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Competitive Intelligence & Perceptions Management
num Blog-Notas, para tornar o obscuro bastante mais...

CLARO
Wednesday, 30 November 2005

Diz a European Environment Agency

Nuclear back on UK energy policy agenda

Supply threats, rising prices and global warming is putting energy policy around the world "back on the agenda with a vengeance," said Tony Blair who will announce next year whether the UK should re-invest in nuclear...   Ler AQUI

José Mateus Cavaco Silva at November 30, 2005 19:43 | link | comments
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Dizem de Itália e nem acreditamos nesta...

HISTÓRIA MUITO... CRITICAL !

A Critical Software, de Coimbra, foi a Itália falar com responsáveis da Agusta e dizer-lhes que queria muito trabalhar com a Edisoft... A Agusta e a Edisoft são partners em vários projectos europeus, mas os italianos, que não nasceram ontem, acharam a história estranha (porque vêm a Itália pedir para trabalhar com a Edisoft quando a Edisoft está em Portugal, muito mais perto deles...) e falaram com Lisboa a manifestar a sua estranheza - "Vieram aqui uns senhores de Portugal, de Coimbra mais precisamente, pedir-nos para trabalhar com vocês...".  No final da conversa, riram-se todos muito... e decidiram não voltar a "perder tempo com brincadeiras destas" !

José Mateus Cavaco Silva at November 30, 2005 17:40 | link | comments
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QUOTATION OF THE DAY

"I want to defeat the terrorists. And I want our troops to come home, but I don't want them to come home without having achieved victory. "

PRESIDENT BUSH

José Mateus Cavaco Silva at November 30, 2005 17:12 | link | comments
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Tuesday, 29 November 2005

DIZ O "JUMENTO" QUE:

Mário Soares prometeu falar da GALP

Nota: ou muito me engano ou vem aí temática a que Cavaco vai chamar um figo... e ainda por cima nem terá sido ele a levantar o escândalo! Abençoados estrategas de comunicação que o Soares contratou... ainda acabam todos a trabalhar na LPM!

José Mateus Cavaco Silva at November 29, 2005 16:01 | link | comments
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No telegraph.co.uk

World War Three seen through Soviet eyes

The nightmare of nuclear war in Europe - a spectre that haunted the world for half a century - stood revealed yesterday in terrible detail.

In a historic break with the past, Poland's newly elected government threw open its top secret Warsaw Pact military archives - including a 1979 map revealing the Soviet bloc's vision of a seven-day atomic holocaust between Nato and Warsaw Pact forces.

The defence minister, Radek Sikorsky, showed off the map at an emotional press conference. 

war26big.gif

He described it as a "personally shattering experience", pointing to a long line of nuclear mushroom clouds neatly stamped along the Vistula, where Soviet bloc commanders assumed that Nato tactical nuclear weapons would rain down to block reinforcements arriving from Russia. (...) Ler o resto AQUI

José Mateus Cavaco Silva at November 29, 2005 03:56 | link | comments (1)
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Pedem-me que esclareça o que é isso do

COMPLEXO NEO-CORPORATIVO E SALAZARENTO

Como há muito se escreve aqui no CLARO, este complexo neo-corporativo e salazarento é uma economia privada mas anti-mercado, que foge, aliás, do mercado como o diabo da cruz (nem que para isso tenha de invocar a "doutrina social da igreja contra o capitalismo"; que faz os seus negócios privados com os dinheiros públicos, mesmo se tal passa pela "sedução" e manipulação de agentes e de dirigentes da instância política e do aparelho burocrático do Estado; que prospera nas "rendas" de situações neo-corporativas e salazarentas e nos bens e serviços "não-transacionáveis" - como os "reinos" do betão e da banca; uma "economia" que se consolidou como o principal factor de bloqueio do desenvolvimento económico e que nos asfixia - porque ao País, depois de pagar os custos deste "complexo", não resta já o necessário - nem em recursos financeiros e nem em inteligência - para investir no desenvolvimento, ou seja, na segurança e bem-estar dos Portugueses...

Por acaso - mas, como já notava o Sena, o acaso faz muito bem as coisas - hoje num jornal do Porto, 'O Primeiro de Janeiro', Paulo Morais, o ex número dois de Rui Rio, explica em entrevista, mas reduzindo-se ao seu conhecimento directo (o lobby do betão) a fenomelogia deste "complexo":

" Nós hoje vivemos em Portugal uma situação perversa. Nesse aspecto somos dos piores países da Europa. E isto porque quem financia a actividade partidária, a actividade dos dirigentes partidários são, normalmente, os empreiteiros. Financiam as campanhas e financiam a vida privada de muitos dirigentes partidários, que fazem desta vida política a sua profissão. Não sabem fazer mais nada. Profissionalizaram-se na política e da política depende a sua sobrevivência. (...)

" O problema é que estamos a falar de milhões de contos. Penso que durante a minha passagem pelo pelouro do urbanismo terei chumbado, impedido negociatas e vigarices na ordem dos quinhentos e cinquenta milhões de euros. Estamos a falar de muito dinheiro. Seriam vigarices que se teriam concretizado, e quando estão em jogo negócios desta ordem, então as forças organizam-se de forma a tomarem por dentro os partidos para terem um poder que lhes permita dominar a administração em benefício próprio. Sejamos mais claros: muitos promotores imobiliários financiam a vida politica e partidária para que depois os políticos, financiados por eles, e que estão no aparelho de Estado, na Administração Central ou local, façam a gestão pública não em função do interesse da população mas em função do interesse de quem os sustenta, como bom dever de gratidão. (...)

" se não houvesse corrupção Portugal estaria a um nível de desenvolvimento como estão a Noruega, Suécia ou Finlândia. Se não houvesse este desperdício de recursos na corrupção, é evidente que tudo seria canalizado em prol da população. Até porque a corrupção para poder funcionar tem que se instalar em cima da ineficácia. A corrupção é isto mesmo: criar dificuldades artificiais para depois vender as facilidades. Se não houver corrupção também não haverá todos estes constrangimentos. O país evolui e avança. Mas confesso que não fazia ideia que o tráfico de influências atingisse um nível tão gigantesco como de facto conheci, e como digo, e isto que fique bem claro, comigo e com o meu antecessor, estou certo, não houve qualquer cedência a nenhum desse tipo de influências. Ler Paulo Morais, ao Primeiro de Janeiro

E, também ainda no registo do acaso, José Adelino Maltez escreve no "Tempoquepassa", uma das suas sínteses notáveis:

" Afinal os três principais presidenciáveis são o próprio situacionismo em figura humana que fazem discursos contra a degradação da presente democracia quando eles são os criadores da criatura que agora fingem rejeitar. Porque o Estado a que chegámos, apesar de ser grande demais na subsiodiocracia e na empregomania, não é suficientemente forte para combater a corrupção, a evasão fiscal ou o indiferentismo que nos seca a cidadania. Porque o sistema de financiamento da política, da partidocracia às campanhas presidenciais, passa pela habitual complacência do Bloco central de interesses face aos patos-bravos autárquicos, aos "lobbies" das consultadorias e empresas de estudos, com passagem pelo poder banco-burocrático que os encima e onde participa a procissão dos intelectuais que andam de mão estendida ao subsídio ou à avença."

PROVA DE QUE VALEU BEM A PENA

IREM BUSCAR O PINA MOURA AO PC...

Galp acusa ENI de se apropriar do plano estratégico da comissão executiva

(com a incomensurável vantagem, para ele, de o Estado português nunca responsabilizar ninguém mesmo quando o gato escondido fica todo de fora... e toda a gente sabe e diz aqui há gato !)

Energia: José Penedos diz que declarações da ENI são "ofensa" ao Estado

José Mateus Cavaco Silva at November 29, 2005 02:36 | link | comments
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Monday, 28 November 2005

ESTE FREITAS AFRICANO VALE A PENA LER

José Mateus Cavaco Silva at November 28, 2005 19:13 | link | comments
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SEGURANÇA INFORMÁTICA

PONTO...

Sécurité
Solutions de sécurité : un marché en hausse de près de 17 %
Entreprises et administrations françaises accordent une place de plus en plus importante à la sécurité informatique selon l'institut IDC. Les solutions de sécurité représenteraient pour l'année... >Suite

O sistema informático do ministério levanta suspeitasE CONTRA-PONTO!

Ministério da Justiça sem sigilo
Sistema informático com fugas


O sistema informático do Ministério da Justiça poderá não estar a garantir a confidencialidade de algumas peças processuais em segredo de justiça. A preocupação foi manifestada ontem durante uma reunião de dirigentes e delegados sindicais do Ministério Público (MP), que vão pedir à tutela ... Ler AQUI

José Mateus Cavaco Silva at November 28, 2005 17:05 | link | comments
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PORTUGAL - O SÍTIO DOS ARCAÍSMOS

O arcaísmo domina nesta economia, através do aqui, várias vezes, analisado "complexo económico neo-corporativo e salazarento", o arcaísmo domina as mentes através daquele processo de "não-inscrição", bem dissecado por esse português de Paris que é o José Gil, e sempre presente através da reprodução social, como bem põe a nú essa corajosa e lúcida portuguesa de Inglaterra que é a Mena Mónica... Agora, muito por culpa do Luís Mateus, rebentou uma "guerra dos crucifixos", muito ao jeito das "guerras do alecrim e mangerona" de D. João V que rebentaram quando a madre superiora do convento de Odivelas se recusou a continuar a receber o rei no seu santo leito, tendo então as freiras bombardeado a guarda pessoal do rei com os santos dejectos acumulados nos seus penicos...

Para fazer a síntese, o Rui Perdigão propõe a sua visão do crucifixo...

José Mateus Cavaco Silva at November 28, 2005 16:51 | link | comments
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MISTÉRIOS DO PÚBLICO

Ler AQUI

José Mateus Cavaco Silva at November 28, 2005 04:44 | link | comments
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M. SOARES QUERIA CAVACO

NA RUA... POIS JÁ LÁ O TEM!

"Pior que um crime, Sir, foi um erro", disse o conselheiro-mor ao grande rei... É uma história clássica para evidenciar quanto os erros, em política, são fatais. A estratégia de comunicação da campanha de Soares (concebida não sei por quem...) foi desde o início e até agora um amontoado de erros ou mesmo de horrores... Aliás, o primeiro grande erro é mesmo este de ser uma coisa de "comunicação" quando só uma bem estruturada e melhor executada estratégia de "perceptions management" poderia pegar em Soares e colocá-lo em Belém.

Um dos grandes disparates de entrada foi a acusação de que Cavaco só andava pelos salões e o sequente desafio para descer à rua... Ora, qualquer conhecedor sabe que é na rua que Cavaco se supera e arrasa! Era precisamente aí que a campanha de Soares devia fazer tudo para que ele não aparecesse e  tudo fazer para desvalorizar "a rua".

Como se pode ver pelas notícias de ontem e de hoje, Cavaco já está na rua e já começa a superar-se (já nada a ver com o  Cavaco inodoro da entrevista à Constança...) e a arrasar e arrastar as multidões. Já fez a primeira vontade a Soares... Não sabemos é a que preço!

Veja-se o que diz hoje o mais lido dos quotidianos portugueses e já se percebe:

Cavaco quer todos de mangas arregaçadas

Sucessivos banhos de multidão, na passagem pelas estradas do Minho e nas ruas de Braga, incentivaram ontem Cavaco Silva a apelar à adesão de todos os portugueses, “em consciência e independentemente da cor partidária”, e a apoiar o seu projecto para o País, com o objectivo de “ajudar a criar um novo clima de confiança e construir um futuro melhor para os jovens”....

José Mateus Cavaco Silva at November 28, 2005 04:33 | link | comments
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Petição para que o Português

seja língua oficial na ONU 

É importante que o português passe a ser língua oficial das Nações Unidas.
Para isso é importante que os luso-falantes se manifestem.
Assine a petição em:

http://www.petitiononline.com/AB5555/petition.html

José Mateus Cavaco Silva at November 28, 2005 03:58 | link | comments
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MAIS IMAGENS

BEM QUENTES...

DA PATINAGEM NO GELO

José Mateus Cavaco Silva at November 28, 2005 03:23 | link | comments
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O QUE BARROSO

(OU DURÃO...?)

REALMENTE PENSA

 DE PORTUGAL

O Martim Silva, do "Mau Tempo no Canil", descobriu assim, através da interpretação desta foto do Expresso desta semana, o que Barroso (ou Durão...?) pensa realmente de Portugal...

Boa malha, oh Martim!

José Mateus Cavaco Silva at November 28, 2005 03:07 | link | comments
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DA CULTURA ISLÂMICA EM FRANÇA...

Marche à Neuilly-sur-Marne pour Chahrazad, brûlée vive par un prétendant                  ( contient une vidéo )

NEUILLY-SUR-MARNE (AFP), 2005-11-27 15:38:56

Ils marchent derrière un portrait, celui d'une jolie jeune femme, souriante et la main ornée d'une bague: Chahrazad, étudiante de Neuilly-sur-Marne (Seine-Saint-Denis), brûlée vive par un amoureux éconduit et aujourd'hui entre la vie et la mort.    

la suite

 

José Mateus Cavaco Silva at November 28, 2005 02:55 | link | comments
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JERÓNIMO SEM MURO...

O candidato presidencial Jerónimo de Sousa exortou hoje os seus apoiantes a concentrarem-se na primeira volta e advogando uma "democracia económica, social, cultural e participativa, conforme estipulado na Constituição", Jerónimo de Sousa exortou à sua defesa, afirmando: "Não podemos ficar em cima do muro!"... É verdade, oh Jerónimo, desta vez acertaste, já não podes ficar em cima do muro... Pois, por muito que o lamentes, o muro caíu já há uns 15 anos!

José Mateus Cavaco Silva at November 28, 2005 02:45 | link | comments
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Sunday, 27 November 2005

A TAP, OS NOVOS AVIÕES

E AS CONTRAPARTIDAS...

Aceitam-se apostas em como o Ministério da Economia não vai ter unhas para agarrar as contrapartidas aventadas a propósito da compra dos novos aviões da TAP... E, daqui a dois anos ou três, o vendedor vai, discretamente, pagar a alguém uma comissão de uns 3 por cento (vejam o montante e façam as contas, é uma regra de três simples e até o Luís Delgado as saberá fazer) e quanto a contrapartidas "viste-se-as"... agora anunciadas por uns jornalistas naifs ou, pior, bem amestrados!

E, por falar em contrapartidas, não era a 30 de Outubro que terminava o prazo (de 120 dias) dado à Comissão Permanente das Contraparidas (presidida por Rui Neves) para apresentar a Manuel Pinho (que diz ser ministro e da Economia) o Regulamento das Contrapartidas (que só na área da Defesa são já de centenas de milhões de contos!) e não é verdade que tal documento de politica geral continua inexistente e ninguém parece notá-lo? Tal facto poderá interessar (e interessa certamene) a muita gente mas não interessa seguramente à República Portuguesa porque a prejudica gravemente... E ao seu Governo interessará? e ao seu ministro da Economia? Bem tinhamos aqui avisado, em devido tempo, que Pinho estava já encaixotado...

E o senhor Luís Evangelista Araújo, director geral de política de Defesa, informou já disto o seu patrão, o ministro da Defesa...? Ou anda a esconder-lhe cuidadosamente todos os berbicachos e só lhe permite conhecer as coisas "boas", intoxicando-o lenta e diariamente?

Só o facto de Luís Amado andar muito intoxicado permite compreender que a Economia ande a abafar a Defesa na matéria das centenas de milhões das contrapartidas... E "quartel general em Abrantes"! Ora, se a Defesa abre mão de centenas de milhões para a Economia porque é que anda à bulha com a tropa por tostões? Incompreensível...

José Mateus Cavaco Silva at November 27, 2005 03:58 | link | comments
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" Que ninguém espere que eu fique instalado nos cadeirões do Palácio de Belém "

Cavaco Silva, Vila Real, 26 Novembro 2005 

José Mateus Cavaco Silva at November 27, 2005 03:46 | link | comments
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CABALA (LITERAL)

A Ota e a horta... É o Fado!

José Mateus Cavaco Silva at November 27, 2005 03:37 | link | comments
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SOARES, O PRESIDENCIALISMO

E A PERCENTAGEM QUE OBTERÁ...

O presidencialismo é "um perigo"  disse Mário Soares durante uma visita ao parque Zoomarine, em Albufeira. O candidato presidencial apoiado pelo PS sublinhou que o presidencialismo é contrário à Constituição... Soares reagia assim a uma proposta de Pinto Balsemão - que sugeriu um debate nacional sobre os poderes do Presidente da República, em que sejam discutidas as vantagens de um sistema presidencialista, mais próximo do norte-americano - apresentada num almoço-debate organizado pelo Clube de Imprensa, sobre o tema "Portugal (Ainda) É Viável?".

Quando soubermos quantos (que percentagem dos) eleitores votam em Mário Soares, saberemos quantos eleitores acham o presidencialismo um perigo...! Eu que, noutras conjunturas, sempre votei Soares, que estive com ele na Alameda em 1975, que antes (quantas saudades do Adolfo Ayala e da livraria de Paris...) e depois (mesmo quando tinha 7% nas sondagens...) do 25 de Abril sempre o apoiei, tenho agora algumas dificuldades em segui-lo nesta cruzada anti-presidencialista.

É que esta posição de Soares é apenas a defesa acérrima do presidencialismo... de primeiro-ministro! Como antes dele defenderam Marcelo Caetano, Salazar e Afonso Costa...

Ora, se tem que haver um Presidente que não seja o "presidente do conselho de ministros" mas o Presidente da República!

Presidencialistas já somos... desde que há República! Temos é de escolher entre a "presidência do conselho de ministros" (decidida nos directórios partidários) e a Presidência da República (decidida pelo eleitorado).

No fundo, Afonso Costa, Salazar, Marcelo Caetano e Mário Soares o que mostraram e mostram é uma grande renitência em entregar o poder de escolha ao eleitorado (ao contrário do que acontece com as democracias americana e francesa, por exemplo) desconfiando dos eleitores e da sua capacidade... Daí esse grande "perigo" que Soares refere. 

Quando soubermos quantos eleitores votam Soares, saberemos quantos acham o presidencialismo um "perigo"... E têm medo dele! Veremos...

José Mateus Cavaco Silva at November 27, 2005 03:25 | link | comments
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DOSSIER DO L'EXPRESS SOBRE

A LUTA CONTRA O TERRORISMO

ANTITERRORISME
Des caméras partout

25/11/2005 - 09:26
Notre dossier sur la menace terroriste
Notre dossier sur les réseaux terroristes en France
Plan d'action contre le terrorisme (site du gouvernement)
Les dispositif de vidéosurveillance sur le site de la Cnil

(clicar nos títulos para ler...)

José Mateus Cavaco Silva at November 27, 2005 00:14 | link | comments
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DAS REDES GLOBAIS COMO UMA 

QUESTÃO ESTRATÉGICA ACTUAL

John Robb escreve em  Global Guerrillas : Moises Naim, the editor of Foreign Policy Magazine, has an excellent new book called Illicit on the rise of global smuggling networks. It's a must read.

Globalization Melts the Map

Moises copiously documents how globalization and rampant interconnectivity has led to the rise of vast global smuggling networks. These networks live in the space between states. They are simultaneously everywhere and nowhere at the same time. He shows how these networks make money through an arbitrage of the differences between the legal systems (and a desire to prosecute) of our isolated islands of sovereignty. He also shows how their flagrant use of corruption can enable them to completely take over sections of otherwise functional states.

By all accounts the amount of money involved is immense. In aggregate, the networks that form this parallel "black" global supply chain, have a "GDP" of $1-3 trillion (some estimates are as high as 10% of the world's economy) and are growing seven times faster than legal trade...    Ler o resto AQUI

José Mateus Cavaco Silva at November 27, 2005 00:06 | link | comments
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Saturday, 26 November 2005

A PATINAGEM NO GELO DÁ...

IMAGENS BEM QUENTES !   

José Mateus Cavaco Silva at November 26, 2005 23:47 | link | comments
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COMEMORAÇÃO DA GRANDE FOME NA UCRÂNIA


 
Commémoration en Ukraine de la famine de 1932-1933 provoquée par les autorités soviétiques, qui aurait fait entre 5 et 10 millions de morts.

KIEV (AFP), 2005-11-26 17:30:19

José Mateus Cavaco Silva at November 26, 2005 23:42 | link | comments
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Até nas Praias Vamos Ser Ultrapassados...

 COMUNICAÇÃO DA ESLOVÉNIA

MUITO BEM "ACIMA DA LINHA"

José Mateus Cavaco Silva at November 26, 2005 23:32 | link | comments
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O EXPRESSO ANUNCIA QUE :

Vamos ser a horta da Europa  

O GOVERNO está a estudar um projecto para a costa alentejana que prevê uma megaprodução em estufas de hortofrutícolas e plantas ornamentais. Numa área de cinco mil hectares, em Odemira, Sines e Comporta, deverão nascer estufas equipadas para produzir 500 mil toneladas anuais de legumes, frutas e flores, no valor de €250 milhões. Com a subida do gás natural e a falta de água a gerar uma crise aguda na produção europeia de legumes, concentrada na Holanda e na região espanhola de Almeria, Portugal é visto como a solução para o risco de a Europa «ficar sem legumes». »

Ou seja, a nossa função na Europa vai ser a de "periferia camponesa" e os portugas vão ser os "labregos e os almocreves da Europa"... Adeus plataforma logística, adeus inserção na primeira divisão da economia pós-industrial, adeus serviços e tecnologia... Olá batatas, couves e repolhos, por conta dos patrões espanhóis e holandeses! Ou de como, mesmo nas couves, vamos ficar limitados ao fundo da cadeia de valor... com o subdesenvolvimento mais uma vez garantido!

José Mateus Cavaco Silva at November 26, 2005 23:06 | link | comments
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A OTA NO "TUGIR"

aeroporto pista"Fala-se em estudos. Apresentam, divulgam e, alguns, defendem os estudos. Mas um dos mais importantes estudos, o primeiro, o da viabilidade e rentabilização estratégica nacional, que deve conjugar as diversas infra-estruturas, as alavancas da economia, aos mais diversos níveis, tendo em consideração a posição geográfica do novo aeroporto, das linhas de TVG e dos portos, nada existe neste domínio."

A questão, a que realmente interessa, é mesmo esta agora referida pelo "Tugir" e que já há meses tinhamos identificado no texto "Não condiz a Ota com a perdigota" e várias vezes tratamos aqui .

José Mateus Cavaco Silva at November 26, 2005 22:57 | link | comments
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BRUXELAS APERTA SEGURANÇA 

  • L'UE a l'intention de renforcer ses contrôles sur les visas et les demandeurs d'asile
    En vue d'accroître la sécurité de l'UE contre les attentats terroristes, la Commission a adopté un ensemble de mesures conçues pour permettre aux Etats membres de renforcer le contrôle des personnes souhaitant entrer dans l'Union européenne. 
  • Des options politiques pour protéger les infrastructures critiques
    La Commission européenne a adopté un Livre Vert proposant différentes options politiques pour protéger les infrastructures critiques des Etats membres contre les attentats terroristes ou les catastrophes naturelles. 
  • La Commission propose des nouvelles mesures en matière de sécurité maritime
    Le Commissaire européen au Transport, Jacques Barrot, a indiqué que les nouvelles mesures avaient pour objectif de contrôler tout navire transitant dans les eaux européennes. Les entreprises utilisant des navires poubelles seront mises sur liste noire.
  • José Mateus Cavaco Silva at November 26, 2005 22:38 | link | comments
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    Fotógrafos a descobrir:

    Bruno Bisang

    Bruno Bisang dit "Chaque femme possède une source de féminité et une sensualité unique, c'est ma passion et ma motivation d'exprimer et de conserver la trace de cette splendeur".

    du 20 Octobre au 9 Décembre 2005, du lundi au vendredi de 8h30 à 20h.
    Picto Bastille, 53 bis rue de la Roquette 75011 Paris.

    José Mateus Cavaco Silva at November 26, 2005 22:04 | link | comments
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    Encontrei-o ontem ao almoço... O coronel comando Jaime Neves mantém o porte direito, o olhar vivo e certeiro e o seu aperto de mão continua firme. Foi um prazer saudá-lo...

    José Mateus Cavaco Silva at November 26, 2005 03:20 | link | comments
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    Friday, 25 November 2005

    Bin Laden Agradece aos Oliveiras & Cª

    Estes senhores do DN, se não falarem inglês e não têm tempo de ir a New York ou a Londres, falem ao menos com os familiares, amigos, vizinhos das vítimas de Madrid, sempre é mesmo aqui ao lado e podem falar em portunhol... Saramago é de novo director do DN?!

    José Mateus Cavaco Silva at November 25, 2005 21:07 | link | comments
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    4 Milhões de Chineses Sem Água

      (para ver o vídeo clicar na imagem)

    Pollution au benzène en Chine

    Images d'Harbin. Quatre millions de personnes sont privées d'eau potable, dans le nord-est de la Chine, à cause d'une pollution au benzène, un produit très toxique qui s'est déversé dans un fleuve. Avec le courant, cette pollution menace également la Russie voisine. Durée: 0mn59

    José Mateus Cavaco Silva at November 25, 2005 20:38 | link | comments
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    MODA ITALIANA NA... INDIA

    Créations de Gianfranco Ferre lors de la Festa italiana 2005 à New Delhi.

    NEW DELHI (AFP), 2005-11-25 15:08:44

    José Mateus Cavaco Silva at November 25, 2005 20:26 | link | comments
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    LISBOA

    Ver em: Rui Perdigão

    José Mateus Cavaco Silva at November 25, 2005 19:47 | link | comments
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    25 Novembro de 1975

    REGISTO DO DIA

    DA DEMOCRACIA

    Jaime Neves, Lemos Ferreira, Pires Veloso, Vasco Lourenço, Garcia dos Santos, Tomé Pinto, Altino de Magalhães, Salgueiro Maia, Ramalho Eanes, Rocha Vieira, Coutinho Lanhoso, Aurélio Trindade, Monteiro Pereira, Pedro Cardoso, Loureiro dos Santos, tenente comando Coimbra, furriel comando Pires..........................................................

     

    José Mateus Cavaco Silva at November 25, 2005 18:07 | link | comments
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    MENSAGEM MUITO CLARA
    (de um piloto da Resistência tempos antes de ser abatido)

     
    "- Não posso brincar contigo", disse a raposa. "Ainda ninguém me cativou."
    - "Ah! desculpa", disse o principezinho. Mas depois de ter reflectido, acrescentou:
    - "O que quer dizer «cativar»?"
    A raposa deixou-o suspenso e desviou a conversa. Ele insistia, o que quer dizer? Ela por fim respondeu.
    "-É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa «criar laços...».
    - "Criar laços?"
    - "Isso mesmo", disse a raposa. "Para mim não passas ainda de um rapazinho muito parecido com cem mil rapazinhos. E não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Para ti sou apenas uma raposa semelhante a cem mil raposas. Mas, se me cativares, teremos necessidade um do outro."

    José Mateus Cavaco Silva at November 25, 2005 17:54 | link | comments
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    Euractiv logoAnalysis: Technology in a post-2012 transatlantic perspective
    In this paper, the Centre for European Policy Studies (CEPS) contrasts EU and US approaches to climate change mitigation in a post-Kyoto context. The paper concludes that he US 'technology push' approach and the EU ‘market pull’ approach are not contradictory but complementary. The following is taken from the CEPS paper: "Technology in a post-2012 transatlantic perspective", by Christian Egenhofer 

    José Mateus Cavaco Silva at November 25, 2005 16:55 | link | comments
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    N.A.L., Sines/Setúbal e Alta Velocidade

    Organizar a Valorização do Território com Inteligência no Tempo da Economia Global

    O actual modelo global da economia mundial e a posição geográfica que Portugal ocupa, bem como o facto de vivermos ainda no quadro não de uma crise económica mas de uma economia esgotada e sem amanhã algum, devem ser tomados como as coordenadas de partida para equacionar as nossas vantagens comparativas (linguagem de economista) bem como as nossas potencialidades (linguagem de estratega). Isto equacionado, a resolução da equação (melhor, equações) apresentar-nos-ia um claro quadro da nossa estratégia, nas actuais coordenadas de espaço e tempo.

    Fazer tal trabalho implica, à partida, um dispositivo de Inteligência Económica Estratégica para o qual não abundam (perífrase...) recursos humanos... Nem no Estado, nem na Universidade (o primeiro doutoramento é agora o de André Magrinho) e nem nas Empresas... Nem há domínio das tecnologias necessárias e correntes na matéria em causa.

    Em todo o caso, é possível fazer - ir fazendo - algum trabalho...

    A discussão à volta do Novo Aeroporto de Lisboa foi, nesta perspectiva, um momento (anos...) falhado de discussão sobre a necessária e urgente política de valorização do território... Decidida a localização do NAL, é altura de perguntar o que, no quadro da economia global, fazer com Sines/Setúbal... Perguntar ainda se a desestruturação do território vai continuar ou se há, finalmente, a suficiente inteligência económica e estratégica para usar as soluções tecnológicas da alta velocidade para estruturar território e fazer a integração NAL/Sines... com saída para aquela Europa de que tanto falamos mas para que nunca apresentámos qualquer ideia de contribuição (para além da mão estendida aos subsídios da PAC e do Fundo Social Europeu e etc...) ou de função específica (é isto, aliás, o conteúdo da nossa periferização e não a posição geográfica).

    Organizada com inteligência, esta "ocidental praia lusitana" (ou, em linguagem mais actual e pragmática, este verdadeiro hub potencial do Atlântico...) tem todas as potencialidades necessárias para desenvolver uma função no quadro europeu que obrigará toda a Europa a virar-se a oeste... É uma potencialidade específica, que em muito se deve à sua geografia ímpar, que mais ninguém possui totalmente (embora Badajoz...) e que só não ganhou há muito vida e força por razões exclusivamente políticas: primeiro, devido ao isolamento salazarento de quase 50 anos; segundo, devido à falta de perspectivas estratégicas e de inteligência económica dos decisores políticos dos últimos 30 anos.

    Será desta que, ultrapassando casuísmos intelectualmente débeis, somos capazes de apresentar uma estratégia integradora para o Novo Aeroporto de Lisboa, a Alta Velocidade e o complexo portuário Sines/Setúbal?

    Sejamos optimistas... façamos tudo para isso, velinha à Senhora de Fátima incluída...

    José Mateus Cavaco Silva at November 25, 2005 04:20 | link | comments
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    .
    Rui Perdigão. Tit. Poderes II. Desenho em pastel. 30x30 cm. Website: Perdigão

    José Mateus Cavaco Silva at November 25, 2005 03:31 | link | comments
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    MISTÉRIO LUSO EM TERRA FINA

    Quem é o dirigente de uma empresa pública que foi uma semana para o Dubai (sim, o Dubai...) fazer prospecção de mercado para aquilatar da possibilidade de aí vender os serviços da "sua" empresa...? 

    Descobriu, obviamente, que não havia compradores no Dubai para tais serviços... 

    José Mateus Cavaco Silva at November 25, 2005 02:47 | link | comments
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    Thursday, 24 November 2005

    O BISTURI DE OCTÁVIO RIBEIRO DISSECA

    O 'Hitler' de Freitas 

    Há uma dúvida que não vai deixar Portugal dormir nos próximos dias: terá a CIA usado o espaço aéreo nacional para transportar suspeitos de terrorismo até às suas prisões secretas? A Esquerda que por agora não tem a quem condenar os métodos das secretas de topo – ai que saudades, ai, ai – está em pulgas e quer explicações: terá a CIA...

    Os aviões americanos podem ter sobrevoado o nosso espaço aéreo? A sociedade da informação tende por vezes em transformar-se na sociedade dos sem razão. Por via destes políticos balofos, que incham ao toque das notícias. De algumas notícias. São estes surfistas da onda fácil que levam os países para não importa onde. Agora estamos indignados a ver passar aviões. Já nem recordo momentos históricos em que o KGB operou impunemente em Portugal. Ah, mas esses eram os bons, claro!

    Se havia razão para indignação, à luz do Direito Internacional e do seu humanismo subjacente, essa tem tanto tempo de atraso quanto aquele a que já dura o escândalo da prisão de Guantánamo. Isto é: três anos!

    Suspeito de terrorismo é; a CIA o põe. Por onde acham estes saudosos do muro, mais os seus dissidentes trotskistas, que os aviões americanos voam, entre Afeganistão, Iraque – e Paquistão, e Arábia Saudita, espera-se –, até à base espetada nas costas de Fidel?

    Com Freitas a defender as razões de Estado, no Parlamento, teme-se o pior.

    Octávio Ribeiro, Director-Adjunto

    José Mateus Cavaco Silva at November 24, 2005 14:46 | link | comments
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    VÍRUS: OS PIRATAS MASCARAM-SE DE... FBI !

    Sécurité
    Le virus Sober se cache derrière des faux mails du FBI
    Si le FBI vous envoie un mail en vous expliquant (en anglais) que vous avez été repéré sur des sites Internet illégaux, n'ouvrez pas la pièce jointe. Si vraiment vous étiez suspectés de... >Suite

    José Mateus Cavaco Silva at November 24, 2005 14:38 | link | comments
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    ARF SEM PAPAS NA LÍNGUA...

    "Esta rapaziada, que há uns anos chorava de emoção com o KGB e ainda hoje se emociona com os dircursos de Fidel, é a mesma que adorava a Albânia, a China do Mao e a URSS de Brejenev. É a mesma que aplaudia os mísseis nucleares soviéticos e fazia acampamentos à frente das bases militares britânicas ou americanas. É a rapaziada que era paga com rublos para alimentar o pacifismo europeu. Agora adoram os terroristas, defendem os seus (?) direitos humanos e andam a vasculhar a movimentação de aviões que, supostamente, levam esses assassinos para lugares seguros. Ontem como hoje os inimigos da liberdade não desistem de combater a liberdade. Hoje sob o manto diáfano do pacifismo. Mas são os mesmos. A moeda de pagamento é que mudou. "

    José Mateus Cavaco Silva at November 24, 2005 04:12 | link | comments
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    Alguém Se Engana ao Querer Enganar-nos

    DAS SONDAGENS E DO SEU USO COMO  

    UM MAU PERCEPTIONS MANAGEMENT

    Estudo da Universidade Católica
    Sondagem: Cavaco Silva vence presidenciais à primeira volta 

    Cavaco Silva obtém 57 por cento das intenções de voto, contra 17 por cento de Manuel Alegre e 16 por cento de Mário Soares. Estes são os resultados de uma sondagem da Universidade Católica Portuguesa para o PÚBLICO, Antena 1 e RTP, que dá ainda cinco por cento a Jerónimo de Sousa e quatro por cento a Francisco Louçã. Quinze por cento dos entrevistados ainda se revelam indecisos. Mais pormenores no PÚBLICO de amanhã.
    Mas no DN a  percepção é outra:
    Cavaco Silva perde terreno e não garante eleição à primeira
    Cavaco Silva mantém uma confortável vantagem sobre os principais adversários, mas ficou mais longe de ganhar na primeira volta. O candidato apoiado pelo PSD e pelo CDS tinha em Outubro 48,8% dos votos e tem agora 44%, sem contar com os indecisos. Ainda assim, são mais os entrevistados (46,5%) a (…) "

    José Mateus Cavaco Silva at November 24, 2005 04:04 | link | comments
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    Barajas e a Ota

    No DN de hoje, Luís Delgado tenta raciocinar como sabe: por uma regra de três simples! Apelo à senhora Ministra da Educação: Que não se canse até reformar este sistema de ensino da matemática... que os novos aprendam pelo menos a regra de três... composta!

    José Mateus Cavaco Silva at November 24, 2005 03:38 | link | comments
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    PELA INTELIGÊNCIA SE VERÁ DO

    VALOR DO PLANO TECNOLÓGICO

    Diz a Lusa de hoje: 

    Governo: Conselho de Ministros aprova hoje o Plano Tecnológico

    Lisboa, 24 Nov (Lusa) - O Conselho de Ministros aprova hoje o Plano Tecnológico, documento que o Governo considera estratégico para o crescimento económico e para a modernização do país e que se divide em três eixos: conhecimento, tecnologia e inovação."

    OK... Ainda bem que há Plano Tecnológico, já não era sem tempo! Desde o fim do anos setenta que ele devia ter chegado... Helmut Schmidt e Willy Brandt ainda mandaram cá um experiente consultor tentar explicar a necessidade disso... Mas parece que quem o recebeu terá exclamado, quando o alemão, ao fim de umas semanas de trabalho, abriu um mapa do país e começou a explicar, "isso é tudo muito complicado"... Michel Rocard também perdeu uns meses na mesma tarefa inglória.  E assim (des)andámos até hoje!

    Quanto a este plano dedicado ao conhecimento, tecnologia e inovação, vamos ver a sua consistência através de um índice decisivo: que importância concede ele e que funções reserva à Inteligência Económica e Estratégica?

    Bastará ver este índice e tudo se perceberá... Oxalá me engane muito!

    José Mateus Cavaco Silva at November 24, 2005 03:08 | link | comments
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    GENERAL ALCATIFA...

    Fixem este nome! Ainda vão ouvir falar dele... Ele prepara-se para ganhar asas! Assim a Sampaio reste o tempo!

    José Mateus Cavaco Silva at November 24, 2005 02:34 | link | comments
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    O Tchernobyl Secreto de Lisboa

    AS RADIAÇÕES CONTINUAM À SOLTA NO HOSPITAL DE S.JOSÉ

    O que esperam o Ministério da Saúde e Correia de Campos para averiguar o que se passa no Hospital de S. José de Tchernobyl, onde as radiações nucleares andam à solta e os níveis de radiação atingiram já tal patamar que são mais secretos que os segredos de Estado? Como podem pactuar com uma situação em que médicos, enfermeiros, técnicos, maqueiros e outros auxiliares, bem como doentes e acompanhantes são "cozidos" pelas radiações? Que medo têm disto que se calam todos?

    Como é possível admitir que alguém vá a S. José tratar uma doença circunstancial e venha de lá "cozido" e radioactivo para o resto da vida e sofra lesões irrecuperáveis? Quantas pessoas já terão morrido, sem saber de quê, e à conta desta irresponsabilidade?

    E porque é que isto continua se há uma empresa que, conhecedora da dramática situação, já se ofereceu para resolver o problema... de graça e sem qualquer compromisso posterior?! Porque será...?

    E os sindicalistas, então, os sindicalistas médicos, enfermeiros e etc. deixam que os seus colegas andem a ser "cozidos" nestre fogo lento? Ignoram tudo ou... E a patética Ordem dos Médicos... Anda a dormir ou só preocupada com outros negócios...?!

    VER AINDA:

    TCHERNOBYL... EM LISBOA !

    HOSPITAL DE S. JOSÉ: TCHERNOBYL CONTINUA !

    José Mateus Cavaco Silva at November 24, 2005 02:19 | link | comments
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    MÁRIO SOARES DE DIREITA NO BOLSO

    Brilhante, a jogada para levar quase todo o PP, de forma mais ou menos aberta ou mais encapotada, a apoiar a candidatura de Mário Soares, cabendo ao "centrista" e antigo assessor de José Lamego o papel de interface para a intendência, enquanto questões mais sérias são tratadas acima... Soares meteu no bolso não só o fundador do CDS, Freitas do Amaral, como ainda o PP... Genial! E feito de tal modo que ninguém poderá chamar-lhe o candidato da direita... Até porque ele tem lá uns jokers para a troca, como a Joana Amaral Dias (que, de resto, antes de entrar para o "Bloco" também navegou em águas semelhantes). Soares terá 81 anos... mas ainda joga mais a dormir que uma série de gente consegue jogar mesmo bem acordada!

    Direita...? Esquerda...? Que ingenuidade é essa?!

    José Mateus Cavaco Silva at November 24, 2005 01:53 | link | comments
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    Wednesday, 23 November 2005

    25 de Novembro

    O DIA DA DEMOCRACIA

    (tal como o 25 de Abril foi o dia da Libertação)

    José Mateus Cavaco Silva at November 23, 2005 18:14 | link | comments
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    Laetitia...  a verdadeira, a republicana !

    Ó pa Ela... Raínha da Photo

    CapaPHOTOL.jpg

     

    José Mateus Cavaco Silva at November 23, 2005 17:42 | link | comments
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    O MONSTRO GORDO ESTÁ CADA VEZ MAIS VORAZ !

    Diz hoje a Lusa...

    OE 2005: Endividamento das Administrações Públicas agrava-se 38% até Setembro

    Lisboa, 23 Nov (Lusa) - As necessidades líquidas de financiamento das Administrações Públicas até Setembro de 2005 agravaram-se 38,0 por cento em termos homólogos (face ao mesmo período do ano anterior), indica o boletim estatístico do Banco de Portugal.

    José Mateus Cavaco Silva at November 23, 2005 17:08 | link | comments
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    ARF SOBRE A OTA, NO "ESTADO DO SÍTIO"

    "  Parece que o Governo 'comprou' com a Ota o silêncio de muita gente que já começou a ganhar muito dinheiro com o novo aeroporto. Infelizmente, o fartar vilanagem é a regra de ouro do sítio. "

    José Mateus Cavaco Silva at November 23, 2005 01:28 | link | comments
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    FILME DO ATENTADO EM TIKRIT

  • L'actualité en vidéo
  • Attentat manqué à Tikrit contre l'ambassadeur américain

    José Mateus Cavaco Silva at November 23, 2005 01:13 | link | comments
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    Leio no "Tempoquepassa" e assino:

    Sejamos independentes e dignos dos objectivos nacionais permanentes!

     Dizer que a morte de um soldado em combate equivale a um simples acidente previamente admissível pelo tecnocrático cálculo das baixas de uma missão militar ou acentuar que o mesmo é um mero voluntário reduzindo a trágica circunstância ao aleatório do jogo da vida e da morte numa profissão de risco é negarmos o nosso próprio fundamento nacional. Quem não entender que as pátrias são comunidades simbólicas fundadas em laços de amor nunca poderá assumir que só podemos amar as coisas pelas quais estamos dispostos a dar a vida.

    Aliás, neste regime que deve a sua existência e estabilidade tanto a um golpe militar como ao voluntário regresso dos militares aos quartéis, pela renúncia ao poder de controlo da legalidade revolucionária, temos assistido, sem muitos queixumes, à redução das próprias forças armadas a um mero corpo técnico, destinado a intervenções cirúrgicas de pequena monta, como auxiliares dos nossos tradicionais aliados. Nota-se até um certo clamor que as pretende transformar em mero sucedâneo de forças policiais ou civis, nomeadamente de bombeiros e guardas fiscais. Mais recentemente até as deixámos enveredar por redutores movimentos sindicais, com muitos comunicados e notas oficiosas, em ritmo de guerra de papéis, a que não faltou o espectáculo das manifestações de rua ou de jantar.

    Transformámos até aquilo que eram prestigiadas instituições de consenso nacional em quase clubes de certas cliques universitárias ou de gabinetes de estudo de fragmentações sediciosas, promovidas por ministros do reino de vontade estranha, que usaram e abusaram do saneamento e da inquisitorial devassa, num ambiente mais próximo do politiqueirismo das comadres e dos compadres que do necessário esforço de pensamento convergente com os objectivos nacionais permanentes. Não faltam imensas guerrazinhas de homenzinhos, com telenovelas, passagens de modelo e tragicomédias, onde entraram espiões e simuladas fugas aos segredos de Estado que ainda há não muitos anos até levaram à demissão de um venerando ministro.

    Por mim, não gostaria de ver resvalar as nossas forças armadas para uma tecnocratice que as venha a enfileirar nas teias integradoras de uma nova Grande Armada, que se julgue invencível e acabe derrotada. Nem gostaria de meras chefias que se reduzissem a engenheiros da teoria das organizações, capazes de um grau de prontidão interessante na execução das ordens de um qualquer "big brother" que nos faça parcela de um super-sistema independente da vontade nacional. Preferia instaurar um regime militar helvético, como chegou a ser sonhado pelo governo provisório da Primeira República.

    Repito o que há dias aqui enunciei: não há democracia sem soldados. Não há política sem democracia. Não há democracia sem pátria.

    José Mateus Cavaco Silva at November 23, 2005 01:07 | link | comments
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    Tuesday, 22 November 2005

    O Caso Ota 

    O COMPLEXO NEO-CORPORATIVO E SALAZARENTO* 

    GANHA UM AEROPORTO PARA VOAR  AINDA MAIS ALTO

    "   Banca espreita Ota

    As atenções da Banca e da Construção Civil concentram-se hoje na Gare Marítima de Alcântara. Mais do que a apresentação do novo aeroporto, o que os ... "

    EM TERRENO DE CHEIAS...

    "   Em relação ao facto da Ota ter uma quota mais baixa que a Portela, e se encontrar em terrenos de cheia, Guilhermino Rodrigues afirmou que “será construída uma albufeira que evitará as cheias, levantando-se a quota das pistas à custa das movimentações de terras que irão existir”. O facto de existir um monte numa das extremidades da pista é também desvalorizado pelo presidente da ANA considerando-o “um assunto menor”. “Trata-se de um monte que até será aproveitado nas terraplanagens para elevar a quota das pistas”. Guilhermino Rodrigues diz que o primeiro avião vai aterrar na Ota em 2017.  "

    Mas além da banca e da construção civil (os dois mais fortes componentes do complexo económico neo-corporativo e salazarento) também o "dono" da Ota vai estar atento...

    *Como há muito se escreve aqui no CLARO, este complexo económico salazarento e neo-corporativo é uma economia privada, mas anti-mercado e que foge do mercado como o diabo da cruz (nem que para isso tenha de invocar a "doutrina social da igreja contra o capitalismo"; que faz os seus negócios privados com os dinheiros públicos, mesmo se tal passa pela "sedução" e manipulação de agentes e de dirigentes da instância política e do aparelho burocrático do Estado; que prospera nas "rendas" de situações neo-corporativas e salazarentas e nos bens e serviços "não-transacionáveis" - como os "reinos" do betão e da banca; uma "economia" que se consolidou como o principal factor de bloqueio do desenvolvimento económico e que nos asfixia - porque ao País, depois de pagar os custos deste "complexo", não resta já o necessário - nem em recursos financeiros e nem em inteligência - para investir no desenvolvimento...

    José Mateus Cavaco Silva at November 22, 2005 05:24 | link | comments
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    Monday, 21 November 2005

    Jennifer Lopez na capa do calendário Pirelli 2006

    O resto do "Pirelli" está quase a chegar...

    entretanto, o L' Espresso faz capa com o Pirelli

    José Mateus Cavaco Silva at November 21, 2005 03:19 | link | comments
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    O kimchi no menú

     

    TREVAS NUMA GUERRA COMERCIAL

    SINO-COREANA NA CIMEIRA DA APEC

    José Mateus Cavaco Silva at November 21, 2005 03:14 | link | comments
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    PROCURA-SE ENERGIA PARA SUBSTITUIR O PETRÓLEO

    De um modo cada vez mais visível e ao mesmo tempo que reformula o seu modelo económico e encontra novas indústrias motoras e novas regras de concorrência, o mundo ocidental está à procura de novas fontes de energia para substituir o petróleo. O fraquissimo rendimento e os preços exorbitantes parecem colocar de lado as chamadas energias alternativas (eólicas, solares, etc.) que têm um futuro assegurado como... "alternativas". Em contrapartida, o alto rendimento (aliado aos avanços tecnológicos que garantem agora condições de grande segurança) coloca na ordem do dia o nuclear. Mesmo os seus antigos detractores se rendem agora como nota hoje a France Presse:

    " Tony Blair pour la construction de nouveaux réacteurs nucléaires (presse)

    01:34:24  Le Premier ministre britannique Tony Blair est devenu favorable à la construction au Royaume-Uni de nouvelles centrales nucléaires, dont la construction pourrait commencer d'ici dix ans, a affirmé le Times lundi.

    M. Blair pense maintenant que construire de nouvelles centrales nucléaires est le seul moyen de garantir l'approvisionnement en énergie du pays et de respecter ses objectifs de réduction des émissions, selon le Times.

    Il s'agit d'une volte-face alors que le parti travailliste est traditionnellement opposé au nucléaire et qu'un Livre Blanc sur la question avait estimé il y a deux ans l'option nucléaire "peu attrayante", selon le Times.

    M. Blair va lancer dans les deux prochaines semaines une étude sur la question, qui devra remettre ses conclusions au début de l'été prochain, selon le Times.

    "Les critiques soupçonneront que les membres (de la commission chargée de réaliser cette étude) seront choisis de manière à garantir une conclusion différente du dernier Libre Blanc sur l'énergie de 2003", écrit le Times.

    Le principal conseiller scientifique du gouvernement, Sir David King, a souhaité dimanche, sur la BBC, que M. Blair donne rapidement le feu vert au remplacement des centrales nucléaires vieillissantes par une nouvelle génération de réacteurs, pour réduire les émissions des gaz responsables du réchauffement climatique.

    Dépêches précédentes

    GB: le patronnat appelle à une décision rapide sur l'énergie nucléaire
    Un conseiller de Blair conseille de renouveler les centrales nucléaires

     

    José Mateus Cavaco Silva at November 21, 2005 02:57 | link | comments
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    Bloggers' Rights

    José Mateus Cavaco Silva at November 21, 2005 02:37 | link | comments
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    O GRANDE DISPARATE DA SONY

    Ler AQUI e AQUI

    José Mateus Cavaco Silva at November 21, 2005 02:34 | link | comments
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    Sunday, 20 November 2005

    Os amigos dos terroristas

    Ler AQUI

    José Mateus Cavaco Silva at November 20, 2005 22:20 | link | comments
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    NOTÍCIAS DO... INEXPLICÁVEL

    " Escutas telefónicas feitas no âmbito do «caso Portucale» surpreenderam conversas entre altos dirigentes e figuras do PS e do CDS, visando a demissão do procurador-geral da República, Souto Moura, e a sua substituição pelo jurista Rui Pereira (ex-director do SIS e secretário de Estado nos Governos do PS, e actual presidente da unidade de missão que estuda a reforma das leis penais). As escutas em causa foram feitas ao telefone de Abel Pinheiro (dirigente do CDS e arguido no caso) e nelas surgem, entre outros, o ex-líder do CDS, Paulo Portas, Fernando Marques da Costa, conselheiro do Presidente da República, e o próprio Rui Pereira. Nessas conversas afirma-se que José Sócrates queria substituir Souto Moura por Rui Pereira e que, ainda antes de tomar posse (aquando da sua indigitação para formar Governo), teria auscultado informalmente Jorge Sampaio sobre a questão. Mas o PR rejeitaria, não concordando com o «timing» nem com o nome proposto. Portas terá informado Pinheiro, dirigente com os pelouros das finanças e das relações interpartidárias do CDS, que Sócrates tinha pedido o apoio dos centristas ao nome de Rui Pereira. Este também contactou Abel Pinheiro para lhe transmitir a abordagem informal do indigitado primeiro-ministro, tendo recebido a confirmação do apoio do CDS. Por seu turno, Fernando Marques da Costa, conselheiro do PR, discutiu várias vezes com Pinheiro a substituição de Souto Moura, chegando os dois a ponderar hipóteses de cargos fora do país para o actual procurador. Abel Pinheiro chegou mesmo a dizer que era necessário encontrar «uma chupeta estrangeira». Tudo isto ficou gravado e foi transcrito no processo Portucale. Segundo o EXPRESSO apurou, José Sócrates propôs de facto ao PR, mais do que uma vez e em termos informais, a substituição de Souto Moura (cujo mandato só termina em Outubro de 2006). "

     Expresso - 19/11/2005

     

    José Mateus Cavaco Silva at November 20, 2005 22:02 | link | comments
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    BEM PERGUNTA... 

    O RUI PERDIGÃO

    (acho que o Rui pergunta porque responder só pode ser "politicamente incorrecto"... e quem é que não está já farto deste novo "pc" ?)

    " A tradição...
    ... do corte do clitóris e da mutilação genital, insere-se em que alínea do conceito tecnocrático do multiculturalismo? "
    .

    José Mateus Cavaco Silva at November 20, 2005 21:47 | link | comments
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    Não há democracia sem soldados,

    não há política sem democracia,

    não há democracia sem pátria.

    Ler AQUI

    José Mateus Cavaco Silva at November 20, 2005 21:31 | link | comments
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    Thursday, 17 November 2005

    BRAVO, MIGUEL !

    ACABOU BEM A MÁ AVENTURA DO PEQUENO MIKAEL... 

    UMA VITÓRIA (BEM DURA) DE OUTRO MIGUEL, O REIS !

    José Mateus Cavaco Silva at November 17, 2005 18:19 | link | comments
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    Deriva da Esquerda...

    DA DITADURA DO PROLETARIADO

    À DITADURA DA "CHARIA"

    La gauche fait-elle le lit de l'islamisme?
    Là où la journaliste Caroline Fourest craint la séduction qu'exerce sur certains une «dictature de la charia», François Burgat, directeur de recherche au CNRS, redoute la dérive simplificatrice que peut engendrer un rejet indifférencié de l'islam. L'Express les a réunis dans un face-à-face animé.
    Notre forum
    La gauche joue-t-elle avec le feu?

    No L' Express

    José Mateus Cavaco Silva at November 17, 2005 15:57 | link | comments
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    Olivença e Ibérico - Palavras Proibidas

                                                                                                    

    Amanhã, em Évora, tem início mais uma reunião anual dos governos de Portugal e de Madrid: a  "XXI Cimeira Luso-Espanhola"! Voltamos à designação original: luso-espanhola... o "ibérica" está proíbido !

    Se, para uns, Olivença é tabu e não pode ser falado na Cimeira, então "ibérico" também o é... O MNE recebeu instruções políticas e já as fez seguir para os ministérios.

    Por uma vez, até parece que em Lisboa não estão todos a dormir... Oxalá, assim seja!

    José Mateus Cavaco Silva at November 17, 2005 15:52 | link | comments
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    Fidel Castro Tem Parkinson...

    TORMENTA À VISTA NAS CARAÍBAS...

    A CIA acha que Fidel Castro tem Parkinson... E que o seu estado pode agravar-se a qualquer momento e impedi-lo de exercer a mão de ferro com que controla a ilha...

    É assim o destino dos ditadores, uns caem da cadeira, outros acabam com Parkinson e outros, menos prudentes, levam com o pau quando põem a cabeçorra de fora...

    Os candidatos ao turismo sexual em Cuba já sabem: aproveitem enquanto é tempo que há borrasca à vista...

    José Mateus Cavaco Silva at November 17, 2005 15:40 | link | comments
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    «On n'a pas été assez ferme sur le respect des devoirs et pas assez généreux sur l'expression des droits»

    Nicolas Sarkozy, entrevista ao L'Express:

    INTERVIEW EXCLUSIVE
    Nicolas Sarkozy contre-attaque

    17/11/2005 - 11:19
    Banlieues, sécurité, immigration... Au cœur de la crise où la révolte des cités a plongé le pays, le ministre de l'Intérieur s'explique. Cet entretien décapant avec Denis Jeambar en dit long sur sa vision de la France et sur sa manière de faire de la politique...

    Ler AQUI

    José Mateus Cavaco Silva at November 17, 2005 15:31 | link | comments
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    SIC - Tanto barulho por nada ou como diz o outro: 

    "Pedro Mourinho...? Então e os outros todos...?!

    José Mateus Cavaco Silva at November 17, 2005 15:05 | link | comments
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    O PARADOXO FRANCÊS

    Neste momento em que tudo o que não conhece a França se acha em condições e com qualidades para emitir opinião sobre a actualidade francesa, não quero comentar a situação do país que me acolheu no início dos anos setenta e que nunca me tratou mal. Pelo contrário... Por isso mesmo me tenho recusado a comentar aqui a situação e apenas me tenho limitado a apontar factos.  Para que ninguém possa dizer que qualquer coisa de passional vem poluir a análise. Nada perderei pela demora... Deixemos, portanto, que falem do assunto todos os que já foram visitar a torre Eiffel e mais os que ainda não foram - e que convenientemente esquecem ou não sabem que Paris teve ou ainda tem tantos portugueses como Lisboa, apesar de serem "invisíveis" - e assinalemos apenas um paradoxo francês muito actual.

    O termo "la racaille" utilizado pelo ministro do Interior para designar os protagonistas da "intifada" banlieusarde designava sobretudo franceses de primeira geração... Franceses que, como alguns explicaram, têm B.I. francês mas sentem-se magrebinos, nunca franceses. O filho de uma emigrante grega e de um húngaro fugido ao estalinismo, tem B.I. francês, sente-se francês e é ministro... do Interior e o único membro do governo que ousou utilizar o "racaille". E até  nem tem nome francês pois chama-se Sarkozy... que não é bem palavra do francês!

    Sarkozy sente-se francês, enquanto os outros se sentem magrebinos... Um é ministro e os outros incendeiam casas e carros. O ministro olha o incêndio e chama-lhes "racaille"...

    Há um paradoxo francês ou então Sarkozy não sabendo se havia de sentir-se grego ou hungaro... decidiu sentir-se francês!

    José Mateus Cavaco Silva at November 17, 2005 03:12 | link | comments (1)
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    Wednesday, 16 November 2005

    18h Economie Anuncia Hoje:

    CHINA : PRIMEIRO HUMANO

    MORTO PELA "GRIPE DAS GALINHAS"

    " Premier mort de la grippe aviaire en Chine

    Pour la première fois, la grippe aviaire a tué un être humain en Chine : l'Organisation mondiale de la santé (OMS) a annoncé mercredi le décès d'une femme de 24 ans, dans l'est du pays. Quelques heures auparavant, la Chine avait signalé au moins trois cas humains de grippe aviaire. L'OMS en a confirmé deux. La Chine a officiellement détecté onze foyers de grippe aviaire depuis un mois mais n'avait encore rapporté aucune contamination humaine. "

    E Noticia Ainda Que São Precisas 13 Semanas Para Fabricar Uma Vacina Contra Esta Gripe:

    13 -  Le nombre de semaines pour fabriquer un vaccin contre la grippe aviaire

    Entre 13 et 14 semaines. Soit presque trois mois et demi pour produire les premiers vaccins contre une grippe pandémique humaine dès lors que l'OMS aura Lire la suite >>

    José Mateus Cavaco Silva at November 16, 2005 17:49 | link | comments
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    OTA : OS ENORMES CUSTOS   DE UM PEQUENO AEROPORTO

    Ver AQUI  (com números)  e  AQUI  (com bonecos)

    CONCLUSÃO: VAMOS DELAPIDAR NUM APEADEIRO O DINHEIRO DE UM "HUB"

    José Mateus Cavaco Silva at November 16, 2005 03:40 | link | comments
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    SÓCRATES ESTÁ MESMO DISPOSTO A NÃO DEIXAR A ENI BRINCAR COM PORTUGAL

    Tinhamo-lo aqui deixado escrito ontem e hoje confirma-se. O segmento gás é absolutamente estratégico no plano ENI para Portugal e para a Península... Ora, segundo a Lusa de hoje:

    " Energia: Governo pede à Galp para acelerar venda de activos à REN

    Lisboa, 15 Nov (Lusa) - A Galp Energia vai acelerar o processo de alienação dos activos de regasificação, transporte em alta pressão e armazenagem de gás natural à Rede Eléctrica Nacional (REN), anunciou hoje a empresa em comunicado.

    A venda destes activos à REN consta da orientação do Governo para o sector da energia, no sentido de aumentar a concorrência entre os operadores do mercado.

    O Governo, de acordo com o comunicado da Galp, pediu à administração da empresa para acelerar o processo de separação e venda à REN dos activos de regasificação, transporte em alta pressão e armazenagem de gás natural. "

    José Mateus Cavaco Silva at November 16, 2005 02:52 | link | comments
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    Tuesday, 15 November 2005

    Guerra da Galp Energia sobe de tom...

    SÓCRATES DISPOSTO A NÃO CEDER À ENI

    Sócrates sente-se enganado pelos italianos da ENI e não está disposto a ceder-lhes a Galp Energia, na sequência do catastrófico "negócio" feito por Pina Moura. Os italianos que, através da Galp Energia, querem ficar donos e senhores do sector da energia em Portugal e afirmar-se em Espanha, têm sido useiros e vezeiros em dar o dito por não dito e outras mudanças de posição, incluindo quebra de compromissos assumidos. Sócrates está farto deste modo de negociar e disposto a defender como puder a Galp Energia... E, parece, já lhes fez sabe-lo !

    A ENI prepara a resposta e contratou, por três meses, a agência de comunicação de Cunha Vaz... a mesma da EDP e da candidatura de Mário Soares !

    José Mateus Cavaco Silva at November 15, 2005 03:22 | link | comments
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    O "LE MONDE" DESCOBRE A MODA      QUE A NOSSA FLORESTA AGRADECE

    La mode de la maison en bois

    Ce nouveau goût pour la matière végétale répond à la recherche d'authenticité, de ressourcement et de rapprochement avec la nature en même temps qu'elle montre un nouveau souci de préservation de l'environnement. Cela tombe bien : avec ses 16 millions d'hectares de forêts (deux tiers de feuillus, un tiers de résineux), notre pays n'est pas dépourvu de cette ressource. 

    Ler o resto AQUI

    José Mateus Cavaco Silva at November 15, 2005 02:56 | link | comments
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    O ESQUEMA DO PROBLEMA

    Fonte: Eurostat.

    Como ler a matriz:

    No gráfico estão definidos quatro espaços. Comecemos pelo topo esquerdo e caminhemos no sentido dos ponteiros do relógio.

    1. No quadrante superior esquerdo situam-se os países da UE com PIB per capita inferior à média da União Europeia (UE), mas com taxas de crescimento do PIB superiores à média. São os parentes pobres mas em vias de rápida ascensão (ou convergência, para utilizar um termo comum nos média). Estão neste patamar os novos estados-membros da Europa do Leste, bem como a Grécia e a Espanha. Esta última, aliás, já em vias de atravessar a fronteira que a separa do clube dos ricos.

    2. No quadrante superior direito estão os países com PIB per capita elevado (superior à média) e elevadas taxas de crescimento do PIB (superiores à média da UE25). Destaque para a Irlanda, o mais rico do clube e o que mais continua a crescer, divergindo da média para melhor. De resto, estão aqui 4 dos mais ricos países da UE que consolidam a sua posição graças a um crescimento médio anual do PIB, entre 2000 e 2004, na casa 2,5 a 3%: Finlândia, Reino Unido e Suécia. Na fronteira entre os ricos dinâmicos e os ricos em estagnação ou recessão, a França.

    3. No outro lado da fronteira, no quadrante inferior da direita, estão os países mais ricos mas com problemas de crescimento. Próximo da França estão Bélgica e Áustria; com taxas de crescimento ainda mais baixas, encontramos a Dinamarca, Itália, Alemanha e Países Baixos.

    4. Por fim, no quadrante inferior da esquerda, só, está Portugal. Características da posição? Riqueza E crescimento inferiores à média da UE25. Pobre e a atrasar-se. Em risco de ser apanhado pelo carro-vassoura. Só, insisto.

    in Grande Loja ;

    José Mateus Cavaco Silva at November 15, 2005 02:44 | link | comments
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    FUGA DO ELEITORADO: DÚVIDA ESCLARECIDA

    O Martim Silva escreve no seu (agora partilhado com o Francisco Trigo de Abreu...) "Mau Tempo no Canil" algo que era o que me faltava para perceber o porquê de cerca de 30 por cento dos votantes do PS nas últimas legislativas indicarem, em todos os estudos, ir votar... Cavaco.

    Diz o Martim: " Por último, e depois de muito ter ouvido dizer que a direita isto ou a esquerda aquilo... Entendo que uma esquerda moderna, liberal, sem esqueletos no armário e roupa a cheirar a naftalina gonçalvista, não pode em 2005 ter hesitações em ver Cavaco Silva como o personagem certo para ocupar o Palácio de Belém. Da mesma forma que Mário Soares o foi em 1985. Não é preciso ser o mais culto. O mais prolixo. O com melhor estampa. O que mais leu. O que mais viajou. É preciso é ser o homem certo, para o lugar certo, na altura certa e em que o País mais necessita. "

    José Mateus Cavaco Silva at November 15, 2005 02:21 | link | comments
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    OS NOSSOS MELHORES EMBAIXADORES

    O Ministro da Defesa, Luís Amado, em conversa com militares portugueses do International Security Assistance Force durante o almoco-convívio na base do ISAF, em Cabul. (Foto da Lusa)

     

    Estes "meninos" têm feito mais pela política externa portuguesa e por Portugal, nuns meses, do que todo o palácio das Necessidades faz numa década... Por isso, lhes é devido um grande Obrigado !

    José Mateus Cavaco Silva at November 15, 2005 01:13 | link | comments
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    Hoje, a Lusa noticia:

    UMA VITÓRIA DA LIBERDADE E DA BLOGOSFERA

    Casa Pia: Tribunal de Alcobaça absolveu autor de blogue

    Leiria, 14 Nov (Lusa) - O Tribunal de Alcobaça absolveu hoje o autor do blogue doportugalprofundo, António Caldeira, da acusação de ter divulgado matérias do processo da Casa Pia que estavam em segredo de justiça.

    O Ministério Público pedira a condenação a uma pena de multa do autor do blogue, enquanto José Maria Martins, advogado de defesa do arguido, defendia a absolvição do seu cliente, considerando que ele "não foi notificado do despacho" que proibia a publicação daquelas matérias.

    (...) Durante o julgamento, foram ouvidas testemunhas como a provedora da Casa Pia de Lisboa, Catalina Pestana, o advogado Pedro Namora, o jornalista Alte Pinho e os professores universitários António Pedro Dores e José Adelino Maltez.

    (...) A sentença representou "um alívio" para António Caldeira, tendo constituído "uma vitória da cidadania e da blogosfera".

    José Mateus Cavaco Silva at November 15, 2005 01:04 | link | comments
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    Monday, 14 November 2005

    É também por isto que gosto do Corto... Ele contínua a fumar !

    (apesar do muito maléfico olhar de reprovação dos Rasputines)

    José Mateus Cavaco Silva at November 14, 2005 04:28 | link | comments
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    UMA HISTÓRIA EXEMPLAR...

    Bombardier, alguém se recorda ...? Ler AQUI, na Grande Loja, e no  El Mundo

    AGORA, JÁ PERCEBEM COMO SÃO ELES E COMO  SOMOS NÓS?

    E QUAL É A DIFERENÇA... PERCEBERAM?  

    José Mateus Cavaco Silva at November 14, 2005 04:03 | link | comments
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    Rodrigues Maximiano, magistrado do MP, jubilado, em entrevista à "Pública"

    DUVIDA SE O PODER POLÍTICO QUER

    COMBATER O CRIME ORGANIZADO...

    "Olhando para trás, estes anos todos, tenho uma grande reserva sobre se o poder político alguma vez teve interesse em combater o crime organizado."

    "Porque se estivesse interessado nisso desenvolvia um processo autofágico."

    " O DCIAP, cuja competência abrange o país inteiro no que respeita a crime de colarinho branco, crime organizado, terrorismo e crime transnacional, a directora não tem uma secretária, uma telefonista, não recebe os jornais, se recebe a visita de uma entidade estrangeira, paga o almoço do seu bolso, não tem viatura distribuida ( os carros são-lhe emprestados pela polícia), tem seis, sete magistrados para o país todo e estrangeiro. E um quadro de funcionários que não digo porque é ridículo."

    José Mateus Cavaco Silva at November 14, 2005 02:37 | link | comments
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    Os Equívocos do Aeroporto na Ota

    NÃO SE ENGANEM: OS OTÁRIOS SOMOS NÓS...  OS PAGANTES !

    Ota e otários, andam aí pela net uns trocadilhos a propósito... Uma nova definição de otário como aquele que apoia, sem razões nem justificações, um aeroporto na Ota. Não concordo nada com tal definição que me parece... otária! Os que defendem sem razões válidas esta construção têm razões escondidas e privadas muito, mas mesmo muito, válidas para eles... Nesta coisa da Ota, os únicos (mas muitos, mesmo muitos...) otários somos nós - os pagantes. Ou seja, faz-se na Ota um aeroporto que não serve para nada, nós que somos contra vamos pagá-lo e os apoiantes empocham uma pipa de massa... A Ota só serve para uma coisa: para que o orçamento de estado apoie desmesuradamente o que de pior, mais retrógrado e parasitário existe em Portugal!

    Já aqui várias vezes se disse e explicou isso mesmo e o que é esse parasita do complexo económico neo-corporativo e salazarento... Hoje, chegou-me pela net um óptimo texto do Luís Rosa sobre esta matéria da Ota, que aqui se reproduz.

    à atenção do Sr. Procurador Geral da República

    Quando as OTA's são o problema

    O ministro das Obras Públicas, Mário Lino, assumiu ontem no Parlamento que a "localização da OTA é mais vantajosa como alternativa à Portela", fundamentando a sua opinião com razões ambientais. O ruído do actual aeroporto de Lisboa foi a principal razão apresentada.

    Lino garantiu ainda que irá avançar com pequenos trabalhos preparatórios da grande obra pública chamada aeroporto internacional da OTA, como drenagens do terreno, expropriações e desvios de linhas de alta tensão.

    O que serve para dizer que não há nada a fazer: a OTA está escolhida, a OTA escolhida está.

    É um erro colossal. E explico porquê.

    Não ponho em causa a necessidade de uma nova infra-estrutura aeroportuária. A Portela não irá além de 2015/2020. Logo, é preciso planear o futuro. Mas com a opção da OTA tal não é feito. Pelo contrário.

    1 - A zona para onde está planeado construir esse mamute branco não permite a edificação de mais de duas pistas. Leram bem. Não é gralha. São mesmo 2 PISTAS. E depois?, perguntam os pessismistas.

    E depois não haverá qualquer hipótese de expansão. Ou seja, a capacidade máxima de 30 milhões de passageiros/ano da OTA será alcançada em 15/20 anos, sendo certo que ao fim desse tempo terá que se construir outro aeroporto. O Governo de Sócrates prepara-se para avançar para um investimento de mais de 3.000 milhões de euros que permitirá construir uma infra-estrutura que terá, no máximo, 20 anos de vida.

    Basta dizer que o aeroporto de Barajas, nos arredores de Madrid, tem previstas obras de expansão e construção de novos terminais que permitirão receber 90 milhões de passageiros/anos. E sabem porquê? Porque a área onde está situada a infra-estrutura permite, geograficamente falando, essa expansão. A OTA não.

    (As empresas de obras públicas aplaudem a OTA, pensado já no aeroporto sucessor)

    2 - A zona da OTA tem também problemas ao nível dos solos, por causa das bacias hidrográficas da bacia do Alvarinho e da bacia da OTA. O que obrigará a uma movimentação de terras, segundo especialistas, que poderá chegar aos 50 milhões de metros cúbicos terras. Ou seja, cerca de quatro vezes mais do que os actuais números do país.

    (Os empreiteiros esfregam as mãos de contentes com o volume de negócios que a construção do novo aeroporto poderá gerar. Os cofres do Estado ficarão ainda mais vazios, porque esta obra, com a localização da OTA, custará certamente muito mais que 3 mil milhões de euros).

    3 - Os acessos ao novo aeroporto também poderão elevar o custo da construção. Pela simples razão de que terão que ser construidos a uma cota de cerca de 30 metros, sobre lodos, argilas e areias argilosas do leito das ribeiras.

    (Os empreiteiros ficam histéricos. Os seus olhos parecem cifrões)

    4 - A auto-estrada do Norte terá que ser duplicada naquela zona. Qualquer leitor que conheça a A1 naquela zona, sabe que estamos a falar de um terreno acidentado. Há espaço? Quanto custará? Alguém já fez o estudo de construção?

    (A Brisa junta-se aos empreiteiros que, aos saltos de felicidade, não notaram a chegada do novo parceiro)

    5 - José Sócrates não irá animar a economia com a OTA. Irá levar as empresas de obras públicas ao êxtase e promoverá o crescimento espectacular de um sector de actividade estagnado, eternamente dependente do Estado e do volume de obras públicas, e que, em vez de apostarem na internacionalização, preferem continuar dependentes do mercado nacional.

    6 - Há uns anos atrás li um estudo comparativo de empresas de obras públicas portuguesas e espanholas. A conclusão era lapidar: tendo em conta o PIB de cada país, as empresas públicas portuguesas estavam claramente sobredimensionadas para o mercado português.

    Sabem porquê? Porque o Estado não pára de lhes dar OTA's.

    Portugal vive dias difíceis.

    Ao contrário dos inúmeros pessimistas que residem neste rectângulo à beira mar plantado - com todas as vantagens daí inerentes -, não penso que estejamos destinados a um fim trágico, sem apelo nem agravo. Nada disso.

    Acredito profundamente que, apesar de rezingões e mal-humorados, os portugueses serão capazes de dar a volta por cima. Como invariavelmente deram ao longo de mais de 800 anos de história. Nãoo penso que o caminho necessário para aí chegar passe pela OTA. Nem de perto, nem de longe.

    É um péssimo sinal, ao fim de apenas 4 meses de Governo, que José Sócrates se agarre à OTA para recuperar a economia.

    (O TGV é conversa para mais tarde)

    É importante estudarmos uma nova localização para um novo aeroporto, cuja construção só poderá ser anunciada depois de concluídas as negociações sobre as perspectivas financeiras da União Europeia - porque o financiamento dessa obra depende, em larga escala, dos fundos europeus.

    Portugal não se pode dar ao luxo de desperdiçar mais de 650 milhões de euros - que é o valor que está orçamento para a OTA no  Programa de Investimentos em Infra-Estruturas Prioritárias e não o valor real de 3 mil milhões de euros - em mais estudos e trabalhos preparatórios da construção do futuro aeroporto, como já foi admitido pelo ministro Manel Pinho.

    Os recursos do Estado português não são ilimitados. A "qualidade" do investimento público reclamada por Luís Campos e Cunha é um imperativo nacional. Por não ser este o melhor momento das contas públicas, e por ser possível aguentar até ao fim da legislatura sem avançar com um sucessor da Portela, sou contra a construção do novo aeroporto da OTA.

    Quando os recursos financeiros do país permitirem, terá que ser estuda uma nova localização para o futuro aeroporto internacional de Lisboa. Essa localização será, obrigatoriamente, como se passa na esmagadora maioria das cidades europeias, fora da capital.

    Entre a Serra dos Candeiros e Vila Franca de Xira, seja na margem norte, seja margem sul do rio Tejo, não acredito que não exista uma localização viável sob o ponto de vista técnico e financeiro. E muito mais barata que a OTA.

    Luis Rosa

    José Mateus Cavaco Silva at November 14, 2005 01:50 | link | comments
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    Sunday, 13 November 2005

    Jorge Coelho Passa a Reserva da República

    TRÊS SEMANAS DEPOIS A "SÁBADO" CONFIRMA O CLARO! O título de capa da “Sábado” é "De onde vem o dinheiro de Jorge Coelho" e lá dentro, numa estória de várias páginas, para a qual Coelho se recusou a falar, é explicado como Jorge Coelho está a dar prioridade no seu dia a dia a outras matérias que não a política... Há três semanas, aqui no CLARO já se tinha escrito sobre esta matéria:

    Jorge Coelho e o Governo

    OU A INEXORÁVEL DERIVA

    DAS PLACAS TECTÓNICAS

    Ver CLARO e em tempo certo, realmente, é outra coisa...
    Jorge Coelho reserva-se e, de facto, passa à reserva. Da República... Ou, parafraseando o grande outro, abençoada república que tal reserva ganha !
    À "Sábado", Coelho disse nada mas deixa uma mensagem subtil, cujo alcance ainda está para se ver
    !

    José Mateus Cavaco Silva at November 13, 2005 20:33 | link | comments
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    Se o ridículo matasse...

    COMUNISTAS FAZEM           O MAL E A CARAMUNHA

    Já se sabia que o prudente e afónico (nos momentos certos...) Jerónimo de Sousa é um daqueles cidadãos que estava distraído quando deus distribuíu a inteligência... Há mesmo quem diga que, nesse momento, ele tinha ido à casa de banho pelo que não estava presente. Mas notícia da Lusa de hoje não deixa dúvidas sobre o assunto. " Presidenciais: Poder económico mandará no país se Cavaco ganhar - Jerónimo de Sousa"

    Segundo a Lusa, "o secretário-geral do PCP e candidato presidencial Jerónimo de Sousa disse hoje que o seu adversário Cavaco Silva fará o "frete" ao poder económico e este mandará no país se o ex- primeiro-ministro ganhar as presidenciais de 2006. "O poder económico não se pode sobrepor ao poder político", frisou Jerónimo de Sousa, num almoço em São Domingos de Rana, Cascais, defendendo que, "se Cavaco Silva fosse Presidente da República", esse "poder económico que hoje maltrata e despreza até o poder político" mandaria no país. "Vêem como Cavaco Silva trata o seu partido, o PSD, e como trata o CDS - de uma forma arrogante, de marginalização. Porque não precisa do seu partido nem do CDS. Precisa é dos meios e do apoio do grande capital, a quem fez o frete durante a sua governação e a quem está disposto a fazer o frete se for eleito presidente", acusou Jerónimo de Sousa".

    É dífícil encontrar maior rosário de disparates. Aliás, a honestidade intelectual também falha a Jerónimo de Sousa. Caso contrário, pela sua responsabilidade de secretário-geral do PC, ele seria o primeiro a reconhecer que os maiores fazedores de "fretes ao grande capital" (que no caso nem é "grande capital" mas o complexo económico neo-corporativo e salazarento...) vêm do seu próprio partido!

    Ao levantar este tema, recorrente na propaganda comunista, da relação entre o "económico" e o "político", Jerónimo de Sousa demonstra mais uma vez como os comunistas são geneticamente incapazes de compreender os "comos" de funcionamento das sociedades abertas e da democracia.

    A relação entre os poderes do "económico" e do "político", as formas como convivem os seus agentes e como se hierarquizam, como os seus tempos e modos são dinâmicos e não se regem pela rigidez que caracteriza o pensamento totalitário da direita extrema ou dos comunistas.

    A subordinação - o princípio da subordinação - do poder do "económico" ao poder do "político" não se dá por tal estar inscrito numa qualquer constituição... Aliás, o estar tal lá escrito já é um mau indício. Um indício de fraqueza do "político" que sente a necessidade de gravar na pedra constitucional aquilo que devia ser um óbvio dado de partida e implícito.

    A subordinação do "económico" ao "político" dá-se não por a coisa estar escrita numa qualquer constituíção mas por este ter meios específicos (e a capacidade de os usar...) de natureza inalcançável para o "económico" e que são intrinsecamente e por definição superiores a tudo o que o "económico" detém. Claro que os agentes do "político" não podem estar todos à venda (prontos a aceitar a subsidiação da sua vida privada e também das suas actividades políticas pelos agentes e líderes do "económico", ao contrário do que acontece no nosso famoso e actual complexo económico neo-corporativo e salazarento...) e os que se vendem assim terão de ser, enquanto tal, destruídos pelo sistema de checks and balances que caracteriza o sistema político democrático das sociedades abertas...

    Mas perceber tudo isto é algo que está fora do alcance de uma cabecinha formatada pelo software leninista. E acontece esta coisa rídicula: o sec.geral comunista acusa Cavaco de se preparar para fazer uma coisa que... está há anos feita! E para cuja feitura houve contributos decisivas de gente do seu partido ou de lá oriunda. Mas o PC tem ainda e também, neste problema, responsabilidades políticas. A sua oposição sistemática ao reforço do estado democrático, durante todos os dias dos últimos trinta anos, é responsável pelo enfraquecimento estrutural do poder político e pelo facto de este estar amputado de instrumentos fundamentais para enfrentar o "económico" e impôr o primado do "político".

    Ou seja, o PC consegue fazer o mal e a caramunha e Jerónimo acusa agora disso Cavaco, como ontem acusou Soares e muitos outros. Extraordinário... mas vulgar!

    José Mateus Cavaco Silva at November 13, 2005 20:16 | link | comments
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    VISTO NO "CORREIO DA MANHÃ - VIDAS"

    " Festa de luxo em Sintra

      Um casamento de luxo

      Boda de luxo em fotos exclusivas

    O casamento de Catarina Salgado, de 32 anos, filha de Ricardo Salgado, presidente do Grupo BES e detentor de uma das maiores fortunas do País, com o milionário suíço Philippe Amon, de 44 anos, foi um dos acontecimentos mais badalados do ano.

    Num espaço dominado pela beleza e pelo romantismo, Catarina Salgado, de 32 anos, filha de Ricardo Salgado, presidente do Grupo BES (Banco Espírito Santo), e Philip Amon, filho de um banqueiro suíço, celebraram, pela segunda vez, o seu enlace. É que o casal já tinha oficializado a sua relação no fim-de-semana anterior, na Suíça, junto da família do noivo.

    Entre os convidados estavam, entre outros, os Duques de Bragança, Durão Barroso e a esposa, Margarida de Sousa Uva, Marcelo Rebelo de Sousa e a namorada Rita Amaral Cabral, Manuela Ferreira Leite, Maria José Nogueira Pinto, Luís Marques Mendes, Manuel Pinho, Rui Vilar, Joaquim Oliveira, Dias da Cunha, e a dupla de estilistas José Manuel Alves e Manuel Gonçalves.

     A festa (a primeira...NdR) realizou-se em Aubonne, uma bela cidade medieval localizada entre Genebra e Lausanne, no Bougy St. Martin, uma gigantesca propriedade feudal que hoje pertence ao noivo. De ascendência egípcia,  Philippe Amon é, nada mais nada menos, do que o vice-presidente da SICPA, a empresa que fabrica a tinta do papel moeda que abastece 90 por cento do mercado mundial. A cerimónia contou com a presença de muitas figuras do ‘jet set’ internacional, entre elas a ‘socialite’ Narcisa Tamborindeguy, amiga pessoal de Philippe, Maxime e Arlette Miterrand, Geoffrey Moore, o filho do actor Roger Moore (o velho 007). De Portugal, João e Catarina Pereira Coutinho foram os convidados mais mediáticos. A apadrinhar o enlace estiveram ainda José Espírito Santo e Albert Amon, irmãos de Catarina e Philippe, respectivamente.

    Mais badalados do ano... Quer dizer, "estavam lá todos", como, em tempos, nas festas Patino. Hoje, os patinos são outros e as festas são casamentos... Mas aposta-se que Rosário Teixeira não foi convidado!

    Festas, Patinos, Espíritos, casamentos... Velha questão filosófica: a história repete-se ou faz espirais...?

    José Mateus Cavaco Silva at November 13, 2005 04:52 | link | comments
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    Diz o Expresso

    "Governo escolhe Ota         por razões ambientais "

    Espero, mas espero mesmo, que isto seja uma das tais "notícias"  à Expresso... E que não se confirme esta "escolha" da Ota e muito menos que alguém se lembre de decidir localização de investimentos estruturantes por "razões ambientais" ! Immanuel Wallerstein , num dos seus trabalhos já clássicos, dá, para explicar a irracionalidade de certas decisões económicas, sociais e políticas, o exemplo do bêbado que perdeu a chave de casa e a procura na rua debaixo de um candeeiro... Quando chega o polícia de giro  (ainda havia disso, na altura...) e lhe pergunta se foi ali que perdeu a chave, o bêbado diz que não foi mas que ali é que há luz para a poder procurar... Ele há lógicas assim muito mais frequentemente do  que imagina o pobre cidadão mal informado das decisões e bem pagante de impostos!

    Quando João Cravinho falou de um novo aeroporto, de Sines e de tgv, teve o cuidado de explicar como essas infraestruturas tinham de se harmonizar num dispositivo capaz de viabilizar economicamente a fachada ocidental da Europa, como grande plataforma logística, e como esse dispositivo é o pivot estruturante de um novo modelo económico de desenvolvimento, substituíndo o velho, relho e esgotado modelo salazarento de mão de obra barata. Cravinho explicava ainda que só esta perspectiva e a comparticipação europeia e de privados justificava tamanhos e tão longos investimentos...  A coisa podia discutir-se mas fazia sentido. Tinha racionalidade económica, perspectiva estratégica e consistência de discurso. Tudo o que agora desapareceu... por "razões ambientais"!

    Cravinho é dos poucos políticos portugueses capazes de pensar em termos económicos e estratégicos (mesmo se, como todos os que realmente pensam, está sujeito a derrapanços...) mas como executivo tem muito mais limitações. Por isso, quando saíu das Obras Públicas todo o projecto da "grande plataforma logística" estava ainda muito atrasado e numa fase em que era possível fazer duma grande ideia um verdadeiro aborto, mantendo ou até mesmo aumentando as despesas e não garantindo as comparticipações...

    Quando hoje dizem que vão fazer um aeroporto na Ota por "razões ambientais" é de chorar... a rir ou não! A decisão por "razões ambientais" tem implicações e consequências:

    - O Estado vai gastar uma pipa de massa (a expressão é de Cravinho) que não tem, em pura perda...

    - A "grande plataforma logística" torna-se definitivamente inviável e adeus "único projecto possível e capaz de tirar Portugal do fosso" (citação de Cravinho em entrevista quando era ministro das Obras Públicas)...

    - A construção de um (inútil) aeroporto na Ota é um enorme atentado contra o Ambiente (que não se reduz a sobreiros...) pelo que implica de deslocamento de terras, destruíção de habitats naturais, destruíção de culturas e alteração da paisagem...

    - Os especuladores imobiliários bem como o lobby do complexo neo-corporativo e salazarento * dos bens e serviços não-transacionáveis vão sentir-se confortados e acarinhados pelo Estado (quando era exactamente o contrário que o País precisava que eles sentissem a sério...), ficarão ainda mais ricos e o País ficará ainda mais pobre e mais sem futuro...

    Sejamos claros, a questão ambiental tem de ser tida em conta em todos os projectos económicos. A ordem da coisa é que aqui foi integralmente subvertida...A Ota deixa de ser um projecto económico para ser um projecto "ambiental"! Um projecto de investimento define-se e estrutura-se por racionalidade económica e estratégica, são variáveis económicas e estratégicas que o definem. Esquissado o projecto, é necessário introduzir no cálculo os elementos da problemática Ambiente... O que nunca foi feito, em parte alguma, nem o pode ser, é definir um projecto em função de variáveis ambientais (e neste caso mais que incompletas, suspeitas e duvidosas...) e depois ficar à espera de ver se o investimento assim decidido funciona ou não... Claro que nunca funcionará!

    Mas, "prontes", Portugal pode escrever mais uma página gloriosa do Livro do Guiness: pela primeira vez, um investimento desta dimensão e deste montante é decidido por "razões ambientais"... Sim, "ambientais" mas definidas à medida do complexo económico neo-corporativo e salazarento e dos especuladores imobiliários !

    Um destes dias, os Portugueses não vão mais suportar ouvir a palavra "Ambiente"... E será pena, porque o Ambiente é muito importante, mas não assim e nem para isto!

    *Como há muito se escreve aqui no CLARO, este complexo económico salazarento e neo-corporativo é uma economia privada, mas anti-mercado e que foge do mercado como o diabo da cruz (nem que para isso tenha de invocar a "doutrina social da igreja contra o capitalismo"; que faz os seus negócios privados com os dinheiros públicos, mesmo se tal passa pela "sedução" e manipulação de agentes e de dirigentes da instância política e do aparelho burocrático do Estado; que prospera nas "rendas" de situações neo-corporativas e salazarentas e nos bens e serviços "não-transacionáveis" - como os "reinos" do betão e da banca; uma "economia" que se consolidou como o principal factor de bloqueio do desenvolvimento económico e que nos asfixia - porque ao País, depois de pagar os custos deste "complexo", não resta já o necessário - nem em recursos financeiros e nem em inteligência - para investir no desenvolvimento...

    José Mateus Cavaco Silva at November 13, 2005 04:06 | link | comments
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    Saturday, 12 November 2005

    DO SEMPRE ATENTO JUMENTO :

      " PT - A PROXENETA DAS TELECOMUNICAÇÕES SA

    Dia: 2005-11-11 / Horas: 19h00

    É a isto que o senhor Horta e Costa, presidente da PT (a Proxeneta das Telecomunicações) designa acesso à internet por cabo? Só se for o Cabo das Tormentas. E não há nenhuma autoridade deste país capaz de obrigar a PT a cumprir com as suas obrigações, pondo fim a este roubo descarado que é cobrar a dezenas de milhares de utentes por aquilo que não utilizam?

     

    Existe a ANACOM [Link] "

    José Mateus Cavaco Silva at November 12, 2005 05:51 | link | comments
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    "... Bora Lá Criar um Blog na América!"

    SEM MAIS COMENTÁRIOS... POR DESNECESSÁRIOS!

    Entidade Reguladora para a Comunicação Social

    ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

    Lei n.º 53/2005
    de 8 de Novembro

    Cria a ERC - Entidade Reguladora para a Comunicação Social,
    extinguindo a Alta Autoridade para a Comunicação Social

    Artigo 6.º
    Âmbito de intervenção

    Estão sujeitas à supervisão e intervenção do conselho regulador todas as entidades que, sob jurisdição do Estado Português, prossigam actividades de comunicação social, designadamente:

    a) As agências noticiosas;

    b) As pessoas singulares ou colectivas que editem publicações periódicas, independentemente do suporte de distribuição que utilizem;

    c) Os operadores de rádio e de televisão, relativamente aos serviços de programas que difundam ou aos conteúdos complementares que forneçam, sob sua responsabilidade editorial, por qualquer meio, incluindo por via electrónica;

    d) As pessoas singulares ou colectivas que disponibilizem ao público, através de redes de comunicações electrónicas, serviços de programas de rádio ou de televisão, na medida em que lhes caiba decidir sobre a sua selecção e agregação;

    e) As pessoas singulares ou colectivas que disponibilizem regularmente ao público, através de redes de comunicações electrónicas, conteúdos submetidos a tratamento editorial e organizados como um todo coerente.  
    "

    The Chinese government has announced plans to police web forums, chat rooms and blogs alongside other websites.

    Websites in China have long been required to be officially registered.

     Man surfing the internet in China
    China wants more control over blogs

    The authorities are now determined that blogs should also be brought under state control.

    Press advocacy group Reporters without Borders said the initiative would "enable those in power to control online news and information much more effectively".

    Private bloggers must register the full identity of the person responsible for the sites, the Chinese Ministry of Information Industry (MII) said.

    Commercial publishers and advertisers can face fines of up to one million yuan (£66,000) if they fail to register.

    All blogs and websites must be registered by 30 June.

    'Don't bother'

    The authorities hope to push the most outspoken online sites to migrate abroad where they will become inaccessible to those inside China because of the Chinese filtering systems
    Reporters Without Borders

    "The internet has profited many people but it also has brought many problems, such as sex, violence and feudal superstitions and other harmful information that has seriously poisoned people's spirits," said a statement on the MII website, explaining why the new rules were necessary.

    It has developed a system which will monitor sites in real time and search each web address for its registration number. Any that are not registered will be reported back to the Ministry, the statement said.

    Blogs are often used in countries where freedom of speech is limited as a way of speaking out against the ruling power.

    The new rules could be devastating for bloggers who do not toe the Chinese Communist party line, said Reporters Without Borders.

    "Those who continue to publish under their real names on sites hosted in China will either have to avoid political subjects or just relay the Communist Party's propaganda," the organisation said.

    "The authorities hope to push the most outspoken online sites to migrate abroad where they will become inaccessible to those inside China because of the Chinese filtering systems," it added.

    Known as the Great Firewall, the filtering system used by the Chinese government is not entirely unbreachable; for every new restriction and technical door that it slams shut, the Chinese people find a hack, a workaround or an entirely new way of communicating.

    According to official figures, about 75% of sites have already complied with the new procedure.

    In May, many bloggers received e-mails telling them to register or face having their blogs declared illegal.

    But one anonymous China-based blogger told Reporters Without Borders that when he phoned the MII to register he was told not to bother because "there was no chance of an independent blog getting permission to publish"

    José Mateus Cavaco Silva at November 12, 2005 04:42 | link | comments
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    AI, QUE LÁ SE ESQUECERAM DO BIN LADEN...!

    Desde que começou a bernarda nos subúrbios franceses, maioritariamente habitados por gente obediente a Alá e aos que falam em seu nome, que estou à espera de ver uma referência (nem que fosse uma única...) à directiva, há quase seis meses, emitida por Bin Laden, para levar a jihade ao coração da Europa... Se falo agora do assunto é só para registar que não vi, em nenhum lado (como cantava Amália no fado) as tais referências !

    José Mateus Cavaco Silva at November 12, 2005 04:11 | link | comments
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    Friday, 11 November 2005

    SKYPE ABRE FILIAIS EM VÁRIOS PAÍSES EUROPEUS

    A França, a Polónia, a Inglaterra, a Alemanha, a Espanha e os países da Escandinávia vão nas próximas semanas receber filiais da Skype. Entrevista com o responsável da Skype-França, via L'Express.

    01net. : Skype ouvre un bureau en en France, que vous allez diriger. Est-ce un cas particulier, ou d'autres pays sont concernés ?

    Jérôme Archambeaud : Il y a des ouvertures dans les pays à fort potentiel. Skype s'est développé extrêmement rapidement en deux ans. Il compte aujourd'hui plus de 62 millions d'utilisateurs dans le monde pour 200 millions de téléchargements du logiciel. Il enregistre 1 million de nouveaux utilisateurs par semaine.

    En France, nous comptons 2,6 millions d'utilisateurs actifs, dont environ 5 % utilisant des services payants, avec 200 000 nouveaux venus par mois. Skype s'est beaucoup focalisé, depuis son démarrage, sur latechnologie, l'interface utilisateur, etc., sans imaginer que le succès serait aussi fulgurant. Et l'entreprise n'a pas pu accompagner les utilisateurs aussi bien et vite que voulu. Il était donc temps d'ouvrir des antennes dans des pays où Skypemarche fort, comme la France, la Pologne, le Royaume-Uni, l'Allemagne, l'Espagne et la Scandinavie.

    Quelle sera la mission exacte de Skype France ?

    Ma priorité - je suis seul pour le moment, mais des recrutements sont en cours - consiste à m'assurer que les 2,6 millions d'utilisateurs en France puissent acheter des produits compatibles avec Skype, pour pouvoir bénéficier pleinement du logiciel. Skype a conclu les partenariats avec des fabricants de casques avec micro ou de téléphones USB, tels Doro Matra ou Linksys. Je travaille donc de concert avec ces fabricants en France, mais aussi avec la grande distribution, les magasins spécialisés et les sites de commerce électronique en leur fournissant du matériel pour point de vente, des brochures...

    Nous sommes déjà présents chez Auchan, Carrefour, Darty et Leclerc. Par exemple, dans les magasins Auchan, il y aura une mise en avant de 15 à 20 produits labellisés Skype. Vu l'arrivée prochaine du service Skype Vidéo, nous sommesen train de finaliser un produit d'appel, avec casque-micro et webcam, pour moins de 15 euros, et d'autres plus chers, de 40 à 70 euros. Nous avons notamment travaillé avec Logitech.

    Pourquoi mettre l'accent ainsi sur le matériel aujourd'hui ?

    Il devenait important que les clients puissent avoir accès à une gamme de produits compatibles Skype qui corresponde à leurs besoins. Elle comprend aujourd'hui des produits dont les prix s'étendent de 4,99 euros à 139 euros. Il y a un an de ça, nos utilisateurs avaient plutôt l'embarras que le choix.

    Skype compte 30 % d'utilisateurs professionnels : ce sont des gens exigeants, qui achètent des numéros SkypeIn[qui permettent d'être appelés depuis n'importe quel téléphone, NDLR] et qui veulent du choix.Il faut savoir aussi que 12 % de nos utilisateurs se servent de Skype comme premier système de téléphonie.

    Allez-vous mettre en place une version française de Skype*, vu le nombre de clients ?

    Oui. Avant la fin du mois, nous allons inaugurer Skype.fr. Le site va démarrer, mais on ne pourra pas immédiatement assurer la gestion de la communautéonline, qui viendra un peu plus tard. Un des buts est, bien entendu, de permettre un jour à la communauté française d'utilisateurs de Skype de se retrouver et d'échanger.

    Skype a
    récemment connu quelques soucis en France, puisque le ministère de l'Enseignement supérieur et de la Recherche a demandé aux laboratoires et universités de ne plus l'utiliser pour raison de sécurité. Votre présence dans l'Hexagone servira-t-elle aussi à régler ce genre de difficulté ?

    Absolument. La moindre des choses, quand on opère un système de communication dans un pays, est de pouvoir rencontrer les autorités si besoin, de montrer patte blanche et de travailler en bonne intelligence. A l'époque, nous n'avions pas été contactés par le ministère car nous n'étions pas présents en France. Par ailleurs, concernant cette affaire, nous tenons à rappeler que la sécurité est au coeur de notre développement depuis le début.

    * Aujourd'hui, seule une version traduite du site en anglais existe ,sans adaptation spécifique au marché français .

    José Mateus Cavaco Silva at November 11, 2005 19:07 | link | comments
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    Claro, Curto e Conciso

    TUDO EXPLICADO...

    " En banlieue, il y a une économie parallèle prospère. Comment dire à un gamin de 10-12 ans, qui gagne 50 euros par jour en faisant le guet pour un trafiquant, qu’il doit bien travailler à l’école s’il veut gagner sa vie? Les dealers ont leur quartier général à 50 m d’ici. A 50 m aussi, il y a un poste de police. Ils sont trois à l’intérieur, bouclés comme dans un bunker, sans portables, sans véhicules, sans moyens. Qu’est ce qu’ils peuvent faire ? " 

    Agnès Faulcon, directora do Centre Social de la Dhuys, à Clichy-sous-Bois, em declarações ao L'Express

    ... PERCEBERAM ?

    José Mateus Cavaco Silva at November 11, 2005 18:57 | link | comments
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    Com a Liliana...

    A ECONOMIA GANHA ÉLAN... E O PIB VAI MELHORAR !

    Os amanhãs já cantam cá... ou já cá cantam! Depois da vitória esmagadora da Liliana (ajudada pelo agente escondido Sili Cone, é verdade...), as perspectivas para o PIB 2006 (ou mesmo o PNB...) só podem já ter melhorado! Com uma tal presença, a economia ganha logo novo entusiasmo, élan, tusa, enfim, como queiram dizer!  Liliana... Vivá...!

    José Mateus Cavaco Silva at November 11, 2005 18:36 | link | comments
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    FRANÇA A ARDER... PORQUÊ ? RESPOSTA FUNDAMENTADA...

    Le développement de l'islam fondamentaliste en France
    par rapport de recherche n°1 du CF2R - Septembre 2005


    Couverture du n° 30Extrait : Version révisée d’une étude réalisée par Éric Denécé et le CF2R pour le compte d’entreprises françaises, ce rapport apporte de nombreux enseignements sur l’emprise croissante de l’islam radical sur la société française et surtout sur l’impact de ce phénomène sur l’activité et la vie des entreprises. Nous en publions ci-après de larges extraits, avec l’aimable autorisation de son auteur.
    Préambule
    Depuis le début des années 2000, le phénomène islamiste ne cesse de croître en France. Parce qu’il se produit simultanément avec une vague d’actes terroristes sans précédent à travers le monde, il est perçu comme l’un des dangers majeurs par les autorités et l’opinion publique. […] Mais le danger islamiste ne concerne pas seulement la sécurité intérieure ; il touche aussi la société française et, peu à peu, la sphère économique et les activités de certaines entreprises.
    Dans cette perspective, diverses entreprises partenaires du Centre Français de Recherche sur le Renseignement (CF2R) ont souhaité disposer d’une étude sur la montée de l’islamisme radical au sein de la société française et de ses banlieues, afin de mieux comprendre ce phénomène et ses impacts possibles sur leurs activités. Ce rapport est une version révisée de l'étude réalisée à leur intention. Il a donc pour objectif premier d’éclairer des acteurs économiques implantés à proximité de quartiers sensibles et employant beaucoup de jeunes issus de ces banlieues « à risque », afin de mieux les préparer à l’évolution de leur environnement sociologique et sécuritaire.

    José Mateus Cavaco Silva at November 11, 2005 18:02 | link | comments
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    CULTURA CHINESA... HOJE !

    AFP
    Debout, le policier. Agenouillé, le voleur. Le premier a arrêté le second à Xian, au nord de la Chine. Le pays est en proie à une recrudescence de la délinquance, due en grande partie à l'élargissement de ce que certains, en France, appelleraient une fracture sociale.

    E Mais Ainda... No "Random Precision"

    Preso por distribuir Bíblias

    O «Washington Times» noticia que um líder religioso clandestino de Pequim, Cai Zhuohua, de 34 anos, que se encontrava preso já desde Setembro de 2004, foi agora condenado a três anos de cadeia pelo crime de distribuição de Bíblias e de outros «materiais cristãos».

    Esta é, de facto, uma situação absolutamente inadmissível, tanto mais que, segundo o mesmo jornal, ela vem na sequência de uma longa escalada de perseguições e de prisões que os cristãos chineses têm sofrido nos últimos anos, e representa uma inqualificável violação de um dos mais básicos direitos dos seres humanos, que é a liberdade religiosa.

    Até quando persistirão as autoridades chinesas em violar de forma sistemática os direitos, liberdades e garantias fundamentais, e em perseguir de forma simplesmente abjecta com longas penas de prisão (e até quantas vezes com a pena de morte), os cidadãos que simplesmente querem exercer os seus direitos e viver a sua vida em paz?
    Até quando as autoridades dos países ocidentais continuarão a fechar os olhos a esta aberrante e anacrónica forma de perseguição dos cidadãos, quando bem poderiam, por exemplo, condicionar a celebração de acordos comerciais ao respeito pelos direitos humanos?

    Sob pena de gravíssima conivência – e até de cumplicidade – com esta situação, constitui obrigação inequívoca de todos os governos do Ocidente procurar por todas as formas ao seu alcance pressionar a China a cumprir escrupulosamente os direitos humanos, a Carta das Nações Unidas e a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.

    E a não pactuar com a aplicação de penas de prisão a cidadãos que não querem mais do que simplesmente exercer uma forma de culto religioso diferente da que é aceite pelos cânones oficiais, como é o caso do catolicismo, ou o cristianismo de uma forma geral.

    Ainda que o catolicismo, ou o cristianismo, também não tenham deixado de, por sua vez, perseguir impiedosamente até à morte os praticantes de outros cultos religiosos, como foi, durante tantos séculos, por exemplo, o caso dos judeus.

    E ainda que o próprio livro sagrado de todos os cristãos, a Bíblia cuja distribuição missionária e inegavelmente corajosa mereceu a Cai Zhuohua uma pena de três anos de prisão, preconize a pena de morte por apedrejamento (Deut. 13:6 e 17:2) a quem praticar culto religioso distinto do do «Senhor Teu Deus».

    José Mateus Cavaco Silva at November 11, 2005 17:16 | link | comments
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    No "Mau Tempo no Canil"

    Quinta-feira, Novembro 10, 2005

    Os salteadores do take perdido

    Não é extraordinário que o take das 19.15 de ontem tenha desaparecido sem deixar rasto e sem uma única explicação da Lusa? Se calhar, nunca existiu.
    posted by FTA @ 8:43 PM
     

    José Mateus Cavaco Silva at November 11, 2005 03:50 | link | comments
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    EVIDÊNCIA

    (Politicamente cada vez mais incorrecta)

    Muito mais vale uma passarinha na mão que dois passarões a voar

     (sobretudo num sítio em que os passarões são cada vez mais livres de voar por onde querem, com mão leve, olho vivo e asa ligeira)

    José Mateus Cavaco Silva at November 11, 2005 03:39 | link | comments
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    Heidi Klum, o Vaticano e os Anjos...

    "Oh, Meu Anjo...!"

    Mandam do Vaticano dizer-nos que os anjos não têm sexo... Mas de Nova York, manda a Victoria's Secret  mostrar que belas pernas, pelo menos, têm!

    NEW YORK (AFP), 2005-11-10 18:56:05

    José Mateus Cavaco Silva at November 11, 2005 03:30 | link | comments
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    Thursday, 10 November 2005

    SKYPE CHEGA AOS TELEMÓVEIS...

     
      Mobilité
    Skype arrive enfin sur les mobiles !
    Le cauchemar des opérateurs mobiles devenu réalité ? Le partenariat établi entre Skype, leader de la Voix sur IP (VoIP), et E-Plus, troisième opérateur GSM allemand, porte enfin ses fruits avec... >Suite

    MAS NEM TUDO SÃO ROSAS !


     
     
      Sécurité
    Cinq raisons de bannir Skype ?
    Avec 53 millions d'utilisateurs et 200 millions de téléchargements il est clair que Skype, leader de la téléphonie sur IP va bien finir par attirer la convoitise des pirates. L'institut de... >Suite

     

    José Mateus Cavaco Silva at November 10, 2005 21:50 | link | comments
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    Wednesday, 09 November 2005

    AQUI ESTÁ A MANCHETE

    QUE NÃO PODIA EXISTIR

    Esta manchete, de um ponto de vista do perceptions management, não podia existir...

    Não pelos valores envolvidos, não por qualquer ilegalidade, não por qualquer razão formal... Mas simplesmente porque a percepção que o eleitorado tem do assunto a proíbe ! E o dr. Soares vai agora a votos, submete-se aos humores do eleitorado! Não convém, por isso, estimular negativamente esses humores...Qual será o preço a pagar por estes 20 mil euros...? 

    Já não bastava os cartazes da campanha terem um grafismo que torna Soares pesado e balofo (o que ele não é nem pode parecer!), ainda agora esta manchete...

    Que mais irá acontecer?

    José Mateus Cavaco Silva at November 09, 2005 05:15 | link | comments
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    FREE TIBET

    Manifestante protesta contra a ocupação doTibete pela China durante a visita a Londres do presidente chinês Hu Jintao.

    © 2005 AFP

    José Mateus Cavaco Silva at November 09, 2005 04:09 | link | comments
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    Grandes Manobras na Televisão

    PT BLOQUEIA TELEVISÃO DE BELMIRO

    A decisão da PT, dada como certa nos corredores do Congresso das Comunicações, é defensiva... A PT, sem nunca o assumir, não permitirá que canais de notícias como a Sic Notícias ou a RTP-N integrem a plataforma de distribuição de televisão em que o grupo de Belmito de Azevedo está a trabalhar. As formas como o fará são outro assunto...

     Sem este tipo de canais (e outros...), a plataforma de distribuição de Belmiro dificilmente encontrará clientes no mercado pelo que as "tvs cabo" poderão continuar tranquilamente sem concorrência... Compreende-se assim melhor a decisão da Sonae de não comparecer neste congresso.

    Mas a PT prepara ainda a criação de um novo canal generalista... Com a entrega da TVI aos espanhóis da Prisa e com a crise instalada no canal de Balsemão (que foi remetido para o último lugar do ranking das televisões generalistas, abaixo da RTP...) há quem entreveja uma janela de oportunidade para a criação pela PT de um canal generalista.

    Belmiro de Azevedo tem assim um poderoso obstáculo a ultrapassar se quiser entrar no negócio (porque será que sistematicamente a entrada de Belmiro na televisão é bloqueada...?), a PT quer mudar a paisagem televisa em proveito próprio e reforçar as suas posições monopolistas e José Sócrates tem contra o desenvolvimento da sociedade de informação e o seu choque tecnológico o muro dos interesses neo-corporativos instalados na PT... É neste contexto que amanhã Sua Excelência, o Senhor Presidente da República, dr. Jorge Sampaio, vai ao congresso deixar as suas piedosas palavras sobre "inovação".

    Belmiro e Sócrates, o mesmo combate...?

    José Mateus Cavaco Silva at November 09, 2005 03:51 | link | comments
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    Tuesday, 08 November 2005

    COMO A AUSÊNCIA DE PERCEPTIONS MANAGEMENT

    RESULTA SEMPRE EM TRAPALHADAS PERIGOSAS...

    Anda por aí quem "pense" que a comunicação é "é pôr notícias nos jornais"... Não têm a menor ideia do que é gerir a percepção que os alvos têm de um dossier. Isso é, para eles, um continente desconhecido... Portanto, não lhes passa pela cabeça que na "guerra da comunicação" e outras instâncias do imaterial se decide, frequentemente, o destino de grandes negócios e de muita gente... Hoje, o gabinete do ministro dos Transportes, Mário Lino, deu um excelente exemplo disto mesmo.

    Segundo notícia que o gabinete de Mário Lino terá enviado à Lusa para divulgação, o "Governo português afirma empenhamento na recuperação da Varig"... E a opinião pública (a brasileira, à cabeça...) que admitia e percepcionava um negócio entre empresas apoiado em racionalidade económica! Afinal, estamos perante um lance de decisão política e intrusão económica de um estado em matérias económicas e sociais sensíveis de outro estado... Pois, "em comunicado, o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações afirma que esta aquisição se enquadra "nas orientações estratégicas definidas pelo Governo".

     Esta gente não poderia estar calada e deixar o Fernando Pinto trabalhar em paz? Quando é que José Sócrates lhes mete uma rolha na boca...? Numa operação sensível e delicada como esta da TAP/Varig estes senhores não são capazes de fazer prova de algum (nem precisa muito) bom senso?  Por que diabo agem como perturbadores? Inconsciência? Vontade de se colocar em bicos de pés? Desejo de capitalizar os frutos do trabalho de Fernando Pinto? Tentativa de fazer capotar a operação? Esta gente que pusemos no governo tem alguma ideia de que numa sociedade mediática (não na formação social do velho Pravda...) o perceptions management  dos alvos é uma variável estratégica? E não se pode nomear o Fernando Pinto ministro dos Transportes...? Ele até já é português!

    Decididamente, as iniciais i.e. são, frequentemente, abreviatura de "inteligência estratégica" mas mais frequentemente ainda significam ignorância e estupidez!

    José Mateus Cavaco Silva at November 08, 2005 20:54 | link | comments
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    O "TEMPOQUEPASSA"REGISTA ASSIM OS

    ÚLTIMOS ALINHAMENTOS DA "ÉLITE" INDÍGENA

    (QUE NÃO INDIGENTE...) . IV

    Região autónoma dos fidalgos franciscanos, com indicação dos devidos títulos, discriminadamente. A vermelho por causa da causa. 

    Image hosted by TinyPic.comA palaciana sala de Galveias estava apinhada e permitia os olhos nos olhos. Francisco, coerente, não levava gravata e continuava o ritmo de "picareta falante". Os fiéis batiam palmas. E aqui fica a lista dos apoiantes (optámos pelo traço grosso, para alargar o tamanho):
    Adelino Fortunato, professor universitário, faculdade de economia da Universidade de Coimbra; Alda Macedo, deputada; Alexandre Alves Costa, arquitecto e professor universitário, Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto; Alfreda Cruz, geógrafa, foi dirigente do MDP/CDE; Alfredo Frade, médico; Alice Brito, advogada; Ana Cardoso Pires, tradutora, Évora; Ana Cristina Ribeiro, autarca; Ana Drago, deputada; Ana Gabriela Macedo, professora universitária; André Carrilho, ilustrador; André Jorge, editor; Andrea Peniche, editora; António Barrela, dirigente do CESP e da CT da Brisa; António Augusto Barros, encenador; António Chora, coordenador da CT da Autoeuropa; António Gonzalez, arqueólogo, fundador do PEV, activista do movimento ecologista; António Grosso, coordenador Comissão Sindical Banco Santander Totta; António Ribeiro, geólogo, faculdade de ciências da Universidade de Lisboa; António Sousa Ribeiro, professor universitário, faculdade de letras da Universidade de Coimbra; Adelino Granja, advogado; Bernardo Sousa, historiador, Universidade Nova de Lisboa; Boaventura Sousa Santos, professor universitário, director do Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra; Camané, fadista; Carlos Felizardo, membro da CT da NAV; Catarina Alves Costa, cineasta; Catarina Martins, actriz; Celso Cruzeiro, advogado; Clara Queiroz, professora catedrática da Faculdade de Ciências de Lisboa; Cláudio Torres, arqueólogo, prémio Pessoa; Conceição Duarte, dirigente do SNTCT e da CT dos CTT; Eduardo Maia Costa, jurista, procurador-geral adjunto; Fátima Grácio, técnica superior da função pública; Fernanda Rodrigues, assistente social e professora universitária; Fernando Nunes da Silva, urbanista, Instituto Superior Técnico; Fernando Rosas, deputado; Fernando Silveira Ramos, engenheiro civil, foi dirigente do MDP/CDE; Fernando Tordo, músico; Filomena Marona Beja, escritora; Francisco Teixeira da Mota, advogado; Gaspar Martins Pereira, historiador, Universidade do Porto; Gonçalo Amorim, actor; Guilhermino Monteiro, professor e músico; Helena Lopes da Silva, médica; Helena Neves, socióloga, foi directora da revista Mulheres; Heloísa Perista, socióloga/investigadora; Helena Pinto, deputada; Henrique Leal, autarca; Isabel Allegro de Magalhães, professora universitária, Universidade Nova de Lisboa; Jacinto Rodrigues, professor universitário; Jaime Correia de Sousa, médico; João Bau, engenheiro civil, foi director da EPAL; João Fiadeiro, coreógrafo; João Martins Pereira, engenheiro, foi secretário de estado da indústria em 1975; João Nabais, advogado, presidente da direcção da DECO; João Pascoal, coordenador CT Banco Santander Totta; João Teixeira Lopes, deputado; João Semedo, médico, director do Hospital Joaquim Urbano; João Zilhão, arqueólogo, Universidade de Bristol, foi director do Instituto Português de Arqueologia; João Arriscado Nunes, sociólogo; João Grosso, actor; João Magueijo, físico, Imperial College; (London)/Perimeter Institute (Canadá), autor de “Mais Rápido que a Luz”; Jorge Campos, professor do Ensino Superior; Jorge Dias de Deus, físico, Instituto Superior Técnico, autor de “Einstein”; Jorge Magalhães, membro da direcção nacional do CESP (sindicato de comércio e Serviços); Jorge Sequeiros, médico, membro do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida; José António Bandeirinha, professor universitário, faculdade de arquitectura de Coimbra; José Augusto Ferreira da Silva, advogado; José Carretas, encenador; José Carrilho, Membro da CT da PT; José Filipe, Membro da CT da EDP Distribuição e Federação Sindicatos Indústrias Eléctricas; José Franco, Membro da CT da SIBS; José Gigante, arquitecto; José Grade, professor universitário; José Luis Peixoto, escritor; José Manuel Pureza, professor universitário, faculdade de economia da Universidade de Coimbra; José Paiva, artista plástico; José Sousa Ribeiro, editor; José Taborda Duarte, matemático, Instituto Superior Técnico; Leonor Cintra Gomes, arquitecta, presidente da secção regional de Lisboa da Ordem dos Arquitectos; Luis Catarino, editor; Luís Castro, Membro da CT da REN; Luísa Costa Gomes, escritora; Luís Fazenda, deputado; Luísa Ferreira da Silva, socióloga, professora universitária; Mamadou Ba, dirigente associativo de imigrantes; Manuela Bacelar, artista plástica; Manuela Fonseca, dirigente Sindicato Função Pública do Sul; Manuela Tavares, professora e investigadora na área dos movimentos feministas; Margarida Carreira, dirigente Sindicato Enfermeiros; Maria Helena Trindade Lopes, egiptóloga, Universidade Nova de Lisboa; Maria Irene Ramalho, catedrática da Faculdade de Letras de Coimbra; Maria José Alves, médica; Maria Manuela Rodrigues, direcção da Associação 25 Abril (delegação Norte); Maria Priscila Soares, activista do desenvolvimento local, Algarve; Mariana Aiveca, deputada; Mário Brochado Coelho, advogado; Mário Tomé, militar na reforma; Messias, vocalista dos Mercado Negro; Miguel Guedes, jurista e músico, vocalista dos Blind Zero; Miguel Vital, foi coordenador do sindicato da Função Pública do Norte; Miguel Vale de Almeida, antropólogo, professor universitário; Milice Ribeiro dos Santos, professora universitária; Mísia, fadista; Natxo Checa, galeria ZDB; Nuno Saraiva, autor de BD; Palmira Miranda Santana, investigadora em estudos sobre as mulheres na Universidade Aberta; Paulo Pulido Valente, produtor cultural; Pedro Choy, médico acupunturista; Pedro Gil Ferreira, astrofísico, Universidade de Oxford; Raquel Ralha, vocalista dos Belle Chase Hotel e dos Wray Gunn; Ricardo Sá Fernandes, advogado; Rui Aguiar, artista plástico; Sérgio Fernandez, arquitecto e professor universitário, Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto; Sérgio Godinho, músico; Sílvia Brito, actriz; Susana Ralha, programadora cultural; Teresa Dias Coelho, pintora; Teresa Vasconcelos, Escola Superior de Educação, foi directora geral do ensino básico; Vítor Edmundo, CT da Manutenção Militar; Zé Pedro, músico, Xutos & Pontapés; Zélia Afonso, animadora cultural, dirigente da Associação José Afonso

    José Mateus Cavaco Silva at November 08, 2005 20:25 | link | comments (3)
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    DA "INFOGUERRE" SOBRE O NCS

    " Focus sur le National Clandestine Service
    Publié le 31/10/05 

    En octobre 2005, les directeurs de la National Intelligence et de la Central Intelligence Agency, John D. Negroponte et Porter J. Goss, ont annoncé la création d’un nouveau service de renseignement : le National Clandestine Service (NCS).

    Placé sous le commandement direct de la CIA, ce service a été créé suite aux recommandations de la commission Silberman-Robb chargée d’enquêter sur les failles révélées lors des attentats du 11 septembre 2001. Le rapport de cette commission appelait à une totale refonte de la communauté du renseignement US qui est décrite comme fragmentée, peu encadrée et encore moins coordonnée.

    Ce service a donc pour objectif de renforcer la coordination des actions des 15 agences américaines impliquées dans des activités de renseignement humain à l’étranger (HUMINT). Son autre mission sera de réduire les conflits au sein des différentes entités du renseignement, notamment vis-à-vis du Defense Department et du FBI qui ont considérablement multiplié leurs missions de renseignement et d’espionnage ces dernières années. Pour se faire, le NCS va standardiser les formations, les techniques et les procédures pour faciliter le partage et accroître la rapidité des recoupements des informations collectées par l’HUMINT américain.

    Le NCS sera dirigé par un responsable « undercover » de la CIA, dont le nom demeure secret, qui rendra directement compte à Porter Goss, directeur de la CIA. Il aura à ses côtés deux assistants, l’un en charge des missions quotidiennes du service, et l’autre des activités humaines transversales de la communauté du renseignement des Etats-Unis.

    Le NCS fait ainsi suite à la création en juin 2005 du National Security Service chargé du renseignement au sein du FBI en synergie avec les services de contre-terrorisme et d’espionnage du Justice Department. "

    AVS

    José Mateus Cavaco Silva at November 08, 2005 20:19 | link | comments
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    Global Guerrillas

    JOHN ROBB ANALISA A SITUAÇÃO EM FRANÇA

    Monday, November 07, 2005

    JOURNAL: Guerre de Course

    The open source war in France continues to rapidly evolve (as of Sunday night). Not only did it increased in scale (the torched car index reached 1408 cars on Sunday) it has also increased in scope (982 of those torched cars were outside Paris and Germany/Belgium reported their first incidents). The tactics of this new Blitzkrieg are also evolving. Higher value commercial targets are being torched and policemen are being engaged in wasting attacks -- incidents that engage and tie up forces. There are even signs that bazaar transactions are present: a commercial bomb factory, with 150 incendiaries on the "factory" floor, was found.

    Here's some more brainstorming on this important question: Will the violence continue? Probably, despite indications that it has subsided. The open source war is moving under its own momentum now (the participants in Paris are likely just dead tired and the collective thinking of the community was to rest). This means that Prime Minister Villepin's attempt to extend an olive branch will not restore any measure of lasting calm. Nor will the extra police since the guerrillas will continue to evade their patrols and overwhelm them when they engage. The only solution, egged on by many, will be the broad use of the military to restore order.

    The use of the military, when taken, will shut down the insurgency for now. However, the presence of troops in the banlieue will be a source of provocation that will continue to fuel future efforts. Mass arrests will only make things worse. During the period of military enforced calm, France's open source guerrillas will radically improve their methods. The next time violence emerges, it won't be just cars that are torched. It will be the very infrastructure that France relies upon for modern life (via swarms much like we see today and new methods of cascading network failures). Given the efficacy of these techniques, the economic pain of this future conflict will be many times worse than the current one and will be shared by all of Europe. This conflict's long term impact on the future of French prosperity is hard to measure at this time, but it certainly is going to be severe.

    Finally, I suspect that at some point during this future conflict, France will come to rely upon empowered, local Islamic militias to maintain order in the banlieue. However, the ceding of authority to those militias will be exactly the type of autonomy that this was about in the first place. France will have fragmented.

    Sunday, November 06, 2005

    JOURNAL: Open Source War in France

    As the violence in France reached its tenth consecutive night, the torched car index reached 1,300, and the geography outside government control radically increased, it has become clear that a classic riot over a lack of economic opportunity and justice has morphed into something else entirely. For the regular readers of this notebook, this wasn't entirely a surprise. We have been tracking the rapid spread of open source war and systems disruption. We also fully expected its eventual emergence in the West. The only surprise was the grand nature by which it announced its arrival.

    Most observers will claim that this situation is due merely to racial/ethnic intolerance and bad economic policy. I think it runs deeper. Here's some brainstorming on why this occurred:

    Open source war emerged spontaneously in France due to its particularly potent combination of criminal networks and Islamic extremism. The bonding of the two -- the economic self-interest and techniques of criminal networks with the moral cohesion and antagonism of Islamic extremism -- provided all the necessary preconditions for this outbreak (read more about Guerrilla Entrepreneurs). The spark that took this from a riot to open source war, was the attempt by the French Interior Minister (Sarkozy) to eliminate the parallel criminal economy that provides the main means of economic advancement and status in many of these immigrant communities. This economy is particularly important given the rise of the brutally flat globalized economy, where each individual is in direct competition with everyone else in the world (it therefore engenders primary loyalties). A crackdown meant economic annihilation. France is clearly unable to offer any meaningful alternative economic opportunity, and these boy/men know it.

    The response to this encroachment on economic autonomy has been a campaign of relatively bloodless systems disruption. This limited violence carries a simple but limited message: "we don't want your help, get out of our way." It does so without crossing the line into full scale war (an earmark of westernized global guerrillas?). Over time, this may become a familiar pattern of evolution: as the state loses its ability to monopolize the provision of economic opportunity, it will soon lose its monopoly on violence.

    Other briefs that have relevance to this:

    May 2004: The New Blitzkrieg
    July 2005: Emergent Communities dedicated to War
    March 2005: Transnational Gangs

    José Mateus Cavaco Silva at November 08, 2005 19:50 | link | comments
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    Na Infoguerre

    DA NECESSIDADE DA INTELIGÊNCIA

    NUM MANAGEMENT CONSEQUENTE

    La déstabilisation des entreprises françaises en Argentine

    20/10/05 - En ce qui concerne la question des affrontements, les travaux académiques français en management stratégique se consacrent aux approches classiques (concurrence par les coûts et les prix, par l’innovation technologique, par la domination financière).

    L’élan de l’école environnementaliste, largement relayée par Richard d’Aveni a induit la nécessité de formaliser de nouveaux champs d’études. Les manœuvres liées à la création de barrière à l’entrée et à l’élaboration de sphères d’influences témoigne d’une évolution (contextuelle et organisationnelle) de la stratégie d’entreprise.

    Pourtant si l’on excepte les travaux de Philippe Baumard et Christian Harbulot, les mouvements offensifs sont abordées dans des perspectives strictement tactiques, et les procédés d’intelligence économique offensive (communément appelés Infoguerre) ne sont pas envisagés dans leurs dimensions stratégiques.
    Lire la suite  

    José Mateus Cavaco Silva at November 08, 2005 19:06 | link | comments
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    FRANÇA: CONTINUA A CADA VEZ MAIS

    IRRACIONAL "GUERRA DOS BÁRBAROS"

     Ces familles sont à la rue parce que leur immeuble a commencé à brûler, à Villeneuve-la-Garenne, dans la périphérie parisienne, comme les voitures, les écoles, les bus ou les entreprises qui, depuis dix jours, servent de cibles aux cocktails Molotovs de jeunes énervés dans les banlieues françaises

    E ESTADO DE SÍTIO DECRETADO EM 3 CIDADES

    Premiers couvre-feux décrétés dans l'Essonne, Amiens et Orléans. LER

    José Mateus Cavaco Silva at November 08, 2005 18:42 | link | comments
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    SKYPE NO SUPERMERCADO...

    Mobilité
    Skype commercialiserait des cartes prépayées et des casques microphone en grande surface
    Le seul petit inconvénient (qui peut devenir gênant) de la technologie Skype est l'obligation de rester assis devant son ordinateur pour avoir une conversation téléphonique. La filiale d'eBay... >Suite

    José Mateus Cavaco Silva at November 08, 2005 18:36 | link | comments
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    Europa e Empresas face ao Assalto do Islão Radical

    CLARO... NEM DE PROPÓSITO OU DE COMO QUEM SABE ATÉ ADIVINHA!

    Sentinel N°30 - Octobre 2005 (32 pages)

    Dossier : L'Europe et les entreprises face à la montée de l'islam radical
    - Pour une réponse globale au défi terroriste
    - Islamisme et dynamiques migratoires : quelle posture pour les deux occidents ?
    - Le développement de l'islam fondamentaliste en France
    - « Nous avons travaillé sur les secteurs les plus concernés : transport, grande distribution, et gardiennage. »

    Et aussi :
    - L’instabilité balkanique : une menace pour la sécurité de l’Europe
    - Après l’assaut islamiste de Naltchik : le spectre d’un embrasement du Caucase
    - L'actualité de la Cybercriminalité
    - Le pharmacien, le stock et le “bio-bouclier”. Deuxième volet de l'étude : stocks et risques chimiques
    - Réponses du Dr Barriot aux questions portant sur le 1er volet de l’étude : “Stocks et risques biologiques pour l’être humain.”
    - Tempête de Métal : le best-seller qui révèle la crise identitaire turque
    - Conflit de la SNCM : le coup de force des nationalistes corses

    José Mateus Cavaco Silva at November 08, 2005 18:07 | link | comments
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    O "TEMPOQUEPASSA"REGISTA ASSIM OS

    ÚLTIMOS ALINHAMENTOS DA "ÉLITE" INDÍGENA

    (QUE NÃO INDIGENTE...) . III

    Lista geral da nova nobreza

     do Portugal a que chegámos*
    Se não faz parte dos honrados membros desta lista situacionista corre o risco de se transformar em homem comum.

    Abdool Karim Vakil, Abel Cabral Couto, Abel F. Queiroz Nascimento, Abel Monteiro Grilo, Abel Nogueira, Abílio De Freitas Pereira, Abílio Hernandez, Abílio Marques Pires, Abílio Matos Diogo, Acácio Alferes, Acácio Oliveira, Acácio Xavier, Adalberto Neiva de Oliveira, Adalcina Casimiro, Adelino Silva, Adélio Silva Fonseca, Adolfo da Cunha Nunes Roque, Adriano de Magalhães, Adriano Sousa, Adriano Vasco Rodrigues, Adriano Vaz Serra, Afonso Abrantes, Afonso de Melo, Afonso de Melo, Afonso de Sousa, Afonso Dias, Agostinho Abade, Agostinho De Carvalho, Agostinho Oliveira, Agustina Bessa-Luís, Albano Coelho Lima , Albano Quintino Tamegão, Albano Silva, Albertina Estrela, Alberto Amaral, Alberto Carneiro, Alberto Correia, Alberto De Lacerda, Alberto do Carmo, Alberto Figueiredo, Alberto Gameiro Jorge, Alberto Matos Ferreira, Alberto Mesquita, Alberto Salvado Santos, Alberto Seixas Santos, Alberto Souto, Albino Aroso, Albino Bárbara, Alcino Cardoso, Alcino Miguel Morais Silva, Alcino Soutinho, Alda Maria Cordeiro Salgado, Alexandre Baptista Pereira, Alexandre Bonança, Alexandre Carlos da Mota Pinto, Alexandre Cortez Pinto, Alexandre José Linhares Furtado, Alexandre Marta, Alexandre Melo, Alexandre Quintanilha, Alexandre Zagalo, Alfredo Barroso, Alfredo Bruto Da Costa, Alfredo Castanheira Neves, Alfredo Cunha, Alfredo Duarte Costa, Alfredo Marques, Alípio de Freitas, Alípio de Melo, Alípio Pereira Dias , Alípio Tomé Pinto, Almeida Faria, Almeno Gonçalves, Almerindo Rego, Altamiro Claro, Álvaro Barreto, Alvaro Carrilho, Álvaro Cassuto, Álvaro Monjardino, Alvaro Pedro, Álvaro Pereira, Alvaro Rocha, Álvaro Siza Vieira, Amadeu Carvalho Homem, Amadeu Lopes Sabino, Amadeu Penim, Amadeu Valente Rodrigues, Amado Mendes, Amândio Oliveira de Carvalho, Américo Amorim , Américo de Figueiredo, Américo Dinis da Gama, Américo Pereira, Américo Santos, Amilcar Araújo, Amílcar Lousa, Ana Aleixo, Ana Barata, Ana Bettencourt, Ana Fernandes, Ana Ferreira, Ana Filgueiras, Ana Gomes, Ana Leonor Pereira, Ana Luísa Amaral, Ana Maria Boto Silvestre, Ana Maria Ferreira, Ana Maria Lucas, Ana Matias, Ana Passos, Ana Pires, Ana Prata, Ana Sara Brito, Ana Viegas, Ana Vieira, Ana Zanatt, André Caldas, André Gonçalves Pereira, André Jordan, Andreia Soutinho, Ângelo De Sousa, Ângelo dos Santos Reis, Aníbal Alcino Ribeiro dos Santos, Aníbal de Oliveira , Aníbal Santos, Anselmo Santos, Antero Calvo, Antero de Quental, Antonieta Garcia, António A. Cantante Fernandes, António Alçada Baptista, António Amaro, António Arnau, António Baptista Lopes, António Barbosa, António Barbosa de Melo, António Barros Cardoso, António Batista Lopes, António Brás Monteiro, António Cabral, António Câmara, António Camilo, António Campinos, António Campos, António Carranca, António Carrapatoso, António Casimiro Ferreira, António Castel-Branco Borges, António Castro Fernandes, António Clun, António Cordeiro, António Damásio, António de Aguiar Esteves, Antonio De Almeida, António Dias Da Cunha, António dos Santos Ramalho Eanes, António Emílio Sacchetti, António Eusébi, António Felino, António Ferreira, António Ferreira De Brito, António Fidalgo, António Figueiredo, António Florêncio, António Fonseca, António Fonseca E Costa, António Franco, António Frazão, António Gaspar, António Gomes de Pinho, António Gonçalves, António Guerreiro, António Guterres, António Henrique Almeida, António Hespanha, António Holtreman Roquette, António Horta Osório, António Inverno, António Jorge Pinho, Antonio José Costa Sequeira, António José dos Santos, António José Marrasquinho Soares, António José Pinto Godinho, António Júlio De Almeida, António Lagoa Henriques, António Lobo Antunes, António Lobo Xavier, António Luís Leal, António M. Martins da Cruz, António Macedo, António Magalhães, António Maia Gonçalves, António Maldonado Gonelha, António Manuel Antunes Marçal, António Manuel Fernandes Simões, António Manuel Grosso Correia, António Manuel Martins Miguel, António Manuel Mendes Lopes, António Manuel Ribeiro, António Manuel Viegas Rosa, António Maria Pereira, António Marques Mendes, António Martins, António Martins da Cruz, António Meliço Silvestre, António Melo, António Meneses Cordeiro, António Morais, António Murta, António Neto Brandão, António Neves, António Neves, António Nunes Diogo, António Oliveira, António Oliveira ( Toni ), António Oliveira das Neves, António Paiva, António Paula Santos, António Pedro Couto Da Rocha Pita, António Pedro da Franca Carvalho, António Peixinho, António Pereira, António Pereira Júnior, António Pessoa, António Pina Pereira, António Pinto Barbosa, António Pinto Leite, António Pires da Silva, António Ramalhinho, António Reis, António Reis, António Rocha E Melo, António Rochete, António Rodrigues, António Rodrigues, António Rodrigues, António Rodrigues Maximiano, António Rosado, António Ruella Ramos, António Sala, António Santo Justo, António Serra Lopes, António Serrano, António Tabucchi, António Teodoro, António Valadas Fernandes, António Valdemar, António Veloso, António Vilhena, António Vitorino D'almeida, António Vitorino Pereira, António-Pedro Vasconcelos, Apolinário Vaz Portugal , Aquilino Ribeiro Machado, Aristides Guedes Coelho, Arlete Brito, Arlindo Costa Leite, Armando Baptista Bastos, Armando Costa Leite de Pinho, Armando Gonçalves, Armando Lacerda, Armando Lopes Porto, Armando Marques Guedes, Armando Reis, Armando Sales Luís, Armando Sevinate Pinto, Armando Vara, Armindo Abreu, Armindo Carvalho, Armindo Costa Leite de Pinho, Armindo Rodrigo Leite, Artur Cascarejo, Artur Cascarejo, Artur João Lourenço Vaz, Artur Jorge, Artur Portela, Artur Rosa, Artur Vaz Pimentel, Augusto Cid, Augusto Dos Santos Faustino, Augusto Lopes Cardoso, Augusto Monteiro Valente, Aurélio Aleixo Corbal, Aurora Cunha, Aventino Teixeira, Axel Matias Buus, Bartolomeu Cid Dos Santos, Beatriz Da Conceição, Beatriz Gentil, Beatriz Pacheco Pereira, Benjamim Formigo, Bento Domingues, Bernardino Gomes, Bernardino Páscoa, Bernardo Pinto de Almeida, Berta Nunes, Branca M. Menezes S.G. Borrego, Bruno Manuel F. Mendes, Camilo Morais, Camilo Mortágua, Campos Coroa, Cândida Pinto De Almeida, Capoulas Santos, Carla Alves, Carlos Alberto Leitão Salgado, Carlos Alberto Moniz, Carlos Alberto N. P. Neves (Pacman), Carlos Alberto Sequeira, Carlos Albino, Carlos Alegria, Carlos Amaral Dias, Carlos André, Carlos Artur Trindade Sá Furtado, Carlos Augusto Coelho Pires, Carlos Ávila, Carlos Avillez, Carlos Barbosa, Carlos Barral, Carlos Barreira, Carlos Blanco de Morais, Carlos Borrego, Carlos Brito, Carlos Cabral, Carlos Cabral, Carlos Cachulo, Carlos Calado, Carlos Cardoso, Carlos Carranca, Carlos Castanheir, Carlos Castro, Carlos César, Carlos Costa, Carlos Costa Santos, Carlos de Campos Andrada, Carlos Diogo Moreira, Carlos Eugénio de Brito, Carlos Eugénio Gouveia Pinto, Carlos Figueiredo, Carlos Galvão De Melo, Carlos Godinho, Carlos Lopes, Carlos Manuel, Carlos Manuel Martins, Carlos Manuel Vieira da Silva, Carlos Marchão, Carlos Massapina, Carlos Mendes, Carlos Miguel, Carlos Miranda, Carlos Monjardino, Carlos Nogueira, Carlos Oliveira, Carlos Panta, Carlos Pereira Cruz, Carlos Pereira Santos, Carlos Pimenta, Carlos Queirós, Carlos Rebelo, Carlos Reis, Carlos Reis José, Carlos Ribeiro, Carlos Santana Maia, Carlos Santos, Carlos Santos Ferreira, Carlos Silva, Carlos Sousa, Carlos Trindade, Carlos Tuta, Carlos Vargas, Carlos Vargas, Carlos Veiga Ferreira, Carlos Ventura Martins, Carolina Tito de Morais, Casimiro De Brito, Catarina Albuquerque, Catarina Avelar, Catarina Valente Rodrigues, Catarino Costa, Cecília Duarte, Celestino Quaresma, Célia Ramos, Celina Pereira, Cipriano De Oliveira, Clara Crabbé Rocha, Clara Ferreira Alves, Clara Loff, Clara Pinto Correia, Clara Rocha, Clara Xavier De Sá, Clotilde Fava, Conceição Martins, Corália Vicente, Cristina Figueira, Cristina Vigon, Cristovão de Aguiar, Cucha Carvalheir, Custódio J. Vilela Maldonado Freitas, Daniel Adrião, Daniel Nave, Daniel Pedrosa, Daniel Proença de Carvalho, Daniel Sampaio, Dante Macedo, Dario Alves, David de Almeida, David Lopes Ramos, David Martins, Defensor Moura, Delfim Ferreira Leão, Delmiro Carreira, Desidério do Ó, Diamantino Elias, Diamantino Miranda, Diana Andringa, Diana Garrido, Dília Isidoro, Dinis Acácio, Dinis Cortes, Dinis da Silva Freitas, Dino Monteiro, Diogo de Lucena, Diogo Dória, Diogo Leite de Campos, Diogo Pires Aurélio, Diogo Vaz Guedes, Domingos Caetano, Domingos Ferreira Pinto, Domingos Paulino, Domingos Silva, Domingos Torrão, Dora Gomes, Duarte d'Orey, Duarte Sousa, Duarte Vilar, Dulce Reis, Edgar Valles, Edite Estrela, Edmundo Pedro, Eduarda Mansinho, Eduardo Âmbar, Eduardo Barroso, Eduardo Batarda, Eduardo de Almeida Catroga, Eduardo Ferro Rodrigue, Eduardo Lourenço, Eduardo Mendes De Brito, Eduardo Nery, Eduardo Prado Coelho, Eduardo Sanches Osório, Eduardo Souto Moura, Efigénio Rebelo, Elídio Meireles, Elisa Ferreira, Elisabete Jacinto, Elísio Alexandre Soares dos Santos, Elísio Estanque, Elísio Summavielle, Elza Pais, Ema Gonçalo, Emanuel Câmara, Emanuel Jardim Fernandes, Emanuel Linhares Furtado, Emanuel Maranha Das Neves, Emanuel Martins, Emanuel Rodrigues, Emídio Rangel, Emídio Xavier, Emília Alírio, Emílio António Pessoa Mesquita, Ernesto Ribeiro da Silva, Ernesto Rodrigues, Ernesto Vieira, Espiga Pinto, Estela Monteiro, Eugénio da Silva Correia, Eunice Muñoz, Eurico Almeida, Eurídice Pereira, Eusébio, Fátima Barros, Fátima de Matos, Fátima Roque, Fátima Silveira, Fausto Bordalo Dias, Fausto Correia, Fausto de Quadros, Felipe Gama, Fernanda Gonçalves Ramos, Fernanda Lopes Cardoso, Fernanda Pires Da Silva, Fernanda Rolo, Fernanda Torre, Fernando Aguiar-Branco, Fernando Alberto Ribeiro da Silva, Fernando Alves, Fernando Alves Correia, Fernando Amâncio Ferreira, Fernando Amaral, Fernando Anastácio, Fernando Andrade Gonçalves de Pais, Fernando António Aires Ferreira, Fernando Arrobas da Silva, Fernando Brito Soares, Fernando Cabodeira, Fernando Cabrita, Fernando Cardoso, Fernando Carvalho Rodrigues, Fernando Catroga, Fernando Chalana, Fernando Condesso, Fernando Cordeiro, Fernando Dacost, Fernando de Melo Antunes Mendes, Fernando Dos Anjos Alves Antunes, Fernando Dos Santos Carvalho, Fernando Echevarria, Fernando Fantasia, Fernando Faria de Oliveira, Fernando Freire De Sousa, Fernando Gil , Fernando Godinho, Fernando Gomes, Fernando Guedes, Fernando Henriques, Fernando Isidoro, Fernando José F. Costa Mascarenhas, Fernando José Machado Gomes, Fernando Lanhas, Fernando Lima, Fernando Lopes, Fernando Lopes, Fernando Lopes Barreira, Fernando Lopes Da Silva, Fernando Manata, Fernando Marques Cordeiro, Fernando Matias Roque, Fernando Morais, Fernando Nobre, Fernando Paulouro, Fernando Pimentel, Fernando Pina Da Silva, Fernando Pinto do Amaral, Fernando Pratas, Fernando Ramos, Fernando Rebelo, Fernando Regateiro, Fernando Reino, Fernando Rodrigues, Fernando Santos Neves, Fernando Simões, Fernando Tavares Carlos, Fernando Ulrich, Filipa Melo, Filipa Pais, Filipe Cost, Filipe da Silva Nobre, Filipe de Botton, Filipe La Féria, Filipe Palma, Filomena Gonçalves , Flak, Fortunato Oliveira Frederico, Francis Obikwelu Francisco Assis, Francisco Almeida e Sousa, Francisco António Febrero, Francisco Branco Sampaio, Francisco Campos, Francisco Castro Rodrigues, Francisco Corredoura, Francisco Costa, Francisco da Costa (Costinha), Francisco de Matos, Francisco Fanhais, Francisco Ferreira, Francisco Fonseca Da Silva, Francisco José de Melo Ferreira, Francisco José Viegas, Francisco Knopfli, Francisco Laranjo, Francisco Lopes Carvalho, Francisco Marques Pereira, Francisco Martins, Francisco Murteira Nabo, Francisco Orelha, Francisco Ramos, Francisco Rego, Francisco Ribeiro, Francisco Seixas Da Costa, Francisco Simões, Francisco van Zeller, Gabriel Bastos, Gabriel Espírito Santo, Gabriel Mendes, Gabriela Canavilhas, Germano de Lima, Germano De Sousa, Germano Xavier Mourão do Carmo, Gil Nadais, Gil Romão, Gilberto Santos, Gisela Lima, Graça Costa Cabral, Graça Fonseca, Graça Lobo, Graça Morais, Gualberto Soares, Guida Maria, Guilherme da Palma Carlos, Guilherme Leite, Guilherme Pinto, Guilhermina Gomes, Guilhermino Carvalhinho, Hanna Damásio, Helder Castanheira, Helder Corujas, Helder Costa, Hélder Macedo, Helena Almeida, Helena André, Helena Cidade Moura, Helena Guerra, Helena Kendall, Helena Rocha e Melo, Helena Roseta, Hélia Correia, Henrique António Oliveira Troncho, Henrique Botelho, Henrique Cayatte, Henrique Granadeiro, Henrique Machado Jorge, Henrique Melo, Henrique Neto, Henrique Reis, Henrique Soares de Albergaria, Herlander Estrela, Hermínio Palmeira, Hermitério Monteiro, Hilário Marcelino Teixeira, Hipólito Pires, Homem Cardoso, Horácio Roque , Hugo Rocha, Ilídio Pinho, Ilídio Rodrigues, Inês Pedrosa, Irene Santos, Isabel Alçada, Isabel Almeida Mota, Isabel Botelho de Sousa, Isabel Castro, Isabel Corte-Real, Isabel Cruz, Isabel Gomes Motta, Isabel Guerra, Isabel Janelas, Isabel Pinto Correia, Isabel Ramos, Isabel Silveira Godinho, Isilda Pelicano, J.P. Simões, Jacinto Delfim B. Ferreira Martins, Jacinto Lucas Pires, Jacinto Luís, Jacinto Simões, Jaime Andrez, Jaime Isidoro, Jaime Pina, Jamila Madeira, Jerónimo Silva, Jesualdo Ferreira, Joana Amaral Dias, Joana Vasconcelos, João Abel Manta, João Alberto, João Almeida Santos, João Álvaro Correia da Cunha, João André Amaral, João Appleton, João Azevedo, João Baptista da Silva, João Barros Madeira, João Bénard Da Costa, João Benavente, João Borges Assunção, João Bosco Soares Mota Amaral, João Botelho, João Botilheiro, João Burrica, João Calvão da Silva, João Campino, João Caraça, João Cardoso Rosas, João Carlos Espada, João Cayatte, João Chasqueira, João Correia, João Costa Pinto, João Cutileiro, João D' Almeida, João de Deus Pinheiro, João Dias da Silva, João Diogo Nunes Barata, João Dos Santos Relvas, João Ferreira da Costa, João Ferreira Do Amaral, João Ferreira Ponte, João Filipe Cortez Queiró, João Gomes, João Gomes, João Guterres, João José F. Costa Soares, João José Ferreira Botas, João José Mendes Nabais, João Justino Alves, João Leal Amado, João Leite, João Lima, João Lopes Porto, João Lourenço, João Luís Carrilho Da Graça, João Luís César das Neves, João Malheiro, João Manuel Nóbrega e Silva, João Manuel Versos Cravino, João Maria Pinto, João Maria Reigota, João Marques Pinto, João Monjardino, João Morais, João Morais Leitão, João Mota, João Mota, João Moura, João Noronha Carvalho, João Nuno Mendes, João Oliveira, João Paço, João Pardal Monteiro, João Paulo Barbosa de Melo , João Paulo Bessa, João Paulo Cotrim, João Paulo Matias, João Paulo Monteiro, João Pedro Pais, João Pedro Xavier de Brito, João Pereira Coutinho, João Pina, João Proença, João Queirós, João Queiroz e Melo, João Rendeiro, João Rodrigues, João Rodrigues, João Soares Louro, João Sousa, João Taveira Pinto, João Teixeira Fernandes, João Tomás, João Vasconcelos, João Vieira, João Wengorovius, Joaquim Aguiar, Joaquim Alexandre de Oliveira Carneiro, Joaquim Barreto, Joaquim Carlos Dias Valente, Joaquim Carlos Neto Murta, Joaquim César Rocha Alves, Joaquim Coimbra, Joaquim De Almeida, Joaquim De Matos, Joaquim Dias Cardoso , Joaquim Faria e Almeida, Joaquim Feio, Joaquim Ferreira do Amaral, Joaquim Fialho Anastácio, Joaquim Gomes Canotilho, Joaquim Jorge, Joaquim José Borges de Gouveia, Joaquim José Carvalho Afonso, Joaquim José Figueiredo Lima, Joaquim M. V. Poças Martins, Joaquim Martins, Joaquim Mourão, Joaquim Pessoa, Joaquim Pinheiro Coelho, Joaquim Pinto Machado, Joaquim Pires, Joaquim Ramos, Joaquim Raposo, Joaquim Rita, Joaquim Romero de Magalhães, Joaquim Rosa Do Céu, Joaquim Sarmento, Joaquim Tho, Joaquim Veríssimo Serrão, Joel Branco, Joel Hasse Ferreira, Joel Ribeiro dos Santos, Jorge Abreu Matos, Jorge Araújo, Jorge Araújo, Jorge Armindo, Jorge Arroteia, Jorge Baptista, Jorge Bleck, Jorge Braga de Macedo, Jorge Canas da Mota, Jorge Castanho, Jorge Castilho, Jorge Catarino, Jorge Conceição, Jorge Coroado, Jorge Costa, Jorge da Silva Pinto, Jorge Domingos Salvador, Jorge Figueiredo Dias, Jorge Ginja, Jorge Gonçalves, Jorge Justino, Jorge Leite, Jorge Luís Oliveira, Jorge Macaista Malheiros, Jorge Magalhães, Jorge Manuel Brochado Miranda, Jorge Manuel Jesus, Jorge Melicio da Conceição, Jorge Palma, Jorge Quininha, Jorge Quintas, Jorge Rebelo De Almeida, Jorge Salavisa, Jorge Santos, Jorge Silva, Jorge Sobral, Jorge Torgal, José Acácio Dimas de Lacerda, José Afonso Gil, José Afonso Lestra Gonçalves, José Alberto De Azeredo Lopes, José Alberto Fateixa, José Alberto Fateixa Palmeiro, José Alberto Marques, José Alho, José António Almeida Santos, José António Cardoso, José António da Silva Rocha, José António Martins Campos, José António Silveira Godinho, José Apolinário, José Augusto, José Augusto Almeida, José Augusto Pereira Neto, José Augusto Ramos Rocha, José Aurélio, José Bento, José Bernardo Falcão e Cunha, José Blanco, José Brandão, José Campos, José Cardoso Da Silva, José Cardoso Fontão, José Carlos Martins , José Carlos Seabra Pereira, José Carlos Simões, José Carlos Zorrinho, José Casalta Nabais, José Cascão Silva, José Cobra, José Coelho Jordão, José Cunha, José Cutileiro, José da Silva Peneda, José Daniel Abrunheiro, José Eduardo Garcia Leandro, José Eduardo Guimarães, José Eduardo Lopes Ferreira, José Eduardo Meira da Cunha, José Emílio Moreira, José Epifânio da Franca, José Ernesto D'oliveira, José Ernesto Oliveira, José Fanha, José Farinha, José Felisberto Marques, José Fernandes Fafe, José Fernando Jorge Duque, José Fernando Martins, José Ferraz, José Fonseca E Costa, José Fontão, José Francisco Faria e Costa, José Francisco Vieira, José G. Fernandes Cunha Vaz, José Gabriel Viegas, José Girão Vitorino, José Guerreiro, José Guilherme Xavier de Basto, José Henrique Cardal, José Henriques, José Infantes, José Inocêncio, José J. Sousa Fernandes, José João Bianchi, José João Cardoso Leite, José Leitão, José Lemos, José Letras Pinheiro, José Lima, José Lopes, José Lopes Da Silva, José Luis Cardoso, José Luís Carneiro, José Luís Crespo de Carvalho, José Luís da Cruz Vilaça, José Luís Nogueira de Brito, José Luís Rasquilha, José Luís Serra Rodrigues, José Machado, José Manuel Araújo Barbosa, José Manuel Brandão De Brito, José Manuel Cardoso da Costa, José Manuel Castanheira da Costa, José Manuel Cavaco Cabrita, José Manuel Custódio, José Manuel da Silva Appleton, José Manuel de Mello, José Manuel Fava, José Manuel Ferraz de Oliveira, José Manuel Ferro, José Manuel Freitas, José Manuel Galvão Teles, José Manuel Gameiro, José Manuel Goes Ferreira, José Manuel Henriques, José Manuel Mendes, José Manuel Mesquita, José Manuel Morais Cabral, José Manuel Moreira, José Manuel Neves Adelino, José Manuel Palróz, José Manuel Picão De Abreu, José Manuel Resende, José Manuel Rodrigues, José Manuel Salvador Tribolet, José Manuel Santinha Lopes, José Manuel Saraiva, José Manuel Simões Figueiredo, José Manuel Tarroso Gomes, José Manuel Tengarrinha, José Manuel Torres Miguens, José Maria Guerreiro, José Mário Brandã, José Mattoso, José Mendes Barros, José Miguel Júdice, José Miranda, José Moita, José Monteiro, José Monteiro Gama, José Mota, José Niza, José Nunes Liberato, José Nuno Martins, José Oulman Bensaúde Carp, José Pedro Cardoso, José Pedro Croft, José Pedrosa, José Penedos, José Pereira Lopes, José Rebelo, José Reina, José Reis, José Ribeiro Ferreira, José Rodrigues, José Roquette, José Santo Freire, José Santos Teixeira, José Saramago, José Sasportes, José Silva Lopes, José Sommer Ribeiro, José Sousa Fernandes, José Sousa Gomes, José Subtil, José Tavares, José Veiga Simão, José Vicente Moura, José Zaluar Basílio, Joshua Ruah, Josias Gil, Julião Sarmento, Júlio Barroso, Júlio Cardoso, Julio Isidro, Julio Machado Vaz, Júlio Montalvão Machado, Júlio Moreira, Júlio Pedrosa, Júlio Pêgo, Júlio Pinheiro, Júlio Pomar, Júlio Ramos, Kalidás Barreto, Kantilal Jamnadas, Kelly Basílio, Laura Bulger, Laura Larcher Graça, Laura Soutinho, Lena d´Água, Leonel Moura, Leonor Beleza, Leonor Pinhão, Leonor Xavier, Lia Gama, Liberto Cruz, Lídia Amaro Machado, Lídia Jorge, Lígia Amâncio, Lígia Monteiro, Lima de Carvalho, Lino Pintado, Lino Silva Pereira, Lisete Romão, Lourdes Norberto, Lucas Estevão, Ludgero Marques, Luís Abel Polainas, Luís Adão da Fonseca, Luís Aires-Barros, Luís Aleluia, Luís Almeida, Luís Alves, Luís Amorim De Sousa, Luís António Mendes Dias, Luís António Oliveira Ramos , Luís Araújo, Luís Bramão, Luís Canha, Luís Canto Moniz, Luís Cília, Luís Conceição, Luís Couto Gonçalves, Luís Ferreira Alves, Luís Fidalgo, Luís Fontoura, Luís Gamito, Luís Gaspar Da Silva, Luís Guilherme Leal Pereira, Luís Horta, Luís Lima Barreto, Luís Magalhães, Luís Manuel Conceição, Luís Manuel Cunha Ribeiro, Luís Miguel Beleza , Luís Miguel Ribeiro Oliveira Duarte, Luís Miguel Santos Sebastião , Luís Moita, Luís Nazaré, Luís Noronha Da Costa, Luís Ortigão Costa, Luís Palha, Luís Reis Torgal, Luís Represas, Luís Roque, Luís Saias, Luís Serpa, Luís Tade, Luís Tavares, Luís Valle, Luísa Anastácio, Luísa Ducla Soares, Luisa Feijó, Luísa Gueifão Ferreira, Luísa Irene Dias Amado, Luísa Maria Moniz, Luísa Mellid Franco, Luísa Mendonça, Luísa Schmidt, Luiz Francisco Rebello, Lusitano Dos Santos, Macaísta Malheiros, Mafalda Ivo Cruz, Mafalda Lopes Da Cost, Mafalda Mota Pinto, Manuel Afonso Pires de Andrade, Manuel Alberto Dias Pereira, Manuel Alberto Valente, Manuel Almeida, Manuel Alves, Manuel Anastácio Filipe, Manuel António Gouveia Ferreira, Manuel António Pina, Manuel António Silva, Manuel Baptista, Manuel Barbosa Ribeiro, Manuel Brito, Manuel Brito, Manuel Caeiro, Manuel Campilho, Manuel Cardoso de Sousa, Manuel Cargaleiro, Manuel Carlos da Costa e Silva, Manuel Carrajeta, Manuel Casimiro de Almeida, Manuel Cavaleiro Brandão, Manuel Correia Fernandes, Manuel Costa Andrade, Manuel da Costa Brás, Manuel Da Luz, Manuel Da Silva, Manuel de Carvalho Fernandes Thomaz, Manuel Dias Coelho, Manuel Dos Santos, Manuel Esteves dos Santos Peixoto, Manuel Faria, Manuel Ferreira De Oliveira, Manuel Freire, Manuel Furtado, Manuel Gonçalves Borralho, Manuel Henriques Mesquita, Manuel Ivo Cruz, Manuel Jacinto Nunes, Manuel João Vieira, Manuel Jorge Barbosa Pereira, Manuel José, Manuel José Homem De Mello, Manuel José Veloso Gomes, Manuel José Vilares, Manuel Lopes Da Costa, Manuel Lopes Porto, Manuel Maria Carrilho, Manuel Maria Fernandes Thomaz, Manuel Maris Cruz, Manuel Martins, Manuel Murteira, Manuel Oliveira, Manuel Pais Clemente, Manuel Pedro Magalhães, Manuel Pedroso Marques, Manuel Pereira Dos Santos, Manuel Pina, Manuel Pinto Barbosa, Manuel Pinto Machado, Manuel Rodrigues Inácio, Manuel Rosendo, Manuel Sabino, Manuel Salgado, Manuel Silva Pereira, Manuel Sobrinho Simões, Manuel Tainha, Manuel Tinoco de Faria, Manuel Torres, Manuel Vicente, Manuel Vidinha, Manuel Violas, Manuela Aguiar, Manuela De Azevedo, Manuela Jardim, Manuela Júdice, Manuela Lacerda, Manuela Machado, Manuela Maria, Manuela Morgado, Manuela Neto, Manuela Teixeira, Mapril José Dinis Bernardes, Marcello Mathias, Marcos Badalo, Margarida Barros Moura, Margarida de Jesus, Margarida Faria, Margarida Feijó, Margarida Lages, Margarida Marante, Margarida Martins, Margarida Pedrosa, Margarida Pinto Correia, Margarida Ruas, Margarida Veiga, Maria Alexandra Mesquita, Maria Amélia Antunes, Maria Angela Miguel Grácio, Maria Antónia Batista, Maria Antónia Catanho De Meneze, Maria Antónia Palla, Maria Belo, Maria Calado, Maria Cândida Borges de Madureira, Maria Cândida Sousa Morai, Maria da Conceição Moita, Maria da Conceição Rodrigues, Maria da Graça M. Silva Carvalho , Maria Da Luz Rosinha, Maria de Fátima Belo de Carvalho, Maria de Fátima de Sequeira Dias, Maria De Jesus Serra Lopes, Maria De Sousa, Maria Do Carmo Dalmau, Maria Do Carmo Ramos Da Costa, Maria Do Carmo Sequeira, Maria do Céu Cunha Rego, Maria Do Céu Guerra, Maria Eduarda Gonçalves, Maria Emília Araújo, Maria Emília Brederode Santos, Maria Emília Monjardino, Maria Emília Tito de Morais, Maria Estela Barbot, Maria Eunice Castro, Maria Fernanda Abreu, Maria Fernanda Carvalho Dos Santos, Maria Fernanda Mota Pinto, Maria Helena Caldas Portela, Maria Helena Campos Andrada, Maria Helena Corrêa, Maria Isabel Charneco Brites, Maria Isabel Moreno Xavier Escudeiro, Maria João Franco, Maria João George, Maria João Grancha, Maria João Mendes, Maria João Pires, Maria João Rodrigues, Maria João Sande Lemos, Maria João Seixas, Maria José Azevedo, Maria José Constâncio, Maria José Ferro Tavares, Maria José Fonseca Correia, Maria José Gama, Maria José Lancastre, Maria José Leal, Maria José Martins, Maria José Miranda, Maria José Nogueira Pinto, Maria José Oliveira, Maria José Rau, Maria José Ruas, Maria Judite Pinto Mendes De Abreu, Maria Luísa Marques Pinto Batista, Maria Luísa Mateus, Maria Luisa Sarsfield Cabral, Maria Manuel Leitão Marques, Maria Manuel Pinto Barbosa, Maria Manuela Silva, Maria Margarida Salema, Maria Nobre Franco, Maria Odete dos Santos Ferreira, Maria Proença, Maria Rosa De Sousa, Maria Salomé Conceição Rafael, Maria Santos, Maria Susete Abreu, Maria Teresa Almeida Garrett, Maria Teresa Horta, Maria Teresa Portugal, Maria Virginia Pinto, Maria Vitalina Leal de Matos, Mariana Franco, Mariana Rey Monteiro, Mário Beja Santos, Mário Campos, Mário Campos Pinto, Mário Canelas, Mário Cesariny, Mário Cláudio, Mário de Carvalho, Mário Dorminski, Mário Ferreira, Mário Figueiredo, Mário Jesus da Silva, Mário Jorge, Mário Júlio de Almeida Costa, Mário Laginha, Mário Marques, Mário Matos Ribeiro, Mário Mesquita, Mário Moniz Pereira, Mário Mourão, Mário Paes de Sousa, Mário Raposo, Mário Ruivo, Mário Sottomayor Cardia, Mário Valle, Mário Wilson, Mário Zambujal, Marisa Abreu, Marta Rebelo, Marta Wengorovius, Martim Portugal, Matide Marçal, Matilde Sousa Franco, Menezes Rodrigues, Mesquita Machado, Miguel Alberto Cristo, Miguel Alves, Miguel Carneiro de Moura, Miguel Cordeiro Henriques, Miguel Duarte, Miguel Esteves, Miguel Ginestal, Miguel Melo, Miguel Monjardino, Miguel Patacão Rodrigues, Miguel Veiga, Miguel Vieira Batista, Miguel Vonn Haff, Mónica Baldaque, Nascimento Costa, Natália Umbelina, Nazim Ahmad, Nélia Monteiro, Nelo Vingada, Nelson Cunha Correia, Nelson de Matos, Nelson M. Bento, Nicolau Breyner, Nikias Skapinakis, Nilson Jardim, Nobre Dos Santos, Norberto António Lopes Patinho, Norberto Canha, Norberto Patinho, Norberto Pilar, Norma Tasca, Nuno Botelho, Nuno Brandão, Nuno Brederode Santos, Nuno Cardoso da Silva, Nuno Cordeiro Ferreira, Nuno Félix da Costa, Nuno Fernandes Thomaz, Nuno Gama, Nuno Godinho De Matos, Nuno J. G. Viegas Nascimento, Nuno José da Costa Campos Grima, Nuno Júdice, Nuno Portas, Nuno Severiano Teixeira, Nuno Teotónio Pereira, Nuno Vieira De Almeida, Nuno Vieira Matias, Octávio Cerqueira Rocha, Octávio Dias Garcia, Olegário Bemquerença, Oliveira Martins, Orlando Afonso, Orlando Mendes, Orlando Monteiro da Silva, Orlando Portela, Orlando Soares, Oscar Góis, Paco Bandeira, Paiva De Carvalho, Parcídio Sumavielle, Paula Morão, Paula Rego, Paula Teresa R. Borges Alexandrino, Paulo Branco, Paulo Caldas, Paulo Canha, Paulo Casaca, Paulo Cleto, Paulo Cunh, Paulo de Carvalho, Paulo Farinha, Paulo Felício, Paulo Fernandes, Paulo Guerra, Paulo Lowndes Marques, Paulo Mendo, Paulo Pedroso, Paulo Sucena, Paulo Teixeira Pinto, Paulo Trincão, Paulo Tunhas, Paulo Vallada, Pedro Abrunhosa, Pedro Bacelar De Vasconcelos, Pedro Barroso, Pedro Burmester, Pedro Caldeira Cabral, Pedro Carmo, Pedro Castro, Pedro Coelh, Pedro Colaço, Pedro Couceiro, Pedro de Noronha Pissarra, Pedro Gomes, Pedro Guedes De Oliveira, Pedro Lamy, Pedro Lomba, Pedro Luzes, Pedro Manuel Pereira, Pedro Neto, Pedro Paes de Vasconcellos, Pedro Ponce , Pedro Rodrigues, Pedro Tamen, Peter Villax, Petit, Piedade Murta, Pinho Marques, Pio Abreu, Quim, Raquel do Carmo Leite Mota Noronha, Raul Calado, Raul Capela, Raul Henriques, Raul Meireles, Renato De Araújo, Renato Dias Mendes, Ricardo Adão, Ricardo Bayão Horta, Ricardo Gonçalves, Ricardo Oliveira, Ricardo Pereira, Ricardo Sá Pinto, Ricardo Silva, Richard Zimler, Rita Blanco, Rita Ferro, Rita Guerra, Rita Pestana, Rita Wengorovius, Roberto Monteiro, Rodolfo Iriarte, Rodolfo Lavrador, Rodrigo Santiago, Rogério Gaspar, Rogério Moura, Rogério Pinto, Rogério Samora, Rogério Vieiros, Romualdo Pescada, Rosa Lobato Faria, Rosa Mota, Rosa Nery De Sttau Monteiro, Rosa Nunes de Almeida, Rosa Pita, Rosalina Machado, Rosinda Castanhas, Rui Alarcão, Rui Barreiro, Rui Barreiros Duarte, Rui Caçador, Rui Caetano, Rui Carlos Pereira, Rui Carreteiro, Rui Cartaxana, Rui Chancerelle de Machete, Rui Correia, Rui Feijó, Rui Gomes do Amaral, Rui Graça Feijó, Rui Júnior, Rui Lagartinho, Rui Lourenço, Rui Madeira, Rui Manuel Varela Gusmão, Rui Mário Gonçalves, Rui Meireles, Rui Mendes, Rui Moreira, Rui Mota Cardosa, Rui Nabeiro, Rui Namorado, Rui Pena, Rui Pena Pires, Rui Solheiro, Rui Vasconcelos de Macedo, Rui Veloso, Rui Vieira, Rui Vieira Nery, Rui Vilar, Rui Zink, Rute Marques, Ruy de Carvalho, Sandra Margarida Silva, São José Lapa, Sebastião Alves, Sebastião Camilo Oliveira Ramos, Serafim Manuel Rocha Guimarães, Sérgio Carvalhão Duarte, Sérgio Leal, Sérgio Niza, Sérgio Pombo, Sérgio Rebelo, Sérgio Sousa Pinto, Sílio Correia, Sílvia Chicó, Sílvia Rizzo, Silvino Sequeira, Sofia Ferreira, Stela Bicker Piteira Santos, Strecht Monteiro, Susana Amador, Sybille Schön, Teixeira Silva, Telles Grilo, Teodora Cardoso, Teolinda Gersão, Teresa Ambrósioteresa Beleza, Teresa Coimbra, Teresa Cortez, Teresa Freitas, Teresa Gaspar, Teresa Lago, Teresa Mendes, Teresa Nunes Vicente, Teresa Perry Vidal, Teresa Rita Lopes, Teresa Sá e Melo, Teresa Tomás Bento, Tiago Bettencourt, Tito Lyon De Castro, Tomás Oliveira Dias, Torres Farinha, Tozé Brito, Ulisses Garrido, Valdemar Marques, Vasco Coelho, Vasco Faria, Vasco Gervásio, Vasco Graça Moura, Vasco Lourenço, Vasco Pereira Costa, Vasco Pereira Coutinho, Vasco Pinto Leite, Vasco Rocha Vieira, Vasco Vieira De Almeida, Vasco Wellenkamp, Vassalo Abreu, Veiga Pires, Vera Adão E Silva, Vera Pires Coelho, Vergílio Folhadela Moreira, Vergílio Meira Soares, Virginia Pinto, Vitor Almeida, Vitor Alves, Vitor Barros, Vítor Belém, Vítor Bento, Vítor Campos, Vitor De Sousa, Vitor Duarte, Vítor Duarte, Vitor Filipe, Vitor Galamba, Vitor Hugo Sequeira, Vítor Jorge Carlos, Vitor Manuel Aguiar e Silva, Vítor Manuel Barão Martelo, Vitor Manuel Camarneiro, Vitor Manuel Graça Cunha, Vítor Manuel Palmeira, Vitor Manuel Sarmento Da Cruz, Vitor Martelo, Vitor Martins, Vítor Martins, Vitor Pavão Dos Santos, Vítor Pereira, Vitor Serpa, Vítor Sousa, Vitorina Mourato, Vitorino, Vladimiro Silva, Walter Diogo, Wanda Stuart, Xan, Xana, Yvette K. Centeno, Zélia Maria Roque Matos . "

    *Soma das comissões de honra de Cavaco, Soares e Alegre, por ordem alfabética. Pedimos desculpa por não os distinguirmos, mas a ordem das preferências é uma simples junção do acaso e da necessidade.

    José Mateus Cavaco Silva at November 08, 2005 17:19 | link | comments
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    Presidenciais

    CAVAQUISMO JÁ GANHOU

    A campanha de Soares está a ser dirigida por gente do PSD (João Paulo Velez, o ex-comunista assessor de Santana Lopes) e gente de direita (Cunha Vaz, o sportinguista que explora o jornal do Benfica). Portanto, o cavaquismo (mesmo que Cavaco perdesse) já ganhou...

    José Mateus Cavaco Silva at November 08, 2005 16:53 | link | comments
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    O "TEMPOQUEPASSA"REGISTA ASSIM OS

    ÚLTIMOS ALINHAMENTOS DA "ÉLITE" INDÍGENA

    (QUE NÃO INDIGENTE...) . II

    Os comandantes da elite alegrista 

    Abílio Hernandez, Acácio Alferes, Albano Silva, Alberto Gameiro Jorge, Albino Bárbara, Ana Sara Brito, António Neto Brandão, António Nunes Diogo, António Pires da Silva, Carlos Brito, Carlos Reis, Carolina Tito de Morais, Dinis Cortes, Eduardo Prado Coelho, Fernando António Aires Ferreira, Fernando José Fernandes Costa, Mascarenhas, Fernando José Machado Gomes, Francisco Simões, Gil Nadais, Helena Roseta, Inês Pedrosa, Isabel Castro, Jerónimo Silva, João Barros Madeira, João Correia, João Malheiro, João Rodrigues, Joaquim Sarmento, Jorge Ginja, Jorge Silva, Jorge Sobral, José Carlos Simões, José Francisco Faria e Costa, José Leitão, José Luis Cardoso, José Manuel Mendes, José Niza, José Rebelo, Josias Gil, Lígia Amâncio, Luís Moita, Manuel Alberto Valente, Manuel Correia Fernandes, Manuel João Vieira, Manuel Pina, Manuela Neto, Maria do Céu Cunha Rego, Maria Eunice Castro, Maria João George, Maria Teresa Portugal, Martim Portugal, Miguel Duarte, Nuno Júdice, Rodrigo Santiago, Rosa Pita, Teresa Freitas, Walter Diogo.

    Uma alegre terceira via, com patrióticas simpatias 

    Abel Nogueira, Abílio Hernandez, Abílio Marques Pires, Abílio Matos Diogo, Acácio Alferes, Acácio Oliveira, Adalcina Casimiro, Afonso de Melo, Afonso de Melo, Afonso de Sousa, Afonso Dias, Agostinho Oliveira, Albano Silva, Albertina Estrela, Alberto Correia, Alberto do Carmo, Alberto Gameiro Jorge, Alberto Salvado Santos, Albino Bárbara, Alcino Miguel Morais Silva, Alda Maria Cordeiro Salgado, Alexandre Baptista Pereira, Alexandre Bonança, Alexandre Cortez Pinto, Alexandre Marta, Alexandre Zagalo, Alfredo Barroso, Alípio de Freitas, Alípio de Melo, Almeno Gonçalves, Amadeu Valente Rodrigues, Amado Mendes, Américo de Figueiredo, Américo Dinis da Gama, Amilcar Araújo, Ana Aleixo, Ana Fernandes, Ana Ferreira, Ana Maria Boto Silvestre, Ana Maria Ferreira, Ana Maria Lucas, Ana Matias, Ana Passos, Ana Pires, Ana Sara Brito, Ângelo dos Santos Reis, Aníbal Alcino Ribeiro dos Santos, Antero de Quental, António A. Cantante Fernandes, António Carranca, António Cordeiro, António de Aguiar Esteves, António Florêncio, António Frazão, António Gaspar, António Gonçalves, António Henrique Almeida, Antonio José Costa Sequeira, António José Marrasquinho Soares, António José Pinto Godinho, António Luís Leal, António Macedo, António Maia Gonçalves, António Manuel Antunes Marçal, António Manuel Grosso Correia, António Manuel Ribeiro, António Manuel Viegas Rosa, António Melo, António Neto Brandão, António Nunes Diogo, António Oliveira ( Toni ), António Oliveira das Neves, António Pedro da Franca Carvalho, António Pessoa, António Pina Pereira, António Pires da Silva, António Rodrigues, António Veloso, António Vilhena, António Vitorino Pereira, Armando Gonçalves, Armando Reis, Augusto Monteiro Valente, Benjamim Formigo, Bernardino Páscoa, Branca M. Menezes S.G. Borrego, Bruno Manuel F. Mendes, Camilo Mortágua, Campos Coroa, Carla Alves, Carlos Alberto Leitão Salgado, Carlos Alberto N. P. Neves (Pacman), Carlos Alegria, Carlos Artur Trindade Sá Furtado, Carlos Augusto Coelho Pires, Carlos Barreira, Carlos Brito, Carlos Cabral, Carlos Carranca, Carlos Costa, Carlos Costa Santos, Carlos de Campos Andrada, Carlos Diogo Moreira, Carlos Eugénio Gouveia Pinto, Carlos Manuel, Carlos Manuel Martins, Carlos Manuel Vieira da Silva, Carlos Marchão, Carlos Massapina, Carlos Pereira Cruz, Carlos Pereira Santos, Carlos Reis, Carlos Reis José, Carlos Ribeiro, Carlos Santos, Carlos Vargas, Carolina Tito de Morais, Catarina Albuquerque, Catarina Valente Rodrigues, Cecília Duarte, Celestino Quaresma, Célia Ramos, Clara Crabbé Rocha, Clara Loff, Clara Pinto Correia, Clara Rocha, Corália Vicente, Cristovão de Aguiar, Custódio J. Vilela Maldonado Freitas, David de Almeida, David Martins, Desidério do Ó, Diamantino Miranda, Diana Garrido, Dília Isidoro, Dinis Acácio, Dinis Cortes, Dino Monteiro, Diogo Dória, Domingos Caetano, Domingos Ferreira Pinto, Domingos Silva, Duarte Vilar, Dulce Reis, Edgar Valles, Edmundo Pedro, Eduarda Mansinho, Eduardo Prado Coelho, Eduardo Sanches Osório, Elísio Estanque, Emília Alírio, Ernesto Ribeiro da Silva, Ernesto Rodrigues, Espiga Pinto, Eugénio da Silva Correia, Fátima de Matos, Fausto Bordalo Dias, Fernando Alves, Fernando Amâncio Ferreira, Fernando Andrade Gonçalves de Pais, Fernando António Aires Ferreira, Fernando Arrobas da Silva, Fernando Cabrita, Fernando Chalana, Fernando de Melo Antunes Mendes, Fernando Godinho, Fernando Gomes, Fernando Isidoro, Fernando José F. Costa Mascarenhas, Fernando José Machado Gomes, Fernando Pinto do Amaral, Filipa Melo, Filipe da Silva Nobre, Filipe Palma, Flak, Francisco António Febrero, Francisco Branco Sampaio, Francisco da Costa (Costinha), Francisco de Matos, Francisco Fanhais, Francisco José de Melo Ferreira, Francisco Ramos, Francisco Rego, Francisco Simões, Gabriel Mendes, Germano de Lima, Germano Xavier Mourão do Carmo, Gil Nadais, Gilberto Santos, Gisela Lima, Gualberto Soares, Guilherme da Palma Carlos, Guilhermino Carvalhinho, Hélder Macedo, Helena Rocha e Melo, Helena Roseta, Hélia Correia, Henrique Botelho, Henrique Melo, Henrique Reis, Hilário Marcelino Teixeira, Homem Cardoso, Inês Pedrosa, Irene Santos, Isabel Botelho de Sousa, Isabel Castro, Isabel Cruz, Isabel Guerra, Isabel Janelas, Isabel Pinto Correia, Isabel Ramos, J.P. Simões, Jacinto Delfim B. Ferreira Martins, Jacinto Lucas Pires, Jaime Pina, Jerónimo Silva, Jesualdo Ferreira, João Álvaro Correia da Cunha, João André Amaral, João Barros Madeira, João Botelho, João Botilheiro, João Cayatte, João Chasqueira, João Correia, João Ferreira da Costa, João José F. Costa Soares, João José Ferreira Botas, João Leal Amado, João Malheiro, João Manuel Nóbrega e Silva, João Manuel Versos Cravino, João Maria Pinto, João Morais, João Mota, João Moura, João Paulo Bessa, João Queirós, João Rodrigues, João Sousa, João Wengorovius, Joaquim Jorge, Joaquim José Carvalho Afonso, Joaquim José Figueiredo Lima, Joaquim Pessoa, Joaquim Pinheiro Coelho, Joaquim Rita, Joaquim Romero de Magalhães, Joaquim Sarmento, Joaquim Tho, Joel Ribeiro dos Santos, Jorge Araújo, Jorge Canas da Mota, Jorge Castanho, Jorge Castilho, Jorge Conceição, Jorge Costa, Jorge da Silva Pinto, Jorge Domingos Salvador, Jorge Ginja, Jorge Leite, Jorge Macaista Malheiros, Jorge Melicio da Conceição, Jorge Palma, Jorge Quininha, Jorge Santos, Jorge Silva, Jorge Sobral, José Acácio Dimas de Lacerda, José Afonso Lestra Gonçalves, José António Cardoso, José António da Silva Rocha, José António Martins Campos, José Augusto, José Augusto Pereira Neto, José Augusto Ramos Rocha, José Bento, José Cardoso Fontão, José Carlos Simões, José Cobra, José Cunha, José Daniel Abrunheiro, José Eduardo Meira da Cunha, José Fanha, José Farinha, José Felisberto Marques, José Fontão, José Francisco Faria e Costa, José Francisco Vieira, José Gabriel Viegas, José Henriques, José Infantes, José Leitão, José Lima, José Luis Cardoso, José Manuel Araújo Barbosa, José Manuel Cavaco Cabrita, José Manuel da Silva Appleton, José Manuel Ferraz de Oliveira, José Manuel Freitas, José Manuel Gameiro, José Manuel Henriques, José Manuel Mendes, José Manuel Mesquita, José Manuel Palróz, José Manuel Saraiva, José Manuel Simões Figueiredo, José Manuel Tarroso Gomes, José Moita, José Monteiro, José Monteiro Gama, José Niza, José Rebelo, José Reina, José Ribeiro Ferreira, José Santos Teixeira, José Subtil, José Zaluar Basílio, Josias Gil, Júlio Cardoso, Júlio Pêgo, Júlio Pinheiro, Júlio Ramos, Kelly Basílio, Laura Larcher Graça, Lena d´Água, Lia Gama, Lídia Amaro Machado, Lígia Amâncio, Lima de Carvalho, Luís Abel Polainas, Luís António Mendes Dias, Luís Bramão, Luís Conceição, Luís Ferreira Alves, Luís Lima Barreto, Luís Manuel Conceição, Luís Moita, Luís Reis Torgal, Luís Tavares, Luís Valle, Luísa Anastácio, Luisa Feijó, Luísa Gueifão Ferreira, Luísa Maria Moniz, Luísa Mellid Franco, Mafalda Ivo Cruz, Mafalda Mota Pinto, Manuel Afonso Pires de Andrade, Manuel Alberto Valente, Manuel Anastácio Filipe, Manuel António Gouveia Ferreira, Manuel António Silva, Manuel Caeiro, Manuel Cardoso de Sousa, Manuel Carrajeta, Manuel Correia Fernandes, Manuel Dias Coelho, Manuel Esteves dos Santos Peixoto, Manuel Faria, Manuel Freire, Manuel Gonçalves Borralho, Manuel João Vieira, Manuel Jorge Barbosa Pereira, Manuel José, Manuel José Veloso Gomes, Manuel Pina, Manuel Rodrigues Inácio, Manuel Rosendo, Manuel Sabino, Manuel Tinoco de Faria, Manuel Torres, Manuel Vicente, Manuela Jardim, Manuela Júdice, Manuela Lacerda, Manuela Neto, Mapril José Dinis Bernardes, Marcos Badalo, Margarida Barros Moura, Margarida de Jesus, Margarida Faria, Margarida Lages, Margarida Pedrosa, Maria Cândida Borges de Madureira, Maria da Conceição Moita, Maria da Conceição Rodrigues, Maria de Fátima Belo de Carvalho, Maria do Céu Cunha Rego, Maria Emília Tito de Morais, Maria Eunice Castro, Maria Fernanda Abreu, Maria Helena Campos Andrada, Maria Isabel Charneco Brites, Maria João Franco, Maria João George, Maria João Mendes, Maria José Fonseca Correia, Maria José Gama, Maria José Leal, Maria José Martins, Maria José Ruas, Maria Luísa Marques Pinto Batista, Maria Luísa Mateus, Maria Proença, Maria Teresa Portugal, Maria Virginia Pinto, Mariana Franco, Mário Cláudio, Mário de Carvalho, Mário Figueiredo, Mário Valle, Mário Wilson, Mário Zambujal, Marisa Abreu, Marta Wengorovius, Martim Portugal, Matide Marçal, Miguel Alberto Cristo, Miguel Cordeiro Henriques, Miguel Duarte, Natália Umbelina, Nelson de Matos, Nelson M. Bento, Nuno Brandão, Nuno Cardoso da Silva, Nuno Félix da Costa, Nuno José da Costa Campos Grima, Nuno Júdice, Olegário Bemquerença, Oliveira Martins, Orlando Portela, Oscar Góis, Parcídio Sumavielle, Paula Morão, Paula Teresa R. Borges Alexandrino, Paulo Cleto, Paulo de Carvalho, Paulo Sucena, Pedro Abrunhosa, Pedro Barroso, Pedro Castro, Pedro Gomes, Pedro Manuel Pereira, Pedro Neto, Pedro Rodrigues, Pedro Tamen, Piedade Murta, Pinho Marques, Pio Abreu, Raquel do Carmo Leite Mota Noronha, Raul Calado, Renato Dias Mendes, Ricardo Adão, Rita Pestana, Rita Wengorovius, Rodrigo Santiago, Romualdo Pescada, Rosa Nunes de Almeida, Rosa Pita, Rui Feijó, Rui Madeira, Rui Gomes do Amaral, Rui Lagartinho, Rui Mendes, Rui Mota Cardosa, Rui Vasconcelos de Macedo, Rui Zink, Sandra Margarida Silva, Sebastião Camilo Oliveira Ramos, Sérgio Niza, Stela Bicker Piteira Santos, Telles Grilo, Teresa Coimbra, Teresa Cortez, Teresa Freitas, Teresa Mendes, Teresa Rita Lopes, Teresa Sá e Melo, Valdemar Marques, Vasco Pereira Costa, Virginia Pinto, Vítor Belém, Vitor Galamba, Vítor Jorge Carlos, Vitor Manuel Aguiar e Silva, Vítor Manuel Palmeira, Vitor Serpa, Vítor Sousa, Vitorina Mourato, Walter Diogo, Xana, Yvette K. Centeno

    José Mateus Cavaco Silva at November 08, 2005 03:30 | link | comments
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    PARIS É UM AVISO... SOLENE!

    As avestruzes têm uma reduzida capacidade de análise. Não só pela muito propalada mas pouco documentada tendência para enfiar os "cornos" na areia (supondo que vão à praia...) mas sobretudo devido ao escasso cérebro que possuem... Vem isto a propósito de algumas "avestruzes" que andam por aí todas contentes, a sorrir do que se está a passar em França com a "guerra dos bárbaros". Nem repararam sequer que, por efeito mimético, a coisa já alastrou à Alemanha turca e à cintura islâmica de Bruxelas e também de Liège... Talvez uns arrastõezinhos sejam necessários para lhes arrancar a cabeça da areia!

    As avestruzes, na sua impante ignorância, também não têm a compreensão de um dado simples - o Estado francês e a cultura política francesa são quem na Europa melhor (devido a práticas muito longas) sabe tratar e ultrapassar os problemas da violência social... e tirar daí rapidamente as necessárias consequências políticas. Há, todavia, causas similares acumuladas em outros estados europeus que não possuem nem a tradição, nem o know-how e nem os instrumentos para lidar com as previsíveis consequências... O que está a acontecer no laboratório francês (e que vai mudar radicalmente a França política e a polìtica francesa) é um aviso solene a todos os estados europeus e põe, de forma definitiva, o problema que há décadas anda a ser escamoteado pelo relativismo cultural, tanto da esquerda angélica como da direita cínica, da compatibilidade de culturas quando uma é aberta e outra irredutível. Há um relativismo cultural do século XX que agoniza estas noites nos subúrbios de Paris... Paga-se mais uma componente do ticket de entrada no século XXI europeu.

    PRIMEIRO MORTO E ESTADO DE SÍTIO

    Recorrendo a uma lei do tempo da guerra da Argélia (oh que ironia...), o governo francês decidiu permitir declarações locais de estado de sítio, no mesmo dia em que a "guerra dos bárbaros" fez o primeiro morto.

    Segundo o L' Express, "Jean-Jacques Le Chenadec, un homme de 60 ans agressé vendredi soir à Stains (Seine-Saint-Denis), est mort aujourd'hui. La nouvelle a été annoncée par l'hôpital Jean-Verdier de Bondy et confirmée par le ministère de l'Intérieur. Sa veuve a été reçue par Nicolas Sarkozy.

    Jean-Jacques Le Chenadec était dans le coma depuis son agression, vendredi, au pied de son immeuble, boulevard Maxime-Gorki à Stains....  "Je souhaite que ces personnes soient punies", a déclaré la veuve de Jean-Jacques Le Chenadec au ministre de l'Intérieur, qui "a promis qu'il ferait tout son possible".
     
    Entretanto, ainda segundo a mesma fonte, "Nicolas Sarkozy s'est rendu lundi après-midi à Evreux, dans l'Eure, théâtre de violences urbaines durant le week-end, pour apporter son soutien aux policiers et aux sapeurs-pompiers. Le ministre de l'Intérieur a prononcé un discours d'une vingtaine de minutes au commissariat de la ville, avant de rencontrer, à la préfecture, des commerçants sinistrés. Accompagné de Jean-Louis Debré, maire UMP de la ville et président de l'Assemblée nationale, ainsi que du directeur central de la sécurité publique, Philippe Laureau, le ministre a dénoncé des "agressions multiples" qui "n'ont rien de spontané" commises depuis plusieurs jours dans les banlieues de plusieurs villes de France.
    Interpellations
    Une quinzaine de membres des forces de l'ordre ont été blessés dans la nuit de samedi à dimanche lors d'affrontements avec des bandes d'adolescents dans le quartier de la Madeleine, à Evreux.
    Pour Nicolas Sarkozy, les responsables de ces manifestations "n'ont rien à voir avec les jeunes mais tout à voir avec la délinquance". Il a précisé que la police avait procédé à plus de 300 interpellations la nuit dernière et qu'il y en avait eu près de mille "depuis le début des événements" il y a onze jours. "La population est derrière vous", a-t-il lancé aux forces de l'ordre, affirmant qu' "en quatre endroits de France, ce sont des citoyens qui ont arrêté eux-mêmes les émeutiers".
     
    Enquanto Sarkozy batia o terreno, o primeiro-ministro acedia a abrir a possibilidade de declaração local do estado de sítio.
    "Face à la gravité des violences urbaines, Dominique de Villepin a annoncé lundi le recours exceptionnel au couvre-feu, mais a aussi tenté d'apaiser les esprits en dévoilant des mesures en faveur des jeunes des quartiers défavorisés. Intervenant sur TF1 au douzième jour des émeutes qui secouent un nombre croissant de banlieues à travers la France, le Premier ministre a décidé avec Jacques Chirac de recourir à la pratique rarissime du couvre-feu en réactivant une loi sur l'état d'urgence, adoptée en avril 1955 pendant la guerre d'Algérie.
    Concrètement, le Conseil des ministres a été avancé à mardi matin afin de permettre aux préfets d'instaurer dès mercredi, une fois le décret publié au JO, un couvre-feu là où c'est jugé nécessaire. "

    José Mateus Cavaco Silva at November 08, 2005 02:02 | link | comments
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    Monday, 07 November 2005

    A "GUERRA BÁRBARA" VISTA  HOJE PELO L' EXPRESS

    VIOLENCES URBAINES
    Inquiétudes internationales 
    07/11/2005 - 12:36
    Alors que, pour la onzième nuit consécutive, les émeutes se sont répétées dans les cités, de nombreux pays appellent aujourd'hui leurs ressortissants en voyage en France à la prudence. Leurs analyses sont pessimistes

    d'info

    Des fusils de chasse contre la police
    Jacques Chirac: "Une priorité: le rétablissement de la sécurité et de l'ordre public"
    Un pas en avant, deux pas en arrière, par Christophe Barbier
    Interview: "Il y a eu d’autres événements de ce type en France ces derniers temps"
    Interview: "Un phénomène continu et intensif"
    Ces nuits qui ont fait trembler Clichy
    Notre dossier sur la criminalité
    FORUM - Que se passe-t-il à Clichy?
    VIDEO - Un drame français, par Denis Jeambar
    VIDEO - 11e nuit d'émeutes

    E PELA "18 H"

    Les violences urbaines peuvent-elles peser sur la croissance ?

    Après 11 nuits d'émeutes, le patronat commence à s'inquiéter des possibles conséquences sur l'économie. En première ligne, le tourisme pourrait payer la mauvaise image renvoyée à l'étranger. De nombreux pays ont appelé leurs touristes à éviter la France.    Lire >>

    José Mateus Cavaco Silva at November 07, 2005 18:46 | link | comments
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    PARIS ARDE E QUEIMA POLÍTICOS

    Centro de Paris (Paris III), carros incendiados, ontem à noite...

    Policiers dans la nuit du 5 au 6 novembre à Grigny dans la banlieue parisienne - AFP

    Des jeunes d'une cité HLM d'Aulnay-sous-Bois, regardent les dégats provoqués par les affrontements entre la police et des délinquants, le 3 novembre. | AP/CHRISTOPHE ENA

    Arredores de Paris (Evry), restaurante McDonalds, ontem à noite...

    ANÁLISE DOS REFLEXOS DA CRISE NO DUELO VILLEPIN / SARKOZY

    O "Le Monde" analisou as consequências desta crise violenta no duelo,  travado pela conquista da Presidência da República, entre o 1º ministro Villepin e o ministro do Interior Sarkozy. Os gangs da "racaille" dos subúrbios de Paris que odeiam Sarkozy (por este lhes ter chamado "racaille"... e ter dito que era necessário libertar as ruas desta "racaillle") estão, como se vê pela análise informada do Monde, a prestar a Sarkozy um inestimável serviço... A política tem destas coisas! Sarkozy que, há 15 dias ainda, se via bloqueado na corrida à presidência pelos jogos palacianos de Chirac e Villepin, tem agora essa racaille suburbana a desenrolar-lhe à frente uma passadeira vermelha para o Eliseu... Assim ele não cometa erros graves até lá! É um "adieu Villepin". Análise do Monde:

      La crise qui couve aujourd'hui dans les banlieues est venue interférer dans une rivalité désormais exacerbée entre Dominique de Villepin et Nicolas Sarkozy. Au risque de souligner devant l'opinion que cette compétition empêche concrètement de résoudre une flambée de violences urbaines.

    Mercredi, la droite s'est en tout cas inquiétée des effets de ce conflit ouvert. Reprochant parfois fermement au premier ministre d'avoir laissé s'exprimer publiquement les désaccords de ses ministres. Et se rangeant même derrière le ministre de l'intérieur, jusque-là pourtant critiqué sur son style et son vocabulaire, au nom de leur électorat, sensible à un langage de fermeté dans les banlieues.

    Après l'avoir laissé s'enferrer dans la crise, en autorisant le ministre délégué à la promotion des chances, Azouz Begag, à lui porter la contradiction, le chef de l'Etat et le premier ministre avaient prévu de récupérer la mise. Conformément à ce scénario, mercredi 2 novembre, Jacques Chirac a fait la leçon à M. Sarkozy en conseil des ministres. Une mise au point "très fraîche", selon un participant. "L'absence de dialogue et l'escalade de l'irrespect mèneraient à une situation dangereuse", a affirmé le chef de l'Etat, après que M. Sarkozy eut fait le point sur la situation.

    Dans un second temps, il convenait de montrer que le numéro deux du gouvernement était désormais sous tutelle. Lors de la séance des questions d'actualité, dans l'après-midi, M. de Villepin ­ qui a annulé son voyage officiel au Canada ­ est intervenu lui-même à trois reprises, laissant le ministre de la cohésion sociale, Jean-Louis Borloo, répondre à une dernière question sur ce thème posée par Manuel Valls (PS, Essonne).

    ÉCHANGE GLACIAL

    A l'issue du conseil des ministres, M. de Villepin a réuni à Matignon une dizaine de membres du gouvernement, pour discuter avec eux de ces "événements de la plus haute gravité". Mais cette réunion a surtout été l'occasion d'un échange glacial entre le premier ministre et le numéro deux du gouvernement. Insistant sur la nécessité de marier "fermeté et justice" , M. de Villepin s'attire une sèche réplique du ministre de l'intérieur : "C'est exactement les mots que j'emploie depuis des mois !"

    L'exaspération de M. Sarkozy est à la mesure de sa crainte : son retour Place Beauvau, qui devait sous-tendre la stratégie de conquête du candidat à l'élection présidentielle, se révèle-t-il être le piège annoncé ? En fin de matinée, mercredi, le premier ministre peut se croire en position de force lorsqu'il pénètre salle Colbert pour assister à la réunion du groupe UMP de l'Assemblée nationale. Mais le décor n'est pas celui auquel il pouvait s'attendre.

    Reflétant les sentiments de l'électorat de droite, les députés, dans leur grande majorité ­ et même s'ils ne se rangent pas nécessairement dans la mouvance sarkozyste ­ approuvent le langage de "fermeté" du ministre de l'intérieur. La réunion a débuté en l'absence du premier ministre. Tour à tour, François Grosdidier (Moselle), maire de Woippy, Georges Mothron (Val-d'Oise), maire d'Argenteuil, Gérard Hamel (Eure-et-Loire), maire de Dreux, Jean-Claude Mignon (Seine-et-Marne), maire de Dammarie-les-Lys, ont exprimé leur crainte que les troubles se propagent, tout en insistant sur le fait qu' soit responsable de la dégradation du climat. Pour M. Grosdidier, qui se dit "une minorité de délinquants""choqué" par les propos de M. Begag, "ce sont les voyous qui en profitent pour s'engouffrer dans la faille" : "Les caïds de l'économie parallèle ne veulent pas que la République s'installe dans les quartiers" , insiste-t-il. "Il n'y a pas un mot à retirer à ce qu'a dit Nicolas Sarkozy", ajoute M. Mignon. "Il ne faut pas hésiter à appeler les voyous des racailles" , assure le député de Seine-et-Marne.

    M. Mignon est en train d'intervenir lorsque le premier ministre pénètre dans la salle sans susciter la moindre manifestation de soutien. Quelques minutes plus tard arrive M. Sarkozy, qui est accueilli par des applaudissements nourris. Philippe Briand (Indre-et-Loire), maire de Saint-Cyr-sur-Loire, habituellement plutôt classé parmi les chiraquiens, réclame la solidarité gouvernementale derrière le ministre de l'intérieur et demande au premier ministre d'"entendre" les élus de terrain.

    Passablement excédé, M. de Villepin balaie l'air d'un vif geste du bras que nombre de députés commenteront longuement par la suite. Plus qu'une fin de non-recevoir, "une marque de mépris", estime un président de commission.

    "Puisque vous savez tout , commence le premier ministre, au lieu de déclamer, donnez-moi des solutions. J'en ai assez des y'a-qu'à et des faut-qu'on..." Nadine Morano, un des soutiens les plus inconditionnels du ministre de l'intérieur, prend la parole. Mais quand la députée de Meurthe-et-Moselle veut aborder le "problème" Azouz Begag, le premier ministre la coupe sèchement, lui signifiant qu'il ne veut pas en entendre parler. Vive tension dans la salle. M. Briand reprend la parole : "Le groupe est là pour soutenir le gouvernement , assure-t-il au premier ministre, mais le gouvernement doit aussi écouter le groupe. Si tu n'es pas capable d'entendre des vérités, si ton objectif c'est que les parlementaires ne parlent plus, ça va se finir comme ça..."

    Même les plus fervents soutiens du premier ministre peinent à cacher leur embarras, craignant qu'il n'ait perdu là en quelques minutes le crédit qu'il avait mis des mois à conquérir auprès d'élus qui lui vouent toujours une certaine méfiance. "On a retrouvé le Villepin pour qui les députés sont tous des "cons" ", commente un député.  

     

    José Mateus Cavaco Silva at November 07, 2005 03:43 | link | comments
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    Sunday, 06 November 2005

    "VIAGENS NA MINHA TERRA"

    SAMPAIO, NAS ÚLTIMAS, AINDA NÃO CONHECE O ESTADO E  DEIXA-SE  SURPREENDER...

    AO FIM DE 10 ANOS DE P.R. !

    Algo que deixou o Presidente da República surpreendido e o obrigou a puxar do bloco de notas para assentar...

    " Na Quinta da Barca, o Presidente da República ouviu da boca do administrador, Jorge Cruz, as dificuldades por que passa um empresário que investe no turismo. O projecto, cujo expoente máximo é um campo de golfe de nove buracos, foi iniciado em 1990 e ainda está por concluir. Jorge Cruz explicou que "dos investidores iniciais resta um [ele próprio] que ainda não saiu porque investiu aqui todo o dinheiro que ganhou em 30 anos, mais algumas heranças, e gostava de ver os resultados deste investimento". Para o projecto ficar concluído falta, por exemplo, um spa.

    Dificuldades sustentadas pelo presidente da Câmara de Esposende, Fernando Couto Cepa, que indicou a burocracia como grande culpada e deu como exemplo o facto de "em 18 quilómetros de costa no concelho existirem 80 entidades diferentes". Algo que deixou o Presidente da República surpreendido e o obrigou a puxar do bloco de notas para assentar este número. "

    E depois disto (ou antes, tanto faz) ainda se permite: Sampaio abre jornadas sobre turismo com recados a autarcas ... É extraordinário!

    José Mateus Cavaco Silva at November 06, 2005 21:27 | link | comments
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    Vinte Anos Depois

    O CENTRO-ESQUERDA

    ESCAPOU A SOARES...?

    António Barreto e Vasco Pulido Valente, no Público de hoje, desfazem a candidatura de Mário Soares... Ambos estiveram com Soares na "guerra" do MASP I, em 1985... Vinte anos depois (onde é que eu já li isto?) a "história" é outra, como se pode ver!

    ANTÓNIO BARRETO SOBRE MÁRIO SOARES: "Comporta-se como um "outsider", um candidato marginal. Pede debates... Solicita debates urgentes, todos os debates, chega a inventar recusas dos outros candidatos a debater (...). Parece um destes candidatos radicais à procura de interlocutor e rival, em busca do tempo de antena que lhe seria oferecido pelas querelas com o adversário. Transformou-se em candidato desesperado a agitar-se diante daquele que considera já o presumível vencedor. Por sua vontade e decisão, Soares encabeça hoje um combate fora de tempo e fora da actualidade. Sem aparentemente argumentos politicos nacionais pesados, busca uma campanha de luta pessoal. Ora com Alegre, ora com Cavaco. Corre o risco de apenas obter, como resposta, o silêncio."

    Vasco Pulido Valente: "(...) Claro que estas mesquinhas querelas de seita foram elevadas, como de costume, à dignidade de estratégia. Segundo a tese vigente, convém que os vários raminhos da esquerda comecem por fixar o seu eleitorado, para o juntarem a seguir ao eleitorado de Soares. Como não se tardará a ver, isto é absurdo. O voto não se "fixa" e o actual espectaculo de impotência vai eleger Cavaco à primeira volta. (...) e com a assombrosa divisão da esquerda e do próprio PS publicamente proclamada, dentro de um ano bastará a Cavaco um sopro para varrer o circo inteiro de cena. Com o país grato, venerador e obrigado."

    José Mateus Cavaco Silva at November 06, 2005 21:04 | link | comments
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    FRANÇA: NÃO HÁ SURPRESAS...

    A COISA ESTAVA À VISTA PARA QUEM PUDESSE VER...

    " The Barbarians at the Gates of Paris

    Everyone knows la douce France: the France of wonderful food and wine, beautiful landscapes, splendid châteaux and cathedrals. More tourists (60 million a year) visit France than any country in the world by far. Indeed, the Germans have a saying, not altogether reassuring for the French: “to live as God in France.” Half a million Britons have bought second homes there; many of them bore their friends back home with how they order these things better in France. (...) City Journal Autumn 2002.

    The laxisme of the French criminal justice system is now notorious. Judges often make remarks indicating their sympathy for the criminals they are trying (based upon the usual generalizations about how society, not the criminal, is to blame); and the day before I witnessed the scene on the Boulevard Saint-Germain, 8,000 police had marched to protest the release from prison on bail of an infamous career armed robber and suspected murderer before his trial for yet another armed robbery, in the course of which he shot someone in the head. Out on bail before this trial, he then burgled a house. Surprised by the police, he and his accomplices shot two of them dead and seriously wounded a third. He was also under strong suspicion of having committed a quadruple murder a few days previously, in which a couple who owned a restaurant, and two of their employees, were shot dead in front of the owners’ nine-year-old daughter.

    The left-leaning Libération, one of the two daily newspapers the French intelligentsia reads, dismissed the marchers, referring with disdainful sarcaèm to la fièvre flicardiaire—cop fever. The paper would no doubt have regarded the murder of a single journalist—that is to say, of a full human being—differently, let alone the murder of two journalists or six; and of course no one in the newspaper acknowledged that an effective police force is as vital a guarantee of personal freedom as a free press, and that the thin blue line that separates man from brutality is exactly that: thin. This is not a decent thing for an intellectual to say, however true it might be. (...)

    One rap group, the Ministère amer (Bitter Ministry), won special official praise. Its best-known lyric: “Another woman takes her beating./ This time she’s called Brigitte./ She’s the wife of a cop./ The novices of vice piss on the police./ It’s not just a firework, scratch the clitoris./ Brigitte the cop’s wife likes niggers./ She’s hot, hot in her pants.” This vile rubbish receives accolades for its supposed authenticity: for in the multiculturalist’s mental world, in which the savages are forever noble, there is no criterion by which to distinguish high art from low trash. And if intellectuals, highly trained in the Western tradition, are prepared to praise such degraded and brutal pornography, it is hardly surprising that those who are not so trained come to the conclusion that there cannot be anything of value in that tradition. Cowardly multiculturalism thus makes itself the handmaiden of anti-Western extremism. (...) The state, while concerning itself with the details of their housing, their education, their medical care, and the payment of subsidies for them to do nothing, abrogates its responsibility completely in the one area in which the state’s responsibility is absolutely inalienable: law and order. In order to placate, or at least not to inflame, disaffected youth, the ministry of the interior has instructed the police to tread softly (that is to say, virtually not at all, except by occasional raiding parties when inaction is impossible) in the more than 800 zones sensibles—sensitive areas—that surround French cities and that are known collectively as la Zone. (...)

    But among the third of the population of the cités that is of North African Muslim descent, there is an option that the French, and not only the French, fear. For imagine yourself a youth in Les Tarterets or Les Musiciens, intellectually alert but not well educated, believing yourself to be despised because of your origins by the larger society that you were born into, permanently condemned to unemployment by the system that contemptuously feeds and clothes you, and surrounded by a contemptible nihilistic culture of despair, violence, and crime. Is it not possible that you would seek a doctrine that would simultaneously explain your predicament, justify your wrath, point the way toward your revenge, and guarantee your salvation, especially if you were imprisoned? Would you not seek a “worthwhile” direction for the energy, hatred, and violence seething within you, a direction that would enable you to do evil in the name of ultimate good? It would require only a relatively few of like mind to cause havoc. Islamist proselytism flourishes in the prisons of France (where 60 percent of the inmates are of immigrant origin), as it does in British prisons; and it takes only a handful of Zacharias Moussaouis to start a conflagration.

    The French knew of this possibility well before September 11: in 1994, their special forces boarded a hijacked aircraft that landed in Marseilles and killed the hijackers—an unusual step for the French, who have traditionally preferred to negotiate with, or give in to, City Journal Autumn 2005.terrorists. But they had intelligence suggesting that, after refueling, the hijackers planned to fly the plane into the Eiffel Tower. In this case, no negotiation was possible. (...)

    “But don’t you know where you are, monsieur?” they asked. “C’est la Zone, c’est la Zone.”

    La Zone is a foreign country: they do things differently there. "

    A quarterly magazine of urban affairs, published by the Manhattan Institute, edited by Myron Magnet.

    José Mateus Cavaco Silva at November 06, 2005 20:45 | link | comments
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    Liliana Queirós, Miss Playboy a... Mandatária, Já!

    Na "Grande Loja" lamentam que  ainda não tenha sido convidada para "mandatária da juventude", sendo ela "um antídoto para a depressão"...

    Óbvio, evidente e claro:

        NÓS TAMBÉM !

    Façamos, portanto, deste problema a mais importante, decisiva e estratégica micro-causa destas presidenciais e interpelemos os cavacos, alegres, soares e tutti quanti:

    podem os candidatos às presidenciais sff convidar a Liliana Queiroz para mandatária da juventude (ou, tanto faz, da terceira ou da quarta idade) para que na sociedade portuguesa se valorize mais a "busca de soluções" em detrimento da "especulação" ? 

     

     

    José Mateus Cavaco Silva at November 06, 2005 05:58 | link | comments
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    ISTO NÃO SE INVENTA... DESCOBRE-SE!

    Guillestre (France)

    José Mateus Cavaco Silva at November 06, 2005 05:19 | link | comments
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    AINDA A HISTÓRIA DO "XADREZ"

    PARA TRAMAR JORGE RABBIT

     

    no "Bloguítica"

    2.11.05

    COMO SE SABE...
    [1331] -- ...não tenho nenhuma simpatia política por Jorge Coelho.
    Dito isto, acho que
    estas fugas de informação são uma vergonha.

    4.11.05

    A SELECTIVIDADE
    [1342] -- O jornal Público revela que, além de Jorge Coelho, houve mais cinco pessoas que viram as suas casas revistadas (Público, 4.11.2005: 15).
    Curioso. Mais cinco pessoas. E, no entanto, só um nome em seis é que foi cirurgicamente divulgado através de uma fuga de informação. Com que intuito?
    Eis como -- potencialmente -- se organiza uma manobra de desinformação (ou algo ainda pior), dando precisamente a impressão contrária.

    António Costa vs Jorge Coelho
    the final countdown?

    Sábado, Novembro 05, 2005
    Por muito que custe a alguns, a análise, fria e objectiva, da realidade é suposto ter muito pouco a ver com a inpiração, e imaginação, e tudo, ou quase, com a atenção e a memória. Dito isto, o verdadeiro acontecimento dos últimos tempos não é a alegada campanha orquestrada contra Alberto Costa mas um outro. Alberto Costa pode até dar-se por feliz por ser capa consecutiva duas semanas consecutivas n' O Independente, o que, bem ou mal, nos dias que correm é quase uma garantia de que mais nenhum orgão da imprensa, pega, tão cedo, na coisa. Duas capas no Indy 'moem', mas não 'matam', antes pelo contrário, tornam até aos olhos de alguns crentes verossímeis e elaboradas campanhas de vitimização. O verdadeiro acontecimento desta semana foi, como habitualmente, antecipado e resumido nestas duas (1 e 2) notas, publicadas no sábado passado, faz hoje uma semana. E esse acontecimento materializou-se na passada quarta-feira quando a Visão tornou público que iria notíciar buscas judiciais a casa de Jorge Coelho. Não vale a pena andar por aí a chorar pela violação do segredo de justiça ou pelo facto de ter havido mais alminhas a receber prendas de um determinado empreiteiro, até porque isso é, aí sim, bater no ceguinho. Bastava ter lido com atenção a notícia publicada na Visão, relativamente imprecisa e ambígua, notar a ambiguidade inicial à volta do 'móbil' da busca para se ter a certeza que, ao contrário do que era suposto 'parecer', quem soprou a informação, desta vez, não foi nem da PJ nem do MP. E, abreviando, não o sendo só pode ser da 'política', o mesmo é dizer do PS. Não por acaso, e ao mesmo tempo que vigorosamente se congratulava pelo rápido desagravo da PGR (Souto entre dois males toscamente terá escolhido o menor) , Jorge Coelho fez questão de dizer - a quem interessava - que ao contrário do que tinha anunciado há algumas semanas não se ia resguardar no PS antes vai-se manter, de pedra e cal, em todos os cargos que ocupa. É que Coelho tem boas razões não para desconfiar que tenha sido António Costa a soprar a notícia mas... para ter a certeza que esta não teria sido soprada sem um aggreement prévio do actual titular do MAI. Agora, é só continuar atento aos próximos episódios...
     Publicado por Manuel às 12:22:00 AM.

    Mãozinha marota 

    Esta história ridícula do xadrez de Coelho e da busca da PJ por causa da investigação a José Luís Judas lembra o caso da Fatinha. Não andará por aí uma mãozinha marota a destruir todos os processos que possam pôr a nu a corrupção partidária? Neste sítio tudo é possível. Mas como a estupidez tem limites é muito natural que ande por aí alguém a tentar atirar areia para os olhos dos cidadãos de um sítio cada vez mais salazarento e pessimamente frequentado.

    no "Portugal dos Pequeninos"
    2.11.05

    LETRA MORTA 

    Ao contrário de alguns "colegas" da Grande Loja, eu não gosto de falar de assuntos de justiça. A imprensa adora, sobretudo para falar do que não sabe. E, de dentro da justiça, brotam informações e contra-informações que, se para alguma coisa servem, é para denegrir ainda mais a imagem da sua eficácia e da sua eficiência. Na ânsia de "criar" factos políticos- até para isso é preciso habilidade -, lança-se, numa estranha conivência "interdisciplinar", lama para a ventoínha. A divulgação pública da realização de uma investigação onde, por exemplo, se incluiu a busca a casa de uma pessoa para encontrar um tabuleiro de xadrez, é, no mínimo, grotesca. O que já tinha acontecido uns dias atrás com a chamada "operação Furacão", é apenas mais do mesmo. A política faz-se "dentro" da política. Não adianta tentar escrevê-la nas entrelinhas de um mandado de busca ou de um despacho judicial. Mais tarde ou mais cedo, é letra morta.
    E, é claro, esta ... e ainda esta !

    José Mateus Cavaco Silva at November 06, 2005 05:05 | link | comments
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    FRANÇA: CHIRAC ESPERA PARA VER, SARKOZY E O SOCIALISTA MANUEL VALS BATEM O TERRENO

    " Face à Nicolas Sarkozy, sept gamins penauds et un père en colère

    06-11 03:47:27 - Interpellés à Courcouronnes près d'un stock de barres de fer, de cocktails molotov et de pieds de biches, sept mineurs attendent penauds, sur des chaises du commissariat d'Evry, que leurs parents viennent les chercher, quand Nicolas Sarkozy s'avance vers eux. Après les Yvelines et les Hauts-de-Seine la veille, le ministre de l'Intérieur a choisi les directions départementales de sécurité publique (DDSP) de l'Essonne puis du Val-de-Marne pour rencontrer des policiers confrontés entre samedi et dimanche à une dixième nuit de violences dans certaines banlieues de France.
    "Des pieds de biche...", lâche doucement Nicolas Sarkozy, l'air grave, secouant la tête, dans une attitude où se mêlent réprobation et volonté de se montrer compréhensif. Les adolescents, dont certains ont encore l'air d'enfants, baissent le nez, marmonnent de vagues réponses aux questions du ministre qui n'élève pas le ton.
    "Vous n'êtes pas très content que votre père vienne vous chercher, hein?", questionne le ministre. L'adolescent secoue la tête. "Il savait que vous étiez dehors?", poursuit Nicolas Sarkozy. "Oui", lâche le môme.
    Un homme arrive et crie, la voix tremblante de colère, montrant un autre des ados: "C'est moi le père. C'est la première fois qu'il fait une connerie! Alors je l'emmène et je m'explique avec lui!". Il tend un doigt accusateur vers son fils, s'agace de la présence de nombreuses personnes accompagnant la visite ministérielle et assistant à l'échange.
    Le ministre emmène l'homme à l'écart. Ils parlent un instant. "Cela fait drôle de voir son fils ici", lâche-t-il avant de revenir vers les jeunes: "Au revoir". Certains répondent, d'autres piquent du nez. Un autre, le plus grand, secoue la tête, l'air buté, et murmure quelque chose d'indistinct.
    Ceux-là s'en tireront avec au maximum un savon parental, rien ne permettant d'établir qu'ils se sont servis du matériel trouvé près d'eux.
    Ce ne sera pas le cas d'autres, placés en garde à vue, qui, explique un policier, ont été retrouvés dans un "atelier de fabrication de cocktail molotov", "un ancien local désaffecté" d'Evry, où plusieurs dizaines d'engins incendiaires ont été découverts.
    "C'est la preuve que c'est organisé, tout cela", réagit le ministre qui discute quelques instants avec le député-maire socialiste d'Evry, Manuel Valls, dont les positions sur la lutte contre la délinquance sont parfois proches des siennes.

    "Le procureur m'a dit qu'il ferait des procédures d'associations de malfaiteurs", lui dit Nicolas Sarkozy.
    Un policier lui explique que "l'hélico a pas mal perturbé les jeunes", un autre rapporte qu'il n'y a "pas eu vraiment d'affrontement, plutôt du harcèlement". Un troisième insiste sur l'extrême mobilité des fauteurs de troubles, dont certains "se déplacent en bicyclettes".
    Au central téléphonique, la litanie des appels ne cesse pas: des habitants signalant des voitures qui brûlent, un homme qui s'inquiète d'un attroupement près de chez lui. "On va vous envoyer des effectifs", répond une policière.
    "Il y a des choses qui changent. Les gens nous soutiennent", affirme Nicolas Sarkozy. "

    © AFP.

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  • France : violences urbaines en région parisienne

    José Mateus Cavaco Silva at November 06, 2005 03:17 | link | comments
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    Saturday, 05 November 2005

    EXPLICACÃO BY MARTIM,
    DO "MAU TEMPO NO CANIL"

    Xadrez  



    Está explicada a atracção nacional pelos jogos de xadrez

    José Mateus Cavaco Silva at November 05, 2005 02:48 | link | comments
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    FRANÇA: EIS COMO E PORQUÊ

    SARKOZY VAI SER PRESIDENTE

    (pois se os media não se comovem... o eleitorado sim!)

    " A morte (voluntária) que não indignou os media

    A poucos quilómetros de Clichy-sous-Bois, e quase à mesma hora em que dois adolescentes desta cidade morriam electrocutados numa central sob alta tensão, pensando fugir a um controlo de polícia, Jean-Claude Irvoas assinou o seu decreto de morte. Este francês de uns 50 anos passava pela cidade de subúrbios de Epinay-sur-Seine. Ia com a mulher e a filha no carro, e nem sequer estava a trabalhar. Mas, na Rue de Marseille, reparou num candeeiro público, que tinha sido instalado pela empresa onde trabalhava. Toda cidade deve ser equipada com o mesmo modelo de lampadário, mas naquele momento Jean-Claude Irvoas queria tirar uma fotografia desta primeira instalação, para o seu trabalho. Assim que saiu do carro com a máquina fotográfica na mão, dois homens novos atacaram-no. Irvoas deu um safanão num deles, e colou-o ao chão. Um terceiro jovem surge então. Os três vão espancar até à morte este pai de família, em frente da mulher e da filha dele, aterrorizadas. No café mesmo em frente ao local da agressão, havia uns trinta homens. Ao lado, uma mercearia estava apinhada de mulheres a fazerem compras. Mas ninguém interveio. Ninguém "viu nada". Só a gravação vídeo do crime por uma câmara de segurança de um banco permitiu reconstituir com exactidão o que aconteceu. Os jornalistas que se deslocaram a Epinay-sur-Seine foram ameaçados e "expulsos" pelo mesmo bando que aterroriza os habitantes e que não admite intrusões no seu território.

    Público

    Sobre este tema, no "Le Point", última edição, uma reportagem no terreno e uma entrevista-testemunho sobre o que são realmente as "zonas cinzentas" ou "zonas de não-direito" ou, melhor dizendo, as "repúblicas da droga":

    Cités : la thune, le sexe et la loi du plus fort

    Après les émeutes de Clichy-sous-Bois et le meurtre d'Epinay, les témoignages effarants des policiers et des grands frères des banlieues.

    Jean-Michel Décugis, Christophe Labbé et Olivia Recasens

    «Face à des keums qui sont niqués de la tête, tu peux mettre tous les keufs que tu veux, ça ne sert à rien. » Dans la salle de quartier de la cité 7/7 à Epinay-sur-Seine, une dizaine de jeunes débattent du meurtre qui a eu lieu dans la cité d'en face, celle d'Orgemont. Il est 15 h 53, ce jeudi 27 octobre, lorsque Jean-Claude Irvoas descend de sa voiture pour prendre en photo un des lampadaires de la rue de Marseille, plaque tournante du trafic de cannabis à Epinay-sur-Seine. L'employé de la société de mobilier urbain a tout juste le temps de sortir son appareil numérique que trois jeunes foncent sur lui. Jean-Claude Irvoas résiste. Il déséquilibre l'un de ses agresseurs qui veut lui arracher l'appareil photo. L'homme, d'une quarantaine d'années, tente de s'enfuir, mais il est ceinturé puis violemment frappé à la tête par le jeune qui s'est relevé entre-temps. Le père de famille s'écroule sous les yeux de sa femme et de sa fille, qui l'attendent dans la voiture. Le drame, filmé par la caméra n° 15 de la police municipale, aura duré 90 secondes. Deux suspects archiconnus des services de police ont été mis en examen dimanche pour « vol suivi de violences ayant entraîné la mort ». Un troisième, qui n'est pas d'Epinay-sur-Seine, est toujours recherché. C'est lui qui a porté le coup fatal.

    « A Orgemont, ça deale, lance un grand Black en survêtement rouge et noir. Du coup, c'est la parano. Les keums, tu peux même pas les regarder, alors si tu les photographies tu joues ta vie. » Installés dans les deux grands canapés recouverts de tissus marocains, les autres jeunes acquiescent. Pour eux, la mort du père de famille est un accident, pas un meurtre. Et de s'énerver contre les médias qui ont parlé de « lynchage ». Dans un coin de la salle, la télé crache les images de la chaîne d'information continue LCI, qui diffuse en boucle la nuit d'émeute à Clichy-sous-Bois et les déclarations de Nicolas Sarkozy. « On a le satellite avec 2 000 chaînes, dans cette pièce rien n'est volé », précise un costaud d'une vingtaine d'années avec un piercing dans le nez.

    Pour pénétrer dans la cité 7/7, il a fallu montrer patte blanche. Le rendez-vous a été fixé à la station-service Esso. Coincée entre les barres d'Orgemont et la dizaine d'immeubles du 7/7, la station a été entièrement automatisée pour en finir avec les braquages. Pierre N'Doh, 43 ans, figure historique de la banlieue, nous attend « pour éviter les problèmes ». Ici, l'étranger est immédiatement repéré. D'origine camerounaise, Pierre N'Doh vit au 7/7, où il a grandi, avant de créer en 1990 l'Organisation des banlieues unies, qui, à l'époque, voulait fédérer les cités de la région parisienne pour peser dans la politique de la ville.

    En vingt ans, Pierre N'Doh a vu la situation dans les cités d'Epinay-sur-Seine devenir explosive. « Ici, ça va, mais à Orgemont c'est la jungle. La seule chose qui compte, c'est la thune, le sexe et la loi du plus fort, lâche, fataliste, le "grand frère", qui impose le respect avec sa carrure. On peut te tuer simplement parce que tu refuses de donner une cigarette. » Dans la rue de Marseille, à la tombée de la nuit, les dealers ne se cachent plus. Le trottoir leur appartient. Lorsque nous passons en voiture, nous sommes « zieutés » par de petits groupes qui nous dissuadent de descendre. « Dans les cités, il n'y a plus que l'économie souterraine. Les associations ont pratiquement toutes décroché, faute de moyens. Ceux qui vont au boulot tous les matins rasent les murs. Il n'y a plus de respect. Ici, se faire traiter de victime est une insulte. » Cela suffirait-il à expliquer l'absence d'indignation après le meurtre de Jean-Claude Irvoas ?

    D'année en année, tout ce qui peut représenter de près ou de loin l'institution est vécu comme une provocation qu'il faut bouter hors de la cité. Policiers, pompiers, postiers, médecins... Jusqu'au cirque Zavatta, qui, à la fin de la semaine dernière, a été attaqué alors qu'il avait planté son chapiteau dans un quartier sensible de Fameck, une petite ville de Moselle. Une vingtaine de gamins de la cité du coin ont lancé des pierres contre les caravanes, insulté les clowns et ouvert les enclos de la ménagerie. Ecoeuré, le cirque Zavatta a décidé de plier bagage sans donner la représentation prévue. « Trop souvent, les maires profitent de l'image positive du cirque pour nous envoyer calmer les esprits dans les quartiers sensibles », constate Alexis Gruss (1). Récemment,dans une cité lyonnaise, un artiste a dessiné une fresque avec un groupe de gamins d'une des cités de la ville. Pour illustrer le thème « Nos parents sont venus chercher le bonheur ici », l'artiste a eu l'idée de peindre un grand arc-en-ciel. Ce qui a énervé les jeunes du quartier, qui, persuadés qu'il s'agissait des six couleurs du drapeau gay, ont traduit : « On nous traite de pédés »...

    Aujourd'hui, il n'y a plus que les policiers qui peuvent entrer dans certaines cités. Et encore, en force. « Dès qu'on arrive, les jeunes sifflent et se regroupent en quelques secondes, ils s'approchent et nous attaquent, raconte un jeune flic d'une unité anticriminalité de la Seine-Saint-Denis. Aux 4 000, à La Courneuve, on est parfois appelés pour de faux cambriolages, et les jeunes nous attendent pour nous lancer des boules de pétanque. En deux ans, j'ai vécu cinq gros guet-apens. Le dernier, c'était dimanche soir à Clichy-sous-Bois. Ils étaient cent contre nous. On a utilisé nos Flash-Ball et nos grenades lacrymo pour nous dégager. » Un commandant de sécurité publique dans une commune de la grande couronne parisienne qui abrite plusieurs cités sensibles témoigne : « Depuis le deuxième trimestre, on a trois ou quatre voitures qui brûlent par semaine, avec un pic du vendredi au dimanche soir. Les feux de poubelles, on ne les compte plus, c'est la routine. » Le 13 juillet, à Epinay-sur-Seine, les policiers se souviennent d'avoir été confrontés à une véritable « guérilla urbaine » dans l'indifférence générale. « Des voitures incendiées, des conteneurs à poubelles mis en travers des rues pour bloquer le passage des pompiers. Pour nous attaquer, les jeunes ont même utilisé comme lance-roquettes des fusées d'artifice. Et pas une ligne dans les journaux, décrit, amer, un officier du commissariat d'Epinay. Le lendemain, vous recevez des habitants, les larmes aux yeux, qui vous disent qu'ils n'en peuvent plus. » Pourtant, quand on interroge les jeunes d'Epinay, il ne s'est rien passé de grave, juste un « jeu pour rigoler ».

    Une piscine remplie d'essence. Cela fait longtemps que les pompiers qui interviennent dans les cités sont escortés par la police. A tel point que les soldats du feu ont créé un code couleurs : vert, orange ou rouge, selon le degré d'ébullition du quartier. « Lors de certaines interventions, j'ai l'impression de nager dans une piscine remplie d'essence avec, tout autour, des gens qui jouent avec des allumettes, raconte un pompier professionnel de Corbeil-Essonnes qui ne compte plus le nombre de fois où il s'est fait "caillasser". Un jour, en période rouge, nous avons été appelés en urgence parce qu'une femme se faisait frapper par son mari en pleine rue. Lorsque nous sommes arrivés, elle était étendue sur le sol, mais on avait pour consigne de ne pas pénétrer dans la cité sans la police. » Les pompiers ont donc stoppé à moins de 200 mètres de la victime et ont attendu de longues minutes que l'escorte soit là. Des conditions d'intervention difficile sur lesquelles les pouvoirs publics n'aiment pas communiquer. En période verte, les pompiers travaillent dans des conditions normales. Ou presque. « On se fait insulter, cracher dessus, on se prend aussi des oeufs, mais c'est tellement banal que l'on n'en parle même plus en débriefing... »

    Des violences urbaines qui pourrissent la vie dans les banlieues, mais dont une grande partie s'évapore des statistiques. Et pour cause, le « 4001 », la base de données officielles de la délinquance en France, ne comptabilise que les crimes et délits portés à la connaissance des services de police. Or la plupart des « violences urbaines » ne donnent lieu à aucune poursuite. Non comptabilisés, donc, les feux de poubelles, de boîtes aux lettres ou de caves, les agressions qui se soldent par des interruptions de travail inférieures à huit jours... Autant d'infractions qui font pourtant monter la pression dans des cités « Cocotte-Minute ». En 1998, la commissaire Lucienne Bui-Trong, alors patronne de la section « Villes et banlieues », des Renseignements généraux (RG), avait créé une « échelle de Richter » des violences urbaines, qui classait les quartiers de 1 à 8 selon leur potentiel explosif. Un outil qui avait, l'année suivante, donné naissance au Saivu, le Système d'analyse informatique des violences urbaines. « Tous les mois, il suffisait d'appuyer sur un bouton pour faire sortir dix pages avec les cartes des quartiers les plus chauds », se souvient un policier de la sécurité publique qui exploitait le logiciel. Dès la première année, le Saivu affichait 28 858 violences urbaines contre 3 000 en 1992, et 818 quartiers sensibles au lieu des 106 recensés jusqu'alors. Avec des tendances inquiétantes qui se sont confirmées depuis, telles que le phénomène des bandes violentes, l'économie souterraine, les départs de feu volontaires, les agressions contre tout ce qui symbolise l'autorité. Comme le mercure ne cessait de monter, la Direction générale de la police nationale a décidé de saborder le Saivu, qui a fini par disparaître en 2003. Faute de traitement pour faire baisser la fièvre, on a donc cassé le thermomètre.

    Aujourd'hui, quand on demande au ministère de l'Intérieur, comme Le Point l'a fait, le nombre de voitures incendiées, d'Abribus saccagés, de véhicules de pompiers ou de police caillassés, la réponse est on ne peut plus claire : « Nous ne sommes pas en mesure de fournir des données chiffrées »...

    ENTREVISTA

    « On a créé des générations sans foi ni loi »
    Ex-champion du monde de kick-boxing, Khalid el-Quandili a été médiateur national à la jeunesse et membre du Conseil économique et social. Auteur de deux rapports sur les quartiers sensibles, il est aujourd'hui chef d'entreprise. Khalid el-Quandili vient d'être appelé à Clichy-sous-Bois par les « anciens » de la cité, pour les aider à rétablir le calme après la poussée de fièvre déclenchée par l'électrocution de deux adolescents et l'envoi de grenades lacrymogènes dans une salle de prières.

    Le Point : Comment réagissez-vous aux derniers événements ?

    Khalid el-Quandili : C'est le monde à l'envers. D'un côté, un père de famille est battu à mort devant sa famille. Associations, élus, personne ne descend dans la rue. A l'inverse, deux adolescents meurent électrocutés dans un accident, et vous avez cinq jours de violence et une marche silencieuse d'un millier de personnes. C'est symptomatique de la déliquescence du tissu social dans les banlieues. Aujourd'hui, les habitants sont livrés à eux-mêmes. Les élus ont tué les associations en cherchant systématiquement à les cornaquer ou à les acheter politiquement. Ils sont moralement responsables de ce qui se passe aujourd'hui. Tout comme les médias qui préfèrent se focaliser sur les petites phrases de Nicolas Sarkozy plutôt que d'essayer de comprendre comment on a pu en arriver là.

    Quel regard portez-vous sur la politique de la ville ?

    C'est de la poudre aux yeux. Depuis vingt ans, j'entends le même discours : il faut casser les ghettos. Résultat : les quartiers sont de plus en plus ghettoïsés. N'y restent que les plus défavorisés, quasiment tous issus de l'immigration maghrébine ou africaine. Ils vivent entre eux. Au bas de la tour, il y a la crèche, 10 mètres plus loin l'école, et de l'autre côté de la rue le collège. D'où beaucoup sortent à 16 ans sans diplôme pour plonger dans l'économie souterraine. Certes, les immeubles sont rénovés et il y a des fleurs. Mais, si le décor a changé, le casting reste le même.

    La situation s'est-elle aggravée depuis dix ans ?

    Auparavant, il existait une rupture entre le centre-ville et la cité, aujourd'hui le fossé se creuse entre les habitants même du quartier. La solidarité a pratiquement disparu. Désormais, on se vole entre voisins. Il y a des conflits interethniques entre bandes sur fond de trafic de drogue. Ce sont les beurs contre les Noirs, les Noirs contre les juifs... On a laissé s'installer l'économie souterraine pour avoir la paix sociale. Et maintenant on a l'effet boomerang. On a créé des générations sans foi ni loi. Récemment, j'ai vu un petit vieux maghrébin se faire insulter par des jeunes qui auraient pu être ses petits-enfants. Cela n'aurait pas été possible il y a encore cinq ans. Aujourd'hui, nous avons à faire à une génération qui n'a jamais vu travailler ses parents. Pour ces gamins la facilité, c'est entrer dans l'économie souterraine, comme l'ont fait parfois avant eux leurs parents.

    José Mateus Cavaco Silva at November 05, 2005 00:25 | link | comments
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    Friday, 04 November 2005

    A Realidade Escondida da "Europa"

    A PAC EXTORQUE MEIO ORÇAMENTO EUROPEU

    E ENTREGA-O A UM GRUPO DE PRIVELIGIADOS


    Segundo a n-l "LExpansion.com", a própria França está a revoltar-se contra o proteccionismo agrícola da PAC e a consequente distribuição monstruosa de subsídios "europeus" a uma lista (secreta em França, como em Portugal, mas pública em Inglaterra e outros estados mais transparentes...) de privilegiados "agricultores"... protegidos por Jacques Chirac. O fundamento político das posições oficiais francesas é, entretanto, desfeito na entrevista de um especialista universitário publicada no jornal de economia e negócios "La Tribune".
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    866.290 euros
    La subvention reçue par le plus gros bénéficiaire français de la PAC en 2004

    Il est riziculteur et possède 1733 hectares de culture en Camargue. Son identité reste secrète, car la France interdit de divulguer les bénéficiaires des subventions allouées au titre de la politique agricole commune (PAC), contrairement à ce que font d'autres pays européens. Un centre de recherche de Science-po, le groupe d'économie mondiale, a communiqué à La Tribune la liste de 24 des plus gros bénéficiaires français d'aides agricoles. L'auteur de l'étude, Pierre Boulanger, affirme s'appuyer sur des chiffres de Bruxelles. "les 2.530 plus grandes exploitations françaises (moins de 1% du total) reçoivent plus de subventions que les 182.270 plus petites (près de 40% du total)" explique-t-il, précisant que les chambres départementales d'Agriculture lui ont refusé l'accès au "listing" des exploitations agricoles. La FNSEA, le principal syndicat agricole français, se demande "qui est à l'origine des fuites alors que la Commission européenne n'a pas le droit de communiquer sur ce sujet". Il s'indigne de ces fuites qui interviennent en plein milieu des négociations sur le volet agricole avec l'OMC.
    Les agriculteurs français sont les premiers bénéficiaires de la PAC, avec 9,5 milliards d'euros reçus en 2004, soit près du quart du total des dépenses agricoles communautaires. Ces dernières repr&eacut