabilité, sur la base de séries statistiques avérées comme, par exemple, nous pouvons estimer nos « chances » d’avoir un accident de voiture, ou d’attraper un cancer en fumant voire les risques qu’un système de surveillance subisse une défaillance. Le doute porte sur une relation de causalité, sur l’existence du risque et non sur la répartition statistique de fréquences observables ni sur des corrélations quantifiables. La viande anglaise propage ou pas la maladie de la vache folle, il y a ou pas déforestation pour cause de pluies acides ; et il faut choisir. C’est la possibilité qui est douteuse, pas son degré de vraisemblance.
- -La question se pose souvent de façon binaire : faut-il ou non laisser faire, tel produit est-il ou non cancérigène ? Du coup, il entraîne une exigence de réponse immédiate (interdire ou pas la diffusion de sang qui pourrait être contaminé, par exemple) à des questions déterminées par un futur non maîtrisable. Par contraste, les conséquences se révèlent soit être définitives (puisque non réversibles), soit excéder par leur durée, leur complexité et leur enchevêtrement toute capacité de calcul. Et les interactions écologiques se combinent avec les effets d’inertie de la technologie : celle-ci, tel un anti-choix ferme des possibilités d’alternative ou de retour à mesure qu’elle se développe. La chaîne des conséquences s’allonge et raccourcit celle des interventions et des anticipations.
- Ce monde hypothétique est en outre controversé : ni les théories scientifiques, ni les points de vue des acteurs ne sont unanimes.
- La répartition du risque est tout sauf égalitaire. C’est vrai dans le temps (pour les générations futures) et dans l’espace : le pays X peut souffrir de la pollution produite par le pays Y, ou encore la délocalisation renvoie les dangers là où on n’en retire guère de profit. Le partage de la catastrophe est aussi discuté que sa vraisemblance.
Le cycle de la précaution
Conséquence troublante : l’ignorance des conséquences semble proportionnelle à leur importance. La prudence scientifique répugne à exclure toute possibilité de catastrophe. D’où la tentation d’exiger le renversement de la preuve : ne plus considérer l’absence de démonstration d’un danger comme un indice d’innocuité ou comme permission de faire, mais exiger la certitude que le scénario du pire est impossible.
Poussé à l ‘absurde, cela équivaut, avant toute initiative, à attendre la démonstration d’une innocuité absolue. Une telle preuve est impossible à administrer, à la fois parce qu’il faut bien arrêter quelque part la chaîne des conséquences envisagées sous peine de fuite vers l’infini, et parce qu’il n’y a pas moyens d’échapper au problème de la connaissance future. La réduction d’incertitude postérieure, ou la future contestation des hypothèses de départ, la vraisemblance de l’interférence de facteurs encore à venir (6), tout cela constitue un cycle affolant. La nécessité d’un choix semble coïncider avec l’incapacité de trancher. La catastrophe absolue, éventuellement l’auto-destruction de l’Homme, devient alors le point de fuite de cette perspective terrifiante. Hans Jonas, philosophe du principe de précaution se réclame d’une « futurologie de l’avertissement » dont, dit-il, « il nous faut commencer par l’apprendre pour parvenir à l’autorégulation de notre pouvoir déchaîné. » (7). Penser l’abominable demande à calculer l’impensable.
Le fameux principe de précaution traduit ce sentiment d’une responsabilité non mesurable à l’égard du futur, d’autant plus obsessive qu’elle est incertaine. Cela n’a plus rien à voir avec un pilotage rationnel d’un futur évaluable : minimiser les risques pour maximiser les avantages d’une initiative. Ce n’est ni la prudence qui recommande de tout calculer, ni la prévision tente de minimiser des risques connues, c’est un paradoxe de l’inconnu. Ou plutôt, c’est une façon de l’assumer comme principe d’urgence. Dans la version formulée par la Commission européenne en 1998 l’idée s’énonce ainsi : « Le principe de précaution est une approche de gestion des risques qui s’exerce dans une situation d’incertitude scientifique. Il se traduit par une exigence d’action face à un risque potentiellement grave sans attendre les résultats de la recherche scientifique.» (8)
L’hypothèse la plus sombre jouit ainsi du privilège d’être tenue pour valide jusqu’à être définitivement controuvée. Comme le note Ulrich Beck : « Le regard du contemporain tracassé par la pollution est dirigé vers de l’invisible, comme le regard de l’exorciste. La société du risque, c’est l’avènement d’une ère spéculative de la perception quotidienne et de la pensée. » (9)
D’où la contradiction inhérente au principe de précaution. Soit réintroduire subrepticement un critère de foi en l’expertise : lui faire crédit de distinguer avec rigueur les risques bénins ou peu vraisemblables ou réversibles, introduire une certaine proportionnalité, ne pas exclure les avancées techniques qui pourraient apporter leurs propres remèdes. Soit formuler un interdit absolu qui, appliqué à l’époque, aurait empêché le néanderthalien d’inventer le feu s’il avait songé qu’il servirait plus tard à brûler les sorcières.
La douteuse suffisance du prophète de bonheur justifiait sa direction éclairée ; l’incertitude assumée du prophète de malheur lui confère un droit de censure. Dans les deux cas, l’instabilité du présent devient un motif de le confier à un avenir inconnu.
François-Bernard Huyghe
Notes
1 Voir par exemple La vie quotidienne des Français au XX° siècle, Booster-LPM, 1999
2 Pour plus de détails sur les sources de ce petit montage, notre ouvrage Les experts ou l’art de se tromper de Jules Verne à Bill Gates, Plon, 1996. Pour compléter par d’autres anthologies des prédictions sur l’an 2000 lire par exemple George Elgozy, Le bluff du futur, Calmann Lévy 1974 ou Bernard Cazes, Histoire des futurs, Seghers 1986
3 Herman Kahn et Anthony J. Wiener, L’an 2000, Robert Laffont, 1968
4 Alvin Toffler, S'adapter ou périr L'entreprise face au choc du futur, Denoël, 1986
5 Les nouveaux risques, O. Godard, C. Henry, P. Lagadec et E.Michel-Kerjean, Folio 2002
6 Jean-Pierre Dupuy (Pour un catastrophisme éclairé, Seuil 2002)
7 Hans Jonas Pour une éthique du futur, Rivages Poche, 1997, p. 71
8 Les nouveaux risques précité.
9 Ulrich Beck La société du risque, Alto Aubier, 2001, p. 133
Making of
última campanha Longchamp com Kate Moss





TAMBÉM NA NET, O INFERNO ESTÁ
MUITO CHEIO DE BOAS INTENÇÕES
Não há media bons e maus. A Net não é melhorzinha do que outros media. Não, a Net não escapa a regras. Não, as boas intenções não fazem na Net muito mais do encher e preencher infernos. A minha avó Luzia diria da Net o que dizia do papel: cabe lá tudo, filho... O recentíssimo "caso Jorge Vasconcelos" cuja difamação por fonte anónima em diário da capital (desmentida na edição do dia seguinte) foi retomada e ampliada (com ligeireza e sem controlo) na net, até por moralistas plenos de boas intenções, é a prova mais recente de que o inferno continua na net a tratar as boas intenções como sempre as tratou.
Na Net, como em qualquer outro lado, a cultura do angelismo só rende dividendos a quem o manipula. "Fonte anónima" ou outro braço longo. A Net altera práticas, altera rotinas instrumentais, altera modelos económicos de negócio, mas não altera certas constantes e outras invariáveis... Daí colocar uma necessidade ainda muito mais premente de inteligência (económica para empresas e estratégica para estados) e de perceptions management. François-Bernard Huyghe dá algumas pistas para o estudo da coisa:
" Images politiques sur le Net
Sur fond de question du journalisme citoyen, et au moment où la publicité négative se développe aux USA, le Net devient un terrain de lutte politique où tous les coups sont permis. Et pas seulement sous forme de blogs décapants mais aussi de rumeurs et images ... "
Continua AQUI
FEVER...
a sério, a grande febre!
( com vénia ao Macroscópio )

PARABÉNS, ZÉ... GRANDE ABRAÇO !
(a criancinha tinha um olho bem vivo...)
"Report on 9-11 Commission Recommendations Shows We're Still Not Prepared
By Michael Cutler
I received a copy of a special report from Bruce DeCell, a founding member of the 911 Families for a Secure America. Bruce is a former member of the NYPD whose young son-in-law was among the thousands of innocent human beings who were slaughtered in the ruthless, savage attacks that were carried out against our nation on September 11, 2001. The report was prepared by the CRS, the Congressional Research Service, the division of the United States Congress that, as its name implies, is responsible for gathering information to help our Senators and members of the House of Representatives arrive at reasonable decisions.
The report, in its entirety, addresses a broad spectrum of issues that were addressed by the 9-11 Commission in its efforts to delineate the failings of our government to prevent the attacks of September 11, 2001. It is critical to understand that this report is of tremendous importance because the point to the work of the 9-11 Commission was not to engage in a "witch hunt" to point a finger, but rather to make certain that areas of vulnerability could be found and appropriate remedial steps taken to help prevent future attacks and devastation.
I have copied the section that deals with my own area of expertise below. I have highlighted particular sentences in the copied document below, to help illustrate points that I have been making for quite some time where our government has, incredibly, still refused to act or, in some really bizarre situations, has actually gone in the opposite direction, making our nation, in my judgement, more vulnerable than ever before! Let us briefly consider the ways in which the government and our "leaders" have failed and continue to fail the citizens of our nation.
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December 14, 2006 11:15 AM Link TrackBack (0) Print "
Força, Mizé... e bom trabalho!
«O Procurador Geral da República (PGR), Pinto Monteiro, nomeou esta quinta-feira uma equipa chefiada pela procuradora do Tribunal da Relação de Lisboa, Maria José Morgado, para conduzir as investigações ao processo «Apito Dourado».»
in Portugal Diário Link
SALAZAR
no "Tempoquepassa"
" (...) Salazar nunca se disse da esquerda e muito menos da direita. Aliás, o nosso fantasma, quando era militante de uma causa, num regime pluralista, apesar de imperfeito, o da I República, chegou a deputado de um partido dito do centro, apesar de católico, o qual não se eximiu de amplos elogios ao governo de António Maria da Silva, o símbolo máximo do republicanismo situacionista no pós-guerra. Por outras palavras, todos eram "bonzos", como então se dizia de Silva, cercado por "endireitas" e "canhotos".
" Este mesmo António Maria da Silva acabou por ser derrubado pelo 28 de Maio, liderado pelo almirante Mendes Cabeçadas, um dos activistas do 5 de Outubro de 1910 e, depois, golpista contra Salazar. Mas também este acabou por ser ultrapassado por Gomes da Costa, militante dos radicais republicanos, para depois ser esmagado por Óscar Carmona, num jogo de empatas que veio a ser deglutido pelo tecnocrata Salazar que aproveitou os escombros e supendeu a política durante quase meio século, instaurando um sistema doméstico de poder (...) "
MARIO CHANES DE ARMAS

" Nelson Mandela, o mais idolatrado combatente da liberdade, não bateu o record absoluto de Mário Chanes de Armas , o cubano octogenário que cumpriu 33 anos de prisão política, a que se adicionaram 15 de exílio. Portanto, o preso político que, em todos os tempos, teve maior permanência em cárceres de ditaduras. E o plural de ditadura está aqui empregue com propriedade, pois Mário Chanes de Armas foi um prisioneiro que experimentou o castanho e o vermelho da brutalidade da opressão da liberdade – três anos nas prisões do ditador Batista por ter participado no ataque ao quartel Moncada, juntamente com Fidel Castro; trinta anos nas prisões de Fidel Castro por discordar do rumo ditatorial da revolução cubana. Entre uma e outra prisão, uma experiência revolucionária como "barbudo" (participou no desembarque do "Granma", foi combatente da Sierra Maestra e participou na primeira fase da revolução cubana). Depois de sair das masmorras de Fidel, em 1991 (com pena cumprida até o último dia), sobrou-lhe o exílio. Hoje, é um exilado sobrevivo sem direito sequer a memória, agora por força de outra ditadura, esta inelutável, a doença de Alzheimer. Que também rouba a Mário Chanes de Armas a recordação dorida do seu maior sofrimento enquanto longo prisioneiro: quando Fidel enfiou na prisão este seu antigo "companheiro", em 1961, a mulher estava grávida de um mês de um filho que, tendo morrido aos 22 anos de idade, não chegou a conhecer. Como não conseguiu rever os pais, ambos falecidos enquanto ele permaneceu como prisioneiro de Fidel.
A falta de memória, por doença, de Mário Chanes de Armas, pode e deve ser compensada, na medida do possível, por aqueles que, saudáveis e estimando a liberdade como bem supremo, não "negoceiam politicamente" a memória, pelo menos a memória, neste tempo em que os ditadores e as ditaduras vão-se indo com as cinzas do tempo.
A ler aqui a última entrevista de Mário Chanes de Armas (já com problemas de memória, mas ainda lúcido). Na imagem de cima, uma sua foto recente. Na imagem de baixo, uma fotografia tirada clandestinamente a Mário Chanes de Armas numa prisão de Fidel Castro, o ditador conservado em "segredo de Estado". "
MÓNICA E O CAMPONÊS
no "PortugaldosPequeninos"
O "diário" de hoje, domingo, de Maria Filomena Mónica na Pública intitula-se "Salazar e os grandes portugueses". A tese é simples. Salazar emerge em 1928, num país rural e analfabeto, e só um e num país rural e analfabeto Salazar - inteiro produto desse país rural e analfabeto, com a "inteligência e a cultura" que o seminário lhe propiciou, senão não passaria de um vulgar burgesso, que é como Mónica aprecia a "tribo rural" ( sic) - poderia pastorear. Por consequência, não se deve ter medo da evocação do nome do ditador (ou seja, a RTP também teve aqui o seu lado burgesso apesar da socióloga ter achado "graça" e se ter "entretido" com o programa), até porque - é a única coisa sensata do artigo - o nosso "fascismo" não foi propriamente "fascista" e ele, o ditador, jamais voltará dado que o país deixou de ser analfabeto e rural. Aquele andar de bicicleta pelas ruas de Oxford, bem como as descidas ao rés-do-chão envolta apenas num casaco de peles para se entregar aos puros prazeres da carne, entre outros prodígios cosmopolitas e "civilizados" que perpetrou em Inglaterra, tornaram Mónica numa espécie de supra-Saramago, uma intelectual portuguesa sem uma Azinhaga onde possa acabar a derramar a sua incompreendida genialidade e a dar autógrafos. Não creio que os adjectivos que Mónica usa para "classificar" a "tribo rural" e, de seguida, Salazar, sejam exclusivos dessa "tribo": "um exército de gente tacanha, manhosa, hipócrita, desconfiada e sobretudo avessa a riscos". De facto, mediante o recurso a estes "predicados", Mónica acaba por fazer um retrato da democrática "pequena burguesia de espírito" em que vegetamos, na cidade e nas serras. Quer, Maria Filomena Mónica, melhor exemplo disso do que o seu original artiguinho?
Adenda: Sobre isto, ler o Luís Naves, no Corta-Fitas. "
Pidel com Finochet

Foto de Pidel com Finochet
(picada ao "ÁguaLisa6")
portugaldospequeninos
sobre a Câmara de Lisboa
" LISBOA, MODO DE USAR
Depois do espectáculo lamentável dado por três vereadores, um pseudo-vereador e um presidente da maior autarquia do país - isto sem falar nos respectivos "ajudantes", desde o "vice" até à "equipa-fantasma-dos-eléctricos-rápidos" de Sá Fernandes, passando pela "primeira fila" dos "carmonistas", com a excepção de Amaral Lopes na cultura - tenho a certeza que se o João Soares se recandidatasse amanhã, ganhava. Com todos os seus defeitos, culpas, acções e omissões, vale sozinho pelos dezassete - 17 - actuais vereadores. Está perdoadíssimo até porque, ao contrário destes funcionários politiqueiros, gosta a sério de Lisboa. Eles apenas a usam.
ALAIN BAUER CONDECORADO
pelo ministro Nicolas Sarkozy
Especialista de questões de segurança, professor universitário e ex-grão-mestre do Grand Orient de France, Alain Bauer foi condecorado por Sarkozy com o grau de oficial da Ordem de Mérito Nacional. Sarkozy aproveitou a cerimónia para elogiar a qualidade das análise de Bauer e criticar o trabalho de Philippe Massoni, ali presente... Um vento gelado terá percorrido a sala, como relata o L'Express:
" Cocktail glacé Place Beauvau
(14/12/06 - 12h00) L'ancien préfet de police et actuel conseiller du président de la République, Philippe Massoni, n'est pas près d'oublier la charge de Nicolas Sarkozy. Le ministre de l'Intérieur remettait, le 6 novembre, Place Beauvau, la médaille d'officier de l'ordre du Mérite national à Alain Bauer, spécialiste des questions de sécurité et ancien grand maître du Grand Orient. Lors d'un discours élogieux, le candidat à l'élection présidentielle a vanté la qualité des informations du récipiendaire. Puis, comme l'ont raconté plusieurs témoins à L'Express, Nicolas Sarkozy s'est tourné vers Philippe Massoni pour lui dire: "Ce n'est pas comme vous, cher Philippe, qui avez l'élégance de faire croire que vous êtes au courant de tout, alors que vous ne savez rien." Le ministre soupçonne de longue date l'ancien préfet de s'activer dans l'ombre contre lui.
Pascal Ceaux "
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Recompensa Luta de Guillermo Fariñas
Por uma Internet Livre em Cuba
" Un accès libre à Internet pour tous les Cubains! C'est ce que réclame le directeur de l'agence de presse indépendante Cubanacàn Press, Guillermo Fariñas, qui a entamé en février 2006 une grève de la faim pour se faire entendre. Pour récompenser son action, Reporters sans Frontières vient de lui décerner le prix cyberliberté 2006.
(...)
Les autorités cubaines, qui craignent que le Web ne véhicule des contenus "contre-révolutionnaire", interdisent les connexions privées, obligeant les Cubains à passer par des points d'accès public, où la majorité des ordinateurs est équipée de logiciels. Ceux-ci repèrent les mots "interdits" et déclenchent un message d'alerte. A côté, la Chine ferait presque figure d'enfant de chœur!
Les journalistes, quant à eux, encourent des peines pouvant aller jusqu'à 20 ans de prison pour la publication sur des sites étrangers d'articles jugés "contre-révolutionnaire", et cinq ans pour connexion illégale à Internet.
Aujourd'hui, Guillermo Fariñas, qui a perdu 15 kilos pendant sa grève de la faim, continue son combat. Très écouté par ses pairs, il informe régulièrement les médias étrangers des entorses faites dans son pays aux droits de l'homme et de la presse.
Cuba n'est pas le seul pays où l'accès à Internet est bridé. En Syrie, le président Bachar el-Assad a instauré des systèmes de filtrage systématique pour repérer les publications opposées à son régime. Habib Saleh, écrivain et homme d'affaires accusé d'avoir "propagé des informations mensongères", était également en lice pour le prix de RSF. Un prix révélateur d'une vérité bien amère...
...
>Suite
ANÚNCIO DO REGRESSO
DO PROTECCIONISMO...
pelo francês Emmanuel Todd e à "escala europeia"
" Le protectionnisme revient sur le devant de la scène. Invité à prendre la parole à l'ouverture de la conférence sur l'emploi, Emmanuel Todd a défendu les vertus d'un concept qui a plutôt mauvaise presse, que ce soit à droite ou à gauche. L'historien et démographe, inventeur de la « fracture sociale » qui avait permis la victoire de Jacques Chirac à la présidentielle de 1995, a assuré que « le système économique mondial tend à asphyxier la société française » et il a expliqué que « le protectionnisme est la seule conception possible ». Il a toutefois aussitôt ajouté que « la seule bonne échelle d'application est l'Europe ». Emmanuel Todd a invité les responsables politiques à engager au plus vite des discussion avec l'Allemagne à ce sujet, pour leur expliquer qu'un « espace de 450 millions d'habitants, dans lequel on pourrait faire remonter les salaires et donc la demande intérieure, serait un projet tout à fait acceptable ».
Hasard du calendrier, ces déclarations iconoclastes sont tombées le jour même où Christine Lagarde, ministre déléguée au commerce extérieur, mettait en place un groupe de réflexion sur la mondialisation, considérée par sept Français sur dix comme une menace, selon un récent sondage. Présidé par Pascal Morand, président de l'école de commerce ESCP-EAP, il sera composé de personnalités comme l'économiste Christian de Boissieu, le président de Schneider Henri Lachmann ou encore la patronne de l'agence de notation sociale Vigeo, Nicole Notat. Son but, plus « politiquement correct » que celui d'Emmanuel Todd : formuler des recommandations pour parvenir à une « mondialisation responsable, loyale et durable ». Ce devrait être chose faite d'ici mars 2007. Parmi les pistes envisagées, la création d'un fonds d'ajustement pour faciliter la reconversion des salariés des secteurs touchés par la concurrence internationale. "
STRATFOR ANALISA O IRÃO

Analisar a posição do "outro" (amigo, aliado, adversário ou inimigo), pelo ponto de vista do "outro", é senpre um exercício fundamental. Foi o que agora fez a Stratfor com o Irão, um trabalho de Reva Bhalla, na ordem do dia depois do famoso relatório Baker e suas conclusões.
"The Iranian Position
By Reva Bhalla
The Iraq Study Group (ISG) has issued its long-awaited -- and by now, much-criticized -- report to the White House, and has met with a lukewarm reception. President George W. Bush is now seeking input from a cadre of other agencies and officials as he attempts to formulate a new Iraq strategy, which will be announced in January 2007. Presumably, the perspectives and ideas being gathered from the Pentagon, the State Department and others will be placed alongside the ISG's 79 recommendations, which did more to address the United States' diplomatic challenges in the Middle East than to articulate a rational course of action for the U.S. military.
One of the most significant recommendations put forth by the ISG was one to which the Bush administration -- on the surface, at least -- appears to be strongly opposed: Engage Iran directly in negotiations. This should hardly come as a surprise to anyone. Even if Iran's importance to any strategic equation involving Iraq had not been apparent since the very beginning of the "postwar" period or before, due to geopolitical factors and Iranian actions, there certainly were enough leaks as to what the Baker-Hamilton panel was going to say to prepare the American public for a move in this direction. And of course, the administration itself long had engaged in back channel dealings with Iran designed to shape the future of Iraq -- at least, until a political deal fell apart at the crucial moment in early summer.
Politically speaking, it is obvious why the administration has balked at suggestions that the United States should openly extend the hand of diplomacy to Iran, which -- chiefly through the mouthpiece of Iranian President Mahmoud Ahmadinejad -- has said and done little to endear itself to the world, and much to spotlight the weakness of the U.S. position. Geopolitically speaking, it is equally obvious why the United States has no real choice in the matter. Washington's best option is to combine diplomacy with a military strategy (which we have discussed elsewhere) that can open the door to a substantial drawdown. But engaging Iran on some level -- however unpalatable it seems -- is an unavoidable part of the equation.
It is useful, then, to consider the situation from Iran's point of view. The straitjacket the United States now finds itself in was not created overnight, but through years of careful manipulation. The Islamic Republic now is drawing the world's attention to its position of strength in the region, but there also are some internal issues that weigh on the minds of regime leaders and must be carefully managed if this strength is to be maintained.
The Iranian Strategy
Tehran has been maneuvering for years to secure certain interests in the region. First and foremost, of course, is the country's own national security, for which the toppling of Saddam Hussein's regime in Baghdad was a prerequisite. With the establishment of a friendly (or at least neutral), Shiite-controlled government in Baghdad, Iran would be able to both secure the primary goal of security and be well down the path toward a secondary and equally desirable goal: regional hegemony.
Therefore, an Iranian strategy began emerging almost from the moment the statue of Saddam Hussein in Baghdad fell in April 2003. The strategy has revolved around shaping events in the region and, crucially, external perceptions of Iran and its leadership. The chief tactics employed have been manipulation of political events in Iraq, a vocal emphasis on Iran's nuclear program, skillful use of politically incorrect (at times, seemingly maniacal) statements by Ahmadinejad, the activation of regional proxies and, above all, patience. Stratfor has explored many of these tactics in detail before, but we will recap them here briefly as the strategy, viewed in full, is quite something to behold.
Nuclear Weapons and Image Control
Let's begin with the most potent part of the strategy (both politically and militarily): the nuclear program.
Iran clearly has used this as a bargaining chip in the back channel dealings over Iraq. Rather than pursuing a covert nuclear program -- which has been the logical course if obtaining nuclear weapons were truly Iran's primary goal in the beginning -- the Iranians made a conscious decision to tout their nuclear advances publicly. Their political and energy partners in Moscow and Beijing routinely have played defense, ensuring that the nuclear issue languishes in the U.N. Security Council. And Tehran has made sure to crank up the rhetoric whenever political developments in Iraq take an unfavorable turn -- while always staying clear of the red line (beyond which the United States or Israel could be expected to mount pre-emptive strikes). This tactic has helped shape perceptions of Iran as a force to be reckoned with, while keeping Washington and its allies off balance in negotiations over Iraq. And, significantly, nuclear weapons no longer appear to be a red herring tactic, but an end of themselves for Tehran.
Closely related to this has been the image campaign for Ahmadinejad, who has been carefully and purposely branded in the public mind as an utter lunatic. The nearly unknown, populist mayor from Tehran was captured in the public spotlight during Iran's 2005 summer election season. Before the world could even begin to form an opinion of him, he began threatening to wipe Israel off the map, labeling the Holocaust an enormous lie and so forth. As North Korea's experiments with the "crazy fearsome cripple gambit" have showed, an otherwise weak state -- headed by a seemingly wild-eyed leader who just might be mad enough to launch some of the nukes that the state may or may not actually possess -- can gain useful concessions, if not respect, from the rest of the world. And in Iran's case, it certainly made Israel and the United States to think twice about whether to attempt any military adventures concerning the Islamic Republic.
Regional Proxies
Tehran has shown itself equally effective in its use of militant proxies in the region.
The financial, ideological, political and military support of Iran has helped Hezbollah build a strong following among the mostly poor Shiite population of southern Lebanon. Since Israel's withdrawal from Lebanon in 2000, the Shiite militant group was left languishing -- provoking the occasional border skirmish with Israel as a way of maintaining its credibility. But over the summer, while the world was focused on Iraq, Hezbollah roared back to life in a conflict that went well beyond a border skirmish.
There is reason to believe Iran had a hand in igniting that conflict. In early July, when long-range missiles began raining down on Haifa, sources within Hezbollah hinted to Stratfor that the launch had taken them by surprise -- indicating something more than a routine kidnapping of Israeli soldiers that garnered unintended consequences. Hezbollah forces certainly took a beating during the 34-day conflict, but the important point is that the militant group successfully resisted the Israeli military.
This outcome has purchased long-term benefits for both Hezbollah and Iran. On the micro level, it has attracted new levels of support for Hezbollah and engendered a new sense of confidence within the movement -- which is now moving to expand its political clout through massive street demonstrations in Beirut, designed to bring down the government controlled by its opponents. On the macro level, the outcome of the conflict left Israel in military and political paralysis -- providing Iran with even more room to maneuver politically within the region.
In addition to Hezbollah, Iran has kept in close touch with its Shiite proxies in Bahrain and Kuwait -- a quiet reminder to Sunni Arab states in the region that Tehran retains the means to destabilize their neighborhoods, as it did Israel's, should circumstances compel it. Iran's rising influence in the region has put the Arab regimes on a defensive footing, and some are now questioning the wisdom of strategies that rely on U.S. military strength to secure their interests. It is for this reason, then, that Saudi Arabia is now hinting it will step up support for Sunni insurgents in Iraq, and the members of the Gulf Cooperation Council have announced plans to launch a joint nuclear program (ostensibly for civilian energy purposes). The Sunni states lack strong military capabilities of their own, but will shout as loudly as possible to make it clear to the United States that they will not sit idly by while Iran recasts the region's balance of power in favor of the Shia.
Iraq: The Center of Gravity
All of these tactics, of course, hit around the periphery of what is really the first and most crucial issue: Iraq. It is there that Iran's political manipulations, its use of proxies and its great patience -- as the poor position of U.S. troops and of the U.S. president both grew increasingly evident -- have come into play. And with its growing confidence in the region, Iran seemingly has become less inclined to settle for merely a friendly or neutral government in Baghdad. Instead, it wants control.
As expected, October turned out to be a particularly deadly month for U.S. forces in Iraq, with Iran helping to fuel attacks by its Shiite militant proxies. These Iranian-sponsored rebels are an assortment of militants, many of whom received training from Hezbollah cadres in Lebanon. Iran also has enlisted rogue elements from Shiite leader Muqtada al-Sadr's movement to aid in this effort. The timing of the uptick in American casualties played into the U.S. political cycle -- as the Iranians could have predicted -- and contributed to the Republican upset in November's U.S. congressional elections. At the same time, already loud demands for the Bush administration to shift course or construct a real policy for Iraq gained even greater volume.
In keeping with the strategy, Washington now is feeling pressure from all sides to engage Tehran -- and, crucially, the Iranians have had to sacrifice nothing to achieve this position.
The Domestic Situation
That is not to say that the Iranians are invulnerable, of course -- and the political situation inside the country is particularly worthy of consideration.
For the first time since Ahmadinejad came to power in June 2005, student protests over his presidency broke out Dec. 6, Dec. 8 and Dec. 11 in Tehran. Though the number of protesters dwindled from around 4,000 to about 50 over the course of a week, the fact that the demonstrations occurred at all is significant. Such demonstrations are rare inside Iran, and they speak to the fact that an undercurrent of opposition to the hard-line clerical regime still exists. Political moderates have been without a voice in the government since former president Ali Akbar Hashemi Rafsanjani lost his bid for election last year, and they now appear ready to make their presence felt once again.
An important milestone will be Dec. 15, when municipal officials and delegates to the Assembly of Experts (AoE) will be elected. These elections could bring Rafsanjani's pragmatic conservatives into a power-sharing arrangement with Ahmadinejad's ultraconservative faction. And, though a dramatic shift in Iran's foreign policy should not be expected in the near term, the new AoE members will be highly significant in determining the future leadership of the regime: The group not only appoints Iran's supreme leader, but also oversees his performance and even has the power to remove him from office. With many of the most senior members of the clerical regime in Iran now elderly and some ailing, including Supreme Leader Ayatollah Ali Khamenei, a generational shift is likely under the watch of the new AoE members, whose terms in office last for eight years.
Meanwhile, the government faces opposition from a variety of ethnic minorities -- including Ahwazi Arabs in the southwest, Kurds and Azerbaijanis in the northwest, Balochis in the southeast and Turkmen in the north. Iranian leaders are well aware of the risk that these dissident groups could be utilized by foreign intelligence agencies seeking to destabilize the Iranian regime.
With such considerations in mind, it is little wonder that Iran's maneuvers during the past six months or so have been particularly obvious. The regime not only has been moving adroitly to contribute to and exploit a period of relative U.S. weakness, but also acting with the recognition that it cannot play this game indefinitely. The clock is ticking, and the time for Iran to capitalize on its gains in the region is now.
Next Steps
Obviously, the ethnic makeup of the government in Baghdad is a crucial consideration for both Washington and Tehran.
One of the options the Bush administration currently is entertaining would involve revamping the Iraqi government leadership -- meaning the removal of Iraqi Prime Minister Nouri al-Maliki and the exclusion of Shiite figures loyal to al-Sadr. Though Bush has insisted publicly that al-Maliki is the "right man" to govern Iraq (much as he insisted Donald Rumsfeld was the "right man" to lead the Defense Department), al-Maliki has been losing favor among U.S. political and military leaders, who see him as an ineffective leader who is unwilling to disband the Shiite militias. The leak of a memo by national security adviser Stephen Hadley, which harshly criticized al-Maliki just ahead of his meeting with Bush in Amman, Jordan, could be an indication that the administration is pursuing a good-cop, bad-cop strategy to introduce the idea that al-Maliki is the wrong man for the job after all.
Al-Maliki is a member of Hizb al-Dawah, which ranks second in terms of influence within Iraq's Shiite political bloc -- behind the Supreme Council for Islamic Revolution in Iraq (SCIRI), the most staunchly pro-Iranian party. Thus, to counter SCIRI's influence, al-Maliki has had to play various Shiite factions against each other in order to shore up his own party's standing.
If al-Maliki were to be sacked, the heir apparent would seem to be SCIRI leader Abdel-Aziz al-Hakim, who met with Bush on Dec. 5 at the White House. However, should al-Hakim choose to retain his position as kingmaker among the Iraqi Shia and avoid the challenges that a prime minister inevitably would face, Adel Abdel Mahdi -- also a senior SCIRI member and one of Iraq's two vice presidents -- very well could take the job.
Installing a prime minister from SCIRI clearly would root the Iraqi government in the pro-Iranian camp, but this is not necessarily something Washington would dismiss out of hand. With someone like al-Hakim or Mahdi in power, the government could be expected to bring the largest and most sophisticated Shiite militia -- SCIRI's own Badr Brigade -- under control. And both Washington and Tehran have an interest in putting an effective Shiite leader at the helm who can actually keep the level of sectarian violence propagated by Shiite militias under control.
But this plan has its drawbacks. Unlike the al-Sadr bloc, SCIRI has an insurance plan for its militant arm: With government control, it could more easily integrate the Badr Brigade into Iraq's security forces -- and effectively sideline al-Sadr's Mehdi Army, which has been a major contributor to the lawlessness in Baghdad. The Mehdi militants would be sure to mount violent resistance to any deals that would sideline al-Sadr's supporters in government.
If a bid to displace the al-Sadrites should succeed, however, some Iraqi and U.S. leaders are looking to strengthen Sunni standing in the government through Vice President Tariq al-Hashimi -- the No. 2 leader of the Iraqi Accord Front, the largest Sunni party in the government. Sunni participation in the government remains a prerequisite if the government is to clamp down on the non-Shiite insurgency in Iraq. And as the pressure grows for the United States to shift strategy, pull away from day-to-day security responsibilities and engage in serious talks with Iran, the Sunni bloc in Iraq might see this is as their best chance to consolidate their position in the government before the Iranians get more control of the situation. It is no coincidence, then, that al-Hashimi traveled to Washington earlier this week for a meeting with Bush -- three weeks ahead of schedule -- as the rumors of a new power-sharing agreement involving SCIRI spread.
The diplomatic problem the United States now is facing brings to mind the words of President John F. Kennedy: "Let us never negotiate out of fear. But let us never fear to negotiate." At this point, Bush knows he cannot negotiate with Iran out of fear, and so he is delaying negotiations by shopping for recommendations on military strategy and mulling over ways to revamp the political leadership in Baghdad.
Washington's strategy clearly is not yet set -- and as the ISG noted publicly, not all of the options have yet been exhausted. New political deals certainly can be forged -- but as history has shown, deals in Baghdad have a tendency to spark even larger conflagrations if and when they break apart. Washington can attempt to reshuffle the cards within the Iraqi government in a variety of ways, but in the end, it will be terribly difficult for the administration to ignore that Iran has most of the chips and is unlikely to fold.
TERRORISMO: EVOLUÇÕES RECENTES

" EU Strikes Down Terrorist Finance Designation of Iranian Opposition
By Jonathan Winer
The EU Court of First Instance, the EU's 2nd highest level appellate court, has struck down the EU designation of a significant Iranian opposition group, the People's Mujaheddin (OMPI) on the ground that OMPI didn't have a fair hearing before its assets were frozen.
This is a further sign of the growing effort to require judicial oversight of national security designations made by national governments in the area of economic sanctions against terrorism. In theory, the same justification could be given for requiring EU governments to prove that Al Qaeda is a threat to the EU and to give Osama bin Ladin and Al Qaeda the opportunity to be heard before their assets could be frozen,
When I was in the USG during the Clinton Administration, our recurrent nightmare in the use of economic sanctions was that a judge somewhere, someday, would decide that he or she had the independent right to review all of the facts we had used to make a national security designation of a particular group, to reach the judge's own decision of whether a designated entity was or wasn't a threat to the U.S.
It was my view then, and remains my view now, that to answer civil liberties concerns governments need to develop open source information to justify terrorist designations, and to place such a package of information in the public record each time a designation is made. Treasury-OFAC now often does this, although the accompanying public material tends to be very summary, and far less than that which might be needed in a judicial setting.
In principle, in the US a judge can determine whether the government in making a national security determination had a rational basis for reaching the determination -- a very low, administrative law standard, not one that requires the government to prove that the judge would have reached the same decision it made. In practice, because US courts give such wide discretion to the President on this issue, challenges to OFAC jurisdiction are very rare, and almost never succeed.
But in the EU, transforming the question of whether a country has adequately justified its imposition of economic sanctions on national security grounds into a purely judicial determination requiring a trial of the facts on the merits and a high standard of proof has the potential to substantially undermine the ability to use sanctions against people who are engaged in independent military action against civilian targets.
For now, the invalidation of this group's designation by the European court represents one further European retreat on economic sanctions against terrorists. Besides having had an alliance with Saddam Hussein, the organization has or had ties with: Amal, the Kurdish Democratic Party of Iran (KDPI), the Palestine Liberation Organization (PLO), Al Fatah, and other Palestinian factions, and reportedly the Taliban.
December 12, 2006 01:15 PM Link TrackBack (1) Print
Pajamas Media: Iranian Uranium Prospectors in Somalia
By Daveed Gartenstein-Ross
Today I have a piece at Pajamas Media that reports on three overlooked aspects of the recent confidential report on Somalia produced by the United Nations. The three aspects that I explore are Iran's hunt for uranium in the Galgadud region, the report's acknowledgement of an al-Qaeda presence in the country, and its depiction of a more savvy foe than most observers realize. An excerpt:
Iran is secretly searching for uranium in war-torn Somalia, according to a confidential United Nations report obtained by Pajamas Media.
The report, which has yet to be made public, is available here at Pajamas.
The report notes that two Iranians were "engaged on matters linked to the exploration of Uranium in exchange for arms" in Dusamareb, Somalia. The arms would be given to the Islamic Courts Union (the ICU), a Taliban-like movement that controls much of Somalia.
The UN report spends little time on this surprising development, perhaps because the report's mandate is limited to monitoring violations of Somalia's arms embargo.
"We are extremely concerned about that," a military intelligence officer told Pajamas Media. This concern stems from the fact that the ICU has every incentive to cooperate with Iran: the Islamic group would be unable to mine and market the uranium on its own, and the ICU is always hungry for weapons for its war against Somalia's transitional federal government (TFG).
Dusamareb is known to be rich in uranium. Abdiweli Ali, an assistant professor of economics at Niagara University and a supporter of Somalia's transitional federal government (TFG), is originally from Dusamareb, where he received his primary school education. He reports that in the Galgadud region, where Dusamareb is located, uranium exploration has occurred since the 1940s. This exploration was put on hiatus after the fall of president Mohamed Siad Barre in 1991 put the country under the rule of rival warlords.
Read the whole article here; the UN report can be downloaded at that link. I discuss the UN report on Somalia -- along with the Iraq Study Group report and the situation in Lebanon -- on the new episode of the excellent Global Crisis Watch podcast, which can be heard here .
December 11, 2006 10:01 AM Link TrackBack (0) Print
Jihad Versus Education in HS Today
By Walid Phares
Following is the HS Today (Homeland Security Today Journal) cover story "Jihad Versus Education." An analysis of the impact of Jihadi influence and ideology on US Education and recommendations to the US Government, executive branch and Congress. Posted on Walid Phares and FDD web sites. The piece argue that for the past two decades the American educational system has been targeted and impacted by Oil producing regimes leading to a derailing of the national security analysis. The article underlines the fact that by reaching the classrooms, Wahabi and Khumeinist influence was affecting the newsrooms.
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December 11, 2006 01:01 AM Link TrackBack (0) Print
Polonium: The Terrorists' Perfect WMD? (updated 12/8)
By Andrew Cochran
The disclosure that "seven workers at the Millennium Hotel, where former KGB agent Alexander Litvinenko met a contact on the day he fell ill, have tested positive for 'low levels' of polonium" further expands the serious consequences of the investigation into Litvinenko's murder. ( UPDATE 12/8: A former KGB who met with Litvinenko in London has fallen ill (his lawyer denies he is in a coma) from contact with "a radioactive substance.") A CTB reader who graduated from MIT wrote me recently with the following information on polonium:
Polonium 210 can be manufactured in any small research reactor such as those found in universities around the world. The single poisoning seems to me to be a wakeup call that polonium 210 is probably the best WMD in the world. Wikipedia gives the lethal dose as 0.1 micrograms, think of a Vitamin C tablet divided into 10 million pieces. When dissolved in mild acid, such as is in the gut, a lethal dose will produce about 10 trillion atoms which tend to permeate the body and leak out of the pores. If divided and encapsulated (think time release capsule) a small amount of polonium 210 could be weaponized to float on the breeze like anthrax, it would be undetectable, indestructible and any residue would lose potency after just a few years.
I found this article about polonium, in which the polonium poisoning is described as "an unprecedented event." According to this article, polonium is available for purchase through the internet. I want to invite knowledgeable readers to submit their reactions to this matter at my e-mail address . I'll publish the best responses.
Is this the face of a future terrorist attack?
December 7, 2006 11:51 AM Link TrackBack (1) Print
Syrian nuclear program quite advanced
By Olivier Guitta
Recently, Kuwaiti daily newspaper Al Seyassah quoted European intelligence sources as saying that " Syria has an advanced nuclear program" in a secret site located in the province of Al Hassaka, close to the Turkish and Iraqi borders. British sources quoted by "Al Seyassah" believe that "it is President Assad's brother, colonel Maher Assad, and his cousin Rami Makhlouf, who supervise the program". This program is based on the Iraqi material that Saddam Hussein's two sons shipped to Syria before and during the war against Iraq. This explains, according to the daily newspaper, why international investigative teams found no proof of the program.
Furthermore, the British sources in Brussels affirm that "Iranian nuclear experts contribute to the Syrian program along with sixty Iraqi experts who had taken refuge in Syria since 2003 and experts from the ex-Soviet republics". British intelligence also confirm that this information is validated by their German counterparts, who was well established historically in the countries close to the ex- communist block, including Syria. Europeans fear that by focusing solely on the Iranian nuclear program, one might facilitate a much more quieter joint Iranian-Syrian program of uranium enrichment in Hassaka. Also, the geographical choice of the nuclear site is very meaningful. Indeed, because it is located in an area with a Kurdish majority, the program evades suspicions, and also striking against these installations will initially touch the Kurdish community who has historically sided with the West against the Baathists regime of Bagdad and Damascus.
December 6, 2006 03:53 PM Link TrackBack (1) Print
Iraq Study Group Report Available Here - Advises Iraq Pullout & "Constructive Engagement" With Iran & Syria
By Andrew Cochran
The Iraq Study Group Report is out, and here is the full report and a separate file with the Executive Summary. Other ISG files and webpages of interest:
"Iraq Study Group Fact Sheet"
"Iraq Study Group Consultations"
Iraq Study Group Members with bios
"Expert Working Groups and Military Senior Advisor Panel"
UPDATE: N.Z. Bear has converted the ISG report into a series of HTML pages so that bloggers can comment on particular statements or sections of the report and send readers directly to the text in question.
Leaked excerpts included the following:
"If the situation continues to deteriorate, the consequences could be severe. A slide toward chaos could trigger the collapse of Iraq's government and a humanitarian catastrophe. Neighboring countries could intervene. Sunni-Shia clashes could spread. Al-Qaida could win a propaganda victory and expand its base of operations. The global standing of the United States could be diminished. Americans could become more polarized."
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"Given the ability of Iran and Syria to influence events within Iraq and their interest in avoiding chaos in Iraq, the United States should try to engage them constructively. In seeking to influence the behavior of both countries, the United States has disincentives and incentives available. Iran should stem the flow of arms and training to Iraq, respect Iraq's sovereignty and territorial integrity, and use its influence over Iraqi Shia groups to encourage national reconciliation. The issue of Iran's nuclear programs should continue to be dealt with by the five permanent members of the United Nations Security Council plus Germany. Syria should control its border with Iraq to stem the flow of funding, insurgents and terrorists in and out of Iraq."
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"By the first quarter of 2008, subject to unexpected developments in the security situation on the ground, all combat brigades not necessary for force protection could be out of Iraq. At that time, U.S. combat forces in Iraq could be deployed only in units embedded with Iraqi forces, in rapid-reaction and special operations teams and in training, equipping, advising, force protection and search and rescue. Intelligence and support efforts would continue."
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CT Blog experts have already opined on the possibility of "constructive engagement" with Iran and Syria:
Douglas Farah:
"The Danger of Empowering Terrorist States"
David Schenker has written these pieces on other sites:
Been There, Done That: Engaging Syria Isn't Going to Work
Assad State of Affairs
Syria's Answer
December 6, 2006 11:11 AM Link TrackBack (0) Print "
DO COMEÇO DA PRÓXIMA GUERRA
um conflito global entre chiitas e sunitas

" The Next War is Already Beginning
By Douglas Farah
As the Bush administration struggles to find a way forward in Iraq, the next major conflict there is already underway by proxy armies determined to impose their own agenda in the ugly situation that is likely to get uglier soon.
The next war being fought is between Iran, through the Shi'ite, Iranian-backed militias and infiltrated Iraqi army, and Saudi Arabia and the rest of the Arab Sunni world, anxious now to protect fellow Sunni believers who make up the bulk of the internal Iraqi resistence. All of this will make the situation worse for U.S. forces on the ground and further restrict realistic U.S. policy options.
Both groups support terrorist networks that pose direct threats to the United States and the West. Both sides want the United States to be defeated and forced into a long-term retreat in the war on Islamist radicals. There is no good side here.
The London Daily Telegraph says Nawaf Obaid, a senior Saudi government security adviser-is publicly considering providing anti-US Sunni military leaders with funding, logistical support and even arms - as Iran already does for Shia militia in Iraq. My full blog is here.
December 4, 2006 10:00 AM Link TrackBack (0) Print
Sunni-Shiite Sectarian Conflict Moves into Cyberspace
By Evan Kohlmann
Reflecting the ongoing downward spiral of relations between Sunni and Shiite Muslims--not only in Iraq but across the entire Middle East--Sunni militants have announced a campaign to attack certain Shia websites that they have accused of besmirching the honor of the late Abu Musab al-Zarqawi and the mujahideen of Iraq. In a plea to other Sunnis on the Internet urging them to volunteer to take part in this cyberattack, the campaign organizers have admonished, "O', where are those who are proud of their commander, Abu Musab (may Allah have mercy on him)... and of Islam?" The organizers also offered a download link for simple Windows-based hacking software that would allow even web novices the chance to participate in the upcoming attack. According a subsequent notification posted today, the planned cyberattack will commence on this Friday, December 15 at 11am eastern time (7pm Mecca time).
December 12, 2006 10:21 AM Link TrackBack (0) Print
A "JIHAD" ACABA BEM O ANO

" The Generational War
By Douglas Farah
It is not a popular thing to say in public circles, but there is a growing awareness of the the nature of the Islamist threat to the United States and the West in the Pentagon and elsewhere.
In an interview with the Washington Times, Brig. Gen. Mark O. Schissler, deputy director for the war on terrorism within the strategic plans office of the Pentagon's Joint Staff, stated that the enemy is "absolutely committed to the 50-. 100-year plan" to establish a caliphate.
This is not news. But this type of public assessment has been sorely lacking since 9-11. People in the Intelligence Community here and abroad, who read the _jihadi_ literature and pay attention to what they say, know this. But there has been an extreme reluctance to make this case publicly and constantly, so people are aware of not only what the stakes are but of the need for an over-arching, long-term strategy.
There is very little work being done in looking at the 10 to 20 year horizon on where Islamists are now, where they are moving and what the potential future threats and opportunities are for moving against them. Almost everything in the Pentagon and IC are geared to the 3 to 5 year horizon. In real terms, this is extremely short. My entire blog is here.
December 13, 2006 10:35 AM Link
Why the Jihadis are Feeling Good
By Douglas Farah
Several developments towards the year's end show what a good few months it has been for the worldwide jihadi movement. These are not marginal shifts in the success of the Salafist military project, but significant gains that demonstrate some of the contours of the growing, armed movement that would like to eliminate us.
Among them:
Significant advances in Somalia, creating a geographic base and state absent since being driven from Afghanistan;
The succeessful establishment of a virually independent Taliban state in northern Pakistan, allowing for a constantly-growing ability to challenge NATO militarily and the coordination of training and fighting with foreign fighters;
The dominance of their political discourse by allies in the debate in Europe and the United States;
The successful creation of an information and education sharing network that allow successful tactics in one region to be exported in short order to other groups-i.e. from Iraq to Afghanistan;
My full blog is here.
December 11, 2006 10:15 AM Link
New York Times: "Taliban Mini-State" in Waziristan
By Daveed Gartenstein-Ross
Since early September, I've been sounding the alarm about the dangers of the Waziristan Accord that essentially cedes the mountainous region of Pakistan to the Taliban and al-Qaeda. I first criticized the Accord on this blog on September 7, and have written about it frequently since then, including in the pages of the Weekly Standard. There is now an important article in The New York Times (December 11 issue) acknowledging that the Accord has indeed been a major victory for the terrorists:
Islamic militants are using a recent peace deal with the government to consolidate their hold in northern Pakistan, vastly expanding their training of suicide bombers and other recruits and fortifying alliances with Al Qaeda and foreign fighters, diplomats and intelligence officials from several nations say. The result, they say, is virtually a Taliban mini-state.
The militants, the officials say, are openly flouting the terms of the September accord in North Waziristan, under which they agreed to end cross-border help for the Taliban insurgency that revived in Afghanistan with new force this year.
The area is becoming a magnet for an influx of foreign fighters, who not only challenge government authority in the area, but are even wresting control from local tribes and spreading their influence to neighboring areas, according to several American and NATO officials and Pakistani and Afghan intelligence officials.
This year more than 100 local leaders and government sympathizers or accused "American spies" have been killed, several of them in beheadings, as the militants have used a reign of terror to impose what President Pervez Musharraf of Pakistan calls a creeping "Talibanization." Last year, at least 100 others were also killed.
The full article provides many, many more details. Read it all here .
December 10, 2006 11:20 PM Link TrackBack (0) Print
Al-Qaida in Iraq Responds to Baker-Hamilton Report, Congratulates Somali Islamists
By Evan Kohlmann
Yesterday, the "Islamic State of Iraq"--an Al-Qaida-dominated umbrella coalition of extremist Sunni insurgents in Iraq--issued several policy statements regarding ongoing events outside of Iraq. Responding to this week's release of the findings of the Iraq Study Group (ISG), the Al-Qaida faction formerly led by Abu Musab al-Zarqawi had this to say:
"The military leaders of the crusader coalition forces, realized the necessity of withdrawing from the bog they put themselves in 4 years ago, because of the stupidity and recklessness of their government, and after the U.S. policy in Iraq reached a dead end; and, after the Bush administration realized too late the impossibility of achieving victory in Iraq, and impossibility of establishing a democratic state in Iraq serving as a model for the large Middle East led by Israel. After all these dreams vanished... the politicians in the Crusaders coalition stopped talking about victory or defeat in war, but all their talk and their imagination now is about one and only demand, and that is: not enabling the true mujahideen and Muslims from winning the fruits of this blessed jihad, and this is what the recommendations of the so-called "Baker-Hamilton Committee" are based upon. This committee is trying to do the same thing as the Sykes Picot accord, which was held around a century ago."
"Sykes Picot agreement came to divide the Ottman Caliphate and the region to secular countries loyal to the Crusaders occupied countries and circling around them, but Baker-Hamilton's committee came to confirm this division, and to make sure that Muslims do not cross these borders (Sykes Picot borders) in their jihad. And sadly some Muslims, mainly raised on weak positions by their clerics, they still dream of Sykes Picot's Iraq, secular national Iraq, but not the Islamic Iraq. According to their view, there is no Islamic Iraq which can be part of the large Islamic state--instead, their ultimate goal is to attain a united Iraq or a united Arab world!! But creating a Caliphate [Islamic empire] on Islamic land and working towards uniting Muslims from China to Spain does not even cross their mind--to the contrary they might reject it, because it opposes their national orientation which has been adopted by some Islamists without knowing it... All our mujahideen brothers should be aware of maneuvers and gimmicks, and not be up for grabs to the crusader enemy. And they should not enable the climbers and opportunists to grab the fruits of the blessed jihad."
In a second separate statement, the Al-Qaida-led coalition in Iraq offered its congratulations to the Islamic Courts militia in Somalia on the recent reported "victories" against their "crusader and apostate" enemies:
"We were delighted and filled of joy after hearing the good news from the jihad land in Somalia. And recently, the brothers in the Islamic Courts--may Allah grant them victory--rebuffed a large attack carried out by the apostate Somalia government's army, supported by the crusader Ethiopian army on the city of Dinsor. And we ask Allah to enable the brothers there to defeat the apostates and their allies, and to establish an Islamic State in the land of Somalia which Allah founded from jihad."
December 10, 2006 12:17 PM Link
Is Hezbollah Opening Franchises in Latin America?
By Douglas Farah
There is growing concern, both in the U.S. intelligence community and among other groups, that Hezbollah, after years of careful infrastructure building, is now more actively forming franchise operations in Venezuela, Paraguay, Colombia and elsewhere. Today the Treasury Department's Office of Foreign Assets Control (OFAC) designated nine individuals and supporting Hezbollah in the Tri-Border Area, one of a series of designations over the past year aimed at cutting off the expatriate flow of finances to Hezbollah in Lebanon.
According to a recent report Hezbollah now has a website in Venezuela, which claims responsibility for the unsuccessful Oct. 23 attempt to set off explosives near the U.S. embassy in Caracas.
The website, "Hezbollah in Venezuela" said the purpose of the attack was to call attention to the existence of a group by the same name, and to convert Latin America to Islam through Jihad. It promised more violent actions in the near future.
There is no question that Hezbollah has used Latin America for fund raising and a rear-guard area. My full blog is here.
December 6, 2006 10:39 AM Link "
TERRORISMO NO MEDITERRÂNEO
ponto da situação, à porta de casa

" GSPC all over the place
By Olivier Guitta
For a group supposedly extinct that's what the government in Algiers wants us to believe after the blatant failure of their amnesty, GSPC is doing quite well unfortunately.
As my colleague Evan Kohlmann reported GSPC is behind the latest attack against Brown & Root - Condor employees. But this is just one of the many attacks perpetrated on an almost daily basis by GSPC, an average of about 30 to 50 people are killed each months because of terror acts. This latest attack is meaningful because it's the first one in a long time which has specifically targeted foreigners.
Also French secret service have advised the organizers of the famous and prestigious auto race Paris Dakar to cancel some of the stages in Mauritania and Mali because of the threats posed by the GSPC. For the time being organizers have not budged.
GSPC has been more and more recruiting experienced elements from other countries, including Nigerians, Mauritanians and Malians. At the same time GSPC has been launching a large recruiting operation in Algeria targeting young unemployed men. These recruits are convinced by propaganda spread out on CDs extolling the Jihad in Iraq.
Last but not least, European authorities are very worried by the fact that some GSPC operatives are sneaking into Europe through the illegal immigration of the new "boat-people". In fact, just a few days ago,a know GSPC operative was found dead in one of these illegal embarkations. Since most top GSPC leaders are known to French and Spanish authorities, it is much easier for them to sneak in with illegals and get inside Europe undetected.
Scary thought indeed.
December 11, 2006 09:25 PM Link
Morocco under the assault of Islamists
By Olivier Guitta
In fact not a week goes by without a story of arrests of alleged terrorists, radical imams and cells preparing youngsters for the Jihad in Iraq.
Back at the end of November, authorities dismantled a cell in the same Casablanca slum where the fourteen bombers of the May 2003 originated. This cell composed of 13 men was headed by Abu Zubair Al Maghribi who had been watched by police for a few months because of his contacts with the Algerian terror group GSPC.He had recruited very rapidly 12 men, martyr candidates for the Jihad in Morocco and Iraq. In fact, they had planned to build a training camp in the Atlas mountains and had picked targets they could attack in Morocco . Including the British and US embassies and consulates alike.
On December 1, Morocco fired 31 imams for their radical sermons.
Also authorities have been focusing on the city of Tetuan and especially its Mezwak mosque where over a dozen young men were recruited to commit suicide attacks against coalition forces in Iraq. Interestingly, most of the alleged perpetrators of the Madrid March 11 2004 attacks were also attending this mosque. A Moroccan goes as far as calling the Mezwak mosque "a factory of suicide bombers", the Saudi owned daily Asharq Al Awsat calls it " the highway for suicide bombers to Iraq".
Considering these facts, it is not surprising that CIA agents have come to Morocco to investigate the extent of the recruiting for Iraq's suicide missions. Indeed the number of Moroccans fighting in Iraq has skyrocketed in the past few years. According to the Spanish El Pais, over 500 suicide attacks have occurred in Iraq since the start of the war, 90% of them have been perpetrated by foreigners and a majority of them have been Moroccans.
But not only Americans are showing up in Tetuan, Spaniards are also swarming around the mosque to get their share of info related to the Madrid bombings and the potential recruitment of likely terrorists.
December 11, 2006 08:40 PM Link
GSPC Claims Credit for Terror Attack on Western Contractors in Algeria
By Evan Kohlmann
In a written communique released today and deemed to be authentic, the Algerian Salafist Group for Prayer and Combat (GSPC) has claimed responsibility for an ambush yesterday on a bus carrying foreign contractors working for the multinational construction conglomerate Brown & Root - Condor on a road west of Algiers . According to the statement from the GSPC:
"Allah... has guided a group of mujahideen in executing an operation that targeted crusaders working for the American company Brown & Root - Condor in Bouchaoui, on the road between Algiers and Zeralda. This operation took place on Sunday afternoon... with the detonation of a bomb on a bus carrying no less than 20 crusaders... This operation is a modest gift that we offer to our Muslim brothers who are suffering from the misfortunes of the new Crusade that is targeting Islam and its sanctuaries. We say to them: your brothers from among the grandsons of Tariq bin Ziyad will never be satisfied until the crusaders and their agents are expelled. We also take this opportunity to renew our call to all the Muslims of Algeria to stay away from the interests of the infidels if they wish to avoid being inadvertently harmed while mixing with the infidels who have been targeted."
The Algerian Interior Ministry has reported that the attack in Bouchaoui killed an Algerian driver and wounded one American, four Britons, two Lebanese, a Canadian, and an additional Algerian.
December 11, 2006 05:53 PM Link
French nationals involved in Jihadi ops across the Arab world
By Olivier Guitta
Just last week, we learned that three French Jihadis on their way to Iraq to kill US troops were arrested in Syria and shipped back to France. These three young men aged 19,20 and 31 were from Tours and attended the same Salafi mosque in that quite provincial town. Most worrisome for French authorities is the fact that they were not at all viewed as extremists and did not show on any list. Most troubling one of them Mustafa El Sanharawi comes from a well to do integrated family where his father is a heart surgeon, his mother a professor and three of his siblings are currently studying medicine. Also Mustafa was a brilliant student who had just been selected to study in one of the best engineering schools in Paris. This is a case in point which shows that the poverty/non integrated explanation, that so many commentators and experts alike like to cite when talking about the reasons of joining the Jihad, does not work.
Also in another case, Egyptian authorities announced on December 4 the dismantling of a terrorist cell composed of 9 French (some of North African descent and some converts), 2 Belgian, one American and a couple of Syrian, Egyptian and Tunisian citizens. This group was in charge of recruiting and preparing potential "martyrs" for attacks in Iraq. It was in possession of documents proving their belonging to a foreign terrorist group. These arrests were made possible thanks to the testimony of two Belgian jihadis recently arrested in Saudi Arabia along with 137 other Islamists. Egypt is more and more used by Jihadis on their way to Iraq - the Syrian route might become too obvious for Western jihadis- for instance about 15 French nationals went through Egypt on their way to Iraq. About a year and half ago Egypt had kicked out four French citizens for this reason. Egypt is obviously downplaying its new undesired role and that's why French authorities are getting no help whatsoever from their Egyptian counterparts.
It is also somewhat easier for French nationals to study and move to Egypt compared to Syria for instance. A recent Renseignements Generaux- a branch of French police- pointed out the dangers of the teaching of the Cairo madrassa Al Qortoba potentially attended by French citizens.
Also interestingly, one of the main Algerian terrorists behind the 1995 wave of terror attacks in France Safe Bourrada, went straight to Cairo for six months after his liberation to start up a new cell just before being arrested again in France for alleged involvement in a major terror plot targeting the Paris-Orly airport among other things.
In total, nine French died in Iraq fighting US troops including two in suicide attacks, two more are currently jailed in Iraq and another 30 or so in France and 12 more are suspected to be in Irak right now.
French authorities and especially French anti-terror judge Jean Louis Bruguiere are very worried by this trend; in particular the fact that these young jihadis could come back to France well trained and ready to commit terror acts on French soil.
December 6, 2006 01:28 PM Link "
NOTÍCIAS DE HOJE

L'interview
"La conjoncture américaine continue de donner le ton au monde"
Pour Jean Pierre Beguelin, chef économiste de Pictet, les économies émergentes comme la Chine et l'Inde sont plus dépendantes des Etats-Unis qu'il y a trois ans. Heureusement, les risques de récession outre-Atlantique seraient peu élevés.
Nissan promet un moteur hybride pour 2010 et Renault, de l'électrique
Shell consent à céder Sakhaline 2 à Gazprom
Skype lance un forfait annuel "tout compris" aux Etats-Unis

Microsoft veut proposer la VoIP dans Office 2007
La firme de Redmond a décidé de tester son nouveau serveur de VoIP destiné aux entreprises baptisé "Microsoft Office Communications Server 2007". Ce nouveau service sera dans un premier... >Suite
La version bêta 1 de Thunderbird 2.0 est arrivée!
La Fondation Mozilla a annoncé avoir mis à disposition des internautes une version bêta 1 en langue anglaise de Thunderbird 2.0, son client de messagerie électronique libre. Cette version bêta... >Suite
FOTOS EXFILTRADAS DO IRÃO
provam que há vida por baixo da ditadura
por baixo da chapa de chumbo da ditadura dos barbudos fundamentalistas, há uma sociedade que tenta respirar e até consegue fazer de lá sair fotos que registam... vida.




HOLOCAUSTO, NEGACIONISMO E TERRORISMO
 
Parece que uma reencarnação de um qualquer pequeno cabo das SS se esforçou, nestes últimos dias, por convencer o mundo de que isto não aconteceu... Mas aconteceu, mesmo! E é preciso, hoje, ter todo o cuidado com as tentações dos pequenos cabos... E, para que eles não nos tornem o futuro num inferno, é preciso impedi-los de alterar a história.
MARROCOS ENTRE BIKINI E BURKA
O Escândalo do Semanário Boicotado

Os islamistas aproveitaram a saída do primeiro número da edição em árabe do semanário "Tel Quel" para mostrar as garras. A edição ainda foi impressa mas não conseguiu chegar às mãos dos leitores. O tema de capa "Marrocos entre Biquini e Burka", apesar da sobriedade do fato de banho, foi excomungado pelos barbudos e, consequentemente, poucas "bancas" se atreveram a expô-lo e muito menos a vendê-lo. Aqui fica o registo desta capa histórica e da luta dos jornalistas marroquinos pela liberdade de expressão.
Com Pitos e Apitos...
DO APITO DOURADO
AO APITO SALGADO
Que trânsito! Tanto engarrafamento! E, finalmente, baile... Toca a música. "A saia da Carolina tem um lagarto pintado. Carolina dá à saia, o lagarto abana o rabo." E o refreão. "Sim, Carolina, oh hi ho ai!"... Oh ai, a quem?
Ai que o lagarto era um dragão...
CELULITE E BANHAS...
belo pretexto para as tapar

"Pour que ça change fort!"
SÉGOLÈNE EM MOVIMENTO

Saíu o primeiro cartaz da campanha de Ségolène Royal. São 300 mil exemplares que iniciam a marcha "Pour que ça change fort!"... Um verbo e um adjectivo - "change" e "fort". Uma imagem em movimento. Com ela ao centro. Estamos longe, bem longe, da aldeia rural e estática de Mitterrand, da gravidade do candidato, muito católico na sua foto, e do substantivo e do adjectivo: "force" e "tranquille"...
Eh, oui, Ségo, c'est parti et que ça change fort et... vite! Ça ira!
COMUNICAÇÃO DA EUROPA
EUROPA DA COMUNICAÇÃO
alguns problemas de hoje
Media experts critical of EU communication practices
A new pan-European TV channel is not viable and EU communication policy should decentralise radically using new 'citizen journalism' technologies. These were the two main recommendations from a media experts' conference organised in Helsinki on 4-5 December.
'Media of the masses taking over'
Joël de Rosnay advises the EU to look to the new 'media of the masses' in order better to 'communicate Europe' to citizens.
Communicating (in)Security: A Failure of Public Diplomacy?
This paper, published by CEPS, examines EU difficulties in communicating its security agenda clearly to citizens.
Governance in the Brussels network
In this article published by politik&kommunikation, Korbinian Frenzel examines the importance of networks as an engine for politics, enterprises and organisations. He concludes that they do have a greater impact on political day-to-day business and are more influential in Brussels than other European capitals.
Berlin experts highlight need for more EU communication
At the Berlin Politikkongress, experts such as Hans-Dietrich Genscher and Alistair Campbell explained the mutual influence of the EU and Germany in a changing media landscape.
Brussels journalists give tips on media relations
EurActiv manual receives input from Brussels journalists, NGOs and civil servants on how to draw up good media relations strategy.
EU Communication and the media: allies or enemies?
News editors and experts from European, national and regional media will have their say about Vice-President Wallström's new Communication Strategy in a stakeholder conference in Helsinki next week.
EU farm beneficiaries start to go online
Following member states' approval of full disclosure of CAP beneficiaries from 2009, information from 11 member states has started to go online. However, nations will keep full control over the degree of detail offered.
INTELIGÊNCIA ECONÓMICA
Novidades Via Vtech
O Vtech aponta o surgimento, neste fim de ano, de bom número de blogs à volta da inteligência económica e do management da informação (calma, isto é em língua francesa já que em português continua a imperar o deserto... com um ou outro oásis e há quem pense que será assim até que aconteça um pentecostes qualquer na blogos!). E faz mesmo uma pequena selecção, referindo os blogs da EGE (por onde anda o nosso Sniper em grandes trabalhos com o "general" Harbulot).
Sempre atento à paisagem, Vtech anota a saída do Guia da Inteligência Económica do MEDEF (allô dr. André Magrinho, o nosso único doutorando nestas matérias, e allô comendador Rocha de Matos, presidente do local MEDEF...) e também aponta um novo blog sobre "Terrorisme et guerre économique", animado por Ali Laïdi, autor de vários livros sobre guerra económica e autor na nova cadeia de televisão chaine France24, do "Le journal de l'intelligence économique".
" Blogs en vrac
Depuis quelques semaines, certains blogs ont vu le jour autour des sujets de la veille, de l'intelligence économique ou encore le management de l'information. Voici une sélection de quelques uns :
Le MEDEF Paris publie son premier guide de l’Intelligence Economique.
"A l’occasion de la Journée Nationale de l'Intelligence Economique d'Entreprise qui s'est déroulée à Lyon, le jeudi 7 décembre, le MEDEF Paris représenté par Jean-Pierre Legendre, Administrateur du MEDEF Paris et Président du Cercle Intelligence Economique du MEDEF Paris (CIE), a dévoilé son livre ‘‘L’intelligence économique. Guide pratique pour les PME’’.
Destiné à tous les dirigeants qui veulent accroître les performances et la protection de leur entreprise, ce guide pratique a été conçu à partir des savoir-faire des PME qui, depuis 4 ans, dans le cadre du CIE du MEDEF Paris, mutualisent leurs expériences.
Conscient que l’intelligence économique (IE) est un mode de gouvernance ayant pour objet la maîtrise de l’information stratégique, le MEDEF Paris et son Président, Rémy Robinet-Duffo entendent pérenniser cet intérêt et aider les PME à user de l’IE pour s’assurer compétitivité et sécurité, pour l’année 2007."
EUROPA: PONTO DA SITUAÇÃO
4 dossiers estratégicos em fins de 2006
GUERRAS EUROPEIAS DA ENERGIA
Paris et Berlin refusent de démanteler les groupes énergétiques
La France et l'Allemagne sont opposées à la nouvelle législation européenne visant à séparer la distribution d'énergie des activités de réseau, alors que de nombreux rapports appellent à une 'scission intégrale des structures de participation'.
UM MERCADO ÚNICO TRANSATLÂNTICO...?
US businesses call for 'transatlantic single market'
Despite transatlantic bickering and the hype surrounding China and India, the transatlantic economy should remain the number-one priority for the EU and the US, say American businesses.
From EU's internal market to economic protectionism?
Although the internal market is at the core of the EU and although, especially for Germany, the advantages are undeniable, the internal market is often criticised. Dr Joachim Wuermeling, state secretary at the German Federal Ministry for Economics and Technology, highlights the achievements, dangers and current and future challenges.
TURQUIA MAIS PENDURADA
Le processus d'adhésion de la Turquie est partiellement suspendu
Les ministres européens des affaires étrangères ont décidé de suspendre huit des 35 chapitres de négociation avec la Turquie, pour éviter une crise ouverte lors du prochain sommet européen des 14 et 15 décembre 2006.
DUAS NOTAS IMPORTANTES
PARA O MERCADO DA DEFESA
EU launches first defence R&D programme
The EU's defence agency has launched its first-ever research programme, which aims to develop new technologies better to protect the military forces.
'Open up euro 80bn EU defence market' says Commission
The Commission is to tell member states to open up non-sensitive sections of their defence markets to competition from foreign countries.
CHOQUE TECNOLÓGICO
Como os Americanos o Organizam
O "Le Monde" tratou a questão do modo de desenvolvimento das novas nanotecnologias, nos Estados Unidos, pelo velho esquema das tecnologias "dual use"... O que mais importa neste artigo não é, do meu ponto de vista, que consequências na arte da guerra e nem nos teatros de operações militares. O que realmente mais importa, penso eu, é compreender o "teatro de operações" montado pelos americanos para ganharem a guerra das... nanotecnologias.
Os governantes europeus e muito particularmente os portugueses deveriam ser obrigados a ler o texto do "Le Monde" e copiá-lo à mão umas cinquenta vezes... Diga-se, em abono da verdade, que Sócrates é, de todos os governantes portugueses dos últimos trinta anos, o único que já deu mostras de ser capaz de entender o que se diz nestas entrelinhas do Monde...
Atente-se nesta maravilha: "160 personnes y travaillent dans un lieu, "Institute for Soldier Nanotechnologies", créé il y a trois ans par des équipes du Massachusetts Institute of Technology et auquel participent des partenaires industriels tels Dupont, Partners Healthcare et Raytheon. Le centre a reçu un contrat du département de la défense de 50 millions de dollars pour cinq ans."
É assim que trabalha quem quer ganhar... É assim que a indústria da Defesa age como defesa da Indústria! E nem sequer a transparência da coisa pode ser posta em causa e nem Bruxelas poderia invocar subsídios ilegais...
Have I made my self clear....?
" L'armure des soldats du XXIe siècle sera nanotechnologique
LE MONDE | 09.12.06 | 14h46 • Mis à jour le 09.12.06 | 14h46
Les nanotechnologies pourraient autant transformer l'art de la guerre que l'invention de la poudre à canon. L'armée américaine en est persuadée et entend doter ses hommes de l'uniforme du XXIe siècle.
A Cambridge, aux Etats-Unis, 160 personnes y travaillent dans un lieu, l'"Institute for Soldier Nanotechnologies", créé il y a trois ans par des équipes du Massachusetts Institute of Technology et auquel participent des partenaires industriels tels Dupont, Partners Healthcare et Raytheon. Le centre a reçu un contrat du département de la défense de 50 millions de dollars pour cinq ans.
" Nos chercheurs veulent transformer l'uniforme de coton et les lourds gilets pare-balles en un assemblage de systèmes intégrés composés de nanoparticules qui se trouveront dans l'uniforme, les casques, les gants et protégeront les soldats", explique Franklin Hadley, porte-parole de l'ISN.
Pas moins de sept grands programmes de recherche sont menés en parallèle. L'un des projets les plus avancés est celui de l'armure dynamique, qui permettra aux matériaux souples de devenir instantanément rigides. Une autre équipe a développé des structures moléculaires capables de s'ouvrir et de se fermer quand elles reçoivent une impulsion électrique. Des millions de ces molécules, associées entre elles, pourraient se transformer en muscles supplémentaires pour donner aux soldats "plus de force pour porter ou sauter". M. Hadley souligne que des progrès spectaculaires ont été réalisés pour mettre au point des senseurs capables de détecter et déclencher une réponse immédiate à des attaques chimiques et biologiques. Une équipe cherche également à développer des tissus comprenant des antiviraux. Des nanoparticules s'assemblent pour produire des substances détruisant les toxiques. D'autres les repèrent dans l'atmosphère et deviennent fluorescentes.
L'uniforme du futur de l'armée américaine pourra également soigner automatiquement les hémorragies, les fractures, éviter les infections. Dans des expériences faites sur des animaux, des chercheurs de l'Institut ont trouvé un moyen d'arrêter les saignements, même importants, en quelques secondes : un liquide composé de fragments de protéines (peptides) est appliqué sur la blessure ouverte. Ces nanoparticules se combinent, forment une barrière et jugulent l'hémorragie. Les protéines peuvent alors être utilisées par l'organisme pour réparer les tissus endommagés. "Ces équipements pourront aussi être utilisés par les équipes de secours, de première urgence, de pompiers", souligne M. Hadley.
Le contrat gouvernemental de cinq ans, qui expire l'an prochain, devrait être reconduit et les premières applications des découvertes faites à l'Institut devenir opérationnelles avant dix ans.
Eric Leser (à New York)
Article paru dans l'édition du 10.12.06.
Institute for Soldier Nanotechnologies
Cambridge, Etats-Unis "
Mais AQUI : L'armure des soldats du XXI e siècle sera nanotechnologique
Que Viva Chile Libre!
Abraço, Jorge...
Nada a dizer na morte de Pinochet. Morreu um canalha e não se fala mais disso. Verifique-se apenas se está mesmo morto. E ponto final. Mas acho um espanto que ninguém, nem nos media tradicionais e nem na blogos se tenha lembrado de ouvir o que possa ter para dizer aquele que foi o homem de confiança de Salvador Allende e que há décadas vive em Lisboa.
Para ti, Jorge, nesta altura, um grande abraço. Com bom tinto e petisqueira. E que viva Chile Libre... Realmente livre e em liberdade! E nisto, espero, estaremos de acordo...
A Desgraça Portuguesa
Uma direita burra e uma esquerda ignorante... Salazar estupidificou a direita e Cunhal "autistizou" a esquerda.
A direita tornou-se burra, num exercício que durou décadas, através da amputação dos instrumentos de inteligência, mesmo os mais elementares. Basta analisar a qualidade intelectual do trabalho e do discurso dos professores e outros "intelectuais" do Portugal salazarento (alguns ainda aí a arrastar-se...) para perceber a que píncaros de estupidez se alcandurou.
A esquerda foi posta, durante décadas, a fazer violentos exercícios intelectuais de "pedalar na areia". O "comité central" de Cunhal encarregou-se de, através de excomunhões, censura e mesmo eliminações físicas, impedir o contacto com a realidade a tudo o que se posicionasse na esquerda. (Exceptuam-se alguns refugiados nos EUA, como Jorge de Sena).
Cunhal recuperou o conceito inquisitorial de "index", reinterpretando-o à sua maneira moscovita, lançando anátemas e excomunhões sobre segmentos e até sectores inteiros de informação "burguesa e imperialista", o que obriga as mais destacadas "personalidades de esquerda", quando a realidade lhes cai sobre a cabeça, a dizer "não sabíamos"...
Ainda hoje não sabem. Nem quem são e nem em que mundo vivem...
Os quarenta anos de duopólio Salazar-Cunhal têm consequências fatais. Essa gente organizou a recusa do mundo moderno, diabolizou a liberdade e implantou o culto do Baal/Estado. A questão hoje é saber, se depois disto, ainda restará uma élite capaz de preparar Portugal para sobreviver neste planeta em mudança acelerada, quando as coordenadas se alteram radicalmente e o espaço se torna global e o tempo curto, curtíssimo... Uma élite com sentido de Estado (nada de politiqueiras, portanto) e que domine a inteligência.
FUNKSPIEL
Será a Resposta, Rui...
Operação Funkspiel... Em 1974, aí pelo fim da Primavera, arranca a Operação Funkspiel. Já ouviste falar dela, Rui?
Tu escreves: "Segui a recomendação do Chefe (de cozinha) para ler esta nota na Grande Loja do Queijo Limiano, assinada por José, da qual destaquei estas linhas: «Em Dezembro de 1975, já após os acontecimentos do 28 de Setembro, 11 de Março e 25 de Novembro que provocaram novas prisões e relatórios subsequentes, Alfredo Caldeira, responsável até Fevereiro desse ano pela Comissão de Extinção da Pide/Dgs, alertava publicamente para a necessidade de se esclarecer como “se extinguiu” a PIDE. As suas questões continuam hoje por responder: “o destino dado aos arquivos da Pide e da Legião saqueados ao serviço de interesses obscuros (ou por demais evidentes): a situação dos elementos daquelas forças repressivas (que razões impediram o prosseguimento dos respectivos processos? Que razões levaram à libertação de muitos desses elementos? Ao serviço de quem têm estado?) ; o uso de verbas enormes, sem que ninguém tenha visto qualquer resultado da sua aplicação; as fugas repetidas de reclusos sem que nunca o país tenha tido conhecimento de quem foram os responsáveis”»
Operação Funkspiel... Talvez seja a resposta.
Álvaro Cunhal e Rogério de Carvalho, do lado PC/KGB, já morreram (na cama, como Pinochet) e, de outro lado, Fernando Oneto (que investigava a operação "Horizonte Zero" e procurava deslindar a "Funkspiel" em curso) foi assassinado logo na altura, depois de montarem uma operação para o humilhar (diga-se e repita-se que Oneto não teve então amigos à altura...), pelo que pouca gente hoje te pode falar de isso com conhecimento de causa... Talvez algum coronel por Moscovo e uma ou outra personagem mais ou menos narcisa. Ou, ainda, no original do Mitrokhin Archive , que não nas suas edições públicas e menos ainda na muito censurada edição portuguesa.

( “December 1998, did he then ask whether there would be other revelations? If not, why not? If he did, was any indication given to him then of revelations against any other persons, including Dr. Pearson and Mr. Symonds?
The Home Secretary referred to the condition imposed by Sir Malcolm Rifkind. He said that Sir Malcolm
"imposed a condition that any allegations of criminal behaviour against individual persons should not be made public unless those individuals agreed"--
which I would have thought was rather unlikely—
"or they had been prosecuted and convicted."
In view of that condition, how does that square with what happened? Without going into details, can he tell me as a matter of fact whether the civil servant codenamed Hunt has been identified and, if so, what action is being considered, has been considered or has been ruled out?
We welcome the decision for the prosecuting authorities to look again at the case for prosecution in the light of the recent admissions, but can the Home Secretary explain how the decision not to prosecute, so far, squares with the decision to prosecute Shayler? What is the comparable basis? Can he confirm that age was not a factor in deciding whether to prosecute Mrs. Norwood, as that would stack up rather oddly with his decisions in the case of General Pinochet? Can he also confirm that one of those being considered for prosecution is Dr. Pearson? Is he aware of the serious allegation made by Dr. Gosling that he was drugged and robbed in Warsaw in the late 1970s at an academic conference apparently as a direct result of the activities of Dr. Pearson? Those are extremely serious allegations and I should be grateful for the Home Secretary's observations on them.
Although we also welcome the reference to an inquiry into the activities of the security services, will the Home Secretary now acknowledge that there was one activity that it got absolutely right--the decision to put the Campaign for Nuclear Disarmament under surveillance? Among the revelations there are established links between CND and Stasi. In that context, given the links between CND and members of the Government, will he reassure the House that no currently serving Minister had any contact with any of the persons named in the Mitrokhin archive?
Mr. Straw: When this matter first became public, the right hon. Member for Maidstone and The Weald (Miss Widdecombe), in a commentary in the newspapers, demanded that we publish all the names of any more traitors living, like this one, without being prosecuted. She then said that we should be told the reasons why they had not been brought to justice unless there were clear security reasons for not doing so. What the right hon. Lady was seeking was for us to adopt a practice that would be wholly improper and which successive Governments have refused to follow: the denunciation of people against whom allegations had been made, without evidence being put before a court of law, and for their conviction to follow.
All the key decisions concerning the prosecution of people in relation to material in the Mitrokhin archive--key decisions concerning…” ) Continua AQUI
A CHINA EM ÁFRICA
O Ataque Chinês a África visto pelo Le Monde
" Pierre-Antoine Braud, ex-conseiller au Nations unies:
Afrique, nouvel horizon chinois
a Chine multiplie ses investissements en Afrique. Un journal chinois vient d'être créé au Nigeria. L'Afrique sera-t-elle bientôt terre chinoise ?
Il est trop tôt pour dire si les Chinois s'inscrivent dans une logique hégémonique. Mais des structures politiques et économiques sont en place pour que cette percée bien réelle puisse s'étendre. Plus de 800 entreprises de l'empire du Milieu y sont déjà présentes, le volume des échanges a triplé en quatre ans. Officiellement, le continent accueille 130 000 Chinois, mais ils sont probablement davantage. On s'attend à un doublement, voire à un triplement, d'ici cinq ans.
Pour autant, nous n'assisterons pas à la création d'une "Chinafrique" à l'image de la "Françafrique" du XXe siècle. La relation française reposait notamment sur des dimensions idéologiques et sentimentales. L'essor chinois, actuel et futur, répond à des intérêts économiques et politiques bien compris des deux côtés.
En quoi la percée chinoise est-elle une tendance de fond ?
Le continent africain représente l'opportunité pour la Chine de sécuriser durablement un accès aux matières premières nécessaire à sa croissance. Ce développement s'intensifie depuis deux ans, mais il s'est amorcé en 1993, quand la Chine est devenue importatrice nette de pétrole. Une réflexion stratégique s'est mise en place depuis 1999. En important d'Afrique, les Chinois échappent à la zone du Proche-Orient, où les Etats-Unis sont omniprésents.
Les Chinois ont tout d'abord saisi des opportunités là où la compétition était moins forte : Soudan, Angola, Nigeria, Zimbabwe... Souvent au moment où ces pays connaissaient des conflits et étaient délaissés par des compagnies occidentales. Ils se sont créé des niches à partir desquelles ils rayonnent
Hormis le pétrole, vers quels types de secteurs les investisseurs chinois vont-ils se diriger ?
Nous assistons à une sorte de "remontée de filière". L'Afrique est désormais un "laboratoire" pour exporter des produits manufacturés à plus forte valeur ajoutée. La percée a suivi quatre phases : le pétrole, le minerai puis le BTP, et enfin les exportations avec des acteurs privés, pas forcément liés à l'appareil d'Etat, comme le textile. Un système financier est maintenant en place pour les développements futurs : des banques chinoises prêtent localement à des compagnies pour se développer.
La récente nomination d'une Chinoise de Hongkong à la tête de l'OMS est-elle un des premiers fruits de la politique clientéliste chinoise en Afrique ?
C'est un des éléments, et nous ne sommes peut-être qu'au début d'une politique d'influence croissante dans les organisations internationales. Cette élection est une première. Pour obtenir une agence, il est utile d'avoir le vote des 48 pays africains qui représentent 25 % des voix aux Nations unies.
Quels avantages les Africains vont-ils retirer de cette percée ?
Dans un contexte de crispation et de fermeture européenne, l'Asie apparaît comme une alternative. Les dirigeants africains veulent diversifier leurs interlocuteurs internationaux. En clair, faire monter les enchères, et cela marche très bien.
Certains dirigeants africains semblent également fascinés par ce qu'ils appellent le "modèle chinois" : un autoritarisme politique doublé d'une ouverture économique, source de croissance. Il existe une certaine compréhension mutuelle entre des régimes qui ont des fonctionnements communs : le rapport aux services de renseignements, le lien entre compagnies parapubliques et gouvernement...
Quelle pourrait être la réaction des Occidentaux ?
L'inquiétude est différente de part et d'autre de l'Atlantique. En Europe, les anciennes puissances coloniales - France, Belgique - y voient une illustration du déclin de leur influence. Aux Etats-Unis, c'est un élément supplémentaire dans un jeu de rivalité pour le rayonnement international et la sécurité énergétique. Ces craintes futures montrent que les Occidentaux arrivent très difficilement à s'accorder dans certaines instances internationales pour s'adapter à cette nouvelle tendance durable.
Comment réagissent les opinions publiques africaines ?
Des stéréotypes sont profondément enracinés, tant côté chinois qu'africain. Globalement, les sentiments sont ambigus. Des commerçants sénégalais jugeant la concurrence chinoise déloyale ont manifesté au Sénégal en 2004, avant de bénéficier des produits chinois. Mais il est vrai qu'on assiste à une montée des sentiments sinophobes dans toute une série de pays : Afrique du Sud, Zimbabwe, Zambie, où le sujet a fait l'objet de débat lors de l'élection présidentielle. Des émeutes antichinoises ne sont pas à exclure dans ces prochaines années. Est-ce que cela pourra freiner leur percée ? On peut l'envisager.
Contrairement aux Occidentaux, les Chinois ne posent pas de conditions en termes de bonne gouvernance...
Les Occidentaux imposent leurs conditions, mais, concrètement, les effets sur la bonne gouvernance de ces pays sont limités. Cela dit, l'arrivée des puissances économiques émergentes, chinoise, indienne, brésilienne dans une moindre mesure, risque de conforter les travers existants.
Comment voyez-vous, à plus long terme, l'impact de cette percée ?
On peut penser que les dirigeants africains utiliseront, comme dans les années 1960-1970, ces revenus financiers supplémentaires pour maintenir des régimes autoritaires, ou semi-autoritaires, en entravant donc la diversification de l'économie et la montée d'un secteur privé autonome. Autant de blocages source de conflits. Déjà les tentatives de museler les velléités de transition démocratique dans les années 1990 se sont accompagnées d'explosions de violence. On pourrait rentrer dans une période similaire d'ici à 2020, date à laquelle la manne pétrolière se sera probablement tarie. Avec, in fine, ce discours type : l'Afrique n'est pas prête pour la démocratie, il leur faut un homme à poigne. Mais ce penchant pour l'autoritarisme est une bombe à retardement qui légitime la violence au quotidien.
Les Chinois peuvent jouer un certain rôle, mais, pour éviter une telle évolution, c'est avant tout de la responsabilité des dirigeants africains.
Propos recueillis par Laure Belot et Frédéric Bobin "
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CHRONOLOGIE |
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1994
. Premier investissement pétrolier chinois en Afrique, au Soudan.
1999
. Le pouvoir chinois élabore une stratégie plus ambitieuse sur l'Afrique.
2000
. Première banque chinoise en Afrique, EximBank, au Soudan. Premier forum de coopération Chine-Afrique.
2004
. Prêt chinois de 2 milliards de
dollars (peut-être 6 en 2008) à l'Angola.
2005
. Accord avec l'Afrique du Sud de développement dans le nucléaire civil.
À LIRE
Chine-Afrique : le dragon et l'autruche, d'Adama Gaye (L'Harmattan, 294 p., 25,50 €).
"La Chine en Afrique", no 8 de la revue Monde chinois, 2006.
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NOTA: Durante vários dias, o servidor que aloja o CLARO esteve em panne... Daí a ausência de posts, nestes dias, daí a passagem em branco de acontecimentos que mereciam referência e, sobretudo, a ausência de resposta à citação do Macroscópio, a quem prometemos retomar em breve e logo que possível o tema "media e opinião", ou dos "jagunços" e dos lacaios - irmãos siameses da nossa mediacracia ".
BAKER PARA ASSUSTAR...
" Le rapport Baker prône le retrait (16:49)
Une commission indépendante, présidée par l'ancien secrétaire d'Etat Républicain James Baker, estime qu'il faut discuter avec l'Iran et la Syrie et entamer le retrait des soldats américains d'Irak. Le gros des troupes pourrait être rapatrié d'ici au premier trimestre 2008
Soulignant qu'il n'existe pas de "formule magique" pour résoudre le conflit irakien, le rapport du Groupe d'étude sur l'Irak, réunissant républicains et démocrates, conseille à George Bush de prendre contact avec l'Iran et la Syrie en vue d'une solution globale à une crise "grave et qui se détériore".
Si la détérioration se poursuivait, estiment les auteurs du rapport remis mercredi au chef de la Maison blanche, la situation pourrait "sombrer dans le chaos".
Le Groupe, coprésidé par le républicain James Baker et le démocrate Lee Hamilton, recommande que les Etats-Unis fournissent rapidement une aide accrue aux forces irakiennes.
Il préconise en outre un début de retrait des "boys" et suggère "un changement dans la mission fondamentale des forces américaines en Irak" .
"La mission première des forces américaines en Irak devrait évoluer vers un soutien de l'armée irakienne, à qui reviendrait la responsabilité principale dans les opérations de combat. D'ici au premier trimestre 2008, sauf développements inattendus sur le terrain, toutes les forces opérationnelles non affectées aux missions de protection pourraient avoir quitté l'Irak", peut-on lire dans le texte.
Le rapport Baker a été simultanément au Congrès et au président américain, qui a promis de l'étudier "très sérieusement, sans cependant prendre aucun engagement.
"Ce rapport contient une évaluation très dure de la situation en Irak. Nous prendrons très au sérieux chacune des propositions et agirons le moment venu", a dit George Bush après un entretien d'environ une heure avec les membres du Groupe.
Faisant lecture d'extraits du rapport, le porte-parole de la Maison blanche Tony Snow a indiqué que le Groupe incitait les Etats-Unis à "prendre directement contact avec l'Iran et la Syrie afin de tenter d'obtenir de leur part un engagement à pratiquer une politique constructive vis-à-vis de l'Irak et d'autres questions régionales".
"En ouvrant le dialogue avec la Syrie et l'Iran, les Etats-Unis devraient envisager des éléments autant incitatifs que dissuasifs dans la recherche de résultats constructifs", conseille également le Groupe.
A L'UNANIMITÉ
Le rapport de la commission de dix membres, cinq démocrates et cinq républicains, pourrait peser fortement sur le débat aux Etats-Unis car ses conclusions ont été adoptées à l'unanimité.
Plus de trois ans et demi après l'invasion de mars 2003 et le renversement de Saddam Hussein, 140.000 soldats américains sont toujours en Irak, où l'insurrection se poursuit et où les violences confessionnelles entre chiites et sunnites se multiplient. Les forces américaines ont perdu plus de 2.900 militaires.
Le grand dessein proclamé il y a quelques années par George Bush d'apporter la démocratie au "Grand Moyen-Orient" semble bien compromis et la priorité est aujourd'hui d'éviter que la région ne sombre dans le chaos.
Mardi, Robert Gates, successeur désigné de Donald Rumsfeld à la tête du Pentagone, a estimé que son pays n'était pas en train de gagner la guerre en Irak et que les deux ans qui viennent détermineraient si toute la région bascule ou non dans la violence.
L'ancien directeur de la CIA a dit qu'une action militaire contre l'Iran ne pourrait être décidée qu'"en dernier ressort absolu" et qu'il n'était pas favorable à une attaque contre la Syrie.
De nombreux démocrates plaident pour qu'un retrait militaire progressif d'Irak débute dans les quatre à six mois, faisant valoir que leur victoire électorale de novembre confère une légitimité populaire à cette option.
Gates a dit qu'il procéderait à de larges consultations à ce sujet, sans indiquer la formule qui avait sa préférence. "A mon avis, toutes les options sont sur la table en ce qui concerne la manière dont nous traiterons le problème en Irak", a-t-il dit."
A proposta de Baker é um susto para toda a gente: inimigos, adversários, "chatos", neutros e aliados... Baker com este relatório põe todos no sítio. O passo seguinte, será falar... Mas isso já não será com ele. E o novo chefe do Pentágono, Robert Gates, agradece.
Mas a proposta de Baker é mais. E pode ser algo de muito desagradável para o resto do mundo. Pode ser o início de uma tentação isolacionista (coisa cíclica nos americanos)... Se o Partido Democrata entrar num ciclo de vitórias eleitorais está aberta uma avenida para essa tentação. E o pior para este mundo em mudança acelerada seria, precisamente, uma América isolacionista.
Abre-se pois um cenário em que alguns dos mais inoportunos críticos da política de G.W. Bush se arriscam a vir a ter muitas saudades dele... Por mim, recordo-me perfeitamente de ter visto os mais radicais inimigos dos EUA manifestarem-se desesperados junto à embaixada, em Sete Rios, a pedir uma intervenção militar em Timor-Leste... Vi-os!
JIHAD...
sem comentários
Austrália, 10 de Dezembro 2006
O ATAQUE DOS BIKINIS AOS BARBUDOS
As recentes declarações do Sheik Taj el-Din al Hilaly, numa mesquita de Melburne, de que, na Austrália, as mulheres sem véu são "uncovered meat", deixaram as australianas em estado de choque e algumas decidiram agora ir, no próximo dia 10, em manifestação, mostrar os seus biquinis frente à mesquita do dito barbudo... O barbudo pediu a protecção da polícia australiana!
" Une manifestation aura lieu à Melbourne le 10 décembre pour protester contre les propos du Sheik Taj el-Din al Hilaly, qui avait comparé les femmes non-voilées à de la viande. Les organisatrices ont demandé à toutes les femmes d’Australie de se mettre en bikinis multicolores et de rassembler à l’extérieur de la mosquée, pour exprimer leur dégout envers le Shjeik bidule. La manifestation marquera en outre l’anniversaire des émeutes de Cronulla, qui avaient eu lieu entre musulmans et non-musulmans. Les barbus ont demandé à la police de protéger la mosquée contre les bikinis…"
"POLICE have been asked to protect Australia's largest mosque next weekend because of concerns that a bikini march staged to coincide with the anniversary of the Cronulla riots (Pastorius note: the Cronulla riots were riots between Muslims and non-Muslim Australians) may get out of control.

The caretaker of Lakemba Mosque, the Lebanese Muslim Association, says it is taking no risks, requesting at least 32 police officers to protect the place of worship on Saturday and Sunday.
The organiser, Melbourne grandmother Christine Hawkins, has asked women nationally to dress in bikinis and colourful beachwear and rally outside large mosques to show their disgust at comments by leading Muslim cleric, Sheik Taj el-Din al Hilaly, who likened women to "uncovered meat"..."
"COUPLE FRANCO-ALEMÃO"
numa boa imagem e num mau momento

Imagem de hoje da AFP: "Jacques Chirac fait un baise-main à la chancelière allemande Angela Merkel lors d'un sommet tripartie en Allemagne"... Ou de como nisso o Léo Ferré tinha bem razão ao gritar "ce n'est pas le baise-main qui fait la tendresse" e, neste caso, tão pouco a política.
" S aime S ", de Patrick Besson,
no Le Point e não no Point G ou ponto g, sobre as pequenas mensagens amorosas, escritas ou de imagem, via telemóvel, como este " lovlogo 106 " que Besson parece adorar... pois que
" l'amour moderne est japonais, qui s'exprime en haïkus surgissant sur un écran de téléphone portable".
SMS agora editadas em livro, com contributos de Frédéric Beigbeder, Claire Castillon, Florian Zeller, Benjamin Berton, Laure Buisson, Dominique Noguez, Stéphanie Janicot, Lolita Pille, David Foenkinos, Nicolas Rey, Lolita Pille, Florian Zeller, Laure Buisson, David Foenkinos, Mazarine Pingeot ...
E também « des logos amoureux dessinés par de grands créateurs », como Inès de la Fressange que não, não é a autora do lovlogo 106.
SMS: Oh, Ana tens de apresentar melhor o Besson ao M.

AVIÕES, VÔOS E SEGREDOS NOS VÔOS
A Lusa noticia hoje que, no âmbito da investigação que o Parlamento Europeu está a fazer à CIA, Carlos Copelho realizou "audições ao SEF, INAC e NAV sem novidades sobre alegados voos ilegais".
" O presidente da comissão temporária do Parlamento Europeu que está a investigar os alegados voos ilegais da CIA, Carlos Coelho, afirmou hoje que as audições do SEF, INAC e NAV não trouxeram qualquer novidade sobre esta investigação. Entretanto, "o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Luís Amado, acusou a comissão do Parlamento Europeu sobre a CIA de apresentar conclusões ignorando as investigações do Governo e advertiu que essa atitude pode condicionar a reunião de hoje com uma delegação da comissão."
Ao mesmo tempo que Carlos Coelho, Ana Gomes e outros organizam estas viagens e inquéritos do PE a vôos da CIA que dizem terão transportado al-qaedas detidos, acontece que nos aviões que fazem ligações a Moscovo e já também em estádios de futebol ingleses (o do Arsenal...) está a ser detectado o polonio 210.
Como sempre, o mais secreto é o que está à vista como acontece agora com os aviões da Ibéria, da British Airways e outras companhias cujos vôos sendo públicos eram realmente muito secretos...
Estes românticos amantes de mistérios e teorias da conspiração que constituem esta "comissão temporário" do PE, Carlos Coelho, Ana Gomes e outros, não quererão dedicar-se a este super-mistério do polonio 210 e aos seus vôos via Moscovo...? A coisa daria até umas viagens a Moscovo. Não sei porquê, mas não me parece que queiram... É cá um pressentimento.
LÍBANO À BEIRA DA GUERRA CIVIL
Convém prestar atenção à evolução desta situação, durante os próximos dias... O processo de afrontamento entre comunidades cristãs, chiitas, sunitas e druzas distribuidas num complexo xadrez, em que se batem pró-sírios e anti-sírios, levou já o exército libanês a ocupar parte de Beirute. Segundo o L' Express, "l'armée libanaise s'est déployée dans plusieurs quartiers pour éviter que la crise ne dégénère en guerre civile".
O ATAQUE DOS PIORES CEGOS
e algumas respostas na "blogos"
É um espanto como pessoas que pretendem pensar Portugal (vide recentes casos de Júdice e Vital Moreira, que vêm de extremos opostos do espectro político e estão quase a encontrar-se num centro imaginário mas de atributos bem reais) não conseguem alcançar esta coisa cimples, óbvia e clara: O dispositivo militar (apesar de residual) é hoje a única base em que assenta a capacidade do Estado Português de ter voz na UE, na NATO ou em quaisquer outros fórum internacionais… E que é essa voz que, por enquanto, lhe tem evitado o ser elegado para uma espécie de Grão-Ducado ou Burkina Faso que aqui seria o retorno ao século XII com uma espécie de Condado Portucalense. Um recuo de nove séculos!

E é ainda um espanto o facto de não verem que o dispositivo militar é o único dos aparelhos do Estado que já reduziu drasticamente os seus efectivos e, sobretudo, que já fez a sua reconversão, quantitativa e qualitativa, da natureza e dimensão salazarentas para a realidade democrática, do Estado de Direito. Assim, o resto o tivesse feito... Contudo, não é muito perdoável ao Ministério da Defesa e ao CEMGFA nunca terem sido capazes de tornar isso visível, evidente e claro para a opinião pública. Fizeram o que tinham de fazer mas falharam na gestão da percepção e... "as percepções são críticas". 
Estas declarações de Júdice, Moreira e outros provocaram, nestes últimos dias, frémitos na "blogos"...Tanto à direita como à esquerda. Reacções, obviamente, mais que justificadas.
No Tugir, Carlos M. Castro definiu a Defesa como prioridade Nacional.
"A Paz também custa a manter" , respondia o Adufe 3.0. Que, sobre a tal falta de visão, acrescenta Pior cego é aquele não quer ler . Enquanto André Azevedo Alves n'O Insurgente pergunta Pode a Defesa ser uma "prioridade de segunda linha"? .
No Máquina Zero, Ich bin nicht ein 'Mediterraner' coloca Júdice no seu lugarzinho, enquanto o Adufe 3.0 trata de Vital Moreira e Ornelas em A dignidade do Estado e a Defesa Nacional e ainda em E o prémio para o post mais desonesto do mês vai para…
Em síntese, a "blogos" emergiu agora como um dos mais eficazes forum das questões de Defesa Nacional e espera-se que a experiência não caia em saco roto e seja tida em conta por quem de direito... A fechar, vale a pena citar Carlos M. Castro, do Tugir:
" Concordo totalmente com o Rui , quanto ao tratamento dado pelo poder político à instituição militar nas últimas décadas: Numa palavra falta: gestão. Em duas falta: estratégia. Em três falta: conhecimento. Em quatro falta: responsabilidade.
Dado o trauma nacional em matéria militar, importa referir que não foram os militares que determinaram a guerra colonial e convém recordar que foram estes que colocaram um ponto final a uma situação insustentável para o país permitindo o irromper da Democracia com todas as virtudes e defeitos provenientes do golpe de Estado de 25 de Abril de 1974.
Os fantasmas de outros tempos não fazem qualquer sentido.
Pouco mais de trinta anos depois da implementação da democracia, pouco mais de vinte anos depois de extinto o Conselho da Revolução, já é tempo de potenciar as capacidades e perícias da instituição militar em proveito do país, e como estas ainda estão por fomentar.
Um país que não goze de uma instituição militar credível e potenciadora das melhores capacidades da sociedade em muitos domínios, condena-se a si próprio; e já vão distantes os anos 90, quando se pensava ter chegado ao fim da história e os militares não tinham razão de ser para algumas pessoas.
A Defesa sempre foi um dos pilares do Estado português.
Por outro lado, tendo em consideração a nossa real dimensão, com uma grande ZEE, que nos torna num dos "maiores países da Europa", mais razões e responsabilidades, como bem refere o Rui, temos para depositar na área da Defesa uma prioridade incontornável. A qual deverá ser sempre, até porque, numa visão mais estrita do papel da Defesa, a Paz também custa a manter. "
Não será preciso declará-lo mas estou totalmente de acordo com CMC.
E, por favor, não esquecer que tempo e espaço são as grandes coordenadas da estratégia... Convém por isso saber em que espaço estamos e que tempo é este!
Fidel Castro Está a Morrer...
QUE FUTURO PARA CUBA ?
George Friedman, na Stratfor, trata hoje o tema "Cuba After Castro". E afirma: "It is now apparent that Fidel Castro is dying".
" He is 80 years old, so that should not be surprising. The Cubans are managing his death as if it were a state secret -- hiding the self-evident -- but that is the nature of the regime, as it is the nature of many governments. The question on the table is whether the Cuban government can survive Castro's death -- and in either case, what course Cuba will follow. (...)
The Communist regime, as we have known it, cannot possibly survive Castro's death. To be sure, Fidel's brother Raul will take over leadership; the Cuban Communist Party, the military and intelligence system, and the government ministries will continue to rule.
"When Fidel took power, he argued that it was economic relations with the imperialists that impoverished Cuba. By the end of his rule, he had come to argue that it was the lack of economic relations with the imperialists that impoverished Cuba -- that the American embargo had strangled the country. That was absurd: Cuba could trade with Canada, the rest of Latin America, Europe, Asia and wherever it wanted. It was not locked out of the world. It wasn't even locked out of the United States, since third parties would facilitate trade. But then, Fidel was always persuasive, even when completely incoherent. That was the foundation of his strength: He believed deeply in what he said, and those who listened believed as well. Fidel was writing poems, not economic analysis, and that kept anyone from looking too closely at the details.
Now, the poetry is ending, and the detail men and bean-counters are in charge. They don't know any poems -- and while they can charge the United States with bearing the blame for all of the revolution's failures, it is not the same as if Fidel were doing it. Regimes do not survive by simple brute strength. There have to be those who believe. Stalin had his believers, as did Hitler and Saddam Hussein. But who believes in Raul and his committees? Certainly, the instruments of power are in their hands, as they were in the hands of other communist rulers whose regimes collapsed. But holding the instruments of power is not, over time, enough. It is difficult to imagine the regime of functionaries surviving very long. Without Fidel, there is little to hope for. (...)
"We are, therefore, pessimistic about the regime's ability to survive. Or more precisely, we do not believe that the successor regime -- communism without Fidel -- can hold on for very long. Raul Castro now is reaching out to the United States, but contrary to the Cuban mythology, the United States cannot solve Cuba's problems by ending the trade embargo. The embargo is a political gesture, not a functioning reality. End it or keep it, the Cuban problem is Cuba -- and without Fidel, the Cubans will have to face that fact. "
E Viva Orff !

Carmina Burana - Era Band - The Mass
(com agradecimentos ao Macroscópio)
Da Natureza e Funções dos Media
" Os Novos Jagunços "
" Jagunços ou lacaios: os irmãos siameses da nossa mediacracia "
Um diálogo muito oportuno entre o Jumento e o Macroscópio, sobre media. Do meu ponto de vista, com excesso de indignação moral (justificadissima mas pouco profícua) e algum défice de análise... De facto - permitam-me que entre no diálogo e avance a minha perspectiva - , não tem estado suficientemente presente o seguinte:
Primo, os media são uma indústria e têm, como tal, investidores e objectivos (comuns a qualquer empresa não-pública) e uma lógica específica;
Secondo, instituições, empresas e personalidades têm (deveriam ter...) que gerir as percepções que delas têm as opiniões públicas - como diizia o outro, as percepções são críticas e por isso têm que ser geridas e essa é a função do "perceptions management", que não é bem a mesma coisa que "relações públicas";
tertio, raramente, ou mesmo nunca, os interesses, tempos e métodos dos dois anteriores pontos são coincidentes, sendo que frequentemente são divergentes.
Escrevi em tempos, sobre esta matéria, algumas notas para uma conferência no IAEM, no âmbito do VII International Atlantic Symposium on C4I, da AFCEA/Portugal, "Information, the weapon for the 21st century", a que dei um título sugestivo:
Em Portugal, o escasso e recente histórico dos media como actividade empresarial (antes de 25ABR74 eram panfletos oficiosos do governo, da igreja ou de grupos económicos e, logo a seguir, foram nacionalisados, ficando entre o autismo e o oficioso, mas não sendo nunca, nesses tempos, uma actividade empresarial) e, por outro lado, o domínio, até há pouco, absoluto do advertising impediram o desenvolvimento de estudos e de todo um trabalho de esclarecimento do que se quer significar quando se fala de sociedades mediáticas, da natureza e funções dos medias nessas sociedades e de outras actividades co-relacionadas a montante e a jusante.
O caso referido da TSF parece-se paradigmático: o que se diz, neste diálogo do Macroscópio e do Jumento, é que a dita rádio não corresponde, quando bem analisada, à percepção que se tem dela e ao que essa percepção leva a que se espere dela... Só posso dizer: "Pois"... E saudar o Jumento e o Macroscópio, dois blogs com inteligência e conteúdo, pela sua excelente iniciativa.
INOVAÇÃO
politica europeia
"Les ministres européens établissent les priorités dans le domaine de l'innovation
Lors de sa dernière réunion sous présidence finlandaise, le conseil Compétitivité a adopté un programme détaillé en vue de stimuler l'innovation en Europe. " Ver AQUI
Miguel Sousa Tavares Descobre
A INDÚSTRIA DOS PARECERES
«Há uma nova indústria florescente e próspera que é a dos "pareceres" dos mestres de Direito. No meu tempo de Faculdade, um parecer era uma opinião autorizada que se solicitava a um mestre de Direito para que ele, confirmando teorias que já eram suas publicamente, apoiasse em juízo a posição jurídica de uma parte. Era impensável que um mestre se pronunciasse sobre coisas fora da sua alçada, contrárias à sua opinião e, menos ainda - o que seria até um pedido ofensivo - opostas à doutrina por ele publicamente exposta relativamente à matéria em causa.
Isso era dantes. Agora, os mestres pronunciam-se sobre tudo e mais alguma coisa, num sentido ou noutro, mas sempre em concordância com a pretensão do cliente que lhes paga. Foi assim que até já vi um ilustre professor de Direito juntar em tribunal um parecer onde defendia exactamente o oposto do que ensinava no manual de sua autoria que era de leitura obrigatória nas Faculdades de Direito. E, do lado contrário, estava outro parecer de outro ilustre professor, que, bem a propósito, se socorria da doutrina do primeiro... contra o próprio!»
in Expresso
José Miguel Júdice e Vital Moreira
LES BEAUX ESPRITS SE RENCONTRENT
No "Tempoquepassa"
" (...) Noto que José Miguel Júdice é elogiado por Vital Moreira, dado ambos desconfiam do actual modelo de forças armadas, agitadas pelos passeios de oficiais e sargentos e por fugas de cartas das chefias militares, secundando a posição dos subordinados e confirmando que Portas fez omeletas sem ovas quando quis indemnizar combatentes. Confirmo que a frase de Mouzinho de Albuquerque sobre a circunstância de este país ser obra de soldados começa a perder sentido. Ela surgiu quando a monarquia liberal enveredava pela nossa última aventura de construção imperial e continuou a ter sentido durante a Grande Guerra, quando a República procurou cumprir o grito dos "heróis do mar" contra a humilhação do Utimatum. Ainda tem sentido quando fazemos discursos de exaltação dos capitães de Abril, por terem derrubado o regime que os generais e tenentes do 28 de Maio de 1926 tinham edificado.
Manteve também sentido quando o salazarismo da guerra colonial condecorava no 10 de Junho os que morriam contra os ventos da história, em memória de Chaimite ou de Naulila, mas hoje dizer soldados é dizer voluntários ao serviço da alianças internacionais e de deliberações da ONU, na Bósnia, no Afeganistão, em Timor ou no Líbano, onde os soldados até podem ser da GNR ou polícias como os GOE. Os soldados já não existem para cumprir "Os Lusíadas" em defesa do quadro resistente da pátria ou dos seus domínios e conquistas. Agora, temos de aprender a conjugar as novas realidades do poder global e aprender a conjugar o velho verbo com a verba dos nossos impostos e o esotérico quase tecnocrático dos manuais do novo conceito estratégico de defesa nacional, onde até brilhou, com muitos negócios e contratos de equipamento um ilustre sujeito, especialista em crítica de cinema, chamado Paulo Portas. (...) "
Claro: "Les beaux esprits se rencontrent...". Não é por acaso que os franceses o dizem... Vital Moreira e José Miguel Júdice! Maravilhosa Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra !
HÁ PRÉMIOS BEM MERECIDOS...
O CLARO está totalmente solidário com o "Adufe 3.0" na decisão de atribuir este prémio ao senhor infra-referido... Por isso, embora sem pedir previamente licença ao "Adufe 3.0", aqui se trancreve na integra, com vénia ao autor e repetindo que também "gostaria de o ter escrito" , o texto da decisão (correctíssima, embora houvesse outros candidatos também muito bem colocados...) da atribuição deste prémio. A palavra ao "Adufe 3.0":
Eu diria que assim, quatro mil vezes NÃO. Por um lado manipulam-se grosseiramente as estatísticas oficiais preferindo a fotografia mitigada ao filme completo (no período citado Portugal passou de uma situação em que tinha gastos com a Defesa acima da média da zona euro (15 países) e passa para valor inferiores à média e claramente inferiores à média de todos os países da União Europeia), por outro imputa-se a militares e a polícias a responsabilidade pelo "estado a que isto chegou" em termos de Defesa e Segurança Interna tomando por variável fulcral a despesa em percentagem do PIB e a dita comparação internacional! Sempre pensei que os responsáveis pela política orçamental eram os representantes democraticamente eleitos.
As perguntas, todas as perguntas colocadas por António Dornelas deveriam ser dirigidas a quem tem governado (e governa) o país nos últimos 30 anos. Resultam num efeito muito estranho quando são colocadas sob o patrocínio dos protestos públicos e velados de polícias e militares (pôr ambos no mesmo saco é já de si infeliz).
Nem polícias, nem militares têm emitido opinião quanto à estrutura, dimensão e peso orçamental das FA ou da polícia e muito menos quanto às formas de obter prestígio internacional. Tanto quanto tenho visto e ouvido reclamam apenas dignidade nas condições de trabalho (particularmente a PSP) e cumprimento da palavra por parte do Estado (particularmente os militares).
Seria elucidativo se António Dornelas (e já agora Vital Moreira que entretanto deixou no Causa Nossa que também "gostaria de o ter escrito" e ainda esta pérola onde nitidamente se está a falar com fantasmas e não com figuras reais), se cingisse ao que é reclamado por quem se manifesta fazendo então o seu justo juízo favorável ou desfavorável.
O que fez n'O Canhoto é apenas demagogia e irresponsabilidade da pior espécie e, infelizmente, deixa transparecer muita ignorância, mesmo em relação ao que tem acontecido em termos estruturais nas Forças Armadas portuguesas nos últimos anos. Na prática estas estão efectivamente a encolher de forma drástica em número de efectivos (rumo à propalada profissionalização que se traduz em capacidade operacional para ser instrumento de política externa) e menos drástica em termos orçamentais (muito mais por via das necessidades de substituição crítica de equipamentos do que por via das despesas com pessoal). Deixo aqui, a quem interesse, a republicação de um artigo do velho adufe de 4 de Julho de 2005 citando o Jornal de Negócios do dia:
Só para pôr as coisas em perspectiva e ajudar a combater alguma falta de informação, fica aqui esta como auxiliar de memória, relativa a dados de 2004.
Quadros Permanentes:
Exército: 8028*
Marinha: 7810*
Força Aérea: 3534*
Polícia Marítima: 1062
PSP: 27633
GNR: 26322
* Fora do quadro permanente e em regime de voluntariado e/ou de contratados (a prazo) há ainda 8961 efectivos no Exército, 2099 na Marinha e 3234 nas Forças Aéreas.
Fonte: Jornal de Negócios"
in Adufe 3.0
Medeiros Ferreira
O meu amigo Medeiros Ferreira demonstra, em apenas dois posts, porque é, neste país, uma referência incontornável em matéria de política internacional. Num deles chama a atenção para um fenómeno extremamente importante e que passou ao lado das cabeças dos editores de "internacional" dos media portugueses. No outro, digamos, como que explica o que é realmente notícia e o que não o é...
" Atenção ao Canadá
Um velho amigo dos Açores chama-me a atenção sobre recentes acontecimentos políticos no Canadá que podem anunciar mudanças significativas num país onde vive uma vasta comunidade portuguesa.Com efeito o Quebec acaba de ser reconhecido como constituindo uma nação no Canadá.Por coincidência fui há pouco tempo membro de um juri universitário de uma tese sobre o General de Gaulle e o Quebec.Refiro isso para que o Liberal não pense que por aqui só se pensa no Bush e no Iraque...
posted by josé medeiros ferreira @ 01:20
A Universidade de Coimbra
INSTRUMENTO SALAZARENTO
no SineDie
" (...) Nesses 48 anos a Faculda de Direito de Coimbra desempenhou uma determinante função legitimadora da ditadura militar (anti-liberal, anti-democrática e anti-individualista) e, além de constituir um centro fundamental na construção do edifício jurídico em que se sustentou o aparelho autoritário do Estado Novo, foi o principal o pólo de formação da respectiva cultura jurídica (num sistema que se fundou não só na «moralização» como na «juridificação» do poder e do Estado). "
John Robb aplica a sua grelha de análise à
GRANDE CONFUSÃO MEXICANA
" BREAKING MEXICO
The new president of Mexico, Felipe Calderon, took his public oath of office as 100,000 protesters, led by Lopez Obrador held a rally in opposition. Their claim was that the election was illegitimate. To increase the public perception of illegitimacy, Obrador formed a "parallel" government to frustrate the operations of the official Mexican government after he lost the election earlier this year. So far, this has merely resulted in low level disruption, such as protest marches and a sit-in on a main thoroughfare in Mexico City. As these measures prove ineffective, the conflict will likely escalate into violent protest.
However, there is more to the story. Mexico is in an unparalleled situation where two popular political factions are locked in a struggle to the death. This offers an amazing opportunity for any group (even a very small one) to completely disrupt the Mexico through the methods of systems disruption that worked so well in Iraq. Like most modern developing states, the Mexican state is highly reliant on critical infrastructure to deliver political goods. Disruption of this infrastructure over an extended period would quickly delegitimize the Mexican state and force a violent political struggle and substantial fragmentation. In effect, Mexico could become a failed state .
Here's on potential method of how it could happen. Analysis of critical Mexican infrastructure reveals a critical flaw. Due to its history as an oil exporter, nearly all domestic fuels and most of its electricity is generated from oil and natural gas delivered by pipelines radiating from the oil producing region in the southeastern corner of the country. Low tech attacks along a 300- 400 mile stretch of pipeline would quickly starve the country of the oil needed to generate electricity and refine fuels (the current system has been inadvertently built to maximize cascading failures across multiple infrastructures if properly disrupted). Further, analysis of the pipeline infrastructure would also quickly reveal junctions and pumping equipment that would be extremely difficult to replace ( systempunkts). As we have seen in Iraq, Nigeria, India, Pakistan, etc. these anonymous attacks could be frequent, effective, and nearly impossible to interdict. They would also result in an immediate expansion of black markets for fuels imported from the US, generating a useful feedback loop for continued disruption.
Given the level of gang and criminal violence currently challenging the Mexican state for supremacy, there is already a large subset of actors that could quickly seize upon this opportunity. Their access to arms (often much better than the Mexican military) and to sources of income independent of the state's function (smuggling of all types into the US) would allow them to thrive at double and triple digit growth rates as state power began to fail. They also have access to a huge pool of people that would be easily enticed to disrupt infrastructure for a few dollars (enabling the costs inflicted by disruption to top $200,000 for every $1 invested in the activity). In short, the dynamic that is produced would be similar to the models of state failure we have seen elsewhere. It would also be almost impossible to stop once it becomes entrenched.
Posted by John Robb on Friday, December 01, 2006 at 03:23 PM | Permalink

Tribunal holandês condena 4 muçulmanos a 8 anos de prisão por planearem atentados terroristas

FUNÇÃO MEDIÁTICA DO PAPEL
segundo o fotógrafo Nasya Demich

PORTUGAL VISTO DE PARIS
pelo Sniper
" A geração "rasca" dos exilados económicos
Aqui em Paris, há pouco tempo, fui receber ao aeroporto uma famosa jornalista portuguesa, um cinquentona com a vida mais que segura. Cordialmente perguntei-lhe, em jeito de conversa de sala:
"Então a senhora costuma vir a Paris?"
"Siiiiiiiim [voz anasalada, à tiazorra do pior], eu costuma cá passar por Paris, siiiiiim... Eu até já vivi em Paris."
"Ah, então também foi emigrante?"
"Emigrante? Não! [C'atorreeeiraaa!] Fui exilada política".
Foste com certeza! Portaste-te mal como estudante armada em marxista de pacotilha, levaste um ou dois puxões de orelhas do reitor , e sacaste aos paizinhos um dinheirinho para ir para Paris passar uma temporada larga, foi o que foi.
Adiante. Destes "exilados politicos" da treta, à laia de Mário Soares (que foi exilado para a paradisíaca ilha de São Tomé por 9 meses com um emprego garantido pelo grupo Melo, e depois Paris, para trabalhar como advogado de grandes grupos económicos) está o país cheio. Hoje, todos estão nos seus poleiros, rindo-se daquilo a que Vicente Jorge Silva chamou indevidamente "geração rasca", hoje completamente à rasca. Completamente. Este novo estudo do ICS vem confirmar isso mesmo: 50% dos jovens empregados não tem qualificações mínimas. Devastador.
Entretanto, o país começa a produzir, para exportação gratuita, "exilados económicos" em massa. Como este vosso humilde blogger, autor destas linhas. O tecido económico, com 50% dos quadros sem sequer a escolaridade mínima, empurra, expulsa os cérebros, deixa o país aos abutres. Londres, Dublin, Barcelona, Bruxelas, Hamburgo, e até Paris, são as novas cidades portuguesas jovens emergentes, ocupadas pelos novos portadores de malas de cartão, desta vez com computadores portáteis no interior.
Enquanto isso acontece, muitos destes circences "ex-exilados políticos" ou "senhores embaixadores" vêm a Paris a expensas de associações desses jovens, e ainda pedem para lhe pagarem a viagem da mulher. Ao ser-lhes recusado respondem isto: "Bom, então eu pago a minha viagem e a da minha mulher, e depois, visto quer vocês me vão pagar uma viagem de qualquer foirma, depois convidam-me para outra conferência qualquer este ano".
Suguem mais! A geração rasca de exilados económicos agradece.
Com os meus melhores cumprimentos, excelentíssimos senhores.
postescrito pelo Sniper @ 01:16 ai que ninguém suspira
INTELIGÊNCIA ECONÓMICA
E GUERRA DA INFORMAÇÃO
A "Vox Latina" publicou há uns tempos uma reportagem, muito explicativa, sobre Inteligência Económica e Guerra da Informação. Como os media portugueses nunca publicaram nada de semelhante, aqui se reproduz:
" LA GUERRE DE L'INFORMATION
vers une nécessaire révolution des esprits, estiment les experts
Dans la guerre de l’information, quels sont les modes d’action offensive ? Pour la première fois, à Paris en mai dernier, lors d’une conférence organisée par SCIP (Association pour la diffusion de l'Intelligence économique), l’on a débattu de ces questions, en public. Cette initiative est une première en France et mérite d'être saluée comme telle.
Outre Christian Harbulot, directeur de l'Ecole de guerre économique (lire "Amis" politique, adversaires économiques), ont participé également à cette conférence, le général de gendarmerie Loup Francart (ci-contre), auteur chez Economica d'un ouvrage, « La Guerre du Sens », dont nous reparlerons bientôt dans ces pages d'IE.
Enfin, autre première : l’intervention de Philippe Darentière, de « Atlantic Intelligence », basé à Nantes, qui a expliqué en détail une opération d'Intelligence Economique offensive dans un cadre franco-français, concernant les foies gras (lire La Bataille des Oies).
Tous les experts sont pour une fois d'accord : depuis l'effondrement du système soviétique, la rivalité économique, domine sur toute autre forme de rapport de force.
Dès lors, explique Christian Harbulot, «l'entrée dans la société de l'information représente pour le monde des entreprises un double défi : savoir utiliser la connaissance comme le levier principal du développement et maîtriser son usage dans les rapports de force concurrentiels globaux et locaux».
Et d'ajouter à propos de la France : «Cette révolution des esprits est une opération particulièrement délicate à mettre en œuvre, car elle se heurte à des inerties. La première d'entre elle est l'individualisme des Français».
Dans les entreprises, «l'information est d'abord un bien personnel qui sert à valoriser l'individu dans l'évolution de sa carrière».
En France, le partage de l'information n'est pas naturel, estime encore Chrisitian Harbulot, nous sommes encore loin du compte, mais des signaux faibles nous laissent présager un dépassement progressif de ces obstacles culturels : les directions d’entreprises donnent aujourd'hui à la connaissance une dimension qu'elle n'a jamais eue auparavant dans la conduite des affaires.
La connaissance n'est plus seulement un instrument d'innovation, elle est devenue une arme décisive de la compétition.
De la guerre de l'information à la guerre du sens il n'y a qu'un pas, que le général Loup Francart franchit sans complexe dès le début de son intervention : « Depuis dix ans, les forces occidentales sont impliquées dans des guerres où les communautés s'affrontent au nom de valeurs propres et revendiquent une légitimité politique qui justifie leur combat ».
De fait «le sens de la guerre crée une guerre du sens par médias et opinion interposés».
Dans ces conditions, précise le général Francart, «la guerre du sens ne peut être évitée, et ne pas vouloir y participer revient à laisser aux autres le soin d'expliquer ce que nous voulons, ce que nous faisons, et ce que nous voulons faire».
Une missive à peine voilée aux politiques français, de gauche comme de droite, qui brillent tous par leur absence, tant leur discours est inexistant dans ce domaine. Le général Francart a ensuite décrit les modes d'action et les techniques qu'engendre une telle guerre.
La première d'entre elles est « la communication », qui tente d'expliquer le sens de la guerre afin de convaincre l'opinion. Puis « l'argumentation », qui constitue une partie de la « rhétorique » ou l'art de convaincre par la parole. En finalité, « elle permet la libre adhésion en s'appuyant sur la raison ».
Si ces démarches sont insuffisantes, « la persuasion » peut être engagée.
Cette méthode, selon le général Francart, « entretient fondamentalement un rapport avec la manipulation. Elle s'ingère dans l'autonomie de la conscience.
Persuader consiste à faire faire quelque chose à quelqu'un de son plein gré. La persuasion recherche donc plus un changement de comportement qu'un changement d'attitude ».
Plus « dure » encore, la « mystification, qui concerne les actions destinées à fausser le sens de l'adversaire ».
Pour cela, plusieurs moyens sont souvent employés : l'intoxication, «arme psychologique par excellence, selon ce spécialiste, qui consiste à affaiblir le sens critique des décideurs ; la « désinformation » bien sûr, qui vise d'abord le grand public, mais aussi en cas de conflit, où elle intervient au niveau politico-stratégique, en opérant à chaque maillon de la chaîne de l'information.
Autre technique offensive dans la guerre de l'information, le «stratagème».
«C'est un piège, commente le général, que l'on tend à l'adversaire. Il n'est pas uniquement fondé sur la tromperie, il est avant tout le fruit d'une bonne connaissance de la manière de penser et d'agir de l'adversaire.
Il se sert de l'habitude, de la crainte, de l'orgueil, de la crédulité, de la doctrine, des méthodes de l'adversaire, bref de ses sentiments, de sa rationalité, de sa volonté, pour le conduire à de fausses manœuvres ».
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L’Europe a décidé de réagir contre la suprématie américaine des brevets
Afin de protéger leurs innovateurs, la commission européenne va proposer un projet de règlement portant sur la création d’un brevet communautaire.
Si un premier projet de la sorte avait été lancé déjà en 1975 sans jamais être ratifié par l’ensemble des pays concernés afin de protéger leur « souveraineté », il semble bien cette fois-ci que le projet soit sur de bons rails.
Au secrétariat d’état à l’Industrie comme au ministère de la Recherche, l’optimisme est de mise. L’enjeu est en effet capital, entre les Européens et les USA, il s’agit du leadership technologique dans la course à l’innovation.
Cette nouvelle offensive des Européens coïncide avec une réforme de l’Office des Brevets Européens (OEB) regroupant dix neuf pays, et qui veut simplifier les procédures de brevets mais surtout le coût des brevets qui demeurent en moyenne trois fois plus chers qu’aux USA.
L’autre volet de la réforme envisagé, sans doute le plus décisif, consisterait à créer une juridiction européenne unique pour régler les litiges, et organiser à terme une harmonisation des jurisprudences européennes.
Un objectif désormais revendiqué par la commission de Bruxelles.
INTELIGÊNCIA ECONÓMICA
ciclo de conferências - via Vtech
.Vendredi 15 Décembre 2006 à 14 heures:
Conférence de Monsieur Jacques Myard, Député-Maire de Maison-Laffite, membre de la Commission des affaires Etrangères, Président du Cercle Nation et République nous parlera de son ouvrage "La France dans la guerre de l'information" (Préface de Bernard Carayon et avant-propos d' Alain Bauer) dans lequel il préconise un certain nombre de propositions pertinentes pour relever les nouveaux défis de la politique étrangère face aux stratégies de désinformation: Mise en place d'une "force de réaction rapide", création d'une " agence nationale de renseignement rattachée au Président de la République", "relance de la francophonie, moyens de veille et de contre-attaque sur internet..."
Conférences prévues en Janvier 2007:
.Conférence de Monsieur OLivier Forcade, Maître de Conférences en histoire contemporaine à l'Université Jules Vernes d'Amiens qui interviendra sur le thème suivant:" Secret d'Etat, une histoire du renseignement français " afin de nous dévoiler la face cachée de l'Etat mais aussi l'économie secrète de la sphère privée et publique dans l'ordre de la politique, du commerce et de l'intelligence économique.
.Rôle et missions du service des Renseignements Généraux dans le cadre du Shéma Régional d'intelligence économique./Direction Régionale.
.La puisance des lobbies à L'Assemblée Nationale: méthodes des lobbystes ou l'influence grandissante des groupes d'intérêts sur les élus.
Lieu: IAE Amiens/UPJV/Placette Lafleur
Organisation: Xavier Dufrainoy - Expert et formateur en Intelligence économique et lobbying/ Chargé d'enseignement IAE Amiens (Université de Picardie)
06 63 75 26 01
xavier.dufrainoy@wanadoo.fr
Como vêem é tudo em Paris... Por cá, os nossos deputados, a Comissão Parlamentar dos Negócios Estrangeiros, o MNE, o MAI, as Universidades, etc. já sabem tudo (como se nota todos os dias... várias vezes ao dia!) e não precisam de nada disto.
Como o "Sniper" anda por Paris, talvez que haja um português a assistir a alguma destas manifestações de inteligência, posto que por cá as manifestações são outras... E, de resto, há uma incompatibilidade total entre a Inteligência Económica e o complexo económico neo-corporativo e salazarento.
A GUERRA DE 5ª GERAÇÃO
ESTÁ A NASCER NO IRAQUE
análise de John Robb
"It's worse than a civil war. In a civil war, you at least know which factions are fighting each other... We don't even know that anymore. It's so bloody confused."
Senior member of the Iraqi government to the Washington Post
- Iraq 's guerillas are using the techniques of 5th generation warfare (see: " The Changing Face of War: Into the 5th Generation ", October 16, 2006, for more) to keep the government in a perpetual failure . The collapse of basic services and an inability to deliver basic security will continue to delegitimize the government and force people to rely upon primary loyalties (family, tribe, neighborhood, mosque, gang, and more) for the essentials for life. Also, the early US/Brit reliance on loyalist paramilitaries (see " Loyalist Paramilitaries" October 3, 2004 for more) to maintain order has now become a liability (as anticipated), as they have developed a government destroying open source dynamic of their own.
- External support from the US, UK, Iran, and other states will continue to prevent the Iraqi government from descending into full collapse. Support ranges from supplies of violence to external legitimacy and to markets for Iraq's oil. As a result, the government will continue to operate as a hollow shell despite nearly a complete loss of legitimacy internally.
- States that typically undergo Iraq's level of disruption usually undergo complete economic failure, which in turn slows the pace/innovation of violence. However, as we have seen in Colombia (cocaine), Somalia ( khat), Afghanistan (opium), and Nigeria (oil bunkering), sources of funding from black globalization that transcend the destruction of the mainstream economy can provide the impetus to keep chaos going indefinitely. In Iraq's case, the billions in revenues from oil production (despite an inability to increase production, Iraq still produces nearly 2 million barrels a day of oil) and the economic subsidies it provides will provide the backdrop necessary for Iraq's guerrillas to criminally fund their operations indefinitely. It also provides the funding necessary to perpetuate the shell of Iraq's hollow government.
In short, as long as this situation remains unchanged, Iraq will likely suffer a level of death and chaos equal to the worst civil wars of the past. The difference is that it will twenty to thirty (think thirty years war) years to play out instead of only a handful. I suspect this makes it much worse.
John Robb in Global Guerrillas - http://globalguerrillas.typepad.com/globalguerrillas/2006/12/worse_than_a_ci.html
THE CHANGING FACE OF WAR: Into the 5th Generation (5GW)
In 1989, as the Berlin wall was being torn down, Bill Lind (with Nightengale, Schmitt, Sutton, and Wilson) wrote " The Changing Face War: Into the Fourth Generation " for the Marine Corps Gazette. This seminal article made the case that while large scale interstate warfare was going the way of the dodo, low intensity guerrilla warfare and terrorism would thrive in its stead. They were right.
To make their point, Lind and his collaborators divided warfare over the last two centuries into four generations, where each previous generation was defeated by a successive generation of warfare. While, the first three generations deal with interstate warfare (although I make the point in my upcoming book "Brave New War" that the real fourth generation, missing from the framework, is nuclear warfare -- extreme mobility via ICBMs and SLBMs with extreme firepower via nukes), Lind's Fourth generation was between states and non-states. On the surface, many of the elements described as core to the fourth generation are not new and reflect guerrilla wars we have seen in the past:
- The emphasis on extreme dispersion.
- Decentralized logistics. An ability to live off of the land.
- Psychological warfare aimed collapsing the moral cohesion of the enemy (internal collapse).
- Extreme emphasis on maneuver at the expense of firepower.
However, Lind argued that the use of these methods of warfare on a global scale, with new technology, and through new methods of employment in combination with the decline of the West would radically increase the threat posed by fourth generation opponents. This has proven out as these opponents use our strength against us (judo moves) and our rear areas are increasingly targeted (rather than our military forces).
Into 5GW
Lind: Whoever is first to recognize, understand, and implement a generational change can gain a decisive advantage. Conversely, a nation that is slow to adapt to generational change opens itself to catastrophic defeat.
Things would be bad enough with just fourth generation opponents but as the research on global guerrillas has borne out, a new more dangerous generation is forming: potentially a 5th generation of warfare. Much of this new generation was derived and accelerated in cauldron of Iraq, just as the basis for 3rd generation of warfare was proved out in the Spanish Civil war. What we see is jarring:
- Open source warfare . An ability to decentralize beyond the limits of a single group (way beyond cell structures) using new development and coordination methodologies. This new structure doesn't only radically expand the number of potential participants, it shrinks the group size well below any normal measures of viability. This organizational structure creates a dynamic whereby new entrants can appear anywhere. In London, Madrid, Berlin, and New York.
- Systems disruption . A method of sabotage that goes beyond the simple destruction of physical infrastructure. This method of warfare, which can burst onto the scene as a black swan , uses network dynamics (a new form of leveraged maneuver) to undermine and reorder global systems . It is through this Schumpeterian "creative destruction" that new environments favorable to opposition forces are built (often due to a descent into primary loyalties and pressure from global markets).
- Virtual states (ala Philip Bobbitt). Unlike the guerrilla movements of the past, many of the 4GW forces we are fighting today have found a way to integrate their activities with global "crime." No longer are guerrilla movements or terrorists aimed at taking control of the reigns of the state or merely proxies for states. A new form of economic sustenance has been found. This black globalization is already vast (a GDP of trillions per year), and gains momentum through weakening and disruption of states. This military/economic integration creates a virtuous feedback loop that allows groups to gain greater degrees of independence and financial wealth through the warfare they conduct.
NOTE: Whether you call these developments 4GW on steroids or the start of a 5th generation, it just doesn't matter. Whichever way you cut it, things are developing quickly and in the wrong direction.

GAZPROM...
Os amigos e sócios do senhor Américo Amorim têm nova sede, que aqui se entrevê... felizmente, não é em Almada, pois teria sido chumbada pela senhora comunista que é presidente da câmara local e que ainda não fez o up-grade putinista (nem ela e nem os empreiteiros locais que só fornecem obra tipo tijolo e cimento e, portanto, são contra estas modernices de torres e defendem as casinhas de arquitectura neo-realista da senhora presidente...). Ah, o projecto é de uma empresa sedeada em Londres, a

RUMSFELD: O TESTAMENTO
no 
Rumsfeld Memo on Iraq Proposed ‘Major’ Change
Two days before he resigned as defense secretary, Donald H. Rumsfeld submitted a memo to the White House that acknowledged that the administration’s strategy in Iraq was not working.
JIHAD E TERRORISMO
Observatório da Jihad: O destino de um muçulmano moderado num país muçulmano não-moderado
Salah Uddin Shoaib Choudhury joga a sua vida no tribunal.
Qual foi o seu crime? Roubou e matou comerciantes, violou crianças, preparou um golpe de Estado? Não, Choudhury arrisca a pena de morte por promover melhores relações com o Estado de Israel e por falar nas qualidades dos cristãos.
Choudhury é um jornalista do Bengladesh e neste país o facto de imprimir estas opiniões constitui uma «difamação do Islão», que é pecado capital.
in Asian Tribune , via Gates of Vienna
posted by Sliver @ 11:15 AM
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