A CHINA NO CENTRO DA GUERRA
PELO CONTROLO DO NUCLEAR...
A "18H.COM" explicava recentemente " Pourquoi Areva a perdu le "contrat du siècle" de fornecimento de tecnologia nuclear (civil) à China para os americanos da Westinghouse. E como, de facto, a China se encontrou numa posição muito interessante de explorar, no centro de uma guerra entre franceses e americanos...
"La Chine a choisi de confier à l'américain Westinghouse la construction de ses quatre réacteurs de troisième génération. Un coup dur pour Areva, pourtant leader mondial du nucléaire Areva.
La déception est à la hauteur de l'enjeu. Le gouvernement chinois ne confiera pas au leader mondial du nucléaire Areva la construction de ses quatre réacteurs de troisième génération. C'est l'américain Westinghouse qui a finalement été choisi, deux ans après le lancement de l'appel d'offre. Un coup dur pour le groupe français, qui voit s'envoler un marché de près de 6 milliards d'euros. Plusieurs raisons expliquent ce revers. D'abord, le déficit commercial abyssal des Etats-Unis vis-à-vis de la Chine (145 millions d'euros), qui explique la forte pression, exercée depuis plusieurs mois par Georges Bush sur l'administration chinoise… Ensuite, les modalités du contrat. Elles sont encore mal connues. Mais Westinghouse aurait accepté de co-développer un pan entier de sa technologie AP-1000 avec les Chinois, en l'occurrence le « design » de la centrale. Une perspective qui aurait compté pour le Gouvernement chinois, toujours avide de transferts de technologies.
Enfin, il semblerait qu'un élément technique ait joué un rôle important dans ces négociations. La firme Westinghouse propose en effet un réacteur dit « passif », c'est-à-dire qu'il ne nécessite pas d'alimentation électrique extérieure en cas de problème (contrairement à l'EPR d'Areva, qui est un réacteur « actif »). Cette technologie « passive », que la profession reconnaît comme « révolutionnaire » et « différenciante », aurait pu peser dans la balance. Chez Areva, on accuse le choc, mais on estime ne pas être sorti du marché chinois pour autant. « Les besoins énergétiques nucléaires chinois sont de 36.000 mégawatts pour les 20 ans qui viennent, estime une source interne. Si l'on y ajoute le combustible qu'il faudra produire, le marché pourrait dépasser les 100 milliards d'euros de chiffre d'affaires. » D'autant que les Chinois, toujours soucieux de diversifier leurs partenaires occidentaux, pourrait très bien décider de commander deux EPR dans les prochaines semaines, comme la rumeur le laisse entendre. Peut-être cette décision sera-t-elle d'ailleurs prise jeudi, puisqu'un émissaire chinois vient en France pour rencontrer des représentants du gouvernement français et du groupe dirigé par Anne Lauvergeon.
Côté Westinghouse, on sable le champagne. Ce « contrat du siècle » pourrait accélérer le retour de l'Américain sur la scène nucléaire. Notamment aux Etats-Unis, où cette énergie pourrait revenir en force dans les prochaines années. « C'est un bon signal pour les électriciens américains, déclare une source interne chez Westinghouse. Une dizaine d'entre eux se sont déclarés prêts pour l'AP1000, ce contrat pourrait les inciter à franchir le pas. » Une vingtaine de réacteurs devrait être construits sur le sol américain. Areva pourrait y retrouver son grand concurrent. Le groupe français y est candidat pour la construction de quatre EPR.
Charles Haquet "
ESTADO ESPANHOL "EN GRAN EVOLUCION"

Por esta capa do El Mundo se percebe la gran evolucion que o estado espanhol regista actualmente... Uma evolucion que se deseja, mesmo, imparável! "La Junta oblida a los professores a presentar su plan docente en gallego"... E ainda: "Escalada de conflictos ante la aplicación del Estatut catalán"! Imparável... Por mim, sempre me senti muito bem na Corunha e em Barcelona.
PRÉMIO "COERÊNCIA 2006"
Pedro Correia, no Corta-Fitas, atribui (e nós aqui no Claro achamos que foi muito bem escolhido e decidido) à senhora euro-deputada Ana Gomes o prémio da coerência 2006... pela sua fogosidade na defesa de uma ditadura:
" Dois pesos e duas medidas
Sem desprimor para os restantes candidatos, sempre em grande número, o prémio da coerência em 2006 merece ser ganho por Ana Gomes. A fogosa eurodeputada socialista, que escreveu este texto no seu blogue quando Pinochet morreu, revela hoje em entrevista ao Sol que perante o falecimento de Fidel Castro a sua atitude será diferente: nada de garrafinhas de champanhe para celebrar.
"Não o ponho no mesmo plano que um Pinochet", esclarece a diplomata na entrevista, conduzida pela jornalista Helena Pereira. Então porquê? Por isto: "Há [em Cuba] aspectos claramente ditatoriais e abusivos dos direitos humanos e outros aspectos extremamente positivos de independência nacional, de afirmação ao nível dos serviços de saúde, educação, que eu não passo em claro."
De facto, não podia ser mais clara: tem dois pesos e duas medidas. Para a democrata Ana Gomes, existem ditaduras boas e ditaduras más. Um regime que viola os direitos humanos pode afinal ter também "aspectos extremamente positivos". Sob o sol das Caraíbas, até os tiranos ganham logo um semblante mais doce...
UMA QUESTÃO DE IMAGEM...
Já não sei onde, pela net, dei de caras com esta imagem, a nova imagem, da dona de casa (quando nova, depreende-se...). A foto, porém, não permite perceber o objecto daquele olhar... Mistérios que restam pendentes!

FRANCISCO SEIXAS DA COSTA:
RESPOSTA A UM COMPLEXADO
Políbio de Braga, um jornalista brasileiro do Rio Grande do Sul, publicou no seu site este suculento naco de prosa sobre Portugal:
«Há apenas uma semana, em apenas quatro anos, o editor desta página visitou pela quinta vez Lisboa, arrependendo-se pela quarta vez de ter feito isto. Portugal não merece ser visitada e os portugueses não merecem nosso reconhecimento. É como visitar a casa de um parente malquisto, invejoso e mal educado. Na sexta e no sábado, dias 24 e 25, Portugal submergiu diante de um dilúvio e mais uma vez mostrou suas mazelas. O País real ficou diante de todos. Portugal é bonito por fora e podre por dentro. O dinheiro que a União Européia alcançou generosamente para que os portugueses saíssem do buraco e alcançassem seus sócios, foi desperdiçado em obras desnecessárias ou suntuosas. Hoje, existe obra demais e dinheiro de menos. O pior de tudo é que foi essa gente que descobriu e colonizou o Brasil. É impossível saber se o pior para os brasileiros foi a herança maldita portuguesa ou a herança maldita católica. Talvez as duas.»
Francisco Seixas da Costa, o excelente embaixador que Portugal tem em Brasília, respondeu-lhe com esta fabulosa epístola:
Brasília, 8 de Dezembro de 2006
Senhor Políbio Braga
Um cidadão brasileiro, que faz o favor de ser meu amigo, teve a gentileza de me dar a conhecer uma nota que publicou no seu site, na qual comentava aspectos relativos à sua mais recente visita a Portugal. Trata-se de um texto muito interessante, pelo facto de nele ter a apreciável franqueza de afirmar, com todas as letras, o que pensa de Portugal e dos portugueses. O modo elegante como o faz confere-lhe, aliás, uma singular dignidade literária e até estilística. Mas porque se limita apenas a uma abordagem em linhas muito breves, embora densas e ricas de pensamento, tenho que confessar-lhe que o seu texto fica-nos a saber a pouco. Seria muito curioso se pudesse vir a aprofundar, com maior detalhe, essa sua aberta acrimónia selectiva contra nós.
Por isso lhe pergunto: não tem intenção de nos brindar com um artigo mais longo, do género de ensaio didáctico, onde possa dar-se ao cuidado de explanar, com minúcia e profundidade, sobre o que entende ser a listagem de todas as nossas perfídias históricas, das nossas invejazinhas enraizadas, dos inumeráveis defeitos que a sua considerável experiência com a triste realidade lusa lhe deu oportunidade de decantar? Seria um texto onde, por exemplo, poderia deter-se numa temática que, como sabe, é comum a uma conhecida escola de pensamento, que julgo também partilhar: a de que nos caberá, pela imensidão dos tempos, a inapelável culpa histórica no que toca aos resquícios de corrupção, aos vícios de compadrio e nepotismo (veja-se, desde logo, a última parte da Carta de Pêro Vaz de Caminha), que aqui foram instilados, qual vírus crónico, para o qual, nem os cerca de dois séculos, que se sucederam ao regresso da maléfica Corte à fonte geográfica de todos os males, conseguiram ainda erradicar por completo.
Permita-me, contudo, uma perplexidade: porquê essa sua insistência e obcecação em visitar um país que tanto lhe desagrada? Pela quinta vez, num espaço de quatro anos ? Terá que reconhecer que parece haver algo de inexoravelmente masoquista nessa sua insistente peregrinação pela terra de um "parente malquisto, invejoso e mal educado". Ainda pensei que pudesse ser a Fé em Nossa Senhora de Fátima o motivo sentimental dessa rotina, como sabe comum a muitos cidadãos brasileiros, mas o final do seu texto, ao referir-se à "herança maldita católica", afasta tal hipótese e remete-o para outras eventuais devoções alternativas.
Gostava que soubesse que reconheço e aceito, em absoluto, o seu pleníssimo direito de pensar tão mal de nós, de rejeitar a "herança maldita portuguesa" (na qual, por acaso, se inscreve a Língua que utiliza). Com isso, pode crer, ajuda muito um país, que aliás concede ser "bonito por fora" (valha-nos isso !), a ter a oportunidade de olhar severamente para dentro de si próprio, através da arguta perspectiva crítica de um visitante crónico, quiçá relutante.
E porque razão lhe reconheço esse direito ? Porque, de forma egoísta, eu também quero usufruir da possibilidade de viajar, cada vez mais, pelo maravilhoso país que é o Brasil, de admirar esta terra, as suas gentes, na sua diversidade e na riqueza da sua cultura (de múltiplas origens, eu sei). Só que, ao contrário de si, eu tenho a sorte de gostar de andar por onde ando e você tem o lamentável azar de se passear com insistência (vá-se lá saber porquê!), pela triste terra dessa "gente que descobriu e colonizou o Brasil". Em má hora, claro!
Da próxima vez que se deslocar a Portugal (porque já vi que é um vício de que não se liberta) espero que possa usufruir de um tempo melhor, sem chuvas e sem um "dilúvio" como o que agora tanto o afectou. E, se acaso se constipou ou engripou com o clima, uma coisa quero desejar-lhe, com a maior sinceridade: cure-se !
Com a retribuída cordialidade
do
Francisco Seixas da Costa
Embaixador de Portugal no Brasil
A EUROPA QUE A ALEMANHA QUER

"...Adoptons un profil bas, afin de ne pas courir le risque d'une déception. Dans un premier temps, alors, l'Allemagne tentera d'engranger quelques succès de nature à démontrer que la machine européenne tourne toujours. Plus tard, Berlin compte bien terminer sa présidence de l'Union sur une note d'espoir, en faisant adopter une série de propositions concrètes destinées à relancer le processus constitutionnel. En guise de hors-d'œuvre, Angela Merkel jouera sans doute l'une de ses premières cartes maîtresses sur le délicat dossier de l'énergie. (...) la relance du processus constitutionnel. Ce sera là le "plat de résistance" de la présidence allemande: définir une méthode qui permettrait de sortir de l'impasse née des rejets français et néerlandais du projet de Constitution européenne. " Hoje, no L' Express
La puissance économique retrouvée de l'Allemagne
no Le Monde
Duas notícias da AFP
a ler... e bem saber ler!
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Da geopolítica da energia (e da camisa de forças que encerra a Europa) e da guerra do terrorismo (agora a avançar por África)... Duas questões muito mais ligadas do que, à primeira vista, poderia parecer...
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Le Bélarus refuse le transit du gaz russe sans accord sur les prix
Le Bélarus ne permettra pas le transit du gaz naturel russe par son territoire vers l'Union européenne en l'absence d'un accord avec Moscou sur les prix du gaz livré aux Bélarusses, a déclaré jeudi le Premier ministre bélarusse Serguei Sidorski. la suite
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Somalie: des forces gouvernementales somaliennes sont entrées dans Mogadiscio
Des troupes gouvernementales somaliennes, soutenues par l'armée éthiopienne, sont entrées jeudi dans la capitale Mogadiscio, désertée par les milices islamistes qui la contrôlaient depuis juin, selon des sources concordantes. la suite
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PONTOS DA SITUAÇÃO
AO TERMINAR DE 2006
Um padre católico e muito pecador que não mostra nem conhece o arrependimento; uma leitura muito específica da terrível evolução dos gangs no Rio de Janeiro e no Brasil; um Potugal que teima em evoluir mais rápido que os seus dirigentes o podem perceber e dá ao seu território um uso e uma dinâmica que não cabem nos esquemas mentais de élites esclerosadas; uma tese sobre a revolução dos media tradicionais pela web 2.0 e a consequente e posterior convergência dos media, o que vai mudar os meios e, portanto, as formas da nossa percepção do mundo e, também, o perceptions management; uma Europa desesperadamente à procura (e com pouca lucidez...) de uma saída do beco dos hidrocarbonetos em que se tinha encerrado... Cinco notícias, aparentemente, sem ligação entre si mas que bem colocadas numa matriz complexa de leitura constroem um quadro bastante interessante e representativo (se bem que não completo...) daquilo com que estamos confrontados neste final de ano.
" América em choque
Pedófilo em filme não mostra arrependimento
O primeiro documentário sobre escândalos sexuais da Igreja Católica, ‘Deliver Us From Evil’, assinado pela realizadora Amy Berg, está a deixar a... Continuar a ler AQUI.

Na obra, o padre Oliver O’Grady não mostra qualquer arrependimento em relação às dezenas de crimes sexuais que cometeu "
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John Robb analisa terrorismo no Rio de Janeiro
"When will Brazil's Gangs Make the Jump?
Over the last 24 hours, gangs (see my earlier brief on "Transnational Gangs" for more) in Brazil's Rio de Janeiro unleashed a series of attacks that torched a police station and 3 buses (18 died). This incident is similar to the flare ups earlier this year in Sao Paulo that pitted the police against the PCC.
Stated reasons for these Rio attacks include the election of Sergio Cabral to the governorship of the state on a security platform and pressure from rival vigilante militias that are now in a contest with the drug gangs for control of the street and the economic (these militias charge residents and businesses for protection) power that confers:
"It's a fight for economic power... The militias exist, they are the fourth major gang in the state," (Asterio) Pereira (Rio state penitentiary chief) said ( Reuters).
In sum, this is a situation where rapid urbanization and enormous profits from black globalization have put the gangs in a collision course with the state. As semi-legitimate contenders with the state, they are increasingly in need of some measure of political power (which for them is to be left in control of a patchwork urban TAZ) if they are to evolve without escalating violence. Of course, that isn't likely, given the state is going to push back and "loyalist militias" have formed to vie for control of the street (many of these militias will jump into the drug game too, given time, they are part of the same beast but from a different starting point). The inevitable result is that Brazil's urban gangs will adopt the methods of 4th generation warfare to survive and continue their growth. The only question is: how fast?
So far the process of evolution has been reasonably slow and inept. That could change quickly. The process of evolution would rapidly shorten if the target cities were forced into failure through systems disruption and the gangs expanded their financial endeavors into energy smuggling, human welfare support, and "security" services (a carrot/stick combo that would contrast favorably with the government). Further, cross connections to other global open source insurgencies and stand alone 4th generation forces would rapidly provide the training, weapons, and methods necessary to reverse the outcomes of any engagement with state police/military forces. It will be interesting to see if they are smart enough to make this happen.
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PORTUGAL, TERRITÓRIO, POPULAÇÃO E EVOLUÇÃO
População - Interior perde para litoral
Subúrbios mais cheios
A coroa de Lisboa (com a Península de Setúbal), a coroa do Porto (com partes dos distritos de Braga e Aveiro) e o Algarve foram, nos últimos seis anos, as zonas do País que registaram maior crescimento demográfico. Segundo o Retrato Territorial de Portugal, do Instituto Nacional de Estatística (INE), o nosso país conta hoje com 10 569 milhões de habitantes, cerca de 200 mil mais do que em 2000.
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Este crescimento resultou sobretudo da transferência de pessoas do Interior para o Litoral e da chegada de imigrantes. Na diferença entre nascimentos e óbitos o acréscimo no último ano foi de apenas mil pessoas. Hoje, as áreas de Lisboa e do Porto contam, cada, com perto de três milhões de habitantes e o Algarve caminha para o meio milhão. Este forte crescimento demográfico é acompanhado, no entanto, por um esvaziamento dos seus principais concelhos: Lisboa e Porto. Em 2005, na contagem inter-censitária do INE, a capital terá perdido 45 mil pessoas. No Porto, a redução foi de 30 mil habitantes.
O País regista, no entanto, um decréscimo no ritmo do aumento de população, que, em 2005, foi de apenas de 0,14%.
Entre as sete regiões nacionais, Norte, Centro, Grande Lisboa, Alentejo, Açores, Madeira e Algarve, só esta última contraria a tendência de menor crescimento populacional e também a de maior envelhecimento. Assim, no último ano, o Algarve registou um crescimento populacional de 1,3%. Enquanto o Alentejo foi por contraste a única região com quebra demográfica, de 0,2%. Por distritos houve igualmente perdas de população em Vila Real, Bragança, Guarda e Castelo Branco.
O INE aponta ainda para o "acentuar do envelhecimento da população": em 2005 havia 110 idosos para cada 100 jovens, contra os 109 registados em 2004. O índice de envelhecimento só diminuiu entre 2004 e 2005 no Algarve, que, com Lisboa, foram as únicas regiões a apresentar "maior número de jovens".
O aumento populacional é acompanhado por maior pressão sobre o ambiente. Em 2005 foram produzidas 4,6 milhões de toneladas de lixo, tendo a recolha selectiva de lixos aumentado 22%.
OS QUE MAIS SUBIRAM
Os concelhos das coroas de Lisboa e Porto tiveram aumento elevado de população: Odivelas, Seixal, Sintra, Oeiras, Cascais, Maia, Valongo e Gaia. Crescimento alto verificou-se a Sul, em Lagoa, Albufeira, Setúbal, Sesimbra, Almada, Moita, Vila Franca de Xira e Mafra. A Norte ocorreu em Póvoa do Varzim, Braga, Famalicão, Trofa, Paços de Ferreira, Lousada, Gondomar, Feira e Matosinhos. Ílhavo, Câmara de Lobos e Santa Cruz também subiram.
OS QUE MAIS DESCERAM
As maiores quebras de população verificaram-se em grandes cidades: Lisboa, Porto, Coimbra e Funchal e nos concelhos do Litoral de Espinho, Amadora e Barreiro. Houve ainda quebras significativas de população em Portalegre, Mação, Abrantes, Alvaiázere, Castanheira de Pêra e Nazaré. No Vale do Douro foram atingidos por forte quebra populacional Cinfães, Baião, Lamego, Resende, Mesão Frio, Peso da Régua, Santa Marta de Penaguião e Tabuaço.
TAXA DE CRIMINALIDADE
Algarve e Lisboa lideraram, em 2005, a taxa de criminalidade: 73 e 50 crimes por mil habitantes, respectivamente. Média nacional foi de 40, num ano em que se verificou um número de crimes – 416 mil – praticamente equivalente ao registado no ano anterior. Um quinto dos municípios ultrapassou a média nacional de crimes, sobretudo nos centros urbanos.
POBREZA
Os Açores registaram a maior taxa de pessoas pobres que recorrem ao Rendimento Social de Inserção (RSI). No País, em 2005 existiam 202 mil pessoas dependentes deste apoio, das quais 20 mil nos Açores. Havia 77 açorianos por cada mil que dependem do RSI. A média nacional foi de 19. Na Grande Lisboa, apenas dez.
OBRAS
As obras licenciadas pelas autarquias decresceram 4,6%. Alentejo liderou com menos 8,1%. Só nos Açores se verificou um aumento de licenças – 1,7% –, num total nacional de 49,5 mil licenças concedidas. O número de empresas baixou de 24 mil para 22 mil.
ENSINO
Foi no Alentejo (13,9%) que mais reprovações e desistências no ensino básico regular ocorreram no ano lectivo 2004/2005: A média nacional foi de 11,5%. Neste ano, frequentaram o ensino básico 1,153 milhões em Portugal, menos 1,1% do que no ano anterior. Nos Açores a descida foi de 4%. |
Thèse sur la convergence des Médias
Où pourquoi le Web 2.0 va révolutionner les médias traditionnels très prochainement.
Je me permets de reprendre la conclusion de la thèse d'Alexandre Cabanis d'HEC Paris sur le thème : Médias traditionnels et acteurs du Web 2.0 : vers la cohabitation ou la convergence des acteurs de l'information et du divertissement ?
La thèse complète à télécharger ici.
CONCLUSION – La naissance d'une démocratie, sur et hors du Web
Le Web 2.0 n'est pas encore entré dans sa phase de maturité, mais il possède les capacités de remodeler le monde de l'information et du divertissement, en accord avec les nouvelles attentes du public. La blogosphère et les réseaux sociaux aspirent même à être reconnus en tant que sources qualifiées d'information et de divertissement. Les médias traditionnels ont les moyens de s'adapter à ces mutations, s'ils opèrent une réforme en profondeur. Les autres disparaîtront. La majorité des sites 2.0 non leaders sur leur segment disparaîtront également. La méfiance pour les médias est quand même de mise, lorsque les acteurs originellement présents sur le Web investissent les autres canaux. Aucun média de référence n'est à l'abri d'acteurs gratuits, reposant sur la force d'une communauté. La création ou le rachat de services communautaires n'est pas une obligation pour eux, même si de nombreux sites 2.0 continuent de se faire racheter par des médias réactifs, dont Google ou Yahoo! font désormais partie. Des accords bien sentis sont parfois suffisants. Ils permettent à chacun des deux types d'acteurs de trouver une légitimité nouvelle, qu'ils peinent à trouver seuls.
Médias traditionnels et acteurs issus du Web participatif sont en train de concevoir une nouvelle manière d'informer et de divertir. Les règles issues du journalisme sont compatibles avec la libre expression d'une audience informée et souhaitant partager opinions et contenus exclusifs. L'information brute n'a plus de valeur, seul l'enrichissement de celle-ci en a une. Les communautés forment une source intarissable de contenus. Lorsque les premiers portables à faible coût pour enfants de pays en voie de développement 2B1, produits à partir de 2007 grâce à l'ONG OLPC, One Laptop per Child, trouveront acquéreurs, les réseaux pourront potentiellement couvrir l'ensemble de la planète. La fracture numérique est aujourd'hui le principal frein à la constitution d'une communauté Web 2.0, jumelle de la communauté physique.
A mesure que les concepts du 2.0 sont communément adoptés, la dépendance des communautés au Web paraît moins évidente. Les communautés nées sur le Web disposent désormais de l'ensemble des canaux de communication pour pouvoir interagir. Le 2.0 se détache du seul Web et de ses fonctions principales, l'information et le divertissement. Le Web a permis aux citoyens de s'approprier des moyens d'interagir. Tous les canaux de communication sont bientôt à sa portée. De nombreuses sphères, comme l'économie et la politique, sont également concernées par ce besoin d'expression communautaire. Le Web a finalement permis la concrétisation d'un modèle en théorie appliqué depuis longtemps, mais dépourvu des moyens de s'appliquer concrètement : la démocratie.
Source TechCrunch
Rédigé par Pascal Faucompré le 20/12/2006 à 11:33 | Permalien | Commentaires (0) | Trackbacks (0)
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EUROPA À PROCURA DE SAÍDA DO BECO PETROLÍFERO
" Hydrogène et piles à combustible [FR][en][ de]
Les véhicules roulant à l'hydrogène sont censés réduire la dépendance internationale au pétrole tout en supprimant la pollution atmosphérique et les émissions de CO2 liées aux transports. Cependant, certains estiment que l'hydrogène est un carburant propre uniquement s'il est produit à partir de sources d'énergie renouvelable.
A lire aussi:
Développements récents et prochaines étapes:
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D'ici fin 2006 : La plateforme technologique sur l'hydrogène et les piles à combustible doit présenter un plan d'exécution;
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Décembre 2006 : l'UE adopte le 7ème Programme-cadre pour la recherche (7ème PC);
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Second semestre 2007 : La plateforme technologique sur l'hydrogène et les piles à combustible devrait présenter un programme européenne de recherche industrielle et développement technologique sur l'hydrogène et les piles à combustible (Initiative technologique commune)
Le transport représente environ 71% de la consommation énergétique totale de l'UE, le secteur automobile étant à lui seul dépendant au pétrole à hauteur de 98%.
Pour réduire cette dépendance, la Commission a fixé comme objectif de remplacer 20% des carburants traditionnels par des carburants alternatifs d'ici 2020 (Livre vert : Vers une stratégie européenne de sécurité d'approvisionnement énergétique , 2000).
Un an après, elle a présenté une communication sur les carburants alternatifs , identifiant trois d'entre eux comme les plus prometteurs : les biocarburants, le gaz naturel et l'hydrogène.
L'hydrogène a de nombreux avantages :
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Il s'agit de l'élément le plus abondant sur terre;
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Il s'agit d'un vecteur d'énergie versatile, qui peut être produit à partir de toutes les sources d'énergie;
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Il réduirait la dépendance au pétrole et mettrait quasiment fin à la pollution atmosphérique et aux émissions de gaz à effet de serre liées aux transports, et;
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Il peut être stocké et conservé facilement sur plusieurs années.
Tout comme les biocarburants, l'hydrogène a été identifié par la Commission comme l'un des principaux candidats pour remplacer le pétrole dans les transports et réduire la dépendance de l'Europe à l'égard de cette énergie.
Cependant, après l'enthousiasme de départ, certains ont rapidement souligné les "illusions" de l'économie de l'hydrogène :
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comme l'électricité, l'hydrogène est un vecteur d'énergie, et non une source d'énergie. En d'autres termes, le niveau de pollution de l'économie de l'hydrogène dépend de la source d'énergie primaire dont elle provient (charbon, nucléaire, gaz naturel ou énergies renouvelables);
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un système de transport reposant sur l'hydrogène nécessite un réseau de stations de ravitaillement qui sera très onéreux à mettre en place. Dans une étude publiée en décembre 2005, l'Agence internationale de l'énergie (AIE) a indiqué que des milliards de dollars seraient nécessaires pour développer l'infrastructure permettant d'utiliser l'hydrogène de façon généralisée (voir EurActiv, 2 décembre 2005);
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les batteries de piles à combustible qui convertissent l'hydrogène en électricité par une réaction chimique ont une efficacité et une capacité de stockage limitées, le procédé de conversion de l'hydrogène en électricité impliquant des pertes d'énergie, et;
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les batteries de piles à combustible sont encore très chères (environ 10 000 euros pour un véhicule de taille moyenne), en raison des matériaux utilisés dans leur fabrication, qui comprennent le platine et le Nafion, une membrane acide utilisée dans l'électrolyte des piles à combustible.
Les efforts de R&D aux niveaux public et privé ont donc comme principal objectif de réduire le coût des piles à combustible, d'augmenter leur capacité de stockage et de parvenir à construire de nouvelles infrastructures au coût le plus faible possible.
Aux Etats-Unis, l'administration Bush a alloué 1,8 milliard de dollars sur cinq ans à une "Initiative sur l'hydrogène" ainsi qu'à un projet complémentaire appelé "FreedomCAR". L'UE, les Etats-Unis et d'autres partenaires travaillent ensemble à la préparation d'un " Partenariat international pour l'économie de l'hydrogène ".
Au niveau européen, une plateforme technologie sur l'hydrogène et les piles à combustible (HFP) a été lancée en 2004 pour accélérer la recherche et le développement des technologies hydrogène. Menée par l'industrie, cette plateforme réunit des chercheurs des secteurs privé et public, les autorités publiques et la communauté financière.
En mars 2005, la plateforme a présenté un programme de recherche stratégique destiné à orienter la recherche et à encourager les investissements publics et privés dans des programmes de R&D spécifiques (voir EurActiv, 17 mars 2005). Ce programme a pour objectif de commercialiser les véhicules en 2015, mais beaucoup estiment qu'ils ne seront pas compétitifs avant 2020 au plus tôt.
Plusieurs projets pilotes financés par l'UE ont également été lancés pour démontrer la viabilité des piles à combustible dans les transports publics. Grâce au programme européen intitulé "Transports urbains propres pour l'Europe " (CUTE), 27 bus de transport en commun roulant à l'hydrogène ont circulé dans 9 villes européennes, d'Amsterdam à Barcelone. Le projet, dont les résultats ont été présentés en mai 2006 (voir EurActiv, 11 mai 2005), ont montré qu'il fallait encore faire des progrès dans les domaines suivants :
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Conception, construction et gestion des chaînes d'approvisionnement d'hydrogène et des stations de ravitaillement;
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Production et utilisation efficaces des tonnes d'hydrogène, et;
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Optimisation de l'infrastructure.
"La question n'est plus de savoir si cette technologie fonctionne, mais quand elle sera compétitive," a déclaré le commissaire à l'énergie, Andris Pielbags, lors de la présentation des résultats du projet CUTE.
En 2005, un groupe de députés européens a présenté une Charte sur l'hydrogène recommandant à l'UE de se mobiliser pour passer à une économie hydrogène d'ici 2025. Les députés européens souhaitent que les énergies renouvelables soient la principale source primaire d'une future économie de l'hydrogène (voir EurActiv, 13 sept. 2005).
Cependant, nombreux sont ceux qui critiquent encore l'hydrogène, notamment la communauté scientifique. Ulf Bossel du "Fuel Cell Forum", une organisation européenne soutenant les avancées techniques et scientifiques sur les piles à combustible, dénonce ce qu'il appelle 'l'illusion de l'hydrogène'. Ses principaux arguments sont les suivants :
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Si l'économie de l'hydrogène devient réalité, elle entraînera une forte augmentation de la demande d'énergie électrique, qui, selon lui, ne pourra être satisfaite que par les énergies renouvelables. Selon U. Bossel, pour répondre à cette demande accrue, il faudra donc utiliser les centrales nucléaires ou alimentées au charbon, avec toutes les implications qu'elles comportent pour l'environnement et la sécurité;
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Une part importante de l'énergie est perdue lorsque l'électricité est convertie en hydrogène pour être stocké dans une pile à combustible, puis reconverti en électricité. "Près des trois-quarts de l'énergie d'origine sont perdus pour l'électrolyse, la compression ou la liquéfaction, le transport, le stockage, le transfert et la reconversion en électricité avec les piles à combustible," indique le Fuel Cell Forum.
Selon la grande compagnie énergétique ExxonMobil, produire de l'hydrogène à partir d'énergies renouvelables pose d'autres problèmes. "Les énergies renouvelables étant limitées dans les dix années à venir, on peut se demander si l'utilisation des énergies renouvelables pour produire de l'hydrogène pour les transports sera la meilleure façon d'exploiter ces ressources." Selon ExxonMobil, cela est dû au fait qu'une unité d'énergie éolienne ou solaire utilisée pour remplacer le charbon dans la production d'énergie émet 2,5 fois moins de CO2 qu'utiliser la même unité pour remplacer l'essence par l'hydrogène.
D'autres critiques portent sur l'impact environnemental de l'utilisation de l'hydrogène dans le secteur des transports. Lors d'un examen des récentes études scientifiques sur l'hydrogène, des chercheurs britanniques ont constaté que contrairement à la plupart des prévisions, l'hydrogène est un gaz à effet de serre indirect ayant un effet potentiel sur le réchauffement climatique.
Selon les chercheurs, parmi lesquels Richard Derwent du Centre pour la politique environnementale de l'Imperial College de Londres, cet effet est dû aux émissions d'hydrogène, qui entraînent plus d'émissions de méthane et d'ozone et aggravent donc le phénomène de réchauffement climatique. Cependant, selon eux, les effets sur le climat sont nettement inférieurs à ceux des carburants fossiles.
Cependant, pour les défenseurs de l'hydrogène, le principal problème est d'ordre financier, et non technique. "Pour les véhicules, le plus difficile sera de financer la transition des prototypes onéreux à une production de masse abordable", estime Shell Hydrogen.
De plus, Shelle soutient que les véhicules utilisant des moteurs électriques alimentés par des piles à combustible sont bien aussi efficaces sur le plan énergétique, voire plus efficaces que les moteurs traditionnels. ""Les moteurs à combustion interne dans les voitures d'aujourd'hui convertissent moins de 30% de l'essence en énergie qui fait avancer le véhicule. "Les véhicules utilisant des moteurs électriques alimentés par des piles à combustible sont bien plus efficaces sur le plan énergétique, car ils utilisent entre 40% et 60% de l'energie du carburant," souligne Shell.
Shell estime que les véhicules à piles à combustible peuvent devenir compétitifs si la production annuelle atteint umn million au niveau mondial. "En combinant les avancées techniques et industrielles anticipées sur les cinq prochaines années et en établissant une production mondiale raisonnable au cours des cinq années suivantes, nous pensons que les véhicules à piles à combustible peuvent devenir une réalité commerciale," indique Shell.
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Industrie & Business
ONG et Centres d'études
TERRORISMO: NOTÍCIAS E ANÁLISES VÁRIAS
5 12 2006
Interview d’Abdelwahab Meddeb.
Philosophie Magazine : Après les attentats du 11 Septembre 2001 aux Etats-Unis, vous affirmiez que “si le fanatisme fut la maladie du catholicisme, si le nazisme fut la maladie de l’Allemagne, il est sûr que l’intégrisme est la maladie de l’islam”. Islam-Occident : plutôt qu’un choc des cultures, n’assiste-t-on pas au face à face de deux civilisations malades ?
Abdelwahab Meddeb : L’état de maladie n’est pas de même gravité. Le problème de l’Occident, ou plutôt de l’Europe, s’apparente à un essoufflement, non pas à un épuisement. La régénérescence est perceptible. Le phénix n’est pas totalement consumé. En Islam, la situation me semble bien plus grave. Avec Mahomet, l’islam s’est déclaré “sceau de la prophétie”, dépositaire de la Vérité ultime. Depuis cette rencontre efficiente avec le réel, l’islam s’est enfermé dans une préoccupante fixité, s’imaginant que ce dogme était valable pour l’éternité. Or le temps est cruel et le réel, en perpétuel mouvement. Peut-être faut-il d’ailleurs être musulman soufi pour le percevoir, car le soufisme [1], en cela proche des sagesses orientales comme le taoïsme, enseigne que le changement est perpétuel. L’islam à un réel qui a radicalement changé. Je ne retiendrais ici qu’un indice de cette fixité : à partir des XIè et XIIè siècles, la propension à l’encyclopédisme est forte. Les lettrés musulmans commencent à mettre en dictionnaire l’intégralité des savoirs, comme si le rôle de l’intellectuel n’était plus d’inventer mais d’archiver ce qui a été inventé.
Lire la suite »
" Que andam a tramar?
Depois do muçulmano Soli foi a vez do administrador do Fórum Islâmico ( myciw.org) Tayeb Habib ser apanhado, pelo Máquina Zero , a oferecer (unicamente aos membros do fórum, versão inglesa: myiwc.com) software para navegar na net incógnito, através de um link sua empresa de informática. Mais suspeito é o facto de, após ter sido descoberto, ter retirado o respectivo link.
Para que querem os membros do fórum navegar incógnitos? Um deles já afirmou que é para ficar «fora da alçada dos serviços de informação dos governos». Sabendo que os ataques terroristas são preparados com recurso a pesquisa informática, que este é o principal meio de comunicação entre os membros das células terroristas, que em todas as células descobertas e desactivadas é normalmente apreendida uma grande quantidade de computadores e software, percebe-se os cuidados que têm de ser tomados. Sabendo, também, que no respectivo fórum pululam islamistas com características violentas e admiradores da Irmandade Muçulmana e do presidente do Irão é bom que quem zela pela nossa segurança tome as devidas precauções.
" Why Ethiopia is Winning in Somalia
By Daveed Gartenstein-Ross
On Wednesday, I had an article at Pajamas Media that discusses the reasons for Ethiopia's surprisingly successful military campaign against the radical Islamic Courts Union (ICU) in Somalia. (The previous conventional wisdom that I received from trusted military intelligence sources was that the ICU was likely to defeat the Ethiopian military and overrun the secular transitional federal government, which was then holed up in the south-central Somali city of Baidoa.) An excerpt:
The American intelligence officer who earlier predicted the transitional government's defeat tells Pajamas Media that there are two major reasons why both he and the ICU underestimated the Ethiopian military.
First, Ethiopia's air power was decisive. Over the weekend, Ethiopian jets attacked several airports used by the ICU, and struck recruiting centers and other strategic targets in ICU-run towns. Professor [Abdiweli] Ali reports that the ICU's shoulder-fired anti-aircraft weapons are unable to hit Ethiopia's aircraft at high altitudes. While the ICU may have some surface-to-air missiles, these devices would be quite old -- and complex Soviet weaponry tends to degrade.
But even more important than the fighter jets, the intelligence officer said, is Ethiopia's use of Mi-24 Hind helicopter gun ships that can target the ICU's ground forces. While the ICU might use rocket-propelled grenades against helicopters, as we saw in the 1993 Black Hawk Down incident, thus far the ICU claims to have shot down a single Ethiopian helicopter.
Second, the military intelligence officer said that he underestimated Ethiopia's willingness to commit to the fight against the ICU. "This campaign is far more far-sighted than we expected," he said. "They didn't just do this on the fly; they had to have been planning this for several weeks. This is a major commitment."
One major development since my story was posted is that the ICU has now surrendered Mogadishu to the transitional government. For an excellent summary, see Bill Roggio's post on the ICU's fall. I spoke with a military intelligence source yesterday who emphasized the importance of not getting "too cocky" about the Ethiopians' success, because a number of things could still go wrong. The reports of ICU forces repeatedly dispersing without a fight, coupled with the rhetoric coming from ICU leadership, suggests that the group is planning on turning to insurgent fighting. My source also expressed concerns that the transitional government may not have enough forces to hold cities that it captured during this military campaign, and that he's unsure how long the Ethiopians can sustain the campaign.
There is still much work to be done to ensure that Somalia doesn't backslide and again become a haven for jihadists. But it's clear that the ICU is now giving up on the army vs. army phase of combat, an outcome that did not appear inevitable at the outset.
December 28, 2006 12:13 AM Link TrackBack (0) Print
" Additional info on Syria's nuclear program
By Olivier Guitta
I just wrote a piece for The Examiner expanding on my recent post on the state of Syria's nuclear program.
Here's an excerpt; you can read the whole article here.:
WASHINGTON - The Iraq Survey Group is calling for open negotiations with Syria, but new reports show that Damascus is up to no good. Indeed, while world attention is rightly focused on the nuclear capabilities of Iran and North Korea, Syria has been quietly — but quickly — advancing its own secret nuclear program.
The first signs appeared in 2003 when the Russian Foreign Ministry inadvertently revealed that a Russian-Syrian agreement for the delivery of a nuclear power plant in an undisclosed Syrian location had been signed.
In 2004, Syrian President Bashar Assad made a point to say that Syria would not dispose of its WMD program until Israel did the same. "Since some of my country is occupied," Assad added, "Syria can legitimately use all the necessary means to liberate its territories."
German magazine Der Spiegel revealed in March 2004 that Swedish authorities and the CIA were investigating a very likely Syrian nuclear program secretly developed in Homs in the northern part of the country. That July, investigators looking into the Pakistani nuclear network of A.Q. Khan pointed out that Syria may have procured centrifuges capable of enriching uranium to produce a bomb.
This fact was confirmed in May 2006 in a declassified report to the U.S. Congress on the acquisition of technology relating to weapons of mass destruction. Before the 2003 invasion of Iraq, Syria also got help from Saddam Hussein's regime.
December 28, 2006 10:32 AM Link TrackBack (0) Print
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" As demissões sauditas
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Turki bin Faisal al Saud, que ocupava o cargo de embaixador do reino saudita nos EUA , há apenas quinze meses, demitiu-se do cargo.
O príncipe Turki bin Faisal al Saud é filho do rei Faisal bin Abdelaziz Al Saud (1906-1975) e sobrinho do rei Fahad bin Abdul Aziz al-Saud (1923-2005) e do actual rei King Abdullah bin Abdul Aziz al-Saud (1924-?).
Turki bin Faisal tinha substituído no cargo de embaixador saudita nos EUA o príncipe Bandar bin Sultan bin Abdul Aziz Al-Saud. O príncipe Bandar - filho do príncipe herdeiro Sultan e sobrinho do actual rei Abdullah e primo de Turki - foi embaixador em Washington de 1983 a 2005 e é actualmente o secretário-geral do Conselho Nacional de Segurança do reino.
O príncipe Turki foi spymaster da Arábia Saudita de 1977 a 2001. Nesse cargo apoiou Ossama bin Laden na Jîhad do Afeganistão até à I Guerra do Iraque, momento em que o líder da Al-Qaeda se opôs ao apoio saudita aos EUA na invasão e à presença de tropas norte-americanas no reino, embora se alegue, e contra-argumente, que o relacionamento perdurou até mais tarde. Turki deixou o cargo três semanas antes do 11 de Setembro de 2001.
Estes movimentos podem ser considerados como processos de ocupação preparatória de posições no quadro de lutas de sucessão no interior da dinastia Saud. Ou não. Cuidado com as demissões dos sauditas.
Publicado por Antonio Balbino Caldeira em 12/22/2006 02:04:00 PM
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" Terrorisme et communication
Oussama, l'Oumma et le média
Le diplomate américain Richard Holbrooke se demandait: «Comment se fait-il qu'un type dans une caverne puisse gagner la bataille de la communication contre la première société de l'information au monde?». Le type en question s'est fait metteur en scène de l'événement le plus filmé de l'histoire, le 11 Septembre. Il est vedette d'un feuilleton où ses cassettes scandent ses réapparitions sporadiques. Son visage est reproduit à un nombre d'exemplaires que seules surpassent les icônes de Che Guevara. Bref, Oussama ben Laden apparaît à beaucoup comme un grand communicateur capable d'employer contre l'Occident l'instrument sur lequel celui-ci comptait pour séduire le reste du monde: ses écrans....
Ce texte a été publié dans "Al Qaeda les nouveaux réseaux de la Terreur
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Cliquer ici pour le texte complet en PDF
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la scène terroriste
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07/07/06 - Un an après les attentats de Londres
06/07/06 - Pour une histoire du terrorisme
17/06/06 - Terrorisme : frapper et faire savoir
31/01/06 - Ben Laden et Zawahiri : multiplication des déclarations
31/12/05 - Terreur, arme, image
24/10/05 - Territoire et terrorisme
02/09/05 - La cassette d'al Jazira
30/07/05 - Terroristes de Londres : filmés, tracés, traqués
22/07/05 - Londres bis : terreur et déjà vu
17/07/05 - Terrorisme : le nom de l'ennemi
10/07/05 - L'avenir du terrorisme
" Da Jihad...
A proposta dos jihadistas é simples: submete-te, paga ou morre!
O Islão pretende dominar o mundo e o terrorismo não é o único meio utilizado!
Os muçulmanos são obrigados a tentar converter os seus inimigos ao Islão antes de lutarem contra eles. Se recusarem, os muçulmanos devem tentar que paguem o tributo e se submetam às leis de Alá. Se o inimigo recusar novamente, os muçulmanos devem combatê-lo de modo que não haja continuidade e a religião deva ser unicamente a de Alá.
BELA HERANÇA...
E AZAR NO "JOGO"!
João Gomes Cravinho teve, de Briosa e Gala (que também foi secretário de Estado da Cooperação) uma bela herança... Sorte de quem?
Menos sorte tem, porém, com o IPAD onde a presidência não está para lhe aturar os "humores" e, pela segunda vez, bate com a porta.
Não se pode ter sorte a tudo... Já o povo sabe e diz (para exemplificar essa impossibilidade) que "sorte aos amores, azar ao jogo"!
Como Pinho quer
salvar Pina Moura
Pinho prepara-se para "salvar Pina Moura"... A Iberdrola - tudo o indica - vai ganhar na "secretaria" o que perdeu em campo... Com isto, Pina Moura salva, por agora, a sua cabeça na Iberdola (que tem acumulado derrotas e desaires em Portugal, sob a batuta do ex-comunista... E Pina Moura é demasiado caro para derrotas). Mas Pinho está a fazer tudo para salvar o projecto iberdrola das eólicas (já derrotado pelo mercado e pelos tribunais) a Pina Moura... Quem é amigo, quem é?
MARROCOS:
Em marcha para o Califado...
Veja também a entrevista com o autor:
Quand le Maroc sera islamiste
IDEIAS PEREGRINAS E
SABER QUEM PAGA O QUÊ...
O CLARO assina por baixo este post e esta posição do Tugir:
" Das coisas relevantes e instrutivas
" Da leitura diária e habitual do Leonel Vicente que continua a fazer no Memória Virtual a resenha da Blogos no ano de 2006, cheguei a um escrito da autoria de Pacheco Pereira que me tinha passado desapercebido, onde é referido o pagamento de "prof.s" da política no Mundo Blogos.
Não sei onde o autor do Abrupto foi buscar a ideia peregrina e ainda menos compreendo a cogitação de que há Blogs políticos feitos de forma profissional por encomenda. Percebo que um profissional do comentário político, habituado a ser pago para debitar na escrita e nas pantalhas, esteja convencido que outros, por se pronunciarem politicamente, tenham igualmente de ser remunerados, mas estou convencido que Pacheco se engana.
O Tugir em português que é considerado por muitos um Blog político (e por alguns de esquerda) e que muitas vezes é, inclusive e mal, considerado como um Blog do PS (o que é completa inverdade), nunca foi pago por ninguém (o que é pena...) a não ser pelos seus próprios autores e para mais nada serve do que para por em prática o direito de livre expressão que tanto o CMC como eu próprio entendemos exercer.
Satisfazendo Pacheco, espero que esta informação lhe seja relevante e instrutiva, ficando agora a aguardar que seja explicado quem andará a pagar o Abrupto.
Transcrevendo-o:
"No fundo, trata-se de política pura e dura e não de qualquer actividade amadora e lúdica pelo que saber quem paga é relevante ."
LNT
4:24:00 PM . - . Página inicial "
John Kerry deixado
a comer e falar sózinho
" A picture tells a 1000 words...
A friend of mine serving in Iraq sent me this photo and note. I received it before Christmas, but was out of the office. Priceless story it tells....

"This is a true story.....Check out this photo from our mess hall at the US Embassy yesterday
morning. Sen. Kerry found himself all alone while he was over here. He
cancelled his press conference because no one came, he worked out alone
in the gym w/o any soldiers even going up to say hi or ask for an
autograph (I was one of those who was in the gym at the same time), and
he found himself eating breakfast with only a couple of folks who are
obviously not troops.
What is amazing is Bill O'Reilly came to visit with us and the troops at
the CSH the same day and the line for autographs extended through the
palace and people waited for two hours to shake his hand. You decide who
is more respected and loved by us servicemen and women!"
Again I say..."GOD BLESS OUR TROOPS!!"
TERRORISMO:
"The Lessons of 2006
By Douglas Farah
The primary lesson I take away from 2006 is that we often do not believe what we see in front of us, to our own detriment and danger.
The most obvious example is the Islamist triumph in Somalia, begun in the middle of the year, yet receiving virtually no serious policy attention until very recently. It is hard to fathom why a self-proclaimed Islamist-Salafist movement, clear it is aims, could be viewed as a secondary concern. While the bedrock support for the movements is clan-based and the Islamic Courts enjoy some popular support for restoring law and order, there appears to have been little creative thinking as to how to counter-balance the more radical elements.
Now we face a series of bad options. Ethiopia may drive the Islamist groups out of Mogadishu, but Somalia is already viewed by much of the Islamist community as another attempt to establish the beginnings of the Caliphate. Foreign fighters, along with the Somalis, will likely prolong the fight through guerrilla warfare long into the future. It sets up a clear (in the _jihadi_ mind, at least) conflict between Christian/Jewish Crusaders and Islam, a huge drawing card for the Islamist movement. This means the whole Horn of Africa is now in danger of a spreading war that can, in the end, only help those who profit from chaos and unaccountability.
By failing to see what was happening in Somalia, and failing to act once it was clear even from far outside, what was happening, we allowed the Islamist project to expand it ways it predicted it would, giving not only physical sanctuary to the enemy but a huge psychological victory as well. Hard to imagine how that happened, after the lessons Afghanistan supposedly taught us. My entire blog is here.
December 27, 2006 11:29 AM Link TrackBack (0) Print
Disruption Strategy
John Robb analisa as
"inovações" na Nigéria
" Innovation in Nigeria's OSW
Nigeria's open source guerrillas made some amazing strides in method this week in their war against both oil companies and the entrenched kleptocracy in Lagos ( this is part of a-long- running-series- on-Nigeria's- global-guerrillas). It is also yet another example of how this century's Spanish civil war (in that the innovations in warfare that presaged the next global war were demonstrated/perfected there), the war in Iraq, continues to make its influence felt globally. The innovations introduced this week include:
- Car bombs. Car bombs were detonated at two oil company (Agip and Shell) compounds in Port Harcourt (a oil hub city in the Niger delta). Non-vehicular IEDs aren't far behind.
- Indirect systems disruption. Guerrillas bombed a water pipeline that fed a refinery in southern Nigeria. This method takes advantage of both mutual and input network interdependencies (it is also a variant of a technique that would work extremely well in Saudi Arabia). Read the brief, " Infrastructure Meltdowns" for more on network interdependencies that can be leveraged for systems disruption.
- Corporate targeting. By focusing on the employees of oil companies, the guerrillas have scored a win: Royal Dutch Shell has started to evacuate all dependents from Nigeria (the car bombs set this in motion). Read the brief: " Target: Corporate Psychology" for more on how to use attacks on corporate psychology to achieve goals in warfare.
Further reading:
Design Flaws, Methods of Attacking Critical Infrastructure
Scale free networks (and their vulnerabilities)
Attacking and Defending Networks
Partial vs. Complete Systems Disruption
NOTE: Nigeria is one of America's primary sources of imported oil (particularly the low-sulfer oil that limits pollution).
EPIDEMIA DE LIRISMO E UTOPIA
Pelo Natal e Ano Novo, os portugueses enviam milhões de mensagens líricas e cheias das melhores intenções do mundo (daquelas que o diabo usa para atapetar o inferno...). Não sei se tem que ver com o "mergulho" do solstício de inverno (a iniciar o ciclo para o zénite do próximo, em Junho), mas estes dias prestam-se ao lirismo. O meu amigo Zé Adelino, em "Alguns votos de boas festas... " aparece contaminado pela coisa. E gravemente, senão vejamos:
"Bem apetecia que a União Europeia caminhasse do Atlântico para os Urais e integrasse Bizâncio, para que a igrejinha de Mértola voltasse a ser templo, sinagoga, mesquita e capela do monte. Para que os socialistas fossem mais liberais por dentro, para que os comunistas se convertessem ao pluralismo e os direitistas se tornassem menos reacionários. "
Oh, Zé, francamente, é muito mais fácil acumular o "el Gordo" com o segundo prémio, como aquela felizarda da guapa sevilhana... Mais fácil, também, será conseguir de qualquer génio, libertado de uma lâmpada, a construção de uma auto-estrada para Cabo Verde!
E já agora, digo-lhe, deixe lá a igrejinha de Mértola em paz que está muito bem como está... Não sei por que carga d'água está a tornar-se moda falar das coisas da serra algarvia (eu sei, administrativamente Mértola é distito de Beja, realmente é a vertente nordeste da serra algarvia). Há tempos, o Ribeiro Ferreira, do Estado do Sítio, queria mandar para lá os ecologistas e os sindicalistas e mais uns quantos funcionários públicos e, eventualmente, algum membro do governo. Tive que lhe chamar a atenção e sugerir-lhe que os mandasse para Alvaiázere, que é terra dele. Agora, vem você querer meter a igrejinha de Mértola em trabalhos... Arranje mas é qualquer coisa lá para as bandas de Coimbra, que é sítio que há muito (digo eu) bem precisa de muitos trabalhos.
SÓCRATES
"… a mensagem de natal do primeiro-ministro (...), (para uma plateia que, religiosamente, note-se, nesta quadra natalícia gastou em prendinhas a estúpida quantia de quatro mil milhões de euros, trocou 427 milhões de mensagens escritas - certamente relativas à ocasião e, creio, a trinta cêntimos cada - teimosamente voltou a espetar-se em 1.278 acidentes de estrada - com os respectivos 18 mortos - e esgotou as viagens para os lugares distantes e exóticos, endividando-se com o pretexto de esquecer as amarguras do quotidiano aqui) foi, sem dúvida, uma meiguice em tempo de antena..."
Jerry Uelsmann. Fotografia Conceptual
TERRORISMO EM 2007:
COMO VAI SER A GUERRA
Guerra do terrorismo: Balanço de 2006 e perspectivas para 2007, um trabalho bem informado e de análise lúcida e fria, com a qualidade habitual da chancela da Stratfor:
" Al Qaeda in 2007: The Continuing Devolution
By Fred Burton
The theme of Stratfor's 2006 forecast for al Qaeda and the jihadist movement centered on the evolution -- or the devolution, really -- from al Qaeda "the group" to a broader global jihadist movement. This essentially was a shift from an al Qaeda operational model based on an "all-star team" of operatives that was selected, trained and dispatched by the central leadership to the target, to an operational model that encourages independent "grassroots" jihadists to conduct attacks, or to a model in which al Qaeda provides operational commanders who organize grassroots cells. We refer to this shift as devolution because what we are seeing now is essentially a return to the pre-9/11 model.
This shift has provided al Qaeda "the movement" broader geographic and operational reach than al Qaeda "the group." This larger, dispersed group of actors, however, lacks the operational depth and expertise of the core group and its well-trained terrorist cadre.
The metamorphosis continued in 2006, with al Qaeda announcing the merger of existing jihadist groups such as Gamaah al-Islamiyah (GAI) in Egypt and Algeria's Salafist Group for Preaching and Combat (GSPC) and others in the Maghreb into their global jihadist umbrella organization. These groups have had long-standing links to al Qaeda, and the announcement of the mergers is really a formalization of the relationship, though these new nodes joined al Qaeda's formal network of affiliate groups in Iraq, Saudi Arabia, the Sinai Peninsula and Afghanistan.
Since the announcements, these new groups have not yet demonstrated that they possess the ability to boost al Qaeda's operational effectiveness. We have seen no attacks that can be attributed to GAI, and perhaps the only attacks that can be attributed to the GSPC are the Dec. 11 attack against a bus carrying foreign oil workers and the simultaneous Oct. 30 attacks against two police stations in Algeria. Given this lack of results, the announcements ring somewhat hollow, as the mergers have not given al Qaeda the surge of momentum it might have wanted.
The major attacks in 2006 in Abqaiq, Saudi Arabia; Dahab, Egypt; Dubba and Marib, Yemen; and Damascus, Syria, were all conducted by existing regional nodes and not the main al Qaeda organization. These attacks did show a broad geographic reach stretching across the Middle East but, except for the Dahab attack, they were essentially all failures.
Overall, 2006 was not a good year for the al Qaeda nodes in Saudi Arabia and the Sinai. It also was a dismal year for the Iraq affiliate, whose charismatic leader Abu Musab al-Zarqawi was killed in June. Twelve months have made a vast difference in the fortunes of the Iraq node. Last year at this time, al-Zarqawi made the headlines almost daily and his organization was conducting frequent and spectacular attacks. Now, following the death of al-Zarqawi, al Qaeda in Iraq has been largely marginalized and eclipsed by Iraqi Sunni and Shiite insurgent groups.
Going into 2007, we anticipate a continuation of this shift toward a movement -- though it will be important to watch for any signs of operational activity by al Qaeda the group, as opposed to its prodigious public relations efforts.
The Shift to Soft Targets
As we noted in January, the shift to the broader movement model allowed for an increase in the number of attacks, although the movement's lack of expertise was forcing it to focus its attacks against soft targets such as hotels, trains and subways. This shift resulted in a larger numbers of casualties than the more spectacular attacks against hardened targets. Indeed, the casualty count from jihadist attacks in the 52 months following 9/11 was more than double that of the 52 months prior -- and those numbers would be vastly increased if the deaths in Iraq and Afghanistan were included.

However, not as many attacks occurred in 2006 as we anticipated. In fact, the number of attacks and the casualties they generated were down for 2006. In many cases, such as Damascus, Abqaiq and Yemen, the attacks resulted in the deaths of more attackers than victims, and the only attack to produce a sizable death toll was in Dahab, where 24 people died. This trend in which attacks against tourist targets in Egypt produce the deadliest jihadist attack of the year continued from 2005, when the attack in Sharm el-Sheikh, Egypt, killed 88 people. (Incidentally, that not only represents far more victims than in the Dahab attack, but also more than all of the 2006 attacks combined.) When Sharm el-Sheikh is combined with the 2005 attacks in Bali, Amman and London, jihadist militants produced far more deaths in 2005 than in 2006. (These statistics do not include attacks conducted in war zones or areas of insurgency such as Iraq, Afghanistan, Israel/Palestine, Chechnya/Russia, Sri Lanka or Kashmir/India.)
The only jihadist strike against a hardened target in 2006 was the failed attack against the U.S. Embassy in Damascus in September. A car bombing was directed against an employee of the U.S. Consulate in Karachi, Pakistan, but that attack happened a block away from the hardened facility. It was, however, the only one of the two to produce an American death.
Target Sets
As we said in January, al Qaeda the group has long been interested in striking financial targets, aircraft and chemical/petroleum plants. Because of that, and al Qaeda's demonstrated history of revisiting targets after failed or foiled attacks, it was logical to project that it would continue to attempt strikes against such targets in 2006.
The petroleum sector indeed was targeted in 2006, as the strikes against petroleum facilities in Abqaiq and Yemen, and against oil contractors in Algiers, demonstrate. Although no attack occurred against financial targets as we anticipated, we still believe that target set remains at risk for the future, along with the others.
Although authorities thwarted the plot to simultaneously destroy several airliners en route from London to the United States, it once again demonstrated that al Qaeda and the jihadist movement maintain a significant interest in airline targets. Details released in February on the Library Tower bombing plot provide another example of this fixation.
Disruption Strategy Continues
Once again in 2006 there has been no successful attack on U.S. soil -- though the thwarted airliner plot was definitely aimed at the United States. Likewise, the anticipated attacks in European locations such as the United Kingdom, Denmark, France and Italy failed to materialize -- again, not for lack of trying on the part of the jihadists.
The U.S. government and its allies have been successful over the past year in disrupting terrorist plots and plans in many locations. The strategy of disruption these countries are following is really quite simple: It is better to pick up an al Qaeda suspect on immigration fraud or another lesser offense than to investigate a smoking hole in the ground. Although there has been significant skepticism over the terrorist credentials of those responsible for some of these plots, such as the one involving the Miami Seven, the plots serve as a reminder that there are people who remain committed to striking the United States. Over the years, Islamist militants have proven to be resilient and adaptable in the face of adversity, and they will certainly continue to adapt.
It is important to remember that more than eight years elapsed between the 1993 World Trade Center bombing and the 9/11 attacks -- during which time al Qaeda and its jihadist network faced nothing approaching the level of pressure they have endured since then. There were several thwarted terrorist spectaculars between 1993 and 2001, and yet the jihadists persisted and eventually succeeded in carrying out a massive strike on U.S. soil.
Therefore, the string of law enforcement and intelligence successes since 9/11 does not rule out the possibility of another strike on U.S. soil in time. We believe the likelihood of such an attack will increase as memories of 9/11 dim and the public grows weary of the inconvenience and financial burden of increased security measures.
The Jihadist 'War College'
The forecast, which noted that the active armed struggles in Iraq, Afghanistan and the Caucasus still serve as a kind of "jihadist war college," predicted that its graduates would continue to share their training and experience upon returning to their countries of origin.
We already have seen a transfer of terrorism tactics and technology to Afghanistan, and we anticipate that this will continue in the future. In addition, the interpersonal connections that the militants make in places such as Iraq and Chechnya also will link them to the global movement in the same way the jihad in Afghanistan did for the preceding generation. "
miss Teen USA
Kari Ann Peniche
Uma descoberta graças a "Deus criou a mulher", a desta miss americana de origem portuguesa... E nós aqui que sempre fomos bombardeados com o "cardeal Medeiros"! Afinal, a comunidade portuguesa dos Estados Unidos tem muito mais que "cardeais". Tem deputados, tem xerifes, tem professores, tem empresários, tem jornalistas, tem investigadores, tem escritores, tem soldados e tem a ex-miss Teen USA, Kari Ann Peniche...

Commercial Victoria's Secret Christmas
e Kylie Minogue Agent Provocateur ou
como e onde ganhar dinheiro com trapinhos
Para os produtores portugueses de trapinhos, desse sub-sector pomposamente chamado de "moda-têxtil português", dois piquenos vídeos, com umas piquenas que, de borla, lhes dão uma grande lição de como vender neste mercado globalizado e até lhes deixam perceber onde é que se situa o ponto de ganhar dinheiro na cadeia de valor...
Sophie Marceau

O que é que acontece à história quando o capuchinho vermelho, afinal, é um capuchinho negro e calça saltos altos...?
travellin' band
credence clearvwater revival
Fim de ano, tempo de balanços e "souvenirs"... Nesta altura, a minha "travellin' band" era outra e de outra natureza. Mas ouvia muito, nos carros, esta dos CCR. Mesmo se o "Canhão" preferia, então, os Stones e já tinha escolhido as músicas que deviam ser tocadas no funeral dele... Ainda está bem vivo (como diz o "Gordo", o Canhão não morre nem que o matem) e os Stones e o Mick é que estão pela hora da morte. O "João Fuzileiro" é que não gostava destas pequeno-burguesices e preferia a "música realmente popular"... Nada que uma boa jantarada e a sabedoria do "Comandante" não possam resolver! Pois é...
"A guarda não se rende", malta, para todos vocês: Um ano em grande, por onde quer que andem. "Travellin' band" sempre!
My Way...
Frank Sinatra
Paul Anka with Frank Sinatra
RUSSIA "SATISFEITA" COM O IRÃO
A notícia passou um desapercebida, no meio do barulho das rolhas de champagne e espumantes deste Natal. Mas o "Le Monde" não a deixou escapar e ela é realmente muito interessante:
" La Russie satisfaite d'avoir préservé ses "intérêts économiques" en Iran
LE MONDE | 26.12.06 | 15h03 • Mis à jour le 26.12.06 | 15h03
Moscou s'est félicité, lundi 25 décembre, d'avoir obtenu que les sanctions adoptées contre l'Iran par le Conseil de sécurité de l'ONU soient d'une portée réduite. La résolution 1737 votée samedi permet de préserver "entièrement les intérêts économiques de la Russie et des autres partenaires de l'Iran" a commenté le ministre russe des affaires étrangères, Sergueï Lavrov, lors d'une réunion gouvernementale en présence du président Vladimir Poutine." Continua AQUI
COMUNICAÇÃO POLÍTICA
AS NOVAS TECNOLOGIAS ESTÃO A MUDAR
A PERCEPÇÃO E, LOGO, AS VELHAS REGRAS
Como as novas tecnologias (net incluída) estão a mudar a percepção e, logo, as velhas comunicação eleitoral e política. No NetPolitique:
Bienvenue...
- aux lecteurs du Figaro ("La Netpolitique en sites", 18 décembre)
- aux lecteurs de Libération ("Guide de la Netpolitique", 20 décembre)
... et même aux lecteurs de la revue Médias ("Ras-le-bol de la net politique", décembre 2006) ;-)
La netpolitique (définition), "nous n'en sommes qu'au début"...
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A l’occasion d ‘un débat sur LCI consacré à la net-campagne, Vincent Feltesse, responsable de la stratégie internet du PS a déclaré que l’internet politique était un « no man’s land juridique ».
De fait, à mesure que la net-campagne progresse et que les politiques investissent la Toile, le Code électoral semble se racornir à vue d’œil. Interdiction de publication des sondages dans les 24h précédant le scrutin, gel des sites, contrôle du temps de parole… autant de règles obsolètes, initialement destinées à encadrer l’information politique délivrée aux électeurs, devenues inapplicables sur internet...
AUTARCAS MUITO CATÓLICOS
Circula pela net. Não deve ser tomado à letra... mas que tem graça, isso tem.
" Pensamento do dia:
Os autarcas portugueses são os mais católicos do mundo.
Não assinam coisa alguma, se não levarem um terço."
"ESTÁ EM CRISE O ESTADO A QUE CHEGÁMOS"
.
José Adelino Maltez comenta o debate de ontem sobre o ensino superior e uma grande entrevista (na televisão) com um ilustre catedrático:
“ (…) os episódios são bem reveladores do processo de desertificação de ideias em vigor, onde a cobardia passou a chamar-se gestão de silêncios, quando as circunstâncias continuam propícias para a inevitável colonização cultural que se aproxima. Juntando a isto a questão dos chamados voos da CIA, apenas confirmo que, mais uma vez, a classe política no activo, incluindo a jubilada, a aposentada e a reformada, apenas quer ser emérita, dado que parece ter perdido a vontade de ser independente, tanto na autonomia pessoal e institucional, como na própria autonomia nacional.
Apenas acrescento o que há dias comentei para a revista "Visão" e que veio parcialmente transposto no número de ontem: a pós-revolução que instalou este regime, e quando digo regime não digo constituição nem programas de governos e partidos, mas a mistura dos discursos de boas intenções do Estado-aparelho de poder, com as práticas quotidianas da comunidade, daquilo que é a res publica e a que outros chamam sociedade civil, vivia num politicamente correcto que estava fora do tempo do ambiente internacional em que nos integrávamos, o da União Europeia pós-guerra fria e o da globalização. Agora, o que estamos a viver é a falta de autenticidade ao retardador, dado que é um governo socialista a ter que desmantelar o socialismo herdado, não por convicções assumidas, mas por exigências do défice orçamental, externamente policiadas, sem a possibilidade de recurso aos habituais magos da engenharia macromonetária, como foi a do cavaquismo governamental.
Julgo que estes "encerramentos" apenas reflectem que o chamado poder de governação do país é apenas uma espécie de governança sem governo, onde a maioria dos factores de poder já não são intranacionais, mas mera gestão de dependências e de interdependências, onde funciona uma espécie de piloto automático onde o "software" foi desenhado por outros, que não os cidadãos da República dos Portugueses. Julgo que outros encerramentos bem mais dramáticos se aproximarão, como o encerramento das universidades ou do próprio conceito de administração pública clássica, transformando a a constituição em mero objecto de dissertações de mestrado, doutoramento ou de reflexões públicas de constitucionalistas em telejornal, caso não voltarmos às virtudes plurisseculares da vontade de sermos independentes.
Com efeito, esta dissolução de Portugal no contexto da "balança da Europa", para utilizar o título de uma obra de Almeida Garrett, está a precisar daquilo que os homens de 1820 qualificaram como "regeneração", quando concluíram que, depois das invasões napoleónicas foi mau caminho ficarmos sob a tutela dos amigos protectores.
Apenas digo, em termos metafóricos, glosando um dito de Mounier, que os problemas económico-financeiros apenas se resolvem com medidas económico-financeiras, mas não apenas com medidas económico-financeiras. Apenas se resolvem quando as medidas económico-financeiras forem parcelas de um mais amplo conjunto de medidas políticas.
O que falta a Portugal é política que é coisa séria demais para continuar a ser monopólio dos políticos que temos, numa época em que o indiferentismo generalizado corrompeu a cidadania participativa e quando o aparelho de Estado está sitiado por esse tradicional processo de compra do poder, a que desde sempre se deu o nome de corrupção.
Logo, concluirei que estes encerramentos são apenas a parte visível de um "iceberg", os epifenómenos de um fenómeno que não tem sido pensado: está em crise "o Estado a que chegámos", para utilizar o dito de Salgueiro Maia sobre o 24 de Abril que ele derrubou. “
posted by JAM | 12/22/2006 08:24:00 AM
JORNAL SUSPENSO E JORNALISTAS NO TRIBUNAL!
não se brinca com o islão...
CENSURA EM MARROCOS:
"Jornal marroquino suspenso por publicar piadas sobre o Islão
O primeiro-ministro de Marrocos, Dris Yetú, suspendeu a distribuição e publicação do semanário árabe Nichan por este ter apresentado, no seu último número, piadas sobre a religião muçulmana.
O director do semanário, Dris Ksikes, e a jornalista Sanaa el Aayi serão julgados pelo Tribunal de Primeira Instância em Casablanca no próximo dia 8 de Janeiro, acusados de atentar contra o Islão.
Alguns meios de comunicação marroquinos já se tinham insurgido contra os artigos publicados pelo Nichan, que também foi alvo de protestos por parte dos estudantes e de outros países árabes.
22-12-2006 11:20:15 "
Por esta notícia do "Diário Digital" se vê como a censura e a perseguição se abatem, em Marrocos, sobre Dris Ksikes e outros jornalistas que se batem pela liberdade de imprensa e de expressão. Já aqui tinhamos assinalado as desgraças deste jornal desde o seu número inicial... O que os "barbudos" começaram parece agora que o governo quer terminar! Atenção, este país é o nosso vizinho do andar de baixo e tem com Portugal uma vasta fronteira marítima......
Milhões de polícias
Vasco Pulido Valente
"Na Inglaterra e na América é politicamente incorrecto, e hoje quase criminoso, festejar o Natal. Porquê? Porque, celebrado com tanta exuberância, o Natal se arrisca a ofender (ou a convencer) os crentes de religiões minoritárias, sobretudo, claro está, os muçulmanos. Mas como não se pode proibir o Natal, coisa que decerto os puristas gostariam de fazer em nome dos direitos do homem, a ortodoxia política tem por enquanto de o camuflar. Isto obriga naturalmente a algumas contorções verbais, a muita hipocrisia e a uma boa dose de intimidação. A "árvore de Natal" passou a "árvore da amizade" e o "jantar de Natal" a "jantar do solstício de Inverno". Os "cartões de Natal" são agora também "cartões da estação" e o "Bom Natal", suponho, "Boa Estação".
Nos países católicos, como Portugal, esta espécie de purga ainda não começou. Mas cá chegará, com o atraso e o zelo do costume. Entretanto, mesmo aqui, o totalitarismo (e uso a palavra deliberadamente) alastra sem sombra de protesto. O comportamento "aceitável" do cidadão comum é regulado e é imposto ao pormenor: e ninguém percebe, ou nota, o que se passa. No princípio da semana, por exemplo, um rapazinho fanático, porta-voz da Deco, exigia que o Estado obrigasse por lei qualquer restaurante (ou qualquer hotel) a admitir crianças. Segundo a lunática lógica da criatura, o princípio da igualdade, constitucionalmente consagrado, obrigava a essa medida de justiça. Não lhe ocorreu que o princípio da igualdade não se aplica, sem qualificação, a crianças. Como não lhe ocorreu que se propunha limitar a liberdade do próximo. A ideia de que há restaurantes que oferecem cerimónia e sossego e pessoas que gostam de cerimónia e sossego só lhe inspira desprezo. Se o consumidor que a Deco defende quer jantar entre correrias, choradeira e berros, o Estado não deve permitir outra maneira de viver. O resto não interessa.
Pouco a pouco, os "direitos do homem", pervertidos por pequenos grupos de pressão, que o Estado muitas vezes sustenta (para não ir mais longe, somos nós quem paga a Deco), vão servindo para criar uma sociedade minuciosamente vigiada. Não existe a menor diferença entre a actual ortodoxia "bem-pensante" e o jacobinismo ou o comunismo clássico. É a velha ambição de criar um homem racional e perfeito pela força política. Não por acaso os "marxistas" de ontem prosperam neste novo mundo. A tolerância sempre foi ou já se transformou em intolerância e há lugar para milhões de polícias."
in "Público"
Votos do CLARO para todos os que o lêem, debatem, fazem e, de algum modo, colaboram, enfim, para todos os que...
Feliz Natal, Boas Festas e um Belo Solstício de Inverno!

Face às Novas Crises e Novas Ameaças
REPENSAR AS DEFESAS
As mudanças de cenário pós-queda do muro de Berlim, o aparecimento de novos tipos de ameaça, radicalmente diferentes daqueles para que os estados do Ocidente se tinham preparado, os novos tipos de riscos que ameaçam a nossa segurança exigem um repensar das defesas das sociedades do Ocidente. Em França, a Sentinel inaugurou "une série d’éclairages sur les missions dévolues aux forces armées terrestres françaises face aux enjeux stratégiques, militaires et sécuritaires de demain.
En s’appuyant sur les réflexions prospectives des militaires français et étrangers, mais aussi de nombreux analystes civils, les auteurs de Sentinel souhaitent apporter leur contribution au nécessaire débat sur la doctrine et les moyens des forces armées dans un monde où les visages de la menace ne cessent d’évoluer." Um debate lançado oficiosamente e que aqui deveria, se eles tivessem tempo (ou será: se estivessem com o tempo...?) interessar muito ministros como Nuno Severiano Teixeira e, sobretudo, António Costa...
" Quelles forces terrestres face aux enjeux de demain ?
Ou comment se préparer à affronter les crises futures
"La menace n'obéit à aucune règle… et surtout pas aux nôtres".
Le chef d'état-major de l'Armée de terre, le général Bruno Cuche, qui débutait par ces mots son allocution lors de la récente Université d'été de la défense à Aix-en-Provence, résumait ainsi le paradoxe des armées modernes : la puissance, pour quoi faire ? Une manière, également, de souligner l'extrême difficulté de prévoir les crises futures.
De la difficulté de prévoir les menaces
Il est en effet difficile d'appréhender de manière précise les menaces pesant sur notre sécurité, en raison principalement du comportement des ennemis auxquels les forces françaises et leurs alliés se retrouvent confrontés. Exploitant les potentialités du ressentiment culturel qui traverse une grande partie du monde en développement, l'ennemi –pris au sens générique- s'affranchit des règles de la guerre classique, en s'adaptant au différentiel considérable de puissance existant entre ses propres ressources et celles des pays occidentaux. Pour ce faire, il use à l'envi de modes d'actions inédits et asymétriques, s'appuie sur une connaissance profonde des réflexes d'opinion publique en Occident, et s'attache à exploiter les ressources des champs de bataille urbains. Sans disposer d'aviation de combat capable de défier les Rafale et les F-16, certaines milices peuvent mettre en échec une armée moderne dans le lacis des rues et des bâtiments écroulés d'une localité qu'elle contrôle, même après un bombardement sérieux. À ce danger terroriste et de guérilla s'ajoute le comportement de certains acteurs étatiques et puissances régionales, dont les appétits et les ambitions se précisent, laissant planer une inconnue sur leurs intentions à long terme. En somme, la menace mondiale est entrée dans une logique brownienne, peu susceptible de se laisser enfermer dans les boules de cristal des spécialistes de la prospective.
Cette situation délicate, dont on mesure toutes les conséquences en considérant les résultats de la guerre du Liban, laisse tout de même une certitude aux décideurs opérationnels et aux spécialistes de la planification militaire : pour reprendre les propos du CEMAT, « plus que jamais, dans un environnement marqué par l'omniprésence de la menace terroriste et des mouvements de guérilla, l'espace terrestre restera le point d'application final de toute action militaire et stratégique ». Pour comprendre cette affirmation, il est nécessaire de revenir sur l'évolution des forces armées modernes depuis la fin de la guerre froide. À ce moment historique précis, une conception prévaut, celle de l'obsolescence définitive des divisions blindées et des régiments d'infanterie postés « face à l'est », équipés de matériels lourds, et fonctionnant selon des doctrines rigides. Les décideurs politiques, espérant tirer « les dividendes de la paix », observent cependant la nécessité d'intervenir pour éteindre les foyers de crise qui perdurent à travers le monde. L'accent est donc mis sur la constitution de forces de réaction rapides, prêtes à intervenir sur des théâtres de crise éloignés. La première guerre du Golfe, en 1991, illustre ce besoin. Mais la victoire-éclair de la coalition donne aux Occidentaux l'illusion d'une avance définitive sur le reste du monde. Il est vrai que dans la foulée du Kosovo en 1999, puis des opérations d'Afghanistan en 2001, l'usage de la puissance aérienne, malgré des résultats mitigés, semble s'imposer, en liaison avec des forces « légères », comme une panacée illustrant l'entrée dans une ère de transformation profonde des modes d'action militaires.
Des guerres urbaines, au contact des populations
La suite des événements a fortement corrigé cette vision partielle. La violence qui déchire aujourd'hui une partie du monde ne peut être contemplée depuis l'Occident comme un spectacle à commenter, ou une menace dont il faudrait se prémunir derrière des frontières étanches. Les conséquences de cette violence pour l'instant extérieure se font sentir dans les sociétés européennes très directement (terrorisme, vagues d'immigration clandestine de population fuyant la guerre et le sous-développement, sensibilité exacerbée de certaines franges de la population à des événements étrangers). L'ancien ministre de la Défense allemand, Peter Struck, le soulignait en justifiant l'intervention de Berlin en Afghanistan : « La sécurité de l'Allemagne se défend aujourd'hui sur l'Hindu Kush ». Il faut aller au contact des crises pour éteindre les incendies et prévenir les réactions en chaîne : on ne peut se contenter de les survoler, au propre comme au figuré… on est bien forcé de constater, à l'aune des difficultés rencontrées par la plus puissante armée du monde en Irak, et par la multiplication des crises régionales, que seule une présence effective au sol permet d'envisager une stabilisation à long terme des zones de troubles ou d'affrontements. Cette présence, les forces terrestres, un temps reléguées à l'arrière-plan des réflexions capacitaires, apparaissent seules susceptibles de la garantir. Car si une résolution de crise se pense obligatoirement en interarmées, la composante terrestre s'inscrit quant à elle en plein centre des enjeux d'efficacité opérationnelle, que ce soit dans la phase de coercition, de stabilisation, ou de reconstruction. Le Kosovo, l'Afghanistan, un temps emblèmes du traitement des crises par la troisième dimension, offrent par leur évolution un appui à cette constatation de bon sens.
À ce raisonnement qui nous amène à nous intéresser à l'état réel des possibilités françaises en matière d'action terrestre, nous trouvons plusieurs raisons objectives, qui permettent de réfléchir aux évolutions de l'environnement mondial : demain, 75 % des guerres, limitées ou pas, se dérouleront dans les villes. De Falloudja à Beit Jebil, de Bassorah à Abidjan, l'actualité des interventions militaires extérieures nous démontre l'extrême difficulté de conquérir et contrôler de telles zones. Les aires bâties entraînent l'emploi inévitable de moyens massifs et spécifiques, une probabilité de pertes humaines élevées, une difficulté de renseignement, et une limitation de la liberté d'action des éléments engagés. Les troupes employées « au contact » doivent pouvoir sans préavis passer d'un combat de haute intensité aux fondamentaux du contrôle de foule. La présence de la population, hostile ou indifférente, exige une très grande qualification des soldats agissant dans le cadre de l'action terrestre. Leur culture, leur connaissance du milieu, leur intelligence de situation et leur degré d'initiative sont des éléments essentiels à la bonne marche globale des missions qui leur sont confiées. Cette aptitude à œuvrer au contact des populations n'est pas innée, comme l'exemple de l'Irak nous le montre. Elle est fonction d'un entraînement, d'une formation à laquelle l'armée de terre française a toujours apporté une grande attention. Du point de vue du rayonnement français, ce savoir-faire opérationnel, qui tient compte de la culture propre des populations côtoyées, fait la réputation de l'armée de terre chez ses partenaires. C'est un élément de valeur ajoutée dont la France peut tirer parti dans ses engagements futurs.
Défense et sécurité, étroitement imbriquées
Mais cela pose aussi la question des ressources accordées à l'armée de terre pour instruire, former, entraîner ses hommes, alors mêmes que les sollicitations opérationnelles atteignent un niveau élevé : 14 000 hommes de l'Armée de terre sont aujourd'hui déployés en permanence en opération extérieure. Rapportée à l'effort global de projection, l'Armée de terre fournit 80 % des effectifs engagés, tout en représentant 24 % du budget de la défense. Sur une année, pour reprendre l'allocution de Bruno Cuche, « 60 000 hommes et leurs matériels sont projetés pour des périodes de 4 à 6 mois en métropole, outre-mer et à l'étranger dans toutes configurations face à une menace polymorphe ». Outre-mer, ce sont 2600 hommes qui sont disponibles pour remplir des missions de sécurité générale et de service public. 1000 soldats de l'armée de terre sont quant à eux affectés à Vigipirate et à la lutte contre les feux de forêt. Ces chiffres, que nous tenterons de développer dans les prochains numéros de notre dossier, nous semblent poser la question des effectifs de nos forces terrestres : quels sont les enjeux du futur, vers quel modèle d'armée la France doit-elle aller ?
On peut aussi souligner, lorsqu'on se penche sur les missions aujourd'hui dévolues à l'armée de terre, à quel point les domaines de la défense et de la sécurité se retrouvent imbriqués, en opérations extérieures… comme intérieures. Une imbrication qui entre en résonance avec les exigences propres aux nouveaux champs d'engagement opérationnels : partout, la stabilisation, le retour à la normale dans une zone dévastée par les combats, est tributaire d'une articulation parfaite entre impératifs de défense et défis liés à la sécurité. On constate, au regard de ses missions actuelles, à quel point les forces terrestres participent de cette logique essentielle. Cette analyse doit interpeller les entreprises civiles présentes sur le marché de la sécurité : la défense est aujourd'hui globale, et les forces terrestres deviennent un partenaire incontournable du règlement des crises. De plus, les technologies qu'elles mettent en œuvre intéressent les compagnies civiles de par leur nature duale : géolocalisation, communications cryptées… etc.
Ce retour au centre de gravité de la gestion des crises et de la conduite de l'action ne signifie pas pour autant que les forces terrestres ne se soient pas investies dans un processus de transformation de leurs propres doctrines d'engagement. Plus projetable, l'Armée de terre française semble se penser aujourd'hui comme une composante essentielle d'un ensemble interarmées. La puissance lui est nécessaire pour remporter la décision sur le terrain, mais cette exigence va de pair avec une polyvalence et une souplesse adaptées aux champs d'engagement futurs.
Bruno Lesvez
Au fil des prochains numéros de la Lettre Sentinel, nous examinerons, avec des experts civils et militaires, les principaux défis que doit relever l'Armée de terre dans le nouveau contexte stratégique de ce début de XXIe siècle.
Quelles forces terrestres face aux enjeux de demain ?
L'ARMEE DE TERRE DANS LES VILLES

A l'échelle planétaire, la progression du nombre des grands centres urbains est prodigieuse. En 1950, on dénombrait seulement 83 agglomérations de plus d'un million d'habitants. Aujourd'hui, on en recense près de 300. En 2016, les estimations les portent à plus de 500 !
Les villes, lieux de toutes les tensions
Cette évolution a une conséquence majeure : les villes s'imposent désormais comme les lieux de toutes les concentrations (celles des populations, des richesses, des moyens de production, de la vie politique, culturelle, etc.) mais aussi, de toutes les oppositions (qu'elles aient un caractère racial, religieux, économique, etc.).
Or, l'ensemble des organismes en charge de la préparation de l'avenir des armées s'accordent sur le fait que c'est justement dans ces environnements extrêmement complexes qu'opéreront le plus souvent les forces armées. Et sans atteindre demain, force est de constater que l'actualité leur donne déjà raison de Kaboul à Port au Prince (Haïti).
Historiquement, les centres urbains n'ont jamais été les lieux d'action privilégiés des forces armées qui préfèrent les espaces ouverts, davantage propices aux manœuvres. Néanmoins, la prise d'une ville n'en demeure pas moins un symbole fort. Ceci explique d'ailleurs la résistance des communistes contre les forces allemandes à Stalingrad (1942), la volonté du pouvoir russe de s'emparer de Grozny contre les milices tchétchènes (1995) et, plus près de nous, la ruée de la 3rd Infantry Divison américaine vers Bagdad (2003).
Des théâtres d'opération complexes
Pour le commandement, le morcellement des espaces urbanisés et la nécessité d'appréhender une géographie tridimensionnelle gênent la visibilité et compliquent considérablement la conduite des opérations, tout en exposant les hommes à de multiples menaces, souvent imprévisibles. A ces facteurs opérationnels s'ajoute une donnée psychologique : les limitations d'emploi de la force, imposées par les opinions publiques occidentales, influent sur la marge de manœuvre dont disposent les armées pour prendre efficacement le contrôle de zones urbanisées.
En effet, si les militaires occidentaux disposent souvent d'un avantage technologique sur leurs adversaires, ils ne peuvent pas pour autant faire l'usage, par exemple, de certains types de bombes interdit par leur propre opinion publique alors que ces charges pourraient être décisive dans les combats et contribuer à limiter les pertes dans le rang des forces engagées.
Des enjeux civils et médiatiques
Dans une certaine mesure, ces changements dans la conduite des opérations sont entraînés par la présence de plus en plus fréquente des équipes de télévision sur les champs de bataille. Aujourd'hui, en raison de l'influence des images, une guerre se doit d'être aussi remportée auprès du grand public, afin d'être gagnée militairement. Aussi, en forçant le trait, les armées doivent à présent mener des guerres « équitables » et des opérations « militairement durable ».
Le lieu privilégié des conflits asymétriques
Pour leur part, dans les zones urbanisées et densément peuplées, les adversaires de nos forces n'hésitent pas à s'appuyer sur les populations civiles pour prendre l'avantage tactique contre des troupes jugées supérieures, avec les risques que cela comporte pour les non combattants. Ainsi, de gré ou de force, les civils peuvent, en autres choses, participer à l'acquisition du renseignement au profit des adversaires, à leur protection en facilitant leurs déplacements et en les ravitaillant, etc.
À Mogadiscio, connaissant les règles d'engagements des militaires américains , les hommes du somalien Mohamed Farah Aïdid se glissèrent au milieu des civils afin de harceler les troupes américaines (1993). Ce phénomène de « bouclier humain » fut également utilisé par le chef de guerre tchétchène Chamil Basaïev qui ordonna de placer des civils russes à proximité des embrasures de fenêtres et des portes de certains bâtiments pour gêner l'offensive décidée par Moscou. Avant cela, lors de l'opération Just Cause au Panama, des snipers dissimulés dans la foule empêchèrent le poser des hélicoptères américains, incapables de répondre aux tirs des soutiens de Noriega sous peine de mettre en danger des civils.
Pour nos forces armées, les zones urbaines représentent donc des environnements particulièrement hostiles et complexes. Contrairement à elles, l'adversaire y est sans uniforme, il peut également y frapper à sa guise pour ensuite disparaître rapidement dans un espace qu'il maîtrise. Ces avantages lui permettent de corriger son infériorité numérique ou technologique en infligeant des pertes régulières aux troupes au sol. L'efficacité meurtrière des snipers en ex-Yougoslavie en témoigne tout comme les embuscades montées par des groupes hostiles à la présence des forces occidentales en Irak.
Le rôle prépondérant des armées de terre
Par nature, les armées de terre jouent un rôle prépondérant dans le combat urbain. Elles disposent des équipements et des modes opératoires les mieux adaptés afin de contraindre l'adversaire et d'éviter les dommages collatéraux.
Pour illustration, la protection et la puissance de feu des véhicules blindés offrent aux unités la capacité de pouvoir se déplacer à l'abri des attaques ennemies. Pour leur part, les hélicoptères favorisent le déplacement rapide des hommes afin de déborder l'adversaire. Ils permettent également un appui-feu rapproché apprécié des forces au sol. De plus en plus familiers des champs d'engagement, les drones permettent, quant à eux, d'acquérir du renseignement en temps réel et d'ajuster les actions des forces terrestres en intégrant les mouvements des populations civiles. Dans leur version chenillée ou à roue, les robots peuvent également permettre d'évaluer les menaces sans exposer inutilement des vies humaines.
Transmission du savoir-faire et acquisition de matériels adaptés
Sans même évoquer son passé colonial, que n'ont pas connu les cadres actuels, l'armée française dispose, grâce aux nombreuses opérations qu'elle a conduites, depuis une trentaine d'années, sur les théâtres aussi variés que l'Afrique, le Proche et le Moyen-Orient, sans oublier les Balkans, d'une expérience, de savoirs-faire et d'une culture appréciable en matière de guerre urbaine.
Elle dispose également, ou projette de faire l'acquisition, des équipements nécessaires aux opérations en milieu urbain. Citons de manière non-exhaustive le NH90 (un hélicoptère de transport de troupes), le Leclerc (un char blindé offrant une protection unique), le VBCI (un véhicule blindé de combat d'infanterie), le système Félin (fantassin à équipement et liaisons intégrés), le drone tactique Sperwer (également utilisé par les forces canadiennes en Afghanistan), etc.
Aujourd'hui, c'est l'équilibre trouvé entre d'un côté, la transmission du savoir-faire de l'armée de terre française et de l'autre, la qualité de ses équipements qui lui permet d'opérer dans ces environnements complexes. A l'avenir, cet équilibre ne saurait être rompu sous peine de contraindre les forces à ne plus pouvoir intervenir dans les zones urbaines, avec les conséquences induites sur la capacité du pouvoir politique français à faire entendre sa voix et à influencer les affaires du monde. Il est d'ailleurs significatif que nos alliés américains et britanniques portent actuellement une attention toute particulière à leurs forces terrestres.
Des capacités indispensables au rayonnement de la France
Sur les théâtres d'opérations extérieurs, le savoir-faire français, dont peu d'armées disposent en dehors des États-Unis et du Royaume-Uni, se traduit par l'aptitude de nos militaires à pouvoir adapter leur posture en fonction de l'évolution de leur environnement.
Pour l'armée de terre, il faut non seulement pouvoir convaincre les populations du bien-fondé de sa présence, mener des actions d'aide humanitaire, contribuer à la restauration de l'autorité, mais également prévenir les actions hostiles en demeurant dissuasif. Cela, en sus de la mission première des militaires qui reste la destruction des menaces.
Cette grande variété des missions à laquelle l'armée de terre fait face – parfois simultanément – lorsqu'elle est engagée dans des théâtres urbains nécessite que ses hommes soient parfaitement entraînés et qu'ils disposent d'équipements fiables.
A ce titre, et malgré les critiques d'observateurs extérieurs n'ayant parfois ni l'expérience du feu ni celle du commandement, seul le sang-froid des militaires français a permis d'éviter des bains de sang en ex-Yougoslavie et en Côte-d'Ivoire, où il a fallu soit séparer des groupes opposés résolus à en découdre, soit répondre aux provocations de manière proportionnée et progressive. Enfin, pour l'armée de terre, la préparation de l'avenir ne saurait ne se limiter à un choix entre « plus d'hommes » ou « plus d'équipements ». L'exigence des nouvelles missions, notamment en zone urbaine, réclame des moyens adaptés ainsi que des troupes formées. Or, la cohérence et la formation s'inscrivent dans le long terme et la continuité.
A l'avenir, et au regard des capacités terrestres actuelles, une rupture dans l'un de ces deux domaines, aussi minime soit-elle, risquerait de compromettre l'aptitude des forces terrestres à faire face aux combats de demain avec autant de conséquence sur la crédibilité de la France sur la scène internationale.
Retrouvez la totalité de l'article dans le numéro 41-42 de la lettre Sentinel
Bertrand Slaski
José Sócrates alvo dos cronistas comunistas
AS "KALASHS" ATIRAM AO GOVERNO
No "Água Lisa (6)", João Tunes aponta "um artigo de Miguel Urbano Rodrigues no "Avante" de hoje" que é um mimo... Percebo agora (eu que não sou leitor de tal realismo socialista) onde certo cronista se inspira para as suas crónicas no "Jornal de Negócios"... Como podem andar próximos alguns cronistas do diário do mercado e outros do semanário do proletariado... Sócrates é o alvo dos dois que disparam com o mesmo tipo de "kalash" e munições do mesmo calibre:
"...Sócrates, como símbolo e alavanca do sistema, tenta gradualmente impor ao País um regime de contornos autocráticos. O seu Governo comporta-se já como inimigo do povo.
Em Portugal os trabalhadores, recusando a sua politica, deixam transparecer uma disponibilidade crescente para a luta.
As condições objectivas são, a cada semana, mais favoráveis para a mobilização das massas. Falta estimular o desenvolvimento das subjectivas para que o povo se assuma como sujeito da História."
INTELIGÊNCIA ECONÓMICA
NOS ESTADOS DO MAGRHEB
A inteligência económica impõe-se nos estados do Maghreb. Depois de Marrocos e da Tunísia, é o governo argelino que surpreende com a abertura do dossier da inteligência económica. Talvez que nesta área, a influência francesa explique alguma coisa (noutras áreas será a influência anglo-saxónica...). Mas, em Portugal, não haverá por aí uma influenciazinha anglo-saxónica ou francesa, tanto faz...
" Conseil du gouvernement
Une politique nationale d’intelligence économique en chantier
Le Conseil du gouvernement a poursuivi, hier, l’examen du dossier portant « stratégie et politiques de relance et de développement industriels », présenté par le ministre des Participations et de la Promotion des investissements.
Le gouvernement a examiné, dans ce cadre, les volets relatifs, d’une part, à l’intelligence économique et au développement des industries créatrices de haute valeur ajoutée et, d’autre part, à l’importance qu’occupent les ressources humaines dans la stratégie de développement industriel. « L’intelligence économique est comprise au sens du recueil, de l’analyse, du traitement et de la diffusion de l’information pertinente et utile qui contribue à la production des connaissances indispensables à la prise de décision et au pilotage des entreprises constituant le tissu industriel national. Elle s’entend comme une démarche d’anticipation et de projection dans le futur, fondée sur les liens qui unissent les réseaux des entreprises et ceux des opérateurs économiques », a précisé le gouvernement dans un communiqué rendu public à l’issue de sa réunion. L’intelligence économique sous-tend ainsi, selon le gouvernement, un volet important de la stratégie nationale industrielle et vise la réalisation de quatre objectifs majeurs, dont particulièrement la diffusion d’une culture de l’intelligence économique, qui ambitionne une évolution des comportements individuels et collectifs des acteurs économiques publics et privés, dans une vision collective et pluridisciplinaire, la création d’une synergie public-privé et le développement d’une perception nouvelle de leurs relations basées sur la confiance mutuelle, indispensable à l’essor de l’industrie nationale et à la promotion du développement et la garantie de la sécurité du patrimoine technologique et industriel national par la mise en place de dispositifs de veille capables de faire face aux enjeux de l’ouverture du marché national à la concurrence et de décourager les pratiques déloyales des concurrents. Outil stratégique de maîtrise de l’information et de la connaissance de l’environnement géoéconomique, l’intelligence économique, ajoute-t-on, constitue le cadre privilégié d’observation des évolutions du marché concurrentiel et permet à l’entreprise et aux acteurs économiques de se doter de capacités de réactivité, d’adaptation et de prise de décision, face aux défis de l’environnement, en permanente mutation. Dans cette perspective, souligne-t-on, le rôle de l’Etat, dans la mise en place des dispositifs de développement industriel et d’innovation, consiste en la mise en œuvre d’une politique nationale d’intelligence économique et de veille stratégique, à même d’offrir à l’entreprise, en amont, les moyens de se doter des outils de veille informationnelle, (analyse et synthèse de l’information, études prospectives et technico-opérationnelles...), et en aval, les outils d’exploitation de l’information, la sécurisation des systèmes d’information, la mise en place de cellules de crise, de stratégies d’influence, de lobbying, entre autres. "
A. Z.
MAFIA: A AMEAÇA À EUROPA E À RÚSSIA
(na edição de Dezembro da Sentinel)

Sentinel N°41 - Numéro Double 41 - 42 (68 pages)
Dossier : Les mafias : une ombre sur l'Europe et la Russie
- Depuis le 11 septembre la menace du crime organisé est gravement négligée
- Racket en Corse: le système Charles Pieri
- Insécurité et transformation post-socialiste : Étude comparative sur le développement des mafias en Russie et en Albanie
- Les facteurs de développement des mafias
- L'impact des activités mafieuses sur le développement économique
- Les facteurs de développement des mafias
Et aussi :
- L'autonomie européenne entre rhétorique et réalités
- Prolifération : le nouvel échiquier nucléaire asiatique
- L'OCS entre de plain-pied dans la géopolitique contemporaine
- L'Armée de Terre dans les villes
- L'armée française se dote d'un Centre d'entraînement en zone urbaine
- La persistante utilité des chars
- Après Fidel Castro quelle évolution politique à Cuba ?
- Lutte contre la corruption et la criminalité financiè?re : Récents développements normatifs
- Préparer la France et ses entreprises à faire face à la menace d'une pandémie grippale
- Les entrepreneurs turcs affichent leur foi en l'Europe. Mais croient-ils encore à la Turquie ?
- "Troisième guerre mondiale" : Le best-seller turc qui décrit la guerre victorieuse des Turcs contre l'Europe !
- Actualité de la cybercriminalité
- Sécurité alimentaire : deux poids, deux mesures ?
- Quels plans Israël peut-il opposer aux menaces iraniennes ?
- Lectures stratégiques
No Observatório da Jihad
A esquizofrenia do Islão
Já anteriormente aqui falámos de Anne-Marie Delcambre, professora universitária de direito e de árabe, orientalista e profunda conhecedora do Islão, com várias obras publicadas em França.
Deixo, para reflexão, um pequeno texto publicado no seu último livro*.
«O Islão que se isola nos seus textos só pode condenar o mundo em que vivemos. Cria um desejo de destruição e de fantasmas delirantes no espírito dos mais fracos. Outros, para lutarem contra esta esquizofrenia do Islão, tentam bricolar um «Islão das Luzes» compatível com a ética ocidental, uma espécie de Islão à europeia!
Da anulação desta esquizofrenia depende o futuro do Islão sunita e, também, xiita. Isso pressupõe um novo olhar sobre o religioso e a análise dos textos fundadores.
A Arábia dos desertos deixou de ser o contexto. Mil e quatrocentos anos de história religiosa do Islão provocou um açulado de capital que os letrados do Islão não querem abandonar. Em vez de procurarem o espírito, continuam a venerar e a exaltar a letra. Jogam uma partida de póquer perigosa. Do ganho ou da perda dependem o futuro espiritual do Islão e a sua sobrevivência no mundo livre. O desafio torna-se mais difícil, uma vez que a presença no Ocidente de um número cada vez maior de muçulmanos alterou os dados. Já não se trata somente de opor o Islão das interdições ao Islão incarnado. Se actualmente cada um pode dizer as mesmas banalidades que o seu vizinho do lado sobre a natureza do Islão, é prova que as análises clássicas sobre o Islão se tornaram caducas. É de esquizofrenia que devemos falar e esta esquizofrenia agravou-se com o aparecimento da Internet. Paradoxalmente, a net conduz a uma ortodoxia segura, fechada e de retorno ao «Islão das interdições» [ alimentares, económicas e comerciais, políticas, corporais, médicas, sexuais, comportamentais…n.t.]. Interdições brutais, não moderadas pelas relações humanas reais.
Este média quebra a complexidade das relações, ignora o calor humano. Em contrapartida, serve para recrutar os convertidos. O virtual partilha com o fundamentalista o mesmo ódio à história e à cultura. A net é um instrumento de desculturação. É também a causa de agravamento da esquizofrenia porque deixa subsistir duas ordens diferentes que não cessa de opor, privilegiando uma delas: um quotidiano ocidentalizado onde o Islão não existe e um espaço virtual onde o religioso é omnipresente e se exorta o islamismo. Quando o psiquismo do internauta recusa dissociar o virtual e a realidade e passa ao acto criminoso, colocando em prática as directivas recebidas pela net, de forma brutal, directa e autista, é aí que podemos encontrar um elo entre o Islão radical e o terrorismo.
Este combate violento faz-se em nome de uma ilusão porque o passado de Medina não voltará. O Islão está condenado a esmagado entre os mitos que o fundamentam e as estruturas técnicas que o veiculam. O espírito do crente está obrigado a abandonar o seu espaço metafísico para abordar outra terra e a saber a história real, económica e social. Esta «mudança de espírito» está na origem das falhas, das fracturas, das quebras. Todas as distorções são utilizadas para proteger a fé, incluindo as ideias mais loucas, contra a modernidade. O resultado é uma esquizofrenia agravada, por vezes explosiva, onde se misturam simultaneamente a raiva de sobreviver e o desejo de destruir o mundo real que cria obstáculo ao paraíso perdido.»
* Anne-Marie Delcambre, La schizophrénie de l'Islam, Desclée de Brouwer, 2006.
JOHN ROBB SOBRE O SIGNIFICADO
DO CURSO DA GUERRA NO IRAQUE
Here's an excellent article from the James Glanz at the New York Times that recasts the battle for Baghdad within the context of systems disruption ( Iraq Insurgents Starve Capital of Electricity, December 19, 2006):
Over the past six months, Baghdad has been all but isolated electrically, Iraqi officials say, as insurgents have effectively won their battle to bring down critical high-voltage lines and cut off the capital from the major power plants to the north, south and west.
Classic global guerrilla methods were employed. Small, repetitive attacks in unguarded areas of critical infrastructure (few casualties and high returns due to indirection and swarming):
The battle has been waged in the remotest parts of the open desert, where the great towers that support thousands of miles of exposed lines are frequently felled with explosive charges in increasingly determined and sophisticated attacks, generally at night.
Attacks on repair crews (see "The Failure of Defense and Rapid Repair" for more):
Crews that arrive to repair the damage are often attacked and sometimes killed, ensuring that the government falls further and further behind as it attempts to repair the lines.
Completion of the cycle through looting/crime to fund ongoing operations (see " Guerrilla Entrepreneurs Revisited" for more):
...when the repair crews and security forces are slow to respond, skilled looters often arrive with heavy trucks that pull down more of the towers to steal as much of the valuable aluminum conducting material in the lines as possible. The aluminum is melted into ingots and sold.
And finally, the use of network analysis for a very simplistic, but effective, systempunkt selection:
The reason that the attacks on the high-voltage electrical lines, known as 400-kilovolt lines, have been especially devastating is that they serve as the arterial roads of the national grid, the gargantuan electrical circuit that was designed to carry power from the energy-rich north and south to the great population center in Baghdad. Throughout the country, there are perhaps 15 particularly critical 400-kilovolt lines, carried by their unmistakable 150-foot towers. The entire network runs for 2,500 miles, often passing through uninhabited desert, said Fouad Monsour Abbo, the assistant director for transmission in the Electricity Ministry.
The aha moment for Iraq's global guerrillas when they discovered how to accomplish an effects based operation using broad-based systems disruption:
Electricity officials say the decisive moment came July 6, when saboteurs mounted coordinated attacks across the country, gaining a lead in the battle that the government has not been able to reverse. "They targeted all the lines at the same time, and they all came down," Mr. Abbo said. Mr. Abbo said a typical strategy was to set off explosives at the four support points of a single tower, which would then pull down two or three more towers as it toppled. As repair crews moved in hours or days later, another tower farther up the line might be struck, and then another, in a race the government had little chance of winning.
NOTE: this is a great example of how ideas are driving the evolution of warfare and will ultimately decide the winners and losers in this long war. It's interesting to note that the DoD doesn't have a mechanism for purchasing ideas that would help them win. They can spend trillions on contextually useless weapons systems and personnel but can barely free up a couple of thousand dollars on the ideas necessary to win this war (let alone a couple of million on a research firm dedicated to this).
LIVROS PARA AS MINI-FÉRIAS

O ENGº BELMIRO SERÁ ESTÚPIDO...?
A presidente de uma importante comissão parlamentar fez um contrato de fornecimento de serviços de consultoria com um grande banco, na mesmíssima área de trabalho da dita cuja comissão. Assim mesmo. Nos bastidores e mentideros desta capital, diz-se que a avença mensal é de 1.800 contos. Com 14 ou 15 meses por ano.
Como há 230 deputados no Parlatório, a 1.800 contos/mês e a 15 meses/ano (a generosidade cai sempre bem...), isto quer dizer que quem disponha de uns 7 (sete) milhões de contos/ano pode comprar integralmente (em teoria, em teoria...) o dito cujo e rentabilizá-lo bem... Pensando no assunto, até é muito barato para a rentabilidade que se poderia tirar desses sete milhões... Nem percebo como é que o engenheiro Belmiro não tratou já do assunto! Não teria os problemas que tem com a OPA e não teria tido uma série de ministrozecos a roer-lhe as canelas... O engº Belmiro ou tem mesmo muita ética ou é um estúpido! Só isso explica que não tenha ainda feito uma OPA sobre S.Bento...
Fichas & Ensaios da Infoguerre
PARA LER NAS FÉRIAS DE NATAL

Le concept de puissance et l'intelligence économique
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Le concept de puissance et l'intelligence économique est le premier dossier de notre nouvelle rubrique : l'infolabo.
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L'intelligence économique ? Plus qu'un concept : une grille de lecture innovante
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L'intelligence économique suscite d'innombrables débats, essais de définition et commentaires théoriques nécessaires à la cristallisation de la discipline et à la mise en place de structures opérationnelles (publiques et privées).
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Intelligence territoriale et compétitivité nationale
Le but de l'intelligence territoriale est de contribuer à rassembler des énergies et des compétences diverses au service de la compétitivité de nos territoires, car l'évolution historique qui explique le développement de l'intelligence économique n'exige pas l'adaptation des seuls grands groupes. Les régions, elles aussi, sont impliquées dans la compétition commerciale internationale : leurs PME/PMI ne peuvent plus bénéficier, comme par le passé, d'un territoire national protégé. La concurrence est devenue leur préoccupation quotidienne. De surcroît, dans la mesure où bon nombre de ces petites et moyennes entreprises sont les sous-traitants des géants de l'économie internationale, leur destin se révèle lié à celui de ces derniers.
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Les ONG, outils d'intelligence économique ?
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L'expression d' « organisation non gouvernementale » (ONG) désigne les organismes ayant une large structure internationale. Le financement est essentiellement privé, et leur objectif est de venir en aide aux pays en voie de développement ou aux victimes de catastrophes ou de conflits.
Les premières ONG sont apparues sur la scène politique internationale au XIXème siècle, à la suite de la tenue de la Convention mondiale contre l'esclavage en 1840...
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Les systèmes informels de transfert de fonds : l'hydre des financements hawala
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Le 11 septembre 2001, les Twin Towers, fiers symboles de l'omnipotence américaine en matière financière étaient abattues en direct sur CNN par une poignée de terroristes fondamentalistes. N'en déplaise à Francis FUKUYAMA, la conjoncture actuelle semble très clairement indiquer que la fin de l'Histoire n'est pas encore pour demain… Le choc était de taille pour « l'indispensable Nation » qui avait pris l'habitude d'assister en tant que spectateur aux drames de ce monde. Le coupable de ce carnage effroyable était tout désigné par le Congrès américain : les financements hawala. Les médias d'Outre Atlantique –oubliant sans doute d'analyser les propres turpitudes américaines en la matière- incriminèrent sans procès ce mode de transfert d'argent plus que centenaire et pourtant si bien connu des banquiers new-yorkais peu regardants sur la provenance de certains fonds. Après tout, business is business…
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La Révolution des Affaires Militaires (RMA) est-elle toujours pertinente ?
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Tout regard critique sur un tel sujet est conditionné – sous peine de malhonnêteté intellectuelle – par une perspective historique. Habituellement, on situe les prémices de la RMA à la chute du mur de Berlin et au début des années 1990. En réalité, cette (r)évolution sous-tendait la réflexion stratégique américaine depuis la guerre du Vietnam. Si la période de guerre froide ne fut pas exempte de conceptualisation doctrinaire, elle fut cependant dominée par la pensée stratégique nucléaire et les analystes civils.
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Intelligence économique et matrice culturelle : le cas de l'Amérique du Sud
. Certaines rigidités intellectuelles ont la peau dure. Un certain nombre d'économistes se représentent encore leur champ de spécialité comme une sphère en apesanteur, déconnectée du substrat culturel dans lequel elle s'exerce. Puisque la production, la distribution et la consommation nécessite encore un ancrage géographique (et que l'activité financière et spéculative ne peut toujours pas s'en émanciper intégralement), l'appréhension en profondeur des matrices culturelles demeure un enjeu majeur pour la conquête de nouveaux territoires d'expansion ou, pour le dire plus techniquement, pour l'accroissement des parts de marché. Cette démarche de conquête relève de la stratégie, donc de l'anticipation, et s'appuie sur un principe précis et indépassable : la maîtrise intellectuelle d'un environnement.
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La 4ème guerre mondiale a-t-elle commencé le 11 septembre ?
. Au départ, une conception, celle de la « quatrième guerre mondiale » que devaient mener les U.S.A. après le 11 Septembre, idée délirante que professent ouvertement certains faucons : l¹Empire du Bien contre tous les ennemis de la liberté.
C'est formuler de façon caricaturale des notions qui
sous-tendent notamment la doctrine de la guerre préemptive comme guerre globale contre le terrorisme. Le démontage de cette construction théorique éclaire comment les cercles du pouvoir U.S. peuvent froidement envisager une guerre planétaire perpétuelle.
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La responsabilité sociale d'entreprise : un nouveau jeu d'influence
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01/10/05 - Actions d'influence, guerre économique, manipulation ou réelle responsabilité sociale ? C'est la question qui vient immédiatement à l'esprit en parcourant le site http://www.forumcitoyenpourlarse.org. En effet, devant des titres plus vendeurs les uns que les autres, Eric Loiselet, propriétaire du site, distribue bons et mauvais points. « Thaïlande : Décathlon doit jouer le jeu », « EDF en examen pour violation des principes directeurs de l'OCDE » et au top du hit parade « Valéo et les assassinats de ciudad Juarez : silence persistant ».
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Intelligence territoriale et compétitivité nationale
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Le but de l'intelligence territoriale est de contribuer à rassembler des énergies et des compétences diverses au service de la compétitivité de nos territoires, car l'évolution historique qui explique le développement de l'intelligence économique n'exige pas l'adaptation des seuls grands groupes. Les régions, elles aussi, sont impliquées dans la compétition commerciale internationale : leurs PME/PMI ne peuvent plus bénéficier, comme par le passé, d'un territoire national protégé. La concurrence est devenue leur préoccupation quotidienne. De surcroît, dans la mesure où bon nombre de ces petites et moyennes entreprises sont les sous-traitants des géants de l'économie internationale, leur destin se révèle lié à celui de ces derniers.
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Lutte pour les matières premières : la nouvelle Guerre Froide !
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27/10/06 - C'est sous ce titre que le magazine allemand Der Spiegel vient de démontrer une fois de plus sa sensibilité pour les enjeux (inter-)nationaux en publiant dans son édition spéciale nr. 5 / 2006 un dossier avec le titre: Lutte pour des matières premières, la nouvelle guerre froide. La rédaction du Spiegel analyse en ces termes la mondialisation des échanges :
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Réflexions autour du livre : La Quatrième Guerre Mondiale
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07/04/04 - Le livre de François-Bernard Huyghe s'enracine dans trois idées forces à méditer longuement, qu'il ramasse en autant de formules clefs : « la guerre perpétuelle », « l'intention hostile » et « l'idéologie ». Dans La Quatrième Guerre Mondiale, il est donc question de guerre de l'information, de combats d'image et de stratégies d'influence. Car au déchaînement de violence qu'induit le terrorisme répond une dynamique idéologique qui ne peut que nous enfermer dans la guerre perpétuelle.
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Gazprom, entrisme et contournement
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20/05/06 - A l'heure où le Kremlin décide l'entrée à la City de Londres de 49 % de Rosneft (un Gazprom version pétrole), où les Européens se rendent compte de leur dépendance au gaz russe et que les déclarations de Dick Cheney et de Vladimir Poutine rappellent le temps de la Guerre froide, un petit cadrage s'impose concernant la stratégie de Gazprom, bras armé du renouveau géopolitique et géoéconomique russe.
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Maîtrise du système d'information : "Rien ne sert de courir..."
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09/10/06 - Après la demande de la chine envers l'ISO (International Standards Organization) de revenir sur sa décision concernant le rejet de son système de cryptage « WAPI » (1), au profit de la norme américaine de chiffrement « 802.11i » développée par l'Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE), l'empire du Milieu développe son (l') Internet du futur.
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La bataille des normes ou la force du « soft power »
Publié le 20/10/04 | |
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Nous connaissons tous le concept du duel : deux adversaires, souvent deux ennemis (!), se font face, armés pour tuer (chacun saura ici puiser dans ses souvenirs cinématographiques pour en trouver une illustration frappante). Au signal ou à leur seule initiative, ils s'affrontent jusqu'à ce que la mort les sépare ou que le plus faible se soumette explicitement à son vainqueur. Transposé dans le monde économique, l'affrontement direct est tout aussi simple à comprendre, même si le face à face (duopole) est rarement la règle, quoique… Pepsi/Coca (duel fratricide) ou Airbus/Boeing (duel à boulets franchement écarlates)…
L'image du duel convient parfaitement à la vocation monopolistique d'une firme : à la mêlée confuse où les coups viennent de toutes parts, l'entreprise préfère l'affrontement à « un contre un », où même David peut terrasser Goliath, non par sa seule force de frappe mais grâce à l'intelligence. Rappelons-nous également, plus proche de nous, le mythique duel judiciaire qui opposa en 1547 François de Vivonne de La Châtaigneraie à Guy Chabot de Jarnac : il tourna à l'avantage de ce dernier dont « le coup fut trouvé habile et fort loyal ». Malheureusement, l'usage retint sa dimension peu chevaleresque : le Littré le définit même comme un « coup porté en traître ». Pas plus que la concurrence, le duel n'est l'opposition de deux habiletés mécaniques : il est davantage celui de deux intelligences, c'est-à-dire d'une combinaison d'informations et d'actions ; bref, c'est une « info-guerre »…
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Le parallèle avec la concurrence économique doit être devenu clair à présent et chacun sait comment au cours du temps lois et règlements sont venus encadrer ou restreindre les échanges commerciaux locaux et internationaux. Les débats et enjeux autour de l'OMC nous montrent à quel point ils peuvent être une arme puissante, proche des coups autorisés ou interdits des duels et de leur moderne avatar les sports de combats (la boucle est bouclée quand on sait l'inspiration que les entreprises japonaises ont puisée dans leur littérature martiale traditionnelle).
On comprend bien que l'intention n'est pas tant d'être le plus fort que d'empêcher les autres de le devenir, en leur imposant le carcan de normes faites contre eux. C'est comme si dans un duel on imposait à son adversaire gaucher une arme qui ne tînt que dans la main d'un droitier, ou qu'on lui fît mettre les deux pieds dans la même chaussure ou qu'on lui attachât une main dans le dos, ou un boulet au pied, ou encore un foulard sur les yeux ! Les footballeurs le savent (les bonnes équipes du moins) : on joue mieux à domicile, devant son public.
Le propos général de la bataille des normes est justement d'amener l'autre (entreprise et même pays concurrent) à lutter avec nos règles, nos armes, nos techniques, nos forces : le simple fait de s'y adapter rend déjà moins concurrentiel. Les spécialistes penseront ici au passage infructueux d'Akebono du sumo (premier Yokozuna non japonais) au K1 où il se fit corriger sévèrement ou aux combats de gladiateurs où les différences d'équipement biaisaient bien des face-à-face.
Le cadre général étant posé et situé dans son contexte polémologique, voyons à présent sur quels champs se déroule cette bataille dure malgré son nom (soft power). Toute entreprise s'inscrit dans un réseau de processus alimenté par l'argent (des clients, des actionnaires ou emprunté) qui rentre. Pour la commodité du raisonnement, je propose de disséquer l'entreprise en 5 processus :
1. Conception du produit ou service
2. Fabrication
3. Vente, mise sur le marché
4. Comptabilisation
5. Croissance (externe, licences, investissements, etc.)
Chaque étape peut faire l'objet de luttes, de coups bas, de normes, en un mot d'obstacles qui viendront diminuer la compétitivité des concurrents, dont on peut proposer quelques indications par champ :
1. conception du produit ou service (normes de fait)
 Brevets (Cf. carte à puce)
 Logiciels (Cf. Windows)
 Normes sanitaires : ex Food & Drug Administration
 Propriété intellectuelle : ex. les noms de domaine
2. fabrication
 Normes internationales : ISO, CEI, UIT, JTC1
 Normes européennes : CEN (Comité européen de normalisation), CENELEC (Comité européen de normalisation pour l'électrotechnique) et ETSI (Institut européen des normes de télécommunication)
 Normes nationales ex. AFNOR pour la France
3. vente, mise sur le marché
 OMC
 Droit des contrats
4. comptabilisation
IASB=>IFRS=>IAS=> Directive Européenne=> CRC/Code du commerce
FASB => US GAAP
5. croissance (externe, licences, investissements, etc.)
 Agences de notation : AM Best, Fitch Ibca, Moody's, S&P
 Benchmarks et indice : MSCI, FTSE, Dow (Stoxx), etc.
Or, dans tous ces domaines, les Anglo-saxons ont pris une longueur d'avance appréciable. Autant dire que si la bataille des normes a bel et bien commencé, on attend impatiemment que la France et l'Europe contre-attaquent…
XB "
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Les relations commerciales entre la France et la Chine : le dossier des industries textiles
01/12/06 - Le textile est le secteur qui a soulevé les premières controverses sur les risques que faisait courir le nouvel entrant chinois sur notre potentiel industriel. L'heure est venue de faire le point sur un sujet qui est déjà passé aux pertes et profits du monde occidental. Le document que publie Infoguerre a été réalisé par des étudiants de l'ESSEC dans le cadre d'un cours de sensibilisation à l'intelligence économique dispensé par Christian Harbulot. Bien que prévisible et annoncée depuis plusieurs années, la montée en puissance de la Chine surprend le monde entier habitué aux équilibres politiques et économiques en place. La Chine, puissance économique en devenir est perçue comme une menace, notamment à travers ses exportations massives de textiles. En 2005, ce sujet a fait l'objet d'un engouement médiatique sans précédent avec une prise de paroles de tous les acteurs concernés : industriels du textile/habillement, fédérations, pouvoirs publics et Communauté européenne. La fin des quotas textiles a fait beaucoup de bruit. Le secteur était sur le qui-vive, attentif à la prise de parts de marché de la Chine, et exploitait l'événement pour faire pression, au niveau national, européen ainsi que dans les réunions d'arbitrage de l'Organisation Mondiale du Commerce.
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Les think Tanks et l'Europe
Auteur de "Influences et innovations politiques : les thinks tanks (perspective historiques)" (1), Xavier Carpentier-Tanguy, Docteur en histoire contemporaine au Centre Marc Bloch de Berlin revient sur le rôle et l'influence de ces structures au sein de l'Union Européenne (2).
(1) http://www.cees-europe.fr/fr/etudes/revue9/r9a12.pdf
(2) Lire le fichier PDF
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Menace sur les intérêts australiens !
En Australie, les autorités en charge de la protection du patrimoine industrielle ont récemment délivré un message d'alerte : "... the threat of espionage is real and expands beyond Government to businesses linked to the national interest".
14/12/06 -
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Le Maroc à l'ère de l'Intelligence Economique
Il n'est pas toujours facile de trouver ce que l'on recherche même si cette information existe. Des questions importantes sont alors posées : il faut définir l'environnement pertinent, identifier les sources, détecter, analyser, diffuser l'information recueillie, organiser et formaliser. Ensuite quelle démarche adopter, quelles précautions prendre et quelle action entreprendre pour aboutir au résultat. C'est dans une optique de compétitivité nationale et internationale que l'intelligence économique a fait son apparition au Maroc dans les années 90. En effet les grandes entreprises telles que l'ONA (Omnium Nord Africain), l'ONE (Office Nationale d'Electricité) ou encore l'OCP (Office Chérifien de Phosphate), se sont dotées, à cette époque, de cellules de veille pour protéger leur développement et leurs investissements.
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JIEE 2006 – 7 décembre 2006 - Lyon
30/11/06 - Après Lille en 2004, c'est Lyon qui accueillera le 7 décembre prochain la 2ème Journée Nationale de l'Intelligence Economique d'Entreprise, placée sous le parrainage officiel de M. François Loos, Ministre de l'Industrie. Organisée par l'Académie de l'Intelligence Economique sur le campus de l'INSA de Lyon, cette Journée donnera la parole aux chefs d'entreprise dont les témoignages alimenteront le débat avec les meilleurs experts.
Deux axes de réflexion ont été retenus : Intelligence économique, activateur d'innovation ; Intelligence économique et management compétitif.
La conclusion de la Journée sera assurée par Alain Juillet, Haut Responsable en charge de l'intelligence économique auprès du Premier Ministre
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Partenariats public-privé : au service d'une France Puissance
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Le 9 Novembre dernier, France Télécom annonce la création d'une chaire de cryptologie aux côtés de l'Ecole Normale Supérieure (1).
Cette chaire, dont « l'objectif […] est de stimuler la recherche dans la cryptologie ou la protection des contenus », est le fruit d'un partenariat signé entre les deux organisations en Novembre 2004 (2). Celui-ci fixe deux domaines communs de recherche :
- l'informatique, et notamment l'évaluation de performances et l'analyse quantitative des réseaux de communication,
- la cryptographie ou la conception et l'analyse de moyens permettant d'assurer l'intégrité, l'authenticité et la confidentialité des données et des communications.
Une nouvelle formation : Stratégie de Conquête des Marchés Asiatiques
L'EGE lance une nouvelle formation "Stratégie de Conquête des Marchés Asiatiques" de janvier à mai 2007 avec Peer de Jong, responsable du programme. Cette promotion sera parrainée par Steve Gentili, Président de la Bred-Banque Populaire et Président du Forum Francophone des Affaires.
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Black-out en Europe : la sécurité électrique, enjeu stratégique
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Les Européens pensaient être à l'abri du black-out qui a touché la Californie ou l'Italie il y a quelques années… On redoutait plutôt, en effet, la stratégie gazière de la Russie, depuis le conflit russo-ukrainien, qui pourrait compromettre nos approvisionnements dans cette ressource stratégique… Visiblement, le 4 novembre nous a montré que nous n'étions pas non plus à l'abri d'incidents généralisés dans le domaine énergétique.
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Para Modernizar o Arquipélago e Ganhar Peso Internacional
TÓQUIO CRIA O MINISTÉRIO DA DEFESA
Criação do Ministério da Defesa no Japão, quebrando um tabú que datava de 1945. Terminou o pacifismo oficial, como nota o "Le Point". Modernizar o país e proceder a missões militares no exterior, reforçando o papel internacional de Tóquio são os objectivos do novíssimo ministério da Defesa criado por Shinzo Abe. Não deixa de ser interessante para a ilustração das élites portuguesas da área de Defesa e Segurança que Shinzo Abe determine como missão nº 1 da Defesa a modernização do arquipélago... Ou seja, a utilização das necessidades do aparelho militar e do "Segredo Defesa" como alavancas da modernização. No fundo e nos métodos, exactamente o que propus nas "Novas Fronteiras": utilizar a indústria da Defesa como defesa da Indústria, o imprescindível (para o país continuar a ter alguma capacidade negocial na cena global) reequipamento das Forças Armadas como alavanca do "Plano Tecnológico"... Aliás, basta estudar o histórico das NTIC em Portugal para saber que foi por aí que (apesar da ausência de uma estratégia inteligente e assumida) elas apareceram, "pegaram de estaca" e se têm desenvolvido e desenvolveram infra-estrtuturas do país graças ao "dual-use".
" Japon
Le retour de l'armée
Olivier Weber
C'est la fin d'un tabou. Exit le pacifisme officiel du Japon ! Désormais, le pays du Soleil-Levant compte un ministère de la Défense, ce qu'il s'était interdit depuis la fin de la Seconde Guerre mondiale et la défaite de l'empire de Hiro Hito. Un passage en force du Premier ministre, qui entend aussi réintroduire dans les écoles l'enseignement du patriotisme. Par cette spectaculaire double réforme, Shinzo Abe, un nationaliste pragmatique, veut moderniser l'archipel et surtout accroître son rôle sur la scène internationale. Quitte à autoriser des opérations de l'armée à l'étranger. Les Forces d'autodéfense - tel est leur nom officiel - pourraient ainsi être expédiées sur divers théâtres militaires, tant pour des missions de maintien de la paix que pour des opérations offensives. "
GUERRA DA INFORMAÇÃO: DEFINIÇÃO E DOUTRINAS
Sintética e muito interessante, esta ficha da "Infoguerre" sobre a "guerra da informação" e as doutrinas de vários estados sobre a matéria... No caso português, desnecessário é dizê-lo, o estado é nulo. Mas, como não é porque em Portugal a coisa seja ignorada que ela deixa de existir, convém ir tomando conhecimento...
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" Doctrines
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La guerre de l'information est un concept global qui fait désormais partie de la plupart des corps de doctrine militaire. Les composantes de la guerre de l'information sont vastes et encore mal perçue par la société civile. Pourtant elles touchent de nombreux domaines (Guerre économique, guerre électronique, piratage informatique, cyber-guerre, opérations psychologiques, guerre du renseignement …) et peuvent à terme conduire pour le pays qui les maîtrisera le mieux à une véritable domination de la sphère informationnelle. C'est ce que l'on nomme la domination informationnelle. Mais le champ d'application des composantes de la guerre de l'information ne se réduit pas à des utilisations militaires. On les retrouve désormais et de plus en plus dans des applications civiles. Les nouvelles logiques d'affrontements économiques ont fait se déplacer l'épicentre de la conflictualité moderne du champ d'application strictement militaire vers un champ d'application géo-économique. Seul l'observation de l'évolution du concept de guerre de l'information, et de ses composantes, dans les différentes armées du monde peut permettre de mieux nous armer et de mieux nous défendre contre les applications géo-économiques qui pourraient en être faite à l'encontre des intérêts de puissance de la France en particulier et de l'Europe en Général . A travers cette rubrique "Doctrines", infoguerre.com, souhaite donner à tout un chacun les moyens de mieux décrypter les menaces et les enjeux de la guerre de l'information.
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Doctrine Allemande
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Doctrine Américaine
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Doctrine Britannique
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Doctrine Chinoise
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Doctrine Française
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Doctrine Japonaise
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Doctrine OTAN
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Doctrine Russe
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" Sécurité Informatique, Nouvelles technologies, Enjeux de Puissance
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La sécurité de l'information constitue un enjeu majeur au vu du contexte de guerre économique afin de protéger la connaissance.
Face à ces conflits géoéconomiques, des mesures et moyens techniques répondent à leur besoin de perdurer et de vaincre sur le marché de la concurrence.
Cette haute sécurité informatique et technologique devient alors indispensable dans le cadre de la protection de la connaissance d'une grande puissance.
Logiciels
La veille stratégique permet la mise en place d'un système de surveillance de ses rivaux afin d'en tirer des avantages concurrentiels. Les sources d'acquisition de ces données sont aujourd'hui innombrables et Internet y joue un rôle primordial.
Internet est largement répandu aux Etats Unis et les entreprises en profitent. Près de 50 % des PME-PMI utilisent les recherches par le web.
La CIA a même développé un logiciel, utilisé par plus de 10 000 entreprises dans le monde, qui recherche automatiquement des informations sur Internet, les traite et les distribue aux départements intéressés.
Ces informations acquises peuvent être utilisées et surtout protégées par un choix minutieux d'équipements de haute sécurité des systèmes informatiques (système d'exploitation, logiciels, matériels).
Cependant, certaines entreprises restent vigilantes sur l'utilisation de tels logiciels propriétaires qui pourraient cacher des algorithmes de surveillance. L'analyse humaine reste la plus efficace pour repérer l'information susceptible de devenir stratégique.
En complémentarité des sources ouvertes, accessibles à tout individu, l'information grise reste difficile à trouver et les départements stratégiques utilisent d'autres ressources confidentielles, les stocke, les traite et en tire les meilleurs profits pour son développement.
La sécurité informatique des années quatre-vingts est dépassée et laisse place à la sécurité de l'information.
Face à cette dématérialisation des échanges et l'accès à l'information, les entreprises utilisent de nouveaux systèmes technologiques afin de trouver des logiciels libres à optimiser par leurs propres développeurs et assurer une meilleure protection de leur patrimoine.
Aspects de la sécurité
En effet, un aspect majeur de la sécurisation des données concerne non pas l'accès aux données mais la manière dont elles sont cryptées.
Un logiciel ou un système intitulé « Open Source » permet à tout utilisateur d'accéder aux sources du programme afin de comprendre le fonctionnement de l'algorithme et d'améliorer le programme pour répondre à des besoins spécifiques. Lors de l'achat d'un logiciel propriétaire l'utilisateur n'est en rien propriétaire de la technologie qu'il renferme.
Viennent alors s'ajouter plusieurs dépendances à ces techniques comme les schémas de cryptage asymétriques par des clés publiques et privées. En effet, il est impossible de savoir qui détient la clé de décryptage susceptible de décoder les données de l'utilisateur et cela pourrait s'étendre à un simple individu comme une entreprise ou encore un gouvernement.
Rapport à la Puissance
États-Unis, Japon, Royaume-Uni possèdent la plus grande culture de sécurité de l'information. La gestion des risques informatiques s'y intègre de plus en plus et ne reposent pas uniquement sur des approches techniques, mais aussi organisationnelles, réglementaires et juridiques.
Aujourd'hui, en France, se pose le problème du projet de loi DADVSI (droit d'auteur et aux droits voisins dans la société de l'information). Officiellement adopté afin d'empêcher le contournement des mesures de protection et ainsi de lutter contre le piratage.
Le DRM (Digital Right Management) est un sujet omniprésent du monde du numérique.
Il s'agit de la gestion des droits numériques par une technologie qui se répandrait dans les fichiers et dans le matériel. Le projet de loi DADVSI veut s'appuyer sur les DRM comme mesures techniques de protection et d'information dans le domaine des droits d'auteur.
Les DRM ne sont pas des formats ouverts. En effet, il est impossible de voir le contenu du programme et donc de savoir quand il est susceptible de s'exécuter sur notre système, à quel endroit, pour combien de temps et surtout pour quelles raisons.
De grands groupes informatiques internationaux équipent déjà leurs logiciels de cette technologie et des mises à jour sont constamment demandées afin d'améliorer ces programmes.
Il serait alors intéressant de s'interroger sur le développement qui pourrait, faire prendre conscience aux États et entreprises de l'importance de son indépendance sécuritaire, de l'information et de la technologie, peut être en le liant à un univers différent comme celui de l'« Open Source ».
Etats et entreprises pourraient mettre en place une infrastructure assurant cette protection et de favoriser de façon conjointe l'émergence d'un secteur dédiée à la sécurisation de l'information et celui des centres nationaux de recherche.
Ces deux acteurs sont aujourd'hui menés à entreprendre un choix technologiques régies par des enjeux économiques et informationnels dans le cadre des pôles de compétitivités associant chercheurs, écoles d'ingénieurs et entreprises afin de fédérer des organismes vers un patriotisme économique et une politique de sécurité nationale. "
Nick Vilaihongs
Hub du Libre
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MEGATRENDS E OUTRAS PÉROLAS
NA ÚLTIMA EDIÇÃO DO I. O . L.
A última edição do Intelligence Online, de 22/12/2006, tem, como é habitual, verdadeiras pérolas sobre factos "curiosos", vidé caso do vídeo esquecido, mas sobretudo revelações e abordagens aos megatrends referentes às grandes mudanças em curso e acerca das quais é fundamental e decisivo possuir toda a inteligência, sendo que as élites portuguesas (com excepções tanto mais notáveis quanto raras, caso de José Carlos Zorrinho e, a outro nível, de José Sócrates) não possuem nem a noção de que tal existe... Veja-se o caso da tendência chinesa em I & D, o do assalto americano ao mercado europeu da informação e como o Pentágono se colocou no coração da mudança do modelo energético. O acesso aos textos na sua totalidade exige uma assinatura do Intelligence on Line:
Le Pentagone au cœur de la politique pétrolière
Premier consommateur de carburant aux Etats-Unis, le département de la défense (DoD) cherche par tous les moyens à réduire sa facture énergétique et à limiter sa dépendance vis-à-vis des pays du Moyen-Orient, au premier rang desquels l'Arabie Saoudite. [...]
Pékin - Le MOST à l'avant-garde
Alors qu'un récent rapport de l' OCDE estime que le budget de recherche et développement de la Chine arrivera en 2006 en deuxième position, derrière celui des Etats-Unis mais devant celui du Japon, les spécialistes européens du contre-espionnage considèrent que cette avancée chinoise est en partie due à des opérations de siphonage technologique et d'espionnage humain à l'échelle de la planète. (...)
Moscou - Vidéo oubliée
Passé totalement inaperçu, un témoignage intéressant d' Alexander Litvinenko , l'ex-agent du FSB assassiné à Londres au polonium 210, a été enregistré en 2004 par un journaliste australien, Nick Lazarides . (...)
Londres - First Advantage s'implante en Europe
Géant américain de l'enquête de solvabilité et des background checks , First Advantage qui est coté au Nasdaq s'est diversifié, ces dernières années, dans les investigations électroniques et financières. (...)
Londres - Le renseignement, nouveau marché
Plusieurs consultants américains, sous-traitants réguliers des services de renseignement à Washington, cherchent à exporter leur modèle en Europe et tentent d'obtenir des contrats auprès des services britanniques. (...)
PORTUGAL VISTO PELA
"CONJONCTURE HEBDO"

Portugal: lent réveil de la croissance
Le Portugal sort lentement de la crise : la croissance devrait atteindre 1,4% cette année après un maigre 0,3% l'an passé. Alors que la demande interne fait du surplace, ce sont les exportations (notamment vers l'Allemagne) qui font l'essentiel de la croissance. Mais les points noirs de l'économie portugaise perdurent : les gains de productivité sont faibles et la population active est relativement peu qualifiée.
PIB, variation annuelle en % et en volume. Source : FMI
ENERGIA: ACORDO ESTRATÉGICO
DA GAZ DE FRANCE COM A GAZPROM
" GDF sécurise son approvisionnement en gaz russe jusqu'en 2030
Gaz de France a signé mardi un accord prolongeant son approvisionnement auprès de Gazprom jusqu'en 2030. En retour, le géant russe gagne un accès direct aux consommateurs finaux en France.
Gaz de France a sécurisé ses approvisionnements en gaz russe en prolongeant de 18 ans un accord qui courait jusqu'en 2012 et portait sur douze milliards de m3 par an. Outre ces 12 milliards annuels, Gaz de France recevra 2,5 mds de m3 supplémentaires de gaz russe par an à compter de 2010 lorque le gazoduc germano-russe sous la Baltique, le Nord Stream, entrera en service. "Ce sont presque 200 milliards de m3 de gaz que nous venons de signer, environ 140 de reconduction et 50 nouveaux qui transiteront par le gazoduc de la Baltique", a souligné le PDG de GDF, Jean-François Cirelli, lors de la cérémonie de signature de contrat au siège de Gazprom à Moscou. Ce contrat représente environ deux milliards de dollars par an. Le groupe russe fournit 20% du gaz de GDF.
Gazprom, qui ambitionne de développer ses activités sur l'ensemble de la filière gazière en Europe, va de son côté pouvoir vendre jusqu'à 1,5 milliards de m3 annuels de gaz en direct aux clients finaux (entreprises et particuliers) sur le marché français. Et ce à compter d'octobre 2007, ces volumes lui étant rétrocédés par GDF. "C'est un bel exemple de la réussite de la stratégie de Gazprom visant l'alimentation des clients en aval en Europe", s'est félicité le PDG de Gazprom, Alexeï Miller. Le géant russe, qui veut s'imposer comme un acteur de la distribution sur les marchés européens, a inauguré en novembre à Paris sa filiale française de vente directe de gaz. Fournisseur indispensable des Européens, auxquels il livre 26% de leur consommation de gaz, Gazprom a déjà annoncé à la mi-novembre un accord avec son homologue italien Eni, précédente étape de son offensive européenne. Gazprom va ainsi pouvoir vendre directement son gaz en Italie à partir de 2007. En contrepartie, le russe a prolongé son contrat de fourniture de gaz à Eni jusqu'à 2035.
avec AFP
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Sur le même thème
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UNIVERSIDADES: CONDIÇÕES PARA
COMPETIR NO MERCADO MUNDIAL...
O Tribunal de Contas de França avisa as universidades da necessidade se fundirem para ganhar condições para integrar a competição mundial, pois considera que actualmente não têm dimensão... Imagine-se agora o que diria se analisasse o caso português, com as suas universidades de vão de escada! Há muito que o meu amigo J.A. Maltez vem a avisar sobre o disparate da proliferação de cogumelos, perdão, das "universidades", cá no burgo. E até costuma dizer que "vão ver quantas universidades há na Irlanda..."
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"La Cour des compte s'attaque à l'éparpillement des universités en Ile-de-France
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La Cour des comptes appelle les établissements d'enseignement supérieurs à s'unir, voire à fusionner pour s'intégrer dans la compétition mondiale. L'Etat devrait être le pilote de cette stratégie, tout en leur donnant plus d'autonomie." Lire >>
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ExxonMobil’s view of the never-changing world
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Blogging will reach its peak next year
World’s tallest man saves two Chinese dolphins
The Egyptian Muslim Brotherhood’s karate army
President Bush backs the Darfur round
Winston Churchill explains why it’s impossible to map Afghanistan
VLADIMIR PUTIN

(esta personagem não está no último James Bond... Está no Kremlin!)
SEM COMENTÁRIOS
(mas com uma chamada de atenção para o savoir-faire da filha, Marine Le Pen)

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By THOM SHANKER and JIM RUTENBERG
President Bush said that the U.S. should expand the size of its armed forces to cope with what he suggested would be a long battle against Islamic extremism." Ler AQUI
BRUXELAS DESCOBRE O MAR
ver AQUI
Ministers make first move to keep EU seas and oceans clean
MODELO ENERGÉTICO EM MUDANÇA
Energies renouvelables : le Conseil en faveur d'investissements plus massifs dans la recherche
Plus de 50% du budget du 7ème programme-cadre de recherche sur l'énergie non nucléaire seront dédiés aux énergies renouvelables et à l'efficacité énergétique dans les utilisations finales.
Council increases renewables-research funding
More than 50% of the FP7 non-nuclear energy research budget will be dedicated to renewable energy and energy end-use efficiency.
Support for EU energy policy waning, poll shows
Most Europeans prefer decisions on energy issues taken at national or local level, according to an opinion survey published just weeks ahead of major new Commission proposals.
RÚSSIA: DO USO DA NET
Artigo bem informado do Libération sobre A explosão do blogging na Rússia, como antídoto à repressão e ao controle dos media. Ver ainda este memorandum sobre as transformações democráticas da net russa.
MUDANÇAS EM CURSO
NA ORDEM NUCLEAR...
Uma interessantíssima abordagem da Stratfor à actual questão do nuclear e da sua proliferação... "This shift in the actions of the major nuclear powers has not gone unnoticed elsewhere. Germany has effectively said it expects that the world will soon have to live with a nuclear-armed Iran, and that sanctions, while necessary, will do little to stop Iran from acquiring a nuclear capability. And Israeli Prime Minister Ehud Olmert, in his "slip" on the existence of Israeli nuclear weapons, reminded the United States, Russia and China that Israel is not willing to accept a change in Iran's nuclear status, even if these three powers are resigned to (or are tacitly encouraging) a nuclear-armed Iran. Olmert was voicing the concern in Israel -- and elsewhere -- that the prohibition on the proliferation of nuclear weapons might be weakening, and that the law of nuclear deterrence may not hold if pre-emptive measures need to be taken.
This concern was also seen in outgoing U.N. Secretary-General Kofi Annan's Dec. 18 parting comments to Japan on the 50th anniversary of Tokyo's entrance into the United Nations. Annan urged Japan to stick to its non-nuclear stance, saying a country does not need nuclear weapons to achieve greatness. That Japan, the only nation to be on the receiving end of nuclear weapons, has allowed a public debate on developing nuclear weapons is perhaps the most striking example of the changing view of nuclear weapons acquisition. Tokyo wants its own nukes, even if it continues to profess a non-nuclear stance. And Japan has the capability and resources to produce nuclear weapons in short order, and the capability to deliver such weapons in a time of conflict.
And this brings us back to that post-Cold War shift in international relations. While the initial response was a rush to prevent the further proliferation of nuclear weapons to new and "rogue" states, there was another shift taking place at the same time -- the tattering of the nuclear umbrella. Without the threat of global war from any regional conflict, the nuclear protection extended by the United States or the Soviets to their allies -- and to states within their respective spheres of influence -- was no longer a given. The major powers came to view such protection as more of a strategic cost-benefit analysis. Would Washington risk a nuclear exchange over the future of South Korea, for example, if it didn't necessarily impact the global balance with another superpower?
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